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      <title>2B - Linha do tempo ilustrada - Período Napoleônico e seus desdobramentos by </title>
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      <description>A partir dos  grupos organizados em aula, insira tópicos agregados de imagens e links com informações pertinentes sobre cada fase deste período. Cada grupo ficará com uma etapa (reveja no Conexão Digital). Capriche!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-24 18:27:03 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1</title>
         <author>tammylucena</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>(1789-1791)</strong> <br>- Começa a revolução francesa em 17 de junho de 1789, uma revolução impulsionada pela burguesia francesa, preocupada em desenvolver a indústria no país, queria acabar com as barreiras que restringiam a liberdade de comércio internacional. Desta forma, era preciso que se adotasse na França, segundo a burguesia, o liberalismo econômico. Os burgueses também lutavam por seus direitos políticos. Logo após esses acontecimentos, em 26 de agosto de 1789 foi aprovada pela Assembleia a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Esta Declaração assegurava os princípios da liberdade, da igualdade, da fraternidade (“<em>Liberté,</em> <em>égalité,</em> <em>fraternité</em>” - lema da Revolução), além do direito à propriedade. A recusa do Rei Luís XVI em aprovar a declaração provocam novas manifestações populares. Os bens do clero foram confiscados e muitos padres e nobres fugiram para outros países. A instabilidade na França era grande. A Constituição ficou pronta em setembro de 1791.<br><br></div><div><strong>(1792-1795)</strong>&nbsp;<br>- A Assembleia Legislativa foi substituída, através do sufrágio universal masculino, pela Convenção Nacional, que aboliu monarquia e implantou a República. Os jacobinos eram a maioria neste novo parlamento.</div><div>O rei Luís XVI foi julgado e sentenciado culpado por traição, sendo condenado à morte por guilhotina e executado em janeiro de 1793. Meses depois, a rainha Maria Antonieta teria o mesmo destino. Internamente, as opiniões divergentes de como deveriam ser conduzidas a revolução, começavam a provocar divisão entre os próprios revolucionários (girondinos e jacobinos).<br><br></div><div><strong>(1794-1799)</strong>&nbsp;<br>- A fase do Diretório dura cinco anos e se caracteriza pela ascensão da alta burguesia, os girondinos, ao poder. Recebe este nome, pois eram cinco diretores que governavam a França.</div><div>Inimigos dos jacobinos, seu primeiro ato é revogar todas as medidas que eles haviam feito durante sua legislação. No entanto, a situação era delicada. Os girondinos atraíram a antipatia da população ao anular o congelamento de preços. Vários países, como a Inglaterra e o Império Austríaco, ameaçavam invadir a França a fim de conter os ideais revolucionários. Por fim, a própria nobreza e a família real no exílio buscavam organizar-se para restaurar o trono.<br><br><strong>1° e 2° Coalizão: </strong><br>- A Primeira Coalizão foi composta pelo Sacro Império Romano (dinastia Habsburgo na Áustria e Prússia), pela Grã-Bretanha, Espanha, Holanda e Portugal e alguns outros reinos menores.<br>- A Segunda Coalizão foi formada pelo Sacro Império Romano (Áustria), Grã-Bretanha (que se tornou Reino Unido em 1801), Rússia, Portugal e Império Otomano. Nos dois confrontos, a Primeira República da França saiu vitoriosa, conquistando os territórios a oeste do Rio Reno, a região de Piemonte, e estabelecendo repúblicas aliadas da Suíça, Itália e Lígure (no território da antiga Gênova).</div><div><br><strong>Golpe 18 de Brumário:</strong><br>Foi uma manobra política para garantir a ascensão dos girondinos, a alta burguesia francesa, ao poder.<br>Também serviu para conter os jacobinos, preservar as conquistas da Revolução Francesa e frear a guerra com os países contrários aos ideais revolucionários.