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      <title>Educação Social by Daniela Souza</title>
      <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy</link>
      <description>Atividades
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-07 00:21:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-20 22:54:31 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Aula 03 - O que mudou?</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1798147909</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; - Ação dentro e fora da escola;<br>&nbsp; - Para aqueles em vulnerabilidade social ou não;<br>&nbsp; - Busca uma educação LIVRE e para todos e todas;<br>&nbsp; - Alcança as pessoas "invisíveis" aos olhos da sociedade e do Estado;<br>&nbsp; - A Educação sendo de fato um direito de todos e todas;<br>&nbsp; - Consequência da desigualdade social;<br>&nbsp; - Utopia.<br><br>&nbsp; Dentre muitos meios de expressar o sentimento que acredito ter prevalecido após está aula, quero citar o filme "Sementes Podres" de 2018. A película conta a história de um menino órfão que após ser adotado, contínuo a cometer trapaças. Até que por obra do destino passa a ser professor substituto de uma ONG para uma turma de 'desajustados', cada um com seus problemas de aprendizagem, somados a dificuldade de convívio entre eles. Além de unir este grupo heterogêneo, ele busca sua redenção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 00:46:09 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 02 - O que é Educação Social para você?</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1798152584</link>
         <description><![CDATA[<div>  Penso que a educação social seja o que está além da sala de aula e da escola. Onde pode-se ver a educação fora do ambiente educacional, nas coisas que aprendemos para a vida e não para passar na prova.&nbsp;<br>  Construir saber com a realidade dos(as) estudantes, para que possam tornar-se agentes e modificar o espaço que vivem e lutar pelos seus direitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 00:47:57 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 04 - Educação em Direitos Humanos e Educação Social</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1803502915</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Os Direitos Humanos não são inatos ao homo sapiens sapiens, logo precisou-se lutar por eles. Inúmeras discussões ocorreram acerca do assunto. O que é ser humano?&nbsp;<br>&nbsp; No início estes direitos foram feitos apenas para um grupo seleto dos habitantes do planeta azul. Que ocupavam uma pequena parte de um Continente e compartilhavam de uma mesma crença.&nbsp;</div><div>&nbsp; Após poucos anos foi pensado em Direitos Humanos com o objetivo de formar e organizar grupos sociais (econômica e politicamente). Neste momento a dita superioridade de algumas classes passou a ser questionada, já que apenas manter as tradições não era uma explicação plausível. Mas ainda sim, somos apenas indivíduos econômicos e políticos?<br>&nbsp; Quase dois séculos depois da publicação da primeira Declaração de Direitos Humanos, rondado por muitas brigas políticas, nasceu a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Criada pelo ONU que surgiu pós Segunda Guerra Mundial.&nbsp;</div><div>Após poucos anos foi pensado em Direitos Humanos com o objetivo de formar e organizar grupos sociais (econômica e politicamente). Neste momento a dita superioridade de algumas classes passou a ser questionada, já que apenas manter as tradições não era uma explicação plausível. Mas ainda sim, somos apenas indivíduos econômicos e políticos?<br>A ONU surgiu pós Segunda Guerra Mundial, e criou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento que ainda permanece em vigor. Publicada quase dois séculos depois da publicação da primeira Declaração de Direitos Humanos, rondada por muitas brigas políticas. O novo documento passa a ver-se e ver o outro como seres psíquicos e culturais.&nbsp;<br>&nbsp; A reação em cadeia do postulado gerou a UNESCO, organização mundial voltada a educação e cultural. A Constituição Federal Brasileira de 1988 e por fim a LDB 9394/96, a partir deste ponto a educação torna-se um direito de todos!<br>&nbsp; Os quatros valores fundamentais que Xesus Jares define para a Educação Social - valor a vida, a dignidade humana, a não violência, a solidariedade. Eu penso serem fundamentais para e educação em si. É necessário certa estabilidade financeira e saúde mental para construir aprendizagem.&nbsp;<br>&nbsp; É preciso cuidar do corpo, alimenta-lo, não há como ensinar algo para alguém com fome. É preciso ver o mundo como ele é, para decidir se queremos ou não transforma-lo, e não há como ver a realidade do povo sem solidariedade. É preciso desmistificar a as ideias polares e abraçar os sentimentos, conversar sobre eles, trata-los, e não há como faze-los sem&nbsp; a não violência. É preciso promover uma educação que combata o medo, o medo que paralisa e tira nossa autonomia, e promover uma educação aberta a debate e&nbsp; democrática, e nada disso é possível sem dignidade humana.<br><br>
