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      <title>Aula de 14 fev. 2018 - Exercício 2 by LMC</title>
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      <description>Docente: Sara Pereira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-13 01:09:56 UTC</pubDate>
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         <title>Exercício 2</title>
         <author>literaciamediacidadania</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Reflexão sobre o programa SuperNanny – em grupo:</strong></div><div><br></div><div><strong>Leiam os textos de apoio e reflitam sobre as seguintes questões:<br></strong><br></div><div>- Que leitura/análise fazem do programa?</div><div>- Concordam com a suspensão de emissão do programa?</div><div>- O que dizem os textos de apoio? Concordam com as perspetivas apresentadas pelos seus autores? Porquê?</div><div>- De que forma esta análise se relaciona com a Literacia para os Media?</div>]]></description>
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         <author>literaciamediacidadania</author>
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         <author>literaciamediacidadania</author>
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         <pubDate>2018-02-13 01:23:16 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2018-02-13 01:25:41 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2018-02-13 01:30:43 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2018-02-13 01:31:24 UTC</pubDate>
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         <title>Alexandra Beça, Daniela Monteiro, Daniela Caroça, Dulce Loureiro e Márcia Fernandes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>1 – “SuperNanny” é um programa que procura ser educativo, ensinando os outros pais a lidar com situações similares com os seus filhos, mas que, e sobretudo sendo transmitido num canal privado, visa o lucro. Para tal, ultrapassa vários direitos da criança e compromete os profissionais de comunicação.&nbsp;</div><div>Os pais, por seu lado, estão desesperados por uma solução para as suas vidas e, para isso, expõe os seus filhos perante milhões de pessoas, a atitudes que deveriam resguardar-se na intimidade familiar.&nbsp;</div><div>Apesar de tudo, o programa foi um sucesso noutros países, mas, estando Portugal tão inundado de “reality shows”, seria de esperar que a sociedade se manifestasse, já que as crianças não têm voz. Transformado num documentário, com filtros que não identificassem as crianças, não seria tão polémico e talvez a audiência reduzisse. A SIC acabou por perder parceiros (nomeadamente a Corine de Farme), que viram a sua imagem e notoriedade ameaçadas, e para colmatar, a Estação cancelou as emissões.&nbsp;</div><div>2 – Sim, concordamos. A emissão do programa colocava em causa não apenas a SIC, mas todos os profissionais de Comunicação, que estão, cada vez mais, ligados à ideia de que se deixam vender. Como Ana Sousa Dias referiu no seu artigo de opinião, “o jornalista deve proibir-se de humilhar as pessoas ou perturbar a sua dor”,&nbsp;</div><div>3 – Todos os textos de apoio estão contra a exibição do programa “Supernanny”. De uma forma geral, as perspetivas destes textos centram-se na liberdade dos Media, nos direitos e privacidade das crianças, como no futuro as crianças se irão ver nessas imagens, os lucros que se podem obter com a exposição da criança, nas grandes audiências geradas pelo programa, na ética profissional de Teresa Paula Marques e na própria ética da Estação Televisiva. Para além disso, o programa quer identificar-se com um formato informativo com fins pedagógicos, quando na verdade é um programa de entretenimento.&nbsp;</div><div>Sim, concordamos com as perspetivas dos autores, porque consideramos que houve violação dos direitos e da privacidade das crianças, e porque consideramos que o trabalho dos Media não poder ser sempre orientado ao lucro, sobretudo quando se trata de menores de idade.&nbsp;</div><div>4 – Esta análise está intimamente relacionada com a Literacia para os Media, na medida em que olhamos para o programa com consciência crítica e conhecimento de causa, acautelando-nos para os perigos de erro e engano que dele possam advir. As pessoas educadas para os Media são capazes de fazer escolhas informadas, compreender a natureza dos conteúdos e serviços, e tirar partido das oportunidades oferecidas pelas novas tecnologias da comunicação.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 10:31:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aires Walter dos Santos; Sara Silva; Sara Lima; Yolanda Rebelo; Tiago Gonçalves;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231423765</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo entende que o programa é, essencialmente, uma fonte de entretenimento. O grupo crê que o alvoroço levantando se prende com a cultura portuguesa. Esta não gosta de ver assuntos familiares e pessoais expostos na televisão. Ou seja, se uma mãe não consegue educar uma criança não o deve expor em televisão nacional.  O programa não tem nada de especial que outros programas nos canais privados não tenham.<br>Dos 5 elementos do grupo, 4 não concordam com a suspensão do programa. Este não é o único programa na televisão nacional com crianças como elementos principais do programa.Temos o exemplo dos ídolos, há uns anos atrás, onde uma criança menor também foi ridicularizada em televisão nacional devido ao tamanho das suas orelhas. Aliás a mãe do rapaz pôs a SIC em tribunal e ganhou o caso. O programa? Bem, este continuou no ar. Mastechef kids? Crianças que ás vezes se queimam.<br>O grupo de forma geral não concorda com as opiniões dos textos. Concorda com maioria dos pontos que são ditos nestes, mas continua a achar que não seja razão para cancelar o programa. A verdadeira questão que se levanta é: "Se o programa era assim tão mau porque foi líder de audiências? Porque é que as pessoas não fizeram boicote ao programa e não o viram? Porque não têm literacia mediática? Porque acham que não fazia diferença se vissem ou não? Este assunto relaciona-se com a UC na medida em que os espetadores se forem críticos, informados e ativos conseguem "controlar" os media.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 10:35:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Exercício 27</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231425046</link>
