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      <title>Linha do Tempo Arte Educação no Brasil by Emanuella Magalhães UFPI</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-01 13:33:06 UTC</pubDate>
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         <title>Academia Imperial de Belas Artes - 1826</title>
         <author>emanuella1</author>
         <link>https://padlet.com/emanuella1/Bookmarks/wish/2968106444</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O sistema brasileiro de ensino da Arte tem seguido sucessivamente os modelos francês, inglês e norte-americano;</p></li><li><p>Só depois de 1908 quando D. João VI mudou temporariamente a sede do reinado de Lisboa para o Brasil é que o país começou a desenvolver culturalmente;</p></li><li><p>Foi então criada a Academia de Belas Artes para movimentar intelectualmente a corte - artistas e arquitetos Franceses.</p></li><li><p>O ensino da Academia influenciou as escolas de meninos ricos, mantidos por religiosos da Igreja Católica: desenho no currículo, copiando estampas e fazendo retratos;</p></li><li><p>As escolas de meninas, além do retrato, ensinavam piano e bordado.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:15:52 UTC</pubDate>
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         <title>A primeira república - Positivismo, Liberalismo e Nacionalismo</title>
         <author>emanuella1</author>
         <link>https://padlet.com/emanuella1/Bookmarks/wish/2968109396</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O desenho só foi obrigatoriamente introduzido nas escolas primárias e secundárias públicas depois de decretada a República;</p></li><li><p>Rui Barbosa, influente político da época, concebeu o desenho, em seu projeto de educação, como algo que preparava para o trabalho, dar conhecimento técnico a todos os indivíduos para que pudessem produzir suas invenções;</p></li><li><p>Não chegou a ser implementado no Império, mas norteou mesmo que de maneira fragmentada as mudanças educacionais da República (1889);</p></li><li><p>Estudavam-se gregas, faixas decorativas, vitrais, rosáceas e ampliação de figuras -&gt; desig decorativo -&gt; durou até os anos 1980;</p></li><li><p>As ideias liberais conviveram com as ideias positivistas -&gt; grande importância ao desenho ligado à Geometria;</p></li><li><p>O Nacionalismo e o Indianismo, no fim do século XIX, influenciaram a Arte e o Ensino da Arte na América Latina -&gt; Argentina, México e Brasil.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:17:37 UTC</pubDate>
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         <title>Influências de John Dewey</title>
         <author>emanuella1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Primeiros escritos de Dewey sobre Arte e ensino da Arte -. naturalistas -&gt; exerceram grande influência sobre a Arte-Educação no Brasil;</p></li><li><p>Divulgador -&gt; Nereu Sampaio -. professor de desenho da Escola Normal do Rio de Janeiro;</p></li><li><p>Nereu Sampaio -&gt; método espontâneo reflexivo -&gt; recomenda a estimulação dos impulsos naturais da criança para o desenho -&gt; processos mentais de reconhecimento e reflexão;</p></li><li><p>O método consistia -&gt; deixar a criança se expressar livremente, desenhando de memória, e depois fazê-la analisar visualmente o objeto desenhado para, em seguida, executar um segundo desenho, integrando, neste, elementos observados do objeto real;</p></li><li><p>Reforma Educacional de Fernando de Azevedo, no Distrito Federal (1929), recebeu influência direta do trabalho e das ideias de Nereu Sampaio -&gt; desenho espontâneo. </p></li><li><p>Reforma Francisco Campos (1927-1929), em Minas Gerais -&gt; ideia de apreciação como processo de integração de experiência -&gt; Artus Perrelet, foi a autora dessa proposta;</p></li><li><p>Concepção de desenho como integração de corpo e mente, experiência e raciocínio, gesto e visão, vida e símbolo, indivíduo e meio ambiente, sujeito e objeto, era centrada na ideia de integração orgânica da experiência; </p></li><li><p>Erroneamente começou-se a ensinar as crianças a desenhar esquematicamente, e surgiu nas escolas o desenho pedagógico, que consistia em levar os alunos a copiar da lousa esquemas de figuras feitos pelo professor.</p></li><li><p>Arte como experiência consumatória -&gt; Reforma Carneiro Leão, em Pernambuco -&gt; A Arte era usada para ajudar a criança a organizar e fixar noções apreendidas em outras áreas de estudo;</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:19:19 UTC</pubDate>
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         <title>O Movimento de Escolinhas de Arte para crianças e adolescentes desde 1948 até o trabalho social das ONG.</title>
         <author>emanuella1</author>