<br>Por meio do golpe, o sistema denominado Diretório foi derrubado e substituído pelo Consulado. Este fato marcou o início da ditadura do general Napoleão Bonaparte (1769-1821).<br>Com as conquistas militares obtidas pelos franceses, o Exército se fortalecia cada vez mais. Diante dos desentendimentos no Diretório entre as várias facções políticas, parecia que os militares seriam os únicos capazes de garantir a governabilidade na França.<br>Igualmente, os burgueses viam suas conquistas sociais e econômicas ameaçadas, pois alguns grupos desejavam a volta do absolutismo. Da mesma forma existia um perigo real da França ser invadida novamente pelas tropas da Segunda Coligação (Inglaterra, Áustria, Império Russo, entre outros).<br>Tudo isso faz com que os franceses apoiem o Golpe de 18 Brumário e a ditadura de Napoleão Bonaparte.<br>Napoleão Bonaparte foi um dos mais destacados militares da época revolucionária, vencendo vários países que fizeram guerra contra a França. Interessava-se cada vez mais por política e via com maus olhos a época do Terror implantada por Robespierre.<br>Desta maneira, planeja com o abade Sieyès um golpe para preservar as conquistas da Revolução Francesa.<br>Assim, Napoleão depôs o Diretório usando uma coluna de granadeiros e implantou o regime do Consulado. Neste sistema estava previsto que três cônsules dividiriam o poder: Bonaparte, Sieyès e Pierre-Roger Ducos.<br>Com o Golpe do 18 de Brumário, Napoleão Bonaparte instaura uma ditadura na França com os poderes concentrados na sua pessoa.<br>Por sua vez, Bonaparte tenta conciliar as várias facções políticas. Restabelece a liberdade de culto, anistia os emigrados (nobres) que fugiram durante a Revolução, promulga o Código Civil, cria o Banco da França, etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 18:27:32 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2</title>
         <author>tammylucena</author>
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         <description><![CDATA[<div>- 9 e 10 de novembro de 1799: Golpe de 18 de Brumário (Golpe de Estado liderado por Napoleão, que já era visto como um herói nacional, derrubando o diretório);<br><br></div><div>- Napoleão assume como primeiro dos 3 cônsules logo em seguida;<br><br></div><div>- 1802: Nova constituição que o torna legalmente cônsul por mais dez anos;<br><br></div><div>- Cria o banco da França;<br><br></div><div>- Reforma no ensino, que garantia a formação de parte do funcionalismo público e de oficiais para o exército, além de cursos superiores, como nas escolas de Direito, de Política e Técnica Naval;<br><br></div><div>- Submeteu a igreja ao governo;<br><br></div><div>- 1804: Código Civil Napoleônico;<br><br></div><div>- Se tornou imperador por plebiscito popular;<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Reformas e criações&nbsp;<br></strong><br></div><div>- No âmbito da organização social, a principal instituição burguesa criada por Bonaparte foi o Código Civil Napoleônico, em 1804.&nbsp;<br><br></div><div>- Garantia vários princípios caros à burguesia liberal, como a liberdade individual, liberdade de trabalho, liberdade de consciência, Estado leigo, igualdade perante a lei e direito à propriedade privada, mas o código não garantia direitos ao trabalho assalariado, proibindo greves e organizações de trabalhadores, além de reestabelecer a escravidão nas colônias.&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Aspectos econômicos&nbsp;<br></strong><br></div><div>- Uma das principais medidas foi a criação do Banco da França que, controlado pelo Estado, criou o padrão monetário do franco, possibilitando ainda financiamentos à indústria francesa e à agricultura. &nbsp;<br><br></div><div>- A criação desse banco central possibilitou ainda o controle inflacionário.