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      <title>MOOC - Estilos by Daniela Melaré</title>
      <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m</link>
      <description>Made with a little mischief</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-09-07 08:10:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-04-29 14:28:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title> Estilos de Aprendizagem e teorias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/312908430</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem 4 tipos de Aprendizagem sendo estes:<br>- O estilo ativo que valoriza dados da experiência, entusiasmando se  com tarefas novas e é muito ágil;<br>-  O estilo reflexivo que atualiza dados, estuda, reflete e analisa;<br>-  O estilo teórico em que é lógico, estabelece teorias, princípios, modelos, procura a estrutura e sintetiza;<br>-  O estilo pragmático que aplica a ideia e faz experimentos.<br>As principais teorias são de David Kolb e Honey e Mumford.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 13:46:37 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Paula - Estilos de Aprendizagem e Cognitivos: o contexto atual</title>
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         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/313429450</link>
         <description><![CDATA[<div>Os "traços cognitivos, afetivos e fisiológicos (…) de como os alunos percebem, interagem e respondem aos seus ambientes de aprendizagem" (in texto básico) podem classificar-se enquanto estilos: ativo, reflexivo, teórico e pragmático. O atual contexto de rápidas mudanças tecnológicas - de uma multiplicidade de interfaces, do surgimento rápido de novos e inovadores instrumentos de aprendizagem, da multiplicidade cultural e social dos diferentes atuantes do virtual -  não nos coloca perante situações e circunstâncias virtuais lineares na perspetiva da caracterização dos indivíduos. Estilos cognitivos - processar, perceber , recordar a informação - podem ter influência nos estilos de aprendizagem do individuo -  o processar da informação e definição do comportamento - em contexto de aprendizagem?<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:06:12 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Paula: Estilos e Teóricos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/313465308</link>
         <description><![CDATA[<div>Estilos: cognitivo -&gt; Witkins, de aprender -&gt; Dunn + de personalidade -&gt; Milton + criativo -&gt; Kirton<br>PRINCIPAIS TEÓRICOS:<br>1 KOLB - quatro etapas: experiência concreta, quando se faz algo; a observação reflexiva, quando se analisa e pondera; a conceitualização abstrata, quando se compara as teorias depois da análise; e, a experimentação ativa, que permite contrastar o resultado da aprendizagem com a realidade<br>2 GREGORC - Estilos: concreto sequencial, abstrato sequencial, abstrato aleatório e concreto aleatório<br>3 JUCH - experiência concreta, para perceber; a observação reflexiva, para pensar; a conceituação abstrata para planejar; e a<br>experimentação ativa, para fazer<br>4 HONEY - questionário para indicar estilo de aprendizagem como diagnóstico, como um ponto de partida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 16:02:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabriela - Estilos de Aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/314060048</link>
         <description><![CDATA[<div>A teoria dos estilos de aprendizagem não é recente - surgiu na década de 1950 como uma maneira de combinar conhecimentos sobre processos cognitivos e emocionais de uma pessoa. <br>Os estilos de aprendizagem não são sinônimos de estilos cognitivos. A partir da leitura, entendi que são mais amplos que outras teorias. Ainda, chamou-me atenção utilizar os estilos de aprendizagem e enfocar no estilo menos predominante, de forma a trabalhar numa perspectiva que envolva o desenvolvimento dos outros estilos não predominantes. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-12 21:22:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem</title>
         <author>patricia_grasel</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/314964766</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os estilos de aprendizagem são 4 predominantes:<br><br>- ATIVO: pessoas que gostam de novas experiências, animadoras, improvisaras, espontâneas...<br>- REFLEXIVO: pessoas que gostam de considerar a experiência e observação-las, sob diferentes perspectivas. Pessoa que resume dados e analisa, é prudente e ponderada...<br>- TEÓRICO: pessoas que enfocam no problema de forma verificar, por etapas e de forma lógica. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-16 13:19:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem, post 2</title>
         <author>patricia_grasel</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/314965193</link>
         <description><![CDATA[<div><br>As principais teorias e que estão articuladas ao conceito de estilo de aprendizagem são da teoria cognitiva e das inteligências múltiplas, são teorias diferentes, distintas, mas que perpassam a teoria de estilo de aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-16 13:25:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sandra Oliveira - conceito &quot;estilos de aprendizagem&quot;</title>
         <author>oliveira_s_isabel</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315121380</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Alonso e Gallego (2000) estilos de aprendizagem podem ser entendidos como a forma de atuação das pessoas mediante uma serie de informações, “<em>são traços cognitivos afetivos e fisiológicos, que servem de indicadores…de como os alunos percebem, interagem e respondem a seus ambientes de aprendizagem</em>” (com base nos estudos de Keefe, 1998).<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-17 12:16:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Priscilla</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315204351</link>
         <description><![CDATA[<div>"....os estilos de aprendizagem justificam o uso das tecnologias no processo educativo em especial pela facilidade de atender as individualidades e a amplitude de recursos e ferramentas que se pode empregar para cada necessidade, tanto de conteúdos como de estilo. "<br>Me chamou a atenção este ponto, por se tratar da atualizada em que estamos inseridos e a cultura digital que faz parte do nosso dia a dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-17 15:32:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sandra Oliveira - Os estilos de aprendizagem</title>
         <author>oliveira_s_isabel</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315221009</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Alonso, Gallego e Honey ( 2002) existem 4 estilos de aprendizagem:<br><br></div><div>·        <strong> Ativo</strong> -  as pessoas em que este estilo é predominante possuem uma mente aberta, ficam entusiasmados com novas experiencias. Após executarem uma atividade buscam uma nova, sempre em busca de novos desafios. São criativos, improvisadores, animadores, espontâneos, gerador de ideias.</div><div>·         <strong>Reflexivo</strong> - as pessoas em que este estilo é predominante gostam de observar a experiência sob várias perspetivas, reúnem dados e analisam com detalhe, gostam de considerar todas as alternativas e gostam de observar os que estão ao seu redor. São ponderados, conscientes, pacientes, lentos, analíticos, recetivos, prudentes, exaustivos, observadores, cuidadosos e estudiosos de comportamentos.</div><div>·         <strong>Teórico</strong> - as pessoas em que este estilo é predominante adaptam-se e integram teses dentro de teorias lógicas, tendem a ser perfeccionistas, gostam de analisar e sintetizar, buscam a racionalidade e objetividade. São metódicos, lógicos, objetivos, críticos, disciplinados, sistemáticos, pensadores, sintéticos, relacionadores e ordenadores</div><div>·        <strong> Pragmático</strong> - as pessoas em que predomina este estilo, aplicam na prática as suas ideias, vêm o aspeto positivo das novas ideias e experimentam-nas, gostam de atuar rapidamente e com seguridade, são realistas quando tomam decisões e resolvem-nas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-17 16:04:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rui Mendes (Post 1- Estilos de aprendizagem)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315328759</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o dicionário da Porto Editora de língua portuguesa o termo “estilo” significa costume, uso, modo ou maneira,… Da mesma forma, a aprendizagem é encarada como um ato ou efeito de aprender, tempo de aprendizagem ou, ainda, experiência que tem com quem se aprendeu. <br><br></div><div>De uma forma geral estamos perante um processo, contínuo, constante e dinâmico ao se ajustar as necessidades ao nível da formação que são equacionadas na sociedade atual.<br><br></div><div>No entanto, neste processo de aprendizagem, as características e motivações pessoais são fatores determinantes no processo de ensino, que deve ser centrado no elemento discente e não no processo de “passagem” do conhecimento, como se privilegia pessoalmente.<br><br></div><div>Neste sentido, conforme a referência bibliográfica disponibilizada, baseada na análise do trabalho de Alonso e Gallego (2000) podemos identificar como modos, formas ou maneiras de aprender quatro tipologias distintas: o modo ativo, que valoriza os dados de experiência, o modo reflexivo, centrado no estudo e reflexão, o teórico que privilegia a modelagem e a teorização e, por último, o modo pragmático com um forte pendor da aplicação prática dos conhecimentos.<br><br></div><div>Convém referir que a “inclinação” para um dos estilos de aprendizagem pode alterar-se ao longo da vida do individuo, dependendo do ambiente e das funções profissionais desempenhadas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-17 19:45:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ester Saraiva - Quais são os estilos de aprendizagem (post 1)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315462658</link>
         <description><![CDATA[<div>Existe 4 estilos de aprendizagem, são eles: Activo, reflexivo, teórico e pragmático.<br><strong>Características principais dos estilos de aprendizagem<br>1 - ACTIVO</strong></div><div><strong>-  Animador</strong></div><div><strong>-  Improvisador</strong></div><div><strong>-  Descobridor</strong></div><div><strong>-  Espontâneo</strong></div><div><strong>-  Temerário<br>2 - REFLEXIVO</strong></div><div>-  Ponderado</div><div>-  Consciente</div><div>-  Receptivo</div><div>-  Analítico</div><div>-  Exaustivo<br><strong>3 - TEÓRICO</strong></div><div>-  Metódico</div><div>-  Lógico</div><div>-  Objectivo</div><div>-  Crítico</div><div>-  Estruturado<br><strong>4 - PRAGMÁTICO</strong></div><div><strong>- </strong>Experimentador</div><div>-  Prático</div><div>-  Directo</div><div>-  Eficaz</div><div>-  Realista</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-18 10:30:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ester Saraiva - (post 2) -  Quais são as principais teorias?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315463916</link>
         <description><![CDATA[<div>•Estas teorias contribuem para a construção de processos de ensino-aprendizagem, e é um referencial. </div><div>•Estilos de aprendizagem, estilos cognitivos ou inteligências múltiplas são conceitos e teorias distintas mas que se relacionam. </div><div>•Os Estilos cognitivos parte da ideia os indivíduos têm diferentes maneiras de perceber e de processar a informação o que implica diferenças nos processos de aprendizagem ou seja, refere-se ao meio preferencial pelo qual um indivíduo processa a informação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-18 10:36:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ester Saraiva - (Post 3)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315464831</link>
         <description><![CDATA[<div>Como os estilos de aprendizagem são classificados de acordo com os principais teóricos<br><br>•Estilos de Aprendizagem são maneiras pessoais que cada indivíduo processa informações, sentimentos e comportamentos em contextos de aprendizagem. Segundo Alonso e Gallego (2002), e com base em estudos de Keefe são: “traços cognitivos, afectivos e fisiológicos que servem como indicadores estáveis de como os alunos percebem/interagem e respondem aos seus ambientes de aprendizagem”.<br><strong>Klein em 1951 </strong>já tinha identificado 2 estilos e denominou-os por: Niveladores onde tendiam a assimilar eventos novos com os armazenados; e afiladores acentuavam os eventos novos com a assimilação em relação aos armazenados.</div><div>Royce em 1973 considerou os modos de aprendizagem como um modo característico do sistema cognitivo ou afectivo de se manifestar.</div><div><strong>Cue (2007) </strong>– Definiu  os estilos de aprendizagem como sendo: “traços cognitivos, afectivos, fisiológicos de preferência pelo uso dos sentidos, ambiente, cultura, psicologia, comodidade, desenvolvimento e personalidade” que serviriam de indicadores de como os indivíduos percebiam, inter-relacionavam e respondiam aos ambientes de aprendizagem e aos seus métodos e/ou estratégias.<br><strong>Em 1976, David Klob iniciou um estudo das repercussões dos estilos de aprendizagem. </strong></div><div><strong>Assim identificou 5 forças que condicionam os estilos de aprendizagem: </strong></div><div>1.Psicológico; </div><div>2.Especialidade da formação escolhida;</div><div>3.Carreira profissional; </div><div>4.Trabalho actual</div><div>5.Capacidades de adaptação.</div><div><strong>Também percebeu que há 4 etapas necessárias para uma aprendizagem eficaz:</strong></div><div>1.Experiência concreta; </div><div>2.Observação reflexiva; </div><div>3.Conceituação abstracta;</div><div>4.Experimentação activa.<br>→Para kolb o conhecimento resultava da combinação da compreensão e a transformação da experiência. A primeira diz respeito ao modo como o indivíduo percebe a informação e a segunda ao modo como ele a processa. </div><div>→Assim são considerados quatro tipos de aptidões necessários para que a aprendizagem seja eficaz.<br>•Experiência Concreta</div><div>•Experimentação Activa</div><div>•Abstração Conceptual</div><div>•Observação Reflexiva<br>A partir  dos estudos de Kolb, surgiram várias definições e considerações:</div><div><strong>Modelos  elaborados com base no trabalho de David Kolb</strong></div><div><strong>1984 – Messick – </strong>considerou que um estilo de aprendizagem é “uma característica marcante no processamento da informação, desenvolvida de forma compatível com tendências de personalidade” (Barros, 2009).</div><div><strong>1987 – Bert Juch </strong>– Denominou como um processo de denominado como “ciclo de aprendizagem” com 4 etapas: </div><div>1.Fazer;</div><div>2.Perceber;</div><div>3.Pensar;</div><div>4.Planejar.<strong><br>1988 – Honey e Mumford - </strong>Com base no trabalho de David Kolb temos um modelo que a partir de um questionário, mostra uma predominância entre quatro estilos de aprendizagem: </div><div>1.<em>activo,</em></div><div>2.<em>teórico,</em></div><div>3.<em>reflexivo </em></div><div>4.<em>pragmático</em>. <br><strong>2002 - Alonso e Gallego –</strong> denominaram 4 estilos:</div><div>1.Acomodador (experiência e execução concreta);</div><div>2.Divergente (imaginação);</div><div>3.Assimilador (raciocínio indutivo como ferramenta de trabalho;  assimilam conhecimento; trabalham de modo criativo)</div><div>4.Convergente (aplicação prática de ideias).<strong><br>Alonso e Gallego ainda estruturaram os estilos em um questionário em que abordavam variáveis que influenciam as maneiras de como as pessoas aprendem, como:</strong></div><div>a.Necessidades imediatas (<em>som, luz, temperatura, desenho, formas do meio</em>);</div><div>b.Própria emoção (<em>motivação, persistência, responsabilidade, estrutura</em>);</div><div>c.Necessidades sociológicas de trabalho pessoal (com outros);</div><div>d. Necessidades físicas <em>de alimentação, tempo, mobilidade e percepção</em>;</div><div>e.Necessidades psicológicas <em>analítico/global, reflexivas impulsivas e dominância cerebral</em>.</div><div><br></div><div>Ø<strong>Principais objetivos de Alonso e Gallego:</strong></div><div>•“Descrever detalhadamente os estilos de aprendizagem, criar condições para o diagnóstico, reforçar e aproveitar os pontos forte de cada pessoa”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-18 10:40:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Priscilla (post 2)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315914156</link>
         <description><![CDATA[<div>Os estilos de aprendizagem: Conforme Alonso, Gallego e Honey (2002) existem 4 estilos definidos: o ativo, o reflexivo, o teórico e o pragmático.<br>As principais teorias são de: David kolb, Honey, Alonso, Gallego e Garcia.<br>E os estilos de aprendizagem são classificados da seguinte forma:<br>- Dependência-independência;<br>- conceituação e categoria;<br>- dimensão reflexivo e impulsivo;<br>- modalidades sensoriais;<br>- fatores afetivos;<br>- fatores fisiológicos<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-19 16:05:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gabriela - 2a participação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315944315</link>
         <description><![CDATA[<div>Há diversas teorias que norteiam o estudo dos estilos de aprendizagem e a analisada é a que segue o modelo espanhol. <br>Os estilos de aprendizagem podem ser utilizados para impactar positivamente na prática pedagógica do professor, auxiliando-o a pensar a aula centrada no estudante. Durante as leituras, estabeleci relações com o Desenho Universal para Aprendizagem, que diz respeito a respeitar as diferenças dos alunos e auxilia o professor a pensar em estratégias pedagógicas que contemplem a todos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-19 17:17:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rui Mendes (Post 2 – Principais Teorias da Aprendizagem)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/315967064</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1984, David Kolb publica a obra “<em>Experiential Learning. Experience as the Source of Learning and Development”</em> e explica a influência da(s) forma(s) de aprender de um individuo pessoa. Neste livro, Kob explica o princípio de que uma pessoa desenvolve o seu processo de aprendizagem através da descoberta e experimentação.<br><br></div><div>No desenvolvimento da sua pesquisa sobre a aprendizagem, Kolb identificou um ciclo de quatro fases: a experiência concreta, a observação reflexiva, a conceptualização abstrata e a experimentação ativa.<br><br></div><div>De acordo com a metodologia exposta, um aluno evolui neste continuum de processamento e perceção da informação, de acordo com as suas preferências e entendimento dos conhecimentos expostos.<br><br></div><div>Para tipificar o perfil dos diferentes formandos, Kolb desenvolveu um instrumento de diagnóstico que permite identificar quatro estilos de aprendizagem: o Acomodador (experimentação), o Divergente (criatividade/imaginação), o Assimilador (modelização) e o Convergente (prático).<br><br></div><div>Posteriormente, Honey e Mumford (1988) desenvolveram um modelo muito inspirado em Kolb, mas que posiciona o sujeito em dois eixos, o eixo ativo-reflexivo e o teórico-pragmático. Distinguem-se, ainda de Kolb, ao considerar que os resultados do questionário de identificação dos estilos são um diagnóstico para melhoria e não um fim.<br><br></div><div>Seguiram-se outros trabalhos como: Howard Gardner (1993), com a teoria das inteligências múltiplas; Rita Guild &amp; Shirley Garger (1998) com a caracterização dos estilos; Lozano (2000) que destaca os elementos que dão forma aos estilos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-19 18:13:06 UTC</pubDate>
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         <title>Ieda - Estilos de aprendizagem</title>
         <author>ieda_oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316024278</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os quatro estilos de aprendizagem possuem características distintas. Destaca-se que o estilo ATIVO tem facilidade em trabalhar em equipe, é improvisador , gosta de arriscar e é espontâneo, o Estilo  RELEXIVO é analítico , exaustivo e receptivo,  o estilo TEÓRICO é perfeccionista, lógico objetivo e Metódica Já o estilo   PRAGMÁTICO é prático , experimentador, realista e eficaz. Segundo García Cué (2006)<br>Pode-se definir estilos de aprendizagem como traços cognitivos, afetivos, fisiológicos, preferências pelo uso dos sentidos, ambiente, cultura, psicologia, conforto, desenvolvimento e personalidade que servem como indicadores relativamente estáveis ​​de como as pessoas percebem, inter-relacionam e respondem a seus ambientes de aprendizagem e seus próprios métodos ou estratégias em sua maneira de aprender.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-19 20:59:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Iolanda de Carvalho - Teorias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316113587</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns estilos de aprendizagem de referência:</div><div> </div><div>Rita e Kennedy Dunn (1977), levaram a cabo uma pesquisa exaustiva sobre as formas diferentes de como cada aluno aprende.</div><div>Esse conhecimento permitiria ao professor, desenhar e programar ambientes de aprendizagem em concordância com esses achados. </div><div>O modelo apresenta 5 estímulos que podem afetar os estudantes e que jogam com elementos para diferenciá-los, desta forma podia-se adaptar o ambiente de forma adequada.</div><div> </div><div>Kolb (1981) levou em conta como as pessoas processão informação assim como percepcionam essa mesma informação. Para identificar o seu estilo de aprendizagem seguindo o método Kolb (1981), basta responder às seguintes perguntas:</div><div><strong>1</strong>-Perante uma tarefa atira-se de cabeça e experimenta? (Experimentação activa), ou tem calma e observa? (Observação reflectiva).</div><div><strong>2</strong>-Quando experimenta algo novo, gosta de ver como se sente sobre isso? (Experiência concreta) ou prefere pensar sobre isso? (concetualização abstrata)</div><div><strong>3</strong>-Consoante a sua resposta pode identificar em que quadrante se situa no modelo ao lado.</div><div> </div><div> </div><div>Honey e Mumford (1988), identificaram 4 estágios no ciclo de aprendizagem, são eles:</div><div>1-Ter a experiência</div><div>2-Rever a experiência</div><div>3-Tirar a conclusão da experiência</div><div>4-Planear os próximos passos</div><div>A estes estágios foi diretamente ligado os seguintes estilos; ativo, refletivo, teórico e pragmático.</div><div>Estes são considerados estilos adquiridos, adaptáveis e alteráveis consoante a sua vontade ou circunstâncias da vida que o fizeram mudar, em vez de ser traços de personalidade imutáveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-20 10:32:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Iolanda de Carvalho- Teorias 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316113992</link>
         <description><![CDATA[<div>Alonso e Gallego (2000),consideram que os seguintes estilos de aprendizagem, são tendências intrínsecas que acompanham a pessoa e a forma como aprende e assimila, definiram 4 tipos: Activo, Reflexivo, Teórico e Pragmático. De forma a descobrir a que categoria cada um pertence, criaram o questionário <strong>CHAEA</strong> , para que os alunos adaptem o seu estudo de forma mais proveitosa, e para os professores direccionarem os alunos para actividades indicadas ao seu perfil.<br><br></div><div>O tipo Activo, gosta de novas experiências, é sociável e envolve-se em actividades de grupo, líder, espontâneo, animador e participativo, gosta de aprender coisa novas.<br><br></div><div>O tipo Reflexivo, é inicialmente observador e absorvem informação observando dados da sua experiência ou de outros, reflecte imenso antes de concluir, é cauteloso, paciente e investigador.<br><br></div><div>O tipo Teórico, é objectivo e racional, procura analisar teorias e conceitos coerentes, é metódico e disciplinado, perfecionista e lógico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-20 10:34:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estilos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais de Aprendizagem Ativo: indica como as informações são percebidas e convertidas em conhecimento. Os ativos preferem experimentar e participar de forma coletiva;Reflexivo: Valorizam as experiências. Os reﬂexivos primam pela reﬂexão e trabalham individualmente e preferem princípios teóricos;Pragmático: indica que a melhor forma de aprender é através de experiências práticas que trazem sentido ao conteúdo de informações;Teórico: relacionada com a forma que se acompanha um assunto, aprendem melhor quando o material é apresentado de forma lógica, cronológica e sistemática.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316171545</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-20 14:46:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316171545</guid>
      </item>
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         <title>Reflexão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316173966</link>
         <description><![CDATA[<div>Estilo de aprendizagem diz respeito à forma como cada pessoa assimila e processa as informações que recebe, ou seja, a forma como ela aprende alguma coisa. Cada pessoa tem uma forma diferenciada de aprender, por isso é importante que o educador conheça seus alunos e a si mesmo, podendo diversificar a maneira de ensinar, sobretudo em ambientes virtuais de aprendizagem, atendendo um grande número de estilos de aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-20 14:51:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316173966</guid>
      </item>
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         <title>Ieda _ Estratégias de melhorar os estilos de aprendizagem_Post número 2</title>
         <author>ieda_oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316440267</link>
         <description><![CDATA[<div><br>No estilo ativo  deve fazer algo novo uma vez por semana.<br>Tomar a iniciativa.<br>Realizar atividades variadas ao longo do dia.<br>No pragmático Implementar atividades<br>manuais como construir  algo, <br>renovar uma peça de mobiliário.<br>Imita as pessoas que colocam a teoria em prática.<br>No estilo Teórico deve estruturar  atividades e pensamentos.<br>Ler 20 minutos por dia, resumir o que você leu com suas próprias palavras.<br>Analisar situações da vida cotidiana: o que as desencadeia, o que poderia ter sido feito de forma diferente.<br>No estilo reflexivo deve praticar a observação.<br>Refletir sobre os acontecimentos do dia e tirar conclusões.<br>Preparar listas de prós e contras em questões controversas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-21 17:14:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316440267</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estilos de aprendizagem, uma visão holística </title>
         <author>fernando_santos_cabouco</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316548682</link>
         <description><![CDATA[<div>O nosso primeiro trabalho partilhado já continha uma parte desta atividade. No entanto, gostaríamos de referir que consideramos importante nesta temática uma perspetiva holística de aprendizagem, sabendo que pode predominar em determinado indivíduo um dos estilos ativo, reflexivo, teórico e pragmático. Estes estilos caracterizam-se por determinadas especificidades. Assim: </div><div><strong>O </strong><strong><em>estilo ativo</em></strong><strong>:</strong> - valoriza dados da experiência, entusiasma-se com tarefas novas e é muito ágil;</div><div><strong>O </strong><strong><em>estilo reflexivo</em></strong><strong> -</strong> atualiza dados, estuda, reflete e analisa.</div><div><strong>O </strong><strong><em>estilo teórico</em></strong><strong> -</strong> é lógico, estabelece teorias, princípios, modelos, busca a estrutura, sintetiza.</div><div><strong>O </strong><strong><em>estilo pragmático</em></strong>-<em> </em>aplica a ideia e faz experimentos.</div><div>Sabendo isto, consideramos que entender a aprendizagem na totalidade, facilitando o maior número de recursos e de formas para o aprendiz, será a forma de podermos criar ambientes educativos ricos e multifacetados. <br>Fernando Santos </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-23 09:36:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>fernando_santos_cabouco</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316548821</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-23 09:41:47 UTC</pubDate>
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         <title>David Kolb, uma das teorias</title>
         <author>fernando_santos_cabouco</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316549051</link>
         <description><![CDATA[<div>Destacamos nas teorias de aprendizagem a Teoria de aprendizagem de educação David A. Kolb – mestre e doutor pela Harvard University e fundador da Learning Based Systems. Este modelo preconiza que a experiência tem enorme valor na aprendizagem.   Kolb descreve o processo de aprendizagem tendo como base um ciclo contínuo de quatro estágios: Experiência Concreta (agir), Observação Reflexiva (refletir), Conceitualização Abstrata (conceitualizar) e Experimentação Ativa (aplicar).<br>Fernando Santos </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-23 09:47:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria do Céu Kemp - contributo 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316897829</link>
         <description><![CDATA[<div>A forma particular como cada pessoa percepciona (interpreta) o mundo, conferindo-lhe sentido e significado define a multiplicidade existente de estilos de aprendizagem. Estes são flexíveis e, tal como a personalidade de cada indivíduo, são influenciados por fatores endógenos (ligados ao sujeito) e exógenos (relacionados com o meio). <br>Podemos classificar os estilos como ativo, reflexivo, teórico e pragmático, de acordo com a perspetiva teórica de Alonso, Gallego e Honey (no cenário 3 explicitei cada um deles em detalhe).</div><div>Enquanto professora, penso que é fundamental conhecermos o estilo de aprendizagem dos nossos alunos, pois as estratégias educativas que adoptamos para um grupo de alunos “ativos” podem ser diferentes daquelas que seleccionamos para um grupo de “reflexivos”. Se optarmos por trabalhos em grupo, poderemos formar, de acordo com o resultado que pretendermos, grupos homogéneos (só de “teóricos”, por exemplo) ou heterogéneos (misturando alunos com diferentes estilos). </div><div>Considero que a aplicação, na nossa prática letiva, das teorias dos estilos, eleva a qualidade do nosso trabalho enquanto docentes, pois seleccionamos textos, exercícios, filmes, e atribuímos tarefas aos jovens de acordo com os seus gostos e preferências. <br>Um aluno interessado aprende mais e melhor. E esse é o nosso objectivo!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-30 21:44:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maria do Céu Kemp - contributo 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316901341</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo David Kolb o <strong>aluno “acomodador”</strong> sente-se motivado por formular questões e problemas que tenham expressão significado na experiência de aprendizagem. É participante e age independentemente. <strong>Corresponde ao “ativo”</strong>de Alonso, Gallego e Honey.</div><div> <br>O “<strong>aluno divergente”</strong> interessa-se pelo “reino dos “porquês”. À semelhança dos filósofos, prefere argumentar e gosta de informações pormenorizadas que o ajudem a perceber e especular sobre todos os ângulos das questões. <strong>Corresponde ao “reflexivo”</strong>de Alonso, Gallego e Honey.</div><div> </div><div> </div><div>O “<strong>aluno assimilador”</strong> gosta de receber informação/instrução organizada e valoriza os especialistas de cada área do saber. É pouco inovador e pouco criativo, mas bom sistematizador, organizador. </div><div> </div><div>O <strong>“aluno convergente”, correspondente ao “pragmático” </strong>de Alonso, Gallego e Honey, é bom em tarefas que requerem a aplicação prática das ideias, de preferência quando a resposta/caminho para a resolução do problema é apenas uma. A pergunta-chave a que precisa de responder é “para quê?”.  O “convergente” é o contrário do “divergente”. </div><div> </div><div>A teoria de Kolb é muito interessante e assemelha-se, em parte, à ideia de estádio (etapa, fase) de desenvolvimento cognitivo apresentada por Piaget, uma vez que para ambos os autores a forma como aprendemos tem por base a experiência concreta e num processo de complexificação crescente, passa pela observação reflexiva, pela conceitualização abstrata e, por fim, pela experimentação ativa. Esta, no fundo, traduz-se na capacidade de responder de forma diferenciada às solicitações/desafios que o meio físico, social,… nos apresenta. E essas respostas não são mais do que a adaptação eficaz ao meio. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-30 23:37:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316901341</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria do Céu Kemp - contributo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/316904083</link>
         <description><![CDATA[<div>A professora Daniela Barros, no artigo de sua autoria que disponibilizou para esta atividade, refere que <em>«(…) o estilo de ensinar também é uma implicação importante. Cada docente tem seu estilo de aprendizagem e em geral ensina como gostaria de aprender tendenciando sua forma de aprender sem considerar os demais. Essa é uma dificuldade presente que exige do docente a capacidade de considerar outras opções tanto de estratégias como métodos de ensino.» <br></em><br></div><div>Concordo inteiramente com a ideia apresentada. De facto, o estilo de aprender do professor pode obstaculizar a sua forma de ensinar. É fundamental que o docente se <strong>descentre</strong> da sua própria experiência de aprender e atenda à especificidade dos alunos que tem perante si, ou seja, ao estilo de aprendizagem de cada um dos jovens.<br><br></div><div>Quando não se verifica coincidência entre estilos de aprendizagem e estilos de ensino, as consequências podem ser desastrosas, quer para o professor, quer para os alunos. <br><br></div><div>No caso dos <strong>alunos</strong>, deixam de participar nas aulas, começam a faltar e até mesmo a desistir dos cursos e/ou da escola (refiro-me ao ensino secundário, aquele que lecciono). <br><br></div><div>Os <strong>professores</strong>, por seu turno, podem começar a questionar-se se estarão na profissão mais indicada (crise de vocação); podem assumir comportamentos de hostilidade para com os alunos e seus encarregados de educação; podem sentir uma quebra de autoestima, quando confrontados com os bons resultados dos seus colegas de profissão.<br><br></div><div>Para evitar estas situações, e quando trabalhamos com turmas numerosas, de 25/30 alunos, é essencial abordar os conteúdos programáticos de forma a atingir os diferentes estilos de aprendizagem dos nossos alunos. <br><br></div><div>Algumas dicas: (a) Antes de apresentar material teórico, providenciar exemplos gráficos do fenómeno que a teoria descreve; (b) Equilibrar informações concretas (factos, observações, dados) e informações abstractas (princípios, teorias, modelos); (c) Usar figuras, esquemas, gráficos e esboços simples antes, durante e depois de apresentar material verbal; (d) Usar apresentações multimédia; (e) Usar alguns números em exemplos ilustrativos; (f) Propor exercícios em pequenos grupos durante a aula; (g) Usar programas de computador em aulas;  (g) Propor exercícios para realizarem em casa; (h) Apresentar alguns problemas e exercícios abertos que estimulem o raciocínio criativo e o pensamento crítico; (i) Apresentar materiais novos, surpreender os alunos; (j) Se possível, informar os jovens sobre os seus estilos de aprendizagem ou permitir que eles os descubram.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-31 01:31:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sofia - Estilos de aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/352737319</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Gallego Gil e Alonso García (2012), o estilo de aprendizagem pode ser definido como o modo como as características cognitivas, afetivas e fisiológicas individuais afetam o processo de compreensão, interacção e resposta dos alunos nos seus ambientes de aprendizagem.</div><div><br></div><div>Existem vários tipos de classificação dos diferentes estilos de aprendizagem. Assim, de de acordo com Gallego Gil e Alonso García (2012), destacam-se as classificações realizadas por:</div><ol><li>Rita y Kenneth Dunn (1977-1978) - definem um conjunto de 21 variáveis externas relacionadas com o ambiente circundante, a emotividade e as necessidades sociológicas, físicas e psicológicas;</li><li>David Kolb (1981) - influenciado por Dewey, Lewin y Piaget, Kolb defende a classificação dos estilos de aprendizagem em Acomodador (experiência ativa e concreta), Divergente (observação reflexiva e experiência concreta), Assimilador (observação reflexiva e conceptualização abstrata) e Convergente (conceptualização abstrata + experiência ativa);</li><li>Bert Juch (1987) - tendo como base o questionário desenvolvido por Kolb, Juch define quatro eixos para os estilos de aprendizagem: experiência concreta (compreender), observação reflexiva (pensar), conceptualização abstrata (planear) e experimentação ativa (fazer);</li><li>Peter Honey y Allan Mumford (1988) - definem quatro estilos de aprendizagem: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.</li></ol><div><br></div><div>É possível verificar a importância e a influência de Kolb sobre os vários métodos de classificação dos estilos de aprendizagem. Kolb desenvolveu o questionário de autodiagnóstico, Learning Style Inventory (LSI), que constitui a base para Learning Profile Exercise (LPE) de Juch. Honey e Mumford reconhecem a importância da contribuição de Kolb, mas optam por desenvolver uma outra ferramenta: Learning Styles Questionnaire (L.S.Q.). Este último questionário serviu de base para a elaboração do questionário CHAEA (Cuestionario de Honey-Alonso de Estilos de Aprendizaje) que está adaptado aos contextos espanhóis. (Gallego Gil e Alonso García, 2012)</div><div><br></div><div><br></div><div>Referência </div><div>Gallego Gil, D.J. e C.M. Alonso García (2012) Los estilos de aprendizaje como una estrategia pedagógica del siglo XXI. <em>Revista Electrónica de Socioeconomía, Estadística e Informática (RESEI),</em> 1(1)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-19 11:41:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/352737319</guid>
      </item>
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         <title>Sofia - Aplicação dos Estilos de Aprendizagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/352739408</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a definição dos estilos de aprendizagem, é possível determinar quais os métodos mais eficazes para facilitar o processo de aprendizagem. </div><div><br></div><div>Terçariol e Barros (2017) procuraram justamente aplicar a teoria de estilos de aprendizagem ao ensino em ambiente virtual e utilizando as redes sociais. Assim, é essencial identificar os estilos de aprendizagem em meio virtual do grupo a estudar e, posteriormente, identificar como se podes utilizar os espaços virtuais e as redes sociais no processo de aprendizagem.</div><div><br></div><div>Gallego Gil e Alonso García (2012) também apresentam a aplicação do conceito de estilos de aprendizagem na realização de ações de formação em meio empresarial, no qual existe uma preocupação adicional relacionada com a produtividade. Um dos exemplos da aplicação deste conceito foi o desenvolvimento de Productivity Environmental Preference Survey (PEPS) por Rita e Kenneth Dunn.</div><div><br></div><div>No mundo académico, o questionário de Canfield é uma ferramenta que permite que o professor possa orientar melhor o aluno nas suas escolhas profissionais (Gallego Gil e Alonso García, 2012).</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>Referências</div><div><br></div><div>Gallego Gil, D.J. e C.M. Alonso García (2012) Los estilos de aprendizaje como una estrategia pedagógica del siglo XXI. <em>Revista Electrónica de Socioeconomía, Estadística e Informática (RESEI),</em> 1(1)</div><div><br></div><div><br></div><div>Terçariol, A.A.L. e D.M.V Barros (2017) Os Estilos de Uso Dos Espaços Virtuais e as Redes Sociais na Pedagogia: Um Estudo Exploratório. <em>Journal of Learning Styles</em>, 10:321-356. Disponível em: <a href="http://learningstyles.uvu.edu/index.php/jls/article/view/377">http://learningstyles.uvu.edu/index.php/jls/article/view/377</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-19 12:07:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bruno Duarte - Intervenção 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/353061193</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo dos tempos os estilos foram-se moldando à necessidade humana da compreensão dos mesmo. </div><div><em>Klein (1951)</em> identificou os estilos como sendo algo nivelador, enquanto <em>Royce (1973)</em> definiu os estilos como sendo carateristicas do sistema cognitivo ou do sistema afectivo num determinado momento. Em 1976 Kolb defendia que a aprendizagem era condicionada por 5 fatores (psicológica, especialidade na formação escolhida, carreira profissional, trabalho actual e capacidade de adaptação) e que uma aprendizagem de sucesso necessitava de possuir quatro (4) etapas (experiência concreta, observação reflexiva, conceituação abstracta e experimentação ativa), situação que ao longo dos anos, através de outros investigadores foi comprovada como sendo algo inerente ao tratamento da informação, ou seja, à forma em que o individuo armazena o acontecimento, e para isso o trabalho de <em>Honey</em> e <em>Mumford </em>(1988), baseando-se nas teorias de Kolb, já que se focavam no meio empresarial, identificaram quatro (4) estilos no processo de aprendizagem ( Ativo, Reflexivo, Teórico e Pragmático).</div><div>Uns dos principais investigadores foram <em>Alonso</em> e <em>Gallego (2002)</em>, que ao se basearem no trabalho de <em>Kolb, Honey </em>e <em>Mumford </em>(1988) elaboraram um questionário, com o intuito de identificar a predominância dos estilos nos indivíduos, de forma a identificar os estilos em défice e não o mais predominante.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-22 14:26:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bruno Duarte - Intervenção 2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Honey e Mumford (1988), posteriormente caracterizados por  Alonso e Gallego (2002), existem quatro (4) estilos de aprendizagem:</div><div><br></div><div><strong>Ativo</strong> (demonstram apetência e entusiasmo para novas experiências);</div><div><strong>Reflexivo</strong> (observam a experiência de diferentes pontos de vista);</div><div><strong>Teórico</strong> (adaptam-se e tendo sempre presente as teorias lógicas e complexas);</div><div><strong>Pragmático</strong> (aplicam as ideias, salientando o que de positivo delas advém);</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-04-22 14:27:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[Aprendizagem e teorias
Estilos de Aprendizagem e teorias
 Estilos de Aprendizagem e teorias
Existem 4 tipos de Aprendizagem sendo estes:
- O estilo ativo que valoriza dados da experiência, entusiasmando se  com tarefas novas e é muito ágil;
-  O estilo reflexivo que atualiza dados, estuda, reflete e analisa;
-  O estilo teórico em que é lógico, estabelece teorias, princípios, modelos, procura a estrutura e sintetiza;
-  O estilo pragmático que aplica a ideia e faz experimentos.
As principais teorias são de David Kolb e Honey e Mumford.

