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      <title>Ideias sobre o movimento do 1ºA 2018 by Ana Cristina Almeida</title>
      <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m</link>
      <description>Olá queridos, nesta tarefa cada aluno deve se identificar e postar uma descrição, uma imagem comentada, um vídeo comentado ou comentar sobre o que alguém escreveu. Caprichem pois esse material servirá de referência para os estudos para a P1 e para possíveis convocações de recuperação.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-13 00:39:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-06 05:22:42 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Alex e Ana Cris (profs)</title>
         <author>anacristina1</author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/241165785</link>
         <description><![CDATA[<div>Este post é apenas um exemplo. <strong>Comece colocando o seu nome, no lugar que aparece título</strong>. <br>Como está orientado acima, vocês devem postar algo sobre os caminhos que percorremos até o momento e o que foi mais significativo para ajudá-los a entender mais sobre o tema. Você pode postar uma síntese de aula ou ideias, uma charge, um vídeo, pode comentar um post de outro aluno concordando ou levantando aspectos que você discorda. Mas, <strong>lembre-se de comentar o quê no material escolhido é tão relevante a ponto de ter sido selecionado.</strong></div><div>Bom trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 00:48:14 UTC</pubDate>
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         <title>João Sakata Rodriguez</title>
         <author>1220421</author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242555591</link>
         <description><![CDATA[<div>Toda a discussão começou quando começamos a falar sobre as questões que foram postas no formulário que fizemos sobre conhecimentos gerais de física. No entanto, uma questão, em específico, foi essencial para dar um pulo grande em nossas discussões, esta é sobre o pulo dentro de um ônibus. Uma aula após o início desta discussão, eu ainda não estava entendendo quase nada, porém no final da aula, a professora fez um experimento com uma bola de borracha. O experimento consistia em que ela se movimentasse e, ao soltar a bola, veríamos o movimento que esta faria, então a bola seguiu o movimento da professora. A partir deste momento todos entenderam que aquilo que faz a bola continuar seu movimento é uma propriedade da matéria e que o corpo não precisa de uma força para se mover, apenas para fazer uma ação ou mudar a trajetória deste. Esta propriedade é chamada de inércia, então a partir daí as informações ficaram claras em minha cabeça  e comecei a compreender o que era inércia. No entanto, não foi apenas esta discussão que me fez entender melhor o conteúdo. O vídeo (que está logo abaixo) que precisávamos ver como lição de casa foi muito importante para mim, pois além dos professores, deste, explicarem de forma clara e completa, sendo que, ao longo do vídeo realizam experimentos. Estes experimentos foram importantes, também, para  a compreensão do movimento que a inércia provoca no material.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=fzV6J1iMwGI" />
         <pubDate>2018-03-15 18:57:20 UTC</pubDate>
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         <title>Antônio Naletto Xavier</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> O ponto de referência presente na charge é o Skate, que se movimenta em velocidade constante desconsiderando qualquer aceleração. Mesmo que o Skate seja interrompido, o corpo que o acompanha permanece em movimento devido a inércia. Deixando mais claro, para mim, o que é a inercia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 19:42:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cao Szpigel Vilela</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<pre>Nossas discussões à respeito do movimento começaram a partir dos questionários que respondemos. A questão que gerou mais discussão foi a respeito do que aconteceria se pulássemos em um ônibus em movimento, a sala ficou dívida entre se a pessoa cairia no mesmo lugar ou se cairia mais atrás, chegamos à conclusão quea pessoa cairia no mesmo lugar, porém não sabíamos porque isso acontecia. Após realizar varias discussão em sala e analisar diferentes situações chegamos à conclusão que isso ocorre por conta da inércia, ou seja, o que acontece é: o ônibus em movimento(que tipo de movimento?) está exercendo uma força sobre quem está no ônibus (será?), quando a pessoa pula o ônibus para de exercer força sobre ela, porém por conta da inércia ela continua em movimento e por isso cai no mesmo lugar (sua explicação pode levar a ideia que o movimento com a ação de uma força e sem esta não tem diferença. É isso mesmo?). Porém a inércia não é uma força ( como a gravidade) a inércia é aquilo que faz com que um corpo continue se movendo após uma força ser exercida sobre este, como o exemplo do ônibus que exerce uma força sobre a pessoa (quando ele exerce essa força?) <del>enquanto está esta em contato com ele</del>, quando a pessoa pula o ônibus para de exercer força sobre ela, mas está continua se movendo por conta da inércia, este foi um exemplo que me ajudou muito a entender o que era a inércia e como ela age sobre os corpos. Ou seja é a inércia que impede de se você pular em um avião, por exemplo, sair voando e bater no fundo com uma velocidade absurda, este foi outro exemplo que ajudou muito, já que evidencia a ação da inércia. Entender este conceito foi essencial para entender muitos dos fenômenos do dia a dia e para entender como funciona o movimento.</pre>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 20:42:24 UTC</pubDate>