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>História política&nbsp;<br></strong><br></div><div>- Napoleão chega ao poder apoiado pela burguesia e pelo exército, pois o seu governo seria a garantia da continuação dos ideais da Revolução Francesa.&nbsp;<br><br></div><div>- O Golpe do 18 de Brumário de 1799 foi planejado pelo abade Sieyès (1748-1836) e por Napoleão Bonaparte.&nbsp;<br><br></div><div>- Napoleão depôs o Diretório usando uma coluna de granadeiros e implantou o regime do Consulado. Assim, três cônsules concentraram o poder: Bonaparte, Sieyès e Ducos.&nbsp;<br><br></div><div>- O trio coordenou a elaboração de uma nova Constituição que estabelecia Napoleão como primeiro-cônsul pelo prazo de dez anos. A Carta Magna ainda lhe concedia poderes de ditador.&nbsp;<br><br></div><div>- Um dos atos mais importantes de Napoleão como Cônsul foi retomar o diálogo com a Igreja Católica, rompido durante a revolução.&nbsp;<br><br></div><div>- Neste tratado, a Igreja renunciava a reivindicar as propriedades eclesiásticas que haviam sido confiscadas pelos revolucionários. Por outro lado, o governo teria o poder de nomear bispos e o clero seria pago pelo Estado.<br><br></div><div>- A expansão do Império Napoleônico causou enormes atritos com os demais países europeus, quase todos representantes do Antigo Regime. Inúmeras coligações foram realizadas para deter a expansão territorial francesa. E o temor era explicado pela velocidade com que os exércitos napoleônicos realizavam suas conquistas. Parte do norte da Itália já havia sido conquistada em 1801. Territórios da Bélgica, da Holanda, da Espanha e outros estados germânicos passaram a ser controlados diretamente pelo Império de Napoleão. Essa expansão levou a disseminação para o continente dos princípios liberais franceses.<br><br></div><div>- Como as topas francesas não conseguiam desestabilizar a Inglaterra, a França decretou, em 1806, o bloqueio continental (os países europeus estavam proibidos de abrirem seus portos ao comércio inglês). Os países que não aceitassem o bloqueio continental seriam invadidos pelas tropas de Napoleão. Mostrando assim uma relação autoritária com as suas colônias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 18:27:38 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author>tammylucena</author>
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         <description><![CDATA[<div>(1803-1805): 3° Coalizão<br>Na chamada Guerra da Terceira Coalizão, datada de 1803, Áustria, Suécia e Rússia se uniram ao Reino Unido em oposição ao Império Francês. Após algumas batalhas, a guerra foi encerrada no final de 1805. A França manteve seu domínio por diversas regiões da Europa.<br><br>(1806-1807): 4° Coalizão<br>Em 1806, as Guerras Napoleônicas vivenciariam outra de suas fases: a Guerra da Quarta Coalizão, formada por Reino Unido, Prússia, Suécia, Saxônia e Rússia contra a França.&nbsp;<br>A principal motivação dos conflitos foi a formação da Confederação do Reno, em meados de 1806, por Napoleão Bonaparte, composta por dezesseis estados alemães e incorporada ao Império Francês.<br>Um importante episódio dessa fase foi a Batalha de Friedland, em 1807, na qual França e Rússia de enfrentaram. Uma de suas principais consequências foi a conquista de novas regiões por Napoleão, como parte da Suécia, e a criação do Ducado de Varsóvia (1807). É dessa fase, também, o Bloqueio Continental (1806), estabelecido como estratégia para enfraquecer a Inglaterra economicamente para facilitar sua conquista.<br><br>(1807-1809): 5° Coalizão<br>É datado de 1807, também, o início da Guerra Peninsular, que opôs a França ao Reino Unido, Espanha e Portugal, motivada pela ocupação francesa do território português e tentativa de conquista de regiões espanholas. Enquanto o conflito ocorria, a Quinta Coalizão foi formada, em 1809, unindo a Áustria e o Reino Unido contra a França em diversas batalhas.