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      <title>Paulo Matos by Paulo Matos</title>
      <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos</link>
      <description>Professor Artes Visuais e TIC
AEBONFIM - PORTALGERE</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2011-01-03 11:11:18 UTC</pubDate>
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         <title>PAULO MATOS / 1.1.  A INICIATIVA LA/FCL</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/108663382</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>Opinião sobre a iniciativa</em></strong><strong><br><br></strong>É quase consensual que o modelo atual de escola está desfasado das necessidades e interesses da sociedade. São cada vez mais os movimentos disruptivos que levem a cabo pequenas revoluções dentro da sala de aula ou na comunidade educativa. São professores apaixonados, inconformados que agem no presente com as ferramentas do futuro. Por vezes mal vistos nas escolas, mas felizmente muito bem vistos pelos seus alunos, o verdadeiro combustível da sua ação. Mas não chega, é necessário reforçar o ideal, através do estabelecimento de laços entre quem é cúmplice neste movimento. <br><br>Esta iniciativa é fundamental e estruturante. Outras, igualmente importantes, introduziram o hardware nas escolas, valorizando menos a capacidade de o saber usar adequadamente. Esta iniciativa vem dar um contributo importante para dotar os docentes de instrumentos metodológicos na verdadeira integração das tecnologias na sala de aula. Mas passado estes anos todos, temos o hardware desatualizado que já não dá resposta ao que se pretende. A tecnologia está a ficar mais barata e mais portátil. Talvez as salas de aula do futuro sejam feitas com as tecnologias que cada aluno transporta. O conceito da tecnologia na sala de aula passou a ser pessoal. Cada aluno terá que necessariamente ter acesso ao seu dispositivo. Por isso não esquecer da equidade no seu acesso, para aqueles que dificilmente conseguirão adquirir um (telemóvel, tablet, portátil, etc.) <br><br></div><div>Quero dar os parabéns ás embaixadoras por abraçarem tão nobre demanda. Exploram novos mundos, défices de desbravar e de conquistar. À DGE, enaltecer a chancela oficial ao projeto, apelando para o reforço da iniciativa. Tal como quase tudo hoje em dia, as coisas só funcionam bem em rede, em partilha, em conjugação de forças e ações. E esta iniciativa só terá sucesso se for potenciada por quem politicamente tutelar estas áreas e claro, seja amigo do Ministro das Finanças. Tivemos a iniciativa do PTE que dotou as escolas com as infraestruturas básicas. Para além do papel importante que tiveram e têm, o modelo está esgotado. Um computador e um projetor na sala, apenas mascara os clássicos modelos de ensino expositivo. Como aproveitar esta iniciativa, estas pequenas revoluções e pensar num PTE 2.0? </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-01 23:35:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PAULO MATOS / 1.2. COMPETÊNCIAS DO SÉC. XXI    </title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/108666775</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Que competências devemos desenvolver na sala de aula? Será que o currículo deve concentrar-se nos conteúdos ou nas competências?</em></strong><br><br>Os conteúdos são um meio e as competências um fim. Neste sentido é necessário dominar bem os conteúdos, saber utiliza-los adequadamente promovendo ambientes de aprendizagens estimulantes e facilitadores, potenciando assim as competências.<br>A estrutura do nosso sistema de ensino não ajuda muito. Para não falar dos constantes ajustamentos. As disciplinas são quase estanques, os currículos estruturados em função da "transmissão" dos conteúdos e apesar da tentativa das competências, estas nunca foram devidamente aprofundadas. <br><br>- Pensar que competências estruturantes ou essenciais queremos nos nossos alunos ao fim de 12 anos de escolaridade. Depois estruturar os currículos e as opções metodológicas em função dessas.<br><br>...Bem, isso foi tentando antes, do Ministro Crato, mas numa lógica inversa. Primeiro o currículo + conteúdos e depois cada disciplina elegia as suas competências....talvez para aprender esses conteúdos. Confuso? Também fiquei. <br>Se eu mandasse...bem, estavas tramados. hahah!<br>Agora a sério. Bastaria uma simples folha A4 para inscrever as competências essenciais dos 3 aos 18. Quase todas aquelas inscritas na opinião dos nossos colegas ou identificadas no inicio desta tarefa.<br><br>Depois currículos mais leves e espaço e tempo para aprender ativamente.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://pt.euronews.com/2015/11/05/wise-2015-como-promover-as-competencias-do-seculo-21/" />
