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      <title>Portfólio de Currículo e Avaliação by susana caetano</title>
      <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn</link>
      <description>Desenvolvido por Susana Caetano PG51108</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-02-06 03:33:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-06 11:40:18 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Primeiras impressões</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469488693</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Na primeira aula da disciplina de Currículo e Avaliação falamos de alguns temas pertinentes no ensino, nomeadamente: A avaliação e Currículo.<br><br></div><div>No decorrer da aula surgiu a questão se:<br><br></div><div><strong>Existe aprendizagem sem ensino e ensino sem aprendizagem???<br></strong><br></div><div>Sobre a pergunta de haver aprendizagem sem ensino, a resposta foi praticamente unânime na turma, uma vez que todos podemos ser autodidatas e aprendermos por nós mesmos numa determinada tarefa, numa determinada ciência ou disciplina. Aliás, aprendemos inclusive a analisar o comportamento dos outros. Desde tenra idade as crianças aprendem através da imitação dos adultos ou mesmo de outras crianças, ou seja, a aprendizagem é uma constante na nossa vida sendo ela consciente ou não.&nbsp;<br><br></div><div>Quanto ao ensino, será este sinónimo de aprendizagem? Quando ensinamos algo enquanto professores, é certo que o aluno aprendeu algo? Que fez algum tipo de aprendizagem? Esta foi uma foi uma das questões que realmente suscitou mais opiniões. Alguns colegas foram da opinião que os alunos aprendem sempre alguma coisa mesmo que não seja aquilo que o professor está a ensinar, ou seja, podem aprender simplesmente que não querem ou que não têm interesse naquela disciplina. Eu acho que a questão aqui prende-se com a palavra ensino. Um docente pode transmitir informação que não é apreendida, mas a palavra ensino, para mim, depreende uma aprendizagem. Ou seja, sobre esta situação referi que, na minha opinião, quando há ensino há aprendizagem. Se houve uma aprendizagem é porque eu não transmiti apenas informação, mas também conhecimento.<br><br></div><div>&nbsp;Outra questão pertinente que surgiu na aula foi:&nbsp;<br><br></div><div><strong>Como é que avaliávamos realmente se houve um uma aprendizagem?<br></strong><br></div><div>Através de testes de avaliação? Avaliação diagnóstica? Avaliação formativa?<br><br></div><div>Será que um momento de avaliação (teste) é a forma mais justa de avaliar os conhecimentos que um aluno adquiriu?<br><br></div><div>Sobre esta questão a turma dividiu opiniões. Se por um lado o teste permite avaliar os conhecimentos de um aluno, por outro lado pode ser resultado apenas de um momento menos bom. Além da prestação do aluno também foi falada a posição do professor como avaliador/corretor desse teste. Será que consegue ser completamente justo na avaliação de 15, 20 testes?<br><br><br></div><div><strong><em>O que me chamou a atenção na 1ª aula e porquê?<br></em></strong><br></div><div>A primeira aula impressionou-me muito pela pertinência dos assuntos tratados e pela discussão/debate que foi proporcionado para discutir essas questões acima mencionadas. Senti que a professora ao expor estas questões levou-nos desde a primeira aula para o cerne da UC. Achei uma excelente forma de iniciar uma unidade curricular. Depois desta aula, fiquei com a sensação que as aulas serão extremamente dinâmicas e que serão tratados temas muito pertinentes e importantes para o exercício da nossa profissão enquanto professores.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:23:57 UTC</pubDate>
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         <title>Episódio marcante relacionado com a avaliação (positivo ou negativo)</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469489930</link>
         <description><![CDATA[<div>O incidente que tive no meu percurso escolar, em termos de avaliação, e que alterou significativamente é a minha postura e gosto por uma disciplina.&nbsp;<br><br></div><div>Com 10 anos de idade ingressei no segundo ciclo numa escola e num ambiente completamente novo algo que a conhecia até ao momento. Saí do primeiro ciclo com boas notas e a adorar a escola e qualquer uma das disciplinas. Contudo, houve um momento que alterou todo esse panorama.<br><br></div><div>Estava no quinto ano, na aula de matemática, onde recebi o resultado do meu primeiro teste avaliação. A professora tinha me dado negativa e, escrito à mão, estava a indicação que o meu teste era igual ao teste de uma colega. Na altura, completamente inocente e sem qualquer noção do ato que estava a cometer, influenciada pelas minhas colegas, ainda durante a aula de matemática eu usei corretor para esconder as notas escritas à mão da professora. Não foi numa tentativa de a afrontar mas sim um receio de apresentar aquele resultado aos meus pais sobretudo porque não Correspondia à realidade. A professora apercebeu-se do que eu fiz no teste, anulou mesmo e pediu que fosse instaurado um processo disciplinar contra mim. Na altura pedi desculpa à professora falei com o diretor de turma e a verdade é que o mesmo percebeu a minha inocência e os meus pais nem sequer foram chamados à escola, ou seja, foi resolvido internamente sem eu ter no fundo qualquer penalização por isso. Claro que entendo, hoje, a gravidade do meu ato. no entanto, se a professora se tivesse conversado comigo teria percebido foi um ato por inocência e teria certamente alterado o rumo das coisas.<br><br></div><div>&nbsp;Depois deste incidente, a professora nunca mais me deu positiva na sua disciplina apesar dos meus testes terem as resoluções corretas.&nbsp;<br><br></div><div>Daqui para a frente, sempre que tinha a disciplina de matemática sentia um nó no estômago, passei a odiar a disciplina e durante esse ano letivo e os anos seguintes nunca mais fui capaz de obter um resultado positivo a matemática no final dos períodos escolares. neste sentido, este incidente crítico alterou todo o meu rendimento doravante nessa disciplina bem como a minha postura relativa à mesma, uma vez que não me senti nunca mais capaz de entender os conteúdos abordados e ter uma nota positiva a mesma. esta situação só se inverteu no sétimo ano, quando o meu professor de matemática acreditou em mim e no meu potencial. a sua forma de ensinar e de cativar os alunos fez toda a diferença. passei de uma aluna com negativa recorrente a disciplina de matemática para uma aluna de 4 no final do período.