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      <title>Exercício I - Estudos SA. 2024_2 by Sociologia PUC-Rio</title>
      <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi</link>
      <description>Tendo como ponto de partida os textos da Bresciani, do Simmel e do David Harvey, elenque ao menos 2 aspectos (por coluna) relativos aos processos modernos de desenvolvimento das cidades.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-09 16:21:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cartolas do futebol preferem os estádios vazios do que manter os preços acessíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 16:21:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110128237</link>
         <description><![CDATA[<p>Bresciani destaca as divisões de classes e aspectos de condições de trabalho insalubres que também são problemas causados pela falta de políticas públicas. Políticas fiscais, como a progressividade dos impostos, são usadas para redistribuir a riqueza da sociedade. Essas políticas são frequentemente debatidas e moldadas com base em considerações sobre a divisão de classes e a justiça social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 16:21:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um aspecto que vale ser citado sobre o texto “O fenômeno urbano – a metrópole e a vida mental” de Simmel é o individualismo dos habitantes de metrópoles. Diante de um ambiente hiper estimulado, concentrado e cheio de informações o indivíduo cria uma certa independência individual e liberdade de elaborar sua própria individualidade .</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 16:21:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <description><![CDATA[<p>“A urbanização planetária passou a ser o centro da reprodução do capital”, disse. Com o vale do silício não foi diferente. Acusações de tentativa de fraude eleitoral patrocinada pelo Aribnb e o uso das estreitas ruas do município pelos ônibus de companhias como o Google, são alguns dos pontos que começam a desagradar a população da região, além do intenso processo de gentrificacão.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 16:21:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110128273</link>
         <description><![CDATA[<p>A matéria é um exemplo do desenvolvimento urbano desenfreado, fruto do sistema capitalista que, como Harvey ensina, escoa o acúmulo de capital para investimentos em infraestrutura e projetos. Neste caso específico, o investimento sequer teve utilização. Ao longo da matéria, é citada a existência de outras 20 cidades "fantasmas" no território chinês.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/03/150322_cidades_fantasmas_china_mj_cc" />
         <pubDate>2024-09-09 16:21:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110511468</link>
         <description><![CDATA[<p>O desenvolvimento das cidades é um fenômeno multifacetado que envolve não apenas aspectos econômicos e estruturais, mas também culturais e subjetivos que moldam a vida urbana. De acordo com as reflexões de Georg Simmel, a vida na metrópole exige que os indivíduos se ajustem constantemente a novas realidades e desafios. Simmel destaca que a mente metropolitana é moldada por essa necessidade de adaptação, resultando em uma forma de consciência que é mais flexível e capaz de lidar com a descontinuidade e a diversidade de experiências. Essa plasticidade mental é uma resposta às condições psicológicas criadas pela vida urbana. GRUPO 3.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 20:32:09 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110514675</link>
         <description><![CDATA[<p>A análise de David Harvey sobre a relação entre espaço e capital é claramente ilustrada pela matéria jornalística que relata a venda de um apartamento de apenas 10m² em São Paulo por R$ 200 mil, um exemplo emblemático de como o desenvolvimento urbano é frequentemente guiado por interesses econômicos que exacerbam desigualdades sociais e espaciais. Harvey argumenta que o espaço urbano é uma mercadoria moldada pelas forças do capital, onde a busca incessante por lucro leva à 'gourmetização' de espaços mínimos, transformando-os em produtos de alto valor, acessíveis apenas a uma parcela privilegiada da população. Este fenômeno não só reflete a especulação imobiliária e a valorização excessiva do solo urbano, mas também evidencia a exclusão social, ao limitar o acesso a moradias dignas e acessíveis para a maioria dos cidadãos. Assim, a crítica de Harvey se materializa na realidade urbana contemporânea, onde o capital dita as regras do espaço, muitas vezes em detrimento do bem-estar coletivo e da justiça social.  </p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/07/06/apartamento-de-10m-em-sp-com-valor-de-r-200-mil-viraliza-nas-redes-sociais-gourmetizaram-o-cativeiro.ghtml" />
         <pubDate>2024-09-09 20:33:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110517454</link>
         <description><![CDATA[<p>O desenvolvimento das cidades é um fenômeno multifacetado que envolve não apenas aspectos econômicos e estruturais, mas também culturais e subjetivos que moldam a vida urbana. De acordo com as reflexões de Georg Simmel, a vida na metrópole exige que os indivíduos se ajustem constantemente a novas realidades e desafios. Simmel destaca que a mente metropolitana é moldada por essa necessidade de adaptação, resultando em uma forma de consciência que é mais flexível e capaz de lidar com a descontinuidade e a diversidade de experiências. Essa plasticidade mental é uma resposta às condições psicológicas criadas pela vida urbana. GRUPO 3.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 20:36:31 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 2</title>
         <author>hvbtrannin</author>
