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      <title>DGE: AFC Autonomia e Flexibilidade Curricular (II) by Alexandra Matias</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-18 10:24:53 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2 - Carta de Apresentação</title>
         <author>trabalhosalunosetap</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>NOME</strong>: O meu nome é <strong>Alexandra Cristina Oliveira Matias</strong> e sou docente profissionalizada no Grupo 510 – Física – Química. Tenho uma Pós-graduação em Gestão Escolar.<br><br></div><div><strong>SITUAÇÃO PROFISSIONAL ATUAL</strong>: Iniciei a minha atividade profissional no Colégio Dinis de Melo em Leiria, lecionando 7º e 8º anos do ensino regular, mas desde 1998 que sou professora na ETAP – Escola Tecnológica Artística e Profissional de Pombal. Fui também Formadora do Instituto de Emprego e Formação Profissional. Este ano letivo, leciono a disciplina de Física e Química a Cursos Profissionais (Manutenção Industrial/Mecatrónica Automóvel, Manutenção Industrial Eletromecânica e Auxiliar de Saúde) e a Cursos de Educação e Formação do Tipo T2 e T3, dos quais sou Diretora de Curso. Integro ainda a Equipa Multidisciplinar.<br><br></div><div><strong>EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: </strong>Ao longo destes 20 anos assumi cargos como: Direção de Turma de Cursos Profissionais e Cursos Vocacionais, Coordenação de Cursos CEF, Responsável pelo Programa Eco-Escolas, Responsável pela participação no Ciência-Viva, Coordenadora de Departamento e Área Científica, Coordenadora dos Diretores de Turma e Responsável pelo Programa Escola Alerta. Fui ainda Avaliadora Externa, no Centro de Novas Oportunidades na Escola Secundária de Pombal.<br><br></div><div><strong>EXPERIÊNCIA RELACIONADA COM A IMPLEMENTAÇÃO DE PROJETOS INOVADORES PROMOTORES DO SUCESSO ESCOLAR: </strong>Considero reunir alguma experiência na promoção do sucesso escolar, visto que a maior parte do meu tempo de serviço foi desenvolvido a trabalhar com alunos pouco motivados em relação à escola. Destaco o Programa EPIS – Empresários para a Inclusão Social, no qual participei, como um projeto bastante interessante no âmbito da promoção do sucesso escolar. Integrei ainda, no ano de 2016/2017, o Projeto Erasmus+ que considero também uma mais valia no combate ao insucesso e abandono escolares.<br><br></div><div><strong>MOTIVAÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA </strong><a href="http://afc.dge.mec.pt/pt"><strong>AUTONOMIA E FLEXIBILIDADE CURRICULAR:</strong></a><strong> </strong>Penso que cada escola reúne características únicas e particulares e dentro dela, cada turma e cada aluno são uma realidade ainda mais específica, que nos impele, apenas pela sua existência, ao dever de procurarmos estratégias que respondam a essa especificidade. É neste âmbito que me considero bastante motivada para a implementação da Autonomia e Flexibilidade Curricular, pois considero que com uma operacionalização eficiente, a legislação atual poderá  “abrir portas” e dar aos professores o poder de encontrar respostas organizativas e pedagógicas diversificadas e mais eficazes, adequadas ao projeto específico da sua comunidade escolar.<br><br></div><div><strong>EXPETATIVAS SOBRE O CURSO DE FORMAÇÃO: </strong>As minhas expetativas são elevadas e niveladas pelos desafios que hoje se colocam ao desempenho da profissão docente. Inscrevi-me neste curso porque senti necessidade de aprofundar os meus conhecimentos sobre o enquadramento legal a ele subjacente, de me atualizar, de aprender a operacionalizar as mudanças que a Autonomia e a Flexibilidade vêm possibilitar, de incrementar momentos e situações de trabalho colaborativo com colegas novos que me trarão, certamente, novas reflexões e perspetivas sobre práticas pedagógicas conducentes ao desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais, em articulação com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-18 10:31:13 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 5 - FÓRUM DE DISCUSSÃO - Que mudanças organizacionais poderá a escola promover para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória?                                                       </title>