<br><br></div><div>Tudo isto demonstra que um pequeno gesto pode fazer toda a diferença no percurso escolar de um aluno. Obviamente que a minha atitude não foi a correta, que deveria ter o teste anulado mas, se a professora tivesse falado comigo, perguntado o porquê da minha atitude, teria me chamado a razão provavelmente o incidente e a relação entre mim e ela teria sido outra até ao final do ano letivo e eu teria continuado a gostar de matemática e provavelmente me esforçado para provar que era uma boa aluna a matemática e que estava arrependida daquilo que tinha feito.<br><br></div><div>Posto isto, é fundamental que o professor conheça os seus alunos para que possa entender as atitudes dos mesmos identificar um incidente como sendo apenas um incidente isolado e não recorrente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:25:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O triunfo (de Ron Clark)</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469490773</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>O triunfo (de Ron Clark)<br><br></strong>O filme “O triunfo”, lançado em 2006, é baseado na vida do professor e escritor Ron Clark, professor premiado que se tornou conhecido por suas técnicas inovadoras de ensino.<br><br>A história retrata um professor jovem e idealista, interpretado por Perry, que deixa sua cidade natal para ensinar numa escola, com baixos índices de rendimento escolar, da cidade de Nova York. Ao longo do filme, ele enfrenta vários desafios e preconceitos enquanto tenta motivar seus alunos e fazê-los aprender.<br><br></div><div>Destacado para dar aulas numa escola localizada num bairro social muito problemático, Ron Clark enfrenta um desafio enorme ao pedir ao diretor da escola para lecionar numa turma indisciplinada e com um comportamento e temperamento difíceis. Inicialmente o diretor da escola de Harlem não aceita o pedido, mas após muita insistência acaba por ceder.<br><br></div><div>É a partir daqui que toda a história se desenrola. A adaptação é difícil no início, as regras estabelecidas pelo professor não recebem aceitação dos alunos, sendo rejeitada a sua implementação. Contudo, com tempo e determinação os alunos acabam por aceitar as mesmas.</div><div><br>Após conhecer individualmente cada aluno, Ron decide explorar e potenciar os conhecidos e capacidades reveladas, no sentido de conseguir obter um bom sucesso escolar para cada um deles, que até então eram vistos pela restante comunidade escolar como fracassos e sem solução.<br><br></div><div>Tudo isso se altera quando, no final, e após muito esforço e dedicação do professor e alunos, os alunos outrora vistos como problemáticos, são classificados como os melhores alunos da escola e da cidade.</div><div><br>Uma história de perseverança, motivação e criatividade que demonstra que não há limites impossíveis de alcançar.<br><br></div><div>&nbsp;<br><strong>O que me diz o filme sobre avaliação?<br><br></strong>A avaliação da educação é um dos temas principais do filme, mostrando a importância de avaliar os métodos de ensino e os resultados dos alunos para garantir que estão bem preparados para o futuro. Além disso, o filme destaca a relevância de encontrar métodos de ensino inovadores e eficazes, além de mostrar a importância de um professor dedicado e envolvido na educação dos seus alunos.<br><br></div><div>Ron Clark recorre à avaliação sumativa, baseada em testes escritos que, além de avaliarem os conhecimentos, capacidades dos alunos e o seu desenvolvimento escolar, permite-lhe conhecer os seus alunos e as suas principais dificuldades.<br><br></div><div>Ao longo do filme é possível verificar que Ron usa métodos alternativos de ensino, procurando assim incentivar e motivar os alunos a estudar e a conseguir assimilar os conteúdos abordados ao longo das aulas.<br><br></div><div><br></div><div><strong>O que me diz o filme sobre ser professor?<br></strong><br></div><div>O filme "O Triunfo" mostra-nos que ser professor é uma profissão desafiadora, mas também muito gratificante, podendo levar a momentos de realização e triunfo. É importante ter paixão pelo ensino, criatividade e resiliência para superar obstáculos e atingir o sucesso na sala de aula. Além disso, o filme destaca a importância de se relacionar e envolver com os alunos, bem como compreender as suas necessidades para garantir uma educação personalizada e significativa. A trajetória de Ron Clark como educador é retratada como um exemplo de dedicação e coragem, motivação e criatividade na educação.<br><br></div><div>Este filme retrata algumas importantes lições sobre ser professor, incluindo:<br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Dedicação e paixão pelo ensino: Ron Clark demonstra uma dedicação incansável e uma paixão profunda pelo ensino, o que o inspira a fazer o máximo para ajudar os seus alunos a aprender e crescer.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ligação com os alunos: é importante estabelecer uma ligação profunda com os mesmos. Ron Clark faz isso através da realização de atividades divertidas e interativas que o ajudam a construir relacionamentos sólidos com seus alunos.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Inovação e criatividade: O filme mostra como Ron Clark usa sua criatividade e inovação para tornar a educação mais envolvente e significativa para seus alunos.&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Liderança: Além de ser um professor dedicado, Ron Clark é um líder inspirador que motiva e encoraja seus alunos a procurarem o melhor em si mesmos. Em resumo, o filme "O triunfo" demonstra a importância da dedicação, da ligação com os alunos, da inovação e da liderança na educação. É uma história inspiradora que mostra como um professor pode fazer uma diferença na vida dos seus alunos.<br><br></div><div><br><strong>Que título daria ao filme? Porquê?<br></strong><br></div><div>Escolheria o tema “<em>Inspiração para a Educação: A história de Ron Clark</em>", uma vez que o filme é uma verdadeira inspiração para qualquer pessoa que aspire ser professor um dia. Além disso, todos nós, enquanto alunos, desejávamos ter um professor tão dedicado e motivador, que acreditasse e nos fizesse acreditar em nós. Ron Clark é realmente uma inspiração de como um bom professor deve ser.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:26:38 UTC</pubDate>
