<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Trabalho de ciências  - Floresta  by João Cunha</title>
      <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8</link>
      <description>Trabalho realizado por : Luís Afonso nº 23, João Cunha nº 20, Igor Sá nº 16, Rodrigo Magalhães nº 25 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-12 13:02:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-13 00:16:00 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-assets.s3.amazonaws.com/icons/Xmastree.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Imagem floresta fagossilva </title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296025266</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta Floresta situa-se na Madeira, é bonita e tem bastante humidade e árvores.<br>E´reconhecida  por bastantes universidades e escolas.<br>Luís Afonso n º 23 </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325710074/323b84ca20952bfa7f2ed1a176ca3f83/image.jpg" />
         <pubDate>2018-10-23 15:45:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296025266</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296027893</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.tsf.pt">https://www.tsf.pt</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-23 15:49:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296027893</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot; Carvalhais estão a desaparecer e Quercus reclama legislação que os proteja&quot;</title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296036762</link>
         <description><![CDATA[<div>" Os carvalhais de folha caduca que já cobriram por completo o norte e centro de Portugal, e algumas serras do sul, “desapareceram quase por completo da nossa paisagem por força da acção humana dos últimos milenios ”, alerta a Quercus. <mark>A solução para atenuar o desaparecimento destes exemplares da floresta autóctone portuguesa passa pela “criação de legislação” para proteger os carvalhais no país</mark>, frisa a Quercus, que, nesse sentido, já solicitou a intervenção dos ministros da Agricultura e do Ambiente e de todos os grupos parlamentares." “Para piorar a situação, já de si má”, prossegue o comunicado da Quercus, “<mark>existe ainda uma pressão sobre os últimos carvalhos e carvalhais, causada principalmente pelos fogos florestais e pelo seu corte de árvores</mark> para lenha na utilização de uso doméstico”.<br>Luís Afonso nº 23 </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325710074/ed1ff30d66ec92f2028e149c1a61e7f6/2016_1119___77_.jpg" />
         <pubDate>2018-10-23 16:02:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296036762</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296037890</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.publico.pt">https://www.publico.pt</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-23 16:04:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296037890</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Floresta laurissilva na Madeira</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296042598</link>
         <description><![CDATA[<div>Trata-se de uma floresta com características, húmida e chegou a ocupar vastas extensões no sul da Europa e da bacia do mediterrâneo, mas que devido às glaciações desapareceram e apenas sobreviveram as das ilhas atlânticas.<br>A laurissilva ocupa uma superfície de 15000 hectares (20% do total da ilha), representando a mais extensa e melhor conservada laurissilva das ilhas atlânticas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/323571811/8b173cbe2ea991afccdc45a257737aeb/rsz200_laurissilva2.jpg" />
         <pubDate>2018-10-23 16:12:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296042598</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296047889</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.unescoportugal.mne.pt/pt/temas/proteger-o-nosso-patrimonio-e-promover-a-criatividade/patrimonio-mundial-em-portugal/floresta-laurissilva-na-madeira">https://www.unescoportugal.mne.pt/pt/temas/proteger-o-nosso-patrimonio-e-promover-a-criatividade/patrimonio-mundial-em-portugal/floresta-laurissilva-na-madeira</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-23 16:21:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296047889</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fórum discute importância das florestas para sustentabilidade do planeta</title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296048249</link>
         <description><![CDATA[<div>Afinal, <mark>qual é a importância das florestas</mark> não só para o equilíbrio fundamental do planeta, mas também <mark>para a sobrevivência das populações humanas</mark>? Estimativas de tendência de perda de florestas feitas nos últimos dez anos revelam risco de extinção das florestas tropicais nos próximos 50 anos, se continuar o ritmo do padrão atual de exploração.<br>Durante duas semanas, os países membros vão debater <mark>a importância das florestas para o bem-estar e garantia da sustentabilidade das próprias populações humana.</mark>A reunião vai avaliar como cada país membro pode implementar tais mudanças e socializar ideias e sugestões em busca de novas iniciativas.<br>Luís Afonso nº 23 </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-23 16:21:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296048249</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Plantas invasoras</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296052303</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitas das plantas que nos rodeiam foram transportadas do seu habitat natural para outro local, e essas são as plantas exóticas, mas há espécies que se desenvolvem muito rapidamente e escapam ao controlo do homem tornando-se nocivas, e estas são as plantas invasoras.<br>Uma planta exótica passa a invasora, quando produz populações reprodutoras numerosas separadas da inicial da inicial, tanto no espaço (mais de 100 metros) como no tempo  (menos de 50 anos para espécies dispersas por semente; mais 6 metros, cada três anos, para espécies com reprodução vegetativa) , independentemente do grau de perturbação do meio e sem a intervenção direta do homem. Frequentemente  a proliferação destas espécies promove alterações ambientais e/ou prejuízos económicos. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-23 16:28:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296052303</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarda uma gestão e conservação da floresta Portuguesa para a Querus </title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296054980</link>
         <description><![CDATA[<div> Apesar de algumas melhorias no sistema de coordenação e combate aos incêndios florestais,<mark> a aposta na prevenção continua a tardar para a gestão e conservação da floresta portuguesa,</mark> considera a Quercus. O ordenamento e gestão da floresta são os elementos base na prevenção dos incêndios. Contudo, é difícil ordenar o que não se conhece.  Outra das prioridades de acordo com a Quercus deve ser dada à integração de medidas de planeamento e ordenamento florestal na revisão dos Planos Municipais de Ordenamento do Território é essencial, devendo ser dada particular atenção à necessidade de conter a dispersão urbanística nos espaços florestais.  <mark>A associação indica que justifica-se a realização de um novo Inventário Florestal Nacional, recorrendo às actuais tecnologias de informação geográfica</mark>, para apresentação de informação detalhada e actualizada sobre as espécies que ocupam o território.<br>Luís Afonso nº 23   </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325710074/19a4ecc169a6578bec9dd37d6006baea/icnf_log.jpg" />
         <pubDate>2018-10-23 16:32:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296054980</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296055437</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.mma.gov.br">http://www.mma.gov.br</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-23 16:33:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296055437</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que caracteriza uma planta invasora?</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296059240</link>
         <description><![CDATA[<div>-Crescimento rápido e/ou grande capacidade de dispersão.<br>-Competem mais eficientemente pelos recursos disponíveis do que as espécies nativas.<br>-No local onde são invasoras, não têm inimigos naturais uma vez que que estão deslocadas do seu local de origem.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-23 16:39:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296059240</guid>
      </item>
      <item>
         <title> </title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296059719</link>
         <description><![CDATA[<div>www.ambientemagazine.com</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-23 16:39:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296059719</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296533977</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.patrimoniocultural.gov.pt">http://www.patrimoniocultural.gov.pt</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-24 16:08:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296533977</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SOBRE A IMPORTÂNCIA DAS FLORESTAS</title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296537143</link>
