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      <title>Comuniquadro by Bruno Augusto</title>
      <link>https://padlet.com/brunorafaelaugusto/5lr0luhto4elk5ep</link>
      <description>Conectando vivências relevantes &amp; experiências extraordinárias.
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-11 23:24:58 UTC</pubDate>
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         <title>Metamorfose para inovação - Por Elisa Tawil</title>
         <author>brunorafaelaugusto</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Aceitar que o estágio que estávamos não existe mais é o primeiro passo para pessoas e empresas que desejam, de fato, se transformar.<br><br></em>Enfrentamos um ponto de virada em todas as organizações em relação à inovação, melhor dizendo, à necessidade de inovar. E com um ‘novo normal’ se desenhando, um pós-normal, um novo diferente ou como você deseja chamar o pós-pandemia, isto tende a se acentuar.</div><div><br></div><div>Mas o que significa inovação?</div><div>Basicamente, quer dizer criar algo novo. A palavra, que é derivada do termo em latim innovatio, se refere a uma ideia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com padrões anteriores.</div><div><br></div><div>"Uma cultura de inovação só terá terreno fértil para estabelecer processos alinhados, focados e contínuos, se não existirem obstáculosinternos – muitas vezes ocultos – que possam barrar de saída fantásticas ideias ou sofisticadas visões estratégicas", afirma Ronald Dauscha, presidente da Fundação Nacional da Qualidade e ex diretor corporativo de tecnologia e inovação do Grupo Siemens no Brasil.</div><div><br></div><div>Os obstáculos podem acontecer de várias formas e vir por fontes distintas — vieses inconscientes e falta de diversidade, por exemplo. Numa realidade na qual as empresas devem inovar continuamente, criando novos mercados, experiências, produtos, serviços, conteúdo ou processos, saber identificar obstáculos e como superá-los é uma necessidade iminente.</div><div><br></div><div>Afirma a consultoria Accenture que a mentalidade da inovação é seis vezes mais presente nas culturas com maior equidade de gênero. Provoco aqui a reflexão para que possamos compreender em quais ambientes surgirão novas oportunidades.</div><div><br></div><div>George Westerman, cientista líder do MIT em economia digital, afirmaque "os gestores não devem ficar presos a propostas de uso da tecnologia como meio para produzir uma lagarta, devem usá-la com oobjetivo de produzir uma borboleta".</div><div><br></div><div>E é justamente analisando esta transformação, da metamorfose de uma lagarta para se tornar borboleta, que podemos entender como incorporar a equidade de gênero para promover a inovação e transformar empresas em “borboletas”.</div><div><br></div><div><br>Metáfora antiga, nova perspectiva<br><br></div><div>Não é nova a ideia de usar a metamorfose da borboleta como metáfora para processos de transformação. Mas convido você a olharmos juntos, de maneira mais profundo, para o que acontece dentro do casulo, mais especificamente, da crisálida.</div><div><br></div><div>Quando a lagarta ainda está se desenvolvendo dentro de seu ovo, cria uma célula conhecida como “disco imaginal” para cada parte do corpo adulto de que precisará como borboleta ou mariposa madura - discos para os olhos, asas, pernas e assim por diante.</div><div><br></div><div>O processo começa dentro do casulo, quando certos grupos de célulasaltamente organizados, os discos imaginais, sobrevivem ao processo digestivo.Esta revolução interna tem uma mensagem importante para nós e para as empresas: para se tornar uma borboleta, a lagarta precisa vencer sua própria batalha interna.</div><div><br></div><div>A primeira vez que ouvi sobre este processo foi pelo fundador do True Purpose Institute, Tim Kelley, durante uma aula sobre congruência, noprocesso de certificação em Liderança Avançada para Mulheres pela Shakti Fellowship, em parceria com a San Diego University, Califórnia.</div><div><br></div><div>No curso, Kelley investiga nossas feridas e como lidamos com os nossos traumas no processo de alinhamento de quem nós somos, interna e externamente. O livro Liderança Shakti traz como referênciapara este processo metamórfico o vídeoImaginal Cells in the Dying Caterpillar, de Bruce Lipton.</div><div><br></div><div>Estando conscientes de que existe uma batalha interna para que as novas células possam prosperar, precisamos aceitar a mudança. Aceitar que o estágio que estávamos não existe mais.</div><div><br></div><div>Esta aceitação precisa acontecer de forma consciente. O que significaque eu aceito de forma genuína e não de forma a tolerar, ou até mesmo de forma a ceder. É um exercício de liderança consciente.