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         <title>O professor que mais me marcou</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469491905</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor que mais me marcou foi o meu professor da disciplina de TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) do décimo segundo ano.<br><br></div><div>Quando ingressei no secundário, estava convicta que queria ser professora de inglês. Adorava a disciplina, a língua e era o que idealizava ser a nível profissional. Neste sentido, quando terminei a escolaridade obrigatória (9º ano), inscrevi-me na área de Humanidades para perseguir o meu sonho.<br><br></div><div>Tudo se alterou quando tive O primeiro contato com a disciplina de TIC no 12º ano. O professor, além de ensinar bem a matéria, consegui cativar-me de uma tal forma passei a adorar a disciplina de informática. Rapidamente passei a ser a melhor aluna da turma na disciplina e até mesmo da escola. Não tinha computador em casa, pelo que tinha apenas as aulas para praticar e mexer no computador, bem como a biblioteca da escola, onde passava algumas horas livres a perfeiçoar as Mulheres capacidades de informática. O professor, vendo o meu gosto e empenho na disciplina, incentivou-me na pesquisa de mais informações sobre informática e, inclusive, apresentou-me o curso de Novas Tecnologias da Comunicação (NTC) que existia na Universidade de Aveiro.&nbsp;<br><br></div><div>Não demorou muito tempo até que visitasse a Universidade de Aveiro, para ter mais informações sobre o curso de NTC. Motivada pelo professor e pelo meu gosto pela disciplina, decidi concorrer a uma vaga nesse curso na Universidade de Aveiro. Fui uma das primeiras 10 alunas a entrar no curso com uma média de 17 valores. Foi graças a esse professor que hoje sou licenciada em Novas Tecnologias da Comunicação que determinou todo o meu percurso profissional ao longo dos últimos 20 anos.&nbsp;<br><br></div><div>Neste sentido, um professor pode alterar o rumo da vida do seu aluno. um professor que gosta do que faz, que valoriza o seu trabalho enquanto educador pode fazer toda a diferença na vida e um jovem.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><mark>03.01.2023 – Eliana Rodrigues : É impactante como o exemplo, atenção e motivação de um professor pode fazer a diferença na vida de um aluno. </mark><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:28:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é o Currículo</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469493345</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>A.</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>Considerando a complexidade do conceito de currículo, como o definiria neste momento?<br></strong><br></div><div>O Currículo podes ser descrito como um conjunto de conteúdos, metodologias e avaliações que determinam o que deve ser ensinado numa escola ou instituição de ensino. Ele é elaborado com o objetivo de estabelecer diretrizes para o desenvolvimento das capacidades e conhecimentos dos estudantes e sua formação integral. O currículo também pode incluir objetivos educacionais e éticos, além de orientações para a utilização de recursos didáticos e tecnológicos.&nbsp;<br><br></div><div>O Decreto-Lei 55/2018, de 6 de julho, define o currículo como o conjunto de conhecimentos, competências, valores e atitudes que os alunos são chamados a desenvolver durante a sua escolaridade, incluindo os objetivos e os critérios de avaliação. Este é um instrumento de orientação pedagógica e estratégico, que deve ser adaptado ao contexto local e aos desafios da sociedade atual, e que visa preparar os alunos para o futuro, em termos de cidadania, empreendedorismo e inclusão social. O currículo é um elemento-chave da política educativa e um mecanismo para a promoção do desenvolvimento integral dos alunos, desde a educação infantil até ao ensino secundário.<br><br></div><div>No que diz respeito ao desenvolvimento do currículo, o professor deve ter um papel fundamental, uma vez que é o responsável por conduzir o processo de ensino-aprendizagem. Este deve estar atento às necessidades e interesses dos alunos, bem como às exigências dos programas de ensino e às diretrizes curriculares. Além disso, é importante que ele esteja sempre atualizado sobre as novidades e tendências no mundo da educação, para que possa desenvolver um currículo atual e relevante para os seus alunos.<br><br></div><div>Neste sentido, o currículo é a estrutura que orienta a aprendizagem dos alunos e define as competências que eles devem adquirir ao longo da escolaridade.<br><br></div><div>Aliado ao currículo encontramos as teorias curriculares que são fundamentais para a estruturação dos processos educativos, pois estabelecem os princípios e diretrizes que devem ser seguidos na elaboração dos currículos. Algumas dessas teorias são:<br><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Teoria da Transmissão de Conhecimento: Esta teoria enfatiza a importância da transmissão de conhecimento de forma objetiva, como se fosse uma espécie de transferência de informação de um sujeito para outro. Este modelo é criticado por alguns, pois não leva em conta a participação do aluno no processo de aprendizagem.<br><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Teoria da Experiência: Esta teoria afirma que a aprendizagem é resultado de uma série de experiências vivenciadas pelo indivíduo. O currículo é, então, estruturado para proporcionar situações que possibilitem a vivência de experiências relevantes para o desenvolvimento do aluno.