</div><ul>
<li>A educação como espaço de resistência; &nbsp;</li>
<li>Práticas educativas emancipadoras;</li>
<li>Desenvolvimento social e humano;</li>
<li>Exercício da cidadania;</li>
<li>Práticas que promovam relações saudáveis entre indivíduos de um grupo heterogêneo;</li>
<li>Promover autonomia;</li>
</ul><div>
<br>&nbsp; "A educação não-formal em direitos humanos orienta-se pelos princípios da emancipação e da autonomia" PNEDH, 2007</div><div>
<br><br>Foi a partir da Declaração Universal dos Direitos Humanos que todas as pessoas, sem exclusão, tiveram o direito a educação garantidos. Ademais, o segundo documento publicado gerou uma repercussão favorável aos grupos historicamente excluídos, já que passou a questionar-se o motivo de tal exclusão além da tradição. Assim, iniciou uma busca de explicações plausíveis e lógicas.<br><br><br>  Repensar. Refletir. Relembrar. <br>  As escolas que frequentei durante o ensino básico não eram muito abertas ao debate. Em casa, como mulher sempre vi e ainda vejo a voz da minha mãe sendo reprimida por um cultural patriarcal e machista. Encontrei meu refugio na arte e ironicamente ou não, adentrei uma Universidade Pública em um curso de Pedagogia, oriunda de uma família que não valoriza a educação. Eu tive sorte, muita sorte, privilégios, e vejo com água cristalina o poder que a educação teve na minha vida. Antes de estudante, professor(a), servidor público, somos humanos e nada mais justo do quer humano.<br>  Não consigo proporcionar a diferença que a Educação Social pode fazer em realidades muito distantes da minha. Mas sei que dar voz ao excluído gera novas discussões, e discussões geram questionamentos, que por sua vez nos reinventam. <br><br><br><sup>Trecho da Música "Quando a Fé Ruge" de O Teatro Mágico<br></sup><br><sup>Parece que enferrujou<br>A bala perdida que me alcança<br>A ferradura que me calça<br>A alça, a lança tranca<br>A resistência necessária<br>Oxidou<br>A fonte, a ponte,<br>A chance de fundir o que rachou<br>E difundir pra gerações<br>A demanda do mundo é amar</sup>
</div><div><sup><br>Quem de pé ficará?<br>Se a luta acomodar<br>Diga quem nos dirá?<br>Quem viver, provará!<br>Nossa emancipação!<br>Nossa emancipação!<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=x9qcUr8BVCI&amp;ab_channel=OTeatroM%C3%A1gico</sup></div><div>
<br><br>
</div><div>
<br><br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 01:10:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 05 - Estatuto da Criança e do Adolescente e Socioeducação</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1808058827</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de conhecer o ECA não tinha noção da sua abrangência, de que pedagogos poderiam trabalhar na FASE através do concurso público.<br>Acredito que a falta de informação é uma das maiores causadoras do preconceito. E também pai da frase "Bandido bom é bandido morto."<br>Assim, por mais óbvio que seja, há quem diga que os adolescentes que estão na FASE não devem ter direito a educação. Pois bem, se não for a educação transformadora de vidas, quem será?<br>O papel do pedagogo e pedagoga social está além do simples "ensinar", é construir espaços, proporcionar que o jovem se expresse de formas diferentes, é ouvi-lo, acolhe-lo. Propriciar uma escuta ativa, onde os adolescentes possam refletir sobre o que está sendo dito e ter sua opinião, desenvolver autonomia.<br>Os momentos de conversa com a professora convidada Marielle que mais ressoaram:<br><br></div><ul><li>Chama-los pelo nome;</li><li>Nada se faz sozinho;</li><li>Educação pressupõe relação e diálogo constrói relação;</li><li>Ter o direito de escolha e responsabilizar-se por ela;</li><li>Protagonismo do jovem através de um ato saudável;</li></ul><div><br>É necessário um olhar solidário. Atos que parecem tão simples mas que mudam a realidade, e contribuem para o inicio de uma boa relação entre ambas as partes envolvidas. Olhar o adolescente além do que cometeu. Chama-lo pelo seu nome e dar-lhe o direito de escolha, perguntar o que gosta, ouvi-lo em plenitude. O simples as vezes é muito, e está pode ser a primeira vez que isso ocorre com<br>este adolescente. São inúmeras mudanças de paradigmas.<br><br><br>Dúvidas:<br><br></div><ul><li>Além do trabalho que se faz na FASE para com os adolescentes para que não retornem a cometer novas infrações, como podemos intervir socialmente em relação a "marca" daqueles que são egressos?</li><li>Quais os possíveis caminhos para a quebra de preconceito dentro e fora da escola?</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 15:40:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 06 - Educação Social e seus Sujeitos</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1808491465</link>