         <description><![CDATA[<div>Adriana Ribeiro, A78411</div><div>Ana Rita Pereira, A78490<br>Ana Sofia Castanheira Martins, A79104<br>Carina Fernandes, A76890<br>Micaela Costa, A77146&nbsp;<br><br><strong>- Que leitura/análise fazem do programa?</strong></div><div>A análise que fazemos, como grupo, do programa é que este expõe de forma explícita e transparente casos problemáticos de aprendizagem e socialização de crianças e das suas respetivas famílias. Sendo que a SuperNanny não tem qualquer tipo de filtros, os direitos dos participantes não são protegidos e isto pode, posteriormente, resultar em consequências como bullying. Sucintamente, somos da opinião que um programa deste tema, não deve servir de entretenimento para um público de um milhão de pessoas. De forma geral, a “SuperNanny” suscitou reações na população portuguesa, maioritariamente de forma negativa.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>- Concordam com a suspensão de emissão do programa?</strong></div><div>Sim, na medida em que o programa, apesar de explorar um problema atual (a educação em casa), não o faz da maneira mais correta, violando a privacidade dos participantes.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>- O que dizem os textos de apoio? Concordam com as perspetivas apresentadas pelos seus autores? Porquê?</strong></div><div>No geral, são da opinião de que não é ético expor a vida, comportamento, disciplina, educação de uma criança e da sua personalidade, em frente a um milhão de pessoas.&nbsp; Ridicularizam o quotidiano, o feitio e crescimento das crianças, equiparando-o a um <em>reality show</em>, dando a oportunidade às pessoas de o discutirem como uma telenovela. Enfatizam o facto de que comercializar um programa que evidencia os problemas de uma família com determinadas dificuldades, como sendo um modelo comportamental para Portugal inteiro, é um erro. Tal como a exposição das dificuldades sociais e pessoais de uma determinada criança, pois não deve servir de exemplo sintético do mal psiquiátrico ou analítico do desvio psicológico, para um milhão de pessoas. Por fim, defendem que um problema íntimo e único como os das crianças relatadas, não deve ser transmitido para todo o país, eternizando-o, mas sim tratá-lo de outra maneira mais pessoal.<br><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>- De que forma esta análise se relaciona com a Literacia para os Media?</strong></div><div>Consoante toda a análise realizada sobre o programa, conseguimos concluir que no campo da Literacia Mediática, observam-se problemáticas quanto aos públicos mais novos e os media, existindo riscos e oportunidades. Neste caso, a oportunidade poderá ser o aparecimento televisivo e o alcance mediático, que tem como consequência a fama. Já os riscos passam pela perda da privacidade e proteção de dados.&nbsp;<br><br></div><div>Além do mais, outras possíveis consequências negativas que advêm deste uso dos media estão ligadas aos direitos humanos, uma vez que a SupperNanny levou à discriminação e discursos de ódio, especialmente nas redes sociais. O que acaba por ser uma consequência grave, principalmente para crianças indefesas, que se assumem como os protagonistas do programa. Tal como diz Manuel Pinto “esta liberdade não é irrestrita e nunca poderá espezinhar a dignidade humana, sobretudo de quem não se pode defender”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 10:41:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Raquel Longras A78721, Ana Sofia Luís A75430, Bruna Araújo A78 Mónica Guincho A79407</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231426616</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Que leitura/análise fazem do programa?<br></strong>Este é um programa focado no entretenimento, podendo ser, também, visto como um exemplo para os pais em casa. O facto de ser focado em crianças e na sua vida privada foi o ponto chave para a polémica instalada, devido àquilo que a cultura portuguesa está habituada. Embora existam programas que falam de assuntos privados e, por outro lado, programas que tenham crianças como protagonistas, em Portugal, um programa que junte os dois é inédito. <strong><br></strong><br></div><div><strong>Concordam com a suspensão de emissão do programa?<br></strong>O grupo não concorda com a suspensão da emissão do programa. Existiram muitos desentendimentos por este ser focado em crianças e no seu dia-a-dia. Contudo,  o SuperNanny não passa de um programa de entretenimento e não é muito diferente daquilo que existe noutros países. Além disso, a participação não é forçada.<br><br></div><div><strong>O que dizem os textos de apoio? Concordam com as perspetivas apresentadas pelos seus autores? Porquê?<br></strong>No geral, os autores defendem que é errado expor as crianças num contexto mediático, uma vez que pode violar os direitos das mesmas, visto que estas não têm poder de decisão sobre o conteúdo que é transmitido - mas sim os pais. Além disso, a criança é colocada num ambiente quase de reality show, retirando-lhe a dignidade humana.<br>O grupo não concorda, dado que os pais estão conscientes da exposição dos filhos. Além disso, o programa atua como um exemplo para outros pais que não conseguem educar as crianças da melhor forma e, assim, têm uma ajuda. Já a criança protagonista do programa consegue ter um comportamento mais adequado para com os pais e para quem a rodeia - contrário ao início do programa. <br><br></div><div><strong>De que forma esta análise se relaciona com a Literacia para os Media?<br></strong>A Literacia para os Media relaciona-se com esta temática, na medida em que estuda os impactos sociais dos media. Por um lado, o SuperNanny implica uma grande exposição do seio familiar, assim como da criança. Por outro, a criança e a família têm o benefício educativo.  Por ser um programa experimental no país, apresenta-se como um tema pouco abordado e que necessita de uma discussão organizada. Temos de ter consciência dos diferentes pontos de vista e do facto de que os media oferecem oportunidade excecionais que permite a partilha de experiência social.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 10:49:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cristina Ribeiro A75392, Diana Alves A75968, Regina Sampaio A78548, Susana Nevado A79134</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231426723</link>