<br><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Teoria da Reconstrução de Conhecimento: Segundo esta teoria, o aluno é o principal construtor do seu próprio conhecimento. O professor tem a função de facilitar este processo de construção, proporcionando situações que possibilitem a reflexão e a tomada de decisões.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Teoria da Aprendizagem Significativa: Esta teoria afirma que a aprendizagem só é significativa quando há uma relação entre o novo conhecimento e o que o aluno já possui. O currículo é então estruturado para possibilitar a relação destes conhecimentos.<br><br></div><div>Cada teoria curricular possui uma abordagem diferente para a estruturação dos processos educativos, e todas elas são importantes para a compreensão dos processos de ensino e aprendizagem. A escolha da teoria a ser seguida depende de diversos fatores, como a filosofia da escola, as necessidades dos alunos e as perspetivas dos professores.<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div><strong><br>B.</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>Qual a definição que melhor traduz a minha visão sobre o que é o currículo e porquê?<br></strong><br></div><div><br>&nbsp;“<em>Um currículo é uma tentativa para comunicar os princípios e os aspetos essenciais de um propósito educativo, de tal forma que permaneça aberto a discussão crítica e possa ser efetivamente transposto para a prática”</em> (Stenhouse, 1987, p. 29).<br><br></div><div><br>Escolhi esta citação pois considero que destaca a importância do currículo na educação, pois ele é o meio pelo qual se comunica o propósito e os objetivos da educação. É importante que o currículo seja claro e objetivo, mas também aberto à discussão crítica, permitindo assim a constante evolução e ajuste de acordo com as necessidades e mudanças da sociedade. Além disso, é importante que o currículo seja efetivamente transposto para a prática, garantindo que os princípios e objetivos educacionais sejam alcançados de maneira efetiva.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:30:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ficha de leitura de um texto (1 )</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469495556</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Ficha de Leitura que escolhi<br></strong><br></div><div><strong>Título: </strong>O Papel do Professor no Desenvolvimento Curricular<br><br></div><div><strong>Autor(a): </strong>Dra. Maria Assunção Flores, Professora Associada com Agregação no Instituto de Educação da Universidade do Minho.<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Argumento: </strong>A ficha de leitura que analisei diz respeito ao artigo “O papel do professor no desenvolvimento curricular”, pertencente à obra “A indução no ensino: desafios e constrangimentos” publicada pelo Instituto de Inovação Educacional no ano de 2000. Este artigo aborda o desenvolvimento curricular de acordo com a perspetiva do professor, sendo este um dos principais agentes no desenvolvimento do currículo.<br><br></div><div>No artigo acima referido, diferentes autores consideram que o professor desempenha um papel fundamental no desenvolvimento curricular, uma vez que este tem que tomar decisões sobre que conteúdos abordar e qual a melhor estratégia para o fazer.<br><br></div><div>No sentido de entender a posição que os professores devem assumir em relação ao currículo, são apresentados alguns modelos que diferenciam o modo como os professores se posicionam em relação ao currículo, nomeadamente:<br>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;o modelo centrado nos objetivos</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;o modelo centrado no processo</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;modelo centrado na situação<br><br></div><div>No modelo centrado nos objetivos, o professor assume o papel de “professor técnico/consumidor do Currículo”. Neste processo, o professor executa a sua atividade de acordo com o estabelecido no currículo. Este tipo de modelo remete-nos para um ensino tradicional (processo industrial) em que são transmitidos os conteúdos identificados no currículo, sem ter em conta o contexto em que a comunidade escolar está inserida. Neste sentido, o ensino assenta não obtenção de resultados e transmissão de conhecimentos, descorando as experiências individuais de cada aluno, o que pode criar desigualdades no processo de aprendizagem.<br><br></div><div>No modelo centrado no processo, o professor é visto como um “agente curricular”, ou seja, o professor não executa apenas o currículo existente, mas utiliza-o como um processo de investigação ajustável a experiência e capacidade dos alunos e ao seu método de ensino. Na minha opinião este modelo apresenta mais vantagens que o anterior uma vez que o ensino é centrado nos alunos, permitindo uma maior equidade na avaliação de competências. Este modelo exige o maior empenho e comprometimento por parte do professor, uma vez que é necessário adaptar os conteúdos à realidade da turma.<br><br></div><div>Quanto ao modelo centrado na situação, o professor é um agente de construção do currículo. Ou seja, o currículo deixa de ser visto como uma implementação, mas sim como um documento de análise e reflexão que deverá servir como base para a criação de um currículo adaptado à realidade da comunidade escolar onde se inserem. Neste modelo, é reconhecida legitimidade e autonomia a um conjunto de professores, responsável pela elaboração do currículo tendo em conta “a interação no contexto da escola e da sala de aula” (Pacheco, 1995b:32). A criação do curriculum é vista como “uma construção emancipatória, assumida pelo conjunto de professores de uma escola, através da praxis (Grundy, 1987), que pressupõe a reflexão e acção.”</div><div><br></div><div><strong>5 palavras-chave:</strong></div><div>Currículo, Professor, Técnico, Agente, Modelo</div><div><br></div><div><strong>2 Questões que decorrem durante a leitura:&nbsp;</strong></div><div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O professor tem autonomia na elaboração e definição do currículo a implementar?</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Qual a posição que os professores devem assumir em relação ao currículo?