         <description><![CDATA[<div>Em conjunto com outras associações vegetais, a floresta encerra uma grande biodiversidade e garante o necessário equilíbrio ecológico. Por isso, ela é cada vez mais reconhecida como um espaço de importância fundamental para a manutenção dos valores naturais e para a melhoria da qualidade de vida das populações.As florestas cobrem cerca de 30% da superfície terrestre. É nas florestas e noutros cobertos vegetais que se realiza a fotossíntese da qual depende a vida: produção de oxigénio a partir do dióxido de carbono.Além da indispensável função fotos sintética, as florestas desempenham papéis extremamente relevantes, quer a nível ecológico, quer económico e mesmo social. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-24 16:13:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/296537143</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pela re-humanização das montanhas de Portugal </title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298190610</link>
         <description><![CDATA[<div>"Antes da última glaciação,<mark> Portugal estava coberto por uma floresta sempre-verde </mark>(laurissilva).</div><div>Durante essa glaciação, a descida drástica da temperatura <mark>fez desaparecer quase por completo essa laurissilva</mark>, tendo sido substituída por uma cobertura florestal semelhante à actual taiga. Após o período glaciar, a temperatura voltou a subir, ficando o país com um clima temperado, como o actual. <mark>Assim, a floresta glaciar foi substituída por florestas mistas</mark> (fagossilva) de árvores sempre-verdes (algumas delas relíquias da laurissilva) e outras caducifólias, transformando o país num imenso carvalhal caducifólio (alvarinho e negral) a norte, marcescente (cerquinho) no centro e perenifólio (azinheira e sobreiro) para sul, com uma faixa litoral de floresta dominada pelo pinheiro manso e os cumes das montanhas mais frias com o pinheiro-da-casquinha (relíquia glaciárica).<br>Luís Afonso n º 23 </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325710074/318857c6d1575bb88eedc7c7e7e7d131/is.jpg" />
         <pubDate>2018-10-29 18:09:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298190610</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Carvalhal</title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298197544</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>O carvalhal, onde predomina o carvalho e árvores afins (pertencentes ao género </mark><em><mark>Quercus</mark></em><mark>), tem sido grandemente afectado nos últimos 100 anos. Os seus problemas resultaram dos fogos e do aumento populacional</mark>, mas também do corte sistemático para a construção de traves para os carris do caminhos-de-ferro. </div><div>Apesar disso, os carvalhais ainda são uma parte importante da floresta portuguesa, com várias espécies, dependendo do clima (variações de temperatura e disponibilidade hídrica), tipo de solo e altitude.As manchas mais importantes de carvalhal encontram-se a norte do Douro, principalmente em Trás-os-Montes e serras da Peneda, Amarela e Gerês. A sul apenas existe uma mancha importante na serra de S. Mamede.Um carvalho pode viver entre 500 a 1000 anos. Os silvicultores cultivam o carvalho durante 250 anos para vender a sua madeira. Não é muito rentável manter uma árvore adulta durante demasiado tempo uma vez que a sua produção de madeira irá diminuir.<br>Luís Afonso n º 23 </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-29 18:20:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298197544</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298199341</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.simbiotica.org">http://www.simbiotica.org</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-29 18:22:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298199341</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298200926</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.patrimoniocultural.gov.pt">http://www.patrimoniocultural.gov.pt</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-29 18:25:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298200926</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A floresta portuguesa</title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298201973</link>
         <description><![CDATA[<div>A SPEA tem trabalhado continuamente na protecção e valorização das florestas, das suas aves e demais biodiversidade. O trabalho desenvolvido nos Açores na protecção e recuperação da floresta autóctone (projecto LIFE Priolo, Centro Ambiental do Priolo e projecto LIFE Laurissilva Sustentável) é o exemplo máximo da acção da SPEA.<br>Mais de metade da floresta original do nosso planeta já foi destruída. As causas são diversas, mas destacam-se as que se devem a acções directas do Homem como os incêndios, a desflorestação para plantações e construção de cidades, as pragas e doenças e também a introdução de espécies provenientes de diferentes habitats, as chamadas espécies invasoras. A poluição atmosférica e as alterações climáticas têm também impacto no desaparecimento das florestas, causando secas, e contribuindo para o aumento dos incêndios. Os cenários futuros não são animadores e prevê-se que simultaneamente aos períodos de seca e aumento das temperaturas, haja um aumento das tempestades e períodos de chuva intensa.<br>Luís Afonso nº 23 </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325710074/af9cd5b36084c0a6a53a3529b060d099/floresta_portuguesa_3.jpg" />
         <pubDate>2018-10-29 18:26:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298201973</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298202874</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.spea.pt">http://www.spea.pt</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-29 18:28:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298202874</guid>
      </item>
      <item>
         <title>12 medidas de política florestal para Portugal</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298653046</link>
         <description><![CDATA[<div>Face aos mais recentes acontecimentos, ocorridos no distrito de Leiria, com a perda de vidas humanas, mas também ao histórico dos incêndios rurais em Portugal, ao longo das últimas décadas, a QUERCUS e a ACRÉSCIMO consideram que urge aplicar um conjunto de medidas de carater prioritário.</div><div> </div><div>Os recursos da floresta e dos sistemas naturais associados devem ser geridos de modo sustentável para responderem às necessidades das gerações presentes e futuras, num quadro de desenvolvimento rural integrado.</div><div> </div><div>Sem prejuízo do regime jurídico da propriedade, a exploração, conservação, reconversão e expansão da floresta são de interesse público, cabendo a todos os cidadãos a responsabilidade de conservar este património e o proteger.</div><div> </div><div>Os cidadãos devem participar no estabelecimento dos objetivos da política de desenvolvimento florestal, no respeito pelos valores económicos, sociais, ambientais e culturais da floresta e sistemas naturais associados</div><div> </div><div>A QUERCUS e a ACRÉSCIMO consideram que o problema dos fogos florestais em Portugal persiste por não ter havido ainda vontade política por parte dos sucessivos governos em implementar ações práticas e eficazes e cuja necessidade é consensual na sociedade portuguesa.</div><div> </div><div> </div><div>Assim, a QUERCUS e a ACRÉSCIMO, enquanto organizações cívicas, requerem ao Poder Politico a concretização, com carater de urgência, de 12 medidas simples que visam:</div><div> </div><div>1 – Obrigatoriedade de plantação de folhosas de baixa combustibilidade ao longo da rede viária municipal e nacional, numa faixa de 20 metros para cada lado a contar da berma da estrada, extensível a 50 metros no caso de autoestradas, itinerários principais e vias rápidas.<br><br></div><div> 2 – Atribuição de responsabilidades cíveis e criminais a quem não cumpra e a quem não faça cumprir a legislação de Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI).</div><div> </div><div>3 – Proibição total de novas áreas com plantações de espécies de rápido crescimento, em particular de eucalipto.</div><div> </div><div>4 – Dotar as manchas de folhosas autóctones de baixa combustibilidade e a vegetação ribeirinha de proteção legal, com proibição do seu corte.</div><div> </div><div>5 – Obrigatoriedade de licenciamento (autorização prévia) para todas as arborizações e rearborizações, com parecer vinculativo emitido pela respetiva autarquia, tornando obrigatório que 20 % da área seja ocupado com folhosas.<br><br></div><div> 6 – Definição em sede de Plano Diretor Municipal (PDM), à escala 1/25.000, das atividades florestais e espécies permitidas em cada local, sem prejuízo do descrito nos números anteriores.</div><div> </div><div>7 – Obrigatoriedade do “Emparcelamento Florestal”, promovido pela Administração Central, em freguesias com propriedade rústicas com área média inferior a 10 hectares em mais de 25% do seu território. O emparcelamento poderá ser acompanhado de incentivos à instalação de outras culturas florestais, para madeira ou fruto, que não o eucalipto.<br><br>8 - Ampliar o património florestal público no interior de áreas protegidas e classificadas, através de compras e/ou expropriações, em locais relevantes para garantir a segurança de pessoas e bens e naqueles locais com ecossistemas florestais de relevância para a conservação da biodiversidade.</div><div><br></div><div>9 - Responsabilizar criminalmente quem venha a desenvolver ações de (re)arborização sem licenciamento, em especial no caso de as mesmas integrarem espécies de rápido crescimento;</div><div> </div><div>10 – Criação de um sistema de rastreio à comercialização de materiais de reprodução florestal (sementes, partes de plantas e plantas), que permita uma eficiente fiscalização quanto ao seu destino final, combatendo a sua utilização em (re)arborizações ilegais.</div><div> </div><div><br></div><div>11 – Condicionar, no prazo de um ano, todas as unidades fabris de primeira transformação de produtos lenhosos, nas licenças em vigor e em novos licenciamentos, à obrigatoriedade de disporem de áreas próprias ou contratualizadas que satisfaçam, pelo menos, 25 % das suas necessidades anuais de abastecimento;</div><div> </div><div>12 – Recativar o Instituto de Produtos Florestais, enquanto instrumento sectorial de regulação económica.<br><br></div><div> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-30 17:36:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298653046</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298660019</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.quercus.pt/comunicados/2017/junho/5312-quercus-e-acrescimo-propoem-12-medidas-de-politica-florestal-para-portugal-e-consideram-que-a-solucao-para-o-problema-dos-incendios-em-portugal-passa-obrigatoriamente-pela-sua-implementacao<br> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-30 17:45:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298660019</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Floresta e sua Importância</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298666649</link>
