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      <title>Trabalho by </title>
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      <description>Equipe 7 - 1° 02  - Ana Paula, Yasmin, Vitória. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-02 23:59:48 UTC</pubDate>
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         <title>Rosalind Franklin </title>
         <author>anamda343</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rosalind Elsie Franklin (Londres, 25 de julho de 1920 – Londres, 16 de abril de 1958)[1] foi uma química britânica que contribuiu para o entendimento das estruturas moleculares do DNA, RNA, vírus, carvão mineral e grafite. Embora seus trabalhos sobre o carvão e o vírus tenham sido apreciadas em sua vida, suas contribuições para a descoberta da estrutura do DNA tiveram amplo reconhecimento póstumo.<br>&nbsp;Nascida em uma notável família judaica britânica, Franklin foi educada em uma escola particular em Norland Place, no oeste de Londres, na Lindores School for Young Ladies em Sussex, e na St Paul's Girls' School, em Londres. Depois, ela estudou Ciências Naturais no Newnham College, Cambridge, na qual se formou em 1941. Com uma bolsa de estudos de pesquisa, começou a trabalhar no laboratório de fisico-química da Universidade de Cambridge sob a orientação de Ronald George Wreyford Norrish, que a desapontou por sua falta de entusiasmo. Felizmente, a British Coal Utilisation Research Association (BCURA) ofereceu-lhe o cargo de pesquisadora em 1942 e então ela começou seu trabalho com o carvão, o que a levou à conquista de um Ph.D. em 1945.[4] Ela foi a Paris em 1947 como chercheur (pesquisadora pós-doutoral) sob orientação de Jacques Mering, no Laboratoire Central des Services Chimiques de l'Etat, onde se realizou como cristalógrafa de raios-X. Ela se tornou pesquisadora associada no King's College London em 1951 e trabalhou em estudos de difração de raios X, que mais tarde contribuiria amplamente à síntese da teoria da dupla hélice do DNA.Em 1953, depois de dois anos, devido ao desacordo com o diretor John Randall e com o colega Maurice Wilkins, ela foi obrigada a se mudar para o Birkbeck College. Em Birkbeck, John Desmond Bernal, presidente do departamento de física, ofereceu-lhe uma equipe de pesquisa separada.<br><br>Franklin é mais conhecida por seu trabalho com imagens da difração de raios-X do DNA, particularmente pela foto 51, enquanto trabalhava no King's College, em Londres, que levou à descoberta da dupla hélice do DNA,da qual James Watson, Francis Crick e Maurice Wilkins compartilharam a Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1962. Watson sugeriu que seria ideal que Franklin fosse premiada com um Prêmio Nobel de Química, juntamente com Wilkins, mas o Comitê Nobel não faz indicações póstumas. Franklin nunca soube que suas fotos foram as principais provas para a teoria da dupla hélice. Morreu em 1958 aos 37 anos, devido a um câncer de ovário.<br><br>Depois de terminar seu trabalho com DNA, Franklin liderou o trabalho pioneiro em Birkbeck sobre as estruturas moleculares dos vírus.Aaron Klug, membro da sua equipe, continuou sua pesquisa, ganhando o Prêmio Nobel de Química em 1982.<br>Carreira é pesquisa +Entre os anos de 1946 e 1950, Rosalind Franklin trabalhou em Paris, no Laboratoire Central des Services Chimiques de L'Etat, usando a técnica da difração dos raios-X para análise de materiais cristalinos.<br><br>Voltando para a Inglaterra, juntou-se a equipe de biofísicos do King's College Medical Research Council (1951) e com Raymond Gosling no laboratório de biofísica do britânico Maurice Wilkins, e iniciou a aplicação de estudos com difração dos raios-X para determinação da estrutura da molécula do DNA. Depois de fotografar o padrão de difração de raios-x criado pelas colisões com átomos dentro do cristal, foi possível determinar a estrutura da molécula. O trabalho da Dra. Franklin, particularmente, a "Foto 51", foi utilizado para determinar corretamente a estrutura e função do DNA. As fotografias foram material de análise para o bioquímico norte-americano James Dewey Watson e britânicos Maurice Wilkins e Francis Crick confirmarem a dupla estrutura helicoidal da molécula do DNA, dando-lhes o Nobel de Fisiologia e Medicina no ano de 1962. Rosalind morreu de câncer aos 37 anos, em 1958.