         <description><![CDATA[<div>Toda educação é social, mas é preciso fazer uma educação que ocupe o social. A educação social atua principalmente em espaços não escolares, informais.<br>Na década de 80 no Brasil os educadores sociais passaram a fazer trabalhos com as crianças e adolescentes que se encontravam em situação de rua, período no qual a expressão 'educação social' ganhou força em nosso país.<br>Sendo os seus sujeitos aqueles que tem seus direitos violados, destacando cinco grupos especiais: as crianças, os adolescentes, as juventudes, a população em situação de rua e os adolescentes cumprindo medidas socioeducativas. Dentre estes grupos é importante compreender que a população em situação de rua é muito heterogênea devido as diferentes faixas etárias e pelos motivos que levou cada um à rua.<br><br>"Que país é esse que maltrata tanto suas crianças e adolescentes?"<br><br>Os números de abusos, violências e até homicídios com crianças, adolescentes e jovens é assustador. O que se entende por 'infância'? O que se entende por 'cuidar'? Como cresce uma criança que foi vítima de maus-tratos? Em quem confiar?<br>A partir da LDB 9394/96 as crianças e adolescentes passaram a ter inúmeros direitos garantidos, mas são de fato cumpridos? A relação direito x dever fica em cheque. Todo direito está atrelado a um dever, logo se todos tem direito do acesso à escola, a família tem o dever de manter a criança estudando até seu aniversário de 18 anos. Ainda sim, há muitos fatores que afastam as crianças da escola, principalmente aqueles que pertencem aos grupos historicamente excluídos. As condições econômicas da família, o acesso a escola (deslocamento), incentivo da família, o acolhimento da comunidade escolar e etc. Por vezes não conhecer alguém que fez faculdade, pode fazer a criança acreditar que a realidade de uma pessoa que cursa o Ensino Superior está muito distante da dela e impossível de ser alcançada; a rotina de trabalho escola é cansativa; e a entrada no tráfego de drogas para ajudar a família em casa e até segurança. Acredito que a evasão escolar tenha os motivos mais variados, mas nenhum deles simples.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 18:31:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aula 07 - ECA e Acolhimento Institucional</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1815805660</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes desta aula eu não tinha conhecimento acerca do acolhimento institucional, achava eu na minha ignorância que havia apenas orfanatos e abrigos. Desconhecia a ideia de uma Casa que acolhesse crianças e adolescentes.<br>Senti muita ressonância na fala da Professora Karen com a da Professora Marielle há algumas semanas atrás, as palavras "vínculo" e "autonomia" circularam todo encontro como palavras chave para compreender o contexto e objetivo da Casa Caminho Clara Francisco. O ato de responsabilizar-se por suas atitudes e promover uma reflexão sobre elas, a inversão dos valores de punir e educar.<br>A chegada das crianças e adolescentes foi um dos pontos de mais destaque para mim. O PIA - plano individual de atendimento - chamou-me muita atenção por ser individual, em um contexto que sabemos ser coletivo dentro da Casa, por ser feito em conjunto, iniciando a ideia de liberdade na criança ou adolescente e o fato dele não ser um plano fechado. Ademais, o acolhimento se faz fundamental neste momento, e o não questionar, deixar que o indivíduo possa familiarizar-se com a nova rotina e criar vínculo. Parece tão banal que não deveria chegar fazendo um interrogatório em um ser que inicia sua morada fora da seio familiar, mas não o é, e como venho pensando há algumas aulas "As vezes o óbvio precisa ser dito."<br>A liberdade estabelecida e as tarefas da casa em si, cozinhar, organizar, limpar. A autonomia de faze-lo e de deslocar-se. Entender que as vezes um deles irá fazer uma saída para fumar um cigarro e tudo bem, pois está é a realidade daquele jovem e também é preciso entende-la. Esse olhar de compreensão, onde não se faz necessário encaixar aquele ser humano em um local e em costumes que não lhe pertencem.