         <link>https://padlet.com/emanuella1/Bookmarks/wish/2968113647</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Em 1930 surgem as primeiras tentativas de escolas especializadas em Arte para crianças e adolescentes, inaugurando o fenômeno da arte como atividade extracurricular. </p></li><li><p>Em São Paulo, foi criada a Escola Brasileira de Arte, dirigida por Theodoro Braga, em que crianças de 8 a 14 anos podiam estudar gratuitamente desenho e pintura, com uma orientação vinculada à estilização da flora e da fauna brasileiras. </p></li><li><p>Anita Malfatti (1860-1964), mantinha em seu ateliê uma orientação baseada na livre expressão e no espontaneísmo nas aulas para crianças, em 1930, e com o curso para crianças, criado na Biblioteca Infantil Municipal pelo Departamento  de Cultura de São Paulo quando Mário de Andrade era seu diretor, entre 1936 e 1938.</p></li><li><p>A contribuição de Mário de Andrade foi necessária para que se começasse a encarar a produção pictórica da criança com critérios mais científicos e à luz da Filosofia da Arte.  </p></li><li><p>O curso do filosofia e da história da Arte na Universidade do DF. Era um estudo comparado ao espontaneísmo e da normatividade do desenho infantil e da Arte primitiva foi um ponto de início.</p></li><li><p>Na ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas (1937-1945), os educadores foram perseguidos, e com a implantação do estado político ditatorial no Brasil, foi afastando as regras dos educadores de ação renovadora, dificultando o desenvolvimento da Arte-Educação e fortalecendo alguns  procedimentos, como desenhos geométrico na escola secundário e na primária, o desenho pedagógico e a cópia de estampas usadas para aulas de composição em língua portuguesa.</p><p><br></p><p><br></p></li></ul><p>Amanda Silva</p><p>Daniella Silva </p><p>Ida Mayane</p><p>Luzia Barbosa</p><p>Marlândia Santos</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:20:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Arte para libertação emocional - 1948</title>
         <author>emanuella1</author>
         <link>https://padlet.com/emanuella1/Bookmarks/wish/2968114415</link>
         <description><![CDATA[<p>Grupo: Larissa Rebeca</p><p>            Larissa Vitória</p><p>            Marta Neves</p><p>            Silvane Sousa</p><ul><li><p> Surgiu no Brasil no período de redemocratização após o Estado Novo e a Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de promover a liberação emocional e expressiva das crianças através da Arte.</p></li></ul><ul><li><p> Foram estabelecidos em várias cidades do Brasil, geralmente orientados por artistas, permitindo que as crianças se expressassem livremente, sem interferência dos adultos.</p></li></ul><ul><li><p>  O movimento refletiu a influência do Neoexpressionismo que dominou a Europa e os Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial.</p></li></ul><ul><li><p>  Exemplos como a Escolinha de Arte do Brasil, criada por Augusto Rodrigues em 1948, buscavam promover a liberdade criativa das crianças através do uso de materiais como lápis, papel, tinta e argila.</p></li></ul><ul><li><p> Educadores envolvidos no movimento de redemocratização da educação apoiaram a iniciativa, buscando convencer as escolas comuns sobre a importância de permitir que as crianças se expressassem e criassem livremente.</p></li></ul><ul><li><p>  Surgiram a partir de 1958, permitindo a presença da Arte nos currículos escolares, com foco na exploração de diversas técnicas artísticas, como pintura, desenho e impressão.</p></li></ul><ul><li><p> O livro "Desarollo de la capacidad creadora" de Victor Lowenfeld e ideias de Herbert Read foram importantes referências para os arte-educadores da época.</p></li></ul><ul><li><p>  Noêmia Varela, Margaret Spencer e Lúcia Valentim foram figuras-chave no desenvolvimento do ensino da Arte no Brasil, promovendo o desenvolvimento da criatividade e influenciando o Modernismo em Arte-Educação.</p></li></ul><ul><li><p> Em 1964, a ditadura militar interrompeu o desenvolvimento do ensino da Arte no Brasil, interrompendo muitas das experiências iniciadas nos anos anteriores.</p></li><li><p>A Lei de Diretrizes e Bases (LDB), promulgada em 1961, eliminou a uniformização dos programas escolares, permitindo maior autonomia para as escolas. No entanto, sua implementação foi interrompida pela ditadura militar em 1964, afetando também o desenvolvimento do do ensino da arte no Brasil.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:20:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A ditadura militar - 1964 a 1984</title>
         <author>emanuella1</author>
         <link>https://padlet.com/emanuella1/Bookmarks/wish/2968114967</link>
         <description><![CDATA[<p>-&gt; Período marcado pelo abuso de poder, que culminou no fechamento das escolas no Brasil, vale ressaltar que, escolas públicas de ensino infantil foram fechadas e o ensino da Arte nas escolas primárias foi dominado por alusões patriotas;</p><p><br></p><p>-&gt; As escolas públicas secundárias foram marcadas pelo desenho geométrico assemelhando-se ao Epitácio Pessoa (1901); </p><p><br></p><p>-&gt; A Escolinha de Arte de São Paulo começaram a proporcionar a interdisciplinaridade da Arte com a percepção de mundo externo, desenvolvimento da criticidade, abstração e análise de elementos de design; </p><p><br></p><p>-&gt; O Contextualismo social orientou as escolas de Artes do Brasil (Rio de Janeiro, São Paulo) por meio dos estudo teóricos e críticos de Paulo Freire, trazendo ideias e influência para os professores atuarem ativamente na educação;</p><p><br></p><p>-&gt; Com a Reforma Educacional (1971), a