<br>Embora enfraquecida pela Guerra Peninsular, a França venceu a Guerra da Quinta Coalizão, estabelecendo um tratado, em 1809, pelo qual a Áustria pagaria uma indenização à França, além de ceder territórios ao Império Francês.<br><br>(02/05/1808 - 17/04/1814): Guerra Peninsular<br>Ocorrida na Quarta Coligação, essa guerra foi intentada contra Portugal e Espanha.<br>Em decorrência do Bloqueio Continental, Portugal levou a corte real para o Brasil, transferindo mesmo o seu governo para o Rio de Janeiro, com receio das consequências da decisão de ir contra o novo plano de Bonaparte contra a economia inglesa.<br>Na Espanha, José Bonaparte (irmão de Napoleão), se torna rei e deixa de existir a Casa Real Espanhola. O povo se revolta e milhares de espanhóis são fuzilados.<br><br>Bloqueio Continental&nbsp;<br>Estratégia econômica da França para derrubar a Inglaterra.<br>O Bloqueio Continental foi decretado em 21 de novembro de 1806 para obrigar os países administrados pelo império francês a cortar todos os laços comerciais com a Inglaterra. O autor desse decreto autoritário foi Napoleão Bonaparte, que queria de todas as formas derrubar a hegemonia econômica do império britânico.<br>Nesse período, o comércio entre países era feito através da negociação de produtos trazidos por navios. O Reino Unido era um dos principais exportadores de mercadoria manufaturada através das navegações e esse bloqueio envolvia o fechamento de todos os portos europeus para as embarcações britânicas.<br>Com a efetivação do Bloqueio Continental, as negociações britânicas com os países europeus aliados a França foram inicialmente reduzidas de 25% a 50%. Como reação, a Inglaterra decidiu agir de uma forma que prejudicasse também esse acordo, para que os outros países percebessem os rumos que estavam tomando.<br>Logo, começou a atacar qualquer navio em alto mar que fosse levar mantimentos para os países que aprovaram o acordo napoleônico. Os navios eram bombardeados pelos ingleses, que depois roubavam toda mercadoria e vendiam em leilões.<br>De certa forma, o monopólio econômico foi retirado de um país poderoso industrialmente. A questão era que muitos países em desenvolvimento também dependiam dos produtos ingleses, por terem poucas formas de crescimento.<br>A Rússia teve economia prejudicada e rompeu acordo com a França, voltando a realizar negociações com a Inglaterra em 1812. Tal atitude provocou a ira do imperador, que decretou guerra contra os russos,&nbsp; os quais não tiveram problemas para conter a invasão francesa.<br>Em menos de um ano, o Bloqueio Continental não foi suficiente para derrubar a Inglaterra. O país conseguiu voltar a comercializar com diversas regiões após o fim das guerras, em 1815, com a assinatura do Tratado de Paris.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 18:27:44 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 4</title>
         <author>tammylucena</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1812 - </strong>Dia 24 de junho, o Grande Exército de Napoleão (cerca de 650 mil homens) chegava a Rússia, este foi marcado como o início do fim da Era Napoleônica.</div><div>Essa decisão foi tomada por discordâncias entre os países e a recusa da Rússia de seguir o bloqueio continental imposto por Napoleão. Ele foi com a intenção de exterminar o exército russo e conseguir uma aliança forçada.&nbsp;</div><div>Com seu discurso de que a invasão teria a Polônia como motivo principal, o país forneceu cerca de 100 mil homens a Bonaparte.</div><div>No caminho a Moscou, ocorreu a Batalha de Smolensk (16 à 18 de Agosto), tendo uma vitória francesa.</div><div>Ainda a caminho, no dia 7 de setembro, ocorreu a considerada mais sangrenta batalha da Era Napoleônica, a Batalha de Borodino, onde 80 mil soldados morreram.</div><div>Chegaram a Moscou em 14 de Setembro, no auge do inverno, em sua chegada houve um incêndio que durou 4 dias e acabou com 75% do local.