</div><div><br></div><div>A lagarta não cede para a borboleta. Ela simplesmente é borboleta. Sem julgamento, o processo de aceitação é, literalmente, libertador.</div><div><br></div><div>A provocação de Westerman para que pensemos como borboleta passa pelo processo desta batalha interna, por eliminar os obstáculos que Dauscha mencionou.O fato aqui é aceitar que os obstáculos podem ser as “células lagartas” das companhias.</div><div><br></div><div>Sendo mais específica, o que precisa ser combatido para a ascensão da inovação são crenças e pensamentos limitantes. Uma visão estratégica viciada em modelos ultrapassados não sobreviverá ao processo da transformação inovadora e, precisará 'perder' nesta batalha interna para abrir espaço à versão borboleta.</div><div><br></div><div>A equidade de gênero e a mentalidade inovadora acontecerão, de fato, quando acontecerem de forma efetiva ou, como sabiamente enfatiza Kelley: sendo congruente com as suas atitudes, valores e ações. Tanto internamente, quanto externamente.</div><div><br></div><div>Fonte: <a href="https://www.revistahsm.com.br/post/metamorfose-para-inovacao">https://www.revistahsm.com.br/post/metamorfose-para-inovacao</a></div><div><br><br></div><div><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-11 23:31:48 UTC</pubDate>
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         <title>Como ser aliado dos dados - Por Bruno Augusto</title>
         <author>brunorafaelaugusto</author>
         <link>https://padlet.com/brunorafaelaugusto/5lr0luhto4elk5ep/wish/676449021</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O digital revolucionou a forma como mensuramos e lemos o mundo do consumo, mas não são todas as organizações que possuem o conhecimento ou iniciativa para trabalhar com os dados obtidos pelos dispositivos on-line. Como podemos difundir esse conceito nas organizações e educá-las para que os dados se tornem elementos das decisões estratégicas?<br></em><br></div><div> </div><div>A crise, provocada pelo COVID-19, colocou em xeque várias organizações que ainda não estavam dialogando com o ambiente digital. Em tempos em que o isolamento físico - e não social, como é amplamente usado - se tornou algo comum a vários brasileiros, a forma de consumo foi substancialmente alterada. Ao contrário do que muitos especialistas apontavam no começo do confinamento, não tivemos uma grande diminuição no consumo das pessoas: pelo contrário, ele aumentou. O que diminuiu mesmo foi a busca por produtos e serviços nos pontos de vendas tradicionais.</div><div> </div><div>Em contrapartida, o ambiente on-line se transformou em uma grande vitrine de marcas, no qual são expostos produtos de formas inovadoras, principalmente com o uso de várias estratégias persuasivas para atrair a atenção do seu público. Para atingir com maior efetividade o público-alvo, marcas utilizam de ferramentas digitais que segmentam os usuários de acordo com informações previamente captadas, apresentando anúncios que façam sentido para estes usuários.</div><div> </div><div>Esta “disputa pelo cliente” é suplantada pelo uso estratégico dos dados, uma questão muito importante e latente na realidade, tendo em vista a iminente chegada da <strong>Lei Geral de Proteção de Dados</strong> – que é uma legislação que tem o objetivo de proteger a liberdade e a privacidade de consumidores e cidadãos. Neste contexto, a ética e segurança digital foram enrijecidas, requisitando um maior cuidar das entidades com o manuseio dos dados dos usuários.</div><div> </div><div><br><strong>Dados: o novo petróleo</strong></div><div>Não é um absurdo compararmos os dados dos usuários com o petróleo. Assim como o combustível fóssil, os dados se tornaram matérias-primas para derivações de várias estratégias organizacionais e mercadológicas. Entretanto, diferente do petróleo, dados são multifacetados e abundantes, pois é criado a partir da ação humana no âmbito digital – que se intensificou muito desde os últimos anos e quase quadriplicou após a instauração do isolamento físico. Pensar na escassez dos dados é quase um impropério.</div><div> </div><div>Organizações que possuem seus negócios calcados em tecnologia, não coincidentemente, são as empresas mais valiosas do mercado. Isto diz muito a respeito do poder dos dados.</div><div>Segundo estudo da <em>Brand Finance</em>, consultoria especializada em avaliação de negócios, a Amazon – uma transnacional estadunidense focada em comércio eletrônico, computação em nuvem, streaming digital e inteligência artificia – pelo terceiro ano consecutivo, é a entidade mais valiosa do mundo.</div><div> </div><div>Este resultado é ocasionado pela <em>expertise</em> da entidade em trabalhar as demandas dos consumidores e seus rastros digitais de comportamento – ou melhor dizendo, seus dados.