         <author>trabalhosalunosetap</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosalunosetap/5qnev1clm831/wish/344706186</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fórum 1 - Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula – Por onde devo começar? </strong><br>Penso que é necessário começarmos por nos questionarmos se a escola que temos é a escola que queremos. Facilmente concluiremos que não! As evidências diárias são tantas que já não há como negá-lo nem pelos professores, nem pelos alunos, nem pelos pais… Então, se urge mudar, e sublinhando que a mudança não de faz por decreto, cabe a cada um de nós, partes ativas no processo educativo dos nossos alunos, e em particular aos professores, diariamente na sua sala de aula, experiência a experiência, aluno a aluno, dia a dia, trabalhar no sentido de uma escola mais voltada para o futuro. Como? Penso que não há receitas! Cada aluno, cada turma, cada comunidade educativa é especial e única, pelo que qualquer “receita” prescrita para uma aplicação generalizada condenaria, garantidamente, a mudança ao insucesso. <br>No meu caso, e é apenas o meu caso, passinho a passinho tenho procurado incrementar diariamente nas minhas aulas algumas mudanças. Reconhecer que os alunos que tenho hoje são muito diferentes dos alunos que tive há cinco ou seis anos foi uma ajuda… Hoje todos eles tecnologicamente estão muito “mais à frente” que eu (humildemente o reconheço) e não posso desperdiçar esse “know how”. Pedir-lhes que investiguem em grupo, que procurem colaborativamente soluções para problemas que reconhecem e identificam no seu dia a dia, na sua casa, ou na nossa escola, recorrendo a essa tecnologia que dominam e da qual gostam, tem sido uma poderosa ferramenta de motivação. Imaginam-se a ouvir música clássica numa aula de Física ou Química? Eu, há uns anos atrás, também não o previa! Hoje, um aluno propõe o que quer que seja (sim, porque procuro que sejam eles os elementos mais ativos nas aulas) e compete-me principalmente perceber de que modo posso, pegando na sua proposta, encaminhá-lo no sentido de uma aprendizagem eficaz do que pretendo ensinar-lhe. Trabalho numa Escola Profissional, com alunos de Cursos Profissionais e CEF´s. O desafio de os fazer crescer também enquanto cidadãos e de os ver serem capazes de responder às solicitações do mundo do trabalho que os aguarda cá fora é enorme. Mas o motivo de eu ser professora é exatamente esse…adorar desafios! Acredito que cada professor faz o seu melhor pelos seus alunos, no sentido de os ver progredir e alcançar o sucesso educativo. É essa a nossa vocação enquanto professores, é para isso que alguém se torna professor. É uma profissão muito altruísta, nesse sentido, e é isso que a torna tão bela: nada do que um professor faz é concebido a pensar em si mesmo, mas a pensar nos outros. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-25 08:18:31 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 2 - Dinâmicas de Trabalho e Práticas Pedagógicas</title>
         <author>trabalhosalunosetap</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosalunosetap/5qnev1clm831/wish/347522094</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TAREFA 8 - RELATO DE UMA PRÁTICA DE DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA<br><br></strong>Com base no Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular na minha escola, apresento uma “prática de diferenciação pedagógica” criada para auxiliar os alunos no estudo diário das diversas áreas curriculares disciplinares.</div><div> <strong>Prática de diferenciação pedagógica: </strong>Sala de Estudo Acompanhado.</div><div>Os destinatários são os alunos de turmas de Cursos de Educação e Formação e Cursos Profissionais.</div><div>As aprendizagens visadas estão relacionadas com o auxílio dos alunos na orientação em métodos de estudo e hábitos de trabalho. Tendo como principais estratégias para a sua implementação: a <strong>organização de material </strong>(verificar os materiais de estudo do aluno, tais como: o seu caderno diário, as fichas de trabalho, os guiões de trabalho, e/ou o caderno de atividades, entre outros); a <strong>orientação de estudo</strong> (os docentes dos alunos propõem tarefas aos alunos: trabalhos de casa, fichas de remediação,…; e os responsáveis pela Sala de Estudo orientam os alunos na resolução destas tarefas, explicando o processo de resolução); a organização de uma grelha com as datas dos elementos de avaliação e restantes trabalhos (os responsáveis pela Sala de Estudo ajudam os alunos a organizar o seu estudo em função da sua agenda de testes, trabalhos de avaliação, trabalhos de casa, entre outros); e a prática de verbos de comando. </div><div>A diferenciação dá-se ao nível dos conteúdos. Algumas das estratégias de diferenciação a nível de conteúdos são as seguintes, recorrer aos interesses dos alunos para organizar as estratégias de ensino, a textos e