         <description><![CDATA[<div><br>EXERCÍCIO 2 <br>- É legitimo uma estação de televisão como a SIC tratar assuntos como a parentalidade, mas não violando os direitos das crianças.  O que aconteceu foi que um programa cujo objetivo era ser educativo, tanto para pais como para crianças, acabou por se tornar numa espécie de "reality show" expondo demasiado as crianças  e as suas vidas. Desta forma, o programa acabou por perder a sua credibilidade. <br>- Sim, concordamos porque o programa expõe demasiado as crianças, podendo no futuro vir afecta-las. Ainda que as crianças estejam sobre a tutela dos pais o que deve prevalecer é o direito da intimidade e da imagem. Assim o que devemos fazer quando aparecem programas do género é simplesmente mudar de canal.  <br>- Nos textos de apoio vários autores utilizam o argumento de que o formato do programa se assemelha ao de um reality show e não a um formato educativo como defende a estação de televisão. Se se pretendia que o formato fosse educativo procurava-se incluir o trabalho de jornalistas qualificados para tal, protegendo a identidade das crianças ao contrario do que foi feito. De uma forma geral podemos observar que a opinião de que são violados os direitos das crianças e que o programa vai contra a ética dos próprios psicólogos é comum a todos os autores, pois "não se educa à frente de um milhão de pessoas" e não se põe uma criança a chorar, a levar estalos ou a tomar banho à frente de um milhão de pessoas. As crianças estão a ser utilizadas como cobaias no sentido de aumentar as audiências à SIC, sendo que os pais que aceitam participar neste programa não medem as consequências que este programa poderá a vir a ter na relação que as crianças tem com outros miúdos da mesma idade e com os próprios pais. <br>- A Literacia para os Media preocupa-se em compreender como as pessoas interpretam certos conteúdos mediáticos daí ser importante estudar o fenómeno "Super Nanny". Neste caso,  a suspensão do programa dá-nos a entender que a sociedade portuguesa está consciente que certos conteúdos mediáticos têm consequências e que compreendem o que está por detrás destes programas. Apesar de a SIC ser um canal privado, tem o dever de exercer serviço público.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 10:49:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Maria Dinis;Ana Rita Martins Carolina Ribeiro;Inês Paredes;Mariana Prata</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231427320</link>
         <description><![CDATA[<div>Exercício 2.<br>2.1 O programa SuperNanny&nbsp; é um reality show que pretende mostrar ao público como impor disciplina a crianças. Depois de analisados os textos, concordamos com a maioria da posição dos autores: o programa viola os direitos das crianças e põe em causa a esfera íntima das famílias. O público, nos dias de hoje, procura cada vez mais novas formas de entretenimento, o que obriga as cadeias televisivas a apostar em reality shows, conhecidos por terem conteúdo algo abusivo.<br>2.2 Concordamos com a suspensão do programa, pois esse tipo de programas alimenta comportamentos inadequados dos pais para com as crianças.&nbsp;<br>2.1 A analise feita sobre este programa relaciona-se com a Literacia Para os Média, no sentido em que, o espírito crítico alimentado por esta disciplina permite ter uma opinião e posição mais bem argumentada e consequentemente agir sobre elas. Ao sabermos sobre as obrigações que os media têm para com o público, permite-nos ter uma noção sobre o que fazer quando algo acontece fora do estipulado pelos meios de comunicação. O descontentamento da audiência face ao programa permitiu que este fosse suspenso - é desta maneira que se mostra o poder da Literacia Mediática, aliada com a liberdade de expressão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 10:52:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Sofia Monteiro A74460 ; Bárbara Helena Carvalho A79198; Dani Magallón Lozano E7901</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231427944</link>
         <description><![CDATA[<div>1- O grupo entende que SuperNanny é um programa televisivo que expõe a tentativa dos pais disciplinarem os comportamentos dos seus filhos. O programa foi alvo de imensas críticas e acusado de invadir a privacidade dos jovens. Contudo, o grupo entende que o objetivo deste mesmo programa é educar e entreter.<br><br>2 - Enquanto grupo, não concordamos com a suspensão do programa, uma vez que este tem como objetivo o entretenimento e a ocupação dos tempos livres. Os desentendimentos acerca deste programa surgiram com o facto de este se envolver na vida privada de crianças. Contudo, este não é o único programa televisivo que envolve a participação de jovens, pelo que o grupo não concorda com a utilização deste argumento.<br><br>3 - Os textos defendem que não é ético expor a vida privada de crianças e jovens frente a milhões de espetadores. O grupo não concorda com esta perspetiva, uma vez que os pais destas crianças são conscientes das suas decisões.<br><br>4 - A Literacia para os Media relaciona-se com esta questão na medida em que nos permite olhar para o programa com um espírito crítico. Desta forma, os espetadores são educados no sentido de fazerem escolhas informadas e conscientes e ainda de compreenderem a natureza dos conteúdos mediáticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 10:55:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício 2</title>
         <author>filipe_america</author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231429023</link>