<br><br>Em 1930 foram realizadas pesquisas onde pesquisadores descobriram que o TMV (Tobacco mosaic vírus) tratava-se de um vírus, que por sua vez é estável e estruturalmente simples, e, assim, ela forma cristais facilmente, tornando-o um candidato excelente para estudos de cristalografia de raios-x. TMV também é fácil de trabalhar no laboratório, sendo uma praga agrícola altamente infeccioso que ataca uma ampla variedade de espécies de plantas. Em plantas susceptíveis, causa sintomas óbvios, mas não mata suas plantas hospedeiras, que também tornou atraente para o estudo científico. Devido a essas condições, em 1953, a Dra. Franklin deixou King’s College para estudar o mosaico do vírus do tabaco (TMV) em Birkbeck College, Londres, onde ela passou os últimos cinco anos de sua vida, realizando um trabalho pioneiro na estrutura do vírus.<br><br>Encontrou em Birkbeck College um ambiente muito mais suscetível para evolução do seu trabalho do que King’s College, Dra. Franklin conseguiu reunir uma equipe de cientistas talentosos cujas pesquisas complementavam a dela. Com base nas descobertas de sua equipe, a Dra. Franklin criou a hipótese de que TMV era um tubo oco feito de proteínas que continham um único fio de RNA em espiral no interior do comprimento do tubo, como um fio em espiral dentro de um buraco de rosca.<br><br>Resolvendo a estrutura de um vírus de planta significava que também seria possível para resolver a estrutura de outros vírus - vírus animais. O vírus da poliomielite foi a primeira escolha, óbvia para este projeto, uma vez que já tinha sido cristalizado em 1955. Por essa razão, o Dra. Franklin procurou o financiamento necessário para resolver a estrutura do vírus.<br><br>Durante uma visita aos Estados Unidos em 1956, a Dra. Franklin começou a sofrer problemas de saúde que logo foram diagnosticados como câncer de ovário. Depois de duas cirurgias abdominais em um mês, ela voltou para o laboratório e redobrou seus esforços. Embora ela tenha se sentido bem por algum tempo, o câncer voltou logo.<br><br>Apesar de sua doença e morte iminente, a Dra. Franklin ainda conseguiu obter financiamento para manter sua equipe por mais três anos, pesquisando o vírus da poliomielite. Pouco depois de sua morte prematura, com apenas 37 anos de idade, dois membros de sua equipe, John Finch e Aaron Klug, publicaram um artigo de investigação na revista Nature que eles dedicaram a sua memória<br><br>Após sua morte, John Bernal, que era presidente do departamento de física na Birkbeck College, escreveu obituários que foram publicados no New York Times e na revista Nature.: MRC que eles viram.<br><br>&nbsp;De fato, um claro e oportuno reconhecimento teria sido estranho, dada a maneira pouco ortodoxa pela qual os dados foram transferidos de King's para Cambridge. No entanto, métodos estavam disponíveis. Watson e Crick poderiam ter citado o relatório do MRC como uma comunicação pessoal, ou então citado os artigos da Acta no prelo, ou mais facilmente, o terceiro artigo da Nature que eles sabiam estar no prelo. Uma das realizações mais importantes da biografia amplamente aclamada de Maddox é que Maddox fez um caso bem recebido de reconhecimento inadequado. "O reconhecimento que eles deram a ela foi mudo e sempre associado ao nome de Wilkins".<br><br>&nbsp;Quinze anos após o fato, a primeira recitação clara da contribuição de Franklin apareceu à medida que permeava o relato de Watson, The Double Helix , embora estivesse enterrado sob descrições da consideração de Watson (muitas vezes bastante negativa) em relação a Franklin durante o período de seu trabalho em DNA. Essa atitude é sintetizada no confronto entre Watson e Franklin sobre uma pré-impressão do manuscrito de DNA errado de Pauling.As palavras de Watson levaram Sayre a escrever sua refutação, na qual todo o capítulo nove, "Winner Take All", tem a estrutura de um resumo jurídico dissecando e analisando o tópico do reconhecimento.