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         <description><![CDATA[<p>O governo do Rio de Janeiro proibiu a realização de jogos no Estádio de São Januário devido à proximidade com a comunidade local. A medida foi tomada com base em preocupações sobre a segurança do público em dias de partida, além de gerar impactos negativos no comércio da região, deixando muitos comerciantes sem trabalho e, consequentemente, sem fonte de renda.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 20:39:57 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110526820</link>
         <description><![CDATA[<p>O desenvolvimento das cidades é intrinsecamente ligado a aspectos políticos que moldam suas estruturas, dinâmicas sociais e interações econômicas. A partir das reflexões presentes no texto de Georg Simmel, é possível identificar várias dimensões políticas que influenciam o crescimento e a organização das cidades. Pode-se descatar que historicamente as cidades têm sido centros de poder político e econômico. A Revolução Industrial, por exemplo, não apenas transformou a economia, mas também deslocou o centro de poder do campo para as áreas urbanas. As cidades passaram a ser vistas como locus de convergência de interesses econômicos, políticos e ideológicos, onde as decisões que afetam a vida de milhões são tomadas. Essa centralização do poder nas cidades reflete uma mudança significativa nas relações sociais e na estrutura de governança. GRUPO 3.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 20:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110526894</link>
         <description><![CDATA[<p>Na cidade é possível encontrar o anonimato e a expansão da liberdade, o que traz a possibilidade das pessoas estabelecerem diferentes conexões sociais e culturais. Em contrapartida, pode ser também um local desumanizante e muito individualizado, haja vista que ao mesmo tempo em que há muita conexão, ainda estamos bastante desconectados uns dos outros. Dessa forma, Simmel tenta fazer um diagnóstico do indivíduo moderno a partir da análise do que é a cidade. O autor investiga a relação entre os estímulos nervosos e o comportamento individual na metrópole, com ênfase nas consequências sensoriais e emocionais. Sendo assim, em resposta ao excesso de estímulos oriundos da cidade, ao suportá-los, os indivíduos tornam-se emocionalmente distantes, fazendo com que desenvolvam uma personalidade mais anestesiada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 20:46:08 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110528630</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais uma vez abordando a análise de David Harvey sobre a intersecção entre espaço e capital revela como o desenvolvimento urbano é frequentemente direcionado por interesses econômicos, gerando desigualdades sociais e espaciais nas cidades. Essa perspectiva se torna ainda mais evidente ao observar a recente matéria jornalística que destaca dados de crescimento da venda de apartamentos pequenos em São Paulo, que superou em duas vezes a média geral de vendas de imóveis na cidade entre 2019 e 2023. O aumento de 27% na comercialização de apartamentos com até 90m², em contraste com o crescimento de apenas 13% no total de imóveis, sugere uma demanda impulsionada por fatores econômicos, como a busca por habitações mais acessíveis em um contexto de urbanização acelerada. Essa dinâmica não apenas reflete as preferências do mercado, mas também evidencia como as decisões de investimento e desenvolvimento imobiliário podem acentuar as desigualdades, ao priorizar a construção de unidades menores em detrimento de soluções habitacionais mais amplas e inclusivas, perpetuando assim a segregação social e espacial nas metrópoles.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 20:48:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110531325</link>
         <description><![CDATA[<p>No texto lido de Brescianni, encontramos a França do século XIX e o temor das jornadas revolucionárias sentido pelas classes nobres. Naquele cenário, a massa mais pobre da sociedade que, cabe ressaltar, significava grande contingente populacional, trazia suas exigências e anseios a serem implementados através do controle das instituições políticas. </p><p>Carlyle menciona que cerca de 25 milhões de franceses oprimidos pela fome e falta de roupas desejavam liberdade, igualdade e fraternidade e, no fim, conseguiram mudar a sociedade francesa da época interferindo na política e assim mudando o desenvolvimento da cidade. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 20:51:01 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 2</title>
         <author>hvbtrannin</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110545783</link>
         <description><![CDATA[<p>A charge retrata o conceito de "arquitetura hostil", uma prática comum em espaços urbanos que utiliza o design para impedir certos comportamentos considerados de uma classe mais baixa. Assim, em vez de promover inclusão e acolhimento, o espaço público se torna excludente, limitando o acesso e o uso pleno de áreas que deveriam ser de todos. A crítica central é que, ao tentar resolver um problema social com barreiras físicas, perde-se a oportunidade de promover uma cidade mais humana e inclusiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 21:06:44 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110547792</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto “Londres e Paris” de Maria Stella Bresciani, aborda uma análise profunda e comparativa dos aspectos culturais e subjetivos que moldaram o desenvolvimento urbano destas duas grandes capitais europeias. A escritora acaba por explorar Londres e Paris que, apesar de sua proximidade geográfica acabaram por seguirem trajetórias distintas que refletem não apenas não apenas suas histórias, mas também as identidades culturais e subjetivas que emergiram desses processos.