</div><div><br></div><div><strong>1 Citação “ipsis verbis” (justificação da escolha): &nbsp;</strong></div><div>“o aspecto mais impressionante do papel do professor no desenvolvimento curricular é a sua inevitabilidade; todos os professores estão envolvidos no desenvolvimento do currículo. Eles tomam decisões cruciais sobre o que é ensinado e como é ensinado”. Tanner &amp; Tanner (1980:623)<br><br></div><div>Escolhi esta citação uma vez que retrata claramente a importância do papel do professor no desenvolvimento curricular, sendo imprescindível que o mesmo tenha a possibilidade de escolher quais os conteúdos a abordar bem como as estratégias para transmitir os mesmos. Neste sentido, considero que o professor deve ter autonomia na elaboração e definição do currículo a implementar e que o ensino deve assentar no modelo centrado na situação no qual o professor é visto como um agente construtor do currículo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:32:43 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de leitura de um texto (2 )</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469502542</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> “Não mexam na minha avaliação! Para uma abordagem sistémica da mudança pedagógica”<br><br></div><div><strong>Ficha de Leitura:</strong> Rafaela Abreu<br><br></div><div><strong>O autor:</strong> Philippe Perrenoud<br><br></div><div><strong>Argumento:</strong> No artigo, o autor reflete sobre a avaliação e procura justificar que a mudança do sistema de ensino para uma avaliação mais formativa, significa provavelmente mudar a escola.<br><br></div><div>&nbsp;O autor defende afincadamente que qualquer inovação que afaste testes e exames é uma fonte de inquietude tanto para os pais, já que a "avaliação é o laço mais constante entre a escola e a família", como para os professores, pois estes perderiam os pontos de referências habituais, que os permite saber se cumpriram com a sua tarefa como educadores e com o próprio programa.&nbsp;<br><br></div><div>Neste artigo, encontramos muita resistência à implementação de um sistema mais formativo, porque isso exigiria uma grande cooperação entre o aluno e professor (o aluno teria de expor as suas dúvidas, lacunas e dificuldades de compreensão) e uma maior flexibilização dos horários escolares que no sistema de avaliação tradicional é inexequível.<br><br></div><div><strong>5 palavras-chave:</strong>&nbsp;<br>avaliação, aprendizagem, escola, família, mudança pedagógica.<br><br></div><div><strong>&nbsp;2 questões:&nbsp;<br></strong>Devemos mesmo considerar que o professor é o mestre absoluto das suas notas?<br><br></div><div>A avaliação formativa dá prioridade ao domínio dos conhecimentos e das capacidades, considerando que a seleção é, quando muito, um mal necessário, nunca um fim em si ou uma vantagem. Será mesmo assim?<br><br></div><div><strong>&nbsp;1 citação “ipsis verbis”:&nbsp;<br></strong>“O sistema de avaliação clássica favorece uma relação utilitarista com o saber. Os alunos trabalham ´para a nota´. Todas as tentativas de nova pedagogia opõem-se a este minimalismo.”&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;A citação que escolhi resume, na minha opinião, o sistema de avaliação atual com o qual concordo na totalidade. Se pensarmos bem qual seria a motivação de um aluno caso não tivesse de estudar e se esforçar para obter uma nota? Seria muito difícil, diria até quase impossível, que todos os alunos se empenhassem e trabalhassem sem “mostrar resultados” numa prova escrita. Por isso é que é tão importante, a meu ver, a existência de testes e exames, pois é através desse instrumento de avaliação que se evidencia o que os alunos aprenderam no final de cada unidade (como uma espécie de síntese dos conteúdos aprendidos) e permite-lhes saber se conseguiram atingir os objetivos a que se propunham.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Meu Comentário:</strong>&nbsp;<br><br></div><div><mark>Após analisar a reflexão sobre o artigo “Não mexam na minha avaliação! Para uma abordagem sistémica da mudança pedagógica”, considero que o mesmo descreve o sistema de ensino atual com qual não concordo nem me identifico. Penso que uma avaliação centrada apenas na avaliação através de testes ou exames não traz equidade nem evidencia as reais capacidades dos alunos. Na minha opinião, os alunos devem ser avaliados tendo por base outros instrumentos de avaliação, como por exemplo trabalhos, intervenções no que no decorrer das aulas, participação assertiva e demonstração de resultados através de, por exemplo, realização de fichas de trabalho. Este artigo apresenta muita resistência a implementação de um sistema educativo mais inovador e flexível, sendo que o autor defende o sistema de ensino mais tradicional e assente na avaliação através de testes e exames.&nbsp;</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:42:02 UTC</pubDate>
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         <title>Debate 1</title>
         <author>susanacaetano1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tema</strong>: Avaliação - Testes e exames constituem a avaliação mais justa?<br><br></div><div>Assisti ao primeiro debate sobre a Avaliação e a pertinência ou não da mesma ser efetuada através do uso de testes.<br><br></div><div>Ambos os lados debateram e defenderam bem os seus pontos de vista e focaram aspetos fundamentais em relação à avaliação.<br><br></div><div>Os colegas que moderaram o debate também estiveram muito bem na reformulação das questões e na gestão de “conflitos” e tempo.<br><br><br></div><div><strong><em>Principais Ideias:&nbsp;<br></em></strong><br></div><div>- A Avaliação através de testes gera equidade?&nbsp;<br><br>- O aluno deve ser apenas avaliado tendo em conta um momento de avaliação (teste)?&nbsp;<br><br>- O professor consegue ser justo na correção de todos os testes?&nbsp;<br><br>- A avaliação através de trabalhos individuais ou de grupo, participações na aula, etc é a melhor forma de avaliar?<br><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>Do debate a que assisti destaco…<br></em></strong><br></div><div>Avaliação através de teste e exames permitem uma avaliação mais justa, mais rápida e prática.