<br><br>A análise inicial de Sayre era frequentemente ignorada por causa de percepções de tons feministas em seu livro. Watson e Crick não citaram o trabalho de difração de raios-X de Wilkins e Franklin em seu artigo original, embora admitam que "foram estimulados por um conhecimento da natureza geral dos resultados e ideias experimentais não publicados do Dr. MHF Wilkins, Dr. RE Franklin e seus colegas de trabalho no King's College London ". De fato, Watson e Crick não citaram nenhum dado experimental para apoiar seu modelo. A publicação da imagem de raios-X do DNA de Franklin e Gosling, na mesma edição da Nature , serviu como principal evidência:<br><br>"Assim, nossas ideias gerais não são inconsistentes com o modelo proposto por Watson e Crick na comunicação anterior". Descoberta de Rosalind Biofísica britânica nascida em Londres, pioneira da biologia molecular e uma das mais brilhantes pesquisadoras inglesas do século XX, que, empregando a técnica da difração dos raios-X, concluiu que o DNA tinha forma helicoidal (1949). Contrariando o desejo dos pais, aos 15 anos ela decidiu que queria ser uma cientista. Entrou (1938) no Newnham College, Cambridge, graduando-se em físico-química (1941). Dedicando-se aos estudos de cristalografia por raios-X, iniciou-se como pesquisadora (1942) analisando a estrutura física de materiais carbonizados. Trabalhando no British Coal Utilization Research Association, onde desenvolveu estudos fundamentais sobre as microestruturas do carbono e do grafite, base de seu doutorado em físico-química pela Cambridge University (1945), no esforço de guerra da Inglaterra na segunda guerra mundial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 00:02:20 UTC</pubDate>
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         <title>Marie Curie </title>
         <author>anamda343</author>
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         <description><![CDATA[<div>Marie Skłodowska-Curie, nascida Maria Salomea Skłodowska, foi uma física e química polonesa naturalizada francesa, que conduziu pesquisas pioneiras sobre radioatividade.<br>Suas realizações incluem o desenvolvimento da teoria da "radioatividade" (um termo que ela cunhou),[2][3]&nbsp;técnicas para isolar&nbsp;isótopos&nbsp;radioativos e a descoberta de dois elementos químicos, o&nbsp;polônio&nbsp;e o&nbsp;rádio. Sob sua direção, foram conduzidos os primeiros estudos para o tratamento de&nbsp;neoplasias&nbsp;usando isótopos radioativos. Ela fundou o&nbsp;Instituto Curie&nbsp;em Paris e sua contraparte em Varsóvia, que continuam sendo grandes centros de pesquisa médica. Durante a&nbsp;Primeira Guerra Mundial, ela desenvolveu unidades de radiografia móvel para fornecer serviços de&nbsp;raio-X&nbsp;a&nbsp;hospitais de campanha.<br><br>Apesar de ter-se tornado uma cidadã francesa, Marie Skłodowska-Curie, que usava os dois sobrenomes,&nbsp;nunca perdeu o senso de&nbsp;identidade polonesa. Ela ensinou às filhas a&nbsp;língua polonesa&nbsp;e as levava em visitas à Polônia.&nbsp;<br><br>Ela nomeou o primeiro&nbsp;elemento químico&nbsp;que descobriu, o&nbsp;polônio, em homenagem ao seu país natal&nbsp;Marie Curie morreu em 1934, aos 66 anos, em um&nbsp;sanatório&nbsp;em Sancellemoz (Alta Saboia), na França, de&nbsp;anemia aplástica, causada por exposição à radiação durante sua pesquisa científica e seu trabalho radiológico em hospitais de campanha durante a&nbsp;Primeira Guerra Mundial.&nbsp;<br><br>Ela foi a primeira mulher a ganhar o&nbsp;Prêmio Nobel, sendo também a primeira pessoa e a única mulher a ganhá-lo duas vezes, além de ser a única pessoa a ser premiada em dois campos científicos diferentes. Ela teve papel fundamental no legado da família Curie, de cinco prêmios Nobel.&nbsp;<br><br>Ela também foi a primeira mulher a se tornar professora na&nbsp;Universidade de Paris&nbsp;e, em 1995, se tornou a primeira mulher a ser sepultada por seus próprios méritos no&nbsp;Panteão de Paris.<br>Em seu trabalho,&nbsp;ela conseguiu provar que o óxido de urânio é um mineral capaz de eliminar a radiação armazenada nos átomos. A partir dessa pesquisa, Marie Curie descobriu a radioatividade, já que Becquerel não prosseguiu com seus estudos com o urânio.