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      <title>VB HF Reale_EF 001 - EF 002 - Estudinho de História da Filosofia - 2024  Reale v. 1. cap. primeiro  by Vera Braga</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-30 16:31:52 UTC</pubDate>
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         <title>2VB) Aulas do Estudinho </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2809321843</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudinho de História da Filosofia - 2024 - VB</p><p>Refletindo sobre Estudinho a respeito da História da Filosofia, Volume 1 de Giovanni Reale e Dario Antiseri,  proponho o seguinte programa. Observação: os encontros não deverão ultrapassar 60 minutos e iremos diretamente para o tema da aula. Compartilharemos o livro para que todos possam acompanhar o mesmo texto. Plataforma Zoom. (sempre o memso link que já utilizamos). Presença livre e todos são convidados, sem exceção. Não é preciso estudo prévio, mas recomendamos que se faça memória do estudado em aula. </p><p><strong>Aulas 1 e 2.</strong>  1. A filosofia como criação do gênio helênico. 2. A impossibilidade de derivação da filosofia do Oriente. 3. Os conhecimentos científicos  egípcios e caldeus e a transformação operada pelos gregos. V. 1., páginas 1 a 3. Edição Paulus 2023. Dia 09/01/2024 e 16/01/2024 </p><p>Aulas 3, 4, 5  - II . As formas da vida grega que prepararam o nascimento da filosofia. 1. Os poemas homéricos e os poetas gnômicos. 2. A religião púbica e os mistérios órficos. 2.2. As duas formas da religião grega. 2.2. Alguns traços essenciais da religião pública. 2.3. O orfismo e suas crenças essenciais. 2.4. Falta de dogmas e de seus guardiães na religião grega. 3. As condições socio-políticas-econômicas que favoreceram o surgimento da filosofia. </p><p>Aula 6, 7, 8. 9. III. Conceito e objetivos da filsofia antiga. 1. As condições essenciais da filosofia antiga. 1.1. A filosofia como amor a sabedoria". 1.2. O conteúdo da filosofia. 1.3. O método da filosofia. 1.4. O escopo da filosofia. 1.5. Condições sobre o conceito grego de filosofia. 2. A filosofia como necessidade primária do espírito humano. 3. As fase e os períodos da história da filosofia antiga. </p><p>Aula 10. Memória do aprendido e preparação para o capítulo segundo, cujo título é: A Fundação do pensmanto filosófico. - Os naturalista pré-socráticos, com seis partes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 16:36:52 UTC</pubDate>
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         <title>1 VB)  Convites </title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Alunos de Filosofia 2023_ 5a. (30 11 2023) </p><p>Reunião de coisa nenhuma. ( 25 11 2023)</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 16:38:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3VB) Aulas 1 e 2.  1. A filosofia como criação do gênio helênico. 2. A impossibilidade de derivação da filosofia do Oriente. 3. Os conhecimentos científicos  egípcios e caldeus e a transformação operada pelos gregos. V. 1., páginas 1 a 3. Edição Paulus 2023. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2819470966</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-09 14:05:13 UTC</pubDate>
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         <title>4VB) AS ORIGENS GREGAS DO PENSAMENTO OCIDENTAL</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2819484059</link>
         <description><![CDATA[<p><em>É a inteligência que vê, é a inteligência que ouve, e tudo o mais é surdo e cego. </em>Epicarmo.</p><p>1 Capítulo primeiro</p><p><strong>Gênese, natureza e desenvolvimento da filosofia antiga</strong></p><p>I. G<em>ênese </em>da filosofia entre os gregos.</p><p>&nbsp;1. A filosofia <em>como criação </em>do gênio helênico</p><p>&nbsp;§1. A filosofia, como termo ou conceito, é considerada pela quase totalidade dos estu­diosos como criação própria do gênio dos gregos. Efetivamente, enquanto todos os outros componentes da civilização grega encon­tram correspondência junto aos demais po­vos do Oriente que alcançaram elevado nível de civilização antes dos gregos (crenças e cul­tos religiosos, manifestações artísticas de natureza diversa, conhecimentos e habilidades técnicas de vários tipos, instituições políti­cas, organizações militares etc.), no que se refere à filosofia encontramo-nos, ao invés, diante de um fenômeno tão novo que não só não encontra correspondência precisa junto a esses povos, mas tampouco nada tem de estreita e especificamente análogo.</p><p>&nbsp;<mark>§1.