<br><br></div><div>Os testes permitem compreender o aproveitamento e desempenho escolar dos alunos e facilita a transmissão aos encarregados de educação de qual o aproveitamento do(s) seus(s) educando(s).<br><br></div><div>A avaliação formativa, os trabalhos de grupo, as participações orais em sala de aula são modalidades de avaliação enriquecedoras que devem ser tidas em conta na avaliação, uma vez que permite avaliar outras valências do aluno.<br><br></div><div>Lei de Gauss, também conhecida como a Lei da Constante Macabra, é uma teoria matemática que sugere que existe uma distribuição constante de eventos extremos e desastrosos ao longo do tempo. No entanto, a predefinição e subjetividade da correção e classificação dos eventos podem levar a erros e injustiças na avaliação dos dados. Além disso, a justiça dos testes pode ser afetada pela subjetividade dos indivíduos envolvidos, tornando a teoria frágil e vulnerável a questionamentos e críticas.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:44:54 UTC</pubDate>
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         <title>Debate 2</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469505901</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tema:</strong> Autonomia: O Professor tem ou não autonomia?<br><br></div><div>&nbsp;<strong>O que aprendi com o debate em que participei?<br></strong><br></div><div>A questão da autonomia do professor é muito subjetiva pois, no geral, os professores têm alguma autonomia dentro do seu papel, como a escolha do conteúdo a ser ensinado e a forma de conduzir suas aulas. No entanto, a autonomia pode variar de acordo com as políticas e regulamentos da instituição de ensino em que atuam. A autonomia pedagógica e a autonomia curricular são conceitos distintos que é necessário ter em conta quando avaliamos o papel do professor.<br><br></div><div><strong>Em que qualidade (defensor da tese, antítese ou moderação e síntese)?&nbsp;<br></strong><br></div><div>Antítese.<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Alterei crenças e ideias?&nbsp;<br></strong><br></div><div>Não alterei as minhas crenças ou ideias sobre a temática em debate. Continuo a considerar a autonomia do professor limitada/imposta por um currículo que define os conteúdos a lecionar de acordo com o nível de ensino e o agrupamento de escolas.<br><br></div><div>Contudo, acredito que um professor interessado e motivado, que usa a sua criatividade e estratégias inovadoras pode fazer a diferença no ensino, motivando os alunos a estudar os conteúdos que são necessários abordar.<br><br></div><div><br></div><div><strong>Reforcei convicções?&nbsp;<br></strong><br></div><div>Sim, continuo a defender que o professor tem autonomia pedagógica para escolher as melhores estratégias e métodos de ensino, mas não tem autonomia curricular para definir quais os conteúdos que devem ser abordados, tendo que seguir um conjunto de diretrizes definidas no currículo.<br><br></div><div><br></div><div><strong>Que reflexão faço?<br></strong><br></div><div>Sobre o grupo do debate, penso que conseguimos defender a antítese e focamos a nossa atenção na definição de autonomia: Autonomia Curricular vs Autonomia Pedagógica. Para além disso, realçamos a importância de ter recursos para a implementação de prática pedagógicas inovadoras.<br><br></div><div>Como grupo, penso que o número elevado de elementos dificultou a fluidez do discurso e ideias defendidas. Uma vez que o grupo era constituído por 10 pessoas e o debate tinha uma duração curta e limitada, sinto que não foi possível a apresentação e defesa em detalhe do tema proposto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:46:36 UTC</pubDate>
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         <title>Webinar</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469506719</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que retive do Webinar das Aprendizagens Essenciais<br></strong><br></div><div>O Webinar “Aprendizagens Essenciais” dinamizado pela Dr.ª Maria do Céu Roldão e Dr.ª Helena Peralta aborda temas fundamentais, nomeadamente as aprendizagens essenciais, o emagrecimento curricular e o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória (PASEO).&nbsp;<br><br></div><div>No que diz respeito ao currículo é necessário um emagrecimento curricular. É urgente reduzir o currículo. Cada vez mais, os currículos são mais detalhados, com excesso de detalhe. Há uma sobejidão de materiais nos programas, tornando os mesmos mais extensos e os processos cognitivos realizados pelos alunos mais elementares.&nbsp; Temos, atualmente, um currículo “obeso”, repleto de conteúdos e conhecimentos supérfluos. É então necessário emagrecer o mesmo, selecionando criteriosamente o que é essencial,&nbsp;<br><br></div><div>Quanto às Aprendizagens Essenciais (AE) estas são caracterizadas como conceitos e habilidades básicas considerados imprescindíveis para o desenvolvimento académico, social e profissional de um indivíduo. São objetivos gerais que devem ser alcançados ao longo da escolaridade, sendo fundamentais para a formação de cidadãos conscientes, críticos e capazes de enfrentar desafios da sociedade atual. As A.E. são consideradas a base para o sucesso na vida escolar, profissional e pessoal. As aprendizagens essenciais e o perfil do aluno estão ligados e têm que ser usados de forma associativa, sendo que as escolas e professores devem preparar o currículo de acordo com as AE definidas pelo Ministério da Educação, tendo como objetivo o cumprimento das metas definidas no perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. O PASEO é uma metodologia de ensino, centrada no aluno, que procura desenvolver habilidades como pensamento crítico, resolução de problemas e criatividade, valorizando a aprendizagem baseada em experiências.