<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>A HISTÓRIA DE ITAPIRA 2 e 3 - Profª Cristiane by </title>
      <link>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv</link>
      <description>Eletivas
</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-10 16:28:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-08-10 20:24:59 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Bruno Gabriel Ribeiro dos Santos - 7ºC</title>
         <author>esoead</author>
         <link>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738339961</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do século XVIII, já existiam alguns moradores na região, cujos descendentes chegariam a se destacar no primeiro quartel do século XIX, através das figuras de dois cidadãos: João Gonçalves de Morais e Manuel Pereira da Silva, aclamados os fundadores da primitiva Itapira, cujo primeiro nome foi "Macuco”. João Gonçalves de Morais, possuindo vasta porção de terras na localidade, fez doação de uma parte delas para a igreja católica. Doou, também, uma imagem de Nossa Senhora da Penha, que recebera de herança de seus pais, para a população venerar como padroeira do lugar, a qual foi colocada em uma capelinha construída de pau a pique e inaugurada a 19 de março de 1821, quando o capelão padre Antônio de Araújo Ferraz celebrou a primeira missa. É registrado que, a 24 de outubro de 1820, teve início a derrubada de um capão de mato,no alto do espigão das terras de Morais, para ali ser erguida a capelinha. João Gonçalves de Morais foi casado com Maria Alves Leme, que lhe deu quatro filhos: Pedro, Manuel, Antônio e Francisco. Não há registros certos das datas de seu nascimento e de sua morte.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-11 12:41:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738339961</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Apresentação e Power point</title>
         <author>esoead</author>
         <link>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738342712</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/711183791/8f7db31bf87c2290034a5fe6210d1ab2/5__Slide____Eletiva___Hist_ria_de_Itapira__Parte_1___1_.ppsx" />
         <pubDate>2020-09-11 12:42:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738342712</guid>
      </item>
      <item>
         <title>João Gabriel da Cruz do Nascimento - 7ºC</title>
         <author>esoead</author>
         <link>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738343538</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 20 de abril de 1871, a lei Provincial nº41 deu a denominação de Penha do Rio do Peixe à localidade, ainda vila de Nossa Senhora da Penha. Com essa lei, o governo da província atendeu a um pedido da câmara. Através da portaria assinada pelo presidente da província, conselheiro Laurindo Abelardo de Brito, datada de 17 de outubro de 1879, a vila da Penha do Rio do Peixe foi elevada a categoria de termo, sendo criado o foro civil e conselho de jurados, cuja instalação se deu a 8 de novembro. Mais tarde, em 1881, a 7 de abril daquele ano, tomou posse, na presidência da província de São Paulo, o senador do império Florêncio de Abreu, autoridade a quem coube dar aos habitantes da vila da Penha à categoria de cidade. O pedido feito pela câmara foi justificado sob a alegação de que a vila possuía uma boa matriz, uma excelente cadeia e casa de câmara e uma população de mais de 7 000 almas. A 27 de junho desse mesmo ano, o decreto elevando a vila da Penha do Rio do Peixe foi assinado por Florêncio de Abreu.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-11 12:42:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738343538</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rafael França Cardoso - 7ºC</title>
         <author>esoead</author>
         <link>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738345829</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 11 de fevereiro de 1888, os fazendeiros escravocratas locais, irados com a atuação do delegado de polícia Joaquim Firmino de Araújo Cunha, que aderiu ao movimento abolicionista dando proteção aos escravos que fugiam dos seus senhores, culminaram com o assassinato da autoridade policial. Esse lamentável ocorrido teve grande repercussão em todo o Brasil, fazendo com que a intendência Municipal solicitasse ao governador do estado, Prudente de Morais, que mudasse o nome da cidade, a fim de que, com o passar do tempo, caísse no esquecimento o lastimável ocorrido. Assim, através do decreto nº 40, de 1 de abril de 1890, a cidade de Penha do Rio do Peixe passou a chamar-se Itapira</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-11 12:43:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738345829</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Emilly - 9D</title>