</mark> A filosofia, como termo ou conceito, é considerada pela quase totalidade dos estu­diosos como criação própria do gênio dos gregos. Efetivamente, enquanto todos os outros componentes da civilização grega encon­tram correspondência junto aos demais po­vos do Oriente que alcançaram elevado nível de civilização antes dos gregos (crenças e cul­tos religiosos, manifestações artísticas de natureza diversa, conhecimentos e habilidades técnicas de vários tipos, instituições políti­cas, organizações militares etc.), <strong>no que se refere à filosofia encontramo-nos, ao invés, diante de um fenômeno tão novo que não só não encontra correspondência precisa junto a esses povos, mas </strong>tampouco nada tem de estreita e especificamente análogo.<br><mark>GPT </mark>- Numere as orações:</p><p>1. A <mark>filosofia</mark>, como termo ou conceito, é considerada pela quase <strong>totalidade dos estudiosos</strong> como <mark>criação própria do gênio dos gregos.</mark><br>2. Enquanto todos os outros componentes da civilização grega encon­tram correspondência junto aos demais povos do Oriente que alcançaram elevado nível de civilização antes dos gregos.<br>3. Crenças e cultos religiosos encontram correspondência.<br>4. Manifestações artísticas de natureza diversa encontram correspondência.<br>5. Conhecimentos e habilidades técnicas de vários tipos encontram correspondência.<br>6. Instituições políticas encontram correspondência.<br>7. Organizações militares encontram correspondência.<br>8. No que se refere à filosofia, encontramo-nos, ao invés, diante de um fenômeno tão novo.<br>9. A filosofia não encontra correspondência precisa junto a esses povos.<br>10. A filosofia tampouco tem algo de estreita e especificamente análogo junto a esses povos. /<br>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-09 14:30:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5VB)</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2819489423</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>§2. do item 1.</mark>  Dessa forma, a superioridade dos gre­gos em relação aos outros povos nesse ponto específico é de caráter não puramente <em>quantitativo, </em>mas <em>qualitativo, </em>pois o que eles criaram, instituindo a filosofia, constitui no­vidade absoluta.</p><p><mark>GPT</mark> - Numere as orações: </p><p>1. Dessa forma, a superioridade dos gre­gos em relação aos outros povos nesse ponto específico é de caráter não puramente quantitativo.<br>2. O que eles criaram, instituindo a filosofia, c<strong>onstitui novidade absoluta. </strong><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-09 14:39:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5VB) </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2819489752</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>§3, do item 1. </mark>Quem não levar isso em conta não poderá compreender por que, sob o impul­so dos gregos, a civilização ocidental tomou uma direção completamente diferente da oriental. Em particular, não poderá compreender por que motivo os orientais, quando quiseram se beneficiar da ciência ocidental e de seus resultados, tiveram de adotar também algumas categorias da lógica ocidental. Com efeito, a ciência não é possível em qualquer cultura. Há ideias que tornam estrutural­mente impossível o nascimento e o desenvolvimento de determinadas concepções, e até mesmo ideias que impedem toda a ciên­cia em seu conjunto, ao menos como hoje a conhecemos.</p><p><mark>GPT</mark> - Numere as orações: </p><p>1. Quem não levar isso em conta não poderá compreender por que, sob o impulso dos gregos, a civilização ocidental tomou uma direção completamente diferente da oriental.<br>2. Em particular, não poderá compreender por que motivo os orientais, quando quiseram se beneficiar da ciência ocidental e de seus resultados, tiveram de adotar também algumas categorias da lógica ocidental.<br>3. Com efeito, a ciência não é possível em qualquer cultura.<br>4. Há ideias que tornam estruturalmente impossível o nascimento e o desenvolvimento de determinadas concepções, e até mesmo ideias que impedem toda a ciência em seu conjunto, ao menos como hoje a conhecemos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-09 14:40:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5 VB)Fim do item I - A filosofia como criação do gênio helênico. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2819490159</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>§4, do item 1</mark>. Pois bem, por c<mark>ausa de suas categorias racionais, foi a filosofia que possibilitou o nascimento da ciência e, em certo sentido, a gerou. </mark>E reconhecer isso significa também reconhecer aos gregos o mérito de terem dado uma contribuição verdadeiramente excepcional à história da civilização./</p><p><mark>GPT </mark>- Numere as orações:  </p><p>Foi a filosofia que possibilitou o nascimento da ciência e a gerou.