&nbsp;</p><p><br></p><p>Paris é apresentada como um símbolo de inovação e sofisticação – fruto de uma herança histórica e artística. Ao longo dos séculos, a cidade passou por grandes mudanças; as reformas de Haussmann foram as mais notáveis, transformando a cidade em um local que reflete tanto o glamour quanto às complicações da vida moderna. Bresciani descreve como a estrutura urbana de Paris, caracterizada por avenidas largas e edifícios históricos, cria uma experiência culturalmente rica e esteticamente impressionante. A capacidade da cidade de integrar elementos históricos e contemporâneos, criando um ambiente preservacionista e dinâmico, é principalmente responsável pela sensação de charme e elegância que a caracteriza.</p><p><br></p><p>Não obstante, Londres é descrita como uma cidade de contrastes, na qual o antigo e o novo coexistem de maneira única. A capacidade de Londres de se adaptar e incorporar novas influências enquanto mantém conexões com suas tradições históricas é mostrada pelo desenvolvimento de sua cidade. O&nbsp; texto enfatiza como a diversidade cultural e a evolução constante de Londres criam uma paisagem urbana diversa. A coexistência de diferentes estilos arquitetônicos e a dinâmica multicultural da cidade criam uma experiência subjetiva que é ao mesmo tempo vibrante e multifacetada.&nbsp;</p><p><br></p><p>Outrossim, o texto trata sobre os desafios enfrentados por ambas as cidades em seus avanços de desenvolvimento.. Em Paris, a tensão entre preservação histórica e modernização é um tema central, refletindo as complexidades de manter a identidade cultural em um cenário de mudança. Londres, por sua vez, enfrenta desafios distintos relacionados à sua identidade multicultural e às rápidas mudanças urbanas, que exigem uma adaptação constante para equilibrar o antigo e o novo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 21:08:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110550199</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>[GRUPO 2]</strong> David Harvey explica a gentrificação como um processo onde áreas urbanas são revitalizadas para atrair investimentos, o que frequentemente resulta no aumento dos preços de imóveis e alugueis e na expulsão dos moradores de baixa renda. Em São Francisco, isso é visível com o crescimento das empresas de tecnologia que elevaram os preços das propriedades, forçando muitos residentes antigos a se mudarem para áreas periféricas. A construção de novos arranha-céus e complexos corporativos no Vale do Silício ilustra como o foco em maximizar o lucro pode transformar bairros inteiros, deixando para trás aqueles que não podem acompanhar o ritmo das mudanças.</p><p>Além disso, a mercantilização do espaço, onde o planejamento urbano e a arquitetura são moldados para valorizar o capital, também reflete o que Harvey descreve. Em São Francisco, essa lógica contribui para uma crise de moradia visível nas ruas, com um aumento significativo no número de pessoas sem-teto. A resistência dos moradores à construção de centros de apoio para os sem-teto, por medo da desvalorização de suas propriedades, mostra como os interesses econômicos muitas vezes prevalecem sobre as necessidades da comunidade, intensificando a desigualdade e a marginalização social.</p><p><strong>BIBLIOGRAFIA: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://arquivo.canaltech.com.br/negocios/populacao-de-sao-francisco-sofre-os-efeitos-negativos-do-vale-do-silicio-60377/">https://arquivo.canaltech.com.br/negocios/populacao-de-sao-francisco-sofre-os-efeitos-negativos-do-vale-do-silicio-60377/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://arquivo.canaltech.com.br/negocios/populacao-de-sao-francisco-sofre-os-efeitos-negativos-do-vale-do-silicio-60377/">https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/21/actualidad/1558475038_662418.html</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 21:12:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110551358</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>[GRUPO 2]</strong> A revitalização da Zona Portuária Carioca, iniciada com a OUC Porto Maravilha em 2009, resultou em uma acentuada valorização imobiliária, com preços do metro quadrado subindo até 500% entre 2002 e 2012. Este aumento atraiu investidores e um público mais abastado, alterando o perfil socioeconômico da área e potencialmente forçando os residentes originais de baixa renda a se deslocarem para outras regiões. A transformação no espaço urbano da Zona Portuária segue um padrão de gentrificação, refletindo a tendência de deslocar populações vulneráveis em benefício de novos desenvolvimentos econômicos e comerciais.</p><p>Essa dinâmica é comparável à mercantilização do espaço observada em outros contextos, como o Vale do Silício, onde a valorização do mercado imobiliário e a construção de empreendimentos atendem a lógicas capitalistas, frequentemente em detrimento das necessidades locais. Na Zona Portuária, a introdução de novos empreendimentos culturais e comerciais e a promoção de eventos, como o Carnaval de Rua, têm sido usados para atrair investimentos e novos públicos, ilustrando como o planejamento urbano pode ser moldado para maximizar o valor econômico, muitas vezes à custa da inclusão social.</p><p><strong>BIBLIOGRAFIA: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/enanpege/2021/61c4c2d30ec56_23122021154123.pdf">https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/enanpege/2021/61c4c2d30ec56_23122021154123.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 21:13:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110551470</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita pelo gabinete de um vereador do estado do Rio de Janeiro aponta que 40% de 141 imóveis públicos que foram vistoriados em 2023 estão vazios ou subutilizados. Os imóveis analisados estão localizados no Centro do Rio de Janeiro e foram sedes de órgão públicos antes de serem inutilizados e abandonados. A pesquisa mostra ainda que existe uma crescente necessidade de habitação e, por isso, as ocupações informais crescem na região. Assim, ficam claros dois problemas opostos dentro da cidade.