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      <title>Meu padlet refinado by Kaillany Damasceno</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-02 23:17:18 UTC</pubDate>
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         <title>Em busca da aliança impossível</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Waiãpi do norte e seus brancos</p><p>(Guiana Francesa)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 23:18:59 UTC</pubDate>
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         <title>Os Waiãpi, índios de língua tupi-quarani. como a maior parte dos povos indígenas da América, são produto de quinhentos anos de reajustes sociológicos, cisões e reagrupamentos provocados, direta ou indiretamente, pelo avanço da fronteira de colonização branca.</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 23:19:37 UTC</pubDate>
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         <title>Imagens inéditas: indígenas wajãpi mostram rastros dos invasores</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <pubDate>2024-02-03 00:29:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[<p>O texto aborda a visão dos indígenas Waiãpi em relação aos contatos com os brancos, destacando diferenças entre etnias da mesma família linguística nos séculos XVI e XVII. Enfatiza a importância do contexto histórico na compreensão dessas interações. Apesar das representações constantes dos Waiãpi sobre os brancos como bárbaros, a análise mostra a persistência da visão de mundo tupi-guarani. O estudo é baseado em pesquisa etnográfica entre 1969 e 1996 na Guiana francesa, explorando as pressões francesas e brasileiras nas comunidades do norte e sul. Destaca a maior interação dos Waiãpi do norte com os brasileiros e analisa as noções de identidade e diferença, revelando um profundo afastamento entre o mundo Waiãpi e o dos brancos, resultando em tentativas infrutíferas de um convívio harmonioso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 00:42:31 UTC</pubDate>
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         <title>Nós e nossos semelhantes e Os outros e seus nomes</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871803198</link>
         <description><![CDATA[<p>As categorizações sociais e identidade dos Waiãpi são complexas, especialmente  o uso da palavra "-wãku", para representar grupos com base na origem geográfica. A oposição central entre "yanewãku" (nós) e "ãmuku" (os outros) varia, abrangendo desde relações próximas até uma distinção mais ampla entre "nós, os Waiãpi" e o restante da humanidade. A fluidez da oposição é destacada, diluindo o significado de "ãmuku" em "conjuntos fluidos" conforme os contextos. A ênfase na especificidade dos "outros" em situações particulares é evidenciada, usando oposições como "amigo/inimigo" e identificação de "conjuntos fluidos" ao longo do tempo. A introdução da categoria "apã" representa grupos distantes, tanto geograficamente quanto temporalmente, marcando uma distância cultural variável, desde detalhes específicos até uma identidade global.</p><p> "apã" tem três categorias de alteridade periférica: franceses, brasileiros e negros, analisando a etimologia e implicações culturais de cada termo. Em resumo, a abordagem dos Waiãpi à categorização social é complexa e contextual, moldada por sua experiência histórica e interações com diferentes grupos.</p><p><br></p><p>são três categorias de estrangeiros entre os Waiãpi,  três grupos além dos apã: os peleisi' (franceses), os kalaí (brasileiros) e os meíkolo (negros). Apesar de uma mitologia que destaca a separação racial, esses grupos são considerados parte da humanidade e compartilham origens com os Waiãpi. As etimologias desses termos revelam uma história complexa. Os franceses são chamados de palaisi, provavelmente derivado do termo "branco" em várias línguas da região. Os brasileiros são designados como kalaí, uma palavra tupi-guarani com origem meridional, mas os Waiãpi do norte criaram etimologias fantasiosas para ridicularizar esse termo. Os negros, Crioulos ou Maroons, são chamados de meikolo, uma provável corruptela de palavras europeias para "negro".  Os Waiãpi não têm uma palavra genérica para todos os estrangeiros. A análise revela nuances na classificação dos colonizadores do norte e do sul, evidenciando que palaisi e kalaí não se traduzem diretamente em "franceses" e "brasileiros", sendo influenciados por características fenotípicas e comportamentais. Exemplos concretos de classificações ambíguas, como a dificuldade em categorizar geólogos brasileiros, ilustram as complexidades na identificação desses grupos para os Waiãpi.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 01:03:48 UTC</pubDate>
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         <title>A trajetória do contato: entre portugueses e franceses</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871820402</link>
         <description><![CDATA[<p>Acontecem  as fases do contato entre os Waiãpi e os brancos, desde sua presença no baixo Xingu até as tentativas de evangelização e as interações com franceses no alto Oiapoque. Após confrontos com "negros", os Waiãpi dividem-se em grupos setentrionais e meridionais no século XIX, com um período de isolamento até 1937, quando ocorre um novo contato. A descida do rio Oiapoque pelos Waiãpi em 1937 marca uma fase de maior interferência do Estado francês, criando uma relação de dependência em troca de benefícios. A história recente, desde 1968, inclui uma tentativa inicial de "civilização" e a imposição do modelo municipal francês, resultando em decepção e revolta.</p><p>As flutuações nas relações com os brancos levam os Waiãpi a desenvolver categorias próprias para lidar com diferentes situações de contato, entrelaçadas com um discurso mítico e histórico que se estende por mais de dois séculos de interações.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:01:22 UTC</pubDate>
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         <title>Meditações sobre o branco</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Waiãpi desenvolvem um discurso sobre o contato com os brancos, fundamentado em mitos e adaptado às mudanças sociais. A ambiguidade na visão mitológica dos brancos destaca sua humanidade, mas os associa à sombra teãnge, sugerindo uma inclinação para a animalidade. O mito de Ulukauli reforça a origem Waiãpi dos brancos, mas introduz traços negativos. Os Waiãpi consideram-se a origem das humanidades, com variações simbólicas na definição do branco entre diferentes grupos. A atenção aos brancos é maior no sul, enquanto no norte há menos ênfase em elaborações simbólicas sobre os primeiros contatos. As relações com luso-brasileiros e franceses diferem nos mitos, indicando uma visão dos brancos como ligados aos perigos da aliança distante e aos excessos da alma animal.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:09:21 UTC</pubDate>
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         <title>Um sonho de Yawalu</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p>Num sonho, ele descreve a casa de Yaneya no céu, onde apenas os Waiãpi estão presentes, caçando com arco, bebendo cachiri e desfrutando de uma convivência pacífica. Não há presença de franceses, brasileiros ou negros. O discurso cotidiano dos Waiãpi do norte sobre os brancos é complementado por relatos históricos que destacam a intransponível distância percebida entre seus mundos. Esses relatos servem como narrativas edificantes, alertando sobre os perigos de tentar superar essa separação. Um exemplo é o relato de Miso, último sobrevivente de uma expedição Waiãpi que retomou o contato com os brancos em 1937.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:20:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Retratos de forasteiros no cotidiano</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Waiãpi do alto Oiapoque enfrentam o contato com os brancos principalmente como uma questão de resistência cultural. Eles mantêm a consciência de dominar seu espaço e programam a utilização do ecossistema de maneira autônoma. A censura aos franceses se dá pela intrusão desordenada em sua vida cotidiana, que percebem como falta de modos geradora de comportamentos desregrados. A autonomia de seu modo de vida é minada em aspectos cruciais, como nascimento, morte, liderança política, padrões de assentamento, relações intercomunitárias e guerra, todos afetados pela influência branca. Os Waiãpi consideram a incomunicabilidade cultural como um impasse, destacando o transtorno causado pelos rituais relacionados ao nascimento e à morte. No xamanismo, sentem-se superiores aos não-índios, pois acreditam que apenas os xamãs possuem o dom da visão. A percepção da política branca e da escola francesa é de imposições absurdas que interferem em sua vida cotidiana. A resistência passiva dos Waiãpi se baseia na constatação de uma incomunicabilidade fundamental com os brancos, resultando em um silêncio que se justifica como uma forma de autodefesa cultural.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:23:42 UTC</pubDate>
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         <title>Povo Wajãpi, uma barreira indígena contra a mineração na Amazônia </title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:25:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:31:43 UTC</pubDate>
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         <title>Os militares (sotakü)</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871830629</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A palavra "sota" deriva do francês "soldat," referindo-se a soldados, sendo "sotak'U" a forma plural. A presença militar waiãpi é oficialmente ligada ao controle de fronteiras e treinamento antiguerrilha na floresta. Os Waiãpi percebem os soldados como uma categoria "perigosa," associada a traços guerreiros, mas também destacam sua animalidade e incontrolabilidade. O equipamento e comportamento militar são considerados inquietantes, e a experiência passada com guerras brasileiras causa medo e insegurança</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:39:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os médicos (moãya, lote)</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>"Moãya" significa "senhor dos remédios" e "lote" é uma adaptação do francês "docteur" (doutor), representando uma categoria de brancos estimada e temida pelos Waiãpi. Esses médicos desempenham um papel crucial na sobrevivência física da comunidade, sendo respeitados por seu conhecimento na identificação de sintomas. Os Waiãpi abordam os médicos de acordo com suas disposições culturais, buscando, em casos de conflito, a mediação de enfermeiros indígenas. Evitam conflitos entre médicos e xamãs, estabelecendo laços de conivência e amizade com médicos culturalmente receptivos, considerando-os uma das categorias de brancos menos distantes.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:42:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os políticos</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871832387</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Os políticos representam a categoria de brancos mais distante para os Waiãpi, tendo começado a manifestar interesse na região após 1975. Esses visitantes variam em atitude, mas compartilham o objetivo comum de buscar aprovação ou distribuir promessas sobre questões muitas vezes desconhecidas pelos Waiãpi. As visitas políticas geram inconsistência e perplexidade, resultando em uma sensação de empobrecimento para os indígenas, que mantêm uma atitude de aparente submissão para preservar a tranquilidade de suas comunidades.