<br>- Reconhecer isso significa também reconhecer aos gregos o mérito de terem dado uma contribuição verdadeiramente excepcional à história da civilização./</p><p>GTP - Foi a filosofia que possibilitou o nascimento da ciência e a gerou.</p><p>- <strong>Poderia acrescentar alguma informação dada por Pierre Hadot sobre estes itens? </strong>Reconhecer isso significa também reconhecer aos gregos o mérito de terem dado uma contribuição verdadeiramente excepcional à história da civilização. </p><p>Certamente! Pierre Hadot foi um renomado filósofo francês, conhecido por seus estudos sobre a filosofia antiga, especialmente a filosofia grega. Em sua obra "Exercícios Espirituais e Filosofia Antiga", Hadot argumenta que a filosofia antiga não era apenas um sistema teórico de conhecimento, mas também uma forma de vida prática.<br>Hadot defende a ideia de que os filósofos antigos, como os gregos, buscavam a sabedoria não apenas por meio de teorias abstratas, mas também através de exercícios e práticas que transformavam o indivíduo. Segundo ele, é essa dimensão prática da filosofia que possibilitou seu encontro com outras áreas do conhecimento, como a ciência.<br>Hadot destaca que a filosofia grega antiga forneceu a base conceitual e metodológica para o desenvolvimento da ciência moderna. Os gregos estabeleceram uma abordagem racional e sistemática para a investigação do mundo natural, criando as bases para o método científico.<br>Além disso, Hadot enfatiza a importância da filosofia grega como um modo de vida que valorizava a busca pela verdade e a autorreflexão. Essa atitude filosófica criou um ambiente propício para o surgimento de novas ideias e descobertas científicas.<br>Em suma, Hadot ressalta que a filosofia grega foi fundamental para o desenvolvimento da ciência, tanto em termos de sua abordagem teórica quanto de sua dimensão prática. Reconhecer essa contribuição dos gregos à história da civilização é reconhecer o papel essencial que a filosofia desempenhou na geração da ciência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-09 14:41:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6. VB) 2. Capítulo primeiro I - 2. A impossibilidade de derivação da Filosofia do Oriente. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2819537731</link>
         <description><![CDATA[<p> <mark>§1º do item 2. </mark>Naturalmente, sobretudo entre os orientalistas, não faltaram tentativas de situar no Oriente a origem da filosofia, especialmente com base na observação de analogias genéricas constatáveis entre as concepções dos primeiros filósofos gregos e certas ideias próprias da sabedoria oriental. Todavia nenhuma dessas tentativas teve êxito. Já a partir de fins do século dezenove, a crítica rigorosa produziu uma série de provas verdadeiramente esmagadoras contra a tese de que a filosofia dos gregos tivesse derivado do Oriente.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-09 16:03:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>7 VB) </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2819540383</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Continuação do § 1 do item 2</mark>. a)&nbsp; Na época clássica, nenhum dos filó­sofos ou dos historiadores gregos acena mi­nimamente à pretensa origem oriental da filosofia.</p><p>b)&nbsp;&nbsp; Está historicamente demonstrado que os povos orientais, com os quais os gregos tiveram contato, possuíam de fato uma forma de "sabedoria" feita de convicções religiosas, mitos teológicos e "cosmogônicos", mas não uma <em>ciência filosófica </em>baseada na razão pura (no <em>logos, </em>como dizem os gregos). Ou seja, possuíam um tipo de sabedoria análoga à que os próprios gregos possuíam antes de criar a filosofia.</p><p>c) Em todo caso, não temos conhecimento da utilização, por parte dos gregos, de qualquer escrito oriental ou de traduções desses textos. Antes de Alexandre, não re­sulta que tenham chegado à Grécia doutri­nas dos hindus ou de outros povos da Ásia, como também que, na época em que surgiu a filosofia na Grécia, houvesse gregos em condições de compreender o discurso de um sacerdote egípcio ou de traduzir livros egípcios.</p><p>d)&nbsp; Admitindo que <em>algumas ideias </em>dos filósofos gregos possam ter antecedentes precisos na <strong>sabedoria oriental</strong> (mas isso ainda precisa ser comprovado), podendo assim dela derivar, isso não mudaria a substância da questão que estamos discutindo. <strong>Com efeito, a partir do momento em que nasceu na Grécia, a filosofia representou <em>nova for­ma de expressão espiritual</em></strong><em>, </em>de tal modo que, ao acolher conteúdos que eram fruto de outras formas de vida espiritual, ela os transformava estruturalmente, dando-lhes f<strong>orma rigorosamente lógica.