</div><div>Decidiram voltar para casa, e durante essa volta houve um grande desespero. Napoleão estava ciente do inverno russo, por isso iniciaram sua viagem no verão, porém, não contavam que passariam por isso na volta. A falta de preparo trouxe mortes dos homens de Bonaparte, não se tinha roupas e os animais morriam. Ainda na volta, em 29 de Novembro, a tropa foi atacada novamente pelo exército russo, apesar disso, metade do exército presente naquele momento conseguiu continuar o caminho com seu Imperador.</div><div>Os restos do exército napoleônico chegava a Polônia em 14 de Dezembro, com apenas 22 mil solados.<br><br>A Sexta Coalizão foi a união militar da Áustria, Prússia, Rússia, Suécia, Reino Unido e alguns estados alemães contra o Império Francês de Napoleão Bonaparte. A coalizão conseguiu derrubá-lo do poder e forçá-lo ao exílio na Ilha de Elba.<br>Em 1812, Napoleão invadiu a Rússia. Após uma importante vitória na batalha de Borodino, ele conquistou Moscou mas não conseguiu capturar o imperador Alexandre I e nem subjugar o Império russo. Com a aproximação do inverno e com poucas provisões, ele ordenou uma retirada de volta a França, via Alemanha, contudo o exército francês foi duramente castigado pelo frio e pelos ataques russos à sua retaguarda enfraquecida.<br>A Rússia então aliou-se à Sexta Coligação. A Suécia também aderiu a coalizão, em resposta a invasão da Pomerânia sueca por tropas francesas. Em 1813, Napoleão partiu para ofensiva, derrotando as tropas aliadas em Lützen e em Bautzen. Bonaparte, que perdera boa parte do seu exército na Rússia, conseguiu reunir 250 mil homens. Os seus Estados satélites da Confederação do Reno forneceriam mais tropas, contudo os Aliados estavam mais preparados e em maior número.<br>Em 18 de junho de 1815 foi definitivamente vencido a batalha de Waterloo, que pôs fim às Guerras Napoleônicas.<br><br><strong>TRATADO DE FONTAINEBLEAU</strong><br><br></div><div>O Tratado de Fontainebleau foi um acordo entre os países europeus para reconhecer a abdicação de Napoleão Bonaparte ao trono francês em 11 de abril de 1814.<br><br></div><div>Esse tratado determinava também o exílio de Napoleão<strong> na </strong>ilha de Elba, no Mar Mediterrâneo. Porém, ele ainda poderia manter seu status de monarca na ilha, conservando um pequeno exército e uma corte.<br><br></div><div>No entanto, Napoleão não se sentiu derrotado e voltou a Paris alguns anos depois, expulsando o rei Luís XVIII. Acabou, porém, sendo derrotado por uma coalizão de alguns países europeus, sendo isolado na ilha de Santa Helena, onde morreria em 1821.<br><br><strong>EXILIO EM ELBA</strong><br><br>Em 11 de abril de 1814, Napoleão Bonaparte, imperador da França e um dos maiores líderes militares da história, renuncia ao seu trono e, em decorrência do Tratado de Fontainebleau, é banido para a ilha mediterrânea de Elba.<br><br>Napoleão escapou de <strong>Elba</strong> em fevereiro de 1815 e assumiu o controle da França mais uma vez. Os Aliados responderam formando uma Sétima Coalizão que o derrotou na Batalha de Waterloo, em junho. Os britânicos o exilaram para a remota <strong>ilha</strong> de Santa Helena, no Atlântico Sul, onde morreu seis anos depois, aos 51 anos.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 18:27:52 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5</title>
         <author>tammylucena</author>
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         <description><![CDATA[<div>- 03/1815 a 07/1815 - Governo dos Cem Dias: Com apoio dos mil homens que integravam a sua guarda pessoal, Napoleão Bonaparte deixa a Ilha de Elba e avança em direção a Paris. Napoleão toma Paris e inicia o chamado Governo dos Cem Dias.<br><br>- 18 de junho de 1815 - Sétima Coalizão e Segunda Derrota: Batalha de Waterloo: É formada, então, a Sétima Coligação e os exércitos se enfrentam na Batalha de Waterloo, na Bélgica. Derrotado, Napoleão Bonaparte abdica do trono da França e é exilado na ilha de Santa Helena.