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         <title>Murilo Doracio</title>
         <author>mukagaviao</author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242596490</link>
         <description><![CDATA[<div>No começo do ano não estava entendendo muita coisa sobre a matéria, mas depois que a Ana começou a alguns experimentos, e usar algumas coisas que normalmente acontece na vida consegui entender melhor a matéria. Ainda tenho algumas duvidas sobre a matéria que é a teoria da inercia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 20:45:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Julia Vampré</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante as primeiras aulas, antes de iniciar o conteúdo de movimento, vimos o quanto é importante as hipóteses e seus experimentos, dito isso, mentalmente, apliquei o conceito de experimentos diante ao conteúdo, isso é, quando questionado pela professora Ana Cris, se um movimento precisava de força, todos nós discutimos durante as aulas, nossas hipóteses mas a princípio não chegamos a lugar nenhum. Começou a fazer sentido quando a professora nos apresentou a Inércia, que não é uma força, e sim a continuidade que se da ao movimento, e vimos que com ela, também é importante o atrito, resistência do ar e a gravidade para que ações simples do nosso dia a dia, até como andar, ocorra. O que me fez entender a ideia de que existe a Inércia, foram os testes feitos na sala, como o da bolinha e de quando os alunos foram questionados sobre ação e reação, pois dessa forma, comecei a compreender que cada conceito (inércia, resistência do ar, gravidade e atrito) se mantêm junto um do outro e que a força aplicada na bolinha, por exemplo, é força usada pra jogá-la, mas o que faz com que ela continue seu movimento, não é a força, e sim a lei da inércia. Outra coisa que me ajudou a entender, foi o vídeo a seguir, pois nele, exemplifica exatamente o que foi debatido em sala de aula, e mostra que os corpos se mantém em movimento retilíneo uniforme, ou seja, uma reta da mesma velocidade.</div><div>&nbsp;Também observamos que cada movimento se da de acordo ao ponto referencial, ou seja, se estou deitada, posso dizer que estou parada, se meu ponto referencial for a cama, mas também posso dizer que estou em movimento, se o meu ponto referencial for a rotação do planeta.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/5GU1IVmlY6k" />
         <pubDate>2018-03-15 20:52:10 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza Mello</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242606377</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 21:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>Alexandre S. Matera</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242608855</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas primeiras aulas do ano,  como disse a Júlia Vampré, vimos quanto é importante as hipóteses nos experimentos e na Física em geral. Estas hipóteses fizeram estas primeiras aulas, como por exemplo, as hipóteses de situações como a do caçador e a do macaco, ou a do pulo no ônibus,  respondemos com nossos respectivos pontos de vista e tivemos grandes discussões em sala sobre todas estas questões. Confesso que não estava entendendo muito bem a matéria até a aula onde discutimos os pontos de vista de movimento de Aristóteles e a ideia de inércia de Galileu. Após essa aula, e a que a Ana fez o experimento com a bola de borracha, comecemos a definir um conceito de inércia, que seria uma propriedade da matéria que ,se não sofrer alteração,continua na velocidade inicial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 21:32:17 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Nunes da Silva Matuck Borba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242613509</link>