         <pubDate>2016-05-02 00:22:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PAULO MATOS / 1.3.PROJETO ITEC</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/108668681</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>AEB3D - Recriar a escola</em></strong><br><br>Apesar de ter tido conhecimento no momento do lançamento, não foi possível conciliar.<br><br>Mas deixo aqui uma experiência que interligou a criatividade, a aprendizagem contextualizada, a resolução de problemas e método do design com as TIC, no âmbito da disciplina de Educação Visual 9º ano.<br><br>Este projeto foi finalista nacional do INOVA 2015 e é um exemplo de como se pode abordar um conteúdo, aparentemente chato - "Projeções e perspetivas" e dar-lhe vida. Claro que foi necessário conjugar várias fatores, tempo e condições técnicas.<br><br><a href="http://aebonfim.wix.com/aeb3d">http://aebonfim.wix.com/aeb3d</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/aAjxFn5ykiU" />
         <pubDate>2016-05-02 00:53:27 UTC</pubDate>
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         <title>PAULO MATOS / 1.4 SALAS DE AULA</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/108671271</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>Não podemos começar pelo telhado...</em></strong><br><br>Por detrás da alteração de um espaço físico está todo um edifico de visão do ensino.<br><br></div><div>Fisicamente era impraticável adotar massivamente este modelo às escolas atuais, quanto mais a um sistema de ensino.<br><br></div><div>Começando pelo lado físico, olhemos para os edifícios que temos e o tamanho das turmas. No meu agrupamento são perto de 50 turmas. Bem nem vale apena maça-los com o conjunto de constrangimentos que encontro. Vamos ao lado metodológico e funcional. Seria necessário o alinhamento de todos os planetas e a conjugação dos astros e mais uma mão cheia de deuses, para que a coisa fosse colorida como o modelo 3D.</div><div>Todos nos deparamos com o pouco respeito que temos pelos materiais do “estado”. Como reagimos? Tudo fechado a 7 chaves ou então salas despojadas de recursos. Tal como alguns colegas referiram, talvez funcionasse em diferentes espaços da escola. Para isso, só com bastante planeamento e organização. Requisição atempada dos espaços, antecipação de alguns cenários (plano B), etc. </div><div> </div><div>Na experiência que tive, conjugara-se alguns astros e os deuses também ajudaram. Quase que monopolizei o laboratório de TIC, tive especial autorização para ser eu instalar software específico e atualizar coisas básicas. Tive alunos autónomos (9ºano), mas com perda de produtividade quando tinham que usar espaços onde eu não estava presente. O resultado final é fantástico, mas o processo é bastante desgastante. A capacidade de improvisar e desenrascar são “competências essenciais”</div><div> </div><div>Talvez com turmas mais pequenas (máximo 15) e fixas a salas com material básico nas diferentes modalidades de aprendizagem, talvez se consiga fazer algo. <br><br>Bem falta o essencial, virar os docentes de pernas para baixo… e tirar-lhe o "debitador" e instalar-lhe um moderador. hahaha! </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/w6vVXmwYvgs" />
         <pubDate>2016-05-02 01:37:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO  MATOS / M2: 2.1 - PARCEIROS E TENDÊNCIAS</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/109534406</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>Apesar de ser um entusiasta da tecnologia, não vejo que a inovação em sala de aula se alavanque em exclusivo nesta. <br></em></strong><br>Existem muitos aspectos logísticos, financeiros ou até de formação que condicionam essa transformação. Vejamos a grande aposta PTE e seus resultados que ficaram aquém das expectativas. O que faltou? Apostou-se na logística, no financeiro e na formação, mas descorou-se o envolvimento das partes, não sei se das interessadas ou das estruturantes, dado que muda um ciclo politico,  mudando-se os interesses das partes interessadas.<br><br></div><div>Quem é séptico com a tecnologia, descredibilizou-a, vendo-a mais como uma moda, uma tendência que, mais cedo ou mais tarde, se diluiria na espuma dos dias.<br><br></div><div>A verdade é que as parcerias têm que ser efectivas, têm que ser interessadas e alinhadas com os mesmos valores. Sem essa convergência a inovação acontecerá aqui e ali sem a expressão e isso talvez nem seja inovação.