Ana Paula - Estilos de Aprendizagem e Cognitivos: o contexto atual
Ana Paula - Estilos de Aprendizagem e Cognitivos: o contexto atual
Os "traços cognitivos, afetivos e fisiológicos (…) de como os alunos percebem, interagem e respondem aos seus ambientes de aprendizagem" (in texto básico) podem classificar-se enquanto estilos: ativo, reflexivo, teórico e pragmático. O atual contexto de rápidas mudanças tecnológicas - de uma multiplicidade de interfaces, do surgimento rápido de novos e inovadores instrumentos de aprendizagem, da multiplicidade cultural e social dos diferentes atuantes do virtual -  não nos coloca perante situações e circunstâncias virtuais lineares na perspetiva da caracterização dos indivíduos. Estilos cognitivos - processar, perceber , recordar a informação - podem ter influência nos estilos de aprendizagem do individuo -  o processar da informação e definição do comportamento - em contexto de aprendizagem?
 
Ana Paula: Estilos e Teóricos
Ana Paula: Estilos e Teóricos
Estilos: cognitivo -&gt; Witkins, de aprender -&gt; Dunn + de personalidade -&gt; Milton + criativo -&gt; Kirton
PRINCIPAIS TEÓRICOS:
1 KOLB - quatro etapas: experiência concreta, quando se faz algo; a observação reflexiva, quando se analisa e pondera; a conceitualização abstrata, quando se compara as teorias depois da análise; e, a experimentação ativa, que permite contrastar o resultado da aprendizagem com a realidade
2 GREGORC - Estilos: concreto sequencial, abstrato sequencial, abstrato aleatório e concreto aleatório
3 JUCH - experiência concreta, para perceber; a observação reflexiva, para pensar; a conceituação abstrata para planejar; e a
experimentação ativa, para fazer
4 HONEY - questionário para indicar estilo de aprendizagem como diagnóstico, como um ponto de partida
Gabriela - Estilos de Aprendizagem
Gabriela - Estilos de Aprendizagem
A teoria dos estilos de aprendizagem não é recente - surgiu na década de 1950 como uma maneira de combinar conhecimentos sobre processos cognitivos e emocionais de uma pessoa. 
Os estilos de aprendizagem não são sinônimos de estilos cognitivos. A partir da leitura, entendi que são mais amplos que outras teorias. Ainda, chamou-me atenção utilizar os estilos de aprendizagem e enfocar no estilo menos predominante, de forma a trabalhar numa perspectiva que envolva o desenvolvimento dos outros estilos não predominantes. 

Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem
Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem

Os estilos de aprendizagem são 4 predominantes:

- ATIVO: pessoas que gostam de novas experiências, animadoras, improvisaras, espontâneas...
- REFLEXIVO: pessoas que gostam de considerar a experiência e observação-las, sob diferentes perspectivas. Pessoa que resume dados e analisa, é prudente e ponderada...
- TEÓRICO: pessoas que enfocam no problema de forma verificar, por etapas e de forma lógica. 
Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem, post 2
Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem, post 2

As principais teorias e que estão articuladas ao conceito de estilo de aprendizagem são da teoria cognitiva e das inteligências múltiplas, são teorias diferentes, distintas, mas que perpassam a teoria de estilo de aprendizagem.

Sandra Oliveira - conceito "estilos de aprendizagem"
Sandra Oliveira - conceito "estilos de aprendizagem"
Segundo Alonso e Gallego (2000) estilos de aprendizagem podem ser entendidos como a forma de atuação das pessoas mediante uma serie de informações, “são traços cognitivos afetivos e fisiológicos, que servem de indicadores…de como os alunos percebem, interagem e respondem a seus ambientes de aprendizagem” (com base nos estudos de Keefe, 1998).
 
Priscilla
Priscilla
"....os estilos de aprendizagem justificam o uso das tecnologias no processo educativo em especial pela facilidade de atender as individualidades e a amplitude de recursos e ferramentas que se pode empregar para cada necessidade, tanto de conteúdos como de estilo. "
Me chamou a atenção este ponto, por se tratar da atualizada em que estamos inseridos e a cultura digital que faz parte do nosso dia a dia.
Sandra Oliveira - Os estilos de aprendizagem
Sandra Oliveira - Os estilos de aprendizagem
Segundo Alonso, Gallego e Honey ( 2002) existem 4 estilos de aprendizagem:

·         Ativo -  as pessoas em que este estilo é predominante possuem uma mente aberta, ficam entusiasmados com novas experiencias. Após executarem uma atividade buscam uma nova, sempre em busca de novos desafios. São criativos, improvisadores, animadores, espontâneos, gerador de ideias.
·         Reflexivo - as pessoas em que este estilo é predominante gostam de observar a experiência sob várias perspetivas, reúnem dados e analisam com detalhe, gostam de considerar todas as alternativas e gostam de observar os que estão ao seu redor. São ponderados, conscientes, pacientes, lentos, analíticos, recetivos, prudentes, exaustivos, observadores, cuidadosos e estudiosos de comportamentos.
·         Teórico - as pessoas em que este estilo é predominante adaptam-se e integram teses dentro de teorias lógicas, tendem a ser perfeccionistas, gostam de analisar e sintetizar, buscam a racionalidade e objetividade. São metódicos, lógicos, objetivos, críticos, disciplinados, sistemáticos, pensadores, sintéticos, relacionadores e ordenadores
·         Pragmático - as pessoas em que predomina este estilo, aplicam na prática as suas ideias, vêm o aspeto positivo das novas ideias e experimentam-nas, gostam de atuar rapidamente e com seguridade, são realistas quando tomam decisões e resolvem-nas.

Rui Mendes (Post 1- Estilos de aprendizagem)
Rui Mendes (Post 1- Estilos de aprendizagem)
De acordo com o dicionário da Porto Editora de língua portuguesa o termo “estilo” significa costume, uso, modo ou maneira,… Da mesma forma, a aprendizagem é encarada como um ato ou efeito de aprender, tempo de aprendizagem ou, ainda, experiência que tem com quem se aprendeu. 

De uma forma geral estamos perante um processo, contínuo, constante e dinâmico ao se ajustar as necessidades ao nível da formação que são equacionadas na sociedade atual.

No entanto, neste processo de aprendizagem, as características e motivações pessoais são fatores determinantes no processo de ensino, que deve ser centrado no elemento discente e não no processo de “passagem” do conhecimento, como se privilegia pessoalmente.

Neste sentido, conforme a referência bibliográfica disponibilizada, baseada na análise do trabalho de Alonso e Gallego (2000) podemos identificar como modos, formas ou maneiras de aprender quatro tipologias distintas: o modo ativo, que valoriza os dados de experiência, o modo reflexivo, centrado no estudo e reflexão, o teórico que privilegia a modelagem e a teorização e, por último, o modo pragmático com um forte pendor da aplicação prática dos conhecimentos.

Convém referir que a “inclinação” para um dos estilos de aprendizagem pode alterar-se ao longo da vida do individuo, dependendo do ambiente e das funções profissionais desempenhadas.

Ester Saraiva - Quais são os estilos de aprendizagem (post 1)
Ester Saraiva - Quais são os estilos de aprendizagem (post 1)
Existe 4 estilos de aprendizagem, são eles: Activo, reflexivo, teórico e pragmático.
Características principais dos estilos de aprendizagem
1 - ACTIVO
-  Animador
-  Improvisador
-  Descobridor
-  Espontâneo
-  Temerário
2 - REFLEXIVO
-  Ponderado
-  Consciente
-  Receptivo
-  Analítico
-  Exaustivo
3 - TEÓRICO
-  Metódico
-  Lógico
-  Objectivo
-  Crítico
-  Estruturado
4 - PRAGMÁTICO
- Experimentador
-  Prático
-  Directo
-  Eficaz
-  Realista
Ester Saraiva - (post 2) - Quais são as principais teorias?
Ester Saraiva - (post 2) -  Quais são as principais teorias?
•Estas teorias contribuem para a construção de processos de ensino-aprendizagem, e é um referencial. 
•Estilos de aprendizagem, estilos cognitivos ou inteligências múltiplas são conceitos e teorias distintas mas que se relacionam. 
•Os Estilos cognitivos parte da ideia os indivíduos têm diferentes maneiras de perceber e de processar a informação o que implica diferenças nos processos de aprendizagem ou seja, refere-se ao meio preferencial pelo qual um indivíduo processa a informação.
Ester Saraiva - (Post 3)
Ester Saraiva - (Post 3)
Como os estilos de aprendizagem são classificados de acordo com os principais teóricos

•Estilos de Aprendizagem são maneiras pessoais que cada indivíduo processa informações, sentimentos e comportamentos em contextos de aprendizagem. Segundo Alonso e Gallego (2002), e com base em estudos de Keefe são: “traços cognitivos, afectivos e fisiológicos que servem como indicadores estáveis de como os alunos percebem/interagem e respondem aos seus ambientes de aprendizagem”.
Klein em 1951 já tinha identificado 2 estilos e denominou-os por: Niveladores onde tendiam a assimilar eventos novos com os armazenados; e afiladores acentuavam os eventos novos com a assimilação em relação aos armazenados.
Royce em 1973 considerou os modos de aprendizagem como um modo característico do sistema cognitivo ou afectivo de se manifestar.
Cue (2007) – Definiu  os estilos de aprendizagem como sendo: “traços cognitivos, afectivos, fisiológicos de preferência pelo uso dos sentidos, ambiente, cultura, psicologia, comodidade, desenvolvimento e personalidade” que serviriam de indicadores de como os indivíduos percebiam, inter-relacionavam e respondiam aos ambientes de aprendizagem e aos seus métodos e/ou estratégias.
Em 1976, David Klob iniciou um estudo das repercussões dos estilos de aprendizagem. 
Assim identificou 5 forças que condicionam os estilos de aprendizagem: 
1.Psicológico; 
2.Especialidade da formação escolhida;
3.Carreira profissional; 
4.Trabalho actual
5.Capacidades de adaptação.
Também percebeu que há 4 etapas necessárias para uma aprendizagem eficaz:
1.Experiência concreta; 
2.Observação reflexiva; 
3.Conceituação abstracta;
4.Experimentação activa.
→Para kolb o conhecimento resultava da combinação da compreensão e a transformação da experiência. A primeira diz respeito ao modo como o indivíduo percebe a informação e a segunda ao modo como ele a processa. 
→Assim são considerados quatro tipos de aptidões necessários para que a aprendizagem seja eficaz.
•Experiência Concreta
•Experimentação Activa
•Abstração Conceptual
•Observação Reflexiva
A partir  dos estudos de Kolb, surgiram várias definições e considerações:
Modelos  elaborados com base no trabalho de David Kolb
1984 – Messick – considerou que um estilo de aprendizagem é “uma característica marcante no processamento da informação, desenvolvida de forma compatível com tendências de personalidade” (Barros, 2009).
1987 – Bert Juch – Denominou como um processo de denominado como “ciclo de aprendizagem” com 4 etapas: 
1.Fazer;
2.Perceber;
3.Pensar;
4.Planejar.
1988 – Honey e Mumford - Com base no trabalho de David Kolb temos um modelo que a partir de um questionário, mostra uma predominância entre quatro estilos de aprendizagem: 
1.activo,
2.teórico,
3.reflexivo 
4.pragmático. 
2002 - Alonso e Gallego – denominaram 4 estilos:
1.Acomodador (experiência e execução concreta);
2.Divergente (imaginação);
3.Assimilador (raciocínio indutivo como ferramenta de trabalho;  assimilam conhecimento; trabalham de modo criativo)
4.Convergente (aplicação prática de ideias).
Alonso e Gallego ainda estruturaram os estilos em um questionário em que abordavam variáveis que influenciam as maneiras de como as pessoas aprendem, como:
a.Necessidades imediatas (som, luz, temperatura, desenho, formas do meio);
b.Própria emoção (motivação, persistência, responsabilidade, estrutura);
c.Necessidades sociológicas de trabalho pessoal (com outros);
d. Necessidades físicas de alimentação, tempo, mobilidade e percepção;
e.Necessidades psicológicas analítico/global, reflexivas impulsivas e dominância cerebral.

ØPrincipais objetivos de Alonso e Gallego:
•“Descrever detalhadamente os estilos de aprendizagem, criar condições para o diagnóstico, reforçar e aproveitar os pontos forte de cada pessoa”.
Priscilla (post 2)
Priscilla (post 2)
Os estilos de aprendizagem: Conforme Alonso, Gallego e Honey (2002) existem 4 estilos definidos: o ativo, o reflexivo, o teórico e o pragmático.
As principais teorias são de: David kolb, Honey, Alonso, Gallego e Garcia.
E os estilos de aprendizagem são classificados da seguinte forma:
- Dependência-independência;
- conceituação e categoria;
- dimensão reflexivo e impulsivo;
- modalidades sensoriais;
- fatores afetivos;
- fatores fisiológicos
 
Gabriela - 2a participação
Gabriela - 2a participação
Há diversas teorias que norteiam o estudo dos estilos de aprendizagem e a analisada é a que segue o modelo espanhol. 
Os estilos de aprendizagem podem ser utilizados para impactar positivamente na prática pedagógica do professor, auxiliando-o a pensar a aula centrada no estudante. Durante as leituras, estabeleci relações com o Desenho Universal para Aprendizagem, que diz respeito a respeitar as diferenças dos alunos e auxilia o professor a pensar em estratégias pedagógicas que contemplem a todos. 
Rui Mendes (Post 2 – Principais Teorias da Aprendizagem)
Rui Mendes (Post 2 – Principais Teorias da Aprendizagem)
Em 1984, David Kolb publica a obra “Experiential Learning. Experience as the Source of Learning and Development” e explica a influência da(s) forma(s) de aprender de um individuo pessoa. Neste livro, Kob explica o princípio de que uma pessoa desenvolve o seu processo de aprendizagem através da descoberta e experimentação.

No desenvolvimento da sua pesquisa sobre a aprendizagem, Kolb identificou um ciclo de quatro fases: a experiência concreta, a observação reflexiva, a conceptualização abstrata e a experimentação ativa.

De acordo com a metodologia exposta, um aluno evolui neste continuum de processamento e perceção da informação, de acordo com as suas preferências e entendimento dos conhecimentos expostos.

Para tipificar o perfil dos diferentes formandos, Kolb desenvolveu um instrumento de diagnóstico que permite identificar quatro estilos de aprendizagem: o Acomodador (experimentação), o Divergente (criatividade/imaginação), o Assimilador (modelização) e o Convergente (prático).

Posteriormente, Honey e Mumford (1988) desenvolveram um modelo muito inspirado em Kolb, mas que posiciona o sujeito em dois eixos, o eixo ativo-reflexivo e o teórico-pragmático. Distinguem-se, ainda de Kolb, ao considerar que os resultados do questionário de identificação dos estilos são um diagnóstico para melhoria e não um fim.

Seguiram-se outros trabalhos como: Howard Gardner (1993), com a teoria das inteligências múltiplas; Rita Guild &amp; Shirley Garger (1998) com a caracterização dos estilos; Lozano (2000) que destaca os elementos que dão forma aos estilos.

Ieda - Estilos de aprendizagem
Ieda - Estilos de aprendizagem

Os quatro estilos de aprendizagem possuem características distintas. Destaca-se que o estilo ATIVO tem facilidade em trabalhar em equipe, é improvisador , gosta de arriscar e é espontâneo, o Estilo  RELEXIVO é analítico , exaustivo e receptivo,  o estilo TEÓRICO é perfeccionista, lógico objetivo e Metódica Já o estilo   PRAGMÁTICO é prático , experimentador, realista e eficaz. Segundo García Cué (2006)
Pode-se definir estilos de aprendizagem como traços cognitivos, afetivos, fisiológicos, preferências pelo uso dos sentidos, ambiente, cultura, psicologia, conforto, desenvolvimento e personalidade que servem como indicadores relativamente estáveis ​​de como as pessoas percebem, inter-relacionam e respondem a seus ambientes de aprendizagem e seus próprios métodos ou estratégias em sua maneira de aprender.
Iolanda de Carvalho - Teorias
Iolanda de Carvalho - Teorias
Alguns estilos de aprendizagem de referência:
 
Rita e Kennedy Dunn (1977), levaram a cabo uma pesquisa exaustiva sobre as formas diferentes de como cada aluno aprende.
Esse conhecimento permitiria ao professor, desenhar e programar ambientes de aprendizagem em concordância com esses achados. 
O modelo apresenta 5 estímulos que podem afetar os estudantes e que jogam com elementos para diferenciá-los, desta forma podia-se adaptar o ambiente de forma adequada.
 
Kolb (1981) levou em conta como as pessoas processão informação assim como percepcionam essa mesma informação. Para identificar o seu estilo de aprendizagem seguindo o método Kolb (1981), basta responder às seguintes perguntas:
1-Perante uma tarefa atira-se de cabeça e experimenta? (Experimentação activa), ou tem calma e observa? (Observação reflectiva).
2-Quando experimenta algo novo, gosta de ver como se sente sobre isso? (Experiência concreta) ou prefere pensar sobre isso? (concetualização abstrata)
3-Consoante a sua resposta pode identificar em que quadrante se situa no modelo ao lado.
 
 
Honey e Mumford (1988), identificaram 4 estágios no ciclo de aprendizagem, são eles:
1-Ter a experiência
2-Rever a experiência
3-Tirar a conclusão da experiência
4-Planear os próximos passos
A estes estágios foi diretamente ligado os seguintes estilos; ativo, refletivo, teórico e pragmático.
Estes são considerados estilos adquiridos, adaptáveis e alteráveis consoante a sua vontade ou circunstâncias da vida que o fizeram mudar, em vez de ser traços de personalidade imutáveis.
Iolanda de Carvalho- Teorias 2
Iolanda de Carvalho- Teorias 2
Alonso e Gallego (2000),consideram que os seguintes estilos de aprendizagem, são tendências intrínsecas que acompanham a pessoa e a forma como aprende e assimila, definiram 4 tipos: Activo, Reflexivo, Teórico e Pragmático. De forma a descobrir a que categoria cada um pertence, criaram o questionário CHAEA , para que os alunos adaptem o seu estudo de forma mais proveitosa, e para os professores direccionarem os alunos para actividades indicadas ao seu perfil.

O tipo Activo, gosta de novas experiências, é sociável e envolve-se em actividades de grupo, líder, espontâneo, animador e participativo, gosta de aprender coisa novas.

O tipo Reflexivo, é inicialmente observador e absorvem informação observando dados da sua experiência ou de outros, reflecte imenso antes de concluir, é cauteloso, paciente e investigador.

O tipo Teórico, é objectivo e racional, procura analisar teorias e conceitos coerentes, é metódico e disciplinado, perfecionista e lógico.

Estilos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais de Aprendizagem Ativo: indica como as informações são percebidas e convertidas em conhecimento. Os ativos preferem experimentar e participar de forma coletiva;Reflexivo: Valorizam as experiências. Os reﬂexivos primam pela reﬂexão e trabalham individualmente e preferem princípios teóricos;Pragmático: indica que a melhor forma de aprender é através de experiências práticas que trazem sentido ao conteúdo de informações;Teórico: relacionada com a forma que se acompanha um assunto, aprendem melhor quando o material é apresentado de forma lógica, cronológica e sistemática.
Estilos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais de Aprendizagem Ativo: indica como as informações são percebidas e convertidas em conhecimento. Os ativos preferem experimentar e participar de forma coletiva;Reflexivo: Valorizam as experiências. Os reﬂexivos primam pela reﬂexão e trabalham individualmente e preferem princípios teóricos;Pragmático: indica que a melhor forma de aprender é através de experiências práticas que trazem sentido ao conteúdo de informações;Teórico: relacionada com a forma que se acompanha um assunto, aprendem melhor quando o material é apresentado de forma lógica, cronológica e sistemática.
Reflexão
Reflexão
Estilo de aprendizagem diz respeito à forma como cada pessoa assimila e processa as informações que recebe, ou seja, a forma como ela aprende alguma coisa. Cada pessoa tem uma forma diferenciada de aprender, por isso é importante que o educador conheça seus alunos e a si mesmo, podendo diversificar a maneira de ensinar, sobretudo em ambientes virtuais de aprendizagem, atendendo um grande número de estilos de aprendizagem.

Ieda _ Estratégias de melhorar os estilos de aprendizagem_Post número 2
Ieda _ Estratégias de melhorar os estilos de aprendizagem_Post número 2

No estilo ativo  deve fazer algo novo uma vez por semana.
Tomar a iniciativa.
Realizar atividades variadas ao longo do dia.
No pragmático Implementar atividades
manuais como construir  algo, 
renovar uma peça de mobiliário.
Imita as pessoas que colocam a teoria em prática.
No estilo Teórico deve estruturar  atividades e pensamentos.
Ler 20 minutos por dia, resumir o que você leu com suas próprias palavras.
Analisar situações da vida cotidiana: o que as desencadeia, o que poderia ter sido feito de forma diferente.
No estilo reflexivo deve praticar a observação.
Refletir sobre os acontecimentos do dia e tirar conclusões.
Preparar listas de prós e contras em questões controversas.
Estilos de aprendizagem, uma visão holística
Estilos de aprendizagem, uma visão holística 
O nosso primeiro trabalho partilhado já continha uma parte desta atividade. No entanto, gostaríamos de referir que consideramos importante nesta temática uma perspetiva holística de aprendizagem, sabendo que pode predominar em determinado indivíduo um dos estilos ativo, reflexivo, teórico e pragmático. Estes estilos caracterizam-se por determinadas especificidades. Assim: 
O estilo ativo: - valoriza dados da experiência, entusiasma-se com tarefas novas e é muito ágil;
O estilo reflexivo - atualiza dados, estuda, reflete e analisa.
O estilo teórico - é lógico, estabelece teorias, princípios, modelos, busca a estrutura, sintetiza.
O estilo pragmático- aplica a ideia e faz experimentos.
Sabendo isto, consideramos que entender a aprendizagem na totalidade, facilitando o maior número de recursos e de formas para o aprendiz, será a forma de podermos criar ambientes educativos ricos e multifacetados. 
Fernando Santos 
📎 Photo
David Kolb, uma das teorias
David Kolb, uma das teorias
Destacamos nas teorias de aprendizagem a Teoria de aprendizagem de educação David A. Kolb – mestre e doutor pela Harvard University e fundador da Learning Based Systems. Este modelo preconiza que a experiência tem enorme valor na aprendizagem.   Kolb descreve o processo de aprendizagem tendo como base um ciclo contínuo de quatro estágios: Experiência Concreta (agir), Observação Reflexiva (refletir), Conceitualização Abstrata (conceitualizar) e Experimentação Ativa (aplicar).
Fernando Santos 
Maria do Céu Kemp - contributo 1
Maria do Céu Kemp - contributo 1
A forma particular como cada pessoa percepciona (interpreta) o mundo, conferindo-lhe sentido e significado define a multiplicidade existente de estilos de aprendizagem. Estes são flexíveis e, tal como a personalidade de cada indivíduo, são influenciados por fatores endógenos (ligados ao sujeito) e exógenos (relacionados com o meio). 
Podemos classificar os estilos como ativo, reflexivo, teórico e pragmático, de acordo com a perspetiva teórica de Alonso, Gallego e Honey (no cenário 3 explicitei cada um deles em detalhe).
Enquanto professora, penso que é fundamental conhecermos o estilo de aprendizagem dos nossos alunos, pois as estratégias educativas que adoptamos para um grupo de alunos “ativos” podem ser diferentes daquelas que seleccionamos para um grupo de “reflexivos”. Se optarmos por trabalhos em grupo, poderemos formar, de acordo com o resultado que pretendermos, grupos homogéneos (só de “teóricos”, por exemplo) ou heterogéneos (misturando alunos com diferentes estilos). 
Considero que a aplicação, na nossa prática letiva, das teorias dos estilos, eleva a qualidade do nosso trabalho enquanto docentes, pois seleccionamos textos, exercícios, filmes, e atribuímos tarefas aos jovens de acordo com os seus gostos e preferências. 
Um aluno interessado aprende mais e melhor. E esse é o nosso objectivo!

Maria do Céu Kemp - contributo 2
Maria do Céu Kemp - contributo 2
Segundo David Kolb o aluno “acomodador” sente-se motivado por formular questões e problemas que tenham expressão significado na experiência de aprendizagem. É participante e age independentemente. Corresponde ao “ativo”de Alonso, Gallego e Honey.
 
O “aluno divergente” interessa-se pelo “reino dos “porquês”. À semelhança dos filósofos, prefere argumentar e gosta de informações pormenorizadas que o ajudem a perceber e especular sobre todos os ângulos das questões. Corresponde ao “reflexivo”de Alonso, Gallego e Honey.
 
 
O “aluno assimilador” gosta de receber informação/instrução organizada e valoriza os especialistas de cada área do saber. É pouco inovador e pouco criativo, mas bom sistematizador, organizador. 
 
O “aluno convergente”, correspondente ao “pragmático” de Alonso, Gallego e Honey, é bom em tarefas que requerem a aplicação prática das ideias, de preferência quando a resposta/caminho para a resolução do problema é apenas uma. A pergunta-chave a que precisa de responder é “para quê?”.  O “convergente” é o contrário do “divergente”. 
 
A teoria de Kolb é muito interessante e assemelha-se, em parte, à ideia de estádio (etapa, fase) de desenvolvimento cognitivo apresentada por Piaget, uma vez que para ambos os autores a forma como aprendemos tem por base a experiência concreta e num processo de complexificação crescente, passa pela observação reflexiva, pela conceitualização abstrata e, por fim, pela experimentação ativa. Esta, no fundo, traduz-se na capacidade de responder de forma diferenciada às solicitações/desafios que o meio físico, social,… nos apresenta. E essas respostas não são mais do que a adaptação eficaz ao meio. 
Maria do Céu Kemp - contributo 3
Maria do Céu Kemp - contributo 3
A professora Daniela Barros, no artigo de sua autoria que disponibilizou para esta atividade, refere que «(…) o estilo de ensinar também é uma implicação importante. Cada docente tem seu estilo de aprendizagem e em geral ensina como gostaria de aprender tendenciando sua forma de aprender sem considerar os demais. Essa é uma dificuldade presente que exige do docente a capacidade de considerar outras opções tanto de estratégias como métodos de ensino.» 

Concordo inteiramente com a ideia apresentada. De facto, o estilo de aprender do professor pode obstaculizar a sua forma de ensinar. É fundamental que o docente se descentre da sua própria experiência de aprender e atenda à especificidade dos alunos que tem perante si, ou seja, ao estilo de aprendizagem de cada um dos jovens.

Quando não se verifica coincidência entre estilos de aprendizagem e estilos de ensino, as consequências podem ser desastrosas, quer para o professor, quer para os alunos. 

No caso dos alunos, deixam de participar nas aulas, começam a faltar e até mesmo a desistir dos cursos e/ou da escola (refiro-me ao ensino secundário, aquele que lecciono). 

Os professores, por seu turno, podem começar a questionar-se se estarão na profissão mais indicada (crise de vocação); podem assumir comportamentos de hostilidade para com os alunos e seus encarregados de educação; podem sentir uma quebra de autoestima, quando confrontados com os bons resultados dos seus colegas de profissão.

Para evitar estas situações, e quando trabalhamos com turmas numerosas, de 25/30 alunos, é essencial abordar os conteúdos programáticos de forma a atingir os diferentes estilos de aprendizagem dos nossos alunos. 

Algumas dicas: (a) Antes de apresentar material teórico, providenciar exemplos gráficos do fenómeno que a teoria descreve; (b) Equilibrar informações concretas (factos, observações, dados) e informações abstractas (princípios, teorias, modelos); (c) Usar figuras, esquemas, gráficos e esboços simples antes, durante e depois de apresentar material verbal; (d) Usar apresentações multimédia; (e) Usar alguns números em exemplos ilustrativos; (f) Propor exercícios em pequenos grupos durante a aula; (g) Usar programas de computador em aulas;  (g) Propor exercícios para realizarem em casa; (h) Apresentar alguns problemas e exercícios abertos que estimulem o raciocínio criativo e o pensamento crítico; (i) Apresentar materiais novos, surpreender os alunos; (j) Se possível, informar os jovens sobre os seus estilos de aprendizagem ou permitir que eles os descubram.

