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      <title>Hematologando...📍 by Marina Bordignon</title>
      <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh</link>
      <description>Marina Bordignon- hematologia 2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-04-13 21:05:34 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-02 10:05:52 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Artigo cientifico sobre Hemofilia A </title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/505288067</link>
         <description><![CDATA[<div>RESUMO:<br>As hemofilias são doenças hemorrágicas resultantes da deficiência de fator VIII (hemofilia A) ou de fator IX (hemofilia B) da coagulação, decorrentes de mutações nos genes que codificam os fatores VIII ou IX, respectivamente. A hemofilia A é mais frequente que a hemofilia B e acomete aproximadamente 1:10.000 nascimentos masculinos. A gravidade e frequência dos episódios hemorrágicos está relacionado ao nível residual de atividade de fator VIII presente no plasma e este relaciona-se ao tipo de mutação associada à doença. A clonagem do gene do fator VIII tornou possível o conhecimento das bases moleculares da hemofilia A, sendo hoje conhecidas mais de 1.000 mutações associadas à doença. O conhecimento das bases moleculares da hemofilia A permite uma melhor compreensão da relação genótipo-fenótipo da doença, tomada de condutas clínicas diferenciadas em casos de mutações associadas a um maior risco de desenvolvimento de inibidor, determinação da condição de portadora de hemofilia em mulheres relacionadas aos pacientes, implementação de programa de aconselhamento genético/orientação familiar e melhor compreensão das relações estruturais-funcionais do gene-proteína. Este artigo propõe revisar as bases moleculares da hemofilia A, os métodos laboratoriais utilizados para a caracterização das mutações e as implicações clínicas envolvidas no diagnóstico molecular da hemofilia A.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 21:30:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>HEMOFILIA A </title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/505289809</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O que é a hemofilia A?</div><div>É o distúrbio de coagulação grave e hereditário, no qual o sangue do indivíduo não coagula adequadamente, podendo levar a um sangramento sem controle, que pode ser ocasionado até espontaneamente ou por um pequeno trauma. Embora a pessoa com hemofilia possa não sangrar mais nem mais rápido que alguém sem hemofilia, ela sangra por um período mais prolongado e os sangramentos recorrentes podem levar a um comprometimento significativo, especialmente das articulações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 21:32:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HEMOFILIA A </title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/505291817</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Sintomas e diagnóstico</div><div>Como é uma doença hereditária da hemofilia, a doença geralmente é diagnosticada no paciente muito jovem.</div><div><br>Os sinais e sintomas podem incluir:</div><ul><li>Equimoses</li><li>Sangramento em músculos e articulações</li><li>Sangramento espontâneo</li><li>Sangramento prolongado após um pequeno trauma ou cirurgia<sup><br> </sup></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 21:34:37 UTC</pubDate>
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         <title>HEMOFILIA A </title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/505293412</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Tratamento</div><div>A reposição do Fator VIII, seja recombinante  ou derivado de plasma, é a base do tratamento da hemofilia A. A maioria das formulações exigem infusões intravenosas frequentes, geralmente algumas vezes por semana, ao menos, o que pode ser incômodo para os pacientes ou seus cuidadores. Isso pode comprometer a adesão ao tratamento .</div><div>Outra limitação do tratamento atual é o desenvolvimento de inibidores, que são anticorpos desenvolvidos pelo sistema imune do paciente e que atacam o Fator VIII reposto, porque o reconhecem como estranho. Os inibidores podem tornar ineficaz o tratamento com reposição de fator VIII. Até uma pessoa em cada quatro (25%–30%) com hemofilia A grave desenvolve inibidores contra VIII. As opções terapêuticas para pessoas que têm inibidores são limitadas. Esses pacientes podem necessitar de infusões terapêuticas mais frequentes e de indução de imunotolerância (ITI), que se faz administrando doses muito altas de fator VIII por períodos prolongados, para que o sistema imune passe a tolerar o fator VIII. Se a ITI não funcionar, ou se o paciente não puder receber o fator VIII, a outra opção terapêutica é o uso de agentes de bypass. Assim como a reposição de receber o fator VIII, os agentes de bypass são administrados por via intravenosa e com frequência ainda maior.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 21:36:15 UTC</pubDate>
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         <title>HEMOFILIA A </title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/505296918</link>
         <description><![CDATA[<div>vídeo explicativo sobre a hemofilia A.<br>Escolhi esse vídeo por explicar com palavras simples e com bastante detalhes sobre a doença.<br>Vale a pena conferir! :)<br>https://youtu.be/Kaa5f8K6SuM</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Kaa5f8K6SuM" />