         <description><![CDATA[<div>Filipe Melo, A77171<br>Maryléne Stéphanie Gonçalves, A79249<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-14 11:01:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bruno Daniel Monteiro (A79062) e João Filipe Coelho (A79029)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231429486</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>EXERCÍCIO 2<br><br><strong>1. Que leitura/análise fazem do programa? <br></strong>O programa SuperNanny explora situações de comportamento irregular de crianças e a tentativa de imposição de disciplina por parte dos pais das mesmas. Apesar de ter um conteúdo de ensinamento, criou uma onda de protestos devido a várias questões, como a invasão de ambientes familiares e falta de privacidade, assim como a opressão de jovens com problemas. Na minha opinião, penso que este temática deveria ser resolvida de forma privada com especialistas na área, ao invés de criar um programa com um único objetivo: aumentar as audiências televisivas do canal em causa.<br><br><strong> 2. Concordam com a suspensão de emissão do programa? <br></strong>Na minha opinião, penso que este temática deveria ser resolvida de forma privada com especialistas na área, ao invés de criar um programa com um único objetivo: aumentar as audiências televisivas do canal em causa. Por isso, concordamos com a suspensão da emissão do programa.<br><br><strong>3. O que dizem os textos de apoio? Concordam com as perspetivas apresentadas pelos seus autores? Porquê?  <br></strong>Na sua grande maioria são de critica ao programa. Defendem o que é e o que não é ético para a sociedade. Falam de comportamentos e da vida, que é exposta na televisão, de uma criança, um menor com 18 anos e abrangido de direitos televisivos europeus. Igualam este novo programa a um <em>reality-show</em> e enfatizam que o determinado comportamento da criança em questão, no episódio, equipara-se a todas as crianças do país, o que não pode ser considerado verdade.<br><br><strong>4. De que forma esta análise se relaciona com a Literacia para os Media?</strong> <br><br>De acordo com o Unidade Curricular da Literacia para os Media, a análise deste programa, assim como o seu impacto social, tem aspetos relevantes para o estudo da mesma. A exploração das realidades familiares e posteriormente demonstradas no seio social pode implicar sérios problemas para a família em causa. Por outro lado, identifica uma realidade pouco abordada. Por isso, há que saber como construir uma base de discussão social equilibrada, para que se alcance os objetivos que o programa pretende/pode alcançar.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:04:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>António Magalhaes A79659; Catarina Martins A78776; Daniela Dias A77253; Mónica Sampaio A76389; Tânia Cunha A79055</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231430092</link>
         <description><![CDATA[<div>1. O programa "Super Nanny" faz um uso indevido da imagem das crianças, assim como, não respeita o direito da privacidade e da imagem das crianças. Além disso, o programa é um reality show que pretende mostrar e ensinar aos pais como educar devidamente crianças indisciplinadas, dando o exemplo de várias famílias, que foram pagas, para o efeito. O programa foi alvo de várias críticas por parte dos telespectadores, que também consideram que o programa não vai de encontro ao direito à privacidade das crianças.&nbsp;<br>2- Como já foi referido anteriormente, consideremos que o programa viola o direito à privacidade das crianças, desta forma achamos bem que o programa tenha sido suspenso.<br>3- Segundo os autores dos textos, o reality show "Supernanny" viola os direitos das crianças: "o seu nome, a sua identidade e as suas relações familiares; o direito à sua privacidade; o direito a que seja protegida de informação prejudicial ao seu bem-estar." Concordam que o programa tenha sido suspenso "a suspensão foi uma vitória da cidadania e de um Estado de direito". Os autores Sara Pereira e Manuel Pinto questionam-se sobre a consequências que este programa possa trazer para as crianças que participam. "No SuperNanny, preocupa-me mais as crianças que o protagonizam do que as crianças que o veem." Concordamos com as perspectivas dos autores porque achamos que as crianças têm os seus direitos, têm o direito de fazer as suas "birras" dentro dos seus lares sem chegarem à escola e sofrerem de bullying.<br>4- Esta analise relaciona-se com a literacia para os media, uma vez que cada vez mais devemos ter uma opinião critica em relação aos conteúdos oferecidos pelos media. Como cidadãos ativos devemos "trabalhar" para desenvolver uma sociedade "mais exigente" em termos de conteúdos por outro lado, temos a possibilidade de escolher os conteúdos que queremos ver.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:08:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231431231</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Sofia Oliveira, a78661<br>Marta Fernandes, a77264<br>Marta Dias, a79121<br>Vera Monteiro, a77706<br>1- De acordo com a opinião do grupo o programa Supernanny é um reality show que consiste numa sobreexposição da imagem das crianças, transgredindo as normas de ética. Pensamos também que crianças daquela faixa etária ainda não têm maturidade suficiente para compreender todo o ambiente a que este programa os sujeita. Assim, as crianças devem ser vistas como pessoas conscientes e não como propriedade dos pais, sempre sujeitas às decisões destes.<br>2- Concordamos com a suspensão do programa, uma vez que envolve a utilização e manipulação da imagem das crianças.<br>3- Os textos de apoios referem, na sua maioria, os problemas que este problema levanta. Segundo Ana Sousa Dias, as crianças aparecem como "cobaias", que o programa viola vários direitos das crianças e, ainda, vai contra as normas éticas dos psicólogos. Fernanda Câncio refere que foi uma vitória para os direitos humanos e para os direitos das crianças a polémica que este programa levantou em Portugal, comparando com o que aconteceu em outros países ditos "civilizados". A jornalista menciona, ainda, a existência de um processo que baralhou as prioridades e os valores fundamentais, criando um ambiente de "vale tudo" nos media.<br>Para Eduardo Sá a exposição das crianças neste programa é um mau-trato, porque estigmatiza e passa uma má imagem da criança, que poderá vir a ter impacto no seu futuro. Com isto, questiona o papel da SIC, dos próprios pais e do profissionalismo da psicóloga, dado que o dever de ambos é de proteger e resguardar as crianças.&nbsp;<br>Face a estas perspetivas e de acordo com o referido anteriormente, o grupo concorda com as opiniões dos autores, uma vez que vão de encontro com as nossas.