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      <title>Juliana Amorim - Mural Digital by Juliana P. P. Amorim</title>
      <link>https://padlet.com/juamorimped/5q5h7i2bjaunimyd</link>
      <description>Mural digital organizado a partir das aulas de Tecnologia e Educação do curso de Pedagogia da UERJ em 2022.1.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-31 11:23:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-16 03:11:53 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>juamorimped</author>
         <link>https://padlet.com/juamorimped/5q5h7i2bjaunimyd/wish/2363127805</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá!<br>Meu nome é Juliana, tenho 38 anos e já deveria estar concluindo o curso de Pedagogia, pois entrei em 2018.2. Tive dificuldades para conciliar a rotina de trabalho e estudos com todas as demais demandas da vida de mulher e mãe, mas sigo determinada em direção ao encerramento dessa etapa da minha formação.<br>Formada em Marketing (2008), com aperfeiçoamento em Ações Afirmativas e Políticas Públicas (2020) e bolsista de Iniciação à Docência da Tuca (Helenice Cassino) desde 2019.2, tenho especial interesse em tudo que envolve direitos humanos, políticas públicas, infâncias e comunicação.<br>Nos intervalos entre os compromissos acadêmicos, profissionais e maternos, gosto tanto de estar em contato com a natureza quanto com a arte em suas diversas expressões (principalmente música!). ❤</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-31 11:30:40 UTC</pubDate>
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         <title>O Homem e as Máquinas (Lucia Santaella)</title>
         <author>juamorimped</author>
         <link>https://padlet.com/juamorimped/5q5h7i2bjaunimyd/wish/2393113534</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o objetivo central de mapear os 03 principais níveis por ela detectados nas relações entre pessoas e máquinas, Santaella apresenta uma espécie de linha do tempo na qual se destacam, nesta ordem evolutiva, as máquinas musculares, máquinas sensórias e máquinas cerebrais.<br><br>Considerando que "toda máquina começa pela imitação de uma capacidade humana", as máquinas a vapor, próprias da Revolução Industrial (séc. XIX), vieram substituir a força física humana. Como exemplo, a autora menciona artefatos simples, porém amplificadores de determinadas capacidades humanas, como a alavanca e grandes troncos utilizados como transporte de carga pesada, precursores dos veículos automotivos. Interessante notar que ainda hoje há MÁQUINAS MUSCULARES facilitando as tarefas cotidianas em diversos lares, como um liquidificador ou um aspirador de pó.<br><br>Ainda no séc. XIX, surgem as primeiras MÁQUINAS SENSÓRIAS ou aparelhos. Extensões de órgãos do sentido, especialmente dos olhos (ex: máquina fotográfica) e, posteriormente, dos ouvidos (ex.: headphones). Contudo, os aparelhos extrapolavam os fins para os quais foram produzidos: também registravam e reproduziam imagens e sons.<br><br>A segunda metade do séc. XX foi palco para o surgimento dos computadores, MÁQUINAS CEREBRAIS. Conforme Santaella, "com o computador digital deu-se por inventado um meio para a imitação e simulação de processos mentais".&nbsp; Para além das tecnologias apresentadas pela Rev. Industrial, o computador representava "uma ferramenta intelectual diretamente relevante para o desvelamento dos mistérios da inteligência".<br><br>Tendo em vista o advento do computador pessoal como um divisor de águas para a informática, transformando-a num "meio de massa para a criação, comunicação e simulação", cabe ressaltar a importância crucial do foco em tecnologia digital na formação docente contemporânea compromissada com práticas pedagógicas alinhadas a experiências significativas para os sujeitos do nosso tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 19:47:05 UTC</pubDate>
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         <title>Formação Docente em Tempos de Cibercultura</title>
         <author>juamorimped</author>
         <link>https://padlet.com/juamorimped/5q5h7i2bjaunimyd/wish/2393115881</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://ieducacao.ceie-br.org/formacaodocente/">Texto 2</a>&nbsp;<br><br>O texto de Martins, Modelski e Martins gira em torno da relevância da mediação docente em tempos de cibercultura e conversa com o texto anterior, de Santaella, ao destacar que giz, papel e retroprojetor são exemplos de tecnologias utilizadas no cotidiano escolar. Em complemento, as autoras ressaltam como incomparável o surgimento - e seus desdobramentos - da internet.<br><br>O conceito de "internet das coisas" (ou IoT) remete a princípios da cibercultura, como a interatividade proporcionada pela liberação do polo de emissão, por meio do quê quem recebe a informação também pode elaborar e compartilhar suas percepções a respeito, também pode falar. Onde "as juventudes destacam-se pelos movimentos de visibilização que fazem de si, dos espaços digitais e das estratégias de comunicação que desenvolvem", principalmente, a partir das múltiplas possibilidades que se apresentam através das redes sociais.<br><br>A despeito do que o senso comum parece impor, as autoras convidam a reflexão e construção de práticas pedagógicas "criativas e inovadoras", que lancem mão do ciberespaço como um recurso a fortalecer parcerias entre docentes e estudantes, onde o educar, enquanto proporcionar trocas e experiências significativas entre docente e estudantes, tenha mais valor que ensinar, numa perspectiva bancária, conforme Paulo Freire.<br><br>Nos debates suscitados pelo texto em sala de aula, constatou-se uma falsa simetria na comparação entre mediação docente e mediação tecnológica, por assim dizer. Isso pois o encontro com o outro, coração da docência, proporciona experiências únicas, ricas trocas para além dos conteúdos curriculares.<br><br>As autoras encerram o texto ressaltando que as (os) docentes dos dias atuais precisam lidar com "o mundo do estudante" junto a ele, em sala de aula, em smartphones e afins; que a cibercultura, para além dos usos que se fazem de tecnologias digitais, implica considerar novos sensórios a partir das relações entre sujeitos e o mundo virtual; e, outra vez, convidam à reflexão quanto ao papel docente e práticas indispensáveis ao tempo histórico em que se vive. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 19:49:36 UTC</pubDate>