disciplina de Arte tornou-se obrigatória na grade curricular do 1º e 2º grau e aplicadas em um novo conceito: professores polivalentes;</p><p><br></p><p>-&gt; 1973- Criados os cursos de licenciatura em Ed. artística, 2 anos de duração, professores polivalentes;</p><p><br></p><p>-&gt; Ed. artística- ensino polivalente de artes plásticas, música e teatro;</p><p><br></p><p>-&gt; Prodiarte- Programa de Desenvolvimento Integrado de Arte Educação, criado em 1977 para integrar a cultura da comunidade com a escola;</p><p><br></p><p>-&gt; Programas paulistas, pouco consistentes, promovendo contato entre o artesão e o aluno, valorizar o artesão e a produção artística na escola - um professor, pagando barato;</p><p><br></p><p>-&gt; Semana de Arte e Ensino, SP-1980, resulta na organização do Núcleo Pro Associação de Arte Educadores.</p><p><br></p><p><br></p><p>Alana Karen </p><p>Gislaynne Beatriz</p><p>Maria Mirele</p><p>Thaís Ingride</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:21:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pós- Modernismo: Abordagem Triangular e Interculturalismo 1980</title>
         <author>emanuella1</author>
         <link>https://padlet.com/emanuella1/Bookmarks/wish/2968115930</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Componentes: </p><p>Camilly </p><p>Vitoria </p><p>Gleyce</p><p>Ana Kezia</p><p>Guilherme</p><ul><li><p>Contextualização do Pós-modernismo: Foi um movimento que vai além do "artístico", envolvendo, também, o campo filosófico e cultural. Tal movimento surge, no final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e durante diversas transformações na área social e tecnológica, advindas da Terceira Revolução Industrial. Tem como suas principais características a ironia, ceticismo, ausência de valores, mistura do real e imaginário, a espontaneidade, dentre outros.</p></li><li><p>O que é a abordagem Triangular?</p></li><li><p>Os três eixos norteadores</p></li><li><p>Interculturalismo</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:21:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cultura Visual, Arte e Ecologia, educação em museus</title>
         <author>emanuella1</author>
         <link>https://padlet.com/emanuella1/Bookmarks/wish/2968116606</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>1. Contextualização Histórica: O texto começa situando a Cultura Visual no Brasil em relação aos movimentos anteriores, como o Multiculturalismo e o Inter culturalismo, destacando seu surgimento a partir dos anos 1980 e sua influência na educação, especialmente nas escolas de Comunicação.</p><p><br></p></li><li><p>2. Influência na Educação em Arte: Descreve como a Cultura Visual começou a penetrar na educação, influenciando o ensino de Arte, especialmente na Escola de Comunicações e Artes da USP. A crítica social e política foi uma componente importante dessa abordagem, especialmente durante a redemocratização após a ditadura militar dos anos 1980.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>3. Conflito entre Abordagens: O texto destaca um conflito entre abordagens na educação em Arte, com alguns defendendo a Cultura Visual em detrimento das artes tradicionais. Há uma distinção entre aqueles que valorizam mais a imagem das mídias contemporâneas e aqueles que defendem as artes como uma importante produção humana ao longo do tempo e de diferentes códigos culturais.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>4. Identidade Cultural: Destaca a importância da Cultura Visual para o Brasil, especialmente através de eventos como o carnaval, e ressalta a necessidade de não desprezar essa identidade cultural em prol de outras abordagens na educação em Arte.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>5. Tendências Atuais: Menciona as tendências de Arte -Educação e Ecologia no século XXI, deixando em aberto a discussão sobre como essas influências podem moldar o ensino e a prática artística contemporânea.</p></li></ul><p><br></p><p>Componentes: </p><p>Jedson Melo</p><p>Larissa Silva</p><p>Rebeca Lima</p><p>Shardson Kennar</p><p>Yasmin Kristine</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:22:10 UTC</pubDate>
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         <title>Modernismo: Escola Nova e Expressionismo</title>
         <author>emanuella1</author>
         <link>https://padlet.com/emanuella1/Bookmarks/wish/2970388462</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Semana de Arte Moderna de 1922, que introduziu o Brasil no Modernismo, não repercutiu de imediato no ensino da Arte;</p></li><li><p>Em 1927, o ensino da Arte volta a ser objeto de discussões, principalmente pela modernização educacional;</p></li><li><p>Educação primária e a escola que se tornam o centro das atenções reformistas -&gt; Escola Nova.</p></li><li><p>Defendeu-se o mesmo princípio liberal da Arte integrada ao currículo -&gt; Arte na escola para todos;</p></li><li><p>Liberais -&gt; aspectos técnicos do desenho;</p></li><li><p>Escola Nova -&gt; instrumento mobilizador da capacidade de criar, ligando imaginação e inteligência.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 00:42:23 UTC</pubDate>
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