</strong>/</p><p><mark>GPT</mark> - <mark>Pierre Hadot</mark> teria algo a acrescentar a este <strong>item 2, a saber: A impossibilidade de derivação da filosofia do Oriente? </strong></p><p>Pierre Hadot pode acrescentar ao texto uma perspectiva mais ampla sobre a filosofia e sua origem. Hadot argumenta que a filosofia não é apenas um conjunto de ideias racionais e lógicas, mas também uma forma de vida espiritual. Segundo ele, a filosofia grega não era apenas uma busca pelo conhecimento intelectual, mas também uma prática de transformação moral e espiritual.<br>Hadot enfatizaria que a filosofia não precisa necessariamente ter uma origem em uma tradição oriental para ter influências de outras formas de vida espiritual. Ele destacaria a importância de compreender a filosofia como uma atividade que envolve a transformação do indivíduo e a busca pela sabedoria, independentemente de sua origem geográfica.<br>Além disso, Hadot argumentaria que a filosofia não se restringe apenas às ideias e conceitos, mas também à prática de viver de acordo com essas ideias. Portanto, mesmo que algumas ideias dos filósofos gregos possam ter sido influenciadas por tradições orientais, o importante é a forma única como os gregos as reestruturaram e desenvolveram na forma de filosofia.<br>Hadot também destacaria a importância do contexto histórico e cultural para entender a origem da filosofia. Ele argumentaria que a filosofia grega emergiu em uma época e lugar específicos, com suas próprias condições e influências culturais, o que ajuda a explicar por que ela se desenvolveu de maneira distinta das tradições orientais.<br>Em suma, Hadot contribuiria para o texto destacando a importância da filosofia como uma prática de transformação espiritual e argumentando que sua origem não precisa necessariamente estar no Oriente para ter influências de outras tradições espirituais. Ele também apontaria para o contexto histórico e cultural como fatores relevantes na compreensão da origem da filosofia grega. /<br></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-09 16:08:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>8 VB) Capítulo primeiro I - Item 3. Os	conhecimentos científicos egípcios e caldeus e a transformação operada pelos gregos. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2819547432</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>8 VB) Capítulo primeiro I - Item 3. Os	conhecimentos científicos egípcios e caldeus e a transformação operada pelos gregos.</mark> </p><p><mark>1º § do item 3</mark>. Os gregos, ao invés, adotaram dos orien­tais alguns conhecimentos científicos. Com efeito:</p><p>a)&nbsp;&nbsp; dos egípcios derivaram alguns conhecimentos matemático-geométricos;</p><p>b) dos babilônios, alguns conhecimen­tos de astronomia.</p><p>Todavia, também em relação a esses conhecimentos precisamos fazer alguns esclarecimentos importantes, indispensáveis para compreender a mentalidade grega e a mentalidade ocidental que dela derivou.</p><p>a)&nbsp; Ao que sabemos, a matemática egípcia consistia de modo predominante no conhecimento de operações de cálculo aritmético com objetivos práticos, como, por exemplo, o modo de medir certa quantida­de de gêneros alimentícios, ou então de di­vidir determinado número de coisas entre um número dado de pessoas. Assim, analogamente, a geometria também devia ter caráter predominantemente prático, respon­dendo, por exemplo, à necessidade de medir novamente os campos depois das inun­dações periódicas do Nilo, ou à necessidade de projeção e construção das pirâmides. E claro que, ao obterem tais conhecimentos matemático-geométricos, os egípcios ­ desenvolveram uma atividade da razão - atividade, aliás, bastante considerável. Mas, reelaborados pelos gregos, tais conhecimen­tos se tornaram algo muito mais consisten­te, realizando verdadeiro salto qualitati­vo. Com efeito, sobretudo por intermédio de Pitágoras e dos Pitagóricos, os gregos transformaram aquelas noções em uma <em>teoria geral e sistemática </em>dos números e das figuras geométricas, indo muito além dos objetivos predominantemente práticos aos quais os egípcios parecem ter-se limi­tado.</p><p>b)&nbsp; O mesmo vale para as noções astronômicas. Os babilônios as elaboraram com objetivos predominantemente práticos, ou seja, para fazer horóscopos e previsões. Mas os gregos as purificaram e cultivaram com fins <em>predominantemente cognoscitivos, </em>por causa do espírito "teorético" que visava ao amor do conhecimento puro, o mesmo espírito que, como veremos, criou e nutriu a filosofia. No entanto, antes de definir em que consiste exatamente a filosofia e o espírito filosófico dos gregos, devemos desenvolver ainda algumas observações preliminares essenciais.