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:47:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Entrada livre</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469507744</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>O trabalho e a vida dos professores. Um olhar nacional e internacional<br><br></div><div><strong>Autora: </strong>&nbsp;Maria Assunção Flores<br><br></div><div><strong>Sinopse:</strong> Entre o discurso corporativo-reivindicativo e a fuga para a sala de aula, entre o confronto com a performatividade e as saudades de uma idade de ouro dos "mestres", entre o fatalismo derrotista e as ilusões heroicas, é possível um profissionalismo docente que se (re) construa na afirmação de uma agencia ecológica dos professores, na promoção de lideranças distribuídas, na construção de dinâmicas colaborativas, na importância da socialização organizacional, na valorização da agenda relacional da docência e na consciencialização profissional e social de uma profissão que tem tanto de técnico e racional como de politico e ético. Em suma: se esta obra nos mostra onde mora o "perigo", convida-nos também a fazer os caminhos onde cresce a "salvação", pois, hoje mais do que nunca, ser professor em plenitude de sentido é uma tarefa que, afinal, é preciso começar de novo, sempre e uma vez mais. (retirado do Prefacio).<br>Esta pluralidade de olhares permite desvelar e compreender os desafios e as tensões da vida e do trabalho dos professores, mas também os dilemas interiores que vivem no seu quotidiano profissional, que, em muitos casos, estão relacionados com o seu papel de mediadores de políticas educativas e curriculares e com o modo como, na pratica, exercem o seu profissionalismo docente e fazem escolhas entre o desejável, o possível e o pedagogicamente mais adequado em contextos marcados por pressões, externas e internas, caracterizadas pela sua natureza paradoxal, situando-se ora numa logica de execução e conformismo associada à crescente burocratização e controlo do seu trabalho, ora numa lógica de resistência e de reinvenção com base na agencia profissional, no trabalho colaborativo e no exercício da liderança (retirado da Introdução).<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Não poderia não aproveitar a entrada livre do portfólio para homenagear a professora Maria Assunção Flores pelo excelente trabalho enquanto professora, bem como pela autoria do mais recente livro intitulado “O trabalho e a vida dos professores. Um olhar nacional e internacional”, que teve a amabilidade de oferecer, distribuir e autografar na última aula da UC. Tal como a sinopse indica (retirada do site da WOOK), o livro aborda a realidade e as dificuldades enfrentadas pelos professores na sua profissão no contexto nacional e internacional. Ele destaca o papel importante e o impacto positivo dos professores na formação dos indivíduos, bem como a importância da valorização do trabalho docente. Além disso, o livro aborda questões como a carreira dos professores, as relações entre eles e seus superiores, a administração escolar, a precariedade salarial e as condições de trabalho. Ao longo da obra, o autor argumenta que é fundamental valorizar e respeitar a profissão de professor, já que eles são os responsáveis por formar as novas gerações e prepará-las para o mundo.<br><br></div><div>Composto por dez capítulos e 344 páginas, o livro tem uma leitura simples, clara e objetiva. Os temas abordados em cada um dos capítulos enunciados são impactantes e aliciantes, promovendo, assim, a leitura assídua do mesmo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:49:26 UTC</pubDate>
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         <title>Última entrada </title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469509390</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Do que aprendi nesta Unidade Curricular destaco….. porque…</strong></div><div><br>O papel do professor: a diferença que um bom professor pode fazer na nossa vida enquanto pessoas e enquanto profissionais.<br><br></div><div><strong><br>O que achei mais interessante foi… porque<br></strong><br></div><div>Os debates e a discussão de ideias que surgiam nas aulas e que nos faziam refletir sobre o papel do professor, o que é um bom professor, a avaliação, as modalidades de avaliação a implementar, o currículo, a autonomia do professor.<br>Os temas foram realmente interessantes e desafiantes e de acordo com o que se pretende de uma UC num mestrado de Ensino.<br><br></div><div><strong><br>O que mais me surpreendeu foi…&nbsp;<br></strong><br></div><div>As estratégias de ensino usadas ao longo da UC. A primeira aula, a meu ver, foi perfeita para introduzir o tema da disciplina. Sem percebermos, estávamos a discutir os assuntos fulcrais da Avaliação e Currículo que foram, à posteriori, abordados e discutidos com mais detalhe nas aulas seguintes.<br><br></div><div><strong><br>As principais dificuldades que senti foram…<br></strong><br></div><div>A gestão de tempo para assistir a todas as aulas e fazer as tarefas propostas. Devido à minha atividade profissional não me foi possível assistir a todas as aulas conforme gostaria, o que exigiu de mim um esforço extra no acompanhamento dos conteúdos abordados na UC.<br><br></div><div>Além disso, a quantidade de tarefas propostas dificultou imenso a concretização das mesmas com a qualidade e afinco que estas exigiam.<br><br></div><div><strong><br>O que menos me entusiasmou foi… porque<br></strong><br></div><div>A quantidade de tarefas para avaliação. Ainda que as considere pertinentes e interessantes, penso que algumas poderiam apenas ter sido discutidas na sala de aula.<br><br><br></div><div><strong>Quando iniciei esta UC desconhecia que…&nbsp;<br></strong><br></div><div>Tinha total desconhecimento das portarias e decretos que definem a qualidade do ensino em Portugal. A realização do trabalho de grupo sobre esta temática, bem como os conceitos abordados nas aulas, clarificaram os conceitos de avaliação que desconhecia. Para além disso, destaco os tipos de papeis que os professores desempenham na definição do currículo.<br><br></div><div><strong><br>Currículo e Avaliação…&nbsp;<br></strong><br></div><div>São conceitos fundamentais a saber enquanto professores. O currículo não deve ser algo imposto mas sim flexível e ajustável. Quanto à avaliação, esta deve ser justa e permitir a equidade.