<br>A busca por mais dignidade para as crianças e adolescentes, afim de diminuir os preconceitos e estigmas enfrentados na escola e a preparação para a saída da Casa, para que possam manter-se sozinhos, já que após os 18 anos não poderão mais permanecer lá. Preparação essa de suma importância para que esse adolescente tenha seu conforto e suas necessidades atendidas, e principalmente não se sinta abandonado novamente.<br>Por fim, o momento mais emocionante desta aula foi o qual a professora da um exemplo de pergunta que ela faz aos jovens. Penso quantas vezes essa mesma pergunta foi feita para mim, e quantas vezes eu a fiz. Uma pergunta simples que pode levar o questionado ao chão ou as nuvens. E o quanto é fundamental alimentarmos a resposta desta pergunta, mas essencialmente a própria pergunta. Afinal, eu não sei na verdade quem eu sou, mas gostaria de saber... Quais são seus sonhos?&nbsp;<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=Hlj8EtVoRi8<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 02:59:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 08 - Fundamentos da Pedagogia Social</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1818547426</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de pedagogia social surge no inicio do século XX na Alemanha, com o intuito de diferenciar a educação tradicional - voltada ao desenvolvimento individual - da educação social - voltada para o desenvolvimento em sociedade, partido da ideia de conviver em grupos sociais.<br>Fundamentos da Pedagogia social:<br><br>Ajuda a juventude;<br>Higiene social;<br>Emancipação;<br><br>Embora o professor no vídeo tenha dito que eram quatro fatores, eu consegui identificar apenas três na sua fala. Entendi que os paradguimas são algo a parte destes fundamentos.<br>A educadora social pode trabalhar em outros locais além dos de ajuda as crianças, adolescentes e jovens. Mas historicamente esse foi o espaço de ocupado por essa área. Isto me faz pensar sobre a relação entre o conceito de educação social e a humanidade. A busca e luta por direitos que não são para si mesmo. Acolhimento.<br>Somos seres sociais vivendo em sociedade que negam a presença de determinados grupos. É o olhar para o dito invisível visível. Trabalhando para que aquele seja apenas um momento passageiro, promovendo a emancipação destes indivíduos.<br>Os três paradigmas, científico, hermenêutico e crítico, não me parecem nada isolados e não entendi muito bom o porquê de trabalha-los separadamente. Os fatores quantitativos contribuem de maneira exponencial para entender os sentimentos dos componentes do grupo, e estes por sua vez são fundamentais para a busca da emancipação destes sujeitos. Acredito que devem ser trabalhados em conjunto, construindo relações e entendendo o contexto do sentir e do estar de cada um.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 01:42:17 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 09 - Os Fundamentos da Pedagogia Social Crítica</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1822480243</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeiramente quero pedir que esqueçam o último parágrafo da aula 08. Pensei que havia entendido mas ao ler o texto da Sanna percebi que estava completamente errada. Há um claro motivo para o uso da palavra paradigma que eu não havia compreendido até então.<br>Acredito na promoção da emancipação do sujeito, mas não sei como exatamente fazer isso como professora. Não discordo nem uma vírgula das palavras de Sanna, ainda sim não consigo plasmar todas essas ações na realidade atual, na verdade não consigo nem pensar em muitas ações para tal.&nbsp;<br><br>Tenho muitas e muitas dúvidas, pouquíssimas ou quase nenhuma certeza. Sou estagiária na educação especial em uma escola municipal de Porto Alegre, certo dia estava acompanhando um aluno na aula de ciências naturais, na qual o conteúdo trabalho era a Guerra dos Farrapos no ponto de vista das mulheres. A professora levantou a questão de porque elas não podiam ir a escola e cuidar das terras e afazeres ditos dos homens, então outro aluno respondeu:&nbsp;<br>- É porque Deus criou o homem primeiro e depois a mulher.<br>Como explicar anos de pratriarcado neste momento? Como promover a emancipação de uma criança religiosa que prioriza a fé a razão?<br><br>Em relação aos problemas estruturais da sociedade, penso que a crise na educação também é um deles. Percebo que cada vez mais estamos caminhando para uma reforma no sistema brasileiro de educação, e acredito profundamente que&nbsp; a educação é essencial no combate a pobreza. Mas não vejo como o atual governo possa concordar com uma educação de qualidade, muito menos uma emancipadora. É claro que como professores temos certa liberdade em como trabalhamos os conteúdos na sala de aula, e aqui encontra-se outras dúvidas:<br><br>É possível apenas uma professora promover a emancipação de um sujeