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      <title>Políticas Educacionais: Concepção de Estado. by LUCAS MICHAEL ALVES PIMENTEL</title>
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      <description>De Maquiavel a Marx.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-23 09:46:05 UTC</pubDate>
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         <title>Nicolau Maquiavel (1469 – 1527)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Maquiavel foi um filósofo político, historiador e escritor italiano mais conhecido por descrever a dinâmica do poder através da relação entre o Estado e a sociedade civil.&nbsp;</div><div>Em vez de propor teorias sobre como o Estado ou governador ideal deveria se comportar, dedicou-se a divulgar a realidade de seu tempo, chamando a atenção da crítica ao afirmar que havia escrito um manual com estratégias e métodos sobre como os governadores devem se comportar de modo a manter e expandir seu poder.&nbsp;</div><div>Na obra "O Príncipe", a qual expressa sua preocupação com a situação histórica da Itália, onde se encontrava fragilizada pela falta de unidade nacional e vulnerável a invasões de radicais diplomáticos. Indignado com a decadência política e moral da Itália, Maquiavel dá ordens a um príncipe fictício com o objetivo de unir o país e criar uma nação poderosa e moderna.</div><div>No entanto, apesar de suas tendências democráticas, Maquiavel aparece como autocrático e opressor quando aconselha que um governador deve ser morno e não atrair simpatia. Tendo também alguns pontos de vista sobre a religião e sua relação com a sociedade. Onde ela seria responsável pelo uso prático do poder do presidente, cumprindo suas funções, promovendo a austeridade e motivando empreendimentos cívicos. Dessa forma, sendo usada para enviar soldados, eleger cônsules na Roma antiga e agir como punição para quem desafiasse os costumes pré-estabelecidos.</div><div>Assim a concepção seria um Estado moderno, autônomo e com relação entre o Estado e a sociedade civil. Distanciando-se do formato do Estado da idade média, que era considerado propriedade do monarca.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 10:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Bodin (1530 – 1596)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmichaelpimentel/5mmv2ckiwr9idecz/wish/2195814706</link>
         <description><![CDATA[<div>Jean Bodin foi um filósofo que provocou muito debate em seu tempo porque se opunha ao conceito de um estado de Maquiavel, apesar do fato de que o estado já existia aos olhos de Bodin. Como resultado, ele traz à tona questões-chave, como o dilema do consenso e da hegemonia.</div><div>Bodin surgiu como mais uma figura crucial que deu continuidade à situação política atual. Começando com sua definição de soberania, ele afirmou que "a soberania é o poder perpétuo e absoluto de uma república". Ficando claro que o conceito de poder de Bodin não é o mesmo da idade média, de um poder sobre a terra, mas sim de um poder político, público, que se referiria ao setor público, ao Estado como uma instituição ou um poder que existiria em perpetuidade no tempo dessas ações. A Soberania seria um poder perpétuo e absoluto, pois não poderia ser limitado, tornando-se um poder supremo, independente e irrestrito.</div><div>Para o Estado, a soberania denota a capacidade de legislar, no sentido de promulgar e fazer cumprir as leis. Nesse contexto, não seria outorgado tal poder ao Estado. Ao contrário do que acontecia na idade média, ser soberano exigia a autoridade de alguém, neste caso a autoridade de uma autoridade superior, que na época era a igreja, que havia recebido a autoridade diretamente de Deus. Em relação ao mundo moderno, o teocentrismo foi posto de lado, e o poder surgiu da própria vontade do Estado, onde o Estado seria o responsável final pelo processo de aplicação da lei na sociedade.</div><div>Bodin não era exatamente o que se poderia chamar de contratualista; defendeu a ideia de soberania baseada na hierarquia e na organização social, argumentando que, caso contrário, a sociedade se tornaria anárquica. Ele trouxe vários elementos fundamentais sobre a soberania: justiça, família, foi um verdadeiro defensor dos valores cristãos, e caracterizou a família como fundamental, destacou a estrutura hierárquica dentro da família e chegou a fazer uma comparação com a sociedade, a importância da família.</div><div>O filósofo também defende os bens públicos, não defendendo uma sociedade igualitária, mas sim o direito à propriedade privada. No entanto, ele defendeu bens públicos identificáveis ​​para que todos pudessem se beneficiar. Bodin também teorizou sobre as formas existentes de governo, como democracia, aristocracia e monarquia. Para ele, o exercício do poder por todos acabaria com a soberania; portanto, seria necessário que apenas uma pessoa governasse, o que explica por que defende a monarquia absoluta. Ele acreditava que o príncipe poderia criar e executar leis, mas que haveria limites para o que ele poderia fazer com as leis naturais porque ele não poderia fazer nada além da vontade de Deus. Ele era cético em relação ao escravido, e a propriedade privada seria uma benção, pois o rei não poderia tirar proveito dela. Para Bodin, nem o território nem as pessoas são tão importantes quanto o poder, que dá coesão a todos os aspectos da sociedade.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 12:49:33 UTC</pubDate>
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         <title>Thomas Robbes (1588-1679)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hobbes foi um filósofo inglês, teórico político e matemático que escreveu clássicos como "O Leviatã" e "O Cidado", que ainda são essenciais no campo dos estudos sociais, sobre o poder do Estado e questões sobre a monarquia absoluta. Para ele, tudo o que sabe vem de seus sentidos, e sua paixão é mais forte que seu desejo. Em termos de moralidade e política, essa teoria retrata os cidadãos do estado como individualistas extremos individualistas, que só se reúnem em comunidade porque é a melhor maneira de sobreviver no mundo.&nbsp;</div><div>Essa cena semi-caótica é examinada no Leviatã, em que o Leviatã é o monstro que rege o caos primitivo, e para Hobbes, o Estado é o Leviatã da sociedade, o deus imortal que está acima do indivíduo e o engole, apesar de ter sido criado para servi-lo, sendo impossível não lembrar a frase "o homem é lobo do homem", fazendo uma rápida comparação do comportamento humano com o comportamento animal para ilustrar o que o autor acredita ser a conduta geral dos seres humanos, sendo um explorador por direito próprio, aproveitando-se dos desafortunados, uma pessoa roubaria o que é de outra pessoa, colocando-se acima dos outros e colocando seu próprio bem-estar acima de tudo, um ser humano é um animal que ataca sua própria espécie, seus parentes. Esse extremo enfatiza a natureza destrutiva e voraz do ser humano.</div><div>Mesmo não sendo o primeiro na linha dos pensadores absolutistas, sua filosofia era inovadora, na qual o rei não derivava seu poder de um decreto divino, mas sim de uma crescente necessidade social. Apesar de seu apoio à democracia, Hobbes exigia que os homens fossem tratados igualmente e que seu líder fosse um representante legítimo do povo. Como resultado, o respeito pelo déspota só existe até que ele consiga garantir a paz e a prosperidade que o povo deseja. propondo um&nbsp; “Contrato Social”, que seria um acordo entre membros da sociedade que reconhecem a autoridade de um soberano, detentor de direitos iluminados. Onde o Estado absolutista seria o único capaz de fazer um contrato funcionar e garantir a ordem nas relações da sociedade.</div><div>&nbsp;Como resultado, seria absolutamente necessário que cada indivíduo cedesse alguns de seus direitos naturais à déspota ou a outra autoridade, obtendo assim os benefícios de um estado social de paz e estabelecendo um acordo mútuo para não aniquilar ou devorar o outro.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 13:23:36 UTC</pubDate>
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         <title>John Locke (1632- 1704)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Locke foi um filósofo inglês, contribuiu para o desenvolvimento do sistema econômico da época, a mentalidade liberalista. Reiterando a ideia de Thomas Hobbes de um contrato social, segundo Locke, a soberania não existe no Estado, mas sim no povo, afirmando que, para assegurar o estado de direito, os representantes do povo devem promulgar as leis, e o déspotas ou governantes devem executá-los.</div><div>Como representante do individualismo liberal, defendeu a monarquia constitucional e representativa, que se estabeleceu na Inglaterra após a Revolução de 1688. Locke estabelece uma série de doutrinas dentro de sua filosofia liberal, incluindo direitos naturais e direitos de propriedade, governo de consenso e condições sob as quais a resistência ao governo é justificada; por isso, a condição que ele estabelece é conhecida como "estado de natureza".</div><div>Segundo ele, o fato de que cada um de nós tende a fazer ações de autopreservação sustenta a conclusão de que todos temos o direito de viver nossas vidas como bem entendermos, ou de sermos livres. Como resultado, sendo todos iguais em termos de moral natural, quem afirma direitos racionais para si deve reconhecer que todos os indivíduos têm direitos iguais.</div><div>Como se vê, para ele, a igreja é uma sociedade livre composta de homens e mulheres que se reúnem por iniciativa própria para o culto público a Deus. Ela também deve ter suas próprias leis para estabelecer o número e o local das reuniões para o futuro dos membros, promovendo a tolerância religiosa, bem como a separação entre igreja e estado.</div><div>Sem falar no conceito de "tabula rasa", que descreve o ser humano como uma lousa em branco esperando para ser preenchida com experiência. Locke afirmou que o conhecimento era derivado da experiência, tanto externa na forma de sensações quanto interna na forma de reflexos. Desta forma, ele explicou que antes que possamos distinguir qualquer coisa, tudo é límpido, mas uma vez que começamos a perceber tudo em seu devido contexto, surgem ideias e conceitos.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 13:27:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Immanuel Kant(1724-1804)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Kant foi um filósofo alemão que fundou uma nova teoria do conhecimento chamada idealismo transcendental baseada em ideias iluministas, e toda a sua filosofia fundou a crítica, uma crítica do conhecimento filosófico que visava definir os limites do conhecimento humano.</div><div>O idealismo de Kant construiu uma complexa teia de ideias para explicar por que nem o empirismo nem o racionalismo podiam explicar completamente o que estava acontecendo com o conhecimento humano. Segundo ele, o conhecimento se dá pela percepção da "coisa em si", que é objeto tanto do empirismo quanto do racionalismo na construção do conhecimento.</div><div>Dessa forma, fez duras críticas ao empirismo e recomendações ao racionalismo, ressaltando a importância de ambos na construção do conhecimento. A própria coisa, o conceito transcendental, e nossa relação com esses dois elementos fundamentalmente pessoais e psicológicos, formam uma teia complexa que inclui um conceito universal que serve de parâmetro e impede que a teoria kantiana seja rotulada como relativista.</div><div>Sua preocupação no momento da fundação do Estado moderno era encontrar o lugar do indivíduo na sociedade, bem como em relação a esses sujeitos dentro do Iluminismo, onde a indicação de uma iluminação por meio do conhecimento é requisito básico para a formação de um ser autônomo.</div><div>Outra grande ideia que concebeu foi a corrente filosófica da crítica, uma teoria que visava estabelecer os limites do conhecimento humano a partir de um rigoroso exercício filosófico, e estabelecer uma crítica revisionista de sua própria filosofia. Segundo ele, o indivíduo é a figura central na interação entre sujeito e objeto, e sabe o que lhe interessa antes de mais nada. Sua crítica às teorias empiristas se justifica por não atribuir esse papel primordial ao sujeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 23:58:21 UTC</pubDate>
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         <title>Jean-Jacques Rousseau(1712-1778)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ele foi um filósofo francês que foi um dos críticos da filosofia iluminista de seu tempo. Rousseau é considerado um teórico contratualista, tendo feito inúmeras contribuições ao debate sobre a formação de uma estrutura cívica, sua filosofia é uma crítica (política, moral e educacional) do que em uma rede forte.</div><div>Podemos pensar em sua filosofia como o oposto da sua época, que era mais uma crítica política e moral da sociedade. Rousseau acredita que "todo ser humano é bom por natureza, mas a sociedade o corrompe" e que "a corrupção moral e intelectual de cada indivíduo pode ser atribuída à distância que o ser humano toma da natureza".</div><div>O Estado, segundo Rousseau, não era um governo, mas uma organização política que demonstrava um desejo cívico pluralista, pois a única esperança de garantir os direitos de cada um estava na formação de uma sociedade civil em que esses direitos fossem distribuídos igualmente a todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 00:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>Benjamin Constant de Rebecque</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmichaelpimentel/5mmv2ckiwr9idecz/wish/2196661225</link>