         <description><![CDATA[<div><em>A Importância ecológica</em>: A importância ecológica da floresta é enorme. Já se explanou, no tema da biodiversidade, o enorme valor que as florestas tropicais possuem na conservação da biodiversidade do planeta. Porém isto não é certo apenas para as florestas tropicais. Pensemos que nas florestas, de quaisquer tipo, existe uma infinidade de formas de vida maravilhosamente adaptadas à vida florestal, sendo que, se estas florestas desaparecerem, também desaparecerão estes organismos.<br><br></div><div>A floresta, além disso, não apenas protege o solo, mas o incrementa. Efetivamente, os ecossistemas florestais potencializam e aumentam as camadas do solo, já que no primeiro estrato edáfico forma-se uma importante quantidade de húmus, fruto da serrapilheira e da acumulação de materiais caídos das árvores e restos de vegetação. Este estrato, rico em matéria orgânica, é fundamental para os organismos do solo, para a reciclagem de nutrientes e para a própria vida das plantas da floresta. Além disso, retém muita água e a libera pouco a pouco, o que faz com que a floresta regularize o escoamento superficial derivado de fortes chuvas, controlando possíveis inundações. Este papel é muito evidente nas florestas e na vegetação ribeirinha, atuando como verdadeiras esponjas quando das enchentes dos rios. Por outro lado, as raízes das árvores e restos de plantas da floresta retêm a terra, contribuindo assim para evitar a erosão do solo.</div><div>É interessante considerar a importância da floresta nestes aspectos, frente aos possíveis efeitos negativos de algumas obras. Por exemplo, uma estrada mal projetada pode ser perigosa diante da erosão e degradação de seus taludes, caso não exista vegetação que os proteja. Da mesma forma, as represas que armazenam a água de uma bacia hidrográfica desmatada correm o perigo de uma rápida acumulação de sedimentos transportados pelas águas, sedimentos que ficariam retidos em grande parte se as florestas não tivessem desaparecido.<br><br></div><div>Outra importante função ecológica das florestas é a purificação do ar poluído. O processo de fotossíntese faz com que as plantas da floresta absorvam dióxido de carbono da atmosfera, ao mesmo tempo que liberam oxigênio. Quiçá as florestas estejam ajudando a compensar ou frear a crescente contaminação por dióxido de carbono, que parece estar tendo um papel de destaque na evolução climática do planeta, ao mesmo tempo que compensam com a produção de oxigênio a diminuição deste gás, provocada pela sociedade industrial moderna. Também cumprem um papel importante na fixação da poeira, que ocorre na enorme superfície foliar das florestas; posteriormente as folhas se livram desta poeira através da ação da água da chuva.<br><br></div><div>Finalmente, outro interessante aspecto das florestas, como protetoras do meio atmosférico, é a grande capacidade que possuem de amortecer os ruídos, ou seja, de reduzir a poluição sonora.<br><br></div><div>Também é importante, ao menos em escala humana, a função da floresta como lugar de descontração e recreio das pessoas, assim como ponto ideal para realização de campanhas de educação ambiental. Ambas as funções, especialmente a primeira, requerem a plena conscientização das pessoas sobre a fragilidade destes ecossistemas, assim como um plano de ordenamento do território florestal e controle das explorações florestais que permitam conjugar a exploração com a função social das florestas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-30 17:55:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298666649</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298667849</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.cenedcursos.com.br/meio-ambiente/a-floresta-e-sua-importancia/">http://www.cenedcursos.com.br/meio-ambiente/a-floresta-e-sua-importancia/</a> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-30 17:57:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/298667849</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desflorestação</title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/299801400</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A desflorestação é a destruição intensiva dos habitats florestais. Esta, tem vindo a aumentar cada vez mais pelo que põe em risco a sua biodiversidade.<br>As florestas têm uma importante função na regulação do clima. As árvores e a restante cobertura vegetal, ao absorverem CO2 da atmosfera, contribuindo assim para a diminuição do aquecimento global. Pelo menos metade da biodiversidade terrestre encontra-se nas florestas.<br><br>A desflorestação tem atingido todos os tipos de florestas sendo as tropicais as mais afetadas. Cerca de metade das florestas existentes no mundo foram destruídas. O ser humano torna-se assim o principal causador da extinção de muitas espécies, visto que tem grande responsabilidade pela desflorestação.<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-02 14:23:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/299801400</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Causas da desflorestação </title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/299809664</link>
         <description><![CDATA[<div>A desflorestação tem múltiplas causas, de ordem económica, sócio-política, demográfica e ambiental. Porém, é o Homem quem mais contribui para este fenómeno devastador.<br>Antigamente, a desflorestação foi principalmente devida ao abate de árvores para construção naval e aquecimento. Actualmente, é principalmente devida aos incêndios, chuvas ácidas e o abate de árvores para construção civil e enchimento de albufeiras de barragens.<br>Porém, a desflorestação também está associada a outras causas:<br><br>1. Exploração de minas, de pedreiras e de petróleo;<br>2. Causas Naturais (Incêndios, doenças, ciclones);<br>3. Poluição;<br>4. Crescimento turístico;<br>5. Crescimento económico;<br>6. Expansão agrícola e pecuária;<br>7. A extracção de madeiras.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-02 14:37:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/299809664</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Laurissilva dos Açores</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/301114924</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos Açores existem cerca de 1000 espécies de Plantas Vasculares, das quais 300 são autóctones, sendo 73 endémicas , isto é, únicas no Mundo, sendo que esta biodiverdidade é a maior de todas as regiões da Europa. A floresta natural dos Açores – a Laurissilva - é considerada um fóssil vivo da idade do gelo, uma vez que na última glaciação do globo apenas na região biogeográfica da Macaronésia (arquipélagos dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde) foi possível mantê-la preservada do frio pela ação termo reguladora do oceano Atlântico. Laurissilva é um termo com origem no latim que significa Floresta de Louros- (laurus – louro; silva - floresta).</div><div>A floresta Laurissilva pode ser dividida em quatro tipos básicos, assumindo vários aspetos e estruturas conforme a altitude e exposição, sendo que a composição em espécies é muito variada. Assim, temos:<br>-A floresta de baixa altitude ou costeira, dominado pela Faia (Myrica faya) e Pau-branco (Picconia azorica), por vezes com Louro (Laurus azorica), constituídos por bosques altos de estrutura aberta (Laurissilva mésica); <br>-A floresta de média altitude, abaixo dos 500m, dominada pelo Louro (Laurus azorica) e Pau-branco (Picconia azorica) nas zonas baixas e Sanguinho (Frangula azorica) em altitude, possuindo grande nível de biodiversidade estrutural e florística (Laurissilva húmida);<br>-A floresta de altitude (acima do teto de nuvens), dominada pelo Azevinho (Ilex perado ssp. azorica), o Louro (Laurus azorica) e o Cedro-do-mato (Juniperus brevifolia), constituídos por floresta nanificada (de pequeno porte) pela disponibilidade de nutrientes e pelo vento (Laurissilva híper-húmida);<br>-Os bosques de cedro em planaltos ou encostas muito expostas com precipitação abundante e encharcamento permanente.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-06 17:28:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/301114924</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/301116290</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.tribunadasilhas.pt/index.php/opiniao/item/4604-a-laurissilva-dos-a%C3%A7ores">http://www.tribunadasilhas.pt/index.php/opiniao/item/4604-a-laurissilva-dos-a%C3%A7ores</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-06 17:30:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/301116290</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/302161139</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://ifcn.madeira.gov.pt/areas-protegidas/parque-natural-da-madeira/laurissilva-da-madeira.html">https://ifcn.madeira.gov.pt/areas-protegidas/parque-natural-da-madeira/laurissilva-da-madeira.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-08 16:23:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/302161139</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Importância dos Carvalhais</title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/302164178</link>