<br><br></div><div>Quando falamos num percurso de 12 anos de escolaridade e a panóplia de “salas de aula” que os alunos terão que passar é abismal. Arriscam-se a passar, no mesmo, por experiências educativas com dois séculos de intervalo. De manhã apanha um docente com um ensino directivo, autoritário, disfarçado de rigor e na parte da tarde, outro no limiar da inovação, num ambiente que promove as competências para o século XXI. Como se comportarão estes alunos?</div><div>Digam-me lá como é que pode existir coerência nisto.</div><div>Do pouco que percebo disto, para mim só pode existir aqui dois tipos de parcerias e tendências. Aquela que se faz por estratégia nacional, por pacto entre os parceiros, políticos, sociais e educacionais, numa lógica de capacitar o sistema de facilmente ajustar-se, seja qual for a tendência. Ou então uma inovação mais orgânica, que nasça da necessidade do terreno, das comunidades, ou do docente que consegui envolver parceiros  locais e pelo exemplo, influenciará gradualmente o grupo, que converterá a as partes sépticas em partes interessadas.<br><br></div><div>Seja qual for a via, confesso que não tenho capacidade para avaliar qual a mais sustentável ou a mais eficaz. Tivemos por exemplo, o caso da Finlândia que numa década inovou o seu sistema educativo. Por outro lado, temos vários processos orgânicos, tal como os “Laboratórios de Aprendizagem” que procuram seguir as tendências, encontrar parceiros e ou "novos embaixadores" na tentativa de  incorporar inovação agarrando a tendência.<br><br></div><div>A tendência não pode ser só tecnologia. Esta talvez seja a grande catalisadora dos processos de inovação. Mas esta deverá ser sobretudo didáctica, pedagógica e organizativa. <br>Sem começar por aqui, a tecnologia estará sempre ao canto de uma sala ou no bolso de um aluno. E aí dela que esteja ligada.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://pt.euronews.com/2014/06/20/ensino-do-seculo-21/" />
         <pubDate>2016-05-05 22:59:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / 2.2. PARCEIROS E TENDÊNCIAS: A SALA DE AULA EM 2026</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/109541784</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ideas<br></strong><strong><em>As salas de aula deverão incluir a presença de mais do que um professor para que seja possível desenvolver tarefas mais abrangentes e que mobilizem mais competências.</em></strong></div><div><strong><em>by Paulo Correia</em></strong><em><br><br></em>PM: Depende de que nível de ensino estamos a falar e que competências a promover. Num estádio inicial, dois professores pode ser uma mais valia, tendo em conta que a autonomia ainda não é uma competência adquirida. Mas se as práticas promoverem competências para o século XXI, acho que em muitos momentos do nível secundário a aprendizagem, nem de um professor precisará.<em><br><br></em><strong><em>A utilização do smartphone generalizar-se-á no ambiente de sala de aula.</em></strong></div><div><strong><em>by Fernando Batusta<br><br></em></strong>PM: "voluntariamente e sem reservas"....hoje? gostei do optimismo. Ma sem dúvida que as novas gerações de professores não necessitarão de ser voluntários ou até ter reservas. Estará na sua génese essa atitude, ate porque não terão outra opção. A alternativa é simplesmente não receberem nenhum "like" e seu futuro será outro.<em><br><br></em><strong><em>Os professores trabalharão mais em conjunto com os seus pares, mais próximo dos alunos, assumindo um papel de tutor e orientador de percursos.</em></strong></div><div><strong><em>by Representante DGE</em></strong><br><br>PM: Como todas as ideias, são colocadas no futuro, imagino esse futuro com novas gerações de nativos da globalização e não nós os "aculturados das tecnologias". Esses sim terão outras competências sociais e os paradigmas educativos serão outros. Serão interativos.<br><br><strong><em>Uma sala que permita flexibilidade na organização dos seus espaços de maneira a que os professores e alunos possam desenvolver novas metodologias.</em></strong></div><div><strong><em>by Diretor escolar</em></strong><br><br>PM: Bem o espaço é o que menos me preocupa. Facilmente ajusto um espaço. Se tiver WiFi, até no pátio se aprende.<br><br><strong><em>Apostar-se-á na Aprendizagem Baseada em Problemas ou Problem Based Learning (PBL).</em></strong></div><div><strong><em>by Manuela Baptista</em></strong><br><br>PM: Tenho sorte em ser professor de Educação Visual e não ser escravo dos exames. Hoje em dia não dispenso o PBL.