Sofia - Estilos de aprendizagem
Sofia - Estilos de aprendizagem
Para Gallego Gil e Alonso García (2012), o estilo de aprendizagem pode ser definido como o modo como as características cognitivas, afetivas e fisiológicas individuais afetam o processo de compreensão, interacção e resposta dos alunos nos seus ambientes de aprendizagem.

Existem vários tipos de classificação dos diferentes estilos de aprendizagem. Assim, de de acordo com Gallego Gil e Alonso García (2012), destacam-se as classificações realizadas por:
Rita y Kenneth Dunn (1977-1978) - definem um conjunto de 21 variáveis externas relacionadas com o ambiente circundante, a emotividade e as necessidades sociológicas, físicas e psicológicas;
David Kolb (1981) - influenciado por Dewey, Lewin y Piaget, Kolb defende a classificação dos estilos de aprendizagem em Acomodador (experiência ativa e concreta), Divergente (observação reflexiva e experiência concreta), Assimilador (observação reflexiva e conceptualização abstrata) e Convergente (conceptualização abstrata + experiência ativa);
Bert Juch (1987) - tendo como base o questionário desenvolvido por Kolb, Juch define quatro eixos para os estilos de aprendizagem: experiência concreta (compreender), observação reflexiva (pensar), conceptualização abstrata (planear) e experimentação ativa (fazer);
Peter Honey y Allan Mumford (1988) - definem quatro estilos de aprendizagem: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.

É possível verificar a importância e a influência de Kolb sobre os vários métodos de classificação dos estilos de aprendizagem. Kolb desenvolveu o questionário de autodiagnóstico, Learning Style Inventory (LSI), que constitui a base para Learning Profile Exercise (LPE) de Juch. Honey e Mumford reconhecem a importância da contribuição de Kolb, mas optam por desenvolver uma outra ferramenta: Learning Styles Questionnaire (L.S.Q.). Este último questionário serviu de base para a elaboração do questionário CHAEA (Cuestionario de Honey-Alonso de Estilos de Aprendizaje) que está adaptado aos contextos espanhóis. (Gallego Gil e Alonso García, 2012)


Referência 
Gallego Gil, D.J. e C.M. Alonso García (2012) Los estilos de aprendizaje como una estrategia pedagógica del siglo XXI. Revista Electrónica de Socioeconomía, Estadística e Informática (RESEI), 1(1)

Sofia - Aplicação dos Estilos de Aprendizagem
Sofia - Aplicação dos Estilos de Aprendizagem 
Após a definição dos estilos de aprendizagem, é possível determinar quais os métodos mais eficazes para facilitar o processo de aprendizagem. 

Terçariol e Barros (2017) procuraram justamente aplicar a teoria de estilos de aprendizagem ao ensino em ambiente virtual e utilizando as redes sociais. Assim, é essencial identificar os estilos de aprendizagem em meio virtual do grupo a estudar e, posteriormente, identificar como se podes utilizar os espaços virtuais e as redes sociais no processo de aprendizagem.

Gallego Gil e Alonso García (2012) também apresentam a aplicação do conceito de estilos de aprendizagem na realização de ações de formação em meio empresarial, no qual existe uma preocupação adicional relacionada com a produtividade. Um dos exemplos da aplicação deste conceito foi o desenvolvimento de Productivity Environmental Preference Survey (PEPS) por Rita e Kenneth Dunn.

No mundo académico, o questionário de Canfield é uma ferramenta que permite que o professor possa orientar melhor o aluno nas suas escolhas profissionais (Gallego Gil e Alonso García, 2012).



Referências

Gallego Gil, D.J. e C.M. Alonso García (2012) Los estilos de aprendizaje como una estrategia pedagógica del siglo XXI. Revista Electrónica de Socioeconomía, Estadística e Informática (RESEI), 1(1)


Terçariol, A.A.L. e D.M.V Barros (2017) Os Estilos de Uso Dos Espaços Virtuais e as Redes Sociais na Pedagogia: Um Estudo Exploratório. Journal of Learning Styles, 10:321-356. Disponível em: http://learningstyles.uvu.edu/index.php/jls/article/view/377
Bruno Duarte - Intervenção 1
Bruno Duarte - Intervenção 1
Ao longo dos tempos os estilos foram-se moldando à necessidade humana da compreensão dos mesmo. 
Klein (1951) identificou os estilos como sendo algo nivelador, enquanto Royce (1973) definiu os estilos como sendo carateristicas do sistema cognitivo ou do sistema afectivo num determinado momento. Em 1976 Kolb defendia que a aprendizagem era condicionada por 5 fatores (psicológica, especialidade na formação escolhida, carreira profissional, trabalho actual e capacidade de adaptação) e que uma aprendizagem de sucesso necessitava de possuir quatro (4) etapas (experiência concreta, observação reflexiva, conceituação abstracta e experimentação ativa), situação que ao longo dos anos, através de outros investigadores foi comprovada como sendo algo inerente ao tratamento da informação, ou seja, à forma em que o individuo armazena o acontecimento, e para isso o trabalho de Honey e Mumford (1988), baseando-se nas teorias de Kolb, já que se focavam no meio empresarial, identificaram quatro (4) estilos no processo de aprendizagem ( Ativo, Reflexivo, Teórico e Pragmático).
Uns dos principais investigadores foram Alonso e Gallego (2002), que ao se basearem no trabalho de Kolb, Honey e Mumford (1988) elaboraram um questionário, com o intuito de identificar a predominância dos estilos nos indivíduos, de forma a identificar os estilos em défice e não o mais predominante.

Bruno Duarte - Intervenção 2
Bruno Duarte - Intervenção 2
Segundo Honey e Mumford (1988), posteriormente caracterizados por  Alonso e Gallego (2002), existem quatro (4) estilos de aprendizagem:

Ativo (demonstram apetência e entusiasmo para novas experiências);
Reflexivo (observam a experiência de diferentes pontos de vista);
Teórico (adaptam-se e tendo sempre presente as teorias lógicas e complexas);
Pragmático (aplicam as ideias, salientando o que de positivo delas advém);

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         <pubDate>2019-04-23 21:34:11 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[Aprendizagem e teorias
Estilos de Aprendizagem e teorias
 Estilos de Aprendizagem e teorias
Existem 4 tipos de Aprendizagem sendo estes:
- O estilo ativo que valoriza dados da experiência, entusiasmando se  com tarefas novas e é muito ágil;
-  O estilo reflexivo que atualiza dados, estuda, reflete e analisa;
-  O estilo teórico em que é lógico, estabelece teorias, princípios, modelos, procura a estrutura e sintetiza;
-  O estilo pragmático que aplica a ideia e faz experimentos.
As principais teorias são de David Kolb e Honey e Mumford.

Ana Paula - Estilos de Aprendizagem e Cognitivos: o contexto atual
Ana Paula - Estilos de Aprendizagem e Cognitivos: o contexto atual
Os "traços cognitivos, afetivos e fisiológicos (…) de como os alunos percebem, interagem e respondem aos seus ambientes de aprendizagem" (in texto básico) podem classificar-se enquanto estilos: ativo, reflexivo, teórico e pragmático. O atual contexto de rápidas mudanças tecnológicas - de uma multiplicidade de interfaces, do surgimento rápido de novos e inovadores instrumentos de aprendizagem, da multiplicidade cultural e social dos diferentes atuantes do virtual -  não nos coloca perante situações e circunstâncias virtuais lineares na perspetiva da caracterização dos indivíduos. Estilos cognitivos - processar, perceber , recordar a informação - podem ter influência nos estilos de aprendizagem do individuo -  o processar da informação e definição do comportamento - em contexto de aprendizagem?
 
Ana Paula: Estilos e Teóricos
Ana Paula: Estilos e Teóricos
Estilos: cognitivo -&gt; Witkins, de aprender -&gt; Dunn + de personalidade -&gt; Milton + criativo -&gt; Kirton
PRINCIPAIS TEÓRICOS:
1 KOLB - quatro etapas: experiência concreta, quando se faz algo; a observação reflexiva, quando se analisa e pondera; a conceitualização abstrata, quando se compara as teorias depois da análise; e, a experimentação ativa, que permite contrastar o resultado da aprendizagem com a realidade
2 GREGORC - Estilos: concreto sequencial, abstrato sequencial, abstrato aleatório e concreto aleatório
3 JUCH - experiência concreta, para perceber; a observação reflexiva, para pensar; a conceituação abstrata para planejar; e a
experimentação ativa, para fazer
4 HONEY - questionário para indicar estilo de aprendizagem como diagnóstico, como um ponto de partida
Gabriela - Estilos de Aprendizagem
Gabriela - Estilos de Aprendizagem
A teoria dos estilos de aprendizagem não é recente - surgiu na década de 1950 como uma maneira de combinar conhecimentos sobre processos cognitivos e emocionais de uma pessoa. 
Os estilos de aprendizagem não são sinônimos de estilos cognitivos. A partir da leitura, entendi que são mais amplos que outras teorias. Ainda, chamou-me atenção utilizar os estilos de aprendizagem e enfocar no estilo menos predominante, de forma a trabalhar numa perspectiva que envolva o desenvolvimento dos outros estilos não predominantes. 

Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem
Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem

Os estilos de aprendizagem são 4 predominantes:

- ATIVO: pessoas que gostam de novas experiências, animadoras, improvisaras, espontâneas...
- REFLEXIVO: pessoas que gostam de considerar a experiência e observação-las, sob diferentes perspectivas. Pessoa que resume dados e analisa, é prudente e ponderada...
- TEÓRICO: pessoas que enfocam no problema de forma verificar, por etapas e de forma lógica. 
Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem, post 2
Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem, post 2

As principais teorias e que estão articuladas ao conceito de estilo de aprendizagem são da teoria cognitiva e das inteligências múltiplas, são teorias diferentes, distintas, mas que perpassam a teoria de estilo de aprendizagem.

Sandra Oliveira - conceito "estilos de aprendizagem"
Sandra Oliveira - conceito "estilos de aprendizagem"
Segundo Alonso e Gallego (2000) estilos de aprendizagem podem ser entendidos como a forma de atuação das pessoas mediante uma serie de informações, “são traços cognitivos afetivos e fisiológicos, que servem de indicadores…de como os alunos percebem, interagem e respondem a seus ambientes de aprendizagem” (com base nos estudos de Keefe, 1998).
 
Priscilla
Priscilla
"....os estilos de aprendizagem justificam o uso das tecnologias no processo educativo em especial pela facilidade de atender as individualidades e a amplitude de recursos e ferramentas que se pode empregar para cada necessidade, tanto de conteúdos como de estilo. "
Me chamou a atenção este ponto, por se tratar da atualizada em que estamos inseridos e a cultura digital que faz parte do nosso dia a dia.
Sandra Oliveira - Os estilos de aprendizagem
Sandra Oliveira - Os estilos de aprendizagem
Segundo Alonso, Gallego e Honey ( 2002) existem 4 estilos de aprendizagem:

·         Ativo -  as pessoas em que este estilo é predominante possuem uma mente aberta, ficam entusiasmados com novas experiencias. Após executarem uma atividade buscam uma nova, sempre em busca de novos desafios. São criativos, improvisadores, animadores, espontâneos, gerador de ideias.
·         Reflexivo - as pessoas em que este estilo é predominante gostam de observar a experiência sob várias perspetivas, reúnem dados e analisam com detalhe, gostam de considerar todas as alternativas e gostam de observar os que estão ao seu redor. São ponderados, conscientes, pacientes, lentos, analíticos, recetivos, prudentes, exaustivos, observadores, cuidadosos e estudiosos de comportamentos.
·         Teórico - as pessoas em que este estilo é predominante adaptam-se e integram teses dentro de teorias lógicas, tendem a ser perfeccionistas, gostam de analisar e sintetizar, buscam a racionalidade e objetividade. São metódicos, lógicos, objetivos, críticos, disciplinados, sistemáticos, pensadores, sintéticos, relacionadores e ordenadores
·         Pragmático - as pessoas em que predomina este estilo, aplicam na prática as suas ideias, vêm o aspeto positivo das novas ideias e experimentam-nas, gostam de atuar rapidamente e com seguridade, são realistas quando tomam decisões e resolvem-nas.

Rui Mendes (Post 1- Estilos de aprendizagem)
Rui Mendes (Post 1- Estilos de aprendizagem)
De acordo com o dicionário da Porto Editora de língua portuguesa o termo “estilo” significa costume, uso, modo ou maneira,… Da mesma forma, a aprendizagem é encarada como um ato ou efeito de aprender, tempo de aprendizagem ou, ainda, experiência que tem com quem se aprendeu. 

De uma forma geral estamos perante um processo, contínuo, constante e dinâmico ao se ajustar as necessidades ao nível da formação que são equacionadas na sociedade atual.

No entanto, neste processo de aprendizagem, as características e motivações pessoais são fatores determinantes no processo de ensino, que deve ser centrado no elemento discente e não no processo de “passagem” do conhecimento, como se privilegia pessoalmente.

Neste sentido, conforme a referência bibliográfica disponibilizada, baseada na análise do trabalho de Alonso e Gallego (2000) podemos identificar como modos, formas ou maneiras de aprender quatro tipologias distintas: o modo ativo, que valoriza os dados de experiência, o modo reflexivo, centrado no estudo e reflexão, o teórico que privilegia a modelagem e a teorização e, por último, o modo pragmático com um forte pendor da aplicação prática dos conhecimentos.

Convém referir que a “inclinação” para um dos estilos de aprendizagem pode alterar-se ao longo da vida do individuo, dependendo do ambiente e das funções profissionais desempenhadas.

Ester Saraiva - Quais são os estilos de aprendizagem (post 1)
Ester Saraiva - Quais são os estilos de aprendizagem (post 1)
Existe 4 estilos de aprendizagem, são eles: Activo, reflexivo, teórico e pragmático.
Características principais dos estilos de aprendizagem
1 - ACTIVO
-  Animador
-  Improvisador
-  Descobridor
-  Espontâneo
-  Temerário
2 - REFLEXIVO
-  Ponderado
-  Consciente
-  Receptivo
-  Analítico
-  Exaustivo
3 - TEÓRICO
-  Metódico
-  Lógico
-  Objectivo
-  Crítico
-  Estruturado
4 - PRAGMÁTICO
- Experimentador
-  Prático
-  Directo
-  Eficaz
-  Realista
Ester Saraiva - (post 2) - Quais são as principais teorias?
Ester Saraiva - (post 2) -  Quais são as principais teorias?
•Estas teorias contribuem para a construção de processos de ensino-aprendizagem, e é um referencial. 
•Estilos de aprendizagem, estilos cognitivos ou inteligências múltiplas são conceitos e teorias distintas mas que se relacionam. 
•Os Estilos cognitivos parte da ideia os indivíduos têm diferentes maneiras de perceber e de processar a informação o que implica diferenças nos processos de aprendizagem ou seja, refere-se ao meio preferencial pelo qual um indivíduo processa a informação.
Ester Saraiva - (Post 3)
Ester Saraiva - (Post 3)
Como os estilos de aprendizagem são classificados de acordo com os principais teóricos

•Estilos de Aprendizagem são maneiras pessoais que cada indivíduo processa informações, sentimentos e comportamentos em contextos de aprendizagem. Segundo Alonso e Gallego (2002), e com base em estudos de Keefe são: “traços cognitivos, afectivos e fisiológicos que servem como indicadores estáveis de como os alunos percebem/interagem e respondem aos seus ambientes de aprendizagem”.
Klein em 1951 já tinha identificado 2 estilos e denominou-os por: Niveladores onde tendiam a assimilar eventos novos com os armazenados; e afiladores acentuavam os eventos novos com a assimilação em relação aos armazenados.
Royce em 1973 considerou os modos de aprendizagem como um modo característico do sistema cognitivo ou afectivo de se manifestar.
Cue (2007) – Definiu  os estilos de aprendizagem como sendo: “traços cognitivos, afectivos, fisiológicos de preferência pelo uso dos sentidos, ambiente, cultura, psicologia, comodidade, desenvolvimento e personalidade” que serviriam de indicadores de como os indivíduos percebiam, inter-relacionavam e respondiam aos ambientes de aprendizagem e aos seus métodos e/ou estratégias.
Em 1976, David Klob iniciou um estudo das repercussões dos estilos de aprendizagem. 
Assim identificou 5 forças que condicionam os estilos de aprendizagem: 
1.Psicológico; 
2.Especialidade da formação escolhida;
3.Carreira profissional; 
4.Trabalho actual
5.Capacidades de adaptação.
Também percebeu que há 4 etapas necessárias para uma aprendizagem eficaz:
1.Experiência concreta; 
2.Observação reflexiva; 
3.Conceituação abstracta;
4.Experimentação activa.
→Para kolb o conhecimento resultava da combinação da compreensão e a transformação da experiência. A primeira diz respeito ao modo como o indivíduo percebe a informação e a segunda ao modo como ele a processa. 
→Assim são considerados quatro tipos de aptidões necessários para que a aprendizagem seja eficaz.
•Experiência Concreta
•Experimentação Activa
•Abstração Conceptual
•Observação Reflexiva
A partir  dos estudos de Kolb, surgiram várias definições e considerações:
Modelos  elaborados com base no trabalho de David Kolb
1984 – Messick – considerou que um estilo de aprendizagem é “uma característica marcante no processamento da informação, desenvolvida de forma compatível com tendências de personalidade” (Barros, 2009).
1987 – Bert Juch – Denominou como um processo de denominado como “ciclo de aprendizagem” com 4 etapas: 
1.Fazer;
2.Perceber;
3.Pensar;
4.Planejar.
1988 – Honey e Mumford - Com base no trabalho de David Kolb temos um modelo que a partir de um questionário, mostra uma predominância entre quatro estilos de aprendizagem: 
1.activo,
2.teórico,
3.reflexivo 
4.pragmático. 
2002 - Alonso e Gallego – denominaram 4 estilos:
1.Acomodador (experiência e execução concreta);
2.Divergente (imaginação);
3.Assimilador (raciocínio indutivo como ferramenta de trabalho;  assimilam conhecimento; trabalham de modo criativo)
4.Convergente (aplicação prática de ideias).
Alonso e Gallego ainda estruturaram os estilos em um questionário em que abordavam variáveis que influenciam as maneiras de como as pessoas aprendem, como:
a.Necessidades imediatas (som, luz, temperatura, desenho, formas do meio);
b.Própria emoção (motivação, persistência, responsabilidade, estrutura);
c.Necessidades sociológicas de trabalho pessoal (com outros);
d. Necessidades físicas de alimentação, tempo, mobilidade e percepção;
e.Necessidades psicológicas analítico/global, reflexivas impulsivas e dominância cerebral.

ØPrincipais objetivos de Alonso e Gallego:
•“Descrever detalhadamente os estilos de aprendizagem, criar condições para o diagnóstico, reforçar e aproveitar os pontos forte de cada pessoa”.
Priscilla (post 2)
Priscilla (post 2)
Os estilos de aprendizagem: Conforme Alonso, Gallego e Honey (2002) existem 4 estilos definidos: o ativo, o reflexivo, o teórico e o pragmático.
As principais teorias são de: David kolb, Honey, Alonso, Gallego e Garcia.
E os estilos de aprendizagem são classificados da seguinte forma:
- Dependência-independência;
- conceituação e categoria;
- dimensão reflexivo e impulsivo;
- modalidades sensoriais;
- fatores afetivos;
- fatores fisiológicos
 
Gabriela - 2a participação
Gabriela - 2a participação
Há diversas teorias que norteiam o estudo dos estilos de aprendizagem e a analisada é a que segue o modelo espanhol. 
Os estilos de aprendizagem podem ser utilizados para impactar positivamente na prática pedagógica do professor, auxiliando-o a pensar a aula centrada no estudante. Durante as leituras, estabeleci relações com o Desenho Universal para Aprendizagem, que diz respeito a respeitar as diferenças dos alunos e auxilia o professor a pensar em estratégias pedagógicas que contemplem a todos. 
Rui Mendes (Post 2 – Principais Teorias da Aprendizagem)
Rui Mendes (Post 2 – Principais Teorias da Aprendizagem)
Em 1984, David Kolb publica a obra “Experiential Learning. Experience as the Source of Learning and Development” e explica a influência da(s) forma(s) de aprender de um individuo pessoa. Neste livro, Kob explica o princípio de que uma pessoa desenvolve o seu processo de aprendizagem através da descoberta e experimentação.

No desenvolvimento da sua pesquisa sobre a aprendizagem, Kolb identificou um ciclo de quatro fases: a experiência concreta, a observação reflexiva, a conceptualização abstrata e a experimentação ativa.

De acordo com a metodologia exposta, um aluno evolui neste continuum de processamento e perceção da informação, de acordo com as suas preferências e entendimento dos conhecimentos expostos.

Para tipificar o perfil dos diferentes formandos, Kolb desenvolveu um instrumento de diagnóstico que permite identificar quatro estilos de aprendizagem: o Acomodador (experimentação), o Divergente (criatividade/imaginação), o Assimilador (modelização) e o Convergente (prático).

Posteriormente, Honey e Mumford (1988) desenvolveram um modelo muito inspirado em Kolb, mas que posiciona o sujeito em dois eixos, o eixo ativo-reflexivo e o teórico-pragmático. Distinguem-se, ainda de Kolb, ao considerar que os resultados do questionário de identificação dos estilos são um diagnóstico para melhoria e não um fim.

Seguiram-se outros trabalhos como: Howard Gardner (1993), com a teoria das inteligências múltiplas; Rita Guild &amp; Shirley Garger (1998) com a caracterização dos estilos; Lozano (2000) que destaca os elementos que dão forma aos estilos.

Ieda - Estilos de aprendizagem
Ieda - Estilos de aprendizagem

Os quatro estilos de aprendizagem possuem características distintas. Destaca-se que o estilo ATIVO tem facilidade em trabalhar em equipe, é improvisador , gosta de arriscar e é espontâneo, o Estilo  RELEXIVO é analítico , exaustivo e receptivo,  o estilo TEÓRICO é perfeccionista, lógico objetivo e Metódica Já o estilo   PRAGMÁTICO é prático , experimentador, realista e eficaz. Segundo García Cué (2006)
Pode-se definir estilos de aprendizagem como traços cognitivos, afetivos, fisiológicos, preferências pelo uso dos sentidos, ambiente, cultura, psicologia, conforto, desenvolvimento e personalidade que servem como indicadores relativamente estáveis ​​de como as pessoas percebem, inter-relacionam e respondem a seus ambientes de aprendizagem e seus próprios métodos ou estratégias em sua maneira de aprender.
Iolanda de Carvalho - Teorias
Iolanda de Carvalho - Teorias
Alguns estilos de aprendizagem de referência:
 
Rita e Kennedy Dunn (1977), levaram a cabo uma pesquisa exaustiva sobre as formas diferentes de como cada aluno aprende.
Esse conhecimento permitiria ao professor, desenhar e programar ambientes de aprendizagem em concordância com esses achados. 
O modelo apresenta 5 estímulos que podem afetar os estudantes e que jogam com elementos para diferenciá-los, desta forma podia-se adaptar o ambiente de forma adequada.
 
Kolb (1981) levou em conta como as pessoas processão informação assim como percepcionam essa mesma informação. Para identificar o seu estilo de aprendizagem seguindo o método Kolb (1981), basta responder às seguintes perguntas:
1-Perante uma tarefa atira-se de cabeça e experimenta? (Experimentação activa), ou tem calma e observa? (Observação reflectiva).
2-Quando experimenta algo novo, gosta de ver como se sente sobre isso? (Experiência concreta) ou prefere pensar sobre isso? (concetualização abstrata)
3-Consoante a sua resposta pode identificar em que quadrante se situa no modelo ao lado.
 
 
Honey e Mumford (1988), identificaram 4 estágios no ciclo de aprendizagem, são eles:
1-Ter a experiência
2-Rever a experiência
3-Tirar a conclusão da experiência
4-Planear os próximos passos
A estes estágios foi diretamente ligado os seguintes estilos; ativo, refletivo, teórico e pragmático.
Estes são considerados estilos adquiridos, adaptáveis e alteráveis consoante a sua vontade ou circunstâncias da vida que o fizeram mudar, em vez de ser traços de personalidade imutáveis.
Iolanda de Carvalho- Teorias 2
Iolanda de Carvalho- Teorias 2
Alonso e Gallego (2000),consideram que os seguintes estilos de aprendizagem, são tendências intrínsecas que acompanham a pessoa e a forma como aprende e assimila, definiram 4 tipos: Activo, Reflexivo, Teórico e Pragmático. De forma a descobrir a que categoria cada um pertence, criaram o questionário CHAEA , para que os alunos adaptem o seu estudo de forma mais proveitosa, e para os professores direccionarem os alunos para actividades indicadas ao seu perfil.

O tipo Activo, gosta de novas experiências, é sociável e envolve-se em actividades de grupo, líder, espontâneo, animador e participativo, gosta de aprender coisa novas.

O tipo Reflexivo, é inicialmente observador e absorvem informação observando dados da sua experiência ou de outros, reflecte imenso antes de concluir, é cauteloso, paciente e investigador.

O tipo Teórico, é objectivo e racional, procura analisar teorias e conceitos coerentes, é metódico e disciplinado, perfecionista e lógico.

Estilos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais de Aprendizagem Ativo: indica como as informações são percebidas e convertidas em conhecimento. Os ativos preferem experimentar e participar de forma coletiva;Reflexivo: Valorizam as experiências. Os reﬂexivos primam pela reﬂexão e trabalham individualmente e preferem princípios teóricos;Pragmático: indica que a melhor forma de aprender é através de experiências práticas que trazem sentido ao conteúdo de informações;Teórico: relacionada com a forma que se acompanha um assunto, aprendem melhor quando o material é apresentado de forma lógica, cronológica e sistemática.
Estilos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais de Aprendizagem Ativo: indica como as informações são percebidas e convertidas em conhecimento. Os ativos preferem experimentar e participar de forma coletiva;Reflexivo: Valorizam as experiências. Os reﬂexivos primam pela reﬂexão e trabalham individualmente e preferem princípios teóricos;Pragmático: indica que a melhor forma de aprender é através de experiências práticas que trazem sentido ao conteúdo de informações;Teórico: relacionada com a forma que se acompanha um assunto, aprendem melhor quando o material é apresentado de forma lógica, cronológica e sistemática.
Reflexão
Reflexão
Estilo de aprendizagem diz respeito à forma como cada pessoa assimila e processa as informações que recebe, ou seja, a forma como ela aprende alguma coisa. Cada pessoa tem uma forma diferenciada de aprender, por isso é importante que o educador conheça seus alunos e a si mesmo, podendo diversificar a maneira de ensinar, sobretudo em ambientes virtuais de aprendizagem, atendendo um grande número de estilos de aprendizagem.

Ieda _ Estratégias de melhorar os estilos de aprendizagem_Post número 2
Ieda _ Estratégias de melhorar os estilos de aprendizagem_Post número 2

No estilo ativo  deve fazer algo novo uma vez por semana.
Tomar a iniciativa.
Realizar atividades variadas ao longo do dia.
No pragmático Implementar atividades
manuais como construir  algo, 
renovar uma peça de mobiliário.
Imita as pessoas que colocam a teoria em prática.
No estilo Teórico deve estruturar  atividades e pensamentos.
Ler 20 minutos por dia, resumir o que você leu com suas próprias palavras.
Analisar situações da vida cotidiana: o que as desencadeia, o que poderia ter sido feito de forma diferente.
No estilo reflexivo deve praticar a observação.
Refletir sobre os acontecimentos do dia e tirar conclusões.
Preparar listas de prós e contras em questões controversas.
Estilos de aprendizagem, uma visão holística
Estilos de aprendizagem, uma visão holística 
O nosso primeiro trabalho partilhado já continha uma parte desta atividade. No entanto, gostaríamos de referir que consideramos importante nesta temática uma perspetiva holística de aprendizagem, sabendo que pode predominar em determinado indivíduo um dos estilos ativo, reflexivo, teórico e pragmático. Estes estilos caracterizam-se por determinadas especificidades. Assim: 
O estilo ativo: - valoriza dados da experiência, entusiasma-se com tarefas novas e é muito ágil;
O estilo reflexivo - atualiza dados, estuda, reflete e analisa.
O estilo teórico - é lógico, estabelece teorias, princípios, modelos, busca a estrutura, sintetiza.
O estilo pragmático- aplica a ideia e faz experimentos.
Sabendo isto, consideramos que entender a aprendizagem na totalidade, facilitando o maior número de recursos e de formas para o aprendiz, será a forma de podermos criar ambientes educativos ricos e multifacetados. 
Fernando Santos 
📎 Photo
David Kolb, uma das teorias
David Kolb, uma das teorias
Destacamos nas teorias de aprendizagem a Teoria de aprendizagem de educação David A. Kolb – mestre e doutor pela Harvard University e fundador da Learning Based Systems. Este modelo preconiza que a experiência tem enorme valor na aprendizagem.   Kolb descreve o processo de aprendizagem tendo como base um ciclo contínuo de quatro estágios: Experiência Concreta (agir), Observação Reflexiva (refletir), Conceitualização Abstrata (conceitualizar) e Experimentação Ativa (aplicar).
Fernando Santos 
Maria do Céu Kemp - contributo 1
Maria do Céu Kemp - contributo 1
A forma particular como cada pessoa percepciona (interpreta) o mundo, conferindo-lhe sentido e significado define a multiplicidade existente de estilos de aprendizagem. Estes são flexíveis e, tal como a personalidade de cada indivíduo, são influenciados por fatores endógenos (ligados ao sujeito) e exógenos (relacionados com o meio). 
Podemos classificar os estilos como ativo, reflexivo, teórico e pragmático, de acordo com a perspetiva teórica de Alonso, Gallego e Honey (no cenário 3 explicitei cada um deles em detalhe).
Enquanto professora, penso que é fundamental conhecermos o estilo de aprendizagem dos nossos alunos, pois as estratégias educativas que adoptamos para um grupo de alunos “ativos” podem ser diferentes daquelas que seleccionamos para um grupo de “reflexivos”. Se optarmos por trabalhos em grupo, poderemos formar, de acordo com o resultado que pretendermos, grupos homogéneos (só de “teóricos”, por exemplo) ou heterogéneos (misturando alunos com diferentes estilos). 
Considero que a aplicação, na nossa prática letiva, das teorias dos estilos, eleva a qualidade do nosso trabalho enquanto docentes, pois seleccionamos textos, exercícios, filmes, e atribuímos tarefas aos jovens de acordo com os seus gostos e preferências. 
Um aluno interessado aprende mais e melhor. E esse é o nosso objectivo!

Maria do Céu Kemp - contributo 2
Maria do Céu Kemp - contributo 2
Segundo David Kolb o aluno “acomodador” sente-se motivado por formular questões e problemas que tenham expressão significado na experiência de aprendizagem. É participante e age independentemente. Corresponde ao “ativo”de Alonso, Gallego e Honey.
 
O “aluno divergente” interessa-se pelo “reino dos “porquês”. À semelhança dos filósofos, prefere argumentar e gosta de informações pormenorizadas que o ajudem a perceber e especular sobre todos os ângulos das questões. Corresponde ao “reflexivo”de Alonso, Gallego e Honey.
 
 
O “aluno assimilador” gosta de receber informação/instrução organizada e valoriza os especialistas de cada área do saber. É pouco inovador e pouco criativo, mas bom sistematizador, organizador. 
 
O “aluno convergente”, correspondente ao “pragmático” de Alonso, Gallego e Honey, é bom em tarefas que requerem a aplicação prática das ideias, de preferência quando a resposta/caminho para a resolução do problema é apenas uma. A pergunta-chave a que precisa de responder é “para quê?”.  O “convergente” é o contrário do “divergente”. 
 
A teoria de Kolb é muito interessante e assemelha-se, em parte, à ideia de estádio (etapa, fase) de desenvolvimento cognitivo apresentada por Piaget, uma vez que para ambos os autores a forma como aprendemos tem por base a experiência concreta e num processo de complexificação crescente, passa pela observação reflexiva, pela conceitualização abstrata e, por fim, pela experimentação ativa. Esta, no fundo, traduz-se na capacidade de responder de forma diferenciada às solicitações/desafios que o meio físico, social,… nos apresenta. E essas respostas não são mais do que a adaptação eficaz ao meio. 
Maria do Céu Kemp - contributo 3
Maria do Céu Kemp - contributo 3
A professora Daniela Barros, no artigo de sua autoria que disponibilizou para esta atividade, refere que «(…) o estilo de ensinar também é uma implicação importante. Cada docente tem seu estilo de aprendizagem e em geral ensina como gostaria de aprender tendenciando sua forma de aprender sem considerar os demais. Essa é uma dificuldade presente que exige do docente a capacidade de considerar outras opções tanto de estratégias como métodos de ensino.» 

Concordo inteiramente com a ideia apresentada. De facto, o estilo de aprender do professor pode obstaculizar a sua forma de ensinar. É fundamental que o docente se descentre da sua própria experiência de aprender e atenda à especificidade dos alunos que tem perante si, ou seja, ao estilo de aprendizagem de cada um dos jovens.

Quando não se verifica coincidência entre estilos de aprendizagem e estilos de ensino, as consequências podem ser desastrosas, quer para o professor, quer para os alunos. 

No caso dos alunos, deixam de participar nas aulas, começam a faltar e até mesmo a desistir dos cursos e/ou da escola (refiro-me ao ensino secundário, aquele que lecciono). 