<br>4- Esta análise pode relacionar-se com a literacia para os media, na medida em que os programas de televisão estão sujeitos ao espírito crítico dos telespectadores e esta disciplina é importante para reforçar&nbsp;este, de forma a impedir programação que viole direitos humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231431472</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Sofia Martins, A77765<br>Margarida Barbosa, A77202<br>Mariana Pires Mendes, A74717<br>Marta Teixeira, A78420<br>Sara Duarte, A77031<br><br><br>1. O programa Super Nanny é polémico porque transmite de forma muito explícita a vida das crianças e das famílias. Apesar do programa ter como objetivo entreter e educar, acaba por expor indevidamente a imagem das crianças, o que acaba por ser uma metodologia pouco pedagógica.<br><br>2. Ao grupo não é a favor, nem contra a suspensão do programa. Por um lado, o programa já foi transmitido em vários países e, apesar da polémica, serve de entretenimento e tem tido sucesso. Por outro, o programa viola certas condições de privacidade e expõe situações da vida destas famílias, principalmente das crianças.</div><div><br>3. De um modo geral, os autores dos textos de apoio, argumentam que a exposição das crianças nos media não é correta, dado que viola os direitos das mesmas e estás não possuem capacidade de controlo sobre as imagens transmitidas. Além disso, afirmam que tornar público um programa que dá a conhecer os problemas da várias famílias, como se de um exemplo comportamental se tratasse para o país, é errado. Assim, constatamos que todos os textos de apoio revelam ser contra o programa em questão.<br><br>4. Depois de analisarmos o caso, chegámos à conclusão que no campo da literacia mediática se observam várias problemáticas em relação ao tema. São mais evidentes as consequências negativas deste programa devido a toda a polémica que este gerou nas redes sociais em Portugal, com os discursos de ódio e a discriminação neles presentes.<br>Entendemos que as pessoas que estão educadcontraas&nbsp;</div><div>para os media, por serem mais informadas e críticas, conseguem ter um melhor, e mais fundamentado, aproveitamento dos mesmos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:14:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231431472</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exercício</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231431778</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Francisca Leite, A79204<br>Flávia Vilas Boas, A78973<br>Renata Leite Vilaça, A77690<br><br><strong>Que leitura/análise fazem do programa?&nbsp;</strong></div><div>Na nossa opinião, trata-se de um programa dito de carácter informativo, que aborda a educação e a disciplina das crianças, no qual uma “ama” ensina os pais e as famílias a lidar com comportamentos menos adequados das crianças. Contudo, mesmo com as melhores intenções, o programa não o faz da melhor maneira visto que põe em causa a ética e os direitos das crianças.</div><div>&nbsp;<br><strong>Concordam com a suspensão de emissão do programa?&nbsp;</strong></div><div>Sim, concordamos. Devido à grande exposição mediática que a criança sofre e poderá sofrer no futuro, o desenvolvimento psicológico e de personalidade das crianças em causa pode vir a ser afetado. Tratam-se de crianças em fase de desenvolvimento que não têm maturidade suficiente para entender o contexto onde estão a ser inseridas. Este tipo de exposição pode trazer consequências graves à criança como a exclusão social ou até mesmo o <em>bullying</em>, como foi o caso da criança que participou no primeiro episódio do programa.</div><div>&nbsp;<br><strong>O que dizem os textos de apoio? Concordam com as perspetivas apresentadas pelos seus autores? Porquê?&nbsp;</strong></div><div>Sim, concordamos. Apesar de ser apresentado como um programa de informação, este é fortemente criticado nos textos como um mero programa de entretenimento e é acusado de expor demasiado a criança. Os media, hoje em dia, influenciam os seus próprios conteúdos, não olhando a meios para atingir os fins. Segundo a opinião de Fernanda Câncio, autora da crítica “<em>A utilidade do Supernanny</em>“, estes “são tempos terríveis os que vivemos, aqueles em que os media, desesperados por viabilidade financeira, vendem o que lhes resta de alma”, ou seja, os conteúdos são maioritariamente orientados ao lucro monetário e não necessariamente à qualidade da informação ou ao interesse público. Fernanda Câncio acrescenta como conclusão que “Se o Supernanny servir para nos fazer pensar em tudo isso terá tido pelo menos essa grande utilidade.”&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><strong>De que forma esta análise se relaciona com a Literacia para os Media?&nbsp;</strong></div><div>Tendo em conta que o programa “Supernanny” está a ser fortemente criticado, isto mostra que há um questionamento por parte do público que o assistiu e da sociedade portuguesa em geral. Uma preocupação com o conteúdo do programa, e se este é ou não ético, é levantada e surgem questões sobre a necessidade deste continuar a ser ou não transmitido.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:16:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231432279</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:19:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231432279</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Francisca Martins; Carla Gonçalves; Hugo Pereira; Joana Gon</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231432425</link>