<br>Foi ela quem deu nome ao termo e descobriu dois novos elementos químicos: o rádio e o polônio. Em 1898, isolaram o polônio (Po). Elemento radioativo, 400 vezes mais poderoso que o urânio, e ainda naquele ano, o radio (Ra), elemento ainda mais ativo que o polônio. 2) Nobel de Química - 1911, pelas pesquisas sobre as propriedades do Radio (Ra226) e as características de seus compostos.<br><br>&nbsp;A cientista descobriu que é possível medir a força da radiação do urânio; que a intensidade da radiação é proporcional à quantidade de urânio ou tório no composto e que a habilidade de emitir radiação não depende da disposição dos átomos em uma molécula e sim com o interior do próprio átomo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 00:10:47 UTC</pubDate>
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         <title>Niels Bohr </title>
         <author>anamda343</author>
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         <description><![CDATA[<div>Niels Bohr&nbsp;(1885 -&nbsp;1962) foi um físico dinamarquês. Estabeleceu o modelo atômico que lhe valeu o Prêmio Nobel de Física em 1922.<br>Niels Henrik David Bohr&nbsp;nasceu em Copenhague, na Dinamarca, no dia 7 de outubro de 1885. Filho de Christian Bohr, professor de Fisiologia na Universidade de Copenhague e de Ellen Adler, descendente de ilustre família judia.&nbsp;<br><br>Aos 12 anos entrou para o Sortedam Gymnasium onde estudou Humanidades e Ciências. Ingressou na Universidade de Copenhague e com 22 anos recebeu a medalha de ouro da Sociedade Científica Dinamarquesa por seus estudos sobre tensão superficial.<br>Niels Bohr doutorou-se em Física em 1911 e no ano seguinte partiu para o laboratório Cavendish em Cambridge, na Inglaterra, a fim de estudar com o pai do eléctron, J. J. Thomson.<br>Estudou na Universidade Victoria, em Manchester na Inglaterra, com o físico neozelandês, Ernest Rutherford, Prêmio Nobel de Química, precursor das descobertas sobre Física Atômica, de quem se tornou grande amigo. &nbsp;<br><br><br>Bohr desenvolveu um modelo atômico (átomo de Bohr), no qual propôs que os níveis de energia dos&nbsp;elétrons&nbsp;são quatizadas e que os elétrons se movem em órbitas estáveis ao redor do&nbsp;núcleo atômico, mas podem saltar de um nível de energia (ou órbita) para outro. Embora o modelo tenha sido, mais tarde, substituído por outros, seus princípios fundamentais permanecem válidos. Ele também concebeu o&nbsp;princípio da complementaridade, que defende que objetos têm certos pares de propriedades complementares que não podem ser todos observados ou medidos simultaneamente, como a&nbsp;dualidade onda-partícula.&nbsp;<br><br>Essa noção de complementariedade dominava o pensamento de Bohr tanto na ciência quanto na filosofia.<br>Bohr fundou o Instituto de Física Teórica na&nbsp;Universidade de Copenhague, hoje conhecido como&nbsp;Instituto Niels Bohr, que foi inaugurado em 1920. Bohr orientou e colaborou com físicos incluindo&nbsp;Hans Kramers,&nbsp;Oskar Klein,&nbsp;George de Hevesy, e&nbsp;Werner Heisenberg.&nbsp;<br><br>Ele também previu a existência de um novo elemento.&nbsp;<br><br>O que descobriu Niels Bohr?&nbsp;<br><br>A partir dos estudos de Rutherford e da teoria da mecânica quântica de Max Planck, Bohr estabeleceu o modelo atômico que lhe valeria o reconhecimento posterior.<br>Niels Bohr apresentou a ideia de que os elétrons giram ao redor do núcleo em órbitas determinadas, mas quando a eletricidade passa através do átomo, o elétron pula para a órbita maior e seguinte, voltando depois para a órbita usual.<br><br>Quando os elétrons saltam de uma órbita para outra produzem luz. Bohr conseguiu prever os comprimentos de onda a partir da constituição do átomo e do salto dos elétrons de uma órbita a outra.<br><br>Em 1913 Niels Bohr publicou sua teoria básica sobre a estrutura do átomo, que foi posteriormente ampliada&nbsp;e codificada permitindo melhorar a compreensão da Química e da Eletricidade, conduzindo ao desenvolvimento da energia atômica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 00:17:09 UTC</pubDate>
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