//</p><p><mark>GPT - Pierre Hadot acrescentaria algo a esta visão? </mark></p><p>Pierre Hadot acrescentaria que a transformação dos conhecimentos científicos egípcios e babilônios pelos gregos não se limitou apenas a uma melhoria técnica ou teórica, mas também envolveu uma mudança de mentalidade e de propósito. Os gregos se dedicaram ao estudo desses conhecimentos não apenas para aplicá-los de forma prática, como os egípcios e babilônios faziam, mas também para buscar um entendimento mais profundo da realidade e do universo. Eles desenvolveram uma abordagem filosófica que ia além da utilidade imediata e procurava compreender os fundamentos e princípios subjacentes a esses conhecimentos científicos. Assim, a contribuição dos gregos não se limitou apenas a expandir e aperfeiçoar esses conhecimentos ou a sistematizá-los, mas também a questionar e refletir sobre eles de forma crítica, tornando-os parte de um projeto filosófico mais amplo.//</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-09 16:22:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>oqeoefevereiro2017_</author>
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         <pubDate>2024-01-09 12:05:14 UTC</pubDate>
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         <title>10 VB) Filosofando - Cap. 2. As origens da Filosofia </title>
         <author>oqeoefevereiro2017_</author>
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         <title>12VB) Filosofando - cap. 1. </title>
         <author>oqeoefevereiro2017_</author>
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         <title>11VB)</title>
         <author>oqeoefevereiro2017_</author>
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         <pubDate>2024-01-09 20:15:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>oqeoefevereiro2017_</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2843360346</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>13VB) Filosofando - Cap. 1. A experiência filosófica- p. 19 </strong></p><p><strong>Subitem do 2. Filosofia não é um saber</strong></p><p>A estranha afirmação de que a filosofia não é um saber significa que ela não constitui uma doutrina, no sentido de uma teoria ou um conjunto de conhecimentos estabelecidos de uma vez por todas. Ao contrário, o filosofar é uma atitude que pressupõe constante disponibilidade para a indagação.</p><p>Platão e Aristóteles disseram que a primeira virtude do filósofo é admirar-se, ser capaz de se surpreender com o óbvio e questionar as verdades dadas. Essa é a condição para problematizar, o que caracteriza a filosofia como busca da verdade, e não como sua posse.</p><p>A filosofia não está à margem da vida. O próprio tecido de seu pensar é a trama dos acontecimentos, é o cotidiano, por isso ela se encontra no seio da</p><p>história. No entanto, está mergulhada no mundo e fora dele, eis o paradoxo enfrentado pelo filósofo.</p><p><strong>Filosofia não se confunde com ciência.</strong></p><p>Nos seus primórdios, o que chamamos de ciência grega fazia parte do corpo da filosofia. O sábio era aquele que refletia sobre todos os setores da indagação humana. Ao se debruçar sobre as questões da natureza — <em>a physis</em>, para os gregos —, o fazia do ponto de vista filosófico.</p><p><mark>Apenas no século XVII o método das ciências </mark> <mark>experimentais, iniciado por Galileu Galilei, possibilitou a ruptura entre a filosofia e a ciência. </mark>Lentamente</p><p>constituíram-se as chamadas ciências particulares (física, astronomia, química, biologia) e, há menos tempo, as ciências humanas (psicologia, sociologia, (economia) entre outras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-09 20:25:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>oqeoefevereiro2017_</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2843363897</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>VB 14) Filosofando - Cap. 1. A experiência filosófica</strong></p><p>2 É possível definir filosofia? P. 19 </p><p><strong>Surge daí a questão: o que restou à filosofia se ela, ao longo dos anos, foi esvaziada de seus conteúdos?</strong></p><p>Na verdade, a filosofia continua tratando da mesma realidade apropriada pelas ciências. Enquanto as ciências se especializam e observam “recortes” da realidade, a filosofia jamais renuncia a analisar seu objeto do ponto de vista da totalidade. Isso porque é uma visão de conjunto, em que o problema filosófico nunca é examinado parcial e isoladamente, mas sempre conforme a relação estabelecida com o contexto em que se encontra inserido, ou seja, em todos os setores do conhecimento e da ação humana, a filosofia se apresenta como reflexão crítica e problematização do saber e do agir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-09 20:28:33 UTC</pubDate>