         <description><![CDATA[<div>                 A discussão sobre movimento começou com as questões propostas no formulário. No início, não estava conseguindo entender muito os conceitos trabalhados, porém, ao longo das aulas com os experimentos, me ajudou a entender sobre a primeira lei de Newton: o princípio da "inércia". O experimento aconteceu da seguinte forma: a professora jogou a bola ao seu lado e seguiu andando. Ao final do experimento, percebemos que ela acabou fazendo o mesmo trajeto que a professora com o mesmo movimento após  cair, o que a inércia justificaria o motivo disso ter ocorrido. Sendo uma propriedade da matéria, não pode ser considerada uma força por ser uma propriedade específica de cada material para resistir a alteração em seu movimento. Além do experimento, o vídeo abaixo ajudou a sistematizar o conceito, dizendo que tudo tende ao equilíbrio, ou seja, todo corpo tende a ter seu movimento retilíneo uniforme ou repouso com velocidade constante menos que haja sobre ele força diferente de zero. Se há uma força diferente de zero, acaba modificando a velocidade da matéria e a ação do movimento. Ainda falando sobre a força, o movimento apenas precisa de uma força para iniciar o movimento, não para todo o momento.  <br>                Outro conceito que acabei não entendendo no começo foi sobre o princípio de ação e reação. Porém, com o vídeo abaixo, acabou me deixando mais claro em relação à isso. O princípio de ação e reação se dá por meio da seguinte forma: toda ação corresponde à uma reação de mesma intensidade e mesma direção, mas, em sentidos opostos. Como o exemplo dado no vídeo, quando a pessoa dá um soco na parede, assim como ela aplica uma força em cima da parede, a parede aplica uma força sobre a mão da pessoa. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 21:54:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Max Schiller</title>
         <author>080909</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como disse João as primeiras aulas foram muito difíceis de entender e o vídeo apresentado nos ajudou muito. E como não disse João Inércia é uma propriedade da materia que se não sofrer alteração continua na velocidade inicial, e se o corpo estiver parado continuara parado ao menos que não sofra uma  variação </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 21:56:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>080909</author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242614690</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 22:00:39 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Moreira Ashitani</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242618793</link>
         <description><![CDATA[<div>Como disse João Sakata, nossas discussões e hipóteses feitas em aula nos ajudou muito para entender o conteúdo, em minha opinião o que mais nos beneficiou, foi de fato a atividade feita em sala, em que demos nossas próprias opiniões sobre o que achávamos o que de fato ocorria em cada uma das situações. Esta foi a mais importante, pois a partir disto, ficamos curiosos para saber o que de fato acontecia, então isso nos proporcionou uma rica discussão, consequentemente, esta discussão nos levou a uma conclusão em que toda sala participou. Achei também muito interessante, o fato da discussão ter me levado a outros ideias sobre o que de fato ocorria. Durante o formulário, tinha quase certeza de que tudo o que eu havia assinalado estava correto, porém após ouvir a fala de outros pude mudar meu pontos de vista, e isso me levou a uma extrema curiosidade sobre o tema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 22:27:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luís Cunha Morettin</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242620167</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante as aulas de física, tivemos várias hípoteses, teorias, que foram refutadas e algumas aprofundadas. Algumas perguntas que ajudaram a gente a nortear o trabalho: 1. Pode haver movimento sem a ação de uma força? 2. Olhando de pontos diferentes, nesta mesma sala, poderíamos ver movimentos diferentes? 3.Se pularmos verticalmente para cima, dentro de um ônibus em movimento, certamente cairíamos na frente, atrás ou na mesma posição? Bom, nas aulas vimos que&nbsp; Inércia é uma propriedade da matéria, não uma força. A força modifica somente o movimento e inicia ele, porém pode haver movimentos sem ação de uma força. O referencial é algo muito importante, pois dependendo dele, podemos ver um corpo em movimento ou até mesmo parado. A questão 3 que discutimos foi concluído o seguinte: Todo corpo tende a manter o seu movimento em linha reta com velocidade sempre constante,  a menos que aja sobre ele uma força diferente de zero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 22:37:26 UTC</pubDate>
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         <title>Francisco Fernandez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242621310</link>