         <description><![CDATA[<div>As florestas de carvalho constituem um património natural de grande valor providenciando importantes funções ambientais, ecológicas e socio-económicas. São uma fonte de recursos lenhosos e não-lenhosos, cumprem diversas funções ecológicas relacionadas com a protecção do meio ambiente e a conservação da biodiversidade, e desempenham uma importante função paisagística e recreativa. Os carvalhais são importantes na regulação e mitigação climática bem como no sequestro de carbono da atmosfera contribuindo para a redução do ‘efeito de estufa’. São formadores de um bom húmus, promovendo a conservação do solo e da água. O carvalhal age também de forma positiva ao nível dos ciclos biogeoquímicos promovendo a qualidade da água.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-08 16:28:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/302164178</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/302166387</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.agronegocios.eu/noticias/gestao-sustentada-e-valorizacao-das-florestas-de-carvalho/">http://www.agronegocios.eu/noticias/gestao-sustentada-e-valorizacao-das-florestas-de-carvalho/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-08 16:31:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/302166387</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FLORESTA DA LAURISSILVA – PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE</title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303274002</link>
         <description><![CDATA[<div>Laurissilva é <mark>o nome dado a um tipo de floresta húmida subtropical, </mark>composta maioritariamente por árvores da família das lauráceas e endémico da Macaronésia - região formada pelos arquipélagos da Madeira, Açores, Canárias e Cabo Verde. <mark>Possui maior expressão nas terras altas da ilha da Madeira, onde se encontra a sua maior e mais bem conservada mancha</mark>, tendo sido considerada, em 1999, pela UNESCO como Património da Humanidade, ocupando aí uma área de cerca de 15.000 hectares.<br>Uma das melhores formas de ficar a conhecer esta fantástica herança ambiental é caminhando nas veredas e levadas que cruzam esta mancha verde e que permite um contacto direto com as espécies endémicas da flora e fauna da Madeira.A Laurissilva remonta aos períodos Miocénico e Pliocénico da Época Terciária, há 20 milhões de anos. Nessa altura a floresta ocupava toda a área da agora bacia do Mediterrâneo, Sul da Europa e Norte de África. Em consequência das alterações climáticas determinadas pela formação do Mediterrâneo, esta floresta acabou por ter como último refúgio as regiões insulares, onde, devido à menor flutuação climática proporcionada pelo efeito amenizador do Oceano Atlântico, conseguiu sobreviver e até mesmo prosperar.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325710074/c4c197c826e7c52d78008c033ad379f8/RabacalFlorestaLaurissilva_Turismo_da_Madeira.jpg" />
         <pubDate>2018-11-12 14:36:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303274002</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303276006</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.visitmadeira.pt">http://www.visitmadeira.pt</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-12 14:39:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303276006</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores de ameaça e Medidas de conservação</title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303280694</link>
         <description><![CDATA[<div>Os principais fatores de ameaça identificados estão relacionados com:<br><br></div><ul><li>a destruição, degradação e fragmentação dos <em>habitats</em> naturais;</li><li>a perseguição humana; e</li><li>doenças ou invasão do território por Espécies Não Indígenas (exóticas).</li></ul><div> </div><div>Com vista à recuperação das populações de espécies classificadas como ameaçadas, é sugerido um conjunto de medidas de conservação que passa essencialmente pela recuperação dos seus <em>habitats</em>. No caso dos grupos terrestres, podemos citar como exemplos:<br><br></div><ul><li>manutenção de técnicas agrícolas tradicionais;</li><li>controlo da expansão das áreas de regadio e das zonas florestais com espécies de crescimento rápido;</li><li>controlo das espécies invasoras não indígenas;</li><li>reabilitação das áreas florestais autóctones e prevenção dos incêndios florestais.</li></ul><div> </div><div>No que respeita às espécies aquáticas pode realçar-se:<br><br></div><ul><li>o controlo da poluição;</li><li>o restabelecimento do regime hidrológico natural e da continuidade longitudinal dos rios; e ainda</li><li>a conservação de outras zonas húmidas, como charcos, lagoas, pauis e galerias ripícolas.</li></ul><div> </div><div>Com vista a assegurar a gestão sustentável das espécies torna-se também importante a fiscalização das atividades de exploração da fauna selvagem, designadamente, a caça e a pesca.<br>Evidenciaram-se algumas das lacunas de conhecimento que existem em Portugal no domínio da conservação da natureza e da biodiversidade. Ficou patente a inexistência de informação sobre a tendência populacional de uma boa parte das espécies avaliadas, bem como de estudos de base relacionados com a distribuição geográfica e a taxonomia de algumas das Entidades consideradas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-12 14:46:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303280694</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Floresta Laurissilva</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303911776</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A classificação da UNESCO em 1999 e o reconhecimento da Floresta Laurissilva como Património Natural da Humanidade, vem premiar uma das maiores riquezas da Região Autónoma da Madeira.</div><div>Ocupando uma área global de quase 15 mil hectares, a Floresta Laurissilva tem a sua grande mancha no município do Porto Moniz, representando cerca de 67% do total da mesma.</div><div>Atualmente a Laurissilva ocupa cerca de 22% da superfície da Madeira, podendo ser encontrada sobretudo nas vertentes viradas a Norte, onde a altitude, as caraterísticas orográficas e as temperaturas mais baixas, os níveis mais altos de humidade são favoráveis ao seu desenvolvimento.</div><div>A sua importância esta relacionada não só com o facto de ser um património natural raro, mas também porque a Laurissilva está intimamente associada aos recursos hídricos do local onde se insere, pois permite grande captação e infiltração das águas, sendo um importante recurso e suporte para as espécies endémicas (fauna e flora) que lhe estão associadas.</div><div>Por tudo isto, o valor da Laurissilva foi facilmente reconhecido, tendo sido classificada como:</div><ul><li>Reserva Biogenética do Conselho da Europa em 1992;</li><li>Habitat Prioritário ao abrigo da Directiva Habitats;</li><li>Sítio da Rede Natura 2000;</li><li>Zona de Protecção Especial no âmbito da Directiva Aves Selvagens;</li><li>Incluída na lista da UNESCO referente ao Património Mundial Natural.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-13 17:48:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303911776</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projecto de Conservação da Floresta Laurissilva nos Açores já permitiu plantar 50.000 espécies desde 2010</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303914044</link>
         <description><![CDATA[<div>O projecto Life Laurissilva Sustentável, para conservar e recuperar os habitats naturais de floresta de laurissilva e de turfeiras de altitude no nordeste de S. Miguel, Açores, já permitiu plantar 50.000 plantas endémicas, desde Outubro de 2010.</div><div>"Tivemos uma boa recuperação", sustentou Filipe Figueiredo, responsável pelos viveiros do projecto Life Laurissilva Sustentável e técnico da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), em declarações à Lusa à margem de uma ação de plantação de endémicas, com a ajuda de voluntários.</div><div>O projecto, para a conservação da floresta de laurissilva na Serra da Tronqueira e das Turfeiras do Planalto dos Graminhais, em S.Miguel, resulta de uma parceria da SPEA com a secretaria regional do Ambiente e do Mar e da Câmara Municipal da Povoação, financiado pelo programa Life+ da União Europeia.</div><div>Esta zona da ilha é a única parte do mundo onde vive o priolo, uma pequena ave que se encontra em risco de extinção.</div><div>Filipe Figueiredo adiantou que "desde Outubro de 2010 já foram plantadas 50.000 plantas endémicas dos Açores em várias áreas na zona de protecção especial do Pico da Vara/Ribeira do Guilherme".</div><div>Essa operação de reflorestação foi possível "depois de retiradas plantas invasoras como a Conteira, mas essencialmente Incenso", explicou o técnico da SPEA.</div><div>Segundo Filipe Figueiredo, "o Incenso chega a atingir 10 metros de altura, e à sua volta não deixa crescer muitas plantas", daí que aquela espécie invasora "tem que ser retirada", tendo em vista o processo de recuperação do local.</div><div>"No ano passado, uma acção de voluntariado permitiu retirar da zona do Labaçal (início da estrada da Tronqueira) entre 100 a 200 Incensos, permitindo posteriormente a plantação, num ano, de cerca de 30.000 plantas endémicas no local", indicou o técnico da SPEA.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-13 17:51:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303914044</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303918635</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.dnoticias.pt/hemeroteca/288884-projecto-de-conservacao-da-floresta-laurissilva-nos-acores-ja-permitiu-plant-MADN288884#">https://www.dnoticias.pt/hemeroteca/288884-projecto-de-conservacao-da-floresta-laurissilva-nos-acores-ja-permitiu-plant-MADN288884#</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-13 17:56:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/303918635</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305388780</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://abatedearvores2010.blogspot.com/2010/05/desflorestacao-tem-multiplas-causas-de.html">http://abatedearvores2010.blogspot.com/2010/05/desflorestacao-tem-multiplas-causas-de.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-16 18:16:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305388780</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os incêndios florestais</title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305395103</link>