         <description><![CDATA[<div>Rebecque foi um pensador, escritor e político. Sua obra se divide em dois grandes grupos, o primeiro consistindo na elaboração de sua teoria política, de inspiração liberal, que vem por representar uma importante contribuição para o desenvolvimento desta doutrina do início do século XIX. A segunda seção é sobre o que ele percebe ser o projeto de sua vida, que é uma grande obra sobre religião.</div><div><br></div><div>Ele ajudou a esclarecer as diferenças entre as concepções tradicionais e modernas de democracia e liberdade. A concepção tradicional de liberdade foi construída sobre o fundamento da esfera pública e suas partes inertes, como direitos, deveres e poder legislativo; no entanto, a concepção moderna de liberdade é construída sobre a compreensão do povo sobre a liberdade, que independe de sua fragilidade.</div><div>Diante da modernidade, a compreensão do que significava ser a liberdade do cidadão se estendeu para além da fragilidade e da propriedade privada, concedendo ao indivíduo o direito de se expressar por meio de opinião, fé e escolhas. Essa liberdade foi negada aos antigos devido à vigilância contínua da população. A participação na deliberação pública não torna a pessoa livre, mas sim o exercício dos direitos e liberdades fundamentais. Longe de travar as iniciativas individuais, o Estado deve apenas ser seu auxiliar, ser um instrumento cuja finalidade é o próprio cidadão. Porque cada indivíduo é dono de um pequeno pedaço de terra, e a liberdade não é um deles.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 00:22:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Charles Tocqueville(1805-1859)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmichaelpimentel/5mmv2ckiwr9idecz/wish/2196694124</link>
         <description><![CDATA[<div>Ele foi um político, historiador e escritor francês cujas contribuições para a formação das visões do Estado resultaram de uma análise crítica da Revolução Francesa. Como liberal, Tocqueville defendeu a democracia institucional e manteve-se firme contra os socialistas que inflamavam as ruas de Paris e outras cidades durante o século XIX. Onde todo o direito à propriedade é baseado em certas desigualdades, e onde a liberdade deve ser baseada na igualdade, mas apenas na igualdade legal, para a burguesia.</div><div>O significado que Tocqueville atribui ao conceito de individualismo como uma categoria distinta de uma época histórica, a sociedade democrática, fundada inicialmente em ideias liberais e em instituições representativas caracterizadas pela ação do sufrágio.&nbsp;</div><div>Segundo ele, o egoísmo é prejudicial à democracia porque pode fazer com que as preocupações individuais afastem as pessoas do bem comum. Além disso, o autor enalteceu o espírito de cidadania, solidariedade, participação política ativa, evidenciado pelo apoio aos sofredores, e organização da sociedade civil a serviço do bem público.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 00:47:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Benedetto Croce(1914 a 1952)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Benedetto Croce foi um filósofo, economista e político. Com base no materialismo de Hegel, ele desenvolveu seu próprio conceito filosófico, o dialético, que é visto como uma visão nostálgica do passado. Ele propõe uma concepção liberal imanentista da diferença entre estados liberais e democráticos, que derivam de ideias de liberdade e autoridade manifestadas nas esferas estatais.<br><br></div><div>Croce aproximou-se de um movimento "liberal" na Itália ao transformar a posição abstrata e contemplativa de Hegel em uma posição política imediata. A filosofia de Hegel foi traduzida para uma linguagem especulativa e aplicada à filosofia de Marx, enquanto a teoria de Croce foi aplicada à prática política italiana, e assim serviu como mediador entre o pensamento italiano e a filosofia clássica da Alemanha.</div><div>A igreja não concordou com a influência da filosofia moderna e assumiu a causa de uma sociedade orgânica, precipitando a crise do modernismo no século XIX, quando suas doutrinas e vestimentas eram incompatíveis com o modernismo e o liberalismo.