         <description><![CDATA[<div>Acho que a primeira coisa&nbsp; que acho importante para o entendimento do movimento seria, como muitos outros alunos disseram aqui, a discussão sobre o ônibus (se pulasse num ônibus em movimento constante, você vai para frente, para trás, ou pousa no mesmo local que estava?). Creio que esta discussão fora muito importante pois, além de ter sido muito grande (assim sendo uma das maiores dúvidas da classe sobre movimento que iriamos responder), este também foi necessário para entender uma das propriedades da matéria mais cruciais para este trimestre: a inércia (algo que será recapitulado daqui a pouco). Depois de longas discussões sobre a problemática do ônibus (onde várias teorias foram criadas), houve um experimento que conseguiu nos direcionar a uma conclusão; este experimento - que aliás fora mencionado pelo Sakata em seu texto - seria s bolinha de borracha. A partir deste, vimos como, depois que um objeto sofre uma força que o jogue mais ou menos em linha reta, este irá movimentar em uma velocidade constante; assim justificando porque o individuo que pula do ônibus não vai para a parede.<br>A partir de então conseguimos entender o que é a inércia: esta propriedade é a que faz com que o objeto se mantenha em seu estado de movimento (andando ou parado) - tanto que não é uma força que age nele para cumprir este movimento, já que vimos como as forças acima de zero tendem a modificar o movimento do objeto.<br>Outro momento que considero importante neste trimestre até o momento seria o vídeo "Frames of Reference" (um momento que também fora mencionado por outros alunos). A partir deste vídeo, vimos como não importa quem está em movimento, mas sim como um está em movimento em relação ao outro. A partir disso vimos então os pontos de referência, que seria essa relação entre movimentos. Um exemplo no vídeo seria o experimento da bola de metal que é atraída por um imã magnético preso em um carrinho que move em um movimento constante: neste experimento esta bolinha, enquanto filmada, é solta do imã, e, a partir de diferentes posicionamentos da câmera - que também seriam pontos de referência - parece que a bola faz movimentos diferentes, porém na verdade ela sempre faz o mesmo. Assim vimos que o movimento de um objeto, quando visto, pode ser diferente dependendo de qual movimento que estamos relacionando, mas ainda é igual em seus cálculos/análises de seu movimento e nas forças que estão presentes de alguma forma<br>Além disso, também houveram outras informações legais que surgiram nas discussões, como o fato de sempre ter uma força contraria a que está sendo exercida no objeto (a gravidade, por exemplo, nos puxa, mas também puxamos a <del>gravidade)</del>, o principio de ação e reação, ou como é mais difícil mudar o movimento de um objeto quanto maior sua massa; porém, creio que a problemática do ônibus e o vídeo de referência são os mais cruciais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 22:44:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Isabel Paiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242626809</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo das aulas, a professora Ana Cris começou a nos questionar sobre se um movimento realmente necessitava de força, sendo assim, foram feitos experimentos para que entendêssemos melhor, porém acabamos não chegando em lugar nenhum. Logo mais, nossa professora apresentou para a sala o que era Inércia que é uma continuidade (onde?) que ocorre a partir do movimento. <br>Assim, para que compreendêssemos o que seria essa continuidade foram feitos outros experimentos, como o da bolinha que acaba por acompanhar o corpo enquanto o mesmo estava se movimentando. Com isso em mente, entendemos também as relações entre os movimentos, a resistência do ar e gravidade. <br>A partir desse estudo, entendemos que todo movimento acontece com base em um ponto de referência, sendo assim, sabemos que o movimento é algo relativo, então, dependendo desse ponto de referência um objeto pode estar em movimento em relação à um ponto e ao mesmo tempo estar parado em relação à outro ponto, nesse segundo caso, o objeto e o ponto estariam com o mesmo movimento. Ou seja, em relação (à quê?) estariam com o mesmo movimento de acordo com as coordenadas espaciais, sendo "x, y e z". Um exemplo deste caso seria: em uma viagem com um acompanhante, para uma pessoa do lado de fora do carro, o indivíduo dentro do veículo estaria em movimento. Já em relação ao acompanhante, você está parado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 23:22:35 UTC</pubDate>
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         <title>João Ryoki</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242627656</link>
         <description><![CDATA[<div>O caminho que percorremos até aqui foi puramente te<del>órico</del>, não vimos nenhum cálculo. Estudamos a inércia primeiramente pensando que era um movimento, e após discussões a conclusão de que a inércia é uma propriedade de todo objeto, pois ela não é exercida em objetos, ela simplesmente acontece. Começamos então a ver o que acontece ao mudarmos a perspectiva em cima de um movimento a partir da inércia. Por exemplo no vídeo (já utilizado em casa e nesse site) dos dois cientistas testando o referencial tem um experimento relacionado à inércia, o da bolinha que é solta em um carrinho em movimento. Podemos ver no vídeo que o movimento que a bolinha faz muda, porém o ponto de chegada é o mesmo, logo o ponto de referencial não muda.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 23:28:59 UTC</pubDate>