         <author>esoead</author>
         <link>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738374798</link>
         <description><![CDATA[<div>A história de Itapira<br>Embora a colonização tenha se iniciado no século XVII, a formação do núcleo urbano deu-se em 1820, quando João Gonçalves de Morões doou as terras para formação do patrimônio e, com Manoel Pereira da Silva, derrubou as matas e construiu uma capela, onde foi colocada a imagem de Nossa Senhora da Penha, até então venerada no oratório particular de João Gonçalves de Morões.<br><br>Em março do ano seguinte foi celebrada a primeira missa e, por ser a única igreja em vasto território, muitos colonos começaram a se concentrar em torno dela, formando sítios e fazendas. Dentre os primeiros povoadores destacou-se João Batista de Araújo Cintra, que ciou a primeira lavoura de café e construiu a primeira casa de taipa.<br><br>A primitiva capela de pau-a-pique foi demolida em 1840, e em seu lugar foi construída uma nova, mais ampla e resistente, cujas despesas correram a expensas de Araújo Cintra.<br><br>A cafeicultura que propiciou o período de progresso, foi a responsável pela implantação do ramal férreo ligando a povoação à cidade vizinha de Moji Mirim, em 1880. Nessa época, a cidade era conhecida por Penha do Rio do Peixe, por localizar-se próximo ao rio desse nome. Anteriormente teve os nomes Nossa Senhora da Penha, oficializado quando foi criada a freguesia e vila em 1847, simplificado para Penha e, mais tarde, Penha de Moji Mirim por haver pertencido, originalmente, ao território de Moji Mirim. O topônimo Itapira foi adotado somente em 1890 e, segundo Theodoro Sampaio, na obra " O tupi - Geografia Nacional", significa "pedra levantada" ( ita- apira), dando idéia de Penha Penhasco.<br><br>GENTÍLICO: ITAPIRENSE<br><br>FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA<br>Freguesia criada com a denominação de Nossa Senhora da Penha, por Lei Provincial no 01, 08 de fevereiro de 1847, no Município de Mogi-Mirim.<br><br>Elevado a categoria de vila com a denominação provincial de Nossa Senhora da Penha por Lei no 4, de 2 de março de 1858, desmembrado de Mogi-Mirim, constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 20 de setembro de 1858.<br><br>Tomou a denominação de Penha do Rio do Peixe, pela Resolução Provincial nº 41, de 20 de abril de 1875. Passou a denomjinar-se Itapira, por Decreto Estadual nº 40, de 1 de abril de 1890.  Cidade por Lei Provincial nº 89,de 27 de junho de 1881.  Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município de Itapira se compõe do Distrito Sede. Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.<br><br>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto­lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Itapira compreende o único termo judiciário da comarca de Itapira e figura com o Distrito Sede.<br><br>No quadro fixado pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o Município de Itapira é composto de 1 único Distrito, Itapira e é termo da comarca de Itapira, formada de 1 único termo, Itapira.<br><br>Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Itapira ficou composto igualmente de 1 Distrito, Itapira e constitui o único Município e o único termo judiciário da comarca de Itapira. Lei Estadual no 233, de 24 de dezembro de 1948, cria os Distritos de Barão Ataliba Nogueira é Eleutério.<br><br>No quadro fixado pela Lei nº 233, de 24-XII-1948, para vigorar em 1949-1953, figura composto dos Distritos de Itapira, Barão Ataliba Nogueira e Eleutério, comarca de Itapira, assim como no fixado pela Lei nº 2456, de 30-XII-1953 para vigorar em 1954-1958.<br><br>Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído de 3 Distritos: Itapira, Barão Ataliba Nogueira e Eleutério. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-11 12:52:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eletivasdaprofessoracristiane/5manuwvf5z76zsuv/wish/738374798</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