<br><br></div><div><strong><br>Se iniciasse hoje esta unidade curricular, …&nbsp;<br></strong><br></div><div>Tentaria estar mais presente, ler mais publicações/livros dos autores indicados pela professora.<br><br></div><div><strong><br>Se pudesse dar conselhos aos alunos que vão frequentar esta unidade curricular para o ano, dir-lhes-ia que …&nbsp;<br></strong><br></div><div>É fundamental assistir as aulas da UC, uma vez que nelas são discutidos os assuntos de uma forma dinâmica e interativa. Além disso, destaco a importância da realização das tarefas do portefólio atempadamente, facilitando imenso o cumprimento da entrega do portfólio.<br><br></div><div><strong><br>Um bom professor é …<br></strong><br></div><div>Para mim, um bom professor é aquele que tem:<br><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Um conhecimento profundo da matéria - um bom professor deve ter uma compreensão sólida e abrangente da matéria que ensina.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma comunicação clara - a capacidade de comunicar de forma clara e fácil de entender é fundamental para um bom professor.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Um caráter inspirador e motivador - um bom professor deve ser capaz de inspirar e motivar seus alunos a aprender e a se desenvolver.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Empatia - um bom professor deve ser capaz de se colocar no lugar de seus alunos e compreender seus desafios e necessidades.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Adaptabilidade - um bom professor deve ser capaz de se adaptar a diferentes estilos de aprendizagem e personalidades dos alunos.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Paciência - um bom professor deve ter paciência e compreender que cada aluno aprende a seu próprio ritmo.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Gosto pela matéria - um bom professor deve ter paixão pela matéria que ensina, e isso deve ser evidente em sua abordagem ao ensinar.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Dedicação - um bom professor deve ser dedicado e comprometido a ajudar os seus alunos a atingir os objetivos académicos e pessoais.<br><br></div><div><strong><br>Um bom ensino é…<br></strong><br></div><div>Um bom ensino é aquele que oferece uma aprendizagem significativa, eficaz e duradoura para o aluno. Isso significa que o ensino deve ser personalizado, baseado nas necessidades e interesses do aluno, e deve ser projetado para ajudá-lo a compreender e aplicar o conteúdo de maneira significativa. Além disso, um bom ensino deve incentivar a participação ativa dos alunos, estimulando-os a colaborar e a pensar criticamente. O ensino deve ser conduzido por professores qualificados e dedicados, que estejam dispostos a trabalhar com cada aluno individualmente para ajudá-los a alcançar seu potencial máximo.<br><br></div><div><strong><br>Os alunos aprendem melhor quando…&nbsp;<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sentem interesse e estão motivados no assunto.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Aprendem através de experiências práticas e interativas.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Recebem feedback e reconhecimento por suas realizações.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Têm a oportunidade de trabalhar em grupo e colaborar com outros alunos.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Recebem instruções claras e precisas.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Têm tempo suficiente para praticar e aplicar o que aprenderam.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estão expostos a diferentes estilos de aprendizagem e têm a oportunidade de escolher aquele que funciona melhor para eles.<br><br></div><div><strong><br>Como me vejo (</strong><strong><em>para quem já é professor</em></strong><strong>) ou como me imagino (</strong><strong><em>para os futuros professores</em></strong><strong>) como professor?&nbsp;<br></strong><br></div><div>Vejo-me como uma facilitadora e uma mentora para os meus alunos. Vejo-me como alguém apaixonada e comprometida a ajudar meus alunos a atingir os seus objetivos.&nbsp;<br><br></div><div>Considero-me uma pessoa equilibrada e justa, que trato todos os meus alunos com igualdade e respeito, independentemente de sua formação ou capacidades.&nbsp;<br><br></div><div><strong><br>Escolho uma questão do PowerPoint da primeira aula (de introdução à UC) e respondo, mobilizando o que aprendi sobre o assunto nesta UC.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong><em>Para que serve a avaliação?<br></em></strong><br></div><div>A avaliação é uma ferramenta valiosa para avaliar o conhecimento dos alunos, melhorar as capacidades de estudo e fornecer feedback para melhorar o desempenho académico.<br><br></div><div>A avaliação é uma forma de verificar o quanto os alunos aprenderam ao longo do tempo. Isso ajuda a identificar pontos fracos e fortes para direcionar o ensino futuro. Esta incentiva os alunos a estudar regularmente e a prepararem-se adequadamente para os testes/exames, fomentando o desenvolvimento das suas capacidades de estudo. Para além disso, a avaliação permite aos professores fornecer feedback aos alunos sobre o seu desempenho, ajudando, assim, a melhorar o conhecimento e a medir o seu desempenho escolar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 04:51:37 UTC</pubDate>
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         <title>Portfólio em pdf</title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469550776</link>
         <description><![CDATA[<div>Faça o download do documento na íntegra</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 05:49:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>susanacaetano1</author>
         <link>https://padlet.com/susanacaetano1/5puxc1q8oadk9cvn/wish/2469559473</link>
         <description><![CDATA[<div>O portfólio está organizado seguindo a linha cronológica das tarefas apresentadas no decorrer das aulas.<br>Este reflete experiências pessoais, académicas e profissionais vivenciadas.<br><br>O mesmo poderá ser descarregado em pdf no final das tarefas</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 06:01:33 UTC</pubDate>
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