</div><div>E não foi somente a Amazon que descobriu a “fórmula de sucesso”. Empresas genuinamente digitais utilizaram de seus conhecimentos sobre dados e desenvolveram soluções que atendem a seus públicos, de maneira muito mais assertiva e ágil. O mercado foi revolucionado para sempre após a descoberta dessa jazida frutífera de <em>insights</em>.</div><div> </div><div><strong>Um novo mercado</strong></div><div>Empresas de outros segmentos observaram esse movimento disruptivo do mercado e, após vários estudos e planejamentos, redesenharam seus processos e modelos de negócio para que os dados se tornassem aspectos centrais para a tomada de decisões, para a criação de novos produtos e serviços. O resultado imediato dessa virada de <em>mindset</em> são ações mais arrojadas e alinhadas com os públicos e a organização, garantindo uma alta taxa de sucesso nos objetivos desejados.</div><div> </div><div><br><strong>A minha empresa ainda não utiliza ou viu potencial nos dados. O que fazer?</strong>  </div><div>Se sua organização ou gestor ainda não se adaptou a esta nova realidade, há uma alta probabilidade de que vocês estejam enfrentando os infortúnios provocados pela crise causada pela pandemia do COVID-19. A conjuntura atual é extremamente volátil e incerta, balançando até os negócios mais rígidos do mundo. Apenas as empresas que já possuíam a cultura de análises de dados bastante desenvolvidas em seus pilares, encontraram o cenário propício para que esta ação, de buscar insights em dados, ocorresse com muita facilidade, possibilitando um contorno ágil na situação.</div><div> </div><div>A boa notícia é que se sua organização ou gestão ainda não deu o passo para esta transformação de mentalidade, ainda há possibilidade para esta mudança. Vários cursos e treinamentos foram disponibilizados, de forma totalmente gratuita, objetivando a educação do mercado e seu desenvolvimento, como, por exemplo, o curso <strong>Reaprendizagem Criativa</strong>, idealizado pelo Murilo Gun e disponibilizado na Keep Learning School, que é um excelente primeiro passo para o desenvolvimento da mentalidade do uso de dados para estratégias organizacionais.</div><div><br><strong>Qual é o papel do comunicólogo?</strong></div><div>O profissional de comunicação tem um papel substancial para que esse conceito seja depreendido nas organizações. Com o uso da comunicação estratégia e personalizada, o comunicólogo deve utilizar da mensagem estratégica - e sobretudo transparente - para incentivar os líderes e tomadores de decisões para que a busca por essa “modernização tardia” se torne prioridade nas ações das entidades.</div><div> </div><div>Se você precisar de insumos para “defender” essa evolução, bastará realizar uma rápida pesquisa no Google utilizando termos como “Estratégia de Dados” e “Cultura de Dados”. Você descobrirá vários e vários conteúdos para ajudá-lo nesta construção de material. Lembre-se que esta mudança não é opcional, é necessária, pois os dados são os elos mais aproximativos da inovação. Se você não o utilizar com sabedoria, fará parte dos dados de empresas arcaicas e que estão fadadas a morrer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-11 23:35:03 UTC</pubDate>
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         <title>Como começar um programa de diversidade nas organizações? - Por Danilo Fernandes</title>
         <author>dan7fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/brunorafaelaugusto/5lr0luhto4elk5ep/wish/676562074</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Aprenda a implementar um programa de diversidade de forma eficaz em sua organização. <br></em><br>Implantar um <strong>programa de diversidade nas organizações</strong> requer planejamento, visão de longo prazo e acompanhamento. Por isso fizemos uma passo a passo para ajudar você a não se perder pelo caminho. Veja abaixo o passo a passo:<br><br></div><div>1. <strong>Tenha a liderança como aliada<br></strong><br></div><div>A implantação e manutenção de ações voltadas para a inclusão nas empresas terão sucesso apenas se a liderança (incluindo o CEO) estiver envolvida.</div><div><br></div><div>Isso porque esses devem ser os <strong>embaixadores da diversidade na organização. </strong>A<strong> </strong>postura e o exemplo deles serão responsáveis pelo sucesso do projeto.<br><br></div><div><br>2. <strong>Crie programas e políticas para a diversidade na empresa</strong><br><br></div><div>Criar programas de<strong> </strong>diversidade<strong> </strong>é essencial para atrelar as ações à estratégia da organização. Todos os direcionamentos devem estar em sintonia com os valores da companhia e com diretrizes capazes de serem efetivadas.