<br><br>- 20 de novembro de 1815 - O Tratado ou Acordo de Paris foi assinado no dia 20 de novembro de 1815 pelo Reino Unido, Áustria, Rússia e Prússia, após Napoleão Bonaparte ter sido derrotado na batalha de Waterloo. Após o período dos Cem Dias que seguiu a evasão de Napoleão da Ilha de Elba, ele foi mais severo que o Tratado de 1814, negociado por Talleyrand, dado o recente apoio popular a Napoleão na França. Neste tratado de 1815 a França foi reduzida a suas fronteiras de 1790, ela perdia as conquistas territoriais dos exércitos revolucionários de 1790 a 1792 e devia pagar 700 milhões de francos de indenizações, além também de manter a seus custos um exército de ocupação de 150 000 soldados nos territórios fronteiriços do país por um período máximo de cinco anos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 18:27:57 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 6</title>
         <author>tammylucena</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Congresso de Viena</strong></div><div>&nbsp;</div><div>-Em 1814, após tantas investidas sem resultado, as monarquias europeias conseguiram abater as hábeis tropas que garantiam o controle de Napoleão sobre a Europa.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>-O talento militar do general Bonaparte eram capazes de fazer com que as tropas francesas conseguissem vencer batalhas que pareciam perdidas, tomando vários dos estados absolutistas&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>-Naquela época, coube às grandes potências monárquicas reorganizar os governos da Europa. Dessa forma, representantes de países como Rússia, Prússia, Inglaterra, Áustria e a própria França se reuniram para resolver questões de fronteira e determinar a legitimidade dos governos</div><div>&nbsp;</div><div>-Os participantes do Congresso de Viena tinham preocupação com a situação pós-Napoleônica. A disseminação do ideário liberal e o próprio sucesso da Revolução Francesa eram indícios de que o poder absolutista poderia mudar.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>-A primeira medida de impacto tomada foi conceder o governo da França para Luís XVIII. Além disso, o governo francês perdeu todos os territórios conquistados e&nbsp; foi obrigado a pagar uma indenização para as nações prejudicadas.</div><div>&nbsp;</div><div>-Sobre os demais países afetados pela revolução, os principais dirigentes absolutistas decidiram adotar o princípio de legitimidade. Segundo essa diretriz, todas as dinastias que reinavam na Europa antes da Revolução Francesa teriam o governo e seus territórios reintegrados. Serviria como uma recompensa aos serviços prestados.</div><div>&nbsp;</div><div>-Outra medida envolvendo os esforços de Rússia, Prússia e Áustria foi a criação da Santa Aliança, um pacto de natureza política e militar que visava defender as medidas adotadas no Congresso de Viena.<br><br><strong>Santa Aliança&nbsp;<br></strong><br></div><div>- No começo do século XIX as monarquias europeias foram ameaçadas pela expansão militar de Napoleão Bonaparte, que quando governante da França combateu grandes potenciais militares que se opunham ao caráter burguês. Portando, em 1815, grandes derrotas permitiram que as tropas do antigo regime pudessem dar fim ao domínio de napoleão.&nbsp;<br><br></div><div>- Após esse período, os monarcas da Europa tinham duas preocupações fundamentais: &nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Restaurar o antigo mapa político remexido pelas invasões de Bonaparte.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Conter a expansão dos ideais de igualdade, liberdade e fraternidade disseminados pelos brados da revolucionária experiência francesa.&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>- Monarcas da Europa optaram pela formação de um exército destinado a reconhecer o poder das monarquias. durante o Congresso de Viena, os reis da Prússia, Rússia e Áustria entraram em acordo para a criação dos exércitos que iriam compor a Santa Aliança.