Os professores, por seu turno, podem começar a questionar-se se estarão na profissão mais indicada (crise de vocação); podem assumir comportamentos de hostilidade para com os alunos e seus encarregados de educação; podem sentir uma quebra de autoestima, quando confrontados com os bons resultados dos seus colegas de profissão.

Para evitar estas situações, e quando trabalhamos com turmas numerosas, de 25/30 alunos, é essencial abordar os conteúdos programáticos de forma a atingir os diferentes estilos de aprendizagem dos nossos alunos. 

Algumas dicas: (a) Antes de apresentar material teórico, providenciar exemplos gráficos do fenómeno que a teoria descreve; (b) Equilibrar informações concretas (factos, observações, dados) e informações abstractas (princípios, teorias, modelos); (c) Usar figuras, esquemas, gráficos e esboços simples antes, durante e depois de apresentar material verbal; (d) Usar apresentações multimédia; (e) Usar alguns números em exemplos ilustrativos; (f) Propor exercícios em pequenos grupos durante a aula; (g) Usar programas de computador em aulas;  (g) Propor exercícios para realizarem em casa; (h) Apresentar alguns problemas e exercícios abertos que estimulem o raciocínio criativo e o pensamento crítico; (i) Apresentar materiais novos, surpreender os alunos; (j) Se possível, informar os jovens sobre os seus estilos de aprendizagem ou permitir que eles os descubram.

Sofia - Estilos de aprendizagem
Sofia - Estilos de aprendizagem
Para Gallego Gil e Alonso García (2012), o estilo de aprendizagem pode ser definido como o modo como as características cognitivas, afetivas e fisiológicas individuais afetam o processo de compreensão, interacção e resposta dos alunos nos seus ambientes de aprendizagem.

Existem vários tipos de classificação dos diferentes estilos de aprendizagem. Assim, de de acordo com Gallego Gil e Alonso García (2012), destacam-se as classificações realizadas por:
Rita y Kenneth Dunn (1977-1978) - definem um conjunto de 21 variáveis externas relacionadas com o ambiente circundante, a emotividade e as necessidades sociológicas, físicas e psicológicas;
David Kolb (1981) - influenciado por Dewey, Lewin y Piaget, Kolb defende a classificação dos estilos de aprendizagem em Acomodador (experiência ativa e concreta), Divergente (observação reflexiva e experiência concreta), Assimilador (observação reflexiva e conceptualização abstrata) e Convergente (conceptualização abstrata + experiência ativa);
Bert Juch (1987) - tendo como base o questionário desenvolvido por Kolb, Juch define quatro eixos para os estilos de aprendizagem: experiência concreta (compreender), observação reflexiva (pensar), conceptualização abstrata (planear) e experimentação ativa (fazer);
Peter Honey y Allan Mumford (1988) - definem quatro estilos de aprendizagem: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.

É possível verificar a importância e a influência de Kolb sobre os vários métodos de classificação dos estilos de aprendizagem. Kolb desenvolveu o questionário de autodiagnóstico, Learning Style Inventory (LSI), que constitui a base para Learning Profile Exercise (LPE) de Juch. Honey e Mumford reconhecem a importância da contribuição de Kolb, mas optam por desenvolver uma outra ferramenta: Learning Styles Questionnaire (L.S.Q.). Este último questionário serviu de base para a elaboração do questionário CHAEA (Cuestionario de Honey-Alonso de Estilos de Aprendizaje) que está adaptado aos contextos espanhóis. (Gallego Gil e Alonso García, 2012)


Referência 
Gallego Gil, D.J. e C.M. Alonso García (2012) Los estilos de aprendizaje como una estrategia pedagógica del siglo XXI. Revista Electrónica de Socioeconomía, Estadística e Informática (RESEI), 1(1)

Sofia - Aplicação dos Estilos de Aprendizagem
Sofia - Aplicação dos Estilos de Aprendizagem 
Após a definição dos estilos de aprendizagem, é possível determinar quais os métodos mais eficazes para facilitar o processo de aprendizagem. 

Terçariol e Barros (2017) procuraram justamente aplicar a teoria de estilos de aprendizagem ao ensino em ambiente virtual e utilizando as redes sociais. Assim, é essencial identificar os estilos de aprendizagem em meio virtual do grupo a estudar e, posteriormente, identificar como se podes utilizar os espaços virtuais e as redes sociais no processo de aprendizagem.

Gallego Gil e Alonso García (2012) também apresentam a aplicação do conceito de estilos de aprendizagem na realização de ações de formação em meio empresarial, no qual existe uma preocupação adicional relacionada com a produtividade. Um dos exemplos da aplicação deste conceito foi o desenvolvimento de Productivity Environmental Preference Survey (PEPS) por Rita e Kenneth Dunn.

No mundo académico, o questionário de Canfield é uma ferramenta que permite que o professor possa orientar melhor o aluno nas suas escolhas profissionais (Gallego Gil e Alonso García, 2012).



Referências

Gallego Gil, D.J. e C.M. Alonso García (2012) Los estilos de aprendizaje como una estrategia pedagógica del siglo XXI. Revista Electrónica de Socioeconomía, Estadística e Informática (RESEI), 1(1)


Terçariol, A.A.L. e D.M.V Barros (2017) Os Estilos de Uso Dos Espaços Virtuais e as Redes Sociais na Pedagogia: Um Estudo Exploratório. Journal of Learning Styles, 10:321-356. Disponível em: http://learningstyles.uvu.edu/index.php/jls/article/view/377
Bruno Duarte - Intervenção 1
Bruno Duarte - Intervenção 1
Ao longo dos tempos os estilos foram-se moldando à necessidade humana da compreensão dos mesmo. 
Klein (1951) identificou os estilos como sendo algo nivelador, enquanto Royce (1973) definiu os estilos como sendo carateristicas do sistema cognitivo ou do sistema afectivo num determinado momento. Em 1976 Kolb defendia que a aprendizagem era condicionada por 5 fatores (psicológica, especialidade na formação escolhida, carreira profissional, trabalho actual e capacidade de adaptação) e que uma aprendizagem de sucesso necessitava de possuir quatro (4) etapas (experiência concreta, observação reflexiva, conceituação abstracta e experimentação ativa), situação que ao longo dos anos, através de outros investigadores foi comprovada como sendo algo inerente ao tratamento da informação, ou seja, à forma em que o individuo armazena o acontecimento, e para isso o trabalho de Honey e Mumford (1988), baseando-se nas teorias de Kolb, já que se focavam no meio empresarial, identificaram quatro (4) estilos no processo de aprendizagem ( Ativo, Reflexivo, Teórico e Pragmático).
Uns dos principais investigadores foram Alonso e Gallego (2002), que ao se basearem no trabalho de Kolb, Honey e Mumford (1988) elaboraram um questionário, com o intuito de identificar a predominância dos estilos nos indivíduos, de forma a identificar os estilos em défice e não o mais predominante.

Bruno Duarte - Intervenção 2
Bruno Duarte - Intervenção 2
Segundo Honey e Mumford (1988), posteriormente caracterizados por  Alonso e Gallego (2002), existem quatro (4) estilos de aprendizagem:

Ativo (demonstram apetência e entusiasmo para novas experiências);
Reflexivo (observam a experiência de diferentes pontos de vista);
Teórico (adaptam-se e tendo sempre presente as teorias lógicas e complexas);
Pragmático (aplicam as ideias, salientando o que de positivo delas advém);
Aprendizagem e teorias Es
Aprendizagem e teorias
Estilos de Aprendizagem e teorias
 Estilos de Aprendizagem e teorias
Existem 4 tipos de Aprendizagem sendo estes:
- O estilo ativo que valoriza dados da experiência, entusiasmando se  com tarefas novas e é muito ágil;
-  O estilo reflexivo que atualiza dados, estuda, reflete e analisa;
-  O estilo teórico em que é lógico, estabelece teorias, princípios, modelos, procura a estrutura e sintetiza;
-  O estilo pragmático que aplica a ideia e faz experimentos.
As principais teorias são de David Kolb e Honey e Mumford.

Ana Paula - Estilos de Aprendizagem e Cognitivos: o contexto atual
Ana Paula - Estilos de Aprendizagem e Cognitivos: o contexto atual
Os "traços cognitivos, afetivos e fisiológicos (…) de como os alunos percebem, interagem e respondem aos seus ambientes de aprendizagem" (in texto básico) podem classificar-se enquanto estilos: ativo, reflexivo, teórico e pragmático. O atual contexto de rápidas mudanças tecnológicas - de uma multiplicidade de interfaces, do surgimento rápido de novos e inovadores instrumentos de aprendizagem, da multiplicidade cultural e social dos diferentes atuantes do virtual -  não nos coloca perante situações e circunstâncias virtuais lineares na perspetiva da caracterização dos indivíduos. Estilos cognitivos - processar, perceber , recordar a informação - podem ter influência nos estilos de aprendizagem do individuo -  o processar da informação e definição do comportamento - em contexto de aprendizagem?
 
Ana Paula: Estilos e Teóricos
Ana Paula: Estilos e Teóricos
Estilos: cognitivo -&gt; Witkins, de aprender -&gt; Dunn + de personalidade -&gt; Milton + criativo -&gt; Kirton
PRINCIPAIS TEÓRICOS:
1 KOLB - quatro etapas: experiência concreta, quando se faz algo; a observação reflexiva, quando se analisa e pondera; a conceitualização abstrata, quando se compara as teorias depois da análise; e, a experimentação ativa, que permite contrastar o resultado da aprendizagem com a realidade
2 GREGORC - Estilos: concreto sequencial, abstrato sequencial, abstrato aleatório e concreto aleatório
3 JUCH - experiência concreta, para perceber; a observação reflexiva, para pensar; a conceituação abstrata para planejar; e a
experimentação ativa, para fazer
4 HONEY - questionário para indicar estilo de aprendizagem como diagnóstico, como um ponto de partida
Gabriela - Estilos de Aprendizagem
Gabriela - Estilos de Aprendizagem
A teoria dos estilos de aprendizagem não é recente - surgiu na década de 1950 como uma maneira de combinar conhecimentos sobre processos cognitivos e emocionais de uma pessoa. 
Os estilos de aprendizagem não são sinônimos de estilos cognitivos. A partir da leitura, entendi que são mais amplos que outras teorias. Ainda, chamou-me atenção utilizar os estilos de aprendizagem e enfocar no estilo menos predominante, de forma a trabalhar numa perspectiva que envolva o desenvolvimento dos outros estilos não predominantes. 

Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem
Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem

Os estilos de aprendizagem são 4 predominantes:

- ATIVO: pessoas que gostam de novas experiências, animadoras, improvisaras, espontâneas...
- REFLEXIVO: pessoas que gostam de considerar a experiência e observação-las, sob diferentes perspectivas. Pessoa que resume dados e analisa, é prudente e ponderada...
- TEÓRICO: pessoas que enfocam no problema de forma verificar, por etapas e de forma lógica. 
Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem, post 2
Patrícia Grasel - Estilos de Aprendizagem, post 2

As principais teorias e que estão articuladas ao conceito de estilo de aprendizagem são da teoria cognitiva e das inteligências múltiplas, são teorias diferentes, distintas, mas que perpassam a teoria de estilo de aprendizagem.

Sandra Oliveira - conceito "estilos de aprendizagem"
Sandra Oliveira - conceito "estilos de aprendizagem"
Segundo Alonso e Gallego (2000) estilos de aprendizagem podem ser entendidos como a forma de atuação das pessoas mediante uma serie de informações, “são traços cognitivos afetivos e fisiológicos, que servem de indicadores…de como os alunos percebem, interagem e respondem a seus ambientes de aprendizagem” (com base nos estudos de Keefe, 1998).
 
Priscilla
Priscilla
"....os estilos de aprendizagem justificam o uso das tecnologias no processo educativo em especial pela facilidade de atender as individualidades e a amplitude de recursos e ferramentas que se pode empregar para cada necessidade, tanto de conteúdos como de estilo. "
Me chamou a atenção este ponto, por se tratar da atualizada em que estamos inseridos e a cultura digital que faz parte do nosso dia a dia.
Sandra Oliveira - Os estilos de aprendizagem
Sandra Oliveira - Os estilos de aprendizagem
Segundo Alonso, Gallego e Honey ( 2002) existem 4 estilos de aprendizagem:

·         Ativo -  as pessoas em que este estilo é predominante possuem uma mente aberta, ficam entusiasmados com novas experiencias. Após executarem uma atividade buscam uma nova, sempre em busca de novos desafios. São criativos, improvisadores, animadores, espontâneos, gerador de ideias.
·         Reflexivo - as pessoas em que este estilo é predominante gostam de observar a experiência sob várias perspetivas, reúnem dados e analisam com detalhe, gostam de considerar todas as alternativas e gostam de observar os que estão ao seu redor. São ponderados, conscientes, pacientes, lentos, analíticos, recetivos, prudentes, exaustivos, observadores, cuidadosos e estudiosos de comportamentos.
·         Teórico - as pessoas em que este estilo é predominante adaptam-se e integram teses dentro de teorias lógicas, tendem a ser perfeccionistas, gostam de analisar e sintetizar, buscam a racionalidade e objetividade. São metódicos, lógicos, objetivos, críticos, disciplinados, sistemáticos, pensadores, sintéticos, relacionadores e ordenadores
·         Pragmático - as pessoas em que predomina este estilo, aplicam na prática as suas ideias, vêm o aspeto positivo das novas ideias e experimentam-nas, gostam de atuar rapidamente e com seguridade, são realistas quando tomam decisões e resolvem-nas.

Rui Mendes (Post 1- Estilos de aprendizagem)
Rui Mendes (Post 1- Estilos de aprendizagem)
De acordo com o dicionário da Porto Editora de língua portuguesa o termo “estilo” significa costume, uso, modo ou maneira,… Da mesma forma, a aprendizagem é encarada como um ato ou efeito de aprender, tempo de aprendizagem ou, ainda, experiência que tem com quem se aprendeu. 

De uma forma geral estamos perante um processo, contínuo, constante e dinâmico ao se ajustar as necessidades ao nível da formação que são equacionadas na sociedade atual.

No entanto, neste processo de aprendizagem, as características e motivações pessoais são fatores determinantes no processo de ensino, que deve ser centrado no elemento discente e não no processo de “passagem” do conhecimento, como se privilegia pessoalmente.

Neste sentido, conforme a referência bibliográfica disponibilizada, baseada na análise do trabalho de Alonso e Gallego (2000) podemos identificar como modos, formas ou maneiras de aprender quatro tipologias distintas: o modo ativo, que valoriza os dados de experiência, o modo reflexivo, centrado no estudo e reflexão, o teórico que privilegia a modelagem e a teorização e, por último, o modo pragmático com um forte pendor da aplicação prática dos conhecimentos.

Convém referir que a “inclinação” para um dos estilos de aprendizagem pode alterar-se ao longo da vida do individuo, dependendo do ambiente e das funções profissionais desempenhadas.

Ester Saraiva - Quais são os estilos de aprendizagem (post 1)
Ester Saraiva - Quais são os estilos de aprendizagem (post 1)
Existe 4 estilos de aprendizagem, são eles: Activo, reflexivo, teórico e pragmático.
Características principais dos estilos de aprendizagem
1 - ACTIVO
-  Animador
-  Improvisador
-  Descobridor
-  Espontâneo
-  Temerário
2 - REFLEXIVO
-  Ponderado
-  Consciente
-  Receptivo
-  Analítico
-  Exaustivo
3 - TEÓRICO
-  Metódico
-  Lógico
-  Objectivo
-  Crítico
-  Estruturado
4 - PRAGMÁTICO
- Experimentador
-  Prático
-  Directo
-  Eficaz
-  Realista
Ester Saraiva - (post 2) - Quais são as principais teorias?
Ester Saraiva - (post 2) -  Quais são as principais teorias?
•Estas teorias contribuem para a construção de processos de ensino-aprendizagem, e é um referencial. 
•Estilos de aprendizagem, estilos cognitivos ou inteligências múltiplas são conceitos e teorias distintas mas que se relacionam. 
•Os Estilos cognitivos parte da ideia os indivíduos têm diferentes maneiras de perceber e de processar a informação o que implica diferenças nos processos de aprendizagem ou seja, refere-se ao meio preferencial pelo qual um indivíduo processa a informação.
Ester Saraiva - (Post 3)
Ester Saraiva - (Post 3)
Como os estilos de aprendizagem são classificados de acordo com os principais teóricos

•Estilos de Aprendizagem são maneiras pessoais que cada indivíduo processa informações, sentimentos e comportamentos em contextos de aprendizagem. Segundo Alonso e Gallego (2002), e com base em estudos de Keefe são: “traços cognitivos, afectivos e fisiológicos que servem como indicadores estáveis de como os alunos percebem/interagem e respondem aos seus ambientes de aprendizagem”.
Klein em 1951 já tinha identificado 2 estilos e denominou-os por: Niveladores onde tendiam a assimilar eventos novos com os armazenados; e afiladores acentuavam os eventos novos com a assimilação em relação aos armazenados.
Royce em 1973 considerou os modos de aprendizagem como um modo característico do sistema cognitivo ou afectivo de se manifestar.
Cue (2007) – Definiu  os estilos de aprendizagem como sendo: “traços cognitivos, afectivos, fisiológicos de preferência pelo uso dos sentidos, ambiente, cultura, psicologia, comodidade, desenvolvimento e personalidade” que serviriam de indicadores de como os indivíduos percebiam, inter-relacionavam e respondiam aos ambientes de aprendizagem e aos seus métodos e/ou estratégias.
Em 1976, David Klob iniciou um estudo das repercussões dos estilos de aprendizagem. 
Assim identificou 5 forças que condicionam os estilos de aprendizagem: 
1.Psicológico; 
2.Especialidade da formação escolhida;
3.Carreira profissional; 
4.Trabalho actual
5.Capacidades de adaptação.
Também percebeu que há 4 etapas necessárias para uma aprendizagem eficaz:
1.Experiência concreta; 
2.Observação reflexiva; 
3.Conceituação abstracta;
4.Experimentação activa.
→Para kolb o conhecimento resultava da combinação da compreensão e a transformação da experiência. A primeira diz respeito ao modo como o indivíduo percebe a informação e a segunda ao modo como ele a processa. 
→Assim são considerados quatro tipos de aptidões necessários para que a aprendizagem seja eficaz.
•Experiência Concreta
•Experimentação Activa
•Abstração Conceptual
•Observação Reflexiva
A partir  dos estudos de Kolb, surgiram várias definições e considerações:
Modelos  elaborados com base no trabalho de David Kolb
1984 – Messick – considerou que um estilo de aprendizagem é “uma característica marcante no processamento da informação, desenvolvida de forma compatível com tendências de personalidade” (Barros, 2009).
1987 – Bert Juch – Denominou como um processo de denominado como “ciclo de aprendizagem” com 4 etapas: 
1.Fazer;
2.Perceber;
3.Pensar;
4.Planejar.
1988 – Honey e Mumford - Com base no trabalho de David Kolb temos um modelo que a partir de um questionário, mostra uma predominância entre quatro estilos de aprendizagem: 
1.activo,
2.teórico,
3.reflexivo 
4.pragmático. 
2002 - Alonso e Gallego – denominaram 4 estilos:
1.Acomodador (experiência e execução concreta);
2.Divergente (imaginação);
3.Assimilador (raciocínio indutivo como ferramenta de trabalho;  assimilam conhecimento; trabalham de modo criativo)
4.Convergente (aplicação prática de ideias).
Alonso e Gallego ainda estruturaram os estilos em um questionário em que abordavam variáveis que influenciam as maneiras de como as pessoas aprendem, como:
a.Necessidades imediatas (som, luz, temperatura, desenho, formas do meio);
b.Própria emoção (motivação, persistência, responsabilidade, estrutura);
c.Necessidades sociológicas de trabalho pessoal (com outros);
d. Necessidades físicas de alimentação, tempo, mobilidade e percepção;
e.Necessidades psicológicas analítico/global, reflexivas impulsivas e dominância cerebral.

ØPrincipais objetivos de Alonso e Gallego:
•“Descrever detalhadamente os estilos de aprendizagem, criar condições para o diagnóstico, reforçar e aproveitar os pontos forte de cada pessoa”.
Priscilla (post 2)
Priscilla (post 2)
Os estilos de aprendizagem: Conforme Alonso, Gallego e Honey (2002) existem 4 estilos definidos: o ativo, o reflexivo, o teórico e o pragmático.
As principais teorias são de: David kolb, Honey, Alonso, Gallego e Garcia.
E os estilos de aprendizagem são classificados da seguinte forma:
- Dependência-independência;
- conceituação e categoria;
- dimensão reflexivo e impulsivo;
- modalidades sensoriais;
- fatores afetivos;
- fatores fisiológicos
 
Gabriela - 2a participação
Gabriela - 2a participação
Há diversas teorias que norteiam o estudo dos estilos de aprendizagem e a analisada é a que segue o modelo espanhol. 
Os estilos de aprendizagem podem ser utilizados para impactar positivamente na prática pedagógica do professor, auxiliando-o a pensar a aula centrada no estudante. Durante as leituras, estabeleci relações com o Desenho Universal para Aprendizagem, que diz respeito a respeitar as diferenças dos alunos e auxilia o professor a pensar em estratégias pedagógicas que contemplem a todos. 
Rui Mendes (Post 2 – Principais Teorias da Aprendizagem)
Rui Mendes (Post 2 – Principais Teorias da Aprendizagem)
Em 1984, David Kolb publica a obra “Experiential Learning. Experience as the Source of Learning and Development” e explica a influência da(s) forma(s) de aprender de um individuo pessoa. Neste livro, Kob explica o princípio de que uma pessoa desenvolve o seu processo de aprendizagem através da descoberta e experimentação.

No desenvolvimento da sua pesquisa sobre a aprendizagem, Kolb identificou um ciclo de quatro fases: a experiência concreta, a observação reflexiva, a conceptualização abstrata e a experimentação ativa.

De acordo com a metodologia exposta, um aluno evolui neste continuum de processamento e perceção da informação, de acordo com as suas preferências e entendimento dos conhecimentos expostos.

Para tipificar o perfil dos diferentes formandos, Kolb desenvolveu um instrumento de diagnóstico que permite identificar quatro estilos de aprendizagem: o Acomodador (experimentação), o Divergente (criatividade/imaginação), o Assimilador (modelização) e o Convergente (prático).

Posteriormente, Honey e Mumford (1988) desenvolveram um modelo muito inspirado em Kolb, mas que posiciona o sujeito em dois eixos, o eixo ativo-reflexivo e o teórico-pragmático. Distinguem-se, ainda de Kolb, ao considerar que os resultados do questionário de identificação dos estilos são um diagnóstico para melhoria e não um fim.

Seguiram-se outros trabalhos como: Howard Gardner (1993), com a teoria das inteligências múltiplas; Rita Guild &amp; Shirley Garger (1998) com a caracterização dos estilos; Lozano (2000) que destaca os elementos que dão forma aos estilos.

Ieda - Estilos de aprendizagem
Ieda - Estilos de aprendizagem

Os quatro estilos de aprendizagem possuem características distintas. Destaca-se que o estilo ATIVO tem facilidade em trabalhar em equipe, é improvisador , gosta de arriscar e é espontâneo, o Estilo  RELEXIVO é analítico , exaustivo e receptivo,  o estilo TEÓRICO é perfeccionista, lógico objetivo e Metódica Já o estilo   PRAGMÁTICO é prático , experimentador, realista e eficaz. Segundo García Cué (2006)
Pode-se definir estilos de aprendizagem como traços cognitivos, afetivos, fisiológicos, preferências pelo uso dos sentidos, ambiente, cultura, psicologia, conforto, desenvolvimento e personalidade que servem como indicadores relativamente estáveis ​​de como as pessoas percebem, inter-relacionam e respondem a seus ambientes de aprendizagem e seus próprios métodos ou estratégias em sua maneira de aprender.
Iolanda de Carvalho - Teorias
Iolanda de Carvalho - Teorias
Alguns estilos de aprendizagem de referência:
 
Rita e Kennedy Dunn (1977), levaram a cabo uma pesquisa exaustiva sobre as formas diferentes de como cada aluno aprende.
Esse conhecimento permitiria ao professor, desenhar e programar ambientes de aprendizagem em concordância com esses achados. 
O modelo apresenta 5 estímulos que podem afetar os estudantes e que jogam com elementos para diferenciá-los, desta forma podia-se adaptar o ambiente de forma adequada.
 
Kolb (1981) levou em conta como as pessoas processão informação assim como percepcionam essa mesma informação. Para identificar o seu estilo de aprendizagem seguindo o método Kolb (1981), basta responder às seguintes perguntas:
1-Perante uma tarefa atira-se de cabeça e experimenta? (Experimentação activa), ou tem calma e observa? (Observação reflectiva).
2-Quando experimenta algo novo, gosta de ver como se sente sobre isso? (Experiência concreta) ou prefere pensar sobre isso? (concetualização abstrata)
3-Consoante a sua resposta pode identificar em que quadrante se situa no modelo ao lado.
 
 
Honey e Mumford (1988), identificaram 4 estágios no ciclo de aprendizagem, são eles:
1-Ter a experiência
2-Rever a experiência
3-Tirar a conclusão da experiência
4-Planear os próximos passos
A estes estágios foi diretamente ligado os seguintes estilos; ativo, refletivo, teórico e pragmático.
Estes são considerados estilos adquiridos, adaptáveis e alteráveis consoante a sua vontade ou circunstâncias da vida que o fizeram mudar, em vez de ser traços de personalidade imutáveis.
Iolanda de Carvalho- Teorias 2
Iolanda de Carvalho- Teorias 2
Alonso e Gallego (2000),consideram que os seguintes estilos de aprendizagem, são tendências intrínsecas que acompanham a pessoa e a forma como aprende e assimila, definiram 4 tipos: Activo, Reflexivo, Teórico e Pragmático. De forma a descobrir a que categoria cada um pertence, criaram o questionário CHAEA , para que os alunos adaptem o seu estudo de forma mais proveitosa, e para os professores direccionarem os alunos para actividades indicadas ao seu perfil.

O tipo Activo, gosta de novas experiências, é sociável e envolve-se em actividades de grupo, líder, espontâneo, animador e participativo, gosta de aprender coisa novas.

O tipo Reflexivo, é inicialmente observador e absorvem informação observando dados da sua experiência ou de outros, reflecte imenso antes de concluir, é cauteloso, paciente e investigador.

O tipo Teórico, é objectivo e racional, procura analisar teorias e conceitos coerentes, é metódico e disciplinado, perfecionista e lógico.

Estilos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais de Aprendizagem Ativo: indica como as informações são percebidas e convertidas em conhecimento. Os ativos preferem experimentar e participar de forma coletiva;Reflexivo: Valorizam as experiências. Os reﬂexivos primam pela reﬂexão e trabalham individualmente e preferem princípios teóricos;Pragmático: indica que a melhor forma de aprender é através de experiências práticas que trazem sentido ao conteúdo de informações;Teórico: relacionada com a forma que se acompanha um assunto, aprendem melhor quando o material é apresentado de forma lógica, cronológica e sistemática.
Estilos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais de Aprendizagem Ativo: indica como as informações são percebidas e convertidas em conhecimento. Os ativos preferem experimentar e participar de forma coletiva;Reflexivo: Valorizam as experiências. Os reﬂexivos primam pela reﬂexão e trabalham individualmente e preferem princípios teóricos;Pragmático: indica que a melhor forma de aprender é através de experiências práticas que trazem sentido ao conteúdo de informações;Teórico: relacionada com a forma que se acompanha um assunto, aprendem melhor quando o material é apresentado de forma lógica, cronológica e sistemática.
Reflexão
Reflexão
Estilo de aprendizagem diz respeito à forma como cada pessoa assimila e processa as informações que recebe, ou seja, a forma como ela aprende alguma coisa. Cada pessoa tem uma forma diferenciada de aprender, por isso é importante que o educador conheça seus alunos e a si mesmo, podendo diversificar a maneira de ensinar, sobretudo em ambientes virtuais de aprendizagem, atendendo um grande número de estilos de aprendizagem.

Ieda _ Estratégias de melhorar os estilos de aprendizagem_Post número 2
Ieda _ Estratégias de melhorar os estilos de aprendizagem_Post número 2

No estilo ativo  deve fazer algo novo uma vez por semana.
Tomar a iniciativa.
Realizar atividades variadas ao longo do dia.
No pragmático Implementar atividades
manuais como construir  algo, 
renovar uma peça de mobiliário.
Imita as pessoas que colocam a teoria em prática.
No estilo Teórico deve estruturar  atividades e pensamentos.
Ler 20 minutos por dia, resumir o que você leu com suas próprias palavras.
Analisar situações da vida cotidiana: o que as desencadeia, o que poderia ter sido feito de forma diferente.
No estilo reflexivo deve praticar a observação.
Refletir sobre os acontecimentos do dia e tirar conclusões.
Preparar listas de prós e contras em questões controversas.
Estilos de aprendizagem, uma visão holística
Estilos de aprendizagem, uma visão holística 
O nosso primeiro trabalho partilhado já continha uma parte desta atividade. No entanto, gostaríamos de referir que consideramos importante nesta temática uma perspetiva holística de aprendizagem, sabendo que pode predominar em determinado indivíduo um dos estilos ativo, reflexivo, teórico e pragmático. Estes estilos caracterizam-se por determinadas especificidades. Assim: 
O estilo ativo: - valoriza dados da experiência, entusiasma-se com tarefas novas e é muito ágil;
O estilo reflexivo - atualiza dados, estuda, reflete e analisa.
O estilo teórico - é lógico, estabelece teorias, princípios, modelos, busca a estrutura, sintetiza.
O estilo pragmático- aplica a ideia e faz experimentos.
Sabendo isto, consideramos que entender a aprendizagem na totalidade, facilitando o maior número de recursos e de formas para o aprendiz, será a forma de podermos criar ambientes educativos ricos e multifacetados. 
Fernando Santos 
📎 Photo
David Kolb, uma das teorias
David Kolb, uma das teorias
Destacamos nas teorias de aprendizagem a Teoria de aprendizagem de educação David A. Kolb – mestre e doutor pela Harvard University e fundador da Learning Based Systems. Este modelo preconiza que a experiência tem enorme valor na aprendizagem.   Kolb descreve o processo de aprendizagem tendo como base um ciclo contínuo de quatro estágios: Experiência Concreta (agir), Observação Reflexiva (refletir), Conceitualização Abstrata (conceitualizar) e Experimentação Ativa (aplicar).
Fernando Santos 
Maria do Céu Kemp - contributo 1
Maria do Céu Kemp - contributo 1
A forma particular como cada pessoa percepciona (interpreta) o mundo, conferindo-lhe sentido e significado define a multiplicidade existente de estilos de aprendizagem. Estes são flexíveis e, tal como a personalidade de cada indivíduo, são influenciados por fatores endógenos (ligados ao sujeito) e exógenos (relacionados com o meio). 
Podemos classificar os estilos como ativo, reflexivo, teórico e pragmático, de acordo com a perspetiva teórica de Alonso, Gallego e Honey (no cenário 3 explicitei cada um deles em detalhe).
Enquanto professora, penso que é fundamental conhecermos o estilo de aprendizagem dos nossos alunos, pois as estratégias educativas que adoptamos para um grupo de alunos “ativos” podem ser diferentes daquelas que seleccionamos para um grupo de “reflexivos”. Se optarmos por trabalhos em grupo, poderemos formar, de acordo com o resultado que pretendermos, grupos homogéneos (só de “teóricos”, por exemplo) ou heterogéneos (misturando alunos com diferentes estilos). 
Considero que a aplicação, na nossa prática letiva, das teorias dos estilos, eleva a qualidade do nosso trabalho enquanto docentes, pois seleccionamos textos, exercícios, filmes, e atribuímos tarefas aos jovens de acordo com os seus gostos e preferências. 
Um aluno interessado aprende mais e melhor. E esse é o nosso objectivo!

Maria do Céu Kemp - contributo 2
Maria do Céu Kemp - contributo 2
Segundo David Kolb o aluno “acomodador” sente-se motivado por formular questões e problemas que tenham expressão significado na experiência de aprendizagem. É participante e age independentemente. Corresponde ao “ativo”de Alonso, Gallego e Honey.
 
O “aluno divergente” interessa-se pelo “reino dos “porquês”. À semelhança dos filósofos, prefere argumentar e gosta de informações pormenorizadas que o ajudem a perceber e especular sobre todos os ângulos das questões. Corresponde ao “reflexivo”de Alonso, Gallego e Honey.
 
 
O “aluno assimilador” gosta de receber informação/instrução organizada e valoriza os especialistas de cada área do saber. É pouco inovador e pouco criativo, mas bom sistematizador, organizador. 
 
O “aluno convergente”, correspondente ao “pragmático” de Alonso, Gallego e Honey, é bom em tarefas que requerem a aplicação prática das ideias, de preferência quando a resposta/caminho para a resolução do problema é apenas uma. A pergunta-chave a que precisa de responder é “para quê?”.  O “convergente” é o contrário do “divergente”. 
 