         <description><![CDATA[<div>Os incêndios florestais constituem um dos principais obstáculos à sustentabilidade da floresta e dos ecossistemas que lhe estão associados, provocando a sua degradação, bem como o desequilíbrio no prover de bens e serviços, quer de natureza económica e social, quer de natureza ambiental.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://sinal.tv/anexos/noticias/noticia1430816788.jpg" />
         <pubDate>2018-11-16 18:29:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305395103</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Principais consequências dos incêndios florestais</title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305397428</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A ocorrência de um incêndio tem uma série de efeitos quer na área ardida, quer em áreas adjacentes. O grau dos efeitos depende, em particular, da intensidade do incêndio, o qual, por sua vez, depende da tríada composta pelas condições meteorológicas, o combustível e a topografia.</div><div><a href="https://dica.madeira.gov.pt/images/DICA/2015/127/impactos_incendios6.jpg"><br></a>Contudo, os impactos e as consequências dos incêndios poderão ser muito maiores e mais graves do que normalmente se refere no calor do mesmo, repercutindo-se, em maior ou menor grau, em todo o ecossistema afetado.<br><br>Deste modo, tentarei apresentar os impactos mais visíveis:<br><br>1 - <strong>Emissões de CO2.<br><br></strong>2 - Destruição de bens materiais.<br><br>3 - Perda de solo.<br><br>4 - Morte de plantas.<br><br>5 - Quebra de receitas para o turismo e economia.<br><br>6 - Perda de material lenhoso.<br><br>7 - <strong>Perigo de aluviões e enxurradas.<br><br>8 - Perda de biodiversidade.<br><br>9 - Surgimento de espécies invasoras.<br><br>10 - Depreciação cénica na paisage</strong>m.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-16 18:33:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305397428</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305404318</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/florestas/1154-os-impactos-e-consequencias-dos-incendios-florestais">https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/florestas/1154-os-impactos-e-consequencias-dos-incendios-florestais</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-16 18:47:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305404318</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305404630</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://rea.apambiente.pt/content/inc%C3%AAndios-florestais">https://rea.apambiente.pt/content/incêndios-florestais</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-16 18:48:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305404630</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sobre os carvalhais</title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305421270</link>
         <description><![CDATA[<div>Os carvalhais constituem as formações florestais naturais das regiões norte e centro de Portugal pelo que desempenham uma função única na conservação da fauna e flora, incluindo espécies raras e ameaçadas. Criam o habitat natural para a vida selvagem, providenciando alimento e abrigo para muitas espécies. Os carvalhais podem também fornecer diversas espécies de cogumelos comestíveis com interessante valor culinário e comercial. O carvalho produz uma madeira nobre, de grande qualidade, muito valorizada pela sua beleza, boas propriedades mecânicas e durabilidade natural, podendo ter variadas aplicações. Devido à sua menor combustibilidade, os carvalhais reduzem a propagação dos fogos florestais, possuindo assim uma importante função preventiva o que é importante em ambiente mediterrânico. Adicionalmente, são relevantes na conservação da paisagem natural, com um importante valor cultural e recreativo. O carvalho possui um grande significado histórico e cultural que caracteriza muitas das nossas regiões. Um carvalhal pode desempenhar todas estas funções de forma simultânea, tornando-se num tipo de floresta de grande interesse. Pela sua importância e múltipla funcionalidade, uma gestão florestal apropriada e valorização são essenciais de modo a permitirem um adequado rendimento e providenciar um desenvolvimento florestal sustentado.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-16 19:19:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305421270</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305422444</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.agronegocios.eu/noticias/gestao-sustentada-e-valorizacao-das-florestas-de-carvalho/">http://www.agronegocios.eu/noticias/gestao-sustentada-e-valorizacao-das-florestas-de-carvalho/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-16 19:21:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305422444</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo da Silveira, presidente da Celpa e CEO da Navigator, saiu do silêncio para “dar voz” aos 400 mil proprietários florestais e defender o eucalipto, recorrendo a factos subscritos por mais de 50 académicos que assinaram um manifesto contra a existência de um “bode expiatório” na floresta. Diogo da Silveira defende o papel da espécie no sequestro do carbono, na sustentação das economias rurais e diz que se a produção de madeira for travada, quem sofrerá mais são os produtores. Porque a indústria sobrevive com importações mais caras e já está até a investir em novas plantações em Espanha. Depois de um longo silêncio, a indústria de pasta e papel deixou de jogar à defesa e veio a público defender o eucalipto. O que explica a vossa mudança de estratégia? Nós vimos primeiro defender a floresta, tentando partilhar factos, elementos, números. Que nos parecem muito necessários porque no debate que observamos ouvimos muitas convicções, muitas opiniões, mas poucos factos. Temos sido desafiados por muitos outros players do mundo florestal, desde produtores florestais a pessoas do mundo académico, que nos têm dito que deveríamos participar mais no debate, partilhar o nosso conhecimento. Sentimos que, face às evoluções mais recentes, tornou-se incontornável dar voz aos cerca de 400 mil produtores florestais que há em Portugal que não têm sido ouvidos.Quem critica o eucalipto também alega ter factos em favor das suas argumentações. Não conheço esses factos, mas posso partilhar alguns muito simples: um dos temas que têm sido muito comentado é o papel do eucalipto nos incêndios. Não sei se está claro para todos que da área ardida em Portugal nos últimos anos, segundo o ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas), 80% não é eucalipto. Importante é centrarmo-nos nos 80% e não nos 20%. Mais de 80% do que ardeu nos últimos 15 anos em Portugal não é eucalipto. O que vos preocupa mais: uma certa hostilidade da opinião pública ou medidas políticas concretas que o Governo tem tomado em relação ao eucalipto? O que nos preocupa é que sejam tomadas decisões sem o conhecimento adequado. É preciso construir em cima dos factos. Portugal é o único país da União Europeia em que a superfície florestal se reduziu nos últimos anos. Não é isso que desejamos. Todos os que participam no debate e podem tomar decisões devem ter os factos em conta. No mês passado saiu o novo relatório sobre as Alterações Climáticas que diz duas coisas importantes: para conseguir o objectivo de as combater, tem de se reduzir em 50% as emissões de CO2 em 11 anos. Além disso, deve haver 25% de mais floresta no mundo, isto é, mil milhões de hectares. Em Portugal estamos a reduzir. A floresta em Portugal deveria contribuir para o Acordo de Paris.</title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305920340</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-19 14:08:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305920340</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305923858</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.publico.pt/2018/11/19/economia/entrevista/ideologia-contaminado-debate-floresta-1851550">https://www.publico.pt/2018/11/19/economia/entrevista/ideologia-contaminado-debate-floresta-1851550</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-19 14:14:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305923858</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Não é floresta laurissilva mas espécies infestantes que têm estado a arder</title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305926202</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamas a rodear casario não era algo que se visse na Madeira. As casas foram tomando a encosta. Os terrenos incultos foram ganhando espaço entre as casas. E o vento, em vez de se virar para cima, como era costume, agora virou-se para baixo, como já tinha feito em 2012 e em 2013.</div><div>M</div><div><br></div><div>Não é “a floresta” que está a arder. “A floresta”, na Madeira, é a laurissilva, húmida, subtropical, classificada pela UNESCO como Património da Humanidade. Essa concentra-se na costa Norte, dos 300 aos 1300 metros de altitude, e é resiliente. Na costa sul, onde lavram incêndios há vários dias, é rara e só ocorre entre os 700 e os 1600 metros. Entre os 400 e os 800 metros há espécies infestantes ou exóticas, isto é, acácias, eucaliptos, pinheiros bravos, canavieiras, silvas e outros matos, que crescem de forma espontânea e que ardem com uma grande facilidade.