<br><br></div><div>Você consegue isso fazendo um bom planejamento e contando com o apoio de toda a equipe de <strong>Recursos Humanos</strong> para analisar a situação atual.<br><br></div><div>A partir da análise dessas informações é possível definir os objetivos para os programas. A etapa seguinte será executar o planejamento e dividi-lo entre as pessoas envolvidas.<br><br></div><div><br>3. <strong>Eleja um responsável para o acompanhamento das ações</strong><br><br></div><div>Todo projeto para ser contínuo precisa de <strong>acompanhamento e monitoramento</strong>. Para tanto, é preciso nomear um profissional para essa tarefa que, entre outras funções, possa atuar como promotor do assunto.<br><br></div><div>É fundamental que essa pessoa seja comprometida com a causa e que tenha a responsabilidade necessária para conduzir as ações e promover uma força de trabalho diversificada e inclusiva.<br><br></div><div>O perfil desse profissional também deve abranger a facilidade de construir relacionamentos e criar e monitorar metas.<br><br></div><div><br>4. <strong>Crie métricas para monitoramento</strong><br><br></div><div>Para implementar a diversidade nas organizações, é preciso analisar todos os profissionais na empresa e seguir com a verificação das etapas do ciclo de permanência do funcionário na instituição.<br><br></div><div>Isso inclui verificar promoções, remuneração,<strong> análise de índices de turnover</strong>, níveis hierárquicos e avaliações de desempenho.<br><br></div><div>Todas essas medidas vão contribuir para a identificação dos setores que precisam de investimentos em treinamento ou recrutamento. Além disso, uma boa gestão é orientada por números. Dessa forma, ter métricas favorece o sucesso do seu programa de diversidade e inclusão.<br><br></div><div><br><strong>5. Fique atento à diversificação das contratações</strong><br><br></div><div>Conquistar a diversidade nas organizações apenas é possível com contratações de <strong>perfis profissionais</strong> mais diversificados.<br><br></div><div>Para alcançar esse objetivo, estabeleça parcerias com instituições de acolhimento a causas relacionadas. Também é importante divulgar as vagas em grupos de trabalho orientados para a diversidade.<br><br></div><div>Outra estratégia é estabelecer relacionamento com grupos orientados para a <strong>pluralidade em instituições de ensino</strong>, por exemplo.<br><br></div><div><br><strong>6. Mantenha uma comunicação honesta</strong><br><br></div><div>É fundamental apostar em uma comunicação aberta e franca, com o <strong>compartilhamento de informações e metas</strong> sobre diversidade com todos que fazem parte da organização. Dessa forma, as equipes saberão onde estão e aonde precisam chegar.<br><br><br>Fonte: https://www.glassdoor.com.br/empresas/blog/6-passos-aumentar-diversidade-sua-empresa/</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 01:40:46 UTC</pubDate>
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         <title>A Importância da Humanização da Marca - Por Juliana Bretas</title>
         <author>juliamarinho277</author>
         <link>https://padlet.com/brunorafaelaugusto/5lr0luhto4elk5ep/wish/677918204</link>
         <description><![CDATA[<div>A<strong> </strong>maioria das marcas tem relações apenas de compra e venda com seu consumidor. Fugindo da regra, algumas delas mostram que utilizar conceitos como empatia e humanizar gera bem mais do que o lucro instantâneo. Antes de começar, vamos a essas definições:</div><div><br>Empatia: processo de identificação em que o indivíduo se coloca no lugar do outro e, com base em suas próprias suposições ou impressões, tenta compreender o comportamento do outro.</div><div><br></div><div>Humanizar: tornar humano, dar condição ou forma humana. Tornar mais adaptado aos seres humanos, compreensivo, bondoso, sociável.</div><div>Foto: Reprodução</div><div><br>Humanizar uma marca é aproximá-la do humano, com sentimentos, desejos e expectativas. Parece óbvio, mas não é. Vemos sempre sentimentos como afeto, carinho e acolhimento serem associados a mulheres, principalmente às mães, mas podem muito bem andar junto das marcas. Acolher alguém em casa, apoiar causas sociais, tornar mais interativa a vida de pessoas com deficiências que as limitam, ou simplesmente contar a história de pessoas reais. Atitudes assim aproximam marcas de pessoas, tornam as empresas, na visão de seus consumidores, mais humanas.