A teoria de Kolb é muito interessante e assemelha-se, em parte, à ideia de estádio (etapa, fase) de desenvolvimento cognitivo apresentada por Piaget, uma vez que para ambos os autores a forma como aprendemos tem por base a experiência concreta e num processo de complexificação crescente, passa pela observação reflexiva, pela conceitualização abstrata e, por fim, pela experimentação ativa. Esta, no fundo, traduz-se na capacidade de responder de forma diferenciada às solicitações/desafios que o meio físico, social,… nos apresenta. E essas respostas não são mais do que a adaptação eficaz ao meio. 
Maria do Céu Kemp - contributo 3
Maria do Céu Kemp - contributo 3
A professora Daniela Barros, no artigo de sua autoria que disponibilizou para esta atividade, refere que «(…) o estilo de ensinar também é uma implicação importante. Cada docente tem seu estilo de aprendizagem e em geral ensina como gostaria de aprender tendenciando sua forma de aprender sem considerar os demais. Essa é uma dificuldade presente que exige do docente a capacidade de considerar outras opções tanto de estratégias como métodos de ensino.» 

Concordo inteiramente com a ideia apresentada. De facto, o estilo de aprender do professor pode obstaculizar a sua forma de ensinar. É fundamental que o docente se descentre da sua própria experiência de aprender e atenda à especificidade dos alunos que tem perante si, ou seja, ao estilo de aprendizagem de cada um dos jovens.

Quando não se verifica coincidência entre estilos de aprendizagem e estilos de ensino, as consequências podem ser desastrosas, quer para o professor, quer para os alunos. 

No caso dos alunos, deixam de participar nas aulas, começam a faltar e até mesmo a desistir dos cursos e/ou da escola (refiro-me ao ensino secundário, aquele que lecciono). 

Os professores, por seu turno, podem começar a questionar-se se estarão na profissão mais indicada (crise de vocação); podem assumir comportamentos de hostilidade para com os alunos e seus encarregados de educação; podem sentir uma quebra de autoestima, quando confrontados com os bons resultados dos seus colegas de profissão.

Para evitar estas situações, e quando trabalhamos com turmas numerosas, de 25/30 alunos, é essencial abordar os conteúdos programáticos de forma a atingir os diferentes estilos de aprendizagem dos nossos alunos. 

Algumas dicas: (a) Antes de apresentar material teórico, providenciar exemplos gráficos do fenómeno que a teoria descreve; (b) Equilibrar informações concretas (factos, observações, dados) e informações abstractas (princípios, teorias, modelos); (c) Usar figuras, esquemas, gráficos e esboços simples antes, durante e depois de apresentar material verbal; (d) Usar apresentações multimédia; (e) Usar alguns números em exemplos ilustrativos; (f) Propor exercícios em pequenos grupos durante a aula; (g) Usar programas de computador em aulas;  (g) Propor exercícios para realizarem em casa; (h) Apresentar alguns problemas e exercícios abertos que estimulem o raciocínio criativo e o pensamento crítico; (i) Apresentar materiais novos, surpreender os alunos; (j) Se possível, informar os jovens sobre os seus estilos de aprendizagem ou permitir que eles os descubram.

Sofia - Estilos de aprendizagem
Sofia - Estilos de aprendizagem
Para Gallego Gil e Alonso García (2012), o estilo de aprendizagem pode ser definido como o modo como as características cognitivas, afetivas e fisiológicas individuais afetam o processo de compreensão, interacção e resposta dos alunos nos seus ambientes de aprendizagem.

Existem vários tipos de classificação dos diferentes estilos de aprendizagem. Assim, de de acordo com Gallego Gil e Alonso García (2012), destacam-se as classificações realizadas por:
Rita y Kenneth Dunn (1977-1978) - definem um conjunto de 21 variáveis externas relacionadas com o ambiente circundante, a emotividade e as necessidades sociológicas, físicas e psicológicas;
David Kolb (1981) - influenciado por Dewey, Lewin y Piaget, Kolb defende a classificação dos estilos de aprendizagem em Acomodador (experiência ativa e concreta), Divergente (observação reflexiva e experiência concreta), Assimilador (observação reflexiva e conceptualização abstrata) e Convergente (conceptualização abstrata + experiência ativa);
Bert Juch (1987) - tendo como base o questionário desenvolvido por Kolb, Juch define quatro eixos para os estilos de aprendizagem: experiência concreta (compreender), observação reflexiva (pensar), conceptualização abstrata (planear) e experimentação ativa (fazer);
Peter Honey y Allan Mumford (1988) - definem quatro estilos de aprendizagem: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.

É possível verificar a importância e a influência de Kolb sobre os vários métodos de classificação dos estilos de aprendizagem. Kolb desenvolveu o questionário de autodiagnóstico, Learning Style Inventory (LSI), que constitui a base para Learning Profile Exercise (LPE) de Juch. Honey e Mumford reconhecem a importância da contribuição de Kolb, mas optam por desenvolver uma outra ferramenta: Learning Styles Questionnaire (L.S.Q.). Este último questionário serviu de base para a elaboração do questionário CHAEA (Cuestionario de Honey-Alonso de Estilos de Aprendizaje) que está adaptado aos contextos espanhóis. (Gallego Gil e Alonso García, 2012)


Referência 
Gallego Gil, D.J. e C.M. Alonso García (2012) Los estilos de aprendizaje como una estrategia pedagógica del siglo XXI. Revista Electrónica de Socioeconomía, Estadística e Informática (RESEI), 1(1)

Sofia - Aplicação dos Estilos de Aprendizagem
Sofia - Aplicação dos Estilos de Aprendizagem 
Após a definição dos estilos de aprendizagem, é possível determinar quais os métodos mais eficazes para facilitar o processo de aprendizagem. 

Terçariol e Barros (2017) procuraram justamente aplicar a teoria de estilos de aprendizagem ao ensino em ambiente virtual e utilizando as redes sociais. Assim, é essencial identificar os estilos de aprendizagem em meio virtual do grupo a estudar e, posteriormente, identificar como se podes utilizar os espaços virtuais e as redes sociais no processo de aprendizagem.

Gallego Gil e Alonso García (2012) também apresentam a aplicação do conceito de estilos de aprendizagem na realização de ações de formação em meio empresarial, no qual existe uma preocupação adicional relacionada com a produtividade. Um dos exemplos da aplicação deste conceito foi o desenvolvimento de Productivity Environmental Preference Survey (PEPS) por Rita e Kenneth Dunn.

No mundo académico, o questionário de Canfield é uma ferramenta que permite que o professor possa orientar melhor o aluno nas suas escolhas profissionais (Gallego Gil e Alonso García, 2012).



Referências

Gallego Gil, D.J. e C.M. Alonso García (2012) Los estilos de aprendizaje como una estrategia pedagógica del siglo XXI. Revista Electrónica de Socioeconomía, Estadística e Informática (RESEI), 1(1)


Terçariol, A.A.L. e D.M.V Barros (2017) Os Estilos de Uso Dos Espaços Virtuais e as Redes Sociais na Pedagogia: Um Estudo Exploratório. Journal of Learning Styles, 10:321-356. Disponível em: http://learningstyles.uvu.edu/index.php/jls/article/view/377
Bruno Duarte - Intervenção 1
Bruno Duarte - Intervenção 1
Ao longo dos tempos os estilos foram-se moldando à necessidade humana da compreensão dos mesmo. 
Klein (1951) identificou os estilos como sendo algo nivelador, enquanto Royce (1973) definiu os estilos como sendo carateristicas do sistema cognitivo ou do sistema afectivo num determinado momento. Em 1976 Kolb defendia que a aprendizagem era condicionada por 5 fatores (psicológica, especialidade na formação escolhida, carreira profissional, trabalho actual e capacidade de adaptação) e que uma aprendizagem de sucesso necessitava de possuir quatro (4) etapas (experiência concreta, observação reflexiva, conceituação abstracta e experimentação ativa), situação que ao longo dos anos, através de outros investigadores foi comprovada como sendo algo inerente ao tratamento da informação, ou seja, à forma em que o individuo armazena o acontecimento, e para isso o trabalho de Honey e Mumford (1988), baseando-se nas teorias de Kolb, já que se focavam no meio empresarial, identificaram quatro (4) estilos no processo de aprendizagem ( Ativo, Reflexivo, Teórico e Pragmático).
Uns dos principais investigadores foram Alonso e Gallego (2002), que ao se basearem no trabalho de Kolb, Honey e Mumford (1988) elaboraram um questionário, com o intuito de identificar a predominância dos estilos nos indivíduos, de forma a identificar os estilos em défice e não o mais predominante.

Bruno Duarte - Intervenção 2
Bruno Duarte - Intervenção 2
Segundo Honey e Mumford (1988), posteriormente caracterizados por  Alonso e Gallego (2002), existem quatro (4) estilos de aprendizagem:

Ativo (demonstram apetência e entusiasmo para novas experiências);
Reflexivo (observam a experiência de diferentes pontos de vista);
Teórico (adaptam-se e tendo sempre presente as teorias lógicas e complexas);
Pragmático (aplicam as ideias, salientando o que de positivo delas advém);

