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      <title>TRABALHO DE FILOSOFIA: ESCOLÁSTICA by BRUNO BERTI DA CRUZ RIBAS</title>
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      <description>Integrantes: Bruno Berti da Cruz Ribas e Thayná Rayane Tibruski 
Turma: Admem 302 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-31 16:02:49 UTC</pubDate>
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         <title>A finalidade última da vida para que se tenha satisfação, completude, felicidade perfeita &#39;’beatitude ou felicitas’’</title>
         <author>4543779176</author>
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         <description><![CDATA[<div>São Tomás de Aquino foi um padre católico que auxiliou na reintrodução da filosofia aristotélica européia e atualizou a teologia cristã junto à filosofia medieval, tendo escrito sobre os conflitos entre fé e razão existentes no período.</div><div>O conhecimento de Deus se faz por analogia, seguindo uma ramo de negação, afasta-se dele todo elemento de criação. Mas somente isto resultaria num agnosticismo, ou seja, fora do conhecimento da ciência.</div><div>Aquino atribui a predicação de Deus e da criatura, somente por analogia, evidenciando entre eles uma distância infinita da qual nenhum conceito transpõe, já que Deus transcende infinitamente a criatura.</div><div>São Tomás de Aquino desenvolve o tema da felicidade analisando que as pessoas possui um fim, ou seja, tem um objetivo último ao qual denomina-se “bem-aventurança”, sendo essa que fornece o sentido para a vida e rumo do homem.</div><div>Após analisar as concepções de felicidade, observava-se que haviam muitas correntes que identificavam a beatitude como a posse das riquezas, honra, poder e prazeres do corpo. Contudo todavia, pode-se assegurar que Aquino as considerou como meios ou critérios não apropriados para conceber uma vida feliz, pois esses meios conduziram à uma ilusão de felicidade.</div><div>Aquelas (riquezas artificiais) são as que o homem busca para satisfazer suas necessidades naturais, como a comida e a bebida, os vestuários, os transportes, a habitação e outras semelhantes. Estas são as que não provêm da natureza, em si mesmas, como o dinheiro, mas que a arte humana inventou para facilitar as trocas e são como a medida das coisas veniais. (Suma Teológica I-II, q.2, a.1)</div><div>Os prazeres corporais não são estão associados a finalidade última do homem, pois são voltados a fins secundários, como, os prazeres da comida são formas de preservar da vida e os prazeres sexuais voltados à procriação. Contudo todavia, conclui-se que a direção do homem para a felicidade não se realiza completamente nas coisas deste mundo, pois nelas se encontram apenas uma parte do bem. Se encontra em Deus, o conjunto de todos os bens, que acalma por completo este desejo por felicidade do homem, não havendo mais nada além para se poder ter.</div><div>São Tomás de Aquino não fico satisfeito com a ideia de que a existência de Deus não é evidente e busca provar que Deus existe, dizendo que “pode-se provar a existência de Deus, de cinco maneiras”, em sua Suma Teológica, o filósofo apresenta cinco vias para demonstrar a existência de Deus, ancoradas na filosofia aristotélica:</div><ol><li>O primeiro ponto é o que se tudo que se move, é movido por outro algo, logo, se não é finito, é admitido um Primeiro Motor, que se chama Deus.</li><li>O segundo ponto é que se todo ato tem uma causa, se fossemos até o infinito se perguntando as causas, chegaríamos à causa de todas as causas, denominado Deus.</li><li>O terceiro ponto é, baseado nas noções de necessidade de Aristóteles, ou seja, se tudo na natureza fosse passageiro, é preciso que algo do que existe seja eterno. Deus é este algo, o primeiro ser, origem de toda necessidade.</li><li>O quarto ponto é que se todas as coisas na natureza têm uma qualidade, em maior ou menor grau (tamanho, força etc), é preciso uma comparação, a perfeição, que é Deus, teoricamente o portador de todas as qualidades máximas.</li><li>O quinto ponto é que se a natureza possui um propósito, deve haver uma objetivo&nbsp; para toda a criação, caso contrário o universo não iria para o mesmo fim ou resultado, a causa proposital do universo é Deus.</li></ol><div><br></div><div>Usando a mesma lógica contida em uma sequência de perguntas, de forma infinita, podemos chegar a um fim em que a felicidade também é o propósito final de todas as ações, mesmo aquelas que nos prejudicam e aos outros ou que desenvolvem de forma "ruim" por algum tempo. A intenção última, de acordo com vários filósofos e psicólogos, é que toda ação ou conduta é "positiva" no sentido de que, consciente ou inconscientemente, a pessoa busca, por meio dessa ação, trazer, preservar, aumentar seu bem-estar, ou mesmo evasão, fim da infelicidade.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-23 01:33:35 UTC</pubDate>
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         <title>Versão em Word, de acordo com regras impostas no trabalho.</title>
         <author>4543779176</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://docs.google.com/document/d/1pVv9TVnwyihe-5aVnQL0u8ohQ2MBcDO3tq8hXoIQGyM/edit?usp=sharing</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-23 01:38:54 UTC</pubDate>
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