</div><div><br>Há também a necessidade de considerar que esse tipo de empatia (consumidor + marca) não surge da noite para o dia. É uma construção. Dá-se em cada momento de contato, seja no ato de compra ou em qualquer outra ação cotidiana em que a marca é lembrada. É fazer com que a compra seja mais do que apenas de um produto/serviço, mas sim de uma causa, tornando a empatia real e palpável. Como exemplo prático, temos alguns nomes que se destacam. Ben&amp;Jerry, ativistas em causas como a comunidade LGBT e o meio ambiente ganham pontos com esse público. Já empresas como a Cabify, Uber e a Airbnb carregam em seu modelo de negócio o conceito de acolher, dando espaço para a economia colaborativa e evidenciando o cuidado com o outro, o ponto referencial de compartilhar coisas pessoais – que demandam carinho, afeto e cuidado.</div><div><br>O ponto aqui não é apenas vender um cosmético ou uma roupa. Não precisamos ver marcas que falam muito e fazem pouco. Hoje em dia o consumidor está muito mais atento na prática do que na teoria, sabe? Ações humanas, experiências verdadeiras, que alinham pessoas a empresas – discursos vazios não.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 22:40:33 UTC</pubDate>
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         <title>10 Passos para Humanizar a sua Marca - Por MZClick</title>
         <author>juliamarinho277</author>
         <link>https://padlet.com/brunorafaelaugusto/5lr0luhto4elk5ep/wish/677926424</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Clientes, parceiros, funcionários, seguidores de suas redes sociais. Todos são humanos. É hora de sair do automático!</em><br>Estamos na era da tecnologia, da informatização, da automação. Evoluímos e estamos cada vez mais conectados à essa rede global chamada “internet”. Atravessamos oceanos através da internet, mas, em contrapartida, nos distanciamos fisicamente daqueles que estão ao nosso redor. O que afeta diretamente a forma como interagimos com os outros seres humanos.<br><br></div><div>A internet nos une na mesma medida que nos separa, a automatização torna as coisas mais impessoais, menos vivas. Ainda não entendeu os riscos?<br><br></div><div>Imagine, agora, que você é uma marca e que está presente nas redes sociais. Diariamente você recebe milhares de reclamações, dúvidas, sugestões e até elogios de seus clientes/seguidores.<br><br></div><div>São muitas solicitações e pouco tempo para atendê-las; imagine que nesse cenário você resolve criar uma resposta padrão, algo que sinalize ao usuário que você visualizou a solicitação, contudo, essa mensagem não atende a necessidade do mesmo e obviamente, a sua comunicação falha. Você acaba de perder a chance de construir um bom relacionamento com esse consumidor, e é aí está o problema da automação: a impessoalidade.<br><br></div><div>Seus clientes querem ver sua marca, eles precisam de uma imagem. De forma geral, o público quer ouvir e entender o que você tem a dizer; eles querem que sua empresa os inspire, os conecte e lhes dê a possibilidade de interagir com ela.<br><br></div><div>Atualmente, os consumidores esperam muito mais que serviços e benefícios. Eles querem que as marcas sejam mais humanas, amigas e que os ajudem a alcançar objetivos – e, até mesmo, status. Esperam que as elas sejam capazes de produzir conteúdos relevantes que os façam pensar e expandir horizontes, ou seja: querem ser inspirados e desafiados a mudar, a fazer diferente, de novo e melhor.<br><br></div><div>Já parou para pensar nisso? A humanização não é mais uma opção, ela se tornou o princípio básico para a sobrevivência das marcas no cenário digital. É hora de humanizar!<br><br></div><div>Aqui estão algumas dicas que poderão te ajudar nesse processo:<br><br></div><div><strong>1 – Comece Internamente</strong></div><div>O processo de humanização de uma marca deve começar dentro da empresa. Essa cultura geralmente começa com o seu CEO e se espalha como um incêndio em toda a organização, fazendo com que a equipe aprenda a trabalhar em conjunto e compartilhar informações com o objetivo ajudar uns aos outros.<br><br></div><div><em>Você deve saber quem você é, e o que você é para saber como inspirar e se conectar ao seu público-alvo.<br></em><br></div><div><strong>2 – Espalhe cultura humanizada para os de fora</strong></div><div>Depois de aplicar essa cultura internamente, você também deve focar em seu consumidor, o público, a comunidade e os grupos de interesse. Quem são eles? O que eles precisam, o que querem? O que os mantém acordados à noite? Como você pode ajudá-los a atingir seus objetivos? Quais sites visitam? Quais conversas estão tendo? Como vocês podem ter uma conversa importante que agregue valor ?<br><br></div><div><strong>3 – Construa um relacionamento humano</strong></div><div>Pense sobre as conversas, o conteúdo e a forma, como você relaciona com seres humanos reais. Se você pensa como um robô sem sentimentos e emoções, você não conseguirá se conectar aos seus clientes – seres humanos – que estão cheios dos mais diversos sentimentos após uma experiência com a sua marca.