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      <title>Portfólio Psico e Saúde Coletiva by Vitória Del Mestre</title>
      <link>https://padlet.com/vitoriadelmestre/Bookmarks</link>
      <description>Vitória Silveira Del Mestre - Serviço Social</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-03 22:35:10 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-14 04:28:20 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>vitoriadelmestre</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriadelmestre/Bookmarks/wish/1891984703</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá professor, mestrandas. Sou estudante de Serviço Social. No nosso curso, nós não temos disciplina obrigatória de saúde mental. No campo da saúde, nós temos a disciplina de saúde no que tange a seguridade social: previdência, saúde e assistência. A disciplina de saúde foi péssima e não consegui aproveitar muito na época. Escolhi essa disciplina como eletiva pra ter uma aproximação melhor com o tema. Foi uma ótima escolha pois as aulas são muito boas ainda que a maioria dos temas e autores trabalhados sejam novos e diferentes pra mim.&nbsp;<br>Tive dificuldade de acompanhar as leituras no tempo certo devido estar escrevendo meu TCC, infelizmente esse toma conta da gente quase que de forma integral, mas assisti todas as aulas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 17:57:22 UTC</pubDate>
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         <title>saúde e doença, saude coletiva/saúde pública </title>
         <author>vitoriadelmestre</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriadelmestre/Bookmarks/wish/1892094883</link>
         <description><![CDATA[<div>As questões levantadas e debatidas em aula como as concepções de saúde e doença, saude coletiva/saúde pública me recordaram da primeira de saúde que tivemos no curso, que a professora nos questiona em pequenos grupos pra expormos o que entendemos por saúde, no primeiro momento nos remete a ausência de doenças ou estar bem e ter condições em todos os âmbitos da vida.&nbsp; E na sequencia ela nos apresenta o conceito de saúde ampliada, como visto também nessa aula, considerando todos os aspectos da vida dos sujeitos. Muito interessante quando se falou no SUS enquanto um projeto de sociedade e que mais da metade das doenças no Brasil são doenças mentais, causadas pelas desigualdades. No serviço social a gente tem como objeto de trabalho a "questão social" que é a relação contraditória entre (capital x trabalho) e as múltiplas desigualdades decorrentes dela. Enfim, aquela frase qe costumamos ouvir mais ultimamente que as desigualdes fazem mal à saúde e realmente o é. No período do isolamento a gente viu como a pandemia agravou a crise do capital já instalada há muitos anos, e como também agravou as desigualdes, a pobreza, a fome, o desemprego, o desmantelamento das políticas públicas, dos direitos, enfim. Um cenário crítico demais.&nbsp;<br>É necessário compreender a importância do SUS e lutar por ele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 18:45:40 UTC</pubDate>
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         <title>Psico e políticas públicas</title>
         <author>vitoriadelmestre</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriadelmestre/Bookmarks/wish/1892165115</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto Psic e Pol. Públicas - novas questões para a formação, vai tratar sobre a inserção do psicólogo na saúde pública, foi um texto um pouco difícil por se tratar de uma linguagem mais específica da psico. Destaquei alguns trechos do texto como, que não existe uma forma padrão da subjetividade mas que ela varia e emerge em conexão com processos históricos, sociais, etc. Enfim, a subjetividade é mediada por diversos fatores e condições. No campo do Serviço Social se toma como método de investigação a teoria social crítica e as categorias do método, como contradição, totalidade, historicidade e mediação. Essas categorias vão nos subsidiar a desvendar o real para além das aparências, compreendendo os sujeitos na sua totalidade, claro, dentro das nossas competências. O texto também vai discutir sobre a questão do território, que é central nas políticas sociais, no SUS e SUAS, do quanto o território se media com a subjetividade. Eu realizei meu estágio no acolhimento institucional no Pão dos Pobres e quando a gente fala de acolhimento institucional vem a questão do território imediatamente, pois, a priori, com o advento do ECA em 1990 e do Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária em 2006, vêm pra firmar a proteção do direito fundamental à convivência familiar e comunitária, todavia o que a gente vê é esse direito das crianças e adolescentes sendo violado, pois se institucionaliza de forma arbitrária e se rompe com a vivência desses sujeitos com seus territórios, na lei é preconizado que se acolha em instituições no prórprio território mas a maioria vai pra instituiçoes em outros bairros, no caso do pão dos pobres, na regiao central, fica longe do território de moradia e da família dos acolhidos, afastando-os das suas subjetividades e realidades. Também tem a questão do serviços de acolhimento muitas vezes se portarem quase como uma instituição total, é pra ser uma medida de proteção mas muitas vezes tem o caráter oposto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 19:16:15 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade proposta pela Neuziane</title>