</div><div>A proposta de confronto entre o materialismo histórico e a filosofia hegeliana o levou a formular seu próprio conceito filosófico: o Idealismo Dialético, decifrado como uma ótica e um otimista do passado da humanidade, bem como um desenvolvimento dialético rumo à evolução do sentido do design é como um retrocesso da história libertária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 01:02:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Georg Wilhelm Friedrich Hegel(1770-1831)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Georg Wilhelm Friedrich Hegel, filósofo alemão e um dos fundadores do idealismo absoluto, via os direitos humanos como baseados em relações éticas e morais. Com dois viés, onde um procurava reconciliar-se com a realidade, que tenta analisar racionalmente, e o outro a dialética se opõe a qualquer institucionalização e explica o processo histórico e concreto do conflito de classes, fortalecendo revoluções e conflitos.</div><div><br></div><div>Hegel criticou o contrato social de Rousseau, alegando que não era a plenitude da sociedade como organização político-administrativa, e que, por isso, o ser humano só poderia atingir a plenitude questionando todos os fatos apresentados, e que somente assim sejam capazes de pensar filosoficamente e conhecer o absoluto. Hegel disse que tudo que pode ser pensado é real, e tudo que é real pode ser pensado, refutando a ideia de que o conhecimento tem um limite.</div><div><br></div><div>Na concepção de Estado de Hegel, é definido como "tudo organizado, ético e moral”, representando o desejo universal. Como resultado, cada indivíduo tem um sistema legal superior que administra seu direito à liberdade. Devemos reconhecer que o que Hegel está se referindo é a substituição da ordem política absoluta por uma comunidade genuína, que compartilha interesses coletivos e individuais, resultando em um estado legal.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 01:19:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Karl Marx(1818-1883)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Karl Marx, filósofo e sociólogo alemão que fundou o socialismo e co-escreveu o Manifesto Comunista com Friedrich Engels, também foi o fundador de uma teoria comunista.&nbsp;</div><div><br></div><div>Segundo Marx, a sociedade é construída sobre as relações entre as pessoas, sejam elas boas ou más. Essas relações existem entre as classes sociais no local de trabalho, economia e cultura, e o governo é responsável por garantir a desigualdade social sob o pretexto de manter um sistema econômico e uma sociedade estáveis. Sua teoria reconhece as divisões de classe social e a exploração que uma classe social tem sobre a outra.</div><div><br></div><div>Marx propõe dividir as classes em dois grupos: a minoria burguesa e a maioria proletária. O proletariado possui a força de trabalho e a vendem aos donos do capital, que são os burgueses, que possuem os meios de produção. Reconhecendo que grande parte da população produz capital, mas não o utiliza, enquanto uma minoria tem capital e meios para utilizá-lo.</div><div><br></div><div>O objetivo do marxismo é criar uma sociedade nova e igualitária. Também podemos enfatizar a importância das classes sociais na compreensão do conflito político e do Estado.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 01:35:03 UTC</pubDate>
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         <title>Friedrich Engels(1820-1895)</title>
         <author>lucasmichaelpimentel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Friedrich Engels, um revolucionário filósofo alemão, continua as ideias de Karl Marx enquanto desenvolve suas próprias teorias, como o materialismo histórico. Materialismo histórico dialético foi o nome dado à sua teoria, que visava converter as ideias socialistas em um método científico que pudesse ser aplicado a situações do mundo real.</div><div><br></div><div>Engels fez parte de um trabalho que visava expor a hipocrisia da família e as mudanças ocorridas ao longo da história, tudo com o único propósito de satisfazer as necessidades de uma sociedade capitalista. Ele vê essa sociedade como uma família tradicional em que a mulher é tratada como escrava e um paternalismo que serve apenas para disseminar o capitalismo.</div><div><br></div><div>O Estado sob o controle da classe trabalhadora, em um período de transição de uma sociedade de classes para uma sociedade livre de exploradores, em que eventualmente viveríamos em uma sociedade livre de desigualdades causadas por conflitos e interesses, não haveria necessidade por uma regulamentação governamental porque estaríamos vivendo em uma sociedade equitativa.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 01:42:55 UTC</pubDate>
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