<br><br><strong><em>O trabalho desenvolvido beneficiará de orientações que contemplem a(s) necessidade(s) de cada aluno, atendendo a uma meta pedagógica definida, com flexibilidade e orientada por pedagogias ativas</em></strong><br><br>PM:&nbsp; Sem dúvida. Mas como o sistema não será prefeito, existirá bastantes assimetrias no mesmo contexto. A meta pedagogia será generalizada, mas a flexibilidade deverá contemplar a equidade. Sobretudo para aqueles que a aprendizagem diretiva seja mais adequada.<br><br><strong><em>A sala do futuro? Vejo: a flexibilização dos espaços da aprendizagem, a articulação de metodologias ativas, o uso refletido da tecnologia e o professor como mediador (insubstituível)!</em></strong></div><div><strong><em>by Deolinda Freitas</em></strong><br><br>PM: Comecei muito optimista e à medida que vou respondendo, esse futuro parece bem longínquo e acredito que já não seja para mim. Fiquei a pensar na febre dos exames, da sua necessidade para validar percursos académicos e não para regular as aprendizagens. Veja a escravidão dos currículos dos programas. E vejo que tudo isso é perfeitamente incompatível com a sala de aula do futuro. Como disse, eu não irei conhecer esse sistema. Como já disse anteriormente, felizmente eu já tenho o prazer de o fazer nas minhas aulas e isso, para mim é o suficiente.<br><br><strong><em>A sala de aula refletirá a convergência das formas de ensino formal e não formal</em></strong></div><div><strong><em>by Catarina Rodrigues</em></strong></div><div><br>PM: Sem dúvida. Dou pelo meio filho a detestar o ensino da..por exemplo Biologia e a adorar ler ou pesquisar factos sobre o mesmo assunto. A metodologia é necessária porque o sistema vigente só valida socialmente quem tem canudo, mas cada vez mais a importância das experiências informais de aprendizagem são valorizadas socialmente.<br><br><strong><em>A Escola do Futuro exige: Conteúdos digitais, não em papel; Conteúdos personalizados, não genéricos; Trabalho escolar conectado, não em ilhas isoladas; Trabalho criativo, não o simples consumo; Uma Escola Aberta a todos; Dispositivos móveis; Espírito aberto ;)</em></strong></div><div><strong><em>by Netodays<br><br></em></strong>PM: Pois, mas só faltou dizer que também não vamos precisar da escola nem dos professores. heheh!...Espera lá talvez até seja verdade. A escola vai virar um MOOC? Já estou a ver MOOCSCHOLL.<br><br><strong><em>A sala de aula do futuro não necessitará de políticos do presente com visão de futuro? Como forçar consensos e pactos para esse desígnio?</em></strong></div><div><strong><em>by Pjfmatos<br><br><br>A Escola não pode continuar a erguer o muro que, a tem vindo a separa do exterior. É urgente derrubá-lo, mas para isso é importante envolver e&nbsp; confiar nos diferentes atores, acreditando no processo de MUDANÇA.</em></strong></div><div><strong><em>by Manuela Almeida</em></strong></div><div><br>Esta iniciativa é um exemplo de que existe muitos que ACREDITAM. Mas depois do MOOC, o que fica? Continuaremos cada um de nós a acreditar isoladamente, num contexto muito adverso? Não se sentem muitas vezes a pregar ao peixes?<br><br>Como transformar uma crença numa realidade em 2026?&nbsp;<br><br>1 - Esperar que mais acreditem.<br><br>2 - Constituir um "loby" das salas do futuro ou "laboratórios de aprendizagem", gosto mais, junto das partes interessadas, entre elas as que decidem e que financiam e, por exemplo fazer o mesmo com o projeto das "salas tic". Um laboratório de aprendizagem por escola, com os requisitos aqui defendidos e com grupos de trabalho com condições (redução da componente letiva) para envolver as suas próprias comunidades?<br><br><strong><em>Apesar de poder parecer o contrário, no futuro, as aprendizagens dos alunos necessitarão muito mais de nós no sentido em que teremos de gerir uma panóplia enorme de competências para podermos orientar o trabalho dos nossos alunos. Ao aprenderem de forma mais autónoma exigem que consigamos acompanhar todas essas aprendizagens. Daí a importância do trabalho colaborativo entre pares.&nbsp;</em></strong></div><div><strong><em>by Graça Madeira da Silva</em></strong></div><div><br>Olá Graça. Concordo plenamente. O papel do docente continuará ser central. Apenas mudam os desafios. As competências emocionais e relacional serão novos paradigmas que importará compreender e integrar nas dinâmica pedagógicas.<br><br><strong><em>As politicas educativas tem que mudar muito!!!</em></strong></div><div><strong><em>by Teresa Noronha E Castro</em></strong><br><br>Concordo plenamente. Primeiro deverá existir um movimento forte que demonstre que a introdução de inovação na sala de aula, por via da tecnologia e de novas abordagens metodológicas, mantém a escola a par com as verdadeiras necessidades da sociedade.