</p><p>Esses dois extremos entre construções abandonadas e o crescimento dos assentamentos irregulares refletem o capitalismo que David Harvey destaca nos textos sobre o direito à cidade e a urbanização. Ele fala sobre a “necessidade perpétua de encontrar terreno lucrativo para a produção” e como as cidades emergiram da concentração social e a acumulação de capital. Isso se aplica à história da distribuição da propriedade e consequente da urbanização da cidade do Rio de Janeiro, que passou por movimentos que agravaram a concentração de terras, como a lei de terras, o estatuto da terra e anos mais tarde o movimento conhecido como “bota abaixo”, expulsando a população de suas habitações, numa tentativa de aproximar a arquitetura do Centro à de Paris, ignorando completamente os efeitos sociais e econômicos decorrentes dessa medida causados na população. O autor assinala justamente a situação dos trabalhadores, que são, historicamente, prejudicados e tem seus direitos ceifados, a começar pelo lazer. Assim, rotina se torna extremamente exaustiva, diante da moradia afastada do trabalho, da precarização dos transportes e o aumento do trânsito.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow">https://drive.google.com/file/d/1aZ1qG83jnjmq8o0nPTS</a> RwYIhQghFPTf/view.</p><p>Site: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pedroduarte.rio/vazios-urbanos-imoveis-publicos-iii/">Imóveis Públicos, Vazios Urbanos III - Pedro Duarte</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 21:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110552550</link>
         <description><![CDATA[<p>No texto "A metrópole e a vida mental" de Simmel, vemos como é feito o desenvolvimento das cidades e como o ser humano se desenvolveu nesse meio.</p><p>Simmel fala que a quantidade de estímulos diferentes produzidos na cidade são tão grandes que forçam o indivíduo a lidar com tudo isso de maneira indiferente. </p><p>A apatia, portanto, seria uma forma de proteção ao cidadão, pois caso contrário, a quantidade de estímulos absorvidos pode ser nociva.  </p><p>Dessa forma, as relações emocionais, fundadas na individualidade são substituídas pela razão, trabalhando o homem como se fosse um número e mercantilizando, inclusive, as relações sociais.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 21:15:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>GRUPO 2</title>
         <author>assisanacm</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110555407</link>
         <description><![CDATA[<p>A reestruturação espacial na Zona Portuária do Rio de Janeiro é uma forma de mercantilização da cidade. Como apontado no texto de David Harvey, o crescimento das cidades, particularmente daquelas centralmente localizadas tem um progressivo valor artificial e colossal. As construções nestas áreas são demolidas e substituídas por outras. Isto ocorre, sobretudo, com as moradias dos trabalhadores centralmente localizadas e cuja renda, não atinge. Essas moradias são demolidas, e em seus lugares, lojas, edifícios residências e comercias são erguidos. Esse fenômeno pode ser observado na Zona Portuária do Rio, especialmente, no bairro da Gamboa (Morro da Providência) e Santo Cristo (Morro do Pinto), visto que alguns morados passaram e ainda estão passando por esse processo de gentrificacão e mercantilização do espaço.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 21:18:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110575041</link>
         <description><![CDATA[<p>David Harvey, em sua obra “O Direito à Cidade”&nbsp; desenvolve uma crítica profunda ao processo de desenvolvimento urbano de grandes cidades, argumentando que esse processo é fortemente impulsionado pelos interesses do capital, isto é, elevando a importância do movimento econômico em detrimento das necessidades sociais e democráticas da população. Um ponto crucial que emerge de sua análise é o uso da manipulação artificial do espaço urbano para favorecer interesses econômicos e o controle social, o que resulta na segregação e marginalização de grupos socioeconomicamente desfavorecidos – Harvey sugere que as cidades são construídas a partir de decisões políticas com intuitos específicos, favorecendo tanto classes sociais particulares quanto uma agenda política regida por apoios e acordos financeiros. Nesse sentido, passa-se a priorizar a atuação urbanística através de grandes obras lucrativas – grandes condomínios residenciais, grandes palcos de eventos e a infraestrutura corporativa tomam o lugar de reformas sociais proativas, que poderiam realmente alterar o cenário urbano de forma a beneficiar um coletivo social.&nbsp;</p><p>Dito isso, essa teoria pode ser vista em prática em como as grandes cidades cresceram de modo a impulsionar a segregação social territorial – no Brasil, por exemplo, pode-se observar o caso do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Já no século XXI, uma grande reforma foi pensada para a zona portuária do Rio de Janeiro, promovendo a construção de grandes museus, novos espaços amplos de circulação e convidando o investimento comercial na região – No entanto, embora tenha impulsionado a região de forma econômica, a forte comercialização da área tornou-a inacessível para muitos dos que ali moravam, propagando uma mudança de boa parte da população local para zonas mais afastadas dos grandes centros econômicos cariocas.&nbsp;</p><p>Ademais, Harvey segue apontando que essa dinâmica cria uma relação mais forte de controle social sobre as massas. Sob essa ótica, à medida que se impõe esse deslocamento das massas vulneráveis para áreas periféricas e a gentrificação de bairros populares, a construção urbana é reconfigurada de modo a assegurar que áreas centrais, valorizadas pelo capital, permaneçam controladas (ou até circuladas) apenas por aqueles que detêm o poder econômico na sociedade.&nbsp;</p><p>Desse modo, a análise do teórico britânico revela que o desenvolvimento das cidades regido pela construção capitalista é profundamente político, pois não apenas reflete situações já existentes dentro da estrutura da sociedade, mas também reforça as relações desiguais de poder e prioridade entre os grupos sociais. Sendo assim, para o autor, a constante luta pelo Direito à Cidade é a reivindicação de uma malha urbana que seja projetada e gerida de forma que atenda às necessidades de todas as distintas classes sociais, e não privilegie um determinado grupo socioeconômico em detrimento das massas populares. Com isso, pode-se concluir que é uma questão política central do desenvolvimento urbano os modos pelos quais se dará a redistribuição de “poder”, possibilitando a elaboração de espaços urbanos mais inclusivos que desenvolvam a sociedade como um todo, sem priorizar ou desvalorizar qualquer grupo dentro da mesma.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 21:44:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110591722</link>