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         <title>Produção Cultural Infantil Diante da Tela (Gilka Girardello)</title>
         <author>juamorimped</author>
         <link>https://padlet.com/juamorimped/5q5h7i2bjaunimyd/wish/2393118154</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistateias/article/view/23980/16951">Texto 3</a><br><br>Girardello discorre sobre a polêmica relação entre crianças e os usos de dispositivos digitais. Salienta, entretanto, que a motivação maior de suas pesquisas, atualmente, são "os processos imaginativos que podem ocorrer quando as crianças pequenas, particularmente entre 4 e 6 anos de idade, 'brincam na internet'".<br><br>Essa leitura me lançou luz sobre um fato que até então desconhecia: o direito de mídias das crianças, de terem ao seu dispor vasta produção de material midiático especificamente planejado para elas, conforme reconhecido em 1995 pela UNESCO.<br><br>Outro ponto que me despertou especial interesse, ao encontro de estudos empreendidos junto ao GEIMEC, foi o destaque dado ao entendimento de que o uso de telas por crianças não está dissociado da qualidade geral do seu cotidiano. Cabe manter em mente, diante do tema em debate, a importância de especial atenção a 1) o tempo de tela a que a criança é autorizada/exposta, 2) o conteúdo digital a que tem acesso e 3) o tipo de mediação adulta.&nbsp;<br><br>Nesse sentido, ouso complementar que o 3º fator é o principal por contribuir para a compreensão de que é dever do adulto responsável, além do Estado e da sociedade, a garantia de direitos às crianças sob sua responsabilidade. Entre eles, a saúde e a educação. E por educação, conforme debates desenvolvidos em aula, cabe o letramento digital indispensável a usos mais saudáveis e seguros de dispositivos digitais por crianças em casa, na escola ou em qualquer espaço que ocupem.<br><br>Por fim, considerando as desigualdades socioeconômicas aprofundadas pelo recente contexto pandêmico, fiquei surpresa com a constatação estatística de que, no universo pesquisado, o interesse pelo computador era inversamente proporcional ao acesso disponível ao aparelho em casa ou na escola desde cerca de 04 anos de idade, "sugerindo que o próprio fascínio daqueles meninos e meninas pelo computador tenha mais relação com as representações presentes no imaginário social do que com a experiência material das crianças".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 19:52:09 UTC</pubDate>
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         <title>Uma Escola Entre Redes Sociais (2012-2013)</title>
         <author>juamorimped</author>
         <link>https://padlet.com/juamorimped/5q5h7i2bjaunimyd/wish/2393124191</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=vP2o472pjNs">Documentário </a><br><br>Parte da pesquisa "Rede Social nas escolas", realizada pelo Observatório Jovem da UFF entre 2012 e 2013, o filme traz reflexões de estudantes e docentes acerca das redes sociais enquanto espaço de trocas, como um tipo de extensão da escola. Apesar de decorrida uma década, a temática se mantém bastante atual.<br><br>Muito interessante observar as diferenças geracionais nas falas dos distintos grupos entrevistados. Por mais que haja avanços na forma como docentes lidam com a realidade de dispositivos digitais e redes sociais em sala de aula, é quase palpável a leveza e curiosidade demonstrada por estudantes entrevistadas (os) quanto às possibilidades de trocas, aprendizado e produção de conhecimento no ciberespaço. Da mesma forma, certa tensão, receio e insegurança por parte do professorado ali presente.<br><br>"Que escola a gente quer construir?" Questionamentos como esse permeiam a produção analisada. Há relatos de estudantes que não veem como fundamental separar vida provada de escolar nas redes sociais, há quem prefira uma plataforma a outra, há quem se cadastre apenas para se comunicar com amigas (os); tanto entre estudantes quanto entre docentes.<br><br>Nota-se não haver unanimidade quando o assunto é educação escolar e redes sociais. Entretanto, uma fala em especial soou mais coerente para mim. Uma das estudantes entrevistadas afirma que as redes sociais são "apenas" mais uma dimensão da sua vida. Não a principal, não que mereça tamanha atenção ou preocupação adulta, de forma geral.<br><br>Destacam-se, também, falas sobre a indiscutível necessidade de uma formação docente continuada, apoiada em políticas públicas alinhadas como tempo atual e com os diferentes sujeitos, saberes e contextos co-existentes na escola.<br><br>Conforme dito por estudantes e docentes entrevistadas (os), nada substitui o espaço da sala de aula enquanto local privilegiado para determinadas trocas e vivências. Porém, nada impede que a internet, mesmo as redes sociais, sejam recursos pedagógicos complementares às tecnologias tradicionalmente associadas à escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 19:58:39 UTC</pubDate>
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