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         <pubDate>2019-04-23 21:34:19 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Ribeiro - Estilos de Aprendizagem</title>
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         <description><![CDATA[<div>Alonso e Gallego (2002) definem os estilos de aprendizagem como traços cognitivos, fisiológicos e afetivos, que servem como indicadores relativamente estáveis de como o aluno entende, interage e responde aos ambientes de aprendizagem. <br><br></div><div>Logo, os estilos de aprendizagem são compreendidos como a forma que os indivíduos aprendem. Cada sujeito tem uma forma de assimilar um novo conhecimento e entender estes estilos contribui significativamente no processo de ensino-aprendizagem.<br><br></div><div>Conforme Alonso e Gallego (2002), existem quatro estilos definidos: <br><br></div><div>Ativo: valoriza dados da experiência, entusiasma-se com tarefas novas e é muito ágil, Suas características são: animador, improvisador, descobridor, que se arrisca,  espontâneo.<br><br></div><div>Reflexivo: atualiza dados, estuda, reflete e analisa. Suas    principais características são: ponderado, consciente,          receptivo, analítico e exaustivo.<br><br></div><div>Teórico: é lógico, estabelece teorias, princípios, modelos, busca a estrutura, sintetiza. Se caracterizam pela  racionalidade       e objetividade, se distanciado do subjetivo  e         do ambíguo; para eles se é lógico é bom. <br><br></div><div>Pragmático: aplica a idéia e faz experimentos. Suas principais características são: experimentador, prático, direto, eficaz e realista.<br><br></div><div>Pensar no estilo de cada aluno auxilia o docente a direcionar o seu trabalho e identificar potencialidades, bem como integrar os alunos, de acordo com as semelhança e diferenças dos seus estilos, buscando que um complemente o outro. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-23 22:02:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rozario - Sobre os estilos de aprendizagem?</title>
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         <description><![CDATA[<div>Partimos das reflexões apresentadas por Alonso, Gallego e Honey (2002), que apresentam os estilos de aprendizagem como sendo formas individuais com que cada sujeito aprende melhor. Os estilos de aprendizagens levam em consideração as preferências e tendências de uma pessoa, que influenciam em sua maneira de apreender um conteúdo. Isso indica que cada indivíduo tem um ritmo próprio e uma forma diferente de aprender.</div><div>Conforme Alonso, Gallego e Honey (2002), existem quatro estilos de aprendizagem já bem definidos: o ativo, o reflexivo, o teórico e o pragmático.<br>No <strong>estilo ativo</strong>, predomina o gosto pelas novas experiências, o pensamento aberto, o entusiasmo por novas tarefas; desafios de viver o aqui e o agora. <br>No <strong>estilo reflexivo</strong>, as pessoas gostam de considerar a experiência e observá-la desde diferentes perspectivas; reunir dados, analisando-os com detalhamento antes de chegar a uma conclusão. <br>No <strong>estilo teórico</strong>, predomina o gosto por teses dentro de teorias lógicas e complexas. As pessoas onde este estilo predomina enfocam problemas de forma vertical, por etapas lógicas. Tendem a ser perfeccionistas; integram o que fazem em teorias coerentes; analisam e sintetizam; são profundos. Buscam a racionalidade e a objetividade; distanciam-se do subjetivo e do ambíguo. <br>No <strong>estilo pragmático</strong>, predomina o gosto pela aplicação das ideias na prática; da visão positiva das ideias novas, colocando-as em prática sempre que possível. As pessoas onde este estilo predomina gostam de atuar rapidamente e com seguridade com aquelas ideias e projetos que os atraem. Tendem a ser impacientes quando existem pessoas que teorizam. São realistas quando têm que tomar uma decisão e resolvê-la. Sua filosofia é “sempre se pode fazer melhor” e “se funciona significa que é bom”. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-24 20:28:54 UTC</pubDate>
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         <title>Rozario - Principais teorias</title>
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         <description><![CDATA[<div>Além de Alonso, Gallego e Honey (2002) que compreendem os estilos como características cognitivas, afetivas e fisiológicas que servem como indicadores de como os estudantes aprendem, vários outros autores também pesquisaram os estilos de aprendizagem. <br>A partir dos estudos Kolb (1981), Honey e Munford (1988 apud ALONSO; GALEGO; HONEY, 2002) criaram um questionário de estilos de aprendizagem que se diferenciou do de Kolb. Em 1982, Catalina Alonso adaptou as teorias de Honey e Munford trazendo-as para o campo educacional, uma vez que a teoria dos estilos de aprendizagem era trabalhada na perspectiva da psicologia. Junto com Honey, Alonso criou o questionário Honey-Alonso de estilos de aprendizagem (CHAEA). Este instrumento permite diagnosticar os estilos preferenciais de cada aluno, assim como desenvolver os estilos não predominantes para ampliar as capacidades dos indivíduos para a aprendizagem em distintas situações e contextos (ALONSO; GALLEGO; HONEY, 2002). Por sua vez, com base na teoria dos estilos de aprendizagem de Honey e Alonso, Barros (2011a) desenvolveu o questionário dos estilos de uso do espaço virtual (CEUEV) e suas referências. Para a autora, “o virtual influencia decisivamente em cada um dos estilos de aprendizagem e promove mudanças determinantes na forma de aprender” (p. 89-90).<br>Barros (2014 b) discute referenciais teóricos e práticos, buscando entender a aprendizagem no espaço virtual, os caminhos que a inteligência utiliza na interação com as tecnologias e suas consequências. O computador e o espaço virtual criam um ambiente favorável à aprendizagem, potencializando-a, pois, além de permitirem o armazenamento de um volume muito grande de informações, permitem o acesso rápido às informações. Assim, a autora tenta compreender as novas lógicas que interferem nas formas de aprender no espaço virtual e como a forma de pensar dos diversos estilos de aprendizagem utiliza o virtual. <br>Os estilos de aprendizagem estão relacionados com as formas de ação e pensamento dos sujeitos, diante de uma situação problema. Essas formas de agir e pensar ocorrem tanto no espaço físico como no virtual. Ou seja, “Essa teoria nos possibilita ampliar o que consideramos como formas de aprender de acordo com as competências e habilidades pessoais” (BARROS, 2015a, p. 54). <br>Com base na teoria dos estilos de aprendizagem, a autora desenvolveu o questionário dos estilos de uso do espaço virtual (CEUEV) e suas referências.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-24 20:47:49 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Ribeiro - Principais teorias dos estilos de aprendizagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>David Kolb – defende a teoria que cada indivíduo enfoca a aprendizagem de uma forma peculiar fruto da herança, experiências anteriores e exigências atuais do ambiente em que se move.  Os estilos apontados por ele são: o acomodador (cujo ponto forte é a execução, a experimentação), o divergente (cujo ponto forte é a imaginação, que confronta as situações desde múltiplas perspetivas), o assimilador (que se baseia na criação de modelos teóricos e cujo raciocínio indutivo é a sua ferramenta de trabalho) e o convergente (cujo ponto forte é a aplicação prática das idéias).</div><div> </div><div>Honey e Mumford – a partir da teoria de Kolb, elaboraram um questionário, no qual fosse possível identificar os estilos de aprendizagem, detalhando mais a descrição de cada estilo, e com o intuito de direcioná-los, porem sem limitá-los.</div><div> </div><div>Rita Dunn e Shirley Griggs: destacam um modelo de estilos de aprendizagem pautando-se em cinco fatores que afetam os alunos: o entorno em que vivem, as emoções, a conduta social, as características fisiológicas e a forma de utilizar a informação.</div><div> </div><div>Guild e Garger - descreveram que os estilos devem ter as características de neutralidade, estabilidade e que não são absolutos. Explicaram também o conceito de estilos através dos comportamentos das pessoas e das raízes das ações considerando diversas formas básicas, na qual se interage com a situação, com uma pessoa, com a informação ou com as ideias de Garcia Cue. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-25 16:36:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[o absolutos. Explicaram também o conceito de estilos através dos comportamentos das p]]></description>
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         <pubDate>2019-05-31 10:44:17 UTC</pubDate>
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         <title>Etilos e Teorias - Marcella Lima ( parte 1)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><mark>Estilos de aprendizagem</mark>:<br><br><strong>VAC</strong> - por  Fernald, Keller e Orton - <strong>Visual</strong> - a partir da visualização das imagens é possível estabelecer relações entre ideias e abstrair conceitos.<br><strong>Auditivo</strong> - tem maior habilidade com estímulos recebidos pela palavra falada, sons e ruídos, organizando melhor suas ideias assim.<br><strong>Cinestésio</strong> -  Possuem maior facilidade em conhecer, interpretar e diferenciar os estímulos recebidos pelo movimento corporal.<br>Existe também o<strong> VARK </strong>por  Fleming e Bonwell.<br><strong>Visual</strong> - gráficos, trabelas e mapas mentais.<br><strong>Auditivo</strong> - Palestras, músicas e podcasts.<br><strong>Leitura e Escrita </strong>- Vai além do visual, livros, artigos e textos.<br><strong>Cinestésio</strong> - Dinâmico, demostrativo e com métodos lúdicos.<br><br>Para Kolb temos  mais 4 estilos diferentes:<br><strong>Adaptadores ou acomodadores</strong> - Tentativa e erro, aprendem com atitudes práticas.<br><strong>Assimiladores</strong> - Preferem a teoria do que a prática, não são muito sociáveis.<br><strong>Divergentes</strong> - pessoas com criatividade e imaginação, gostam de trabalhar em grupo.<br><strong>Convergentes </strong>- Facilidade com a aplicação prática das ideias, mas podem se perder quando há muitas opções.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-02 16:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>Estilos e teorias - Marcella lima ( parte 2)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><mark>Teorias de aprendizagem: <br><br></mark><strong>Behaviorismo (comportamental )</strong> - Pavlov, Watson e Frederic Skiiner - aprendizagem independe da pessoa. O comportamento é um sistema de estimulo, resposta e recompensa. Etapas :<br>. Identificação do problema<br>. Questionamentos<br>. Hipóteses<br>. Escolhas<br>. Verificações<br>. Generalização ( o cérebro utilizará ao identificar problemas futuros semelhantes)<br><strong>Cognitivismo</strong> - Capacidade de aprender algo novo depende de conhecimentos prévios.<br><strong>Construtivismo</strong> -  com base nos estudos de Piaget - Individuo aprende da interação que ele tem com o meio. em crianças divida nas seguintes etapas:<br>. Sensório - motor (0 à 2 anos)- representam o mundo da criança 9 dormir, chorar, chupar o dedo...).<br> . Pré - operatório ( 2 à 7 anos)- criança lida com imagens concretas.<br>Operações concretas (7 à 11 anos)- Crianças são capazes de efetuar operações lógicas.<br> . Operações formais ( a partir de 11 anos)- Crianças efetuam operações com mais de uma variável.<br><strong>Interacionismo</strong> - Por Vygotsky - O próprio movimento de aprender e buscar conhecimento que irá gerar a aprendizagem efetiva.<br><br>Nos anos 90, Howard Gardner, desenvolve o conceito de inteligências múltiplas. O ser humano é dotado de várias inteligências diferentes e complementares.<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-02 17:08:34 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Conceição - Estilos de aprendizagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para <em>Alonso</em>, <em>Gallego</em> e <em>Honey</em> existem <strong><mark>quatro</mark></strong><mark> </mark><strong><mark>estilos de aprendizagem</mark></strong>: <br><br></div><div><strong><mark>O activo:</mark></strong> São pessoas que gostam de aprender, tem uma mente aberta e ágil, gostam de novas experiências e novas tarefas. São criativos e competitivos, inovadores e voluntariosos, geram novas ideias. Gostam de desafios mas não gostam de grandes prazos.<br><br></div><div><strong><mark>O reflexivo:</mark></strong> Estuda, reflecte e analisa ao detalhe antes de chegar a uma conclusão. Gostam de ver a experiência de várias perspectivas. São prudentes, ponderados, pacientes e gostam de observar os outros e considerar todas as alternativas possíveis antes de realizar algo. <br><br></div><div><strong><mark>O teórico:</mark></strong> É lógico, racional, disciplinado, gosta das teorias e de estruturar, de modelos. Tendem a ser perfeccionistas, atacam os problemas por etapas lógicas. Racionais e objectivos não tem lugar para o ambíguo<br><br></div><div><strong><mark>O pragmático:</mark></strong> Aplicam na prática as ideias, experimentam-nas. São realistas na tomada de decisão, actuam rapidamente e com segurança. Tendem a ser impacientes perante os teóricos. Práticos, directos, eficazes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-27 15:11:00 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Conceição</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Se ler-mos atentamente o texto apresentado, podemos concluir que várias são as teorias, modelos e estilos de aprendizagem.<br><br></div><div>Para Gegorc os estilos de aprendizagem são os comportamentos distintos, indicadores de como uma pessoa aprende e se adapta ao ambiente.<br><br></div><div>Segundo Butler os estilos são a forma como as pessoas usam as suas qualidades para processar a informação da maneira mais fácil e efectiva.<br><br></div><div>Smith define como, os modos característicos como processa a informação e como se comporta perante a aprendizagem.<br><br></div><div>Já Keefe “os traços cognitivos, afetivos e fisiológicos que servem como indicadores, relativamente estáveis, de como os discentes percebem, inter-relacionam e respondem a seus ambientes de aprendizagem.”<br><br></div><div>Kolb algumas capacidades na aprendizagem são consequência das experiencias, do ambiente e até de factores hereditários. Apresenta quatro etapas: a experiencia concreta, a observação reflexiva, a conceitualização abstrata e a experimentação activa.<br><br></div><div>Com base nos estudos de Keefe, Alonso, Gallego e Honey, os estilos “os estilos de aprendizagem referem-se a preferências e tendências altamente individualizadas de uma pessoa, que influenciam em sua maneira de apreender um conteúdo.”. Existem quatro estilos: activo, reflexivo, teórico e pragmático. Também com base em Kolb, Honey e Mumford elaboraram um questionário, diferenciando-se do mesmo em dois aspectos; os estilos são mais detalhados e baseiam-se na acção e as respostas são apenas um ponto de partida.<br><br></div><div>Alargando um pouco o espectro do texto, podemos encontrar as teorias comportamentalistas de Pavlov, Watson,etc., cognitivistas de Piaget ou as humanistas de Maslow. <br><br></div><div>Poderemos incluir, ainda, a importância de Jung na teoria dos tipos de personalidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 16:40:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-30 12:15:15 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-30 12:21:31 UTC</pubDate>
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         <title>Percepções</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Todo material que esta em divulgação nesta plataforma é de muita qualidade e enriquecimento.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-10-02 10:39:43 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões</title>
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         <description><![CDATA[<div>A importância de conhecermos os estilos de aprendizagem vai além da nossa vivencia em sala de aula, mas nos auxilia também nas relações interpessoais e na nossa própria maneira de aprendermos. <br>Conhecer os nossos estilos de aprendizagem é aperfeiçoar-nos naquele que temos mais afinidade e isso nos faz absorver melhor o que nos esta sendo ensinado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-25 08:36:02 UTC</pubDate>
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         <title>Impressões e Reflexões - estilos de aprendizagens</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Entende-se que não há um conceito único de estilos de aprendizagem. Este depende dos fatores de vida dos indivíduos.<br>São 04 estilos de aprendizagem: Ativo, Reflexivo, Teórico e Pragmático, conforme Alonso,	Gallego	e	Honey	(2002). Estes estilos se destacam mediante bases cognitivas (dependência-independência de campo, conceituação e categoria, dimensão reflexiva impulsiva, modalidades sensoriais, afetivas e fisiológicas.).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-26 16:44:34 UTC</pubDate>
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         <title>Principais teorias e classificações</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Kolb - o	ciclo	de	aprendizagem	se	organiza	pela	experiência	concreta,	passando	pela	observação	reflexiva,	pela	conceitualização	abstrata	e,	por	fim,	pela	experimentação	ativa.<br>Honey e mumford - se	diferenciou	de	Kolb	em	dois	aspetos:	as	descrições	dos	estilos são	mais	detalhadas	e	se	baseiam	na	ação	dos	diretivos	</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-26 16:52:19 UTC</pubDate>
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         <title>Estilos de aprendizagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os estilos de aprendizagem podem ser classificados de várias maneiras, de acordo com a teoria, mas em geral podem ser classificados em cinco grandes tipos, que são: <br>-o de representação visual;<br>- o sistema auditivo;<br>- o sistema cinestésico;<br>-o sistema de leitura/escrita;<br>- o sistema multimodal.  <br><br>As principais teorias dos estilos de aprendizagem são:<br>-Teoria do comportamento;<br>-Teoria cognitiva;<br>-Teoria humanista;<br>-Teoria da aprendizagem social;<br>-Teoria da aprendizagem significativa.<br><br>Os estilos de aprendizagem, de acordo com Catalina Alonso, podem ser divididos de acordo com as características pessoais, que são: estilo ativo, estilo reflexivo, estilo teórico e estilo pragmático. Já os teóricos Felder e Silverman classificam os estilos de aprendizado em diferentes dimensões; que podem ser: sensorial, intuitivo, visuais, verbal, ativos, reflexivo, sequencial e global. E nas teorias de Kohlber, os estilos de aprendizagem podem ser classificados como estilo: competitivo, evasivo, colaborativo, dependente e independente.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-01-21 18:12:27 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda postagem: análise e reflexões</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/434183871</link>
         <description><![CDATA[<div>Estilos de aprendizagem num primeiro momento parece ser algo simples, mas na verdade é um tema carregado de ideologias, cada teórico defende suas ideias e assim podemos perceber que estes não têm entre si teorias que se opõe mas sim que se complementam. Se de um lado Catalina Alonso defende que os estilos de aprendizagem podem ser divididos em características pessoais, de outro, Kohlber defende que os estilos podem ser classificados de acordo com a interação social do indivíduo. Essas duas teorias e classificações, portanto, não se opõe, mas se complementam.<br> E na minha opinião este é um assunto vasto, que pode ser bastante explorado, a fim de que conheçamos cada vez melhor os estilos de aprendizagem e de que estejamos melhor preparados ao lidar com alunos dos mais variados modos de se aprender os conteúdos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-01-21 18:46:08 UTC</pubDate>
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         <title>Estilos de Aprendizagem - Graça Reis</title>
         <author>gracareis_2</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/682600166</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Alonso, Gallego e Honey (tendo por base os estudos de Keefe), os estilos de aprendizagem são traços cognitivos, afetivos e fisiológicos que indicam como os(as) alunos(as) percebem, interagem e respondem à aprendizagem. </div><div>Os autores definiram quatro estilos:</div><div>i)                    Estilo ativo – os(as) alunos(as) gostam de tarefas novas, são espontâneos, criativos, conversadores, aventureiros na aprendizagem;</div><div>ii)                   Estilo reflexivo – os(as) alunos(as) analisam todas as alternativas, mostrando-se prudentes, observadores, estudiosos e pacientes;</div><div>iii)                 Estilo teórico – são perfecionistas, racionais, objetivos, sintéticos e lógicos;</div><div>iv)                 Estilo pragmático – os(as) alunos(as) gostam de experimentar as ideias, são realistas, impacientes, atuam rapidamente, decididos.</div><div>Torna-se importante conhecer os estilos de aprendizagem para ajudar os(as) alunos(as), mas há que os analisar, também, sob a perspetiva dos estilos cognitivos (que, de acordo com  Merrian, são “consistências no processamento de informação, maneiras típicas de perceber, recordar, pensar e resolver problemas”):</div><div>i)                    Dependência-independência - os(as) alunos(as) dependentes precisam de uma orientação externa e, por isso, preferem resolver os problemas em grupo. Os independentes preferem resolvê-los sozinhos;</div><div>ii)                   Conceituação e categoria – a informação é interpretada de forma teórica e lógica;</div><div>iii)                 Dimensão reflexiva e impulsiva – os(as) alunos(as) analisam as várias respostas/soluções e atuam de forma rápida;</div><div>iv)                 Modalidades sensoriais – apesar de os(as) alunos(as) utilizarem os vários sentidos, um deles desenvolve-se mais, interferindo, muitas vezes, no processo de aprendizagem;</div><div>v)                   Fatores afetivos – a motivação, as relações interpessoais dos(as) alunos(as) podem interferir, positiva ou negativamente, na aprendizagem;</div><div>Fatores fisiológicos – a aprendizagem pode ser condicionada pelas condições físicas dos(as) alunos(as). </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-17 12:58:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/682600166</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Teorias/Instrumentos/Modelos dos Estilos de Aprendizagem - Graça Reis</title>
         <author>gracareis_2</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/682602311</link>
         <description><![CDATA[<div>Vários foram os teóricos que se debruçaram sobre os estilos de aprendizagem, destacando-se os seguintes:</div><div><strong>David Kolb</strong> – explica que cada pessoa tem uma forma única de aprender, como resultado da hereditariedade, das experiências tidas e do ambiente em que se move, reconhecendo cinco energias que regulam os estilos de aprendizagem: a de tipo psicológico, a especialidade de formação elegida, a carreira profissional, o trabalho atual e a capacidade de adaptação. </div><div>Kolb afirma que a aprendizagem só se torna eficaz quando observa quatro etapas: </div><div>·         experiência concreta, quando se faz algo; </div><div>·         a observação reflexiva, quando se analisa e pondera; </div><div>·         a conceitualização abstrata, quando se compara as teorias depois da análise; </div><div>·         a experimentação ativa, que permite contrastar o resultado da aprendizagem com a realidade. </div><div>Tendo por base estas etapas, definiu os estilos de aprendizagem e criou um questionário para os identificar: </div><div>• o acomodador – o seu forte é a execução, a experimentação; </div><div>• o divergente – o ponto forte é a imaginação, que confronta as situações desde múltiplas perspetivas; </div><div>• o assimilador – apoia-se na criação de modelos teóricos e no raciocínio indutivo; </div><div>• o convergente – o seu forte é a aplicação prática das ideias. </div><div>Destacou o seguinte ciclo de aprendizagem: experiência concreta – observação reflexiva – conceitualização abstrata – experimentação ativa.</div><div><strong>Rita e Kennedy Dunn</strong> - identificaram alguns elementos que influenciavam a aprendizagem dos(as) alunos(as) de forma positiva ou negativa: </div><div>• as necessidades imediatas: som, luz, temperatura, desenho, forma do meio; </div><div>• a própria emoção: motivação, persistência responsabilidade, estrutura; </div><div>• as necessidades sociológicas de trabalho pessoal: com namorados, com companheiros, com um pequeno grupo, com outros adultos; </div><div>• as necessidades físicas de alimentação, tempo, mobilidade, perceção;</div><div>• as necessidades psicológicas analítico-globais, reflexivas impulsivas, dominância cerebral (hemisfério direito ou esquerdo). </div><div><strong>Gregorc Anthony</strong> – identificou quatro diferentes tipos de estilos: concreto sequencial, abstrato sequencial, abstrato aleatório e concreto aleatório. </div><div><strong>Juch</strong> - após utilizar o questionário de Kolb, renomeou os estilos e elaborou o seu próprio questionário: </div><div>·         experiência concreta, para perceber; </div><div>·         a observação reflexiva, para pensar; </div><div>·         a conceituação abstrata para planejar;</div><div>·         a experimentação ativa, para fazer. </div><div> </div><div><strong>Honey e Mumford</strong> – tendo por base as ideias e análises de Kolb, criaram um questionário no qual se destacou um estilo de aprendizagem que se distinguiu de Kolb em dois aspetos: as descrições dos estilos são mais detalhadas e as respostas do questionário são um ponto de partida e não um fim, ou seja, são um ponto de diagnóstico, tratamento e melhoria. </div><div><strong>Rita Dunn e Shirley Griggs</strong> - destacam cinco factos que afetam os(as) alunos(as): o ambiente em que vivem, as emoções, as relações interpessoais, as características fisiológicas e a forma de utilizar a informação. </div><div><strong>Keefe</strong> - os estilos de aprendizagem são “os traços cognitivos, afetivos e fisiológicos que servem como indicadores, relativamente estáveis, de como os discentes percebem, inter-relacionam e respondem a seus ambientes de aprendizagem.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-17 12:59:41 UTC</pubDate>
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         <title>Implicações Pedagógicas - Graça Reis</title>
         <author>gracareis_2</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/682604349</link>
         <description><![CDATA[<div>Vários foram os teóricos que se debruçaram sobre os estilos de aprendizagem, destacando-se os seguintes:</div><div><strong>David Kolb</strong> – explica que cada pessoa tem uma forma única de aprender, como resultado da hereditariedade, das experiências tidas e do ambiente em que se move, reconhecendo cinco energias que regulam os estilos de aprendizagem: a de tipo psicológico, a especialidade de formação elegida, a carreira profissional, o trabalho atual e a capacidade de adaptação. </div><div>Kolb afirma que a aprendizagem só se torna eficaz quando observa quatro etapas: </div><div>·         experiência concreta, quando se faz algo; </div><div>·         a observação reflexiva, quando se analisa e pondera; </div><div>·         a conceitualização abstrata, quando se compara as teorias depois da análise; </div><div>·         a experimentação ativa, que permite contrastar o resultado da aprendizagem com a realidade. </div><div>Tendo por base estas etapas, definiu os estilos de aprendizagem e criou um questionário para os identificar: </div><div>• o acomodador – o seu forte é a execução, a experimentação; </div><div>• o divergente – o ponto forte é a imaginação, que confronta as situações desde múltiplas perspetivas; </div><div>• o assimilador – apoia-se na criação de modelos teóricos e no raciocínio indutivo; </div><div>• o convergente – o seu forte é a aplicação prática das ideias. </div><div>Destacou o seguinte ciclo de aprendizagem: experiência concreta – observação reflexiva – conceitualização abstrata – experimentação ativa.</div><div><strong>Rita e Kennedy Dunn</strong> - identificaram alguns elementos que influenciavam a aprendizagem dos(as) alunos(as) de forma positiva ou negativa: </div><div>• as necessidades imediatas: som, luz, temperatura, desenho, forma do meio; </div><div>• a própria emoção: motivação, persistência responsabilidade, estrutura; </div><div>• as necessidades sociológicas de trabalho pessoal: com namorados, com companheiros, com um pequeno grupo, com outros adultos; </div><div>• as necessidades físicas de alimentação, tempo, mobilidade, perceção;</div><div>• as necessidades psicológicas analítico-globais, reflexivas impulsivas, dominância cerebral (hemisfério direito ou esquerdo). </div><div><strong>Gregorc Anthony</strong> – identificou quatro diferentes tipos de estilos: concreto sequencial, abstrato sequencial, abstrato aleatório e concreto aleatório. </div><div><strong>Juch</strong> - após utilizar o questionário de Kolb, renomeou os estilos e elaborou o seu próprio questionário: </div><div>·         experiência concreta, para perceber; </div><div>·         a observação reflexiva, para pensar; </div><div>·         a conceituação abstrata para planejar;</div><div>·         a experimentação ativa, para fazer. </div><div> </div><div><strong>Honey e Mumford</strong> – tendo por base as ideias e análises de Kolb, criaram um questionário no qual se destacou um estilo de aprendizagem que se distinguiu de Kolb em dois aspetos: as descrições dos estilos são mais detalhadas e as respostas do questionário são um ponto de partida e não um fim, ou seja, são um ponto de diagnóstico, tratamento e melhoria. </div><div><strong>Rita Dunn e Shirley Griggs</strong> - destacam cinco factos que afetam os(as) alunos(as): o ambiente em que vivem, as emoções, as relações interpessoais, as características fisiológicas e a forma de utilizar a informação. </div><div><strong>Keefe</strong> - os estilos de aprendizagem são “os traços cognitivos, afetivos e fisiológicos que servem como indicadores, relativamente estáveis, de como os discentes percebem, inter-relacionam e respondem a seus ambientes de aprendizagem.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-17 13:00:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Patrícia Ervilha</title>
         <author>patriciaervilha</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/693409528</link>
         <description><![CDATA[<div>Os estilos de aprendizagem virtual.<br>Através do trabalho de Kolb, identificamos as formas como o aprendente virtual experiência a aprendizagem. Então e de forma resumida, o aprendente virtual aprende pela experiência, quando faz;  pela observação reflexiva, ao analisar e refletir; através da conceptualização abstracta, quando compara teorias; e através da experimentação ativa que procura a comparação com a realidade.</div><div>Temos então:</div><div>• o acomodador  </div><div>• o divergente </div><div>• o assimilador  </div><div>• o convergente <br>O importante, enquanto pedagogos é também nos realizamos a nossa própria apropriação das teorias e enquadrá-las nas nossas práticas. <br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/8jlJQK8UOJ0" />
         <pubDate>2020-08-23 16:18:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Patrícia Ervilha - reflexão depois da teoria</title>
         <author>patriciaervilha</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/693413860</link>
         <description><![CDATA[<div>O reconhecimento dos estilos de aprendizagem virtual e a apropriação das teorias e conceitos, devem permitir ao facilitador a tomada de consciência da multiplicidade de focos de atenção que deve ter no momento prévio à realização do seu ID.<br>Os grandes fundamentos da pegogia e da didática são novamente centrais nas abordagens ao ensino virtual e é aqui que todos devemos procurar o caminho para o facilitador virtual com sucesso. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 16:26:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lara Lopes _ Definições e Teorias dos Estilos de Aprendizagem: encontrar uma visão entre a multiplicidade.   Ao iniciarmos o estudo deste tema, uma primeira ideia simples é o ponto de partida: as pessoas aprendem de formas e a ritmos diferentes, ou seja, o reconhecimento da existência de diferentes maneiras de ensinar e aprender. É uma ideia já com algumas décadas, reconhecida não só na área da educação, mas também em outras, como é o caso da Gestão de Recursos Humanos. De seguida, procuramos uma definição de estilos de aprendizagem: afinal, o que são essas diferentes formas de aprender? A esta pergunta encontramos várias respostas, algumas que privilegiam aspetos endógenos dos indivíduos, enquanto outras reforçam a influência de fatores exógenos. A maioria dos autores concorda que a forma como a mente processa a informação é influenciada pelas perceções dos indivíduos. A definição que Alonso e Gallego defendem como uma das mais ajustadas é a de Keefe (1982): “traços cognitivos, afetivos e fisiológicos que servem de indicadores relativamente estáveis de como os indivíduos percebem, interagem e respondem nos ambientes de aprendizagem”. Entre a multiplicidade de definições, as diferenças também consideram diferentes grupos: Rita e Dunn propõem uma definição mais ajustada a alunos do ensino básico e secundário, destacando a influência dos elementos exteriores nas situações de aprendizagem dos alunos; já Kolb, foca-se no diagnóstico dos estilos de aprendizagem em adultos, reforçando a aprendizagem através da experiência; Honey e Mumford, partindo das ideias de Kolb, pensaram os estilos de aprendizagem para o meio empresarial, diferenciando-se dos autores precedentes pelo sentido de melhoria que inculcam ao diagnóstico dos estilos de aprendizagem. Como podemos diagnosticar os estilos de aprendizagem destes diferentes grupos? Uma vez mais, a resposta é múltipla, existindo diversos instrumentos, associados às diferentes perspetivas dos autores. Para o público adulto, destaca-se CHAEA (1992), Questionário de Honey-Alonso de Estilos de Aprendizagem. Última, e mais complexa questão: quais são, afinal os estilos de aprendizagem? Em que consistem? As respostas são várias, mas podem ser complementares entre si. Para Kolb (1976), a aprendizagem é um ciclo que se processa em quatro etapas – a experiência concreta, a observação reflexiva, a conceptualização abstrata e a experiência ativa -, a partir das quais define quatro estilos de aprendizagem: acomodador, divergente, assimilador e convergente. Para Juch (1987), o ciclo da aprendizagem também obedece a quatro etapas, equivalentes às de Kolb: perceber (a experiência concreta), pensar (a observação reflexiva), planear (a conceptualização abstrata) e fazer (a experimentação ativa). Em 1988, Honey e Mumford adaptaram as teorias de Kolb ao mundo empresarial e definiram quatro facetas da aprendizagem, correspondentes aos estilos de aprendizagem, que podem e devem ser melhoradas: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.  A partir de 1991, Alonso e Gallego aplicam as teorias de Honey e Mumford à educação e usam os mesmos quatro estilos de aprendizagem: o estilo ativo valoriza a experiência, a novidade e o trabalho em equipa; o estilo reflexivo, valoriza a recolha de dados, a análise e a ponderação de diferentes perspetivas; o estilo teórico valoriza teorias, modelos lógicos e sínteses; o estilo pragmático valoriza a aplicação prática das ideias. A cada estilo de aprendizagem correspondem diferentes características de personalidade: por exemplo, o indivíduo do estilo ativo tende a ser mais espontâneo e participativo, já o indivíduo do estilo reflexivo é observador e paciente, o indivíduo do estilo teórico é metódico e perfecionista, e o indivíduo do estilo pragmático é prático e concreto. Naturalmente, cada pessoa pode reunir características de diferentes estilos e procurar desenvolver, se disso tiver consciência (daí a importância do diagnóstico dos estilos de aprendizagem) características de estilos menos predominantes na sua forma de aprender, procurando construir conhecimento de uma forma mais completa e equilibrada. De referir uma última teoria, do autor Fleming (1992), que propõe que a aprendizagem ocorre por meio de cinco habilidades: auditiva, visual, cinestésica, leitura e escrita e multimodal (duas ou mais habilidades).À partida, parece confusa a diversidade de teorias de estilos de aprendizagem, mas se as estudarmos poderemos perceber a sua complementaridade e, acima de tudo, a importância de refletir sobre os nossos próprios estilos de aprender para potenciar a construção do conhecimento. No caso de sermos professores, é fundamental a integração do diagnóstico dos estilos de aprendizagem e a sua aplicação na prática docente, através de metodologias plurais, na aprendizagem dos alunos, pois a capacidade de “aprender a aprender” é a mais importante competência para o século XXI. Referências:Gil e Garcia (2012), Los Estilos de Aprendizaje como una estratégia pedagógica del siglo XXI, RESEI – Revista Eletrónica de Socioeconomia, Estadística e Informática, vol.1 – nº1.http://www.escoladigital.professor.pr.gov.br/estilos_aprendizagem (consultado em 20/08/2020)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/693531103</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 20:12:15 UTC</pubDate>
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         <title>Lara Lopes _ Os Estilos de Aprendizagem ao longo da vida – capacidade de adaptação e reconversão.  Segundo o Secretário de Estado da Educação João Costa, o maior desafio que o ensino hoje enfrenta é o de ter de preparar os alunos para “empregos que ainda não foram criados, tecnologias que ainda não foram inventadas, problemas que ainda não foram antecipados.” (Jornal Público, 16.02.2018)A educação no século XXI tem o desafio de preparar os alunos para profissões por inventar e desafios que ainda não foram colocados, sobretudo associados à permanente e imprevisível evolução tecnológica e aos seus impactos na vida social global. Nesta perspetiva, mais importante do que conteúdos programáticos, que poderão nem sequer ter utilização significativa em contextos futuros, é a capacidade de “aprender a aprender” – ou learnability, o termo usado pelos especialistas em Recursos Humanos. Para desenvolver esta competência, a teoria dos Estilos de Aprendizagem é uma estratégia pedagógica fundamental, pois se conhecermos as nossas formas preferenciais de aprender e construir conhecimento maior será o nosso potencial de aprendizagem. No passado, muitos pessoas desempenhavam a mesma profissão, executando as mesmas tarefas, durante décadas. Hoje, a probabilidade que tal aconteça é reduzida. Na verdade, ao longo da vida, quer mantenhamos a profissão, quer tenhamos de desempenhar diferentes profissões, a capacidade de aprender é fundamental para a adaptação a uma realidade social e profissional em constante mutação. Em muitos casos, a reconversão profissional é já uma necessidade e, certamente que, aqueles que conseguem ser melhor sucedidos são aqueles que possuem maior capacidade de aprendizagem. Na escolha de uma profissão, a teoria dos Estilos de Aprendizagem é um bom instrumento pois muitas das características preferidas pelos sujeitos em ambiente de aprendizagem correspondem a características semelhantes em ambiente de trabalho. Por outro lado, também não podemos negar que o desempenho de determinada profissão pode modificar as nossas preferências de aprendizagem: alguém a que nunca tenha sido incentivado a um estilo de aprendizagem mais ativo ou pragmático pode, através do desempenho profissional, desenvolver competências de aprendizagem de acordo acom esses estilos e potenciar a sua capacidade de aprender.                    Concluindo, é muito importante o autodiagnóstico dos estilos de aprendizagem, cada pessoa perceber quais os estilos mais produtivos para a sua aprendizagem, mas também o contacto com diferentes estilos que poderão abrir novas perspetivas à construção do conhecimento e serem fundamentais para a capacidade de adaptação e reconversão num mundo em constante mudança.                          Referências:https://www.youtube.com/watch?v=hk0DOgpvluQ (consultado em 20/08/2020) </title>
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         <pubDate>2020-08-23 20:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>Lara Lopes _ Os estilos de aprendizagem no ensino presencial e no ensino online.  A evolução tecnológica e os desafios atuais, nomeadamente a expansão do ensino à distância (E@D), colocam novas reflexões no âmbito das teorias dos Estilos de Aprendizagem. No espaço virtual também se evidenciam diferenças nas formas de aprender, influenciadas pelas características próprias deste novo “espaço” que altera a comunicação, a interação e a construção do conhecimento. Desta forma, é fundamental, uma vez mais, o diagnóstico dos estilos de uso do espaço virtual com o objetivo de criar estratégias eficientes para o ensino e para a aprendizagem. Numa primeira análise, a tendência pode ser associar o estilo de aprendizagem presencial ao estilo de uso do espaço virtual e à aprendizagem online. Contudo, o contexto do espaço virtual - as opções que oferece e os ritmos que possibilita - é diferente e pode potenciar ou dificultar a aprendizagem, nos casos em que o acesso seja difícil ou não sejam criadas estratégias individualizadas e diversificadas, mediante um diagnóstico dos estilos de uso do espaço virtual. A recente experiência em Portugal de E@D, forçado pela pandemia de Covid19, deixou entrever estas diferenças, embora muito esteja ainda por explorar: vários foram os casos, vivenciados enquanto professora ou conhecidos através de relatos, de alunos que mudaram o seu aproveitamento e motivação durante este período em que o ensino foi realizado online. Para o professor, mudar e integrar os estilos de aprendizagem no contexto virtual é um desafio, no qual o diagnóstico é essencial para compreender as formas de uso do espaço virtual, quer por parte do próprio professor – as estratégias de ensino que cria, a interação que estabelece –, quer por parte dos alunos – como integram as tecnologias na aprendizagem, quais os recursos que facilitam o acesso aos conteúdos, de que formas processam e mobilizam essas informações, quais as estratégias que os motivam e a importância do feedback. Uma conclusão é certa: as formas de ensinar e aprender são e devem ser diferentes conforme o contexto, presencial ou online.    Para refletir, podemos ponderar o seguinte: no ensino presencial é maior a tendência para a passividade do aluno, estando o processo ainda centrado no professor, na maioria das situações? no ensino online é mais fácil focar o processo no aluno? no ensino presencial são incentivados estilos de aprendizagem reflexivos e/ou teóricos e no ensino online estilos ativos e/ou pragmáticos? Em ambas as modalidades, o professor tem a responsabilidade de definir as estratégias pedagógicas, promovendo a autonomia dos alunos e primando pela equidade, ou no ensino presencial a preocupação com essa competência é menor pois o professor interage de forma presencial com os alunos? no ensino online, os professores mantiveram as mesmas estratégias do ensino presencial? Muitas mais questões poderão ser colocadas, considerando uma complexidade de condicionantes como a idade dos alunos, a capacidade de acesso às tecnologias, o apoio familiar e/ou dos pares ou as competências digitais de professores e alunos. Todas as questões são relevantes no atual contexto, e o E@D pode ser uma opção, exclusiva ou mista com o ensino presencial, mas acima de tudo porque a capacidade de “aprender a aprender”, independentemente da idade, passará cada vez mais pela utilização das tecnologias e dos meios digitais.Referências:Barros, D. M. V. (2008), A Teoria dos Estilos de Aprendizagem: convergência com as tecnologias digitais, Revista SER: Saber, Educação e Reflexão, Agudos/SP., vol.1 – nº2.  Barros, D. M. V (2009). Estilos de uso do espaço virtual: como se aprende e se ensina no virtual?, Revista Interação, Vol.34. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 20:14:15 UTC</pubDate>