&nbsp;<br>Em simultâneo propor políticas efetivas a quem deve decidir.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Eu aposto num movimento: uma sala de aula do futuro por cada escola. É caro, mas a educação não deveria ser a prioridade de um país...e dos políticos que o representam?&nbsp;<br>Parabéns Teresa.<br><br><strong><em>As salas de aula no futuro terão de permitir não só uma utilização das novas tecnologias, como também a disponibilidade de espaço que permita a criação de áreas para a execução das diferentes tarefas a realizar pelos alunos.</em></strong></div><div><strong><em>by Cláudia Moreira</em></strong></div><div><br>Sem dúvida.&nbsp;<br>Temos tido um paradigma de construção de escolas na linha da revolução industrial (escolas do centenário, ciclos preparatórios-modelo sueco). As salas são quase todas iguais. Na sucessão de programas de reabilitação ou construção de centros escolares notou-se autonomia das regiões e recentemente, propostas por escola (Parque Escolar), contudo as salas de aula continuam "quase iguais" às do sec. XIX. Introduziu-se alguma tecnologia, centrada no ensino (prof.) e os materiais são menos nobres. Quem conhece o modelo inglês ou os nórdicos de requalificação das escolas, precebe que a inovação começou de fora dentro para fora. Primeiro pensou-se nas salas de aula e de pois nos espaços comuns. Existem exemplos fantásticos. Esperemos que a próxima vaga de escolas seja assim.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-06 00:40:36 UTC</pubDate>
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         <title>PAULO MATOS / U2: 2.3 Nível de Maturidade</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/109663362</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ESCOLA:</strong> Agrupamento de Escolas do Bonfim - Portalegre<br><strong>DISCIPLINA: </strong>Educação Visual 9.º ano.<br><strong>CONTEÚDOS:</strong> Perspetivas e projeções.<br><strong>PROJETO:</strong> AEB3D -Recreiar a escola<br><strong>METODOLOGIA:</strong> PBL<br><strong>NÍVEL DE MATURIDADE:</strong> 3/<br><br><strong>SÍNTESE DAS APRENDIZAGENS:</strong><br><strong>1) Conteúdos de EV9: </strong>a aprendizagem dos métodos de projeção,  e técnicas de representação de perspetiva foi feito com recurso ao método tradicional. Projeção do conteúdo animado em "Sketchup e powerpoit"<br><br><strong>2) PBL (SITUAÇÃO):</strong> Proposta do problema: Recriar a Escola (secundária) resolvendo problemas de acessibilidade (barreiras arquitectónicas) ou recriar espaços na perspetiva da utilização dos alunos.<br><br><strong>3) Iniciação à modelação 3D (sketchup). </strong>Ensino tutorial e diretivo (conjunto de 4 a 5 exercícios) para dominar as ferramentas básicas.<br><br><strong>4) PBL (INVESTIGAÇÃO):</strong> Os grupos fizeram levantamentos de constrangimentos concretos (tecnologia: recolha fotográfica, também com recurso a smartphones). Divisão de tarefas, recorrer a serviços que utilizam o espaço, novas aprendizagens (ergonomia, propriedade dos materiais). <strong><em>xxi: </em></strong><em>literacia informativa</em><br><br></div><div><strong>5) PBL (HIPÓTESES): </strong>Apresentação à turma da problema identificado e proposta de resolução (fotografia, powerpoit, prezi). O grupo teve 5 min para apresentar a ideia (capacidade de comunicar) e a turma outros 5 para sugerir, tirar dúvidas e validar a ideia.<em> </em><strong><em>xxi:</em></strong><em> comunicação e colaboração.</em></div><div><br><strong>6) Tecnologia:</strong> Aprofundamento da aprendizagem do Sketchup fez-se durante o desenvolvimento das ideias. Em função das necessidades dos projetos os alunos recorriam a tutoriais, disponibilizados na página do projeto, moodle ou ao docente. <strong><em>xxi:</em></strong><em> Literacia TIC.</em><br><br><strong>7) Modelação 3D:</strong> Elaboração do modelo final (modelação em 3D em skechup) e apresentação final (PPT) com memória descritiva. Algumas apresentações recorreram à impressão 3D. <strong><em>xxi:</em></strong><em> Comunicação e Literacia TIC.<br><br></em><strong>8) Exposição e concurso INOVA: </strong>Apresentação das ideias à comunidade e participação na final nacional do concurso inova, categoria criatividade. <strong><em>xxi: </em></strong><em>Criatividade e inovação, pensamento crítico e resolução de problemas.