</div><div>PUB</div><div><br></div><div>“Perdemos perto de um hectare de urzal”, afirma o director regional de Florestas da Madeira, Miguel Sequeira, esta quarta-feira num curto telefonema. “Na sucessão ecológica, o urzal é a formação arbustiva que antecede a floresta”, explica. As chamas conseguiram passar do Sul para Norte da ilha. Deflagrou um incêndio na Calheta e abriu caminho. “Conseguimos contê-lo antes de chegar ao Vale do Rabaçal”, afiança.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-19 14:19:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/305926202</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Floresta diversificada resiste melhor a fogos e secas</title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306070015</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma floresta diversificada é menos afetada por incêndios e também reage melhor a períodos de seca, indica um estudo publicado na revista Nature.<br><br></div><div>Investigadores liderados pelo biólogo William Anderegg, da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, concluíram que uma floresta com uma grande variedade de árvores e de características diversas relacionadas com o fluxo da água sofre menos com os períodos de seca.<br>Os resultados da pesquisa aprofundam investigações já feitas nesta matéria e, diz-se no estudo, podem ser úteis para os gestores florestais e para quem tem de reconstruir florestas após grandes incêndios.<br><br></div><div>De acordo com Anderegg, a diversidade na forma como a água é usada pela floresta é um fator predominante sobre como essa floresta reage a períodos de seca.<br><br></div><div>As características hidráulicas de uma árvore são a forma como essa árvore move a água por todo o organismo, o que fará que tenha, por exemplo, níveis diferentes de reagir e suportar uma seca até todo o sistema colapsar. O estudo agora divulgado analisou não o indivíduo, mas todo o ecossistema.<br><br></div><div>Anderegg e os restantes investigadores, incluído responsáveis das universidades de Stanford, Princeton e Califórnia, analisaram dados de 40 zonas florestais de todo o mundo aos quais juntaram dados já analisados e informação recolhida por satélite, todos coincidentes na ideia de que as secas não têm o mesmo efeito numa floresta hidraulicamente diversa do que numa com árvores do mesmo tipo.<br><br></div><div>A diversidade, explica Anderegg no artigo, leva a que se multipliquem os tipos de árvores, de madeira mais ou menos tolerante à seca, de raízes a diferentes profundidades e com diversas fontes de água.<br><br></div><div>“Mais diversidade numa paisagem vai ajudar a floresta a ser mais resistente ao fogo”, diz também Anderegg, acrescentando que as mesmas condições climatéricas que levam às secas também estão na origem de muitos incêndios.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-19 18:52:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306070015</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Arrábida terá projeto com agentes para limpeza, vigilância e intervenção em caso de incêndio</title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306072951</link>
         <description><![CDATA[<div>O Parque Natural da Arrábida tem um projeto piloto que integra uma equipa de agentes florestais para ajudar na limpeza da área e reforçar a vigilância e primeira intervenção em caso de incêndio, disse esta sexta-feira a sua responsável. “Temos um projeto piloto de renaturalização de espaços e de silvicultura preventiva que estamos a ultimar com os municípios e a Secretaria de Estado [da Conservação da Natureza] para ser lançado ainda durante este ano”, avançou esta sexta-feira à agência Lusa a diretora do Parque, Maria de Jesus Fernandes.<br><br></div><div>Através daquele projeto, o Parque terá “novas ferramentas” que ajudarão na gestão de alguns espaços. Trata-se de “uma equipa do CNAF [Corpo Nacional de Agentes Florestais], de operacionais que possam intervir”, quer ajudando a limpar, e até na gestão de “alguns bosquetes de azinheiras e outras espécies relevantes, durante o inverno, mas também na limpeza dos aceiros e dos caminhos”, explicou a responsável.<br>Durante o verão, aquele grupo vai ser “mais uma equipa de reforço na vigilância e na primeira intervenção em fogos florestais”, apontou, recordando que, na Arrábida não há, por enquanto, uma equipa de sapadores florestais. O Parque Natural da Arrábida, que integra a área marinha protegida Professor Luiz Saldanha, foi o local escolhido para assinalar o Dia Nacional da Conservação da Natureza, comemorado no sábado. A data da sua criação, através da publicação de um diploma, em 1976, coincide com aquela efeméride.<br><br></div><div>Este ano a opção para as ações de aniversário, foi ir para o Cabo Espichel, já que as praias, a zona central da serra da Arrábida, têm muita gente e atividade no fim de semana e aquela estrutura “tem um encanto muito particular também”, segundo Maria de Jesus Fernandes.<br><br></div><div>Será realizado um percurso interpretativo chamando a atenção para os valores naturais e a apresentação de um livro digital que, em mais de 100 páginas, junta depoimentos de diferentes pessoas que foram importantes na vida do parque natural, como antigos presidentes do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), sobre o passado, mas também acerca das perspetivas de futuro para a Arrábida.<br><br></div><div>Os visitantes deste parque, que se estende pelos municípios de Setúbal, Sesimbra e Palmela, procuram principalmente o contacto direto com a natureza e desfrutar da paisagem. Alguns grupos também procuram observar espécies de flora ou fauna, ou a floresta mediterrânica característica.<br><br></div><div>Devido ao enorme afluxo de automóveis àquelas praias, a Câmara Municipal de Setúbal, através de um protocolo com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), instalou um método de controlo, não do acesso de pessoas, mas do estacionamento e do acesso de viaturas a determinadas zonas.<br><br></div><div>Ainda acerca da proteção do parque contra os fogos florestais, Maria de Jesus Fernandes realçou o diálogo permanente entre as três autarquias, sendo a prevenção uma preocupação constante, desde os projetos de abertura e arranjo de caminhos florestais, que possam facilitar o acesso e combate em situações de incêndio, aos projetos de vigilância.<br><br></div><div>A responsável apontou a importância da revisão da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza, para vigorar até 2030, publicada no início de maio. “A política de conservação da natureza não é apenas uma responsabilidade do ICNF e não deve ser apenas obtida através do nosso papel nas áreas protegidas, e mesmo nas áreas classificadas, tem de ser uma política transversal”, defendeu, acrescentando que Portugal ocupa um lugar muito importante a nível internacional e europeu em matéria de conservação da biodiversidade.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-19 18:58:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306072951</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306076261</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://observador.pt/2018/09/19/floresta-diversificada-resiste-melhor-a-fogos-e-secas/">https://observador.pt/2018/09/19/floresta-diversificada-resiste-melhor-a-fogos-e-secas/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-19 19:05:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306076261</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Floresta Laurissilva</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306462522</link>
         <description><![CDATA[<div>A floresta Laurissilva é considerada uma relíquia do Terciário por possuir espécies dos géneros <em>Laurus, Ocotea, Appolonias, Persea, Clethra, Ilex, Myrica, Picconia, Heberdenia, Prunus</em> e provavelmente <em>Dracaena</em> e <em>Sideroxylon</em>, que fizeram parte de uma unidade fitogeográfica do sul da Europa e do norte de Africa, atualmente extinta devido às glaciações e aos fenómenos de desertificação do Saara.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-20 17:49:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306462522</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os incêndios como causa de desarborização em Portugal</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306463009</link>