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         <title>Alicia Lopes - Estilos de Aprendizagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sigo a definição dos estilos de aprendizagem de Honey e Mumford (1988), que aproximaram teorias dos estilos ao campo educativo, e que depois foi seguida e aplicada por Alonso, Gallego e Honey (2002):<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>O estilo ativo<br></strong><br></div><div>- Valoriza novas experiências, entusiasma-se com tarefas novas e é muito ágil.<br><br></div><div>- são de mente aberta<br><br></div><div>- são pessoas do aqui e do agora<br><br></div><div>- Seus dias estão cheios de atividades: mal terminam uma atividade, já pensam em outra. <br><br></div><div>- Gostam dos desafios que supõem novas experiências e não gostam de grandes prazos. <br><br></div><div>- São pessoas de grupos, que se envolvem com os assuntos dos demais e centram ao seu redor todas as atividades. <br><br></div><div>- Principais características: animador, improvisador, descobridor, que se arrisca, espontâneo. <br><br></div><div>- Características secundárias são: criativo, aventureiro, renovador, inventor, vital, vive experiências, traz novidades, gera ideias, impetuoso, protagonista, chocante, inovador, conversador, líder, voluntarioso, divertido, participativo, competitivo, desejoso de aprender, solucionador de problemas e modificador.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>O estilo reflexivo<br></strong><br></div><div>- atualiza dados, estuda, reflete e analisa<br><br></div><div>- gostam de considerar a experiência e observá-la de diferentes ângulos; <br><br></div><div>- reúnem dados, analisando-os com detalhe antes de chegar a uma conclusão. <br><br></div><div>- Preferem agir com prudência: gostam de considerar todas as hipóteses antes de realizar algo. - Observam a atuação dos demais e criam ao seu redor um ar ligeiramente distante e condescendente.<br><br></div><div>- Principais características: ponderado, consciente, receptivo, analítico e exaustivo. <br><br></div><div>- Características secundárias são: observador, recompilador, paciente, cuidadoso, detalhista, elaborador de argumentos, previsor de alternativas, estudioso de comportamentos, pesquisador, registador de dados, assimilador, escritor de informes ou declarações, lento, distante, prudente, inquisidor.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>O estilo teórico:</strong> <br><br></div><div>- é lógico<br><br></div><div>- procuram estabelecer teorias, princípios, modelos, coerentes, lutando pela perfeição<br><br></div><div>-busca a estrutura, sintetiza;<br><br></div><div>- Estilo mais comum em pessoas que se adaptam e que integram teses dentro de teorias lógicas e complexas. <br><br></div><div>- Enfocam problemas de maneira vertical, por etapas lógicas, analisando e sintetizando-os.<br><br></div><div>- Principais características: racional, objetivo, lógico, analista<br><br></div><div>Suas características secundárias são: disciplinado, planejador, sistemático, ordenador, sintético, raciocina, pensador, relacionador, perfeccionista, generalizador, busca: hipóteses, modelos, perguntas, conceitos, finalidade clara, racionalidade, o porquê, sistemas de valores, de critérios; é inventor de procedimentos, explorador.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>O estilo pragmático:</strong> <br><br></div><div>- aplicam a ideia e faz experiências;<br><br></div><div>- Descobrem o aspeto positivo das novas ideias e aproveitam a primeira oportunidade para pô-las em prática;<br><br></div><div>- Gostam de atuar rapidamente e com seguridade com aquelas ideias e projetos que os atraem.<br><br></div><div>- Tendem a ser impacientes quando existem pessoas que teorizam. <br><br></div><div>- São realistas quando tem que tomar uma decisão e resolvê-la. <br><br></div><div>- Sua filosofia é “sempre se pode fazer melhor” e “se funciona significa que é bom”.<br><br></div><div>- Principais características: experimentador, prático, direto, eficaz e realista;<br><br></div><div>- Características secundárias: técnico, útil, rápido, decidido, planeador, positivo, concreto, objetivo, claro, seguro de si, organizador, atual, solucionador de problemas, aplicador do que aprendeu, planeja ações.<br><br><br>Resumo das características dos quatro estilos de aprendizagem:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-25 10:25:58 UTC</pubDate>
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         <title>Alicia Lopes - Teorias dos Estilos de Aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/1240340109</link>
         <description><![CDATA[<div>As teorias dos estilos de aprendizagem foram evoluindo ao longo dos tempos. Elas foram-se inspirando umas nas outras e aperfeiçoando.<br><br>Evoluímos de teorias definidas para rotular estilos de aprendizagem para teorias que procuram ser um ponto de partida e ferramenta para o sucesso na aprendizagem dos alunos. <br><br>Seguem-se as principais teorias:<br><br>Klein (1951)<br><br></div><div>- Dois estilos de aprendizagem: <br><br></div><div>                -  Os niveladores que assimilam os eventos novos com outros já armazenados;<br><br></div><div>                - Os Afiladores que acentuam os eventos percebidos e os tratam com relativa assimilação em relação aqueles já armazenados na memória.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Kolb (1976)<br><br></div><div>- Estudou a  repercussão dos estilos de aprendizagem na vida adulta das pessoas e explicou que cada sujeito enfoca a aprendizagem de uma forma peculiar, fruto da herança e experiências anteriores e exigências atuais do ambiente em que vive. <br><br></div><div>- Cinco condicionantes do estilo de aprendizagem:  condicionantes psicológicas, a especialidade de formação eleita, a carreira profissional, o trabalho atual e as capacidades de adaptação. <br><br></div><div>- Uma aprendizagem eficaz compreende quatro etapas: experiência concreta, observação<br><br></div><div>reflexiva, conceitualização abstrata e experimentação ativa.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Kolb (1981)<br><br></div><div>- Com base nos estudos anteriores, definiu quatro estilos de aprendizagem:<br><br></div><div>                - Acomodador: cujo ponto forte é a execução, a experimentação;<br><br></div><div>                - Divergente: cujo ponto forte é a imaginação, que confronta as situações a partir de múltiplas perspectivas;<br><br></div><div>                - Assimilador: que se baseia na criação de modelos teóricos e cujo raciocínio indutivo é a sua ferramenta de trabalho; <br><br></div><div>                - Convergente: cujo ponto forte é a aplicação prática das idéias.<br><br></div><div>- Para Kolb o ciclo de aprendizagem organiza-se pela experiência concreta, passando pela observação reflexiva, pela conceitualização abstrata e, por fim, pela experimentação ativa.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Rita e Kennedy Dunn (1978)<br><br></div><div>- A aprendizagem é influenciada por elementos alguns de forma positiva ou negativa, dependendo do estilo de aprendizagem de cada indivíduo. <br><br></div><div>- Esturturam esses estilos em um questionário, que abordou algumas variáveis que influenciam na maneira de aprender das pessoas:<br><br></div><div>                • as necessidades imediatas: som, luz, temperatura, desenho, forma do meio;<br><br></div><div>                • a própria emoção: motivação, persistência responsabilidade, estrutura;<br><br></div><div>                • as necessidades sociológicas de trabalho pessoal: com namorados, com companheiros, com um pequeno grupo, com outros adultos;<br><br></div><div>                • as necessidade físicas de alimentação, tempo, mobilidade, percepção; e<br><br></div><div>                • as necessidades psicológicas analítico globais, reflexivas impulsivas, dominância cerebral (hemisfério direito ou esquerdo).<br><br></div><div> <br><br></div><div>Messick (1984<br><br></div><div>- O estilo de aprendizagem é a característica marcante no processamento da informação,<br><br></div><div>desenvolvida de forma compatível com as tendências de personalidades subjacentes.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Bert Juch (1987)<br><br></div><div>- Desenvolveu com outros pesquisadores um processo denominado ciclo de aprendizagem em quatro etapas: fazer, perceber, pensar e planejar.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Honey e Mumford (1988)<br><br></div><div>- Investigaram sobre as teorias de Kolb e focaram-nas no mundo empresarial.<br><br></div><div>- Quatro estilos que respondem as quatro fases de um processo cíclico de aprendizagem: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Honey e Mumford (1991)<br><br></div><div>- Adaptou as teorias de Honey y Mumford ao campo educativo, realizando uma pesquisa nas<br><br></div><div>Universidades.<br><br></div><div>- Com Kolb (1981) e  Honey e Mumford (1988) como referência, elaboraram um questionário e destacaram um estilo de aprendizagem que se diferenciou de Kolb em dois aspectos: <br><br></div><div>                -  Descrições dos estilos mais detalhadas e se baseiam na ação dos diretivos; <br><br></div><div>                - As respostas do questionário são um ponto de partida e não um fim, isto é, são pontos de diagnóstico, tratamento e melhoria.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div>Honey e Alonso <br><br></div><div>- Com base no estudo da teoria anterior, desenvolveram um estudo de duas partes:<br><br></div><div>                - Na primeira centraram a problemática dos estilos de aprendizagem, dentro das teorias gerais de aprendizagem, analisando criticamente o instrumento. <br><br></div><div>                - Na segunda parte, realizaram um trabalho experimental, em que foram analisados os estilos de aprendizagem de uma amostra de 1371 alunos, de 25 Faculdades da Universidade Complutense e Politécnica de Madrid. O questionário (CHAEA) elaborado por eles constou de 80 perguntas: 20 perguntas relacionadas a cada estilo de aprendizagem (conforme os identificados por Honey e Mumford), de acordo com os estudos da teoria de Kolb, além de 18 questões sócio-académicas para analisar as relações dessas variáveis e das respostas dos itens.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-25 10:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Estrela - Estilos de Aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/1324634878</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Kolb definiu quatro estilos de aprendizagem e os denominou como:  o acomodador: cujo ponto forte é a execução, a experimentação; o divergente: cujo ponto forte é a imaginação, que confronta as situações a partir de múltiplas perspetivas; o assimilador: que se baseia na criação de modelos teóricos e cujo raciocínio indutivo é a sua ferramenta de trabalho; e o convergente: cujo ponto forte é a aplicação prática das ideias. <br> Segundo Alonso e Gallego (2002); Rita e Kennedy Dunn (1978) há  variáveis que influenciam na maneira de aprender das pessoas. São elas: as necessidades imediatas: som, luz, temperatura, desenho, forma do meio; a própria emoção: motivação, persistência responsabilidade, estrutura; as necessidades sociológicas de trabalho pessoal: com namorados, com companheiros, com um pequeno grupo, com outros adultos; • as necessidade físicas de alimentação, tempo, mobilidade, perceção; e as necessidades psicológicas analítico globais, reflexivas impulsivas. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 09:52:34 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Estrela - Estilos de Aprendizagem</title>
         <author>acec95</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/1339987498</link>
         <description><![CDATA[<div>Kolb definiu quatro estilos de aprendizagem e os denominou como: <br><br></div><div>- o acomodador: cujo ponto forte é a execução, a experimentação; <br><br></div><div>- o divergente: cujo ponto forte é a imaginação, que confronta as situações a partir de múltiplas perspetivas; <br><br></div><div>- o assimilador: que se baseia na criação de modelos teóricos e cujo raciocínio indutivo é a sua ferramenta de trabalho; <br><br></div><div>- o convergente: cujo ponto forte é a aplicação prática das ideias.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Segundo Alonso e Gallego (2002); Rita e Kennedy Dunn (1978) existem variáveis que influenciam na maneira de aprender das pessoas. São elas: <br><br></div><div>- as necessidades imediatas: som, luz, temperatura, desenho, forma do meio; <br><br></div><div>- a própria emoção: motivação, persistência responsabilidade, estrutura; <br><br></div><div>- as necessidades sociológicas de trabalho pessoal: com namorados, com companheiros, com um pequeno grupo, com outros adultos; <br><br></div><div>- as necessidade físicas de alimentação, tempo, mobilidade, perceção; <br><br></div><div>- as necessidades psicológicas analítico globais, reflexivas impulsivas.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Em 1984, Messick considerou que o estilo é a característica marcante no processamento da informação, desenvolvida de forma compatível com as tendências de personalidades subjacentes. <br><br></div><div>Em 1987, Bert Juch trabalhou junto com outros pesquisadores em um processo denominado ciclo de aprendizagem em quatro etapas: fazer, perceber, pensar e planejar. <br><br></div><div>Já em 1988, Honey e Mumford investigaram sobre as teorias de Kolb e assemelhou-as ao mundo empresarial. Honey y Mumford propuseram quatro estilos que respondem as quatro fases de um processo cíclico de aprendizagem: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 20:01:47 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Estrela – Teoria de Alonso e Gallego</title>
         <author>acec95</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/1339992130</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme Alonso e Gallego (2002) existem quatro estilos definidos: <br><br></div><div>- o ativo, <br><br></div><div>- o reflexivo, <br><br></div><div>- o teórico <br><br></div><div>- o pragmático. <br><br></div><div><br></div><div><strong>Estilo ativo <br></strong><br></div><div>As pessoas em que o estilo ativo predomina, gostam de novas experiências, são de mente aberta, entusiasmadas por tarefas novas; gostam dos desafios que supõem novas experiências.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Estilo reflexivo <br></strong><br></div><div>As pessoas desse estilo gostam de considerar a experiência e observá-la sob diferentes perspectivas; reúnem dados, analisando-os com detalhes antes de chegar a uma conclusão.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Estilo teórico <br></strong><br></div><div>As pessoas deste estilo adaptam-se e integram teses dentro de teorias lógicas e complexas. Tendem a ser perfeccionistas e gostam de analisar e sintetizar.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Estilo pragmático <br></strong><br></div><div>As pessoas com estilo pragmático são pessoas que aplicam na prática as ideias. Descobrem o aspecto positivo das novas ideias e aproveitam a primeira oportunidade para experimentá-las.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 20:03:10 UTC</pubDate>
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         <title>Método de Honey-Alonso - Ciclo de Aprendizagem </title>
         <author>biapelideutschlehrerin</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2047660462</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>O <strong>método de Honey-Alonso</strong>, elaborado pelo psicólogo Peter Honey e pela doutora em educação Catalina M. Alonso, sugere um <strong>ciclo de aprendizagem</strong> resultante da interação entre o ambiente, a experiência prévia vivida pelo aprendiz adulto e os conhecimentos construídos individualmente.<br><br>* <strong>Ativo: </strong>pessoas com esta preferência de aprendizagem gostam de desafios que possibilitam novas experiências e não gostam de prazos longos. São de mente aberta e entusiasmadas por tarefas novas.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>* <strong>Reflexivo: </strong>estilo de aprendizagem observado em pessoas que gostam de analisar todas as alternativas possíveis antes de tomar uma decisão. Gostam de considerar a experiência e observá-la sob diferentes perspectivas.</div><div><br>* <strong>Pragmático: </strong>pessoas com este estilo de aprendizagem colocam as ideias em prática. Demonstram impaciência com discussões e pessoas extremamente abstratas. São realistas quando precisam tomar decisões e resolvê-las.</div><div><br>* <strong>Teórico: </strong>estilos de aprendizagem notado em pessoas que encaram problemas de forma lógica. Gostam de analisar e sintetizar e tendem ao perfeccionismo. São intensas ao pensar sobre princípios, teorias e modelos.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 03:15:51 UTC</pubDate>
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         <title>Estilos de Aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2051127946</link>
         <description><![CDATA[<div>Kolb defende quatro estilos de aprendizagem: Conciliador, Divergente, Convergente, Assimilador.<br><strong>Divergente (Sentir e olhar - EC/OR)</strong> - O divergente tem possibilidades de aprendizagem opostas às do convergente, estando mais à vontade em situações de Experiência Concreta (EC) e de Observação reflectida (OR). O seu ponto forte reside na imaginação. Consegue normalmente aperceber-se de situações concretas adotando perspetivas variadas. Denomina-se este estilo de "divergente”, porque uma pessoa com estas características tem melhores possibilidades de sucesso em situações que implicam a necessidade da criação de ideais como por exemplo em sessões de "brainstorming". As pesquisas têm demonstrado que os "divergentes" interessam-se pelos outros e demonstram normalmente imaginação e emoção. Têm interesses culturais vastos e quando se especializam tendem a fazê-lo em campos artísticos. Este estilo é característico de indivíduos com estudos literários e artísticos. Consultores, especialistas do desenvolvimento e chefes de pessoal são também muitas vezes caracterizados por este estilo de aprendizagem.<br> <br> <strong>Convergente (Fazer e pensar - CA/EA)</strong> - As atitudes dominantes do convergente são a Conceptualizacão Abstracta (CA) e a Experimentação Ativa EA). O ponto forte destes sujeitos reside na aplicação pratica das ideias. Uma pessoa com este estilo tem melhores hipóteses de obter bons resultados em situações análogas à dos testes de inteligência onde não existe mais de uma única resposta ou solução para uma questão ou problema. O conhecimento destas pessoas organiza-se para que ela se pode centrar sobre problemas específicos utilizando um pensamento hipotético-dedutivo. A pesquisa em tomo deste estilo de aprendizagem tem revelado que estas pessoas são relativamente pouco emotivas, preferindo ocupar-se das coisas em vez das pessoas. Têm interesses técnicos bem definidos e tendem a especializar-se em ciências físicas. Este estilo de aprendizagem é característico de um grande número de engenheiros.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<strong>Assimilador (Olhar e pensar - CA/OR)</strong> - O assimilador tem atitudes de aprendizagem nos domínios da Conceptualização abstracta (CA) e da Observação refletida (OR). São indivíduos com grandes possibilidades no domínio da criação de modelos teóricos. Sentem-se particularmente à vontade no domínio do raciocínio indutivo e na organização de observações dispersas em explicações coerentes. Tal como o "convergente" está mais interessado em conceitos abstractos do que nos outros indivíduos; mas empenha-se menos na aplicação prática das teorias. Para estes sujeitos, é mais importante que a teoria esteja de acordo com um ponto de vista lógico e preciso; numa situação em que a teoria não esteja de acordo com os factos, o assimilador terá tendência a negligenciar ou a reanalisar os factos. Este estilo de aprendizagem é mais característico das ciências de base e das matemáticas do que das ciências aplicadas. Encontramos este estilo nos investigadores e planeadores.<br> <br> <strong>Conciliador (Fazer e sentir - EC/EA)</strong> - O conciliador tem orientações opostas às do "assimilador". Sente-se melhor nos domínios da Experiência Concreta (EC) e da Experimentação Ativa (EA). É um indivíduo sobretudo capaz de realizar coisas - colocando em prática planos e experiências - e de se envolver totalmente em novas experiências. Tem maior tendência para assumir riscos que os indivíduos caracterizados pelas três outras categorias. Denomina-se conciliador porque são sujeitos que se adaptam particularmente bem a situações caracterizadas por circunstâncias específicas Nas situações em que a teoria não corresponde aos factos, estes indivíduos colocam, por norma, em causa a teoria ou o plano. Têm tendência para resolver os problemas de forma intuitiva, pelo método da tentativa e erro, apoiando-se mais sobre a informação recebida dos outros do que sobre a sua própria análise. Está normalmente à vontade com as outras pessoas, mas é muitas vezes tido como impaciente e brusco. A sua formação é, na maior parte dos casos, nos domínios técnicos e práticos como os negócios. Encontramos pessoas com este estilo em profissões orientadas para a acção, como por exemplo em actividades ligadas ao comércio.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 15:29:44 UTC</pubDate>
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         <title>O que são estilos de aprendizagem?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>‘De acordo com Alonso e Gallego (2002), com base nos estudos de Keefe São traços cognitivos, afetivos e fisiológicos, que servem como indicadores relativamente estáveis de <strong>como os alunos percebem, interagem e respondem a seus ambientes de aprendizagem</strong>’.&nbsp;</div><div><br>Barros, 2009.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 16:10:22 UTC</pubDate>
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         <title>Estilos de Aprendizagem - Emanuel Gonçalves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;E<strong>stilos de Aprendizagem<br></strong><br></div><div>Você já deve ter percebido que há diferentes formas de aprendermos os conteúdos das mais variadas disciplinas. Alguns estudantes são minuciosos observadores, outros preferem ouvir atentamente e são mais musicais, outros ainda compreendem melhor quando são explorados os movimentos, como desporto ou dança... Cada um deles têm diferentes estratégias para solucionar problemas, elaborar conclusões e assimilar conteúdos. Acompanhe a seguir alguns estilos de aprendizagem para termos atenção na formação à distância.<br><br></div><div><strong>Estilos de aprendizagem auditiva<br></strong><br></div><div>Este estilo de aprendizagem é caracterizado por estudantes que aprendem ao ouvir aulas expositivas, palestras, podcasts, músicas ou até mesmo. Além de ouvir, a leitura em voz alta e a participação em debates também é uma maneira de fixar os conteúdos estudados. Estes estudantes costumam falar, perguntar e repetir informações para memorizá-las, expondo suas ideias antes mesmo de passá-las por maiores reflexões.<br><br></div><div><strong>Estilos de aprendizagem visual<br></strong><br></div><div>Este estilo de aprendizagem aprende mais facilmente com estímulos visuais: gráficos, tabelas, mapas mentais, listas – todos estes formatos ajudam mais com a assimilação do conteúdo. Além da aprendizagem, estes estudantes costumam também se comunicar melhor de forma gráfica, fazendo desenhos e mapas para transmitir suas ideias.<br><br></div><div><strong>Estilos de aprendizagem cinestésicos<br></strong><br></div><div>Os estudantes que têm esse estilo de aprendizagem, tem facilidade de aprender com a prática. Atividades como simulações, demonstrações, dinâmicas e métodos lúdicos como a gamificação são as melhores estratégias para estes estudantes, que tendem a valorizar mais suas próprias experiências.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 15:11:33 UTC</pubDate>
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         <title>Metodos de Aprendizagem - Emanuel Gonçalves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha dos métodos e técnicas deve ter em atenção os princípios da formação de adultos, que é hoje e dia, o maior público de cursos à distância. Assim, é importante que o/a Formador/a tenha em consideração os seguintes critérios:<br><br></div><div><strong>Participação ativa<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A redução progressiva da capacidade de memorização se faz notar a partir dos 30 anos, o que pode constituir um obstáculo à aprendizagem;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A aprendizagem é tanto mais efetiva quanto mais se aproximar da realidade profissional dos formandos e se estiverem envolvidos na recolha e tratamento da informação.<br><br></div><div><strong>Ensinar a aprender<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Devem fomentar-se comportamentos que incluam ações autónomas de aprendizagem, não só por ser uma estratégia mais produtiva de transmitir conhecimentos a adultos, mas também como forma de evitar a desatualização da informação, dadas as constantes mudanças (principalmente a nível tecnológico) a que estamos sujeitos nos dias correntes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 14:43:22 UTC</pubDate>
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         <title>Estilos de aprendizagem e as novas tecnologias - Romana Santos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No seguimento da apresentação acerca dos estilos de aprendizagem (Canva), importa mencionar que nesta simbiose entre estilos de aprendizagem e novas tecnologias, estas:<br>- <strong>são potencializadoras de todos os elementos de cada estilo;<br>- permitem a diversidade, a flexibilidade e a interatividade em cada aprendizagem;<br>- englobam as diferenças e atendem necessidades emergentes;<br>- transformam a informação em diversos documentos multimédia;<br>- estimulam os sentidos, pois amplia a quantidade de informação apreendida;<br>- necessitam de mais tempo para absorver&nbsp; todo os conteúdos;<br>- proporcionam uma perceção mais diversificada da informação;<br>- possibilitam uma grande fonte geradora de conhecimento, pois permite a interação e a relação no espaço virtual;<br>- proporcionam um maior processo de adaptação da inteligência (pois alteram as formas de assimilar e acomodar as informações);<br>- acrescentam uma nova linguagem da web, mais interativa, numa mistura de palavras e códigos adaptados.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-30 12:24:44 UTC</pubDate>
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         <title>Estilos de aprendizagem: o conceito (Maria Inês Miranda)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2477440019</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Alonso &amp; Gallego (2000), os estilos de aprendizagem permitem classificar e analisar o modo com os indivíduos interagem com os ambientes de aprendizagem, com base nos comportamentos que evidenciam no processo de aquisição do conhecimento, nas suas preferências e tendências.&nbsp;<br>Ainda que sejam indicadores relativamente estáveis do modo como cada indivíduo atua num cenário de aprendizagem, os estilos de aprendizagem não têm como objetivo colocar o aluno dentro de uma categoria rígida, rotulando-o. Pelo contrário, facilitam o desenvolvimento dos estilos menos dominantes.&nbsp;<br>Sendo caracterizados pela flexibilidade e por terem em conta os traços individuais dos alunos, os estilos de aprendizagem têm também interesse na gestão do processo de ensino e aprendizagem no espaço virtual, um espaço pautado pela variedade de ferramentas, estratégias e interfaces, e no qual existe um grande potencial de adaptação do processo de ensino e aprendizagem, em função dos estilos dominantes e dos estilos a trabalhar por cada aluno.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-11 18:17:28 UTC</pubDate>
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         <title>Implicações pedagógicas dos estilos de aprendizagem (Maria Inês Miranda)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2477460390</link>
         <description><![CDATA[<div>Do ponto de vista pedagógico, os estilos de aprendizagem têm importantes implicações, sobretudo, por nos permitirem a nós, enquanto docentes, a reflexão sobre duas dimensões: primeiro, o nosso estilo de aprendizagem predominante e a forma como condiciona o nosso estilo de ensinar; e, segundo, os estilos de aprendizagem mais e menos dominantes nos alunos e as necessidades individuais que daí resultam.</div><div>Assim sendo, a identificação dos estilos de aprendizagem dos alunos através de um questionário é um passo importante para melhorar a sua aprendizagem. De acordo com Doyle y Rutherfor (1984) apud Alonso, Gallego e Honey (2002), o docente deve ter em conta aspetos como a forma de aprender dos alunos, com base na idade, na maturidade e no tema em estudo; a seleção de instrumentos e métodos didáticos ajustados às características dos alunos; a avaliação dos métodos e estratégias que lhe permitirão organizar a variedade de estilos; a adequação do seu trabalho às características da sala de aula.</div><div><br></div><div>No espaço virtual, a diversidade de ferramentas e recursos tecnológicos de que dispomos permite-nos satisfazer as necessidades de alunos com diferentes necessidades, quer de estilo quer de conteúdo. Neste ambiente, o conhecimento dos estilos de aprendizagem dos alunos contribui, ainda, para a criação de materiais, para a estruturação de atividades e para a melhoria dos apoios em regime de tutoria, proporcionando atendimentos mais personalizados.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-11 18:43:11 UTC</pubDate>
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         <title>Estilos de Aprendizagem? - Catarina Fernandes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os estilos de aprendizagem podem indicar como é que as pessoas aprendem em diferentes espaços de aprendizagem. Nos espaços denominados de tradicionais, Alonso, Gallego e Honey (apud Terçariol, A. A. de L. y Barros, D. M. V. (2017) «Os estilos de uso dos espaços virtuais e as redes sociais na pedagogia: um estudo exploratório»,&nbsp; Revista de Estilos de Aprendizaje, 10(20), p. 327. doi: 10.55777/rea.v10i20.1067.) referem que existem 4 tipos de estilos de aprendizagem: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 15:05:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ideias sobre o ensino-aprendizagem - Catarina Fernandes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2515112443</link>
         <description><![CDATA[<div>É bem verdade que durante séculos as 'massas' não tinham acesso à educação escolar, contudo, não era propriamente por isso que estas não aprendiam. Os modos de aprender não só são úteis a quem ensina, mas, também a quem aprende. Ora, se eu souber como dirigir a minha aprendizagem para obter melhores resultados, porque não tirar partido desses 'boosts'(?). Ao direcionar o meu foco para aquilo que pode ajudar-me a ser mais organizado, cumpridor (tempos e de tarefas) e mais autónomo, estou a possibilitar uma mudança de paradigma na minha aprendizagem. Penso que isto também possibilitará um bem-estar pessoal e profissional.  &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-13 22:35:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Teoria dos Estilos de Aprendizagem - Cláudia Miranda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2524048547</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto "A Teoria dos Estilos de Aprendizagem" de Daniela Melaré Vieira Barros aborda a teoria dos estilos de aprendizagem, que postula que as pessoas têm preferências individuais na forma como aprendem, e que é importante considerar essas preferências na prática educacional. O texto apresenta os principais estilos de aprendizagem e descreve como cada estilo funciona e quais são as estratégias de ensino mais adequadas para cada um deles. No entanto, o texto também destaca que a teoria dos estilos de aprendizagem é controversa e não tem consenso científico em relação à sua validade. Além disso, o texto apresenta uma reflexão sobre a importância de uma abordagem multidimensional na prática educacional, que considere não apenas os estilos de aprendizagem, mas também outros fatores que influenciam a aprendizagem, como as características do conteúdo e do ambiente educacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-20 17:59:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os estilos de aprendizagem - Cláudia Miranda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2524050373</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Alonso e Gallego (2002), os estilos de aprendizagem são traços cognitivos, fisiológicos e afetivos que indicam como um aluno entende, interage e responde aos ambientes de aprendizagem. Esses estilos são a forma como cada indivíduo aprende e assimila conhecimento, e entender esses estilos é essencial para o processo de ensino-aprendizagem.&nbsp;</div><div>Existem quatro estilos de aprendizagem definidos: o ativo, que valoriza dados da experiência e é espontâneo; o reflexivo, que atualiza dados, reflete e analisa; o teórico, que é lógico, estabelece teorias e busca a estrutura; e o pragmático, que aplica ideias e faz experimentos.&nbsp;</div><div>Logo, identificar o estilo de aprendizagem de cada aluno ajuda o professor a direcionar o seu trabalho, identificar potencialidades e integrar os alunos com base nas suas semelhanças e diferenças de estilo, procurando complementá-los.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-20 18:01:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estilos de aprendizagem Filipa Santos#1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os estilos de aprendizagem mais utilizados são o estilo ativo, estilo reflexivo, estilo teórico e estilo pragmático. Independentemente do estilo de aprendizagem todo o individuo é capaz de evoluir e adquirir conhecimento o importante é respeitar a sua natureza quer estejamos a falar de fatores fisiológicos ou sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-31 12:04:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Teorias, Filipa Santos#2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2679681307</link>
         <description><![CDATA[<div>É interessante perceber a forma como cada um dos autores tenta construir a sua própria teoria, mas no final todos eles manifestam as suas conclusões de acordo com as suas perceções e consequentemente os seus estilos de aprendizagem. De natureza mais individual ou social, seja por dar importância ao meio envolvente ou mesmo as suas necessidades fisiológicas, sossego ou conforto espacial todos estes vetores contribuem e são elementares na justificação e fundamentação da sua teoria própria sobre os estilos de aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-31 12:06:21 UTC</pubDate>
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         <title>A importância, Filipa Santos#3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2679681730</link>
         <description><![CDATA[<div>Prosseguindo neste estudo dos estilos de aprendizagem o importante é contributo de todos. Importa evoluir e observar a temática em várias perspetivas. No final promovemos o sucesso do nosso semelhante e contribuímos para que a sociedade progrida. As oportunidades de acesso ao conhecimento devem ser tendencialmente equitativas respeitando as singularidades.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-31 12:06:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paula Gonçalves - Estilos de Aprendizagem e teorias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2702326148</link>
         <description><![CDATA[<div>Os estilos de aprendizagem são características individuais que influenciam a forma como as pessoas preferem aprender e assimilar informações. Existem várias teorias e modelos que buscam descrever e classificar os estilos de aprendizagem. Aqui estão algumas das teorias mais conhecidas e como elas classificam os estilos de aprendizagem:<br><br></div><div><strong><br>1. Modelo de Estilos de Aprendizagem de Kolb:<br></strong>David Kolb propôs um modelo que classifica os estilos de aprendizagem em quatro tipos principais:</div><ul><li><strong>Ativista:</strong> Aprendizes ativos que preferem aprender fazendo, envolvendo-se em experiências práticas.</li><li><strong>Reflexivo:</strong> Aprendizes reflexivos preferem observar e refletir antes de agir. Eles gostam de considerar as informações antes de formar conclusões.</li><li><strong>Teórico:</strong> Aprendizes teóricos são orientados para a teoria e preferem entender o conteúdo de forma lógica e sistemática.</li><li><strong>Pragmático:</strong> Aprendizes pragmáticos são orientados para a aplicação prática e preferem aprender por meio da experimentação e da resolução de problemas.</li></ul><div><strong><br>2. Modelo de Estilos de Aprendizagem de VARK:<br></strong>O modelo VARK, proposto por Neil Fleming, classifica os estilos de aprendizagem em quatro categorias:</div><ul><li><strong>Visual:</strong> Aprendizes visuais preferem aprender por meio de gráficos, diagramas e imagens.</li><li><strong>Auditivo:</strong> Aprendizes auditivos preferem informações apresentadas de forma oral ou através de discussões.</li><li><strong>Leitura/Escrita:</strong> Aprendizes de leitura/escrita preferem aprender através de textos escritos e fazer anotações.</li><li><strong>Cinestésico (Tátil):</strong> Aprendizes cinestésicos preferem aprender por meio de experiências práticas e atividades físicas.</li></ul><div><strong><br>3. Modelo de Estilos de Aprendizagem de Honey e Mumford:<br></strong>Honey e Mumford desenvolveram um modelo baseado na teoria de Kolb e classificam os estilos de aprendizagem em quatro tipos:</div><ul><li><strong>Ativista:</strong> Semelhante ao modelo de Kolb, os aprendizes ativistas preferem a experimentação.</li><li><strong>Reflexivo:</strong> Semelhante ao modelo de Kolb, os aprendizes reflexivos preferem a observação e a reflexão.</li><li><strong>Teórico:</strong> Semelhante ao modelo de Kolb, os aprendizes teóricos gostam de analisar informações e buscar padrões lógicos.</li><li><strong>Pragmático:</strong> Semelhante ao modelo de Kolb, os aprendizes pragmáticos preferem aplicar o conhecimento na prática.</li></ul><div><strong><br>4. Modelo de Estilos de Aprendizagem de Felder-Silverman:<br></strong>Richard Felder e Linda Silverman propuseram um modelo que se concentra em cinco dimensões de estilos de aprendizagem:</div><ul><li><strong>Processamento de Informação:</strong> Abordagem sequencial versus global.</li><li><strong>Percepção:</strong> Sensorial versus intuitiva.</li><li><strong>Entrada:</strong> Visual versus verbal.</li><li><strong>Organização:</strong> Ativo versus reflexivo.</li><li><strong>Saída:</strong> Sequencial versus global.</li></ul><div><br>É importante destacar que esses modelos são apenas algumas das abordagens para classificar estilos de aprendizagem, e muitos outros modelos e teorias estão em uso. Além disso, a pesquisa atual em psicologia educacional sugere que os estilos de aprendizagem podem ser mais fluidos do que rígidos, e que os educadores devem considerar uma variedade de abordagens de ensino para atender às diversas necessidades de aprendizagem dos alunos. Portanto, é importante usar esses modelos como ferramentas de referência, mas também adaptá-los às necessidades específicas de cada contexto educacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-13 15:27:01 UTC</pubDate>
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         <title>Estilos de aprendizagem</title>
         <author>mjgancho</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2844199047</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Estilos de aprendizagem</strong></p><p><br/></p><p><br>Os quatro estilos de aprendizagem possuem características distintas. Destaca-se que o estilo ATIVO tem facilidade em trabalhar em equipe, é improvisador , gosta de arriscar e é espontâneo, o Estilo&nbsp; RELEXIVO é analítico , exaustivo e receptivo,&nbsp; o estilo TEÓRICO é perfeccionista, lógico objetivo e Metódica Já o estilo &nbsp; PRAGMÁTICO é prático , experimentador, realista e eficaz. Segundo García Cué (2006)<br>Pode-se definir estilos de aprendizagem como traços cognitivos, afetivos, fisiológicos, preferências pelo uso dos sentidos, ambiente, cultura, psicologia, conforto, desenvolvimento e personalidade que servem como indicadores relativamente estáveis ​​de como as pessoas percebem, inter-relacionam e respondem a seus ambientes de aprendizagem e seus próprios métodos ou estratégias em sua maneira de aprender</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-10 13:22:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2876835450</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-07 16:26:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estilos de aprendizagem - Lina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2877849414</link>
         <description><![CDATA[<p>Temos os seguintes estilos:</p><p><br/></p><p>Estilo ativo - valoriza experiencia, entusiasmo, experiencia, tarefas novas e é muito ágil.</p><p><br/></p><p>Estilo refletivo - que atualiza dados, estuda, reflete e analisa</p><p><br/></p><p>Estilo teórico - em que a lógica estabelece teorias, principais modelos, procura a estrutura e sintetiza. </p><p><br/></p><p>Estilo programático - em que aplica a ideia e faz experimentos.</p><p><br/></p><p>Principais teorias são:</p><p><br/></p><p>David Kold</p><p>Honey</p><p>Mumford</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 11:52:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Definições	de	estilos	de	aprendizagem	a	serem	destacadas	são:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2877853724</link>
         <description><![CDATA[<p>Gegorc (1979 apud ALONSO, GALLEGO, HONEY, 2002) afirma que os estilos de aprendizagem consistem em comportamentos distintos que servem de indicadores de como uma pessoa aprende e se adapta a seu ambiente. Butler (1982 apud ALONSO,GALLEGO, HONEY, 2002) indica que os estilos de aprendizagem assinalam algo significativo pelo o que uma pessoa de maneira mais fácil, efetiva e eficiente compreende a si mesma, o mundo e a relação entre ambos. Smith (1988 apud ALONSO, GALLEGO, HONEY, 2002) define os estilos como os modos característicos pelos quais o indivíduo processa a informação, e a forma como se comporta nas situações de aprendizagem. Para Keefe (1982 apud ALONSO, GALLEGO, HONEY, 2002) os estilos de aprendizagem são: os traços cognitivos, afetivos e fisiológicos que servem como indicadores, relativamente estáveis, de como os discentes percebem, inter-relacionam e respondem a seus ambientes de aprendizagem. Kolb (1984 apud ALONSO, GALLEGO, HONEY,2002) descreve os estilos de aprendizagem como algumas capacidades de aprender que se destacam por cima de outras por consequência de fatores hereditários, experiências prévias e exigências do ambiente.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 11:57:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estilos de Aprendizagem | Reflexão Margarida Cardoso 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2922019836</link>
         <description><![CDATA[<p>A aprendizagem é um processo global, dinâmico, contínuo, pessoal, gradativo e cumulativo, em que cada pessoa detém caraterísticas, idiossincrasias e preferências.</p><p>Os Estilos de Aprendizagem são, de acordo com Neil Fleming e Chales Bonwell, o modo mais intuitivo de o indivíduo aprender. Relacionam-se com os estilos cognitivos e envolvem modos de processamento cognitivo, personalidade e preferências pessoais.</p><p>Estes autores apresentaram o Modelo VARK, que contém quatro Estilos de Aprendizagem: </p><p>1) <strong>VISUAL</strong> | Maior facilidade de aprendizagem com estímulos visuais</p><p>Processam melhor a informação quando a captam com os olhos</p><p><strong>Gráficos, tabelas, esquemas, listas, mapas mentais, diagramas</strong></p><p><br></p><p>2)<strong> AUDITIVO | </strong>Maior facilidade de aprendizagem através da audição</p><p>Preferem ouvir a informação e a transmissão oral</p><p><strong>Palestras, podcasts, músicas, conversas</strong></p><p><br></p><p><strong>3 ) LEITURA E ESCRITA | </strong>Maior facilidade de aprendizagem através escrita</p><p>(leitura e produção)</p><p>Preferem sentir-se fisicamente implicados nas tarefas propostas</p><p><strong>Redações, livros, artigos, dicionários, anotações, apontamentos</strong></p><p><br></p><p><strong>4) FÍSICO / CINESTÉSICO | </strong>Maior facilidade de aprendizagem através da prática,</p><p>com estímulos externos</p><p><strong>Learn by doing, demonstrações, dinâmicas, gamificação</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 17:33:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estilos de Aprendizagem | Reflexão Margarida Cardoso 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2922021452</link>
         <description><![CDATA[<p>No âmbito dos Estilos de Aprendizagem, existe um outro modelo interessante: a Teoria de Kolb.</p><p><br/></p><p>Nesta Teoria, o autor aponta para quatro Estilos de Aprendizagem:</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Adaptadores ou acomodadores</strong></p><p>Preferem aprender com atividades práticas e experiências</p><p>Tentativa e erro, intuição, mão na massa</p><p><br/></p><p><strong>Assimiladores</strong></p><p>Preferem aprender com teoria</p><p>Ideias abstratas, números, análises, observação, pensamento crítico</p><p><br/></p><p><strong>Divergentes</strong></p><p>Criatividade e imaginação</p><p>Novas ideias, diferentes visões, trabalho em equipa</p><p><br/></p><p><strong>Convergentes</strong></p><p>Aplicação prática das ideias, tomada de decisão, resolução de problemas</p><p>Reflexão, tarefas técnicas, análise comparativa</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 17:36:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto	base	sobre	a	teoria	dos	estilos	de	aprendizagem 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2958706004</link>
         <description><![CDATA[<p>A teoria dos estilos de aprendizagem oferece uma visão sobre como as pessoas absorvem novas informações. Baseados em traços cognitivos, afetivos e fisiológicos, os estilos indicam preferências individuais na maneira de aprender. Os principais estilos são: ativo, reflexivo, teórico e pragmático. Esta teoria não visa rotular, mas adaptar o ensino às necessidades individuais, pois os estilos podem mudar ao longo da vida. Considerando a sociedade atual, com constantes demandas por atualização, a diversidade de estilos de aprendizagem é essencial para uma aprendizagem eficaz.</p><p>Os estilos de aprendizagem são fundamentais no ensino atual, considerando as diferentes formas como os alunos absorvem informações. Além disso, é importante entender os fatores cognitivos que influenciam esses estilos, como a dependência-independência de campo e as modalidades sensoriais. Distinguir entre estilos cognitivos e estilos de aprendizagem é essencial. Os estilos são padrões consistentes de processamento de informações, enquanto os estilos de aprendizagem são maneiras pessoais de lidar com a aprendizagem. Estes conceitos têm sido estudados e aplicados em várias áreas desde os anos 50 e são cruciais para adaptar o ensino às necessidades individuais dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-17 14:40:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto	base	sobre	a	teoria	dos	estilos	de	aprendizagem 2 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2958710925</link>
         <description><![CDATA[<p><br>David Kolb iniciou a reflexão sobre estilos de aprendizagem em 1976, destacando cinco forças que os influenciam. Ele propôs um ciclo de aprendizagem com quatro etapas e identificou quatro estilos: acomodador, divergente, assimilador e convergente. Outros teóricos, como Honey e Mumford, também contribuíram com modelos e instrumentos para identificar estilos de aprendizagem. Os estilos têm implicações pedagógicas, especialmente no ensino centrado no aluno e na adaptação de métodos de ensino. Existem diversos instrumentos para medir estilos de aprendizagem, como questionários e análises de tarefas. Esses estilos também são relevantes na educação de adultos, alfabetização e educação especial, além de influenciarem o uso de tecnologia na educação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-17 14:43:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dilar Cardoso - Estilos de Aprendizagem, Conceitos e Teorias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2992952269</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 19:16:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dilar Cardoso - A Aprendizagem no Contexto Atual</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/2993009823</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2484359420/59123c6388ca3f2e998fb9a9980973d5/Dilar_Cardoso___A_Aprendizagem_no_Contexto_Atual.pdf" />