         <pubDate>2020-04-13 21:40:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/505299179</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 21:42:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CIVD</title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/505303880</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse artigo cientifico tem como objetivo  orientar a suspeita clínica precoce para o diagnóstico de CIVD, além da terapêutica adequada. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/520067964/7558530fc4bbdcf309d6a81ec9060b27/arquivo.pdf" />
         <pubDate>2020-04-13 21:46:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CIVD</title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/505307345</link>
         <description><![CDATA[<div> O que é ?<br>Coagulação Intravascular Disseminada (CIVD) é uma síndrome caracterizada pela ativação sistêmica da coagulação sanguínea, com ativação e consumo dos fatores de coagulação, e consequente trombose de pequenos e médios vasos, podendo ocasionar disfunção orgânica e sangramentos. - Etiologia: Infecções, neoplasias sólidas e hematológicas, doenças obstétricas, traumas, doenças hepáticas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 21:50:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CIVD</title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/505313010</link>
         <description><![CDATA[<div>vídeo explicando sobre o que é o CIVD.<br>Achei o vídeo muito bom, rápido e explica tudo de forma simples e correta</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=L2iOy-OjcZM" />
         <pubDate>2020-04-13 21:56:40 UTC</pubDate>
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         <title>Importância da hemostasia</title>
         <author>maribordignon</author>
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         <description><![CDATA[<div>Parte 1</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 18:29:55 UTC</pubDate>
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         <title>Hemostasia</title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/507093249</link>
         <description><![CDATA[<div>Hemostasia primária, secundária, e terciária. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 18:38:22 UTC</pubDate>
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         <title>Alterações de um paciente com hemofilia A</title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/507095837</link>
         <description><![CDATA[<div>Hemograma;<br>Coagulograma (TAP e PTT);<br>Teste da mistura – misturam-se plasma do paciente e plasma de indivíduo sem alterações de coagulação (controle), na mesma proporção (1:1). Se houver correção do PTT, conclui-se que o paciente apresenta deficiência de fator de coagulação (que foi fornecido pelo plasma controle). Se não houver correção do PTT, conclui-se que o paciente, na verdade, apresenta inibidor de fator de coagulação (que inibe também o fator contido no plasma controle);<br>Mensuração da atividade do fator de coagulação;<br>Teste do antígeno do fator de von Willebrand em pacientes com deficiência de fator VIII (para diagnóstico diferencial).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 18:39:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hemofilia A</title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/507097329</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Anamnese</strong><br>Quadro clínico: Sangramento persistente após trauma é comum. Quanto menor é a atividade do fator de coagulação, maior é o risco de sangramento espontâneo, grave e/ou precoce.<br>Na hemofilia grave, a maioria dos pacientes apresenta sangramentos após procedimentos orais e hemartroses nos primeiros 12-18 meses de vida. Por outro lado, indivíduos com hemofilia leve podem permanecer assintomáticos por tempo mais prolongado.<br><strong>Marcadores de gravidade:</strong><br>Sangramento em sistema nervoso central;<br>Artropatia hemofílica causada por hemartroses de repetição (risco de destruição articular);<br>Desenvolvimento de inibidor do fator exógeno.<br>Fatores de risco: História familiar positiva.<br><strong>Exame Físico</strong><br>Os sítios de sangramento variam de acordo com a gravidade da doença e a idade do paciente. Recém-nascidos têm mais sangramentos em locais de intervenções invasivas, como circuncisão e punção venosa.<br>Quando a doença é grave, o paciente pode ter hemorragia intracerebral ou subgaleal no período pós-parto. Na infância, sangramentos musculoesqueléticos, incluindo hemartroses, tornam-se comuns à medida que o indivíduo começa a engatilhar e andar, e permanecem como os principais sítios acometidos durante a fase adulta.<br> Abordagem Diagnóstica<br>A doença é caracterizada por alargamento de PTT. Entretanto, o coagulograma pode ser normal em indivíduos com a forma leve (se atividade do fator &gt; 15%).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 18:40:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>DIAGNÓSTICO CIVD</title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/507106946</link>