</em><br><a href="http://aebonfim.wix.com/aeb3d">http://aebonfim.wix.com/aeb3d</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-06 17:59:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / U4 : 4.1</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/109726191</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Uma Atividade de Aprendizagem (AA)</strong> é um processo pelo qual qualquer um de nós apropria novas<strong> competências, conhecimentos ou valores</strong>, através de ações que mobilizam o <strong>intelecto, a ação ou a observação</strong>. <br><br><strong>A aprendizagem, nos seus resultados, será sempre igual, tal como o homem sempre a conheceu.</strong> A diferença está na <strong>forma</strong> e no <strong>objeto de aprendizagem</strong>. Hoje em dia já não necessitamos de decorar todas as estações de caminho de ferro, não só porque muitas delas já estão desativadas ou simplesmente porque basta ir google maps e já está. <br><br>O mundo está sempre a mudar e como aprendemos como se aprende, tentamos ajustar os processos de aprendizagem as necessidades concretas do nosso quotidiano. A <strong>tecnologia</strong> apenas é <strong>motivante e envolvente</strong> porque é um reflexo das <strong>necessidades reais</strong> e concretas do <strong>mundo</strong> cada vez mais <strong>global</strong>.<br><br></div><div><strong>Sem motivação não existe aprendizagem.</strong> <br>A tecnologia ajuda a envolver, facilita o processo, mas por si só, não resulta necessariamente em aprendizagem. <strong>Nem tudo pode ser aprendido num contexto dinâmico, envolvente e com tecnologia.</strong> Se fosse assim, nas escolas atualmente, não se aprenderia muita coisa. <br>Num sistema de ensino formal, aprender implica também outro tipo de motivações e estas ainda vão funcionando para grande parte dos alunos. A preocupação reside sim na cada vez <strong>maior alienação os modelos de atividades de aprendizagem propostos. </strong>Daí a necessidade de repensar o cenário das nossas salas do presente.<br><br><strong>Inove-se nas atividades de aprendizagem do presente</strong>. Com tecnologia, tanto melhor, mas faça-se também sem ela. Importa-me enquanto professores escolher a <strong>forma mais eficaz</strong> que permita transformar a atividade numa <strong>APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-08 01:16:59 UTC</pubDate>
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         <title>PAULO MATOS / U2-2.4 NÍVEL DE MATURIDADE - + pdf</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114383884</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Os resultados devolvidos situam as ações dos diferentes atores no nível 1, excepto o questionário 4 (capacidade da escola para apoiar).<br>No entanto todos eles me levantam algumas dúvidas tendo em conta não deter um conhecimento profundo do que se passa em toda a escola/agrupamento.<br>Dei por mim a pensar que essa falta de informação é sintoma de pouca ou quase inexistente partilha,&nbsp; de boas práticas na construção de cenários de aprendizagem, em particular as que envolvam abordagens inovadoras. Acredito que exista, ao nível do grupo disciplinar e departamento, daquilo que podemos chamar de recursos tradicionais, mas desconheço se as abordagens se enquadram nas dinâmicas que aqui se avalia.&nbsp;<br><br>Mas gostaria de enquadrar o nível 3 desta dimensão, em contraponto com o nível 1 das outras. A escola, ao nível das suas estruturas diretivas, não tem uma estratégia clara, nem plano de ação concreto para alterar o grau de eficácia onde se encontra nos diferentes níveis. No entanto tem tido uma postura de abertura e incentivo a todas ações que surgem a este nível, criando as condições exigidas por parte desses docentes. Tem até desenvolvido algumas dinâmicas que promovem essas práticas. Mas porque não é tido como prioritário, as ações desenvolvem-se de acordo com as circunstâncias e motivação de alguns elementos e dai não serem sustentadas. As escolas/ agrupamentos estão atualmente envoltas em complexos processos de ajustamento, nomeadamente com a não renovação dos seus quadros vs alterações profundas das tecnologias de comunicação (ensino e aprendizagem) que o fosso entre as práticas de ensino e as novas formas de aprender tem aumentado. As restrições de recursos humanos e materiais tem relegado para segundo plano o incremento de estratégias que promovam de forma sustentada a alteração destes cenários. Contudo, existem projetos marginais, nos quais eu me incluo, que vão aqui e ali, responder a este desígnio.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/aws/176277/64896c12b8b5a299357121c239d1bcd7a451f65f/859fc863e537f4b492645f9264d26ec9.pdf" />