         <description><![CDATA[<div>Os incêndios marcam significativamente os espaços florestais nacionais. Avaliámos o seu impacte na extensão e densidade florestal analisando informação dos inventários florestais nacionais e de cartografias do uso do solo, áreas ardidas e severidade do fogo.</div><div>A incidência do fogo é bastante díspar entre tipos de floresta. Carvalhais, pinhal bravo e eucaliptal são os que mais ardem em proporção da superfície ocupada, e entre 1995 e 2010 foram convertidos em vegetação aberta respectivamente em 34%, 26% e 8% da sua extensão.</div><div>A área de floresta que transitou para matos, pastagens e vegetação esparsa (1990-2012) devido a incêndio ascende a 10% do total (0,45% ano-1).</div><div>A dinâmica de recuperação da vegetação mais do que compensa estas perdas. Povoamentos florestais em áreas anteriormente ardidas estão porém associados a menores densidade de copas e volume lenhoso, especialmente após fogos mais severos ou mais frequentes, indiciando abandono e implicando perda de valor económico.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-20 17:50:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306463009</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306463386</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.agrotec.pt/noticias/os-incendios-como-causa-de-desarborizacao-em-portugal/">http://www.agrotec.pt/noticias/os-incendios-como-causa-de-desarborizacao-em-portugal/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-20 17:51:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306463386</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306463601</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://ifcn.madeira.gov.pt/biodiversidade/fauna-e-flora/flora/flora-vascular/laurissilva.html">https://ifcn.madeira.gov.pt/biodiversidade/fauna-e-flora/flora/flora-vascular/laurissilva.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-20 17:52:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306463601</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desflorestação em Portugal é a quarta mais elevada do Mundo</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306464087</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A Quercus alerta para o facto de Portugal ser o quarto país do mundo com maior desflorestação. Segundo dados da </strong><strong><em>Global Forest Watch</em></strong><strong>, entre 2001 e 2014, Portugal perdeu 566.671 hectares de floresta e, entre 2001 e 2012, ganhou 286.549 hectares, o que revela menos 280.122 hectares de área florestal.<br></strong>No topo dos países com maior perda percentual de coberto arbóreo (são consideradas apenas as áreas florestais com mais de 30% de cobertura arbórea) está a Mauritânia (99,8%), seguida do Burkina Faso (99,3%), da Namíbia (31,0%) e de Portugal (24,6%).</div><div>«A situação é mais preocupante para o nosso país pois apenas três países apresentam pior desempenho do que Portugal, e todos eles têm vastas regiões desérticas e ou estão na orla de desertos», diz a Quercus.</div><div>«Esta alteração do uso do solo florestal está associada principalmente a conversões para zonas urbanas, turísticas e industriais, novas infraestruturas como autoestradas e barragens e, como é óbvio, os incêndios florestais recorrentes que têm consumido várias centenas de milhares de hectares de floresta em cada década recente», acrescenta.</div><div>Estes alertas da Quercus, face à desflorestação, já foram referidos também em dados da FAO, do Eurostat, da Acréscimo – Associação de Promoção ao Investimento Florestal ou, até, por Capoulas Santos, ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Florestas.</div><div>Para apurar os valores da diminuição da área florestal era essencial, no entender desta associação, existir uma revisão atualizada do Inventário Florestal Nacional, recorrendo a novas tecnologias, situação que tarda em avançar.</div><div>A Quercus considera, neste sentido, que o Governo, na Reforma das Florestas, que está atualmente em consulta pública, não avançou com medidas para contrariar este grave problema da diminuição da área florestal.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-20 17:53:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306464087</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306465825</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.sulinformacao.pt/2016/12/desflorestacao-em-portugal-e-a-quarta-mais-elevada-do-mundo/">https://www.sulinformacao.pt/2016/12/desflorestacao-em-portugal-e-a-quarta-mais-elevada-do-mundo/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-20 17:57:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306465825</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sobre a Floresta Laurissilva da Madeira</title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306828868</link>
         <description><![CDATA[<div>A floresta Laurissilva da ilha da Madeira, constitui na actualidade o remanescente de um coberto florestal primitivo que resistiu a cinco séculos de humanização. Segundo narrativas contemporâneas da descoberta da Madeira (1420), toda a ilha era coberta de extenso e denso arvoredo, razão pela qual os navegadores portugueses atribuíram o nome de "Madeira", à ilha. <br>Trata-se de uma floresta com características subtropicais, húmida, cuja origem remonta ao Terciário onde chegou a ocupar vastas extensões do Sul da Europa e da bacia do Mediterrâneo. As últimas glaciações levaram ao seu desaparecimento no continente europeu, sobrevivendo apenas nos arquipélagos atlânticos dos Açores, da Madeira e das Canárias.<br><br></div><div>A Laurissilva madeirense ocupa uma superfície de 15000 hectares (representando 20% do total da ilha), nas encostas viradas a Norte, revestindo de forma luxuriante as íngremes vertentes e os profundos e alcantilados vales do remoto interior, representando nos nossos dias a mais extensa e a melhor conservada Laurissilva das ilhas atlânticas.<br>Toda a área de ocorrência de Laurissilva integra o Parque Natural da Madeira, conferindo-lhe assim um forte estatuto de protecção. Em 1992 foi incorporada na rede de Reservas Biogenéticas do Conselho da Europa e constitui Zona de Protecção Especial-ZPE, no âmbito da Directiva Aves.<br>A Laurissilva da Madeira ascendeu à qualidade de Património Mundial Natural da UNESCO em Dezembro de 1999. <br>A floresta Laurissilva apresenta um aspecto uniforme,sempre verde, ao longo de todo o ano, dado que<br><br></div><div>a quase totalidade das árvores e dos arbustos que a compõem, nunca perdem a folha. Entre as árvores especial destaque merecem o Til, o Vinhático, o Loureiro e o Barbusano, todas da família das Lauráceas.<br>A Laurissilva dá abrigo a numerosos endemismos principalmente a nível dos estratos arbustivo e herbáceo. É de realçar também a grande diversidade e desenvolvimento que as comunidades de líquenes e de briófitos, principalmente as epífitas, apresentam.<br>As humidades trazidas pelos ventos dominantes de Nordeste, são retidas e condensadas pela Laurissilva que proporciona, assim, abundantes caudais de que dependem a irrigação dos campos agrícolas e o abastecimento de água aos centros urbanos.<br>O Tentilhão da Madeira (Fringilla coelebs maderensis), faz parte da peculiar avifauna da Laurissilva, onde é abundante. A par das aves, merece destaque a presença de inúmeros moluscos e insectos endémicos.<br>Desde os primórdios da colonização da ilha da Madeira, os caudais que a "floresta produtora de água" proporciona foram vitais para a economia da ilha. A partir da segunda metade do século XX, as águas, transportadas por extensas "levadas", passaram a produzir energia nas centrais hidroeléctricas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.madeiraallyear.com/wp-content/uploads/2017/02/1-gallery-natureza-atividades-floresta-laurissilva.jpg" />
         <pubDate>2018-11-21 19:02:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306828868</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306829783</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-mundial/portugal/floresta-laurissilva-da-madeira/">http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-mundial/portugal/floresta-laurissilva-da-madeira/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-21 19:06:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306829783</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Medidas de conservação das florestas portuguesas</title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306830836</link>
         <description><![CDATA[<div>Com vista à recuperação das populações de espécies classificadas como ameaçadas, é sugerido um conjunto de medidas de conservação que passa essencialmente pela recuperação dos seus <em>habitats</em>. No caso dos grupos terrestres, podemos citar como exemplos:<br><br></div><ul><li>manutenção de técnicas agrícolas tradicionais;</li><li>controlo da expansão das áreas de regadio e das zonas florestais com espécies de crescimento rápido;</li><li>controlo das espécies invasoras não indígenas;</li><li>reabilitação das áreas florestais autóctones e prevenção dos incêndios florestais.</li></ul><div> </div><div>No que respeita às espécies aquáticas pode realçar-se:<br><br></div><ul><li>o controlo da poluição;</li><li>o restabelecimento do regime hidrológico natural e da continuidade longitudinal dos rios; e ainda</li><li>a conservação de outras zonas húmidas, como charcos, lagoas, pauis e galerias ripícolas.</li></ul><div> </div><div>Com vista a assegurar a gestão sustentável das espécies torna-se também importante a fiscalização das atividades de exploração da fauna selvagem, designadamente, a caça e a pesca.<br><br></div><div>Outra medida de importância primordial é a implementação de uma política de sensibilização ambiental no sentido de estimular o interesse das populações pela conservação do património natural.<br><br></div><div>Evidenciaram-se algumas das lacunas de conhecimento que existem em Portugal no domínio da conservação da natureza e da biodiversidade. Ficou patente a inexistência de informação sobre a tendência populacional de uma boa parte das espécies avaliadas, bem como de estudos de base relacionados com a distribuição geográfica e a taxonomia de algumas das Entidades consideradas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-21 19:11:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306830836</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>johnnydrake79</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306831849</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www2.icnf.pt/portal/pn/biodiversidade/patrinatur/lvv/ameac-cons">http://www2.icnf.pt/portal/pn/biodiversidade/patrinatur/lvv/ameac-cons</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-21 19:16:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/306831849</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como evitar um incêndio</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/308387863</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Não acendas fogueiras ao ar livre</li><li>Se fizeres uma fogueira em local devidamente autorizado limpa a área circundante num perímetro de 5 metros, rodeia o local com pedras e tem atenção à intensidade do vento.