         <description><![CDATA[<div>Tempo de protrombina (TP), tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa) e tempo de trombina (TT). O prolongamento do TP e do TTPa reflete o consumo dos fatores da coagulação e portanto uma fase de ativação franca da coagulação. O resultado normal destes exames não exclui a presença de CIVD uma vez que nas fases iniciais da síndrome não há consumo suficiente de fatores da coagulação para prolongar o TP e o TTPa. Estes são exames amplamente disponíveis e sua realização seriada, diante da suspeita de CIVD, permite avaliar a evolução do quadro assim como a resposta terapêutica. O TT, reflete a hipofibrinogenemia relacionada ao consumo de fibrinogênio além de alterar-se mediante ação dos produtos de degradação da fibrina/fibrinogênio (PDFs) sobre o fibrinogênio.</div><div> A contagem de plaquetas inicialmente baixa e particularmente a sua queda progressiva é um achado sensível, ainda que pouco específico, para avaliar a evolução da síndrome, uma vez que a agregação plaquetária é conseqüência da geração de trombina. A estabilização da contagem de plaquetas sugere que a formação de trombina tenha cessado.</div><div>Fibrinogênio e produtos da degradação da fibrina (PDFs). A dosagem de fibrinogênio plasmático deve ser feita, porém em fases iniciais da CIVD seus níveis podem permanecer normais ou mesmo elevados apesar da ativação da coagulação, uma vez que se trata de proteína de fase aguda. A hipofibrinogenemia aparece em casos graves de CIVD. O aumento dos PDFs são em geral observados desde o início do quadro de CIVD. Nos últimos anos mostrou-se que testes de quantificação de dímeros-D (um dos produtos da degradação da fibrina no palsma) são mais sensíveis que os ensaios de PDFs e que níveis normais de dímeros-D têm um alto valor preditivo negativo para a presença de degradação intravascular da fibrina. Uma vez que o fibrinogênio é também degradado em regiões extravasculares, a elevação dos PDFs e dos dímeros-D não implica necessariamente a presença de fibrinólise intravascular. Deve-se ainda considerar que PDFs são metabolizados pelo fígado e excretados pelos rins e portanto os níveis plasmáticos destes produtos são influenciados pela função destes órgãos.</div><div>Dosagem de fatores da coagulação e anticoagulantes naturais (proteína C, antitrombina). A diminuição dos níveis plasmáticos de fatores da coagulação é refletida, como já foi dito, no prolongamento dos tempos de coagulação e é resultado do seu consumo. A dosagem de fatores específicos (por exemplo, fatores V e VIII) pode ser útil em algumas situações como, por exemplo, para auxiliar na diferenciação entre coagulopatia associada à insuficiência hepática e CIVD. A dosagem plasmática de AT e PC pode também ter valor diagnóstico complementar em casos em que a hipótese de CIVD não pôde ser estabelecida mesmo após a  realização dos exames mencionados anteriormente. E diante da suspeita de CIVD, os seguintes exames devem ser realizados: contagem de plaquetas e visualização do esfregaço de sangue periférico, TP, TTPa, TT, dosagem de fibrinogênio, dímeros-D e/ou PDFs. É importante enfatizar que a repetição seriada destes exames tem maior valor que seus resultados isolados, e permite melhor avaliação da evolução da síndrome. Em casos selecionados, a depender de análise individual e disponibilidade do método diagnóstico, dosagens de AT, PC ou fatores da coagulação podem também ser efetuadas.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.fleury.com.br/medico/manuais-diagnosticos/hematologia-manual/coagulacao-intravascular" />
         <pubDate>2020-04-14 18:45:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>COAGULAÇÃO SANGUÍNEA </title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/507119734</link>
         <description><![CDATA[<div>vídeo ilustrativo sobre a coagulação :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 18:52:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>cascata de coagulação </title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/507124166</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 18:55:21 UTC</pubDate>
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         <title>CIVD</title>
         <author>maribordignon</author>
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         <description><![CDATA[<div>Encontrei esse artigo de uma revista de Ribeirão Preto, e explica TUDO sobre a CIVD!<br>Vale a pena a leitura !!!</div>]]></description>
         <enclosure url="http://revista.fmrp.usp.br/2001/vol34n3e4/coagulacao_intravascular_disseminada.pdf" />
         <pubDate>2020-04-14 19:00:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/507378457</link>
         <description><![CDATA[CIVD]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 22:04:26 UTC</pubDate>
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         <title>Cascata de coagulação em relação a CIVD</title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/509038109</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-15 17:21:06 UTC</pubDate>
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         <title>Cascata de coagulação</title>
         <author>maribordignon</author>
         <link>https://padlet.com/maribordignon/5obvdbrffym1s5wh/wish/509079464</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-15 17:40:30 UTC</pubDate>
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         <title>COMO A HEMOFILIA A AFETA A CASCATA?</title>
         <author>maribordignon</author>
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         <title>O novo modelo da cascata de coagulação baseado nas superfícies celulares e suas implicações</title>
         <author>maribordignon</author>
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