<br><br></div><div>- O acordo que formou a Santa Aliança explicava a ajuda militar a todos aqueles reinos que tivessem sua soberania ameaçada, além de defender o direito dos reinos de Portugal e Espanha em retomar o controle das colônias que naquele período proclamavam a sua independência.<br><br></div><div>- Durante a década de 1820, as tropas aliancistas conseguiram derrotar alguns levantes liberais que tomaram conta da Espanha, do Reino das Duas Sicílias e alguns Estados alemães. Em compreensão, a Santa Aliança não conseguiu conter o avanço dos movimentos separatistas que mobilizaram vários pontos do continente americano.<br><br>Santa Aliança: <br><a href="https://youtu.be/PZi18wkpdNw">&nbsp;https://youtu.be/PZi18wkpdNw</a> <br><br><strong>Revolução de 1830:<br></strong><br></div><div>- Em 1824, após a morte de Luís XVIII, os conflitos se intensificaram com a ascensão ao poder de seu irmão Carlos X;<br><br></div><div>- Carlos X aprofundou os princípios absolutistas instaurados por seu antecessor e aumentou novamente os impostos;<br><br></div><div>- O descontentamento provocado pelas medidas tomadas pela coroa, a oposição liberal conquistou a vitória nas eleições de 1830, ameaçando o domínio de Carlos X;<br><br></div><div>- Massas tomaram as ruas de Paris em julho de 1830 em oposição ao monarca;<br><br></div><div>- Carlos X teve que abandonar o trono e partir para o exílio. Fugiu para a Inglaterra temendo ter o mesmo destino de seu irmão, Luís XVI. (Sendo que Carlos X era irmão de Luís XVIII e de Luís XVI);<br><br></div><div>- O novo monarca adotou diversas medidas liberais que eram de interesse da burguesia e ficou conhecido como o rei burguês.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Revolução de 1848:<br></strong><br></div><div>- No ano de 1830, os franceses desejaram abolir a restauração monárquica ao expulsarem a dinastia Bourbon do poder. Em seu lugar, com o apoio da burguesia, Luís Filipe de Orleans assumiu o governo com o intuito de firmar os avanços liberais na Constituição Francesa, buscou a ampliação do Poder Legislativo, anulou qualquer ato de censura aos meios de comunicação e realizou a separação entre Igreja e Estado.<br><br></div><div>- Vários grupos políticos se voltaram com seu governo assim que o voto censitário foi preservado. Republicanos, socialistas e bonapartistas se aproveitavam do fim da censura para realizarem o que ficou conhecido como “política dos banquetes”.<br><br></div><div>- Visando desintegrar o movimento, o rei Luís Filipe e o ministro Guizot resolveram lançar essas reuniões à ilegalidade e não ceder a qualquer reivindicação política. A insensibilidade do governo acabou sendo estopim que em fevereiro de 1848 se formou.<br><br></div><div>- Com o apoio de membros da própria Guarda Nacional, os revolucionários forçaram a demissão do ministro Guizot e a fuga do rei para a Inglaterra a França se transforma em uma República. A pena de morte e o sufrágio universal foram instalados no país, o que resultou na formação de uma Assembleia Constituinte de natureza predominantemente moderada.<br><br></div><div>- O conjunto de revoluções do ano de 1848, ficou conhecido como ‘’Primavera dos povos’’.<br><br><a href="https://youtu.be/T08wRHB61cU">https://youtu.be/T08wRHB61cU</a> (Para Revolução de 1830)<br><br></div><div><a href="https://youtu.be/l4G81R5s1Y0">https://youtu.be/l4G81R5s1Y0</a> (Para Revolução de 1848)<br><br>IMAGENS DISPONÍVEIS NO LINK:<br><a href="https://sesisenaispedu-my.sharepoint.com/:p:/g/personal/gabriel_santos201_portalsesisp_org_br/EaQKwjMRwCNNlj9TAlekgzABFzJrcCGFiEJ_Y7WuoqcMSQ?e=nR2kLm">IMAGENS HIST..pptx</a><br><br></div><div><br><br><br></div><div><br><a href="https://youtu.be/PZi18wkpdNw"><br><br></a><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 18:28:02 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7</title>