         <description><![CDATA[<p>1.Em texto de Bresciani, a cidade parece criar uma nova identidade, a do anonimo. Porque a cidade cria um efeito de multidao onde é impossivel de conhecer todas as pessoas que você encontra e que a gente conhece você tambem. essa possibilidade&nbsp;do anonimo permite tambem a possibilidade&nbsp;da individualização de cada pessoa. Essa cultura é muito diferente da relaçao antigua que tem as pessoas que se conhecem dum mesmo aldeia ou para relaçao familial.</p><p>2. Para Simmel a cidade é o lugar onde as pessoas vivem uma atrofia da experiência. Porque a cidade tem muito eventos e informaçao em mesmo tempo, a gente nao pode absover tudo. Ele precisa de distancia com elementos para presevar sua condição psíquica. Entao a cidade favorece um atitude de defensa, de distanciamento do exterior.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Calliste</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 22:06:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110592033</link>
         <description><![CDATA[<p>1. A cidade se desenvolve muitas vezes com industria e fabricas. A cidade é o lugar onde mora uma nova classe social, o operario. É um trabalho para os pobres quando alguns dos comerciantes pertencem à burguesia.</p><p>2. Em o texto de Simmel o capitalismo que esta na cidade tem um efeito de objetivaçao das pessoas e do tempo deles. O dinhero é um elemento facil para julgar um valor e objectificando tudo. Entao absolumento todo é quantificavel agora e tem um valor.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Calliste</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-09 22:06:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110592390</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Acho que em texto de Bresciani um elemento importante do aspectos politicos é a emergência das discussaos publicas sobre a politica. A difusão da pressa possibilitou um movimento do discurso politico do espaço privativo para ir no espacio publico, é uma liberaçao das ideas politicas. Este movimento é mais importante na cidade porque ela tem espaços onde é possivel de tem discussaos publicas entao um troca de ideas. A rua se transforma em um espace de criaçao de ideas em um processo mais democratico.</p><p>2. A proximidade das pessoas na cidade cria um grande problema de higiene, doenças estavam por toda parte. Porque muito pessoas compartilham seu espaço com muito otras pessoas em lugar insalubre com desperdicio e agua usada. Entao os governos de muito cidade precisam de se preocupar de modernizar a cidade com edificios que tem mais ar, mais sol, mais luz. Esta como isso que apareceu o movimento de higiene entre os arquitetos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Calliste</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-09 22:07:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110592905</link>
         <description><![CDATA[<p>Na França, muito cidades tem grande praça como isso. Com modernismo, os planejadores urbanos pensam que as cidades precisam de grande lugar como isso par fazer uma respiraçao na cidade. Mas desde um tempo esta idea muda para se re inspirar das praças medivais porque grande praças como isso sao muito impressionante e nao tem um tamanho humano, as pessoas nao fiquei porque tem muito barulho, muito sol, nao espaço para se sentar… As praças medivais sao a nova inspiraçao porque elas sao uma sequência de espaços com mais privacidade, uma parte com sombre, as vezes um fonte para se sentar perto da agua com um air mais frio…&nbsp; isso é uma maneira de pensar o espaço publico para recriar dialogo e encontro entre as pessoas da cidade</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Calliste</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 22:07:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110593186</link>
         <description><![CDATA[<p>1.David Harvey disse que a relaçao com o espaço libre da cidade é uma relaçao economica e que o desenvolvimento da cidade atura isso. Isso favorece desigualdade sociais na cidade, é o efeito de movimento das pessoas pobre do interior da cidade para periferia, as pessoas pobre sao mais longe do trabalho, precisam de mais tempos para ir, de pagar um meio de transporte. Isso tem um efeito muito negativo sobre condiçoes de vida porque muitas vezes as pessoas vai preferir morar mais perto em condiçoes mais ruim, um apartemento mais pequeno ou talvez um apartemento insalubre. O mercado sabe que este tipo de apartemento é mais rentavel e vai construi isso, é um circulo.</p><p>&nbsp;</p><p>2.O efeito de mercantilizaçao das cidades tem um efeito muito negativo sobre a construçao. Na frança em anos 60, ocorreu uma grande onda de imigraçao. A gente precisa de um lugar para morar e das escolas para as crianças entao o governo encomendado de construir muito muito edificio, ele comprou muito terras mas isso foi carro. Depois comprou isso o governo decidiu de fazer economia e aceita que algunas empresas constriu para um presce muito barrato. O empresas fez tambem economia durante a construçao com materiais de baixa qualidade e indo rapidamente. Este tipo de construçao durou anos até que eclodiu um escandalo quando um incendio em uma escola matou muitas crianças. Este tipo de construçao parou abruptamente mas na verdade já se sabia ha muito tempo que este tipo de edifícios mal feitos desmoronavam ou pegavam fogo regularmente.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Calliste</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-09 22:08:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 1: Mariana Lange, Giulia Villar, Lara Allan, Leticia Saavedra e Luiza Miranda </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110594872</link>