<br><br></div><div><em>Os relacionamentos são as balsas salva-vidas das intermináveis ??mudanças de tecnologia nas redes sociais. Não deixe seu público se afogar nessas mudanças.<br></em><br></div><div><strong>4 – Tenha a sua própria identidade</strong></div><div>A forma como você se relaciona com seus consumidores abre oportunidades para novos negócios, além de fidelizá-lo. Por isso, é muito importante que você tenha uma identidade única, que ofereça o mesmo nível de atendimento ao seu cliente nos mais diversos canais de comunicação. Não adianta ser uma marca “amiga” nas redes sociais e ser totalmente grosseiro ao telefone.<br><br></div><div><em>Não existe uma receita de bolo. A forma como seu concorrente interage com o público, pode não se aplicar a sua marca. Seja autêntico!<br></em><br></div><div><strong>5 – Fale a linguagem do seu consumidor</strong></div><div>Conheça muito bem o seu público. Fale de forma que o usuário te entenda e sinta-se a vontade para interagir com a marca.<br><br></div><div><strong>6 – Seja um incentivador</strong></div><div>A medida que o relacionamento com os clientes avança, vocês se tornam mais íntimos, e nesse momento, é possível que alguns deles usem as redes sociais para desabafar sobre suas frustrações. Aproveite o momento para mostrar, mais uma vez, que você é uma marca humana, amiga e que se preocupa com o bem-estar dele. Mostre que você se importa, incentive-o a ver o lado bom das coisas.<br><br></div><div><strong>7 – Conte sua história</strong></div><div>Engaje seus clientes através do história de sua empresa. Seja criativo na hora de contar sua trajetória. E não se esqueça do poder do apelo emocional! #dica<br><br></div><div><strong>8 – Deixe seus seguidores verem sua equipe</strong></div><div>Que tal usar as redes sociais para mostrar momentos de descontração da equipe? Deixe seus seguidores verem que seus funcionários sentem-se bem em trabalhar com você.<br><br></div><div><strong>9 – Treine os seus discípulos</strong></div><div>Hora de colocar os seus discípulos para trabalhar: crie conteúdos compartilháveis, mas que tenham conceitos de sua empresa. Dessa forma, seus seguidores – a essa altura, já fidelizados – servirão como multiplicadores de conteúdo e conceito.<br><br></div><div><strong>10 – Tenha um plano</strong></div><div>Estabeleça táticas, objetivos e metas a serem alcançadas. Meça os resultados e busque melhorar, sempre!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 22:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>EXPEDIENTE</title>
         <author>brunorafaelaugusto</author>
         <link>https://padlet.com/brunorafaelaugusto/5lr0luhto4elk5ep/wish/677940331</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Bruno Augusto<br>Danilo Fernandes<br>Eduarda Mancin<br>Jaíne Meira<br>Julia Marinho<br><br>Alunos do 6º semestre do curso de Relações Públicas da PUC-Campinas.<br><br>Professora: Cristina Micaroni Altieri<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 23:07:32 UTC</pubDate>
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         <title>Biblioteca RP  Por Danilo Augusto, Jaíne Meira e Julia Marinho </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> <br>1. <strong>Podcast</strong><br>Quando falamos sobre dispositivos de informação que fazem parte do cotidiano do profissional de relações públicas, diversas fontes nos vem à mente imediatamente. De fato, são tantas que cada um tem afinidade e preferência por cada tipo de veículo. Alguns preferem os tradicionais, como Estadão, Folha de São Paulo, Globo, enquanto outras pessoas têm preferência pelos novos veículos de mídia que estão chegando, e cada vez mais, estão ocupando espaço na área de comunicação no Brasil. Em uma realidade na qual a intensidade do fluxo de notícias veiculadas pelos jornais e portais de informação são cada vez maiores, é fato que o RP tem que adotar uma postura analítica e criteriosa ao fazer uso de tais canais, para, assim, poder agir de forma correta no gerenciamento e distribuição dessas informações. O principal fator que os usuários adotam na hora de escolher entre uma mídia e outra é como as notícias são disponibilizadas: a linguagem usada, o layout do texto, o uso de imagens, etc. No entanto, hoje em dia existe um outro apelo pelo qual estes usuários estão adotando como diferencial de escolha: o saving time (a economia de tempo). Ou seja, aquele veículo que adota estratégias de passar informações de forma rápida, leve e transparente acaba ganhando a preferência do usuário. E mediante este cenário atual, os veículos tradicionais e atuais vêm adotando cada vez mais a transmissão de notícias via podcasts.