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         <title>Dora Stroeter</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242629505</link>
         <description><![CDATA[<div>As discussões que tivemos sobre as propriedades do movimento foram iniciadas pela apresentação de hipóteses formuladas por dois importantes filósofos e cientistas, Aristoteles e Galileu. <br>Grego, aluno de Platão, teórico, Aristoteles acreditava que as formas de movimento poderiam ser divididas em duas categorias, sendo a primeira o movimento natural, que implica nos elementos e objetos naturalmente voltarem a sua posição comum, ou seja, se locomoverem na direção que mais se relaciona com a matéria (coisas "terrenas", ligadas à terra, têm a tendência a ir para baixo e a fumaça, associada ao ar, tende a ir para cima). A segunda categoria, do movimento violento, determina o deslocamento como resultado de forças impostas por causas externas, que acabam empurrando ou puxando os objetos. <br>No caso de movimentos gerados por propulsão, como o lançamento de flechas, Aristoteles explicava que apenas bastava a ação do arco para iniciar o movimento, já que este poderia se manter por meio da ocupação do vácuo criado (trajeto da flecha) pelo ar.<br>As teorias de Aristoteles foram sustentadas por milhares de anos (cerca de 2000), até que o filósofo Galileu, por meio da experimentação, invalidou algumas dessas hipóteses. O cientista, deixando cair dois objetos de pesos diferentes de cima da Torre de Pisa,  mostrou que, não levando em conta a resistência do ar, os objetos chegariam ao mesmo tempo no solo (partindo da teoria de "movimento natural"de Aristoteles, os objetos mais pesados, ligados a terra, chegariam mais rapidamente no chão). Outra teoria desenvolvida por Galileu é de que não é necessária nenhuma força para se manter algo em movimento, a partir do momento em que este é iniciado, e desde que não haja interferência de nenhuma outra força. Esta proposta foi provada com base na realização de experimentos.<br>Galileu pôs bolas a descer em rolamento por planos inclinados, observando e registrando o ganho de velocidade das mesmas durante o procedimento. Ao rolarem plano acima, a força da gravidade as fazia perder a velocidade. O cientista imaginou, então, condições onde uma bolinha, a ser colocada para rolar, simplesmente não fosse parada, por força de nenhum tipo. Ignorando a gravidade, o atrito, a resistência do ar, entre outros fatores mais, o objeto poderia se manter para sempre em movimento constante, sem a ação de nenhuma força. <br>As teorias e testes realizados por Galileu ajudaram na formação do conceito de inércia, ou seja, uma propriedso movimento com velocidade constante, que nem tão pouco é ou possui de algum tipo de força para se manter. A força, muito pelo contrário, limita o movimento,  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 23:41:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Laura Scandelai R. Naito</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante as primeiras aulas respondemos questionários sobre os movimentos, como o do macaco e do ônibus, que foi bem complicado de entender, e também recebemos a pergunta se um movimento pode acontecer sem força. E eu acreditava que não, porém na sala de aula a Ana Cris fez experimentos com a bolinha de borracha para nos mostrar como um movimento poderia acontecer sem uma força. Desse jeito, entendi que sim, precisa de uma força para que o movimento se inicie, porém para que ele continue é aplicada a inércia. Sendo ela uma propriedade da matéria que consiste em uma tendência que o movimento retilíneo uniforme continue assim e que um corpo em repouso permaneça em repouso. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 23:53:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lia Thalenberg</title>
         <author>091170</author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242634543</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do vídeo Física Referenciais aprendemos em sala de aula que é de extrema importância identificar se um objeto está se movendo ou não em relação ao que,  pois sem especificar esse dado podemos dizer que todo e qualquer objeto estará se movendo e parado pois não é dito em relação à que. Por exemplo: uma pessoa em uma sala estará se movendo em relação ao sol, mas não estará se movendo em relação a sala onde está inserida. Outra coisa que aprendemos com o vídeo é que não é relevante para a física QUE objeto está se movendo (no vídeo há o exemplo do homem e da parede), pois o cálculo permanecerá o mesmo independente de QUAL material estiver em movimento. Por fim, é importante ter em mente que o movimento é diferente aos olhos de quem vê, mas as forças que agem sobre a matéria são as mesmas, e o tempo de duração do movimento também é o mesmo, assim como a energia mecânica utilizada.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=fzV6J1iMwGI" />