         <description><![CDATA[<p>A matéria jornalística em questão, aborda a realidade insurgente da configuração metropolitana moderna, denominada de “uberização”, processo de precarização e desvalorização do ato laboral e do trabalhador.</p><p>Tal processo, advém da organização econômica capitalista que formou cidades marcadas majoritariamente por relações interpessoais mediadas exclusivamente pelo dinheiro, perante essa tese, Georg Simmel apresenta críticas significativas sobre a forma de organização capitalista instituída nas metrópoles com a transição da modernidade em sua obra “A metrópole e a vida mental - uma análise da cidade contemporânea” e aponta particularmente o fato de tudo ser quantificável, e os desdobramentos problemáticos a respeito disso.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.brasildefato.com.br/2023/07/24/como-a-terceirizacao-e-a-uberizacao-precarizam-as-condicoes-de-vida-dos-trabalhadores#:~:text=O%20conceito%20de%20uberiza%C3%A7%C3%A3o%20do,por%20dia%2C%20sem%20nenhuma%20regalia." />
         <pubDate>2024-09-09 22:10:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110599892</link>
         <description><![CDATA[<p>A charge expõe um exemplo claro de segregação social e urbana, em que é possível relacioná-la com o entendimento de Harvey, uma vez que o autor entende que o capitalismo transforma as cidades em mercadorias e as áreas mais valorizadas são destinadas às classes mais altas da sociedade. Enquanto as classes trabalhadoras e marginalizadas ficam em segundo plano, tendo que migrar para áreas menos desenvolvidas (fenômeno de gentrificação), em que há a escassez de diversos serviços básicos. Desse modo, o espaço urbano reflete as desigualdades sociais e econômicas existentes entre os dois mundos distintos observados na imagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 22:17:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110599969</link>
         <description><![CDATA[<p>No livro "O Fenômeno Urbano", Georg Simmel explora os impactos profundos que a vida urbana exerce sobre a psicologia e o comportamento dos indivíduos. Simmel compara a vida nas grandes cidades com a vida rural, examinando como o ambiente intrincado e variado das grandes cidades afeta a experiência subjetiva dos habitantes. Ele argumenta que, em razão da complexidade e variedade de estímulos, requer uma adaptação mental específica dos seus residentes. Na cidade, as pessoas manifestam uma abordagem mais racional e calculista para lidar com a sobrecarga sensorial e a constante interação com estranhos; este modo de adaptação se contrapõe na vida rural, na qual as relações tendem a ser mais diretas e pessoais. O texto também destaca que a vida urbana promove um tipo particular de individualismo e alienação. A exposição incessante a novos estímulos e pessoas pode levar a uma sensação de superficialidade nas relações sociais, ao mesmo tempo em que a necessidade de se destacar e afirmar a própria identidade se intensifica. A metrópole, por conseguinte, forma um ambiente no qual os indivíduos necessitam constantemente negociar sua identidade pessoal em meio a uma massa de diversidade e mudança. A compreensão desses elementos culturais e subjetivos é essencial para entender como a vida urbana molda a experiência individual e coletiva, afetando a maneira como as pessoas vêem e interagem com o mundo que os cerca.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 22:17:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110609741</link>
         <description><![CDATA[<p>Em seu texto “Londres e Paris no Século XIX”, a historiadora brasileira Maria Stella Bresciani aborda as fortes transformações urbanas pelas quais os dois maiores centros da Revolução do Aço europeia passaram a partir do Século XIX. Nesse sentido, a autora ressalta que as grandes mudanças públicas infraestruturais foram regidas por diversos fatores, tanto políticos quanto econômicos. Bresciani remarca que, em ambas as metrópoles, a reestruturação espacial se deu com o intuito de atender às emergentes necessidades da Indústria e da nova classe burguesa que se instaurou a partir da Revolução Industrial. Nessa perspectiva, de forma concomitante, as classes trabalhadoras passaram a ser tomadas por um controle social mais rígido, alavancado pela reforma urbana – como fica evidente no filme <em>Daens, </em>que ressalta a constante “destruição” da classe trabalhadora nos grandes centros industriais e as dificuldades pelas quais a massa trabalhadora europeia passava (em contraposição ao capital proliferado nas classes burguesas). Desse modo, as grandes políticas públicas vistas nas duas cidades, como a construção de grandes espaços cívicos (Royal Albert Hall) e monumentos (como a Torre Eiffel) ressaltam um interesse político em exibir os avanços tecnológicos e inovações arquitetônicas mais do que realizar transformações sociais em si. As grandes obras da época, se formos parar para listar, são fundamentalmente espaços elitizados, de um certo “<em>glamour</em>” e forte carga cultural, mas não são mudanças que promovem qualquer melhoria no âmbito social da estrutura da sociedade europeia como um todo – somente serviram para ressaltar as diferenças entre as classes burguesas e trabalhadoras, que passaram a serem cada vez mais objetos de exploração trabalhista e segregados no contexto urbano. Sendo assim, Bresciani ressalta como as transformações urbanas em Londres e em Paris se deram, essencialmente, para exibir valores burgueses e a riqueza da indústria, servindo de ferramenta política para impulsionar ainda mais as diferenças entre as classes na hierarquia social vigente.