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      <title>Empoderamento Feminino by lais Cunha costa</title>
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      <description>O empoderamento feminino é um conceito que surgiu no século XIX e que se consolidou como um movimento político, social e filosófico. Com o objetivo de promover a força da mulher, tem como principal característica a luta pela igualdade de gêneros e por consequência a maior participação das mulheres na sociedade.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-07-31 13:34:49 UTC</pubDate>
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         <title>A desigualdade salarial das Mulheres em relação aos Homens no mercado de trabalho </title>
         <author>lalacunhacosta</author>
         <link>https://padlet.com/lalacunhacosta/5stdceqdhgt976f8/wish/2654103258</link>
         <description><![CDATA[<div>O rendimento das Mulheres representa, em média, 77,7% do rendimento dos Homens (R$ 1.985 frente a R$ 2.555), conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) de 2019. Entre os principais grupos ocupacionais, a menor proporção é observada em cargos de direção e gerência: os salários delas equivalem a 61,9% dos salários deles – o salário médio das mulheres é R$ 4.666, e o dos homens é R$ 7.542. Em seguida estão profissionais das ciências e intelectuais, grupo em que as mulheres recebem 63,6% do rendimento dos homens.“Se um homem e uma mulher exercem as mesmas funções, no mesmo local e com o mesmo grau de perfeição técnica e, no entanto, um deles é mais bem remunerado, estamos diante de um desvirtuamento inexplicável", afirma a ministra do TST Liana Chaib. "Como justificar, aos olhos de todos, o privilégio desmerecido ou a diminuição infundada? Não se pode marchar para o futuro sem soltar as amarras do passado”. O desemprego também as afeta mais. A taxa de desocupação entre as mulheres é de 14,1%, enquanto a dos homens é 9,6%. Em outra frente, são elas que dedicam mais tempo a trabalhos domésticos, num total de 21,4 horas semanais, enquanto os homens destinam 11 horas por semana para essas atividades. Com isso, as mulheres&nbsp;</div><div>ficam mais sujeitas a trabalhos informais, mais precários ou a contratos intermitentes ou a tempo parcial.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 10:26:16 UTC</pubDate>
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         <title>Os dados revelam que mulheres ganham menos</title>
         <author>mariacarrara05</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 08 de março é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Nesta data, inúmeras discussões e reflexões são trazidas à tona e em maioria ações que levam a inúmeras desvantagens para a mulher em relação ao homem. Sem dúvida, uma dessas consequências é a falta de equidade quando o assunto é profissão e remuneração. Segundo pesquisa salarial realizada pela catho,em fevereiro de 2021, mesmo ocupando os mesmos cargos e com as mesmas funções, as mulheres chegam a ganhar até 34% menos que eles. Já em funções como gerente e diretor, elas chegam a ganhar 24% menos que os homens, por exemplo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 10:52:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mariacarrara05</author>
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         <description><![CDATA[<div>Porém, o gênero feminino enfrenta outros obstáculos no mercado de trabalho, além da diferença salarial. A relação entre maternidade e carreira implica normalmente em ter que lidar com desafios após a licença-maternidade e, às vezes, até antes do nascimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 10:53:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariacarrara05</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atualmente, com boa parte das empresas aderindo ao regime de trabalho home office, a junção de cuidados com o lar/filhos e atividades se tornou problemático. Segundo a Pnad Contínua, do IBGE, 8,5 milhões de mulheres tinham deixado a força de trabalho no terceiro trimestre de 2020 (último dado disponível), na comparação com o mesmo período do ano anterior. Mas se qualificação é hoje algo que torna um candidato em destaque, por que as mulheres, mesmo com o maior nível de escolaridade, continuam ganhando menos? É esse um dos motivos que transparece um descompasso significativo, pois os dados do levantamento indicam que, apesar da acirrada disputa, as mulheres saem na frente no recorte de nível superior e pós-graduação completo. 30% das mulheres possuem nível superior e pós-graduação, enquanto os homens, apenas&nbsp; são 24%. Mesmo assim, com uma qualificação um pouco menor, eles podem ganhar até 52% a mais que elas exercendo uma mesma função. A pesquisa elucida o distanciamento do profissional homem e mulher no cenário profissional. Fatores super relevantes como formação, qualificação e experiência profissional não bastam para igualar a balança. Apesar dos perceptíveis avanços, ainda há obstáculos a serem superados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 10:56:29 UTC</pubDate>
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         <title>Cargos que as mulheres têm menos representatividade</title>
         <author>lalacunhacosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para ilustrar a desigualdade de gênero dentro da área, separamos os 10 cargos com a maior discrepância de valores de salários, onde os trabalhadores, por algum motivo, recebem mais. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 10:57:21 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres que se destacaram em diversas áreas da sociedade</title>
         <author>mariacarrara05</author>
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         <description><![CDATA[<div>São muitas as grandes mulheres que marcaram a história da humanidade. São pessoas importantes que atuaram como cientistas, escritoras, revolucionárias, médicas, astronautas e tantas outras funções.Mesmo com as dificuldades e falta de reconhecimento que enfrentaram - e ainda enfrentam - algumas se destacam.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 11:01:06 UTC</pubDate>