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         <title>15 VB) LEITURA COMPELEMENTAR </title>
         <author>oqeoefevereiro2017_</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2843989966</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é a Filosofia, de  Pierre HADOT</p><p>(2858)</p><p>O que é a filosofia antiga? Loyola.  (2857) Trata da filosofia como modo de vida. (Indicação do professor Victor Hugo Fonseca).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-10 09:39:43 UTC</pubDate>
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         <title>16 VB) LEITURA COMPELEMENTAR </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5uopf2kjah43qzqm/wish/2850232560</link>
         <description><![CDATA[<p>16VB)<mark> GPT</mark> - <mark>A França de 1862</mark> estava sob o Segundo Império Francês. O Segundo Império foi estabelecido em 1852, quando o presidente Louis-Napoleon Bonaparte se autoproclamou Napoleão III, Imperador dos Franceses. Esse regime durou até 1870, quando o Império entrou em colapso durante a Guerra Franco-Prussiana.</p><p>Em 1862 a Igreja estava ligada ao Estado na França. Durante esse período, a relação entre a Igreja Católica e o Estado francês estava regulamentada pelo Concordato de 1801, assinado entre Napoleão Bonaparte e o Papa Pio VII. Esse acordo estabelecia o catolicismo como a religião oficial da França e concedia à Igreja uma série de privilégios e benefícios materiais, como salários para os clérigos pagos pelo Estado. Embora a Revolução Francesa de 1789 tivesse levado à separação da Igreja e do Estado, o Concordato de 1801 refletiu o restabelecimento gradual da influência da Igreja na sociedade francesa. Portanto, em 1862, a Igreja Católica estava firmemente conectada ao Estado na França.Lacordaire nasceu em Recey-sur-Ource, uma comuna francesa na região de Borgonha-Franco-Condado.</p><p>Hoje, podemos falar sobre o orgulho e a humildade como duas características opostas que influenciam diretamente nossas ações e relacionamentos.</p><p>O orgulho, muitas vezes, é associado a uma atitude egoísta e arrogante. Quando alguém é excessivamente orgulhoso, tende a valorizar-se acima dos outros, menosprezando suas opiniões e sentimentos. Esse comportamento pode afetar negativamente os relacionamentos interpessoais, causando ressentimento e afastando as pessoas.</p><p>Por outro lado, a humildade é uma virtude que nos torna mais empáticos e compassivos em relação aos outros. Ser humilde implica reconhecer nossas falhas e limitações, sem buscar constantemente aplausos ou reconhecimento. A humildade permite que aprendamos com os outros, sejamos mais pacientes e respeitosos, e cresçamos como indivíduos.</p><p>Desafiar nossos próprios orgulhos e cultivar a humildade pode trazer benefícios significativos para nossas vidas. Ao reconhecer que não sabemos tudo e que temos muito a aprender, abrimos espaço para expandir nossos conhecimentos e melhorar constantemente. Além disso, ao sermos mais humildes, conseguimos construir relacionamentos mais saudáveis e genuínos, cultivando empatia, colaboração e compreensão mútua.</p><p>É importante ressaltar que nem sempre é fácil praticar a humildade. A sociedade atual muitas vezes nos encoraja a buscar reconhecimento, sucesso e status, o que pode gerar conflitos com a ideia de sermos humildes. No entanto, ao priorizar a humildade como um valor pessoal, podemos superar esses desafios e construir uma vida mais equilibrada e gratificante.</p><p>Em conclusão, o orgulho e a humildade são duas características que impactam diretamente nossa forma de agir e interagir com os outros. O orgulho excessivo pode nos afastar dos outros e limitar nosso crescimento pessoal, enquanto a humildade nos permite ser mais empáticos, aprender com os outros e construir relacionamentos mais saudáveis e genuínos. Cultivar a humildade pode trazer benefícios significativos para nossas vidas e nos ajudar a alcançar uma maior realização pessoal.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-16 11:14:44 UTC</pubDate>
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         <title>16VB)</title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-18 10:37:40 UTC</pubDate>
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         <title>17VB)</title>
         <author>vabraga</author>
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         <pubDate>2024-01-18 10:40:21 UTC</pubDate>
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