         <pubDate>2016-06-11 14:03:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / U3 - 3.1 CENÁRIOS DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114386871</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>1. Projeto de estudo ao ar livre<br>(+) Aspetos conseguidos:<br></strong>- Interdisciplinaridade (CN e GEO);<br>- Atividade de grupo;<br>- Metodologia ativa de aprendizagem (ativ. colaborativa baseada num problema);<br>- Complementaridade na recolha de dados;<br>- Diversidade de instrumentos de recolha de dados;<br>- Partilha de dados;<br>- Utilização de tecnologias para tratamento de dados (numéricos e visuais).<br>- Partilha na web com comunidade e pais<br><br><strong>(-)</strong> <strong>Aspetos a melhorar:</strong><br>- Pré-requisitos no uso dos instrumentos de recolha de dados por forma a otimizar a saída de campo sem que perturbe a vida selvagem;<br><br><br></div><div><strong>2. . Reconhecer aprendizagens informais</strong></div><div><strong>(+) Aspetos conseguidos:<br></strong>- Reconhecimento, pelo professor, necessidade de novas abordagens de aprendizagem (reconhecimento da aprendizagem informal nas práticas formais de aprendizagem)<br>- Disponibilidade de recursos (portefólio e recursos multimédia) da escola para aprendizagens informais;<br>- Reconhecimento formal das aprendizagens informais.<br><br><strong>(-) Aspetos a melhorar:</strong><br>- Envolver os pais na construção das aprendizagens informais através da partilha.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-06-11 16:01:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / U3-3.2. GUIÃO PARA A ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114389172</link>
         <description><![CDATA[<div>Considero que ambos os cenários seriam passíveis de ser postos em prática. O cenário<strong>"programação"&nbsp;</strong>tem um conjunto de variáveis que seria necessário que os graus de maturidade fossem efetivamente os indicados. No meu contexto os constrangimentos situam-se fundamentalmente ao nível das condições físicas e materiais disponíveis, bem como os aspetos organizativos, permitindo uma colaboração estreita e sincronizada.<strong><br></strong><br></div><div>No cenário&nbsp;<strong>"não ao cyberbulling"</strong>, tive alguma dificuldade em compreender como se concretizam os objetivos propostos. Fiquei com a sensação que o cenário tem muita tecnologia e pouca estratégia de aprendizagem. De qualquer forma, a cenário tem potencial de aplicação no contexto em que lecciono com as devidos ajustamentos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-06-11 17:28:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / U4 - 4.3. TECNOLOGIAS PARA A CONCEÇÃO DE ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM (AA)</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114396159</link>
         <description><![CDATA[<div>Não conseguindo acrescentar nada de novo, apenas deixo aqui algumas ferramentas que ultimamente utilizo. Quer no ensino quer nas aprendizagens:</div><div><strong>Google Drive; <br>Wix; <br>Scketchup; <br>Inkscape; <br>Gimp; <br>Moodle; <br>Mindmeister;<br>Slideshare;</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-06-12 00:02:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / U4 - 4.2 - AA INOVADORAS</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114433397</link>
         <description><![CDATA[<div>Atividade a decorrer: <a href="http://aebonfim.wix.com/derrotadoacucar">http://aebonfim.wix.com/derrotadoacucar</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/aws/176277/f483d0882fa38b43d18b268988c90fccafb162ae/9f6e8d530b324c751aedbbfec1de972d.pdf" />
         <pubDate>2016-06-12 23:59:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / 4.4. A FERRAMENTA &quot;LEARNING DESIGNER&quot;</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114434047</link>
         <description><![CDATA[<div>Talvez lhe falte alguma flexibilidade nas variáveis que cada docente ache importante. Objetivos, recursos, etc.<br><em>less than a minute ago by pjfmatos</em><br><br></div><div>Da análise superficial que fiz , acho uma ferramenta interessante. Permite a partilha, e organiza visualmente os tempos por atividade.<br><em>about a minute ago by pjfmatos</em><br><br></div><div>Apesar das potencialidades, não acrescenta muito ao que se pode fazer com outras ferramentas.<br><em>less than a minute ago by pjfmatos </em><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-06-13 00:20:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / U5 - 5.2. ORIENTAÇÕES PARA A PILOTAGEM E PARA A AVALIAÇÃO DA PILOTAGEM</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114434490</link>