         <author>vitoriadelmestre</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriadelmestre/Bookmarks/wish/1892229020</link>
         <description><![CDATA[<div>Em uma aula dos pequenos grupos, Neuziane nos passou uma atividade para "entrevistarmos" alguém sobre o que é ter saúde, ter doença e elementos que afetam a saúde das pessoas.&nbsp;<br>Enviei pra três pessoas que estavam ao meu alcance pedindo que respondessem às questões. Obtive resposta da minha irmã enquanto usuária do sistema público, como CAPS I, um amigo estudante de medicina na UFRGS e uma amiga estudante de psicologia na universidade privada.<br>A atividade está em anexo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1284654091/2235d471abe7fac016eac8f27d4349c8/Atividade.docx" />
         <pubDate>2021-11-15 19:47:09 UTC</pubDate>
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         <title>Determinantes Sociais em Saúde</title>
         <author>vitoriadelmestre</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriadelmestre/Bookmarks/wish/1895271998</link>
         <description><![CDATA[<div>Consegui ler o texto indicado para o tema, em que destaco a definição de determinantes sociais da saúde que resume em compreender as condições de vida e trabalho de pessoas e grupos populacionais incidem na situação de saúde bem como a OMS adota que os DSS são as condições sociais em que as pessoas vivem e trabalham.&nbsp;<br>Ainda esse ano, quanto tava estudando pra residência, tinha como referência o texto "Da noção de determinação social à de determinantes sociais da saúde". O tema é bastante novo pra mim, assim como os demais trabalhados em aula, tendo em vista a minha inserção somente na política de assistência social, mas foi um texto que me ajudou a compreender um pouco mais sobre os DSS de forma mais familiar. Deixo o link do texto em anexo.&nbsp;<br>É interessante destacar do texto, a questão do paradigma biomédico da doença e o movimento de crítica a isso, oriundo da corrente da medicina social latino americana, da crítica ao positivismo e apresenta a perspectiva da determinação, trazendo influência do materialismo histórico, tomando a categoria trabalho como principal para analisar o processo de adoecimento.&nbsp;<br>O texto traz autores que abordam que a perspectiva dos DSS pela OMS é reducionista, pois oculta categorias analíticas fundamentais dentro das ciêncis sociais, como reprodução social, modos de produção etc, dificultando o pensamento crítico na essência do modo de produção capitalista, que tem base na exploração humana.&nbsp;<br>Enfim, o que quero trazer aqui é a reflexão do texto sobre a diferença de determinação social da saúde e determinantes sociais da saúde e sugerí-lo como leitura para a turma, no que for de interesse. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://doi.org/10.1590/0103-1104201711206" />
         <pubDate>2021-11-16 22:02:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RAS RAPS</title>
         <author>vitoriadelmestre</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriadelmestre/Bookmarks/wish/1895272505</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito interessante o texto indicado pois parte da experiência e percepção dos coordenadores de serviços. Destaco a respeito dos dados da pesquisa que referem que a atenção primária se constitui omo uma porta de entrada incipiente, pois quando o usuário procura o serviço primário mas é geralmente encaminhado para atendimento em outros pontos da rede. Me fez lembrar do relato de caso qua convidada trabalhadora do CAPs nos contou na aula, como se a proteção básica não conseguisse dar conta da situação.&nbsp; Tais situaçoes e dados revelam a fragmentação dos serviços que devem funcionar em rede, de forma intersetorial, mas assim como muitas outras questões, ainda são um desafio a ser superado com educação permantente e maior financiamento.&nbsp;<br>Fiquei com algumas dúvidas lendo a portaria. Sou do município de Rio Pardo, interior do RS. Aqui tem mais ou menos 38 mil habitantes. Temos CAPS1 e CAPS infantil. Na portaria diz que o caps infantil é pra municípios pra +70 mil habitantes. Existe alguma particularidade?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 22:03:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AT</title>