         <pubDate>2024-05-14 20:20:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estilos de Aprendizagem - Monique Rayane de A S Melo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3133022583</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Modelo de Kolb (Ciclo de Aprendizagem Experiencial)</strong>;</p><p>Kolb propõe um modelo de aprendizagem através de um ciclo de quatro estágios:</p><p>1 - Experiência Concreta;</p><p>2- Observação reflexiva;</p><p>3- Conceituação Abstrata;</p><p>e</p><p>4- Experimentação ativa.</p><p>Também propõe 4 estilos de aprendizagem: Concreto Sequencial, Abstrato Sequencial, Concreto Aleatório e Abstrato Aleatório. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 10:56:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estilos de aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3141103612</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estilos de aprendizagem de acordo com Alonso, Gallego e Honey (2002), com base nos estudos de Keefe (1998), são traços cognitivos, afetivos e fisiológicos, que servem como indicadores relativamente estáveis de como os alunos percebem, interagem e respondem a seus ambientes de aprendizagem.</p><p>Os estilos de aprendizagem referem-­‐se a preferências e tendências altamente individualizadas de uma pessoa, que influenciam em sua maneira de apreender um conteúdo. Segundo Alonso, Gallego e Honey (2002) existem quatro estilos definidos: o ativo, o reflexivo, o teórico e o pragmático.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-26 20:07:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estilos de Aprendizagem - Monique Rayane de A S Melo (post 2)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3144285852</link>
         <description><![CDATA[<p>Importância do Uso dos Estilos de Aprendizagem com Tecnologias:</p><p>O uso dos estilos de aprendizagem aliados às tecnologias no contexto educacional é importante porque:</p><ol><li><p><strong>Personalização do Ensino</strong>: Ao combinar estilos de aprendizagem com tecnologias, os educadores podem adaptar conteúdos e atividades para se adequar melhor às necessidades individuais dos alunos, tornando o aprendizado mais eficiente e engajador.</p></li><li><p><strong>Engajamento e Motivação</strong>: Quando as preferências de aprendizagem dos alunos são atendidas, eles tendem a se sentir mais envolvidos, motivados e confiantes para participar ativamente do processo de aprendizagem.</p></li><li><p><strong>Diversificação dos Métodos</strong>: Tecnologias como softwares interativos, vídeos, jogos educacionais, simulações e plataformas digitais oferecem múltiplos formatos de apresentação de conteúdo, o que possibilita explorar os diferentes estilos de aprendizagem (visual, auditivo, cinestésico, entre outros).</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento de Competências Tecnológicas</strong>: Ao integrar estilos de aprendizagem com tecnologias, os alunos também desenvolvem competências digitais essenciais para o futuro, como o uso crítico e criativo da tecnologia para resolver problemas.</p></li><li><p><strong>Autonomia no Aprendizado</strong>: Ferramentas tecnológicas permitem que os alunos explorem os conteúdos no próprio ritmo, respeitando seu estilo de aprendizado, o que promove a autonomia e a autogestão do conhecimento.</p></li></ol><p>O uso de tecnologias na sala de aula oferece muitos benefícios, mas pode gerar problemas específicos, especialmente para crianças atípicas, como aquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH, dislexia, e outras necessidades especiais. Esses desafios precisam ser bem gerenciados para que a tecnologia realmente apoie o desenvolvimento das crianças atípicas. Aqui estão alguns dos problemas:</p><p>1. <strong>Sobrecarga sensorial</strong></p><ul><li><p><strong>Desafios</strong>: Algumas crianças atípicas, como aquelas no espectro autista, podem ter hipersensibilidade sensorial. O excesso de estímulos visuais, sons, animações e interações digitais em ferramentas tecnológicas pode sobrecarregá-las, gerando ansiedade, desconforto ou distração.</p></li><li><p><strong>Impacto</strong>: O ambiente digital sobrecarregado pode causar dificuldades de concentração e até comportamentos desorganizados.</p></li></ul><p>2. <strong>Dificuldade com a interatividade</strong></p><ul><li><p><strong>Desafios</strong>: Algumas crianças atípicas podem ter dificuldades motoras finas ou cognitivas que tornam a interação com ferramentas tecnológicas desafiadora. Por exemplo, alunos com dislexia podem achar difícil navegar em interfaces repletas de texto, e crianças com dificuldades motoras podem ter problemas com o uso de teclados ou tablets.</p></li><li><p><strong>Impacto</strong>: A tecnologia que deveria facilitar a aprendizagem pode se tornar uma barreira, aumentando o estresse e a frustração.</p></li></ul><p>3. <strong>Falta de habilidades sociais</strong></p><ul><li><p><strong>Desafios</strong>: O uso excessivo de tecnologias pode diminuir a interação social entre os alunos, o que é prejudicial especialmente para crianças atípicas, que muitas vezes já têm dificuldades em desenvolver habilidades sociais. Ferramentas tecnológicas podem isolar ainda mais esses alunos em atividades individuais, afastando-os de interações com colegas.</p></li><li><p><strong>Impacto</strong>: Isso pode atrasar o desenvolvimento das habilidades sociais, importantes para a inclusão e para o progresso em um ambiente de sala de aula.</p></li></ul><p>4. <strong>Distratividade e falta de foco</strong></p><ul><li><p><strong>Desafios</strong>: Crianças com TDAH ou outras dificuldades de atenção podem achar difícil manter o foco em atividades tecnológicas, especialmente se estas forem excessivamente estimulantes ou se a tecnologia permitir que elas acessem rapidamente conteúdos não relacionados à atividade educacional.</p></li><li><p><strong>Impacto</strong>: O uso inadequado da tecnologia pode exacerbar problemas de concentração e diminuir a capacidade da criança de concluir tarefas com foco.</p></li></ul><p>5. <strong>Falta de acessibilidade adequada</strong></p><ul><li><p><strong>Desafios</strong>: Nem todas as ferramentas tecnológicas são projetadas pensando em crianças atípicas. Por exemplo, softwares podem não oferecer suporte para necessidades como leitura fácil para disléxicos, legendas para crianças com deficiência auditiva ou suporte a linguagem alternativa aumentativa para crianças com dificuldades de comunicação.</p></li><li><p><strong>Impacto</strong>: Quando a tecnologia não é adaptada às necessidades dessas crianças, elas podem se sentir excluídas e ter dificuldades em acompanhar o ritmo da turma.</p></li></ul><p>6. <strong>Excessiva dependência de tecnologia</strong></p><ul><li><p><strong>Desafios</strong>: O uso excessivo de tecnologias pode criar uma dependência, limitando a capacidade das crianças de aprender sem o auxílio digital. Para crianças atípicas, isso pode significar a perda de oportunidades de desenvolver habilidades de solução de problemas de maneira mais independente ou criativa.</p></li><li><p><strong>Impacto</strong>: O aprendizado se torna passivo, dificultando a exploração de soluções criativas e a autonomia no processo educativo.</p></li></ul><p>7. <strong>Desigualdade de acesso</strong></p><ul><li><p><strong>Desafios</strong>: Nem todas as crianças atípicas têm acesso a tecnologias assistivas adequadas em casa. Isso cria uma desigualdade em relação ao que pode ser feito na escola e o que pode ser reforçado fora dela.</p></li><li><p><strong>Impacto</strong>: A falta de continuidade entre o ambiente escolar e doméstico pode prejudicar a eficácia do uso da tecnologia para essas crianças.</p></li></ul><p>Como minimizar esses problemas</p><ol><li><p><strong>Ajuste sensorial</strong>: Escolher tecnologias que permitam controlar estímulos sensoriais, como reduzir sons, minimizar animações ou simplificar a interface visual.</p></li><li><p><strong>Tecnologias acessíveis</strong>: Utilizar softwares e dispositivos que sejam inclusivos, oferecendo funcionalidades adaptadas para diferentes necessidades, como textos com fontes disléxicas, feedback auditivo e opções de interação tátil ou por voz.</p></li><li><p><strong>Uso moderado da tecnologia</strong>: Balancear o uso da tecnologia com atividades que incentivem a interação social e o aprendizado prático.</p></li><li><p><strong>Capacitação do professor</strong>: Professores precisam estar bem treinados para identificar as necessidades de cada aluno e adaptar o uso da tecnologia de forma personalizada.</p></li><li><p><strong>Incentivar a colaboração</strong>: Mesmo com o uso de tecnologias, atividades colaborativas devem ser incentivadas para que as crianças atípicas desenvolvam habilidades sociais e aprendam a trabalhar em equipe.</p></li></ol><p>Gerenciar o uso de tecnologias com sensibilidade às necessidades individuais de crianças atípicas é essencial para garantir que a tecnologia sirva como uma ferramenta de inclusão e não de exclusão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-29 10:07:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1 - Helena Chudzik Bento - Estilos de Aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3153833810</link>
         <description><![CDATA[<p>Existem quatro estilos de aprendizagem, sendo esses: o estilo ativo, o estilo reflexivo, o estilo teórico e o estilo pragmático. </p><ul><li><p>O estilo ativo caracteriza-se por uma mente aberta que gosta de novas experiências e de desafios. </p></li><li><p>O estilo reflexivo caracteriza-se por reunir diversos dados e por observar as questões de diversas perspectivas, ponderando e analisando todas as possiblidades antes de agir. </p></li><li><p>O estilo teórico caracteriza-se pela criação e pelo estabelecimento de diversas teorias, princípios e modelos, procurando sempre a racionalidade e a objetividade. </p></li><li><p>O estilo pragmático caracteriza-se pela aplicação na prática das ideais, procurando sempre a experiência e a eficácia.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-04 15:04:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3153833810</guid>
      </item>
      <item>
         <title>2 - Helena Chudzik Bento - Como os estilos de aprendizagem são classificados de acordo com os principais teóricos?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3154514569</link>
         <description><![CDATA[<p>Existem diversas classificações dos estilos de aprendizagem:</p><ul><li><p>Com base nos seus estudos, Kolb classificou quatro estilos de aprendizagem: o estilo acomodador, que caracteriza-se pela execução e experimentação, o estilo divergente, que caracteriza-se pela imaginação, o estilo assimilador, que caracteriza-se na criação de modelos teóricos, o estilo convergente, que caracteriza-se pela aplicação das suas ideias.</p></li><li><p>Rita e Kennedy Dunn identificaram diversas variáveis que afetam de forma positiva ou negativa as aprendizagens dependendo do estilo de aprendizagem de cada indivíduo, sendo esses: as necessidades imediatas, a emoção, as necessidades sociológicas de trabalho pessoal, as necessidades físicas e as as necessidades psicológicas.</p></li><li><p>O Gregorc identificou em 1979 quatro estilos de aprendizagem: o concreto sequencial, o abstrato sequencial, o abstrato aleatório e o concreto aleatório.</p></li><li><p>Segundo Juch os estilos de aprendizagem se estruturam em um processo cíclico de aprendizagem, designando assim os estilos por: experiência concreta (perceber), observação reflexiva (pensar), conceituação abstrata (planear) e experimentação ativa (fazer)</p></li><li><p>Honey e Mumford partiram das ideias de Kolb, aprofundando as descrições dos estilos e elaborando um questionário que serve como um ponto de diagnostico.</p></li><li><p>Posteriormente, Catalina Alonso Garcia adaptou os estilos de aprendizagem de Honey e Mumford para o campo educativo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-05 10:21:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais são os estilos de e as teorias aprendizagem? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3272284160</link>
         <description><![CDATA[<p>ESTILOS </p><p><strong>Ativo:</strong> Focado em experiências práticas e colaboração.</p><p><strong>Reflexivo:</strong> Prioritizam a análise e a observação antes de agir.</p><p><strong>Teórico:</strong> Preferem estrutura, lógica e teorias bem definidas.</p><p><strong>Pragmático:</strong> Focados na aplicação prática de ideias e soluções​​.</p><p>TEORIAS</p><ol><li><p><strong>David Kolb (1984):</strong></p><ul><li><p>Ciclo de Aprendizagem Experiencial com quatro etapas: Experiência Concreta, Observação Reflexiva, Conceitualização Abstrata e Experimentação Ativa.</p></li><li><p>Estilos de aprendizagem: Convergente, Divergente, Acomodador e Assimilador​.</p><p><strong>Honey e Mumford (1988):</strong></p></li><li><p>Adaptaram as teorias de Kolb, introduzindo os estilos: Ativo, Reflexivo, Teórico e Pragmático</p><p><strong>Howard Gardner (1993):</strong></p></li><li><p>Teoria das Inteligências Múltiplas, propondo sete formas de inteligência, como Linguística, Lógico-Matemática, e Interpessoal, que influenciam modos de aprendizagem​.</p></li></ul><p><strong>Rita e Kenneth Dunn (1978):</strong></p><ul><li><p>Identificaram variáveis que influenciam a aprendizagem em cinco categorias: Ambiente, Emoção, Sociologia, Fisiologia e Processos Psicológicos​.</p></li></ul></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-26 17:12:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como os estilos de aprendizagem são classificados de acordo com os principais teóricos?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3272284665</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Kolb:</strong> Classificou os estilos em função das etapas do ciclo de aprendizagem:</p><ul><li><p><strong>Convergente:</strong> Aplicação prática e solução de problemas.</p></li><li><p><strong>Divergente:</strong> Geração de ideias e compreensão.</p></li><li><p><strong>Acomodador:</strong> Experimentação e inovação.</p></li><li><p><strong>Assimilador:</strong> Estruturação lógica e teórica​</p></li></ul><p><strong>Honey e Mumford:</strong> Focaram em quatro estilos comportamentais:</p><ul><li><p><strong>Ativo:</strong> Novas experiências.</p></li><li><p><strong>Reflexivo:</strong> Observação detalhada antes de decisões.</p></li><li><p><strong>Teórico:</strong> Compreensão sistemática e lógica.</p></li><li><p><strong>Pragmático:</strong> Aplicação prática e imediata​.</p><p><strong>Dunn:</strong> Consideraram fatores como preferências ambientais e emocionais, indicando que o estilo pode variar em função do contexto​</p><p><strong>Gardner:</strong> Relacionou estilos de aprendizagem às diferentes formas de inteligência, como a corporal-cinestésica ou a espacial​</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-26 17:14:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Implicações dos Estilos de aprendizagem para a área pedagógica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3299546312</link>
         <description><![CDATA[<p>•É importante destacar que a teoria é positiva para classificar e analisar os comportamentos individuais na aquisição do conhecimento, mas podem se tornar negativos quando empregados para simplesmente rotular, etiquetar, os indivíduos perante sua maneira de lidar e assimilar novas informações.</p><p>•Deve atender as necessidades do aluno em coerência com as necessidades do conteúdo a ser ensinado.</p><p>•O questionário deve ser utilizado para melhorar a aprendizagem dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-22 00:43:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Identificando os estilos de aprendizagem: o questionário CHAEA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3299552332</link>
         <description><![CDATA[<p>•O questionário CHAEA é um dos modelos de questionário utilizado para identificar o estilo de aprendizagem predominante.</p><p>•É uma adaptação feita por Catalina Alonso, em 1992, do modelo dos teóricos&nbsp; Honey e Munford.</p><p>•É composto de 80 questões, sendo vinte para cada um dos quatro estilos.</p><p>•Contempla uma série de perguntas sócio acadêmicas que permitem relacionar variáveis de idade, gênero, número de anos de experiência etc.</p><p>O questionário deve ser utilizado para melhorar a aprendizagem dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-22 00:49:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estilos de Aprendizagem - Sumúla</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3371004345</link>
         <description><![CDATA[<p>Estilos de Aprendizagem – Pressupõem a forma como cada pessoa apreende novos conhecimento. Ou seja, diferentes pessoas reagem de forma diferente ao mesmo estímulo. Assim, cada pessoa, em sede de aprendizagem terá uma estilo, uma forma preferencial de aprender.</p><p>&nbsp;</p><p>Segundo, Alonso, Gallego e Honey (2002) podemos definir quatro diferentes estilos:</p><p>1-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estilo Ativo;</p><p>2-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estilo Reflexivo;</p><p>3-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estilo Teórico;</p><p>4-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estilo Pragmático;</p><p>&nbsp;</p><p>Os diferentes estilos de aprendizagem promovem assim liberdade para que se adapte e ajuste o processo de aprendizagem. Melhorando assim também a forma como o professor pode adaptar os seus contéudos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 10:10:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão Pessoal </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3371015968</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de existirem diferentes formas de identificar os estilos de aprendizagem, como inventários, análise de tarefas, testes ou provas de carácter e diferentes visões de diferentes autores, como conclusão podemos afirmar que apesar da estratégia, recursos, ferramentas utilizadas pelos professores, ainda assim será sempre o aluno a moldar o a forma como vai apreender o conhecimento. Pois fatores como luz, som, componente psicológica, emocional, necessidades específicas para concentração, etc independentemente de ser uma aprendizagem presencial ou não, orientada ou não. O processo de aprendizagem em suma, pode ser complexo se não forem respeitadas as individualidades da cada aluno. Porém, se o professor conseguir dinamizar dando abertura a que cada um aprenda da forma que lhe seja mais natural e produtiva, o próprio ambiente será melhor e mais enriquecedor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 10:20:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jania Salazar. Comentário texto base</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 10:33:37 UTC</pubDate>
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         <title>Jania Salazar- Estilo aprendizagem: teorias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3486570321</link>
         <description><![CDATA[<p>De forma geral, os estilos de aprendizagem podem ser entendidos como preferências individuais relativamente estáveis e que influenciam a maneira como os alunos percebem , processam e retêm informaçoes(Keefe, 1982; Gallego e Honey, 2002). Eles nao sao traços fixos, mas tendências que podem ser desenvolvidas ao longo do tempo. Entre as principais teoria sobre estilos de aprendizagem, destaco:</p><p>David Kolb e a sua proposta do ciclo de aprendizagem experiencial, com 4 estilos: acomodador, assimilador, convergente e divergente, baseados em 4 fases: experiência concreta, observaçao reflexiva, conceitualizaçao abstrata e experimentaçao ativa.</p><p>Howard Gardner, com sua teoria das inteligências múltiplas, que embora nao trate diretamente de estilos de aprendizagem (mais motivaçao na adquisiçao de linguas, que é minha área de trabalho), amplia a discussao sobre as diferentes formas de processar o conhecimento.</p><p> E por último mais nao menos importante, destaco a teoria dos tipos psicologicos de Carl Jung, que ofrece uma base muito profunda para compreender as diferentes formas de perceber e julgar o mundo. Jung propôs que cada indivíduo tèm uma funçao dominante (pensamento, sentimento, intuiçao e sensaçao), o que influencia seu modo de aprender, pensar e se relacionar com o conhecimento. Devo dizer que eu fiz minha tese de mestrado em a teoria da individuaçao de Jung. </p><p>P.D Disculpem os acentos, mas meu computador nao tem o circunflexo, por isso entreguei o primeiro comentário em ficheiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 10:49:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Francisca Ferreira - Post 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3502170869</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Quais são os estilos de aprendizagem?</strong></p><p><br/></p><p>De acordo com <strong>Alonso, Gallego e Honey (2002)</strong>, os estilos de aprendizagem são formas individuais pelas quais as pessoas preferem aprender, baseados em traços <strong>cognitivos, afetivos e fisiológicos</strong>. Eles identificam <strong>quatro estilos principais</strong>:</p><ol><li><p><strong>Estilo Ativo</strong>: pessoas que aprendem melhor por meio de novas experiências, ação e envolvimento. São entusiásticas e gostam de desafios imediatos.</p></li><li><p><strong>Estilo Reflexivo</strong>: aprendem observando, analisando e considerando várias alternativas antes de agir. São mais ponderadas e detalhistas.</p></li><li><p><strong>Estilo Teórico</strong>: preferem teorias, lógica e estruturas bem definidas. Gostam de racionalidade e de estabelecer modelos coerentes.</p></li><li><p><strong>Estilo Pragmático</strong>: valorizam a aplicação prática das ideias. Gostam de testar, experimentar e ver resultados concretos.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 23:20:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Francisca Ferreira - Post 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3502171616</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Quais são as principais teorias?</strong></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Teoria de Kolb (1981)</strong>: aprendizagem é um ciclo com quatro fases — experiência concreta, observação reflexiva, conceitualização abstrata e experimentação ativa. A partir disso, Kolb define quatro estilos: <strong>acomodador, divergente, assimilador e convergente</strong>.</p></li><li><p><strong>Honey e Mumford (1988)</strong>: adaptaram a teoria de Kolb ao contexto educacional europeu, criando o <strong>questionário CHAEA</strong> que identifica os quatro estilos: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.</p></li><li><p><strong>Jung</strong>: influencia o estudo dos estilos com sua teoria das funções psíquicas (intuição, sensação, pensamento, sentimento).</p></li><li><p><strong>Gardner (1993)</strong>: propõe a Teoria das <strong>Inteligências Múltiplas</strong>, sugerindo que diferentes formas de inteligência afetam o modo como aprendemos (linguística, musical, lógico-matemática, etc.).</p></li><li><p><strong>Dunn &amp; Dunn (1995)</strong>: criaram um modelo baseado em cinco fatores: ambiente, emoção, conduta social, fisiologia e processamento da informação.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 23:21:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Francisca Ferreira - Post 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3502173503</link>
         <description><![CDATA[<p>Como os estilos de aprendizagem são classificados de acordo com os principais teóricos?</p><p><br/></p><ul><li><p>Kolb: Acomodador, Convergente, Assimilador, Divergente;</p></li><li><p>Honey &amp; Mumford / Alonso et al.: Ativo, Reflexivo, Teórico, Pragmático;</p></li><li><p>Gardner: Inteligências múltiplas (7 inicialmente, depois 8-9);</p></li><li><p>Dunn &amp; Dunn: Estilos influenciados por fatores ambientais, emocionais, sociais e fisiológicos;</p></li><li><p>Gregorc: Concreto sequencial, Concreto aleatório, Abstrato sequencial, Abstrato aleatório.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 23:25:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Francisca Ferreira - Post 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3502174426</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Impressões Gerais</strong></p><p><br/></p><p>A leitura do texto da Daniela Melaré ampliou a minha compreensão sobre como cada pessoa aprende de maneira única. Os estilos de aprendizagem (ativo, reflexivo, teórico e pragmático) mostram que não há uma forma certa de aprender, mas sim caminhos diversos que podem ser explorados. Identifiquei-me com o estilo <strong>pragmático</strong>, uma vez que gosto de testar e aplicar o que aprendo. Achei interessante como a teoria ajuda a adaptar o ensino às preferências individuais dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 23:26:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3502174426</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Francisca Ferreira - Post 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3502174853</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Reflexão sobre as Teorias</strong></p><p>Uma reflexão que me marcou foi como diferentes teóricos (Kolb, Gardner, Jung, Dunn) influenciaram o desenvolvimento da teoria dos estilos de aprendizagem. É impressionante como fatores cognitivos, emocionais e fisiológicos se entrelaçam no processo de aprender.</p><p>O uso do questionário CHAEA é uma excelente ferramenta para professores conhecerem melhor seus alunos e diversificarem as estratégias pedagógicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 23:27:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3607193295</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Reflexão</strong></p><p><strong>1. Quais são os estilos de aprendizagem?</strong><br>Os estilos de aprendizagem são ativo, reflexivo, teórico e pragmático.</p><p><strong>2. Quais são as principais teorias?</strong></p><ul><li><p>Teoria de Gardner – Inteligências Múltiplas; Teoria de Kolb – Ciclo de Aprendizagem Experiencial; Teoria VARK (Fleming); Teoria de Honey &amp; Mumford.</p></li></ul><p><strong>3. Como os estilos são classificados pelos principais teóricos?</strong></p><ul><li><p><strong>Fleming (VARK):</strong> V – visual, A – auditivo, R – leitura/escrita, K – cinestésico.</p></li><li><p><strong>Kolb:</strong> Baseado em dois eixos (percepção e processamento).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 21:09:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Síntese Crítica / Comentário Reflexivo</title>
         <author>joanaragostinho16</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3729736545</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto de Daniela Melaré Vieira Barros apresenta uma reflexão fundamentada sobre a <strong>Teoria dos Estilos de Aprendizagem</strong>, enquadrada no referencial espanhol, evidenciando a sua pertinência no contexto educativo atual. A autora destaca que compreender a forma como os alunos aprendem é essencial para a construção de práticas pedagógicas mais eficazes, inclusivas e centradas no aluno.</p><p>Ao basear-se no modelo de Honey e Alonso, derivado da teoria da aprendizagem experiencial de David Kolb, o artigo identifica quatro estilos de aprendizagem — ativo, reflexivo, teórico e pragmático — sublinhando que estes não devem ser entendidos como categorias rígidas. Pelo contrário, a autora defende que os estilos são dinâmicos e passíveis de desenvolvimento, dependendo das experiências educativas e das estratégias utilizadas pelo professor.</p><p>Um aspeto relevante do texto é a valorização do papel do docente enquanto mediador do processo de ensino-aprendizagem. A autora enfatiza que o conhecimento dos estilos de aprendizagem dos alunos deve servir como um instrumento de apoio à planificação pedagógica, promovendo a diversificação de metodologias e evitando práticas uniformizadas que possam excluir determinados perfis de aprendizagem. Esta perspetiva reforça a necessidade de uma escola que respeite a diversidade e promova a equidade no acesso ao conhecimento.</p><p>Do ponto de vista crítico, o texto convida à reflexão sobre os desafios da aplicação dos estilos de aprendizagem na prática educativa, alertando para a importância de não rotular os alunos, mas sim de utilizar esta teoria como uma ferramenta orientadora. Assim, a abordagem apresentada contribui para uma prática docente mais consciente e reflexiva, em que o objetivo principal é potenciar o desenvolvimento integral dos alunos e a qualidade das aprendizagens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-21 17:15:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resumo texto Daniela Melaré</title>
         <author>joanaragostinho16</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3729737011</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O texto de Daniela Melaré Vieira Barros aborda a <strong>Teoria dos Estilos de Aprendizagem</strong>, com base no <strong>referencial espanhol</strong>, destacando a sua relevância no contexto educativo contemporâneo. A autora defende que os estilos de aprendizagem representam as diferentes formas como os indivíduos percecionam, processam e utilizam a informação, influenciando diretamente o modo como aprendem.</p><p>O artigo fundamenta-se, sobretudo, no modelo desenvolvido por <strong>Honey e Alonso</strong>, derivado da teoria da aprendizagem experiencial de <strong>David Kolb</strong>, que identifica quatro estilos principais: <strong>ativo, reflexivo, teórico e pragmático</strong>. Cada um destes estilos apresenta características próprias, não sendo considerados fixos nem exclusivos, podendo coexistir e desenvolver-se ao longo do tempo.</p><p>A autora salienta a importância de os professores conhecerem os estilos de aprendizagem dos alunos, de forma a diversificar estratégias pedagógicas e promover aprendizagens mais significativas, inclusivas e eficazes. O texto enfatiza ainda que o reconhecimento da diversidade de estilos contribui para uma prática educativa mais reflexiva e centrada no aluno, reforçando o papel do professor como mediador do processo de ensino-aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-21 17:16:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise e reflexão sobre os estilos de aprendizagem</title>
         <author>sandralffernandes</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3733134097</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estilos de aprendizagem correspondem às preferências individuais na forma como cada pessoa percebe, processa e responde às situações de aprendizagem. Alonso, Gallego e Honey identificam quatro estilos principais: ativo, reflexivo, teórico e pragmático, que representam tendências relativamente estáveis, mas não rígidas, no modo de aprender.</p><p>As principais teorias apresentadas no texto têm origem em diferentes áreas, nomeadamente na psicologia e na pedagogia, destacando-se os contributos de Kolb, Honey e Mumford, Dunn e Dunn, entre outros. Estas teorias procuram explicar a aprendizagem a partir da experiência, da reflexão e da aplicação prática do conhecimento.</p><p><br/></p><p>Relativamente à classificação dos estilos, verifica-se que os diferentes autores propõem modelos distintos, embora complementares. Kolb classifica os estilos a partir do ciclo de aprendizagem experiencial, enquanto Honey e Mumford adaptam este modelo, dando origem aos estilos ativo, reflexivo, teórico e pragmático (posteriormente operacionalizados no contexto educativo através do questionário CHAEA).</p><p><br/></p><p>A reflexão sobre os estilos de aprendizagem evidencia a importância de práticas pedagógicas flexíveis, sobretudo nos contextos de ensino online, uma vez que permitem atender à diversidade de quem aprende sem recorrer a rótulos, promovendo uma aprendizagem mais consciente e eficaz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-27 01:49:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aplicação dos Estilos de Aprendizagem no Ensino Prático</title>
         <author>sandralffernandes</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3733159400</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao refletir sobre os estilos de aprendizagem, percebo que não se trata apenas de identificar preferências individuais, mas também de adaptar estratégias pedagógicas para responder às diferentes necessidades. Por exemplo, os alunos com estilo ativo beneficiam de atividades práticas e desafios, enquanto os reflexivos necessitam de tempo para observar e analisar antes de agir.</p><p>O modelo CHAEA, desenvolvido por Alonso et al. (1992), demonstra como é possível avaliar e compreender a predominância dos estilos de cada aprendiz, permitindo ao docente planear atividades mais inclusivas e eficazes. Esta abordagem é particularmente relevante em contextos de ensino online, onde a diversidade de recursos digitais permite atender simultaneamente a múltiplos estilos de aprendizagem.</p><p>Refletindo sobre a prática, considero que a integração de diferentes estratégias, como questionários, debates, projectos práticos e materiais de leitura, potencia a aprendizagem colaborativa e individual, contribuindo para uma experiência mais motivadora e significativa para todos os alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-27 03:32:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estilos de Aprendizagem e Motivação Pessoal</title>
         <author>sandralffernandes</author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3733162841</link>
         <description><![CDATA[<p>A análise dos estilos de aprendizagem evidencia que cada aluno responde de forma distinta às situações educativas. Reconhecer o estilo predominante permite personalizar estratégias de estudo e aumentar a motivação, tornando a aprendizagem mais significativa. Alunos com estilo pragmático, por exemplo, tendem a envolver-se mais quando conseguem aplicar imediatamente os conhecimentos, enquanto os teóricos valorizam a compreensão profunda e a lógica por detrás dos conceitos.</p><p>No contexto da aprendizagem online, esta diversidade de estilos pode ser aproveitada através de recursos multimédia, fóruns de discussão e atividades interativas, permitindo que cada aluno encontre o seu próprio ritmo e método de estudo. Assim, os estilos de aprendizagem não só ajudam a compreender as preferências individuais, como também potenciam o envolvimento e a responsabilidade do estudante no seu processo de aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-27 03:53:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>ESTILOS DE APRENDIZAGEM</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Estilos de aprendizagem</strong> é a forma em que uma determinada pessoa tem na aprendizagem, de como processar informação, assimilar um novo conhecimento, conforme as competências e habilidades que possui.</p><p>Segundo o&nbsp;<strong>método de Honey-Alonso,</strong> existem quatro estilos de aprendizagem:<strong>&nbsp;ativo</strong>,&nbsp;<strong>reflexivo</strong>,&nbsp;<strong>teórico</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>pragmático</strong>.</p><p><strong>Ativo:&nbsp;As </strong>pessoas com esta preferência de aprendizagem gostam de desafios que possibilitam novas experiências e não gostam de prazos longos. São de mente aberta e entusiasmadas por tarefas novas.</p><p><strong>Reflexivo:&nbsp;</strong>Estilo de aprendizagem observado em pessoas que gostam de&nbsp;analisar todas as alternativas possíveis antes de tomar uma decisão. Gostam de considerar a experiência e observá-la sob diferentes perspectivas.</p><p><strong>Pragmático:&nbsp;As </strong>pessoas com este estilo de aprendizagem&nbsp;colocam as ideias em prática. Demonstram impaciência com discussões e pessoas extremamente abstratas. São realistas quando precisam tomar decisões e resolvê-las.</p><p><strong>Teórico:&nbsp;</strong>Estilos de aprendizagem notado em pessoas que&nbsp;encaram problemas de forma lógica. Gostam de analisar e sintetizar e tendem ao perfeccionismo. São intensas ao pensar sobre princípios, teorias e modelos.</p><p>&nbsp;</p><p>Segundo o&nbsp;<strong>método de Kolb</strong>, elaborado pelo teórico educacional americano David Kolb (1976), sugere um&nbsp;<strong>ciclo de aprendizagem experiencial</strong>&nbsp;baseado nas atitudes e sentimentos da pessoa no momento em que está aprendendo. Este ciclo apresenta quatro habilidades de aprendizagem:&nbsp;<strong>experiência concreta</strong>,<strong>&nbsp;observação reflexiva</strong>,&nbsp;<strong>conceitualização abstrata&nbsp;</strong>e<strong>&nbsp;experimentação ativa.</strong></p><p>A partir destas habilidades, Kolb definiu quatro estilos de aprendizagem:<strong>&nbsp;acomodador</strong>,&nbsp;<strong>convergente</strong>,&nbsp;<strong>assimilador</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>divergente</strong>.</p><p><strong>Acomodador:</strong>&nbsp;Estilo de aprendizagem observado em pessoas que apreciam desafios e novas experiências. As habilidades dominantes são a experimentação ativa e a experiência concreta. Alunos com esta preferência de aprendizagem se destacam em aulas de campo, projetos, atividades práticas e gamificadas.</p><p><strong>Assimilador:&nbsp;</strong>Estilo de aprendizagem observado em pessoas que gostam de reunir fatos e organizá-los de forma lógica e integrada. As habilidades dominantes são a observação reflexiva e a conceituação abstrata. Aulas de leitura, palestras e exploração de modelos analíticos atraem alunos com este estilo de aprendizagem.</p><p><strong>Convergente:&nbsp;</strong>Pessoas com este estilo de aprendizagem buscam aplicação prática das ideias, apreciam resolver problemas e tomar decisões. Suas habilidades dominantes são a experiência concreta e a observação reflexiva. Aulas de simulações e experiências em laboratório são as preferidas por alunos com este tipo de aprendizagem.</p><p><strong>Divergente:&nbsp;</strong>Pessoas com este estilo de aprendizagem apresentam melhor desempenho em situações que exigem a geração de ideias. Suas habilidades dominantes são a conceituação abstrata e a experimentação ativa. Alunos com esta preferência de aprendizagem se destacam em modelos de construção e estudos de caso.</p><p>&nbsp;</p><p>O&nbsp;<strong>método Vark</strong>, desenvolvido pelo professor&nbsp;neozelandês Neil Fleming (1992), propõe que a aprendizagem ocorre por meio de cinco habilidades:&nbsp;<strong>auditiva</strong>,<strong>&nbsp;visual</strong>,&nbsp;<strong>cinestésica</strong>,&nbsp;<strong>leitura e escrita</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>multimodal</strong>&nbsp; (quando a aprendizagem ocorre por meio de duas ou mais habilidades).</p><p>A&nbsp;<strong>aprendizagem visual</strong>&nbsp;é favorecida por meio de demonstrações visuais, como mapas, diagramas, gráficos, vídeos e aulas expositivas para apresentar conceitos, raciocínios ou ideias e suas relações.</p><p>No&nbsp;<strong>estilo auditivo</strong>&nbsp;a aprendizagem é favorecida por meio da captação de variações sonoras, como palestras, discussões e seminários para memorizar e compreender a mensagem.</p><p>O estilo de&nbsp;<strong>aprendizagem cinestésico</strong>&nbsp;está presente em pessoas que aprendem melhor fazendo, seja por meio de experiências em laboratórios, encenações, demonstrações ou atividades esportivas.</p><p>No&nbsp;<strong>estilo leitura e escrita</strong>&nbsp;a aprendizagem é favorecida por meio de artigos, manuais, relatórios e ensaios. É o caso dos alunos que fazem anotações, desenham planos e esquemas para lembrar os conteúdos.</p><p>A aprendizagem multimodal é uma&nbsp;abordagem educacional que combina múltiplos sentidos e métodos — visual, auditivo, cinestésico e leitura/escrita (VARK) — para aumentar a retenção</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-24 11:18:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3763198190</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estilos de aprendizagem ajudam-nos a compreender que não existe uma única forma correta de aprender. Cada pessoa apresenta preferências na maneira como recebe e processa a informação, o que influencia diretamente o seu desempenho. O modelo de Alonso, Gallego e Honey, que identifica os estilos ativo, reflexivo, teórico e pragmático, mostra que alguns aprendem melhor através da ação, outros pela observação, pela lógica ou pela aplicação prática. Reconhecer estas diferenças é essencial para promover um ensino mais inclusivo e centrado no aluno, permitindo que diferentes estratégias sejam utilizadas em sala de aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-25 09:59:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3763198364</link>
         <description><![CDATA[<p>Considero que o conhecimento dos estilos de aprendizagem é uma ferramenta importante tanto para professores como para alunos. Quando o estudante identifica o seu estilo predominante, consegue adotar estratégias de estudo mais eficazes e desenvolver maior autonomia. Da mesma forma, o professor pode planear atividades diversificadas, que contemplem vários estilos, aumentando a motivação e a participação. Assim, os estilos de aprendizagem não devem ser vistos como rótulos, mas como orientações que ajudam a melhorar o processo de ensino e aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-25 10:00:14 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre os estilos de aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3869074409</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura evidencia que os estilos de aprendizagem (ativo, reflexivo, teórico e pragmático) representam diferentes formas de perceber, processar e responder às informações. Um ponto relevante é que esses estilos não devem ser utilizados para rotular os indivíduos, mas sim para compreender suas preferências e potencializar o aprendizado. Além disso, o texto reforça que os estilos são flexíveis e podem ser desenvolvidos ao longo do tempo, o que amplia as possibilidades de aprendizagem e favorece uma formação mais completa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-15 17:02:21 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre os estilos de aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3869075031</link>
         <description><![CDATA[<p>Um aspecto importante é a relação entre os estilos de aprendizagem e o uso das tecnologias no processo educativo. O texto mostra que os ambientes virtuais oferecem múltiplas ferramentas e estratégias que atendem às diferentes necessidades dos alunos, tornando o ensino mais dinâmico e inclusivo. Isso evidencia a importância de o professor diversificar suas metodologias e considerar as individualidades dos estudantes, promovendo uma aprendizagem mais significativa e colaborativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-15 17:02:51 UTC</pubDate>
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         <title>Cenário 4-Participação 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3880216024</link>
         <description><![CDATA[<p>🧠 <strong>Participação 1</strong></p><p>Após a leitura, percebi que existem vários estilos de aprendizagem, como o visual, auditivo, leitura/escrita e cinestésico. Cada pessoa tende a ter uma forma preferida de aprender, o que influencia a forma como compreende melhor os conteúdos.</p><p>Também achei interessante perceber que não existe apenas uma teoria, mas várias abordagens desenvolvidas por diferentes autores. Isso mostra que a aprendizagem é um processo complexo e não igual para todos.     Por  Vera Costa</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-22 20:50:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cenário 4-Participação 5</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>💬 <strong>Participação 2</strong></p><p>Na minha opinião, conhecer o nosso estilo de aprendizagem é muito importante, especialmente no ensino à distância, onde é necessário mais autonomia.</p><p>Identifico-me mais com o estilo reflexivo, pois gosto de observar, pensar e só depois agir. Acho que adaptar os métodos de estudo ao nosso estilo pode facilitar bastante a aprendizagem e melhorar os resultados.    Por Vera Costa</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-22 20:51:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3890821167</link>
         <description><![CDATA[<p>Participação 1 VERA COSTA</p><p>Os estilos de aprendizagem referem-se à forma como cada pessoa aprende melhor. Existem pessoas que aprendem mais facilmente ao ver (visual), outras ao ouvir (auditivo) e outras fazendo (cinestésico). Compreender estes estilos é importante porque ajuda a adaptar o estudo às necessidades de cada um, tornando a aprendizagem mais eficaz.</p><p>Participação 2 VERA COSTA</p><p>Na minha opinião, conhecer os estilos de aprendizagem é muito útil, tanto para alunos como para formadores. Permite melhorar os resultados e tornar o processo mais interessante. Por exemplo, uma pessoa que aprende melhor de forma prática pode ter mais dificuldades em métodos apenas teóricos.As principais teorias indicam que não existe apenas uma forma correta de aprender. Autores como Kolb defendem que a aprendizagem acontece através da experiência, enquanto outros autores classificam os estilos de forma diferente, mas todos concordam que cada pessoa tem preferências próprias.</p><p><br/></p><p>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-29 14:26:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dmelare/5v6vws9ie74m/wish/3890823029</link>
         <description><![CDATA[<p>Participação 2 VERA COSTA</p><p>Na minha opinião, conhecer os estilos de aprendizagem é muito útil, tanto para alunos como para formadores. Permite melhorar os resultados e tornar o processo mais interessante. Por exemplo, uma pessoa que aprende melhor de forma prática pode ter mais dificuldades em métodos apenas teóricos.</p><p><br/></p><p>Esta reflexão fez-me perceber que é importante variar as formas de ensino e estudo, para conseguir aprender melhor e também ajudar os outros a aprender. Cada pessoa é diferente e isso deve ser respeitado no processo de aprendizagem</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-29 14:28:17 UTC</pubDate>
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