         <description><![CDATA[<div>• Que leitura/análise fazem do programa?</div><div>O programa Supernanny em Portugal, emitido pelo canal independente SIC, tinha como intuito que a “Supernanny”, neste caso Teresa Paula Marques, auxiliasse pais portugueses na educação dos seus filhos. Contudo, após a emissão do primeiro episódio gerou-se uma polémica sobre a exposição das crianças e os seus direitos, por parte não de alguns telespectadores, como também, por entidades como a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) – emitiu um comunicado no dia seguinte ao primeiro programa - e o Instituto de Apoio à Criança. Estas duas entidades participaram, posteriormente, num debate a convite do próprio canal de exibição do programa, em confronto com a diretora executiva de conteúdos da SIC – Júlia Pinheiro -   e a psicóloga Cristina Valente. Apesar desta polémica, a SIC decidiu ainda assim emitir o segundo episódio, o qual teve mais audiência do que o primeiro episódio. </div><div>O Ministério Público pediu para que a SIC retira-se as imagens do primeiro episódio mas o canal em questão recusou o pedido e, o Tribunal Cível de Oeiras ordenou que nas imagens do terceiro episódio  fossem usados filtros que ocultassem a identidade das crianças e dos pais, todavia a SIC rejeito estas restrições e cancelou a emissão do programa seguinte.</div><div> </div><div>• Concordam com a suspensão de emissão do programa?</div><div><br></div><div>Sim, concordamos com a suspensão. O formato do programa em outros países já tinha gerado polémicas e, embora não houvesse suspensão e tivessem tido medidas tão drásticas como houve em Portugal, a Sic já esperava ter reações idênticas no nosso país. Trata-se da exposição da imagem de crianças que não têm qualquer voto opinativo e que, poderão sofrer consequências na sua vida diária, nomeadamente, na escola com bullying por parte de outras crianças, bem como consequências no futuro quando crescerem e tiverem consciência do mediatismo do programa. Concordamos que os pais precisem de auxilia na educação, contudo podem recorrer as especialistas, sem que isto implique exibição em público do mesmo.</div><div> </div><div>• O que dizem os textos de apoio? Concordam com as perspetivas apresentadas pelos seus autores? Porquê?</div><div>De forma geral, os textos de apoio reforçam a ideia de que o programa SuperNanny expõe as crianças e as suas famílias a troco de nada que o justifique. Salientam, ainda, que os direitos das crianças, como por exemplo “o direito a que seja preservado o seu nome, a sua identidade e as suas relações familiares e o direito à sua privacidade” são desrespeitados e que, aqui, as crianças são “feitas cobaias”. </div><div>Ana Dias (Diário de Notícias) admite que não existem regras que sirvam para todos e que todos os pais erram na educação dos filhos. Diz ainda, que não é aceitável expor uma criança desta forma, indo de encontro à ideia de que este programa vai contra os direitos das crianças, bem como contra as normas éticas dos psicólogos. Pedro Tadeu acredita, também, que esta exposição não é a forma correta de se educar uma criança e que “a intimidade de uma criança não é um espetáculo giro”.</div><div>Apesar do tumulto em torno do programa e, talvez, impulsionadas por isso mesmo, as audiências mantiveram-se altas no segundo episódio. Ainda assim, a marca Corinede Farme deixou de patrocinar o programa.</div><div>Eduardo Sá acredita ser “legítimo que uma estação televisiva discuta questões relacionadas com a parentalidade” mas que, neste caso, SuperNanny não cumpre os critérios éticos que deveria respeitar, tratando-se apenas de uma forma de entretenimento que, no entanto, envolve graves problemas familiares.</div><div>Fernanda Câncio aborda o tema, comparando a receção deste programa em Portugal com os restantes 20 países em que este foi transmitido, salientado que “em nenhum outro país terá havido tão imediatas reações de repúdio como as verificadas cá”. Também esta acredita que retirar o formato do ar seria uma enorme vitória não só para os direitos das crianças mas para os direitos humanos em geral.</div><div>Sobre a suspensão do programa, os autores comentam que embora se possa pensar que programação dos media é intocável, este caso mostrou-nos o contrário, acabando por se tratar de uma vitória para a cidadania e os direitos das crianças.</div><div>A opinião do grupo foi consensual e vai de encontro, no geral, às perspetivas apresentadas nos textos. Consideramos, após nos familiarizarmos com os dois episódios transmitidos do programa, que o programa ignora totalmente o direito da criança envolvida em decidir se quer ou não ver a sua privacidade transmitida ao mundo. Se quer que a sua imagem circule em milhões de ecrãs. Ignora o facto de que estas crianças um dia se tornarão adolescentes e irão ter de lidar com esta exposição. Consideramos este programa, infelizmente, mero entretenimento. Este ignora a sua ideia fundamental que seria ensinar realmente algo aos seus telespectadores demonstrando apenas que a troco de dinheiro, reconhecimento, ou liderança vale a pena pôr em causa os direitos daqueles que não têm voz.</div><div> </div><div>• De que forma esta análise se relaciona com a Literacia para os Media?</div><div>Podemos entender que a literacia para os media se trata do conjunto de conhecimentos que permitem aos cidadãos utilizar de forma consciente os meios de comunicação. É importante desenvolvermos um espírito critico relativamente àquilo que os media nos proporcionam, sendo que, quanto maiores forem os nossos conhecimentos, mais consciente será a nossa opinião ou as nossas ações. Neste caso, conhecer o assunto e explorá-lo permitiu-nos perceber que embora os media sejam muito importantes para difundir mensagens de interesse e crescimento, são também por vezes utilizados de forma menos positiva, como no caso deste programa. </div><div>Cabe ao espectador que, dotado de mais ou menos literacia para os media, perceba se um programa é certo ou errado, se vai de encontro ou não com a ética e a moral. Cabe ao espectador criticar, ver ou não ver, criar ou não criar tumulto. Sabendo como utilizar os meios de comunicação, o espectador torna-se o dono da decisão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:20:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231432425</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Francisca Martins; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231432427</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-14 11:20:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231432427</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exercio 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231436881</link>