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         <title>2. Rosa Parks (1913-2005)</title>
         <author>mariacarrara05</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma mulher muito importante para as conquistas do povo negro nos EUA foi Rosa Parks. Rosa nasceu em 1913 no Alabama, ao sul do país, região onde a segregação racial foi intensa. Em 1955 marcou a história como ativista quando se recusou a ceder seu lugar a uma pessoa branca em um ônibus. Na época, as leis de segregação eram rígidas e os ônibus tinham assentos reservados a passageiros brancos. Devido a sua atitude, a ativista foi presa. Isso gerou indignação na população negra e impulsionou grandes protestos que resultaram na <strong>anulação das leis de segregação racial</strong>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 11:04:04 UTC</pubDate>
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         <title>1. Rosa Luxemburgo (1871-1919)</title>
         <author>lalacunhacosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rosa Luxemburgo é um dos ícones femininos na história do Ocidente. Nascida na Polônia e naturalizada alemã, Rosa foi uma <strong>revolucionária marxista </strong>que ajudou a construir o Partido Comunista na Alemanha. Atuou na<strong> militância pelas liberdades democráticas</strong>, sendo capturada e assassinada em 1919 em Berlim. Rosa deixou um grande legado através de obras literárias. É dela a conhecida e inspiradora frase:&nbsp;<br><br></div><blockquote><em>Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres.</em></blockquote><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 11:04:05 UTC</pubDate>
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         <title>3. Anne Frank (1929-1945)</title>
         <author>mariacarrara05</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando se fala em mulheres fortes na Segunda Guerra Mundial, geralmente Anne Frank é lembrada.A judia foi <strong>uma das milhares de vítimas do nazismo</strong> e morreu aos 15 anos em Bergen-Belsen, um campo de concentração na Alemanha.Sua história ficou conhecida pois a garota manteve um diário desde os 13 anos. Nele contava seu dia-a-dia, relatando sentimentos e a convivência com oito pessoas em um esconderijo.Das pessoas escondidas, a única que sobreviveu foi seu pai, Otto Frank. Ele encontrou os escritos da filha e publicou o livro <strong>O diário de Anne Frank</strong> em 1947, um dos mais verdadeiros e emocionantes testemunhos do período. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 11:15:13 UTC</pubDate>
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         <title>4. Malala Yousafzai (1997-) </title>
         <author>lalacunhacosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>A paquistanesa Malala Yousafzai é uma das mulheres que vem chamando a atenção de boa parte do mundo para os direitos das crianças, principalmente, das crianças do sexo feminino. Ela <strong>defendeu que as meninas pudessem frequentar escolas</strong> em seu país. Por isso, Malala foi perseguida e sofreu um atentado em 2012, quando voltava da escola em um ônibus. Depois de meses em tratamento, Malala se recuperou e fundou a Malala Fund, fundação que arrecada verba para destinar à educação de meninas em todo o mundo. Em 2014, aos 17 anos, foi homenageada com o Prêmio Nobel da Paz, sendo a mais jovem mulher a receber a honraria.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-03 13:50:39 UTC</pubDate>
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         <title>5. Amelia Earhart (1897-1939)</title>
         <author>lalacunhacosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma <strong>grande mulher na aviação </strong>foi a norte-americana Amelia Earhart. Ela foi a primeira a sobrevoar sozinha o Oceano Atlântico. Por conta disso foi condecorada com o "The Distinguished Flying Cross, um prêmio destinado a pessoas das forças armadas que realizam atos de coragem. Amalia foi uma figura atuante para que outras mulheres pudessem também pilotar, pois contribuiu em organizações que tinham esse objetivo. Em 1937, ao tentar dar a volta ao mundo de avião, Amalia desapareceu. Assim, foi dada como morta oficialmente em 1939.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-03 14:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>6. Claudia Andujar (1931-)</title>
         <author>lalacunhacosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>fotógrafa </strong>Claudia Andujar nasceu na Suíça. Ainda criança fugiu da perseguição aos judeus na Segunda Guerra e foi para os EUA. Em 1955 Claudia vem ao Brasil para encontrar a mãe, também fugitiva da guerra. A partir de então fixa residência no país e passa a trabalhar como fotojornalista. No final da década de 60 se envolve com a causa indígena no Brasil e a partir dos anos 70 se dedica a fotografar e defender o povo Yanomami. Sua atuação se estendeu para além da fotografia. Claudia se tornou uma importante figura para a <strong>proteção das florestas e indígenas</strong>, contribuindo para a demarcação de terras no Brasil.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-03 14:12:27 UTC</pubDate>
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         <title>7. Daiane dos Santos</title>
         <author>lalacunhacosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Primeira ginasta brasileira, entre homens e mulheres, a levar uma medalha de ouro no mundial de Anaheim, na Califórnia, em 2003.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-03 14:18:26 UTC</pubDate>
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         <title>Luta Diária das Mulheres </title>
         <author>lalacunhacosta</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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