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:45:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os pesquisadores</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871833648</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Os pesquisadores, incluindo botânicos, zoólogos, geógrafos e antropólogos, são percebidos de maneira positiva pelos Waiãpi, sendo esperados e valorizados por sua atitude aberta para com o saber indígena. Essa categoria é única em estabelecer uma verdadeira troca de conhecimentos e colaboração, sendo chamados de "mestres" em suas especializações. Apesar de não serem facilmente "domesticados", os Waiãpi buscam uma relação de amizade e tentam envolvê-los em suas relações com os "chefes" brancos, embora às vezes expressem frustração com a inaptidão de alguns pesquisadores para desempenhar esse papel.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:49:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os &quot;gendarmes&quot; (sãtã, sep)</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871833999</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>"5ãtã" é uma adaptação do termo francês "gendarme" e "sep" (vocativo), indicando uma categoria com poder político. Os "chefes" representam as autoridades de Caiena e da França, controlam o acesso ao território waiãpi, e diferem dos militares ao serem individualmente distintos e presentes diária ou esporadicamente nas comunidades. Os Waiãpi não conseguem "domesticá-los", e a relação com os "gendarmes" se deteriora com maior intromissão nas aldeias. Os índios questionam por que líderes brancos delegam poder a indivíduos considerados pouco inteligentes, embora ainda os vejam como inofensivos. Adotam uma estratégia de "autoproteção preventiva", imitando os "gendarmes" para suavizar relações e evitar invasões. Essa estratégia é vista como uma tentativa delicada de formar uma aliança.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:50:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os professores (lekoya)</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871834600</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A palavra representa uma corruptela de "l'école" (a escola), com o sufixo "ya", indicando "mestre de". Esta categoria problemática refere-se aos professores, que, na forma atual, surgiram após eventos específicos em 1970. Eles são os únicos a ter um relacionamento próximo com as crianças Waiãpi, introduzindo noções de disciplina e desempenho escolar em conflito com a educação tradicional. Os Waiãpi tentam "domesticar" os professores, mas enfrentam dificuldades devido à resistência e falta de adaptação desses profissionais às realidades locais, gerando frustrações nos índios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:52:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os barqueiros (moteya)</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871835442</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Os "barqueiros" são denominados a partir do francês "moteur" com o sufixo ya, indicando "mestre da navegação". Apesar das diferenças étnicas, incluindo crioulos, negros marrons e caboclos brasileiros, essa categoria é homogênea e estabelece relações de parentesco de longa data com os Waiãpi. Reconhecidos como mestres da navegação, festa e comércio, são apreciados pelos jovens Waiãpi, embora sejam percebidos como culturalmente distantes e ambíguos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:55:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os caboclos brasileiros (kalaikül)</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871835617</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A categoria dos "caboclos" é única, representando uma "raça" distinta, e os Waiãpi do norte mantêm uma imagem negativa deles, baseada em relatos históricos e experiências recentes. Apesar da semelhança física e conhecimento da floresta, a desconfiança persiste devido a alegações de epidemias, raptos e roubos atribuídos aos caboclos. As relações desastrosas com garimpeiros brasileiros no médio Oiapoque intensificaram esse sentimento de temor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:55:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os padres (mope)</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
         <link>https://padlet.com/kaillanydecampos/5ucewddrthr3fevq/wish/2871835857</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br>Os padres, representantes da categoria de brancos, têm uma presença rara e considerada inútil pelos Waiãpi do norte. A designação, derivada de "mon pere" (padre em francês), remete a brincadeiras, e embora haja vestígios da influência cristã, os Waiãpi os veem como sem poder ou utilidade. Os comentários frequentes destacam a falta de presentes e a suspeita em relação ao internato que recruta jovens émerillons. Apesar de apreciarem as histórias dos padres, ridicularizam seus discursos moralizantes.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 02:56:36 UTC</pubDate>
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         <title>A históriade PierreLouis</title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p>a vida de Pierre Louis, filho de Alasuka e Sa'i Poatu, destaca que ele se tornou chefe devido à morte acidental de seu irmão mais velho. Pierre Louis foi levado pelos brancos quando criança e, ao retornar, assumiu um papel de liderança, embora tenha perdido muitos traços de sua identidade Waiãpi. O relato aborda sua transformação em chefe, sua vida em Caiena e as consequências trágicas de seus desentendimentos com outro xamã, Takulupaye. O episódio serve como uma advertência contra a influência negativa da cultura branca, ressaltando a dificuldade de reconciliar os dois mundos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-03 03:27:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>kaillanydecampos</author>
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         <pubDate>2024-02-03 03:45:10 UTC</pubDate>
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         <author>kaillanydecampos</author>
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         <pubDate>2024-02-03 03:53:01 UTC</pubDate>
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