</li><li>Mantém sempre por perto uma fonte de água caso ocorra algum imprevisto.</li><li>Antes de abandonares o local certifica-te que apagaste bem a fogueira com terra e pedras e que não restam brasas acesas.</li><li>Não deites pontas de cigarros nem fósforos para o chão, caso circules de carro utiliza o cinzeiro do mesmo, caso tenhas mesmo de o fazer certifica-te sempre que deixaste o cigarro completamente apagado</li><li>Nunca deites fora vidros, plásticos e papéis, trá-los contigo num saco até encontrares um contentor de lixo seguro, para além de poluirem o local que visitas são materiais extremamente inflamáveis, no caso dos plásticos e papéis e no caso dos vidros devido ao sobreaquecimento podem despoletar um incêndio.</li><li>Caso encontres alguma das situações acima mencionadas faz os possíveis para as corrigires de forma a que tu possas evitar o pior.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-27 16:58:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/308387863</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/308388265</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://o-blog-verde.blogs.sapo.pt/16895.html">https://o-blog-verde.blogs.sapo.pt/16895.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-27 16:58:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/308388265</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Medidas de prevenção da Desflorestação</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/308389593</link>
         <description><![CDATA[<div>-Reutilizar e reciclar papel;<br>-Criar reservas naturais;<br>-Não fazer piqueniques nem criar fogueiras;<br>-Não lançar foguetes;<br>-Reciclar;<br>-Criação de espaços verdes;<br>-Proibição do abate de árvores;<br>-Plantar árvores, por exemplo no Dia Mundial da Árvore;<br>-Proibição do abate de árvores para combustível;<br>-Criação de sites e formas de alertar as pessoas para este problema;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-27 17:00:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/308389593</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/308390245</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://desflorestacao83.blogspot.com/2010/02/medidas-de-prevencao-da-desflorestacao.html">http://desflorestacao83.blogspot.com/2010/02/medidas-de-prevencao-da-desflorestacao.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-27 17:01:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/308390245</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/313875584</link>
         <description><![CDATA[<div>A floresta Laurissilva da ilha da Madeira, constitui na actualidade o remanescente de um coberto florestal primitivo que resistiu a cinco séculos de humanização.Trata-se de uma floresta com características subtropicais, húmida, cuja origem remonta ao Terciário onde chegou a ocupar vastas extensões do Sul da Europa e da bacia do Mediterrâneo. As últimas glaciações levaram ao seu desaparecimento no continente europeu, sobrevivendo apenas nos arquipélagos atlânticos dos Açores, da Madeira e das Canárias.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 15:17:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/313875584</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PARA PROTEGER A FLORESTA E PREVENIR INCÊNDIOS…</title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/313880968</link>
         <description><![CDATA[<div> Não colha ou estrague plantas numa floresta ou em qualquer espaço verde, principalmente Azevinho pois é uma espécie protegida.<br><br></div><div> <br><br></div><div>&gt; Se for a conduzir ou como ocupante não atire fósforos nem pontas de cigarro pelas janelas.<br><br></div><div> <br><br></div><div>&gt; Se entrar numa floresta não fume.<br><br></div><div> <br><br></div><div>&gt; Não faça fogueiras na floresta nem na sua proximidade. Existem locais apropriados para esse efeito.<br><br></div><div> <br><br></div><div>&gt; Ao terminar o seu piquenique não abandone os lixos, recolha-o e deposite-o nos locais e contentores próprios. Deixe a floresta como a encontrou. Não se esqueça que ela é de todos!<br><br></div><div> <br><br></div><div>&gt; Para a realização de uma queimada (uso do fogo em espaços rurais para renovação de pastagens), em qualquer mês, tem que pedir autorização prévia ao Governador Civil, neste caso, do Distrito do Porto. <br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>&gt; Se detectar um incêndio, não hesite em telefonar para a <strong>Linha de Alerta de Incêndio</strong> – <strong>117</strong> - de forma a avisar as entidades competentes. O seu aviso poderá ser fundamental para que acorram atempadamente ao local do fogo.<br><br></div><div> <br><br></div><div>&gt; Participe activamente na vigia e protecção das florestas. Existem várias iniciativas nesse sentido a nível nacional, como o projecto <strong>“De Olhos na Floresta”</strong> que a Associação Quercus promove. Este projecto pretende constituir uma rede de cidadãos, a nível nacional, que estejam atentos às situações de risco de incêndio na floresta e informem as entidades responsáveis pela prevenção e combate (ver em Links de interesse).<br><br></div><div><br><br></div><div>&gt; Participe em campanhas de requalificação das florestas através, nomeadamente, da plantação de árvores. Informe-se acerca destas campanhas junto de entidades especializadas (ver Links de interesse).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325710074/2858feee3cbf0df046a56024a9cea5fd/22.jpg" />
         <pubDate>2018-12-12 15:26:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/313880968</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Video sobre floresta Laurissilva </title>
         <author>luis_antonio_afonso05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/313884866</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=QnvDAacykRE" />
         <pubDate>2018-12-12 15:33:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/313884866</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo sobre a importância da floresta</title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314072715</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-FRMfDIlCG8">https://www.youtube.com/watch?v=-FRMfDIlCG8</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 22:15:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314072715</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314073065</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-FRMfDIlCG8">https://www.youtube.com/watch?v=-FRMfDIlCG8</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 22:17:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314073065</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Vídeo Ameaças à floresta</title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314073681</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=GzRmTYHe_3o">https://www.youtube.com/watch?v=GzRmTYHe_3o</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 22:20:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314073681</guid>
      </item>
      <item>
         <title>https://www.youtube.com/watch?v=GzRmTYHe_3o</title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314073806</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 22:20:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314073806</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo sobre o ICNF</title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314074871</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=WQzjUwAbYeA">https://www.youtube.com/watch?v=WQzjUwAbYeA</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 22:25:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314074871</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314075131</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=WQzjUwAbYeA">https://www.youtube.com/watch?v=WQzjUwAbYeA</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 22:26:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314075131</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Floresta Laurissilva na Madeira</title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314075703</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qvvCGWmtYLQ">https://www.youtube.com/watch?v=qvvCGWmtYLQ</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 22:29:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314075703</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>RMTHASTREET</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314075898</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qvvCGWmtYLQ">https://www.youtube.com/watch?v=qvvCGWmtYLQ</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 22:30:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/314075898</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A importância das florestas para o solo</title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/337128571</link>
         <description><![CDATA[<div> A vegetação contribui diretamente no solo, fertilizando-o com matéria orgânica derivada de folhas, galhos, frutos que caem e passam pelo processo de decomposição transformando-se em nutrientes, sem contar que as raízes das plantas impedem o desenvolvimento de erosões.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-02 15:51:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/337128571</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>igorsa05</author>
         <link>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/337128755</link>
         <description><![CDATA[<div>https://brasilescola.uol.com.br/geografia/a-relacao-entre-vegetacao-clima-solo.htm</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-02 15:52:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/johnnydrake79/5mxyxpq6m0x8/wish/337128755</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