         <description><![CDATA[<div>Iniciei uma atividade que pode ser enquadrada como cenário de aprendizagem. A atividade iniciou-se no 3.º período e culminará no final do 1.º período do próximo ano. Irei ponderar se tem potencialidades para pilotagem ou se terei disponibilidade para sistematizar a pilotagem.<br><a href="http://aebonfim.wix.com/derrotadoacucar">http://aebonfim.wix.com/derrotadoacucar</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-13 00:34:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / U5 - 5.3. IMPACTO NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114436129</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Sou um entusiasta do uso das tecnologias nos processos de ensino e Aprendizagem. As 15 constatações do relatório são prova do seu papel catalisador na transformação do paradigma educativo. Mas continuo a relativizar o papel das tecnologias na aprendizagem. Devem ter o mesmo efeito que tem hoje uma esferográfica. É de tal forma banal que nem dos damos conta do efeito que teve quando foi introduzida, substituindo gradualmente a caneta de aparo. <br>De facto as tecnologias estão em linha com as novas formas de comunicar e de aceder a informação nunca antes imaginável. O fundamental está no desenho da atividade de aprendizagem, nas capacidades profissionais de cada docente e como ele saberá interpretar os sinais da globalização sem que se deixe deslumbrar pelo fascínio das tecnologias. <strong><br></strong><br></div><div><br>No atual contexto é por vezes mais eficaz as baixas tecnologias ou simplesmente a inexistência delas nos processos de aprendizagem. A escola é conservadora na sua ação. O contexto é ainda muito adverso. Não nos esqueçamos que as TIC nas escolas, enquanto estratégia nacional, deu prioridade ao ensino e não à aprendizagem. Ou seja um computador por sala. <br><br>Bem sei que com paixão tudo se faz. Já desenvolvi projetos desta natureza e não quero outra coisa, mas todos os anos luto desesperadamente por conseguir espaço em laboratórios TIC. O estado das tecnologias, obriga sempre a ter um plano B. A dimensão das turmas impossibilita a aprendizagem individual e o cumprimento do programa é simplesmente devastador.<br>Estes condicionalismos, bem como o movimento da conformidade são implacáveis na nossa desmotivação. Não fosse o excelente envolvimento que os alunos têm, já me teria tornado conforme.<br><br>Tal como já referi, numa das atividades anteriores, confesso que gostaria de ver incentivos governamentais à implementação de salas do futuro em cada escola, tal como se fez com os laboratórios TIC. Espaço como pretexto para refletir e dinamizar AA, servido de exemplo ao resto da comunidade. Naturalmente com condições de trabalho. Já não pedimos progressão, nem aumentos salariais, mas que pelo menos nos dêem condições de trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-13 01:13:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS / U5 - 5.4. RUBRICAS PARA A AVALIAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS DO SÉCULO XXI</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114436901</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>EXEMPLO A: NÍVEL 5</strong>. Os alunos partilham informação, decidem em conjunto o rumo do trabalho, distribuem tarefas e o resultado final é a complementaridade das suas ações<strong><br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><strong>EXEMPLO B: NÍVEL 2.</strong> Neste nível apenas há a soma das partes, sem que isso tenha resultado de uma reflexão conjunta. Seguem um guião e pesquisam em função dele, entregando a sua parte no final onde outros fazem a soma das partes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-13 01:31:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAULO MATOS: CONCLUSÃO DO CURSO</title>
         <author>pjfmatos</author>
         <link>https://padlet.com/pjfmatos/pjfmatos/wish/114437684</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Terminei. Confesso que pelo adiantado da hora a unidade 5 já foi um pouca à pressa. Espero voltar a olha para os recursos com mais calma. Quero dar os parabéns a toda a equipa pelo excelente MOOC. Já fiz vários e é sem dúvida um exemplo a seguir.</div><div><br>Quero sugerir aos organizadores que aproveitem a onda e organizem um encontro presencial, como todos os formandos e mais alguns, para refletir sobre esta experiência. Mas sobretudo para projetar esta vossa/nossa utopia. Então, até lá...Obrigado por tudo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-13 01:48:37 UTC</pubDate>
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