         <description><![CDATA[<div>Filipe Melo, A77171<br>Maryléne Stéphanie Gonçalves, A79249<br><br>1.&nbsp;<br>Este programa é mais focado no entretenimento das crianças. Não mostra nada de concreto no que foca o principio da educação parental. Este programa faz um grande aparte entre as crianças e os pais. Este programa de entretenimento é mais virado para a ficção. Este programa mostra o quanto uma "psicólogo" interagem com pais e filhos que estão com muitas dificuldades em entender-se. Este programa não entra no profundo dos problemas que estão a viver junto ao lar deles.<br>&nbsp;2.&nbsp;</div><div>Sim, o programa pode não ter muito sucesso, a par os “métodos” que ela usa para efectuar o trabalho junto a uma família em dificuldade.</div><div>Claramente, a emissão não tinha pilar nenhum sobre o respeito que inicialmente é o respeito que os pais dão os filhos. Por exemplo, a parte de meter as crianças ao “quanto”, não é dependendo da idade. (7 anos equivale a 7min de “quanto”). Normalmente, quando uma criança esta de castigo, tem que ficar o tempo necessário para poder perceber o motivo do castigo que recebeu.&nbsp;</div><div>Neste programa, o , há uma grande manipulação das crianças e das pessoas que estão em causa.&nbsp;<br>3.&nbsp;<br>Os pontos de vista de cada autores marcam principalmente a manipulação das crianças. Nos artigos, os autores mostram que o programa marca muito o comportamento de cada criança que esta a ser "tratado" no programa.<br>4.&nbsp;<br>depois da analise completa, neste caso, a literacia dos medias é algo de importante. Desde da estreia, foi com os medias que o programa foi "denegrida" e foi com os ataques dos medias que o programa foi suspendido.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:44:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231436881</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Daniela Fonseca (a77564); Diogo Pereira (a69274); Helena Soares (a76913); Inês Vales (a77371); Maria João Castro (a79844)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231438056</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div><strong>Que leitura/análise fazem do programa?</strong> <br><br></div><div>A nossa opinião difere em alguns aspetos mas converge no sentido em que a exposição das crianças pode ser prejudicial no futuro das vidas nas mesmas. Por outro lado, o programa tem o consentimento dos pais e não nos parece ter conteúdos violentos e que choquem os telespetadores. Para nós, a presença da Supernanny na casa das pessoas não é chocante e, para os pais terem optado por pedir ajuda, é porque estão mesmo desesperados. O facto de terem sido pagas também levanta questões morais. O programa era, para nós, informativo e não representava um atentado à privacidade das crianças mas compreendemos que existem parâmetros legais que foram desrespeitados. <br><br></div><div>Em conclusão, acrescentamos o facto deste programa ter sido tão polémico e as autoridades tão rápidas a agir quando existem problemas mais graves que não são resolvidos em anos; Como é o caso da violência doméstica e dos alertas que são dados às autoridades e muitas vezes desvalorizados, levando à morte das vítimas. <br><br></div><div><strong>Concordam com a suspensão do programa?</strong> <br><br></div><div>Concordamos com a suspensão no sentido de resolver os parâmetros legais e chegar a um acordo para proteger os direitos das crianças que se mostraram desrespeitados. Não concordamos com a anulação e cancelamento do programa definitivamente porque achamos que existem aspetos positivos e informativos neste formato. <br><br></div><div><strong>O que dizem os textos de apoio?</strong> <br><br></div><div><em>“Supernanny: O que podemos fazer” – Sara Pereira</em> <br><br></div><div>A autora considera que a polémica e a discussão pública são positivas no sentido de perceber que o público está atento e tem opinião. Considera que o programa “não dignifica ninguém” e levanta algumas questões como: o tipo de sociedade que estamos a criar; os direitos dos filhos aos olhos dos pais que aceitam a sua exposição; as consequências que os participantes poderão vir a ter no futuro; o tipo de televisão que se faz e a necessidade que o canal em questão viu em transmitir um formato destes; que ética profissional orienta a supernanny e que tipo de sentimentos desperta na nossa sociedade. A autora considera que o dever do telespetador é não assitir. <br><br></div><div><em>“Notas sobre uma suspensão” - Manuel Pinto</em> <br><br></div><div>O autor concorda com a suspensão do programa por que acha que há limites no que toca à liberdade de imagem e expressão das crianças. Diz também que o facto do programa ser transmitido noutros países e não ter este tipo de repercussões se deve ao contexto sócio cultural dessas regiões. <br><br></div><div><em>Supernanny perdeu patrocinador – Meios e Publicidade</em> <br><br></div><div>A Corine de Farme, principal patrocinador do programa, retirou todos os seus patrocínios após a emissão do primeiro episódio por o formato do programa ir contra todos os princípios defendidos pela marca. Assim, o segundo episódio, já foi para o ar sem patrocinadores. <br><br></div><div><em>O fator humano, Margarida estou contigo – Ana Sousa Dias</em> <br><br></div><div>Neste artigo de opinião, a autora esta completamente contra a emissão do programa e refere que este é completamente evasivo e desrespeitador para com as crianças. A mesta enuncia que ficou “enjoada, indignada e cheia de pena daquela criança e daquela mãe”. A autora diz também que o facto de existirem câmaras espalhadas pela casa condicionam o próprio comportamento da criança. <br><br></div><div><em>DN: Fernanda Câncio</em> <br><br></div><div>No texto de opinião do DN, escrito por Fernanda Câncio, a mesma demonstra-se ser contra a exibição e exposição das crianças e dos seus atos como forma de entretenimento. Refere mesmo que “os media, desesperados por viabilidade financeira, vendem o que lhes resta da alma – se alguma lhes resta – em que a justiça, ao invés de, como é o seu dever, constituir garante dos direitos fundamentais da privacidade e do direito à imagem”. <br><br></div><div><em>Opinião: Eduardo Sá</em> <br><br></div><div>No texto de Eduardo Sá, o mesmo começa por se questionar quanto à legitimidade de tornar um drama real de uma criança num contexto de programa de entretenimento. Refere ainda o comportamento dos próprios pais como impulsivos e irrefletidos, competindo à SIC proteger