         <pubDate>2018-03-16 00:19:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Eduarda Saraiva Freitas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242643421</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das maiores discussões que tivemos em sala foi a respeito da primeira lei de Newton, a inércia.<br>Estávamos tentando entender o que é essa lei, e se ela é uma força ou não, para isso, criamos varias hipóteses e uma dúvida surgiu: um objeto precisa de uma força para continuar se movimentando? Grande parte da sala,(praticamente a sala inteira se eu não me engano), acreditava que só era possível um objeto se mexer se uma força é aplicada sobre ele. Apos algumas aulas, chegamos a conclusão que sim,  é possível um objeto continuar se movimentando sem uma força "em cima" dele, se ele estiver com uma velocidade constante e andando em linha reta, então, foi possível entender o que é a inércia. <br>Inércia e uma lei que fala que sem uma força agindo sobre os corpos, os que estão em repouso tendem a ficar em repouso e os que estão em movimento em linha reta com velocidade constante, tendem a continuar esse movimento. Desta forma a força não e necessária para manter um movimento, e , está relacionada com a mudança de movimentou seja, precisamos da força quando queremos mudar a velocidade.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 01:13:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pedro Henrique Lourenço Fuchs </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242644066</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa charge mostra o que eu considero que mais me marcou até aqui sobre o estudo do movimento :&nbsp;</div><div>Um corpo em movimento, tende sempre a continuar em movimento (de que tipo de movimento estamos falando?)e&nbsp; um corpo em repouso tende sempre a continuar em repouso.&nbsp;</div><div>Com isso, a gente consegue concluir que para um movimento ser contínuo,(?) ele não precisa de uma força agindo sobre ele a todo o momento. (quando a força deve agir,então?)</div><div><br></div><div>Outra coisa que a gente estudou que eu acho importante ressaltar, além da análise da charge, é a definição de inércia, que foi discutida durante diferentes aulas e por fim chegamos à conclusão de que a inércia é uma propriedade da matéria;</div><div>Todo corpo tende a manter o seu movimento retilíneo com velocidade constante (termo bastante discutido em aula), a menos que aja sobre ele uma força diferente de zero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 01:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Raíssa Marques Lima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242657768</link>
         <description><![CDATA[<div>Introduzimos nossas discussões a partir de questionários que propuseram um desencadeamento de dúvidas, gerando os debates em sala de aula. Usamos <del>a força da</del> inércia para resolvermos nossa questão principal: se pularmos dentro do ônibus, permanecemos no mesmo lugar, ou iríamos para frente, ou para trás? <del>A força</del> da inércia foi um conceito muito discutido em aula, como não sabíamos abranger um significado conceitual para <del>tal força</del>, então entramos em argumentações muito mais densas e trazendo experiências que pudessem comprovar o que pensamos. Usamos o exemplo de uma bola de borracha, com a linha de raciocínio de que ela seguiria a professora quando jogasse a tal, a bola seguiria o movimento feito pela professora. Aplicamos o experimento na questão norteadora e prosseguimos com hipóteses de que se pulassemos dentro do ônibus, permaneceríamos no mesmo lugar em que saltamos, por conta<del> da força </del>em que o corpo está se movimentando.&nbsp;</div><div>Seguido das experiências, assistimos a um vídeo muito explicativo que me ajudou a sintetizar tudo que estaríamos discutindo por aulas, <em>Física Referenciais. </em>Descobrimos então o que seria a força da inércia e como ela estaria relacionada aos nossos experimentos de movimento. <figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:354,&quot;url&quot;:&quot;https://www.grupoescolar.com/a/b/5A716.jpg&quot;,&quot;width&quot;:500}" data-trix-content-type="image"><img src="https://www.grupoescolar.com/a/b/5A716.jpg" width="500" height="354"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 02:55:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luisa Navarro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anacristina1/5maf075hrs5m/wish/242660542</link>
         <description><![CDATA[<div>Toda a explicação feita por Dora está correta, e eu gostaria de completar o registro comentando sobre os referenciais. Pelo que vimos e discutimos em sala, na física só é possível falar sobre um movimento se for definido um ponto de vista para isso. Se, por exemplo, estivermos viajando para algum lugar em um carro e uma parte do percurso for feito em uma estrada deserta (ou quase), temos a impressão de que as árvores (ou qualquer outro objeto visto pela a janela) estão se movendo ao invés de nós. Embora sabemos muito bem que, na realidade, somos nós que estamos em movimento em relação às árvores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 03:13:46 UTC</pubDate>
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