         <author>vitoriadelmestre</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriadelmestre/Bookmarks/wish/1895272814</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi o texto mais dificil de ler, pois já aborda autores da psicologia, psicanálise bem como termos que não estamos muito habituados a ver no Serviço Social. Com certeza a aula me ajudou muito mais a compreender o AT com os exemplos do professor e do monitor gabriel, bem como com as contribuições dos colegas. Pra mim é sensacional ouvir o Damico falar, fico simplesmente ouvindo e refletindo sobre. Eu já tinha ouvido falar de acompanhamento terapeutico mas no meu imaginário era logicamente um acompanhamento terapeutico, tipo uma psicoterapia mesmo, então não pesquisei a respeito. Nessa aula que fui entender o que é. Achei fantástico compreender o AT como um instrumento político, de sair dos muros das instituições e serviços e acompanhar o cotidiano dos usuários/sujeitos. De explorar a o território de vida dos sujeitos, suas relações, modos de vida. Muito desafior também, levando em consideração tudo que pode acontecer no meios dos atendimentos mas como comentado em aula, é um caminho bacana pra "testar", conhecer esse instrumento pra entender suas potencialidades e desafios e compreender se o profissional se identifica, tem condições de fazê-lo. Fiquei com algumas dúvidas quanto ao AT, onde ele ocorre, pra quem procura qual serviço? se são em serviços específicos, como CAPS ou abrange mais.&nbsp;<br>Dei uma pesquisada e no link em anexo tem alguns relatos de acompanhados e acompanhantes no AT, bom pra eu conseguir visualizar mais.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://portfoliodepraticas.epsjv.fiocruz.br/pratica/acompanhamento-terapeutico-na-rede-publica-na-rede-ufrgs" />
         <pubDate>2021-11-16 22:03:22 UTC</pubDate>
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         <title>Clínica ampliada, projeto terapeutico singular, CAPS</title>
         <author>vitoriadelmestre</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriadelmestre/Bookmarks/wish/1895273111</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto proposto é a teorização e reflexão dos apontamentos da pesquisa realizada no texto da RAS/RAPS, onde se apresenta a percepção dos coordenadores de serviços de saúde.&nbsp; A importância da coesão das equipes para o efetividade do trabalho realizado, da humanização do SUS, dos serviços, das equipes de trabalho, dos espaços para os usuários. A necessidade da efetivação do trabalho interdisciplinar e nao multidisciplinar, do diálogo e da construçãodos projetos terapeuticos em consonância, evitando a fragmentação das ações e colocando as aréas de saber em caixinhas. Mostra a necessidade dos serviços se responsabilizarem pelos usuários, como mencionado pela convidada trabalhadora do CAPS. Do encaminhamento indiscrimado para os serviços de maior complexidade, quando o serviço primário deveria dar conta da situação, o que deixa o usuário flutuante e sem referência. O texto aborda que a clínica ampliada e a proposta do PTS convidam-nos a entender que é necessário instrumentos para que os profissionais possam lidar consigo mesmos e com os sujeitos, de forma distinta do modelo tradicional.&nbsp;<br>Fiquei pensando uma vez que fui acompanhar a minha irmã no CAPS1 aqui da cidade de Rio Pardo e o atendimento da secretária era péssimo. Minha irmã já tava cansada e perdendo a vontade de continuar no espaço pois os atendimentos seguiam um circulo vicioso. Ela faz uso de fluoxetina, uma medicação bastante comum e usada por muitos usuários, vide o exemplo da medicalização nos serviços de acolhimento, no qual a fluoxetina era bem comum também, como se esse medicamento funcionasse pra toda e qualquer pessoa. No interior, no caso de Rio Pardo, as forças políticas tem muita influência na composição das equipes técnicas dos serviços, pessoas sem formação mínima para atuar num serviço como o CAPS são colocas como cargo de confiança bem como outras ocupações, que vão incidir na qualidade dos serviços prestados. O assistencialismo está avançando, as ações realizadas pela prefeitura em parceria com CRAS, CREAS etc estão sendo vinculadas a figura da primeira dama, retornando ao primeiro damismo.<br>Enfim, enquanto futura assistente social e aos futuros psicólogos, é necessário nos processos de trabalho que desvele as condições de vida dos sujeitos, com uma perspectiva teórico-crítica, desocultando as novas expressões da questão social, orietado pelos príncípios da reforma sanitária e do seu projeto ético-político.&nbsp;Devem intencionar uma nova cultura, com objetivo alcançar a consciência sanitária (CFESS, 2010). <br>Muito se fala no texto sobre os processos de construção do protagonismo dos usuários, das famílias e também do trabalhadores, sendo essa tarefa uma atribuição dos assistentes sociais de estimular o protagonismo, a construção de autonomia e a interface com a participação nas instâncias democráticas, movimentos sociais, etc. Coloco em anexo o documento "parâmetros para a atuação de assistentes sociais na política de saúde" como um importante instrumento para compreensão de como o trabalho deve ser desempenhado no âmbito da saúde.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.cfess.org.br/arquivos/Parametros_para_a_Atuacao_de_Assistentes_Sociais_na_Saude.pdf" />
         <pubDate>2021-11-16 22:03:39 UTC</pubDate>
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