<br>O podcast já “caiu nas graças” do povo brasileiro. Segundo o site Meio&amp;Mensagem, dos 120 milhões de internautas brasileiros, 50 milhões, o equivalente a 40%, já escutaram um programa de áudio. (Fonte: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/05/13/no-brasil-40-dos-internautas-jaouvirampodcast.html). Dentre várias opções de podcasts disponíveis, o Nexo Jornal se destaca por transmitir notícias de forma clara, precisa e eficaz.<br> Nexo Jornal é um veículo de jornalismo eletrônico brasileiro lançado em novembro de 2015. O Nexo publica textos jornalísticos multidisciplinares sobre política, economia, acontecimentos internacionais, cultura, ciência e saúde, tecnologia, arte e outros temas, em perspectiva de contextualização (jornalismo de contexto), além da cobertura factual, interatividade com dados e recursos multimídias e colunas opinativas. Também é inserido como veículo da mídia independente brasileira. Não exibe publicidade em seu site e desde setembro de 2016 é requisitada a assinatura mensal para ter acesso a todo o conteúdo. No entanto, a opção de podcast é gratuita e pode ser encontrada nos maiores agregadores O Nexo Jornal vem conquistando o gosto da população brasileira. Hoje muitas pessoas reconhecem o trabalho do jornal e acessam o site ou app diariamente. Tendo em vista que o Nexo trabalha de forma independente, e ainda não possui a mesma notoriedade comparado aos outros veículos que estão a mais tempo no mercado, o Nexo impressiona quanto ao número de visitas dos usuários em suas plataformas. Somente neste primeiro trimestre de 2020, o site recebeu aproximadamente 2.1 milhões de acessos. Este público é representado por 53.10% sendo pessoas do gênero masculino e 46.90% feminino. Em sua maioria (33.36%), os visitantes têm entre 25-34 anos de idade, logo após ficam os usuários com idade entre 18-24 anos (21.44%). <br>Dica:  O principal programa de podcast do jornal é o “Durma com Essa”. Neste programa os apresentadores trazem um dos fatos mais importantes que ocorreram no dia. O programa vai ao ar de segunda a quinta-feira. Este podcast traz a notícia que você precisa saber para estar antenado aos principais fatos que acontecem no Brasil e no mundo. Este veículo é uma ótima fonte de notícias e informações, principalmente para os profissionais de relações pública, já que os profissionais da área de comunicação devem estar informados sobre os acontecimentos mais importantes do dia-a-dia. Este contato promove a este profissionais mais conhecimentos sobre assuntos variados e também amplia as habilidades de discurso e argumentação sobre os assuntos e temas mais pertinentes da atualidade. <br><br><strong>2. Filmes</strong><br>Quantos filmes que retratam o dia-a-dia de um jornalista ou de um profissional de marketing você já assistiu? O Spotlight – Segredos Revelados, O homem que mudou o jogo, The Post, entre outros filmes vencedores do Oscar. Mas, você já se perguntou quais os filmes que falam sobre as Relações Públicas? No cenário atual do cinema, existem muitos filmes que retratam o profissional de Relações Públicas, mas, nem sempre são divulgados, seja nos meios de comunicação de massa ou nos roteiros de filmes. É nesse sentido que esta matéria vem destacar como é ser um RP.<br> O RP constrói, promove e preserva a boa imagem de empresas ou instituições perante o público interno e externo. Essa é a principal missão de um profissional de Relações Públicas. Para isso, ele define estratégias e executa projetos de comunicação, transmitindo valores, objetivos e as ações da organização. Se você for um estudante pesquisando sobre Relações Públicas no mundo do cinema, ou um profissional que deseja se manter atualizado com as propensões acadêmicas, ou até mesmo um professor que procura novas metodologias de ensino para os seus alunos, essa matéria vai ajudar a ver que o RP está mais presente no mercado do que você imagina! Separamos uma lista de 3 grandes filmes que todo RP deveria assistir: <br><strong> ° Wag a Dog </strong><br> Baseado no livro American Hero, o filme mostra com clareza o poder do profissional de Relações Públicas em Washington. Com um belo exemplo de gerenciamento de crise, embora não seja aceito ou justificável, cria-se uma falsa guerra para desviar a atenção do público acerca de um escândalo sexual envolvendo o presidente às vésperas de sua reeleição. E você, como resolveria uma situação assim? <br> <strong>° Jerry Maguire</strong> <br> Essa comédia romântica que tem como estrela o ator Tom Cruise, conta a história de Jerry Maguire, um agente que cai em ruínas e acaba por manter apenas um cliente, um famoso e problemático jogador de futebol. O filme