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 22:31:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110632290</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem selecionada retrata o que têm se chamado de “arquitetura hostil”.</p><p>Georg Simmel escreve que “A mente moderna se tornou mais e mais calculista”, devido ao dinheiro e que transformando o mundo em um problema aritmético, seria possível dispor da vida por meio de fórmulas matemáticas. Porém, isso jamais seria possível, já que a cidade é ocupada por pessoas com os mais diversos interesses e circunstâncias de vida. Analisando a chamada “arquitetura hostil”, é possível identificar de forma muito clara o que ele quis dizer com “calculista”. Diante do problema que é ter pessoas vivendo em situação de rua, os esforços estão sendo movidos não para solucionar a verdadeira questão, proporcionando moradia à população que necessita, mas para expulsar esses indivíduos das ruas e torná-las “mais agradáveis” (somente aos outros). É impossível reduzir a cidade a problemas aritméticos por que as fórmulas nunca poderiam ser perfeitas e aplicáveis a todas as ocasiões, ante a diversidade social, econômica, cultural, etc. Esse tipo de arquitetura agressiva é bastante controverso, ainda mais numa cidade com grande número de pessoas lutando para subsistir.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://blog.archtrends.com/arquitetura-hostil/" />
         <pubDate>2024-09-09 23:01:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1: Giulia Villar, Lara Allan, Leticia Saavedra, Luiza Miranda e Mariana Lange. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110653235</link>
         <description><![CDATA[<p>Podemos fazer uma relação do filme Tempos Modernos de Charles Chaplin que apresenta uma crítica ao impacto do capitalismo da indústria na vida urbana e cotidiana com diversos aspectos retratados pelos autores do texto como por exemplo a alienação e fragmentação do trabalho, Harvey afirma que no sistema capitalista o trabalho é dividido e a classe trabalhadora acaba sofrendo consequências como desemprego e precarização fazendo com que haja alienação. No filme há uma cena famosa na qual Chaplin é esmagado pela máquina na produção por ser impossível acompanhar o ritmo demandado. Além disso, é perceptível a indiferença e a desumanização, o autor&nbsp;Simmel, descreve a vida no centro urbano e destaca como o capitalismo gera uma atitude impessoal onde os indivíduos são tratados como indiferentes, Chaplin mostra essa desumanização ao ser tratado como uma peça da engrenagem capitalista, retratando o trabalhador apenas por fazer funções repetitivas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 23:24:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110653235</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1</title>
         <author>leticiavsaavedra</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110680251</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Estela Bresciane , em sua crítica aborda sobre a questão da insalubridade e periculosidade. Nesse sentido, ela analisa como os universos de trabalho podem ser classificados como insalubres e perigosos , fazendo com que o dia a dia do trabalhador seja cada vez mais difícil. Isso porque está diariamente em um ambiente sujo, que não possui nenhuma higiene, no qual o empregado trabalha exaustivamente sem perspectiva de um bom salário , férias, folgas , licenças, sem direitos ao trabalhador implica no bem estar dele e da empresa. A autora discute os impactos econômicos partindo de uma perspectiva em que o trabalhador que se encontra em um ambiente insalubre de trabalho acaba correndo mais risco contrair doenças , se machucar no ambiente de trabalho e chega mais rápido a uma exaustão fazendo com que seja necessário o afastamento do funcionário, a diminuição do ritmo de serviço do contratado , um custo a mais com as despesas médicas. Isso leva a redução da produtividade da empresa que possivelmente vai abalar no setor de vendas e por fim no faturamento mensal da firma.  Por conta disso ,a autora destaca a necessidade de um equilíbrio entre a proteção dos trabalhadores e a visibilidade das atividades econômicas. </p><p><br/></p><p>Agora, para Georg Simmel a modernidade e o desenvolvimento urbano trouxeram certas mudanças na forma de relacionamento. Isso porque foi gerada a objetificação das relações interpessoais, atualmente as pessoas são frequentemente vistas como “objetos” nas interações e não mais como pessoas singulares e sentimentais. Com isso , Simmel aborda que como o dinheiro na atualidade é mediado nas trocas sociais , ou seja, como ele promove relações sociais , seja se aproximando de uma pessoa por interesse , seja quando os cidadãos vivem uma vida mais próximos das pessoas com a mesma renda que eles. O autor revela que as interações são reduzidas a cálculos monetários , tirando delas o aspecto emocional ou moral, fazendo com que intensifique a objetivação pessoal , pois as pessoas passam a ser vistas de maneira funcional e quantitativa. Nesse sentido, o resultado da economia monetária e do crescimento urbano na modernidade é um sistema monetário como o centro da metrópole , contribuindo diretamente na objetivação das relações interpessoais que transformam as interações humanas em algo cada vez mais racional ,forma&nbsp;e&nbsp;impessoal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 23:51:27 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1: Giulia Villar, Luiza Miranda, Lara Allan, Leticia Saavedra e Mariana Lange.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em sua obra “Londres e Paris no século XIX”, Stella Bresciane, busca compreender como os aspectos políticos e sociais moldaram o desenvolvimento das cidades. Três aspectos podem ser analisados para a compreensão dos aspectos políticos do desenvolvimento das cidades: conflitos sociais e políticos, consequências da Revolução Industrial e planejamento urbano. Ao falarmos de conflitos sociais e políticos, percebe-se uma ênfase na situação que se encontravam os operários que compunham grande massa da sociedade francesa, juntamente à pobreza e os desafios que essa parte da população se encontrava, decorrente dos abalos políticos e da estrutura política do país, que trazia consigo uma hierarquização da sociedade. À respeito da Revolução Industrial, as consequências para Londres e Paris foram diferentes, em que, para a primeira, inicialmente a falta de planejamento gerou problemas estruturais para a população, porém, com a intervenção política, levou a uma urbanização da cidade, já Paris, foi menos afetada, pois, houve seu controle das condições precárias e alto crescimento populacional. Quando se fala de planejamento urbano, Londres no século XIX, passou por uma série de mudanças políticas responsáveis pelo seu desenvolvimento urbano, Paris, apesar do cenário social, no aspecto de transformações urbanas, também adquiriu, reformas e melhorias. Por conclusão, podemos dizer que o texto de Bresciane tem como foco analisar a população ao trazer uma ideia de que os operários, como dito, grande parcela da população, eram como “prisioneiros”, por necessidade de cumprimento do cotidiano e como a Revolução Francesa traz um paralelo da pobreza invadindo o campo da política. Por fim, outro ponto interessante em seu texto é uma menção ao pensamento de Rousseau que aponta sua ideia pós revolução, em que, a política possui o dever de comprometimento com o povo e a necessidade do cumprimento de suas vontades.&nbsp;</p><p><br><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 00:07:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 1</title>
         <author>leticiavsaavedra</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110704637</link>
         <description><![CDATA[<p>O desenvolvimento urbano moderno é influenciado por questões culturais e subjetivas. A contemporaneidade reflete não apenas a luta por direitos, mas a constante reconfiguração de identidades e de relações sociais dentro do espaço urbano.</p><p><br/></p><p>O primeiro aspecto escolhido abrangente no texto “O direito à cidade”, de David Harvey, é o direito dos cidadãos à cidade e uma identidade coletiva. O conceito de "direito à cidade", destacado por David, mostra que a transformação urbana deve ser vista como um processo coletivo, não individual. Isso implica que a identidade dos indivíduos está intrinsecamente ligada à participação deles na configuração do espaço em que vivem. Esse aspecto cultural demonstra a importância da inclusão e diversidade nas decisões urbanas. No momento em que a urbanização é dominada por forças de mercado e aspectos capitalistas privados, a voz social, especialmente dos grupos marginalizados, são silenciadas. A luta por esse direito à cidade se torna, então, uma questão de identidade coletiva, onde comunidades buscam moldar o ambiente de acordo com suas necessidades. Essa luta por reconhecimento e espaço reflete uma resistência à homogeneização cultural promovida pelo neoliberalismo e à busca por um espaço que represente a diversidade cultural e social.</p><p><br/></p><p>O segundo aspecto cultural/subjetivo do texto desse mesmo autor são algumas transformações observadas nos estilos de vida e consumo no dia a dia da sociedade. O autor aborda como a urbanização impacta estilos de vida e destaca a transformação em centros de consumo e turismo. Esse aspecto tem sua natureza cultural e subjetiva, uma vez que essa transformação nos estilos de vida reflete uma luta por espaço que vai além do espaço físico, mas também questões de pertencimento, acesso e a qualidade de vida urbana. Essa mudança cultural redefine as relações sociais e impõe dinâmicas de classe e consumo. Por exemplo, a ideia de "pacificação pelo cappuccino", mencionada por David, mostra como a experiência de vida das pessoas é sempre moldada por tendências consumistas que favorecem classes mais abastadas, enquanto os menos favorecidos são marginalizados. Em suma, o desenvolvimento urbano não é neutro, mas sim obtém valores e ideais que levam às desigualdades.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 00:08:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110704637</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2</title>
         <author>assisanacm</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/5lx47vrfzfb7wcxi/wish/3110710551</link>
         <description><![CDATA[<p>George Simmel, em sua obra “A metrópole e a vida mental", aponta que a metrópole sempre foi a sede da economia monetária e que isso está intrinsecamente vinculado ao domínio do intelecto. Para Simmel, a atitude que os metropolitanos tem um para com o outro, pode ser chamada de reserva. Como resultado dessa reserva, frequentemente nem sequer conhecemos de vista aqueles que são nossos vizinhos, e esta reserva nos faz parecer frios e desalmados. Além do mais, a antipatia também sugere nos proteger dos perigos da metrópole, a indiferença e a sugestibilidade indiscriminada. Esses fenômenos podem ser observado nos studios. Essas habitações tem como público alvo, pessoas que pretendem morar sozinhas e não criarem vínculos com outros moradores, além disso, optam por esses imóveis pela proximidade com o trabalho. Porém, essa forma de habitar, mercantiliza as relações sociais e a relação do indivíduo com a cidade, o dinheiro é supervalorizado, e a sua busca incessante. Dessa maneira, aumenta a individualização, a moradia passa a ser um mero local de trabalho e/ou descanso, e não mais um local de acolhimento e sociabilidade. Ainda segundo Simmel, as cidades são, em primeiro lugar, sede da mais alta divisão econômica do trabalho e que a vida da cidade transformou a luta com a natureza pela vida em uma luta entre os homens pelo lucro, que não é conferido pela natureza, mas por outros homens. Assim, ocorre a impessoalidade causada pelo culto ao dinheiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 00:12:41 UTC</pubDate>
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