os direitos de ambos, principalmente os das crianças. Continua o seu texto referindo o próprio programa como sendo um mau trato para a criança, por ignorância dos próprios pais ou por “dificuldade de se descentrarem de si”. <br><br></div><div><em>Quem educa a supernanny? – Pedro Tadeu</em> <br><br></div><div>A ideia principal contida neste artigo é que a educação de uma criança nunca deve ser exposta a mais de 1 milhão de pessoas na televisão, porque é algo intimo e intransmissível. O autor deixa uma crítica à Supernanny dizendo que esta é que devia ser educada, “obrigada a escrever num quadro de ardósia, 1 milhão de vezes, (…) a intimidade de uma criança não é um espetáculo giro” <br><br></div><div><strong>Tendo em conta a análise, qual a importância para a literacia mediática? </strong><br><br></div><div>Tendo em conta a polémica gerada em torno do programa, consideramos que se torna um assunto relevante na área da Literacia mediática visto que é um tema de discussão na sociedade. Se há polémica entre os telespetadores e na opinião pública significa que há matéria literária e mediática para o público em geral. <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:51:23 UTC</pubDate>
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         <title>André Mendes (A64294) Beatriz Botelho (A77805) Marta Cruz (A79406) Sérgio (A79411) Tiago Aprígio (A75969</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/231443523</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Reflexão sobre o programa SuperNanny<br></strong><br>Que leitura/análise fazem do programa?<br>O programa, na sua natureza e intenção, tem um cariz educacional. Contudo, fez ressoar aspetos que ultrapassaram esta intenção "limpa" e bem intencionada. Por estes motivos, concordamos com a suspensão do programa. Este programa poderia servir como um aliado à procura de um serviço profissional (psicólogo) pelos pais, no entanto, peca por traduzir nesta tentativa uma fórmula e narrativa construída entre drama e violência. A intimidade da criança é exposta de forma absoluta, e teremos de pensar de que forma poderá afetar a mesma. <br>- O que dizem os textos de apoio? Concordam com as perspetivas<br>apresentadas pelos seus autores? Porquê?<br>Os autores dos textos argumentam e apresentam este programa como uma forma de entretenimento, mais do que um programa esclarecedor e educacional que deveria ser. Rouba a intimidade das crianças que não escolheram fazer parte desta "experiência" e usam-nas como cobaias para aumento de audiências. <br>- De que forma esta análise se relaciona com a Literacia para os Media?<br>A suspensão do programa mostra-nos que a sociedade portuguesa encontra-se, de certa forma, consciente sobre os conteúdos mediáticos deste programa e as consequências que podem afetar o futuro das crianças e das suas famílias. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 12:01:38 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Patrícia Magalhães a79054, Andreia Miranda a78401, Filipa Castro Gomes a78604, Inês Lopes a76930, Joana Lopes Ferreira a79052</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/5sc095b4sdfj/wish/235886805</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Que leitura/análise fazem do programa?</strong></div><div> </div><div>Na nossa opinião o “Supernanny” é um programa que parte de uma boa premissa, a de auxiliar e trazer para discussão pública os desafios que educar uma criança traz, contudo, essa premissa não se realizou uma vez que o preço a pagar por essa mesma discussão pública cruza-se com uma violação clara de um dos maiores direitos de qualquer ser humano que é o direito á sua privacidade. Neste caso esta violação torna-se ainda mais grave, no nosso entender, uma vez que a exposição dos menores foi autorizada/decidida por terceiros.</div><div> </div><div><strong>- Concordam com a suspensão de emissão do programa?</strong></div><div>Sim, concordamos a partir do momento em que este género de exposição pode ter consequências no futuro destas crianças. O formato do programa não demonstra qualquer intenção solidária. O apoio psicológico que a criança poderá precisar não é num reality show, com uma especialista. A ajuda não tem de ser exibida, o que é mau e tem de ser corrigido não tem de ser do conhecimento do país. A intenção pedagógica perde-se no momento em que o fator entretenimento se sobressai em relação aos fatores educacionais; isto confirma-se dado o grande número de imagens de birras e momentos de tensão das crianças que foram exibidas.</div><div> </div><div><strong>- O que dizem os textos de apoio? Concordam com as perspetivas apresentadas pelos seus autores? Porquê?</strong></div><div>Três dos textos de apoio levantam a seguinte questão: este programa foi importado do Reino Unido, e já existe em muitos outros países mais desenvolvidos que Portugal. Porém, fomos o único país a revoltar-se contra ele. Isto coloca em causa o seguinte: os direitos das crianças não são tão respeitados noutros países? Depois de tantos programas semelhantes como o “Secret Story” por exemplo, porquê só agora?</div><div>No texto de Manuel Pinto, “Supernanny: notas sobre a suspensão” há uma ideia que nos chamou atenção em particular: a liberdade de imprensa é extremamente importante, numa sociedade democrática, como a nossa, contudo, essa liberdade tem de estar aliada a princípios éticos, algo que não se verificou este com o “Supernanny”. Na opinião de Eduardo Sá o autor põe em causa a responsabilidade da SIC enquanto emissora pelo conteúdo reproduzido dizendo que apesar de o mascarem como entretenimento e não informação, este não deixa de denegrir a imagem da criança, tanto no presente como no futuro. Mais ainda, considera que este nível de exposição pode ser visto como um mau trato.</div><div> </div><div><strong>- De que forma esta análise se relaciona com a Literacia para os Media?</strong></div><div><strong> </strong></div><div>A Literacia para os Media relaciona-se com este caso na medida em que os espectadores optaram por uma visão crítica em relação a este programa: não se limitaram a ver, viram e opinaram sobre os conteúdos exibidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-27 14:32:45 UTC</pubDate>
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