retrata a importância da imagem a ser apresentada ao público: a relação do profissional com seu cliente e com a imprensa e gerenciamento de crises. Ou seja, todas funções que um RP desenvolve. <br>° <strong>Thank You for smoking<br></strong> Retratado na década de 1990, o filme nos mostra o retrato do profissional das Relações Públicas em situações desafiadoras, onde organiza estratégias e ações para defender o que parece indefensível: o cigarro. A história nos mostra que um discurso pode ser convincente a ponto de influenciar a opinião pública, além de ressaltar a habilidade de contornar problemas e gerenciar crises que possui um RP. <br> <br><strong>4. Livros </strong><br>Vocês já devem ter visto várias indicações de podcasts e filmes até a gora, e quem não ama, não é mesmo?</div><div>Agora vamos deixar uma listinha, de livros que todo RP deveria ler, mas com toda a certeza também é uma ótima indicação para os outros cursos que estão na área da comunicação.</div><div>Como um bom profissional de Relações Públicas, precisamos estar bem antenados sobre tudo que acontece no cotidiano, e a internet é uma ótima ferramenta quando o assunto é se mante reconectado. No entanto, não podemos nos esquecer daquele bom e velho amigo com suas teorias e dicas sobre nossa profissão. Leia o que preparamos para você:</div><div><br></div><div><strong>º Endomarketing</strong><br> Esse livro é espetacular para quem pensa em seguir no mundo da comunicação interna. Ele nos traz as diversas faces do marketing interno. Analisa Medeiros, autora do livro, consegue expressar toda a intensidade que ela presenciou ao se dedicar a essa vertente. Direta ao assunto, a autora aborda pontos como a dimensão real do endomarketing. É uma verdadeira aula de comunicação interna!<br><br><strong>° O marketing depois de amanhã</strong><br> Esse é um daqueles livros que ampliam nossa mente de uma forma que ela não retorna mais ao tamanho normal, nos traz uma outra visão do mundo da comunicação, deixando claro como a tecnologia é importante nesta área. A revolução digital, ocasionou grandes mudanças no mercado, no comportamento do consumidor e, consequentemente, no papel do profissional de RP. Vale a pena se dedicar a essa leitura <br><br><strong>º Cultura Organizacional: </strong>Identidade , sedução e carisma<br> Esse Livro tem como tema um dos conteúdos que todo profissional precisa ter em mente, Cultura Organizacional, quando não entendido, isso acarreta grandes consequências para toda a organização, desde o presidente ao colaborador da área de operação. Maria Ester, autora dessa obra, discorre sobre a crise no processo de identificação dos indivíduos além do papel importante que as organizações buscam assumir hoje na sociedade. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 22:18:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunorafaelaugusto/5lr0luhto4elk5ep/wish/686131878</guid>
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         <title>Comunicação em tempos de crise - Por Bruno Pinheiro</title>
         <author>ddmancin</author>
         <link>https://padlet.com/brunorafaelaugusto/5lr0luhto4elk5ep/wish/686165117</link>
         <description><![CDATA[<div>Vivemos tempos sem precedentes. A soma da “era da informação” com a pandemia gerou, em todas as empresas, um temor incontrolável sobre o futuro. Bombardeados por notícias sobre contágios, mortos, economia em xeque, empreendedores se apegam aos instintos de sobrevivência e começam a mitigar os riscos para as startups que lideram.<br><br></div><div>Um elemento, entretanto, é inquestionável: como fazer a empresa passar por esse período com números aceitáveis? <br><br></div><div>Em um período em que as televisões dedicam mais de 70% de sua grade de programação à produção jornalística, é necessário aproveitar essa janela de oportunidade. Pessoas confinadas pela quarentena estão consumindo, cada vez mais, informação. E a comunicação pode ser seu canal de vendas mais efetivo em uma época em que cada investimento precisa ser, mais do que nunca, inteligente.<br><br></div><div>Seja pelos seus canais proprietários (redes sociais, blogs) ou através da imprensa, se comunicar com quem pode te comprar nesse momento é um fator que você, empreendedor, deve ter como prioridade. Se o comércio está fechado, o telejornal está no ar. Se o seu cliente parou seu processo de contratação, um gatilho de ação pode ser ler sobre sua startup em uma reportagem.</div><div><br><a href="https://startupi.com.br/2020/04/comunicacao-em-tempos-de-crise/">https://startupi.com.br/2020/04/comunicacao-em-tempos-de-crise/</a></div>]]></description>
         <pubDate>2020-08-18 22:51:57 UTC</pubDate>
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