materiais diversificados, ao trabalho de grupo e de pares, a organizadores da aprendizagem, a atividades de remediação e de exploração. </div><div> </div><div><strong>Eficácia:</strong> A Sala de Estudo foi criada para auxiliar os alunos no estudo diário das diversas áreas curriculares disciplinares. É notório que esta “prática de diferenciação pedagógica” é eficaz, visto que, os discentes frequentam-nas com alguma assiduidade mostrando interesse e empenho para melhorarem o seu aproveitamento escolar. Os docentes conseguem desenvolver um trabalho mais individualizado com os alunos, dividindo-os em pequenos grupos, verificando os materiais de estudo de cada aluno, orientando o estudo e utilizando estratégias para resolução das tarefas escolares. Ajudam também os discentes a organizar o seu estudo em função da sua agenda de testes.<br><br></div><div><strong>Possibilidades de melhoria: </strong>Nesta Sala de Estudo a presença do professor da disciplina/turma seria algo bastante benéfico para acompanhar o ritmo das aprendizagens dos seus alunos e para os ajudar a superar as suas dificuldades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 08:51:55 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 2 - Dinâmicas de Trabalho e Práticas Pedagógicas</title>
         <author>trabalhosalunosetap</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosalunosetap/5qnev1clm831/wish/347668033</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TAREFA 10 - PLANIFICAÇÃO DE UM DAC</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 15:01:30 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 - Avaliação das Aprendizagens</title>
         <author>trabalhosalunosetap</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosalunosetap/5qnev1clm831/wish/353043018</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 11 - Opção 2 - Reflexão sobre critérios de avaliação em Cursos Profissionais </strong></div><div>Os critérios de avaliação da disciplina de Física e Química, previstos no programa definido pela ANQ em 2005, parecem-me bastante sólidos e atuais. Sublinhando o facto destes cursos assentarem numa estrutura modular, destaca-se a importância da avaliação contínua e de carácter formativo realizada no contexto natural das atividades a desenvolver pelos alunos, bem como o facto desta dever revestir-se de uma grande diversidade de formatos. Esta avaliação formativa, que o professor deverá fazer permanentemente, visa proporcionar ao aluno o conhecimento do nível de competências já alcançadas com vista ao seu melhoramento. Deve, por isso, ser adequada à natureza de cada uma das tarefas em causa e incidir sobre todas elas. Por exemplo, as competências de natureza laboratorial não podem ser apenas avaliadas através de testes de papel e lápis; é necessário apreciar o que o aluno faz e como faz, conhecer as razões que o levaram a proceder de determinada forma, analisar o modo como discute dados ou resultados parcelares, como elabora conclusões e também como as apresenta a outros. Todo este processo, quando aliado à valorização das atitudes, valores, empenho e responsabilidade conduz ao desenvolvimento das competências previstas no Perfil dos alunos no final da escolaridade obrigatória. Também nos Cursos Profissionais, o desenvolvimento obrigatório da Prova de Aptidão Profissional, apela à interdisciplinaridade, ao trabalho colaborativo entre docentes e discentes bem como à avaliação transversal das competências desenvolvidas pelos alunos. </div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-22 13:29:37 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 - Avaliação das Aprendizagens</title>
         <author>trabalhosalunosetap</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 13 - Avaliação em DAC</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-22 15:37:20 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4 - Cidadania e Desenvolvimento</title>
         <author>trabalhosalunosetap</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tarefa 14. Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na Escola</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-29 18:21:42 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4 - Cidadania e Desenvolvimento</title>
         <author>trabalhosalunosetap</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosalunosetap/5qnev1clm831/wish/355176199</link>
         <description><![CDATA[<div>TAREFA 17 - Planificação de uma Atividade</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-29 19:05:14 UTC</pubDate>
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