         <author>tammylucena</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Revoluções a partir de 1830 e Primavera dos Povos </em></strong><br>·Durante o século XIX nascia uma Europa romântica que se coadunava com o liberalismo e que pugnava pela emancipação dos povos. Dois dos exemplos mais eloquentes desta atitude foram o apoio à luta do povo grego face à opressão otomana e a revolução de 1830 (as Três Gloriosas) em França contra Carlos X, que uniu liberais e patrióticos. No entanto, eram patentes algumas contradições: os Estados libertavam apenas os povos que não ensombravam o seu poder – em 1832 a Grécia liberta dos otomanos fica sob a alçada do soberano alemão, mas ao mesmo tempo ignorou-se o facto de o czar Nicolau I ter esmagado a revolta dos polacos em Varsóvia, em 1831.<br>·A breve trecho os movimentos liberais e patrióticos desembocaram frequentemente em agitação social, destacando-se os casos de Espanha, de Portugal, da Itália (movimento organizado pelos maçónicos carbonari) e da Alemanha (o movimento nacionalista aspirava à liberdade da entidade coletiva só possível com um Estado forte). As insurreições ocorriam de forma generalizada por vezes com algum sucesso, mas noutras ocasiões os diversos soberanos reprimiram-nas: no Sul da Alemanha pôs-se termo aos movimentos universitários e intelectuais que desejavam a liberalização e a unidade nacional através de uma associação geral, a Burschenschaft, extinta em 1820;&nbsp;</div><div>·Em Nápoles foi necessária a intervenção do exército austríaco (1821);&nbsp;</div><div>·Em Espanha verificaram-se vários episódios liberais, mas, com a ajuda da França, restabeleceu-se o poder de Fernando VII;&nbsp;</div><div>·Em Portugal viviam-se momentos conturbados entre liberais e absolutistas, destacando-se a revolução liberal no Porto (agosto de 1820);&nbsp;</div><div>·Os gregos sublevavam-se em março de 1821, auxiliados pelas grandes potências;&nbsp;</div><div>·A Revolução de julho de 1830 na França levou Carlos X a abdicar sendo substituído por Luís Filipe, rei burguês, que passou a reinar com uma Carta Constitucional revista, ação que desencadeou o movimento europeu;&nbsp;</div><div>·A revolução burguesa belga (1830), que pretendia o respeito da lei fundamental e a separação administrativa face ao rei da Bélgica, foi uma consequência do movimento anterior (inclusivamente foram ajudados material e diplomaticamente pelo rei francês no seu processo de independência);&nbsp;</div><div>·Em Varsóvia (1830) também ocorreram revoltas que, no entanto, foram esmagadas pelo czar russo;&nbsp;</div><div>·A Itália é marcada por vários movimentos entre 1831 e 1832, que passaram de liberais a conservadores, destacando-se nestes últimos o conde de Cavour (em 1831 surge a organização clandestina A Jovem Itália de Giuseppe Mazzini, que apelava à insurreição popular, mas esta desaparece rapidamente; No Sul da Itália surgiram sociedades secretas donde emergiram os “camisas vermelhas” recrutados por Garibaldi, que viria a ter uma importância crucial na unificação anos depois); <br>·A crise econômica e as más condições da população levaram trabalhadores e camponeses a se unirem na revolta. Em 1848, com o lançamento do Manifesto Comunista, o povo teve um ideal socialista despertado na luta contra o governo autocrático.<br>Burgueses e nobres também se juntaram ao movimento, pois queriam a <strong>democracia</strong>. Apesar de ter sido uma grande onda na Europa, em menos de um ano, as forças reacionárias retomaram o controle e as revoluções se dissiparam.<br><br><strong><em><sub>Referências:</sub></em></strong></div><div><sub>https://www.stoodi.com.br/blog/historia/primavera-dos-povos/ <br>https://querobolsa.com.br/enem/historia-geral/revolucoes-de-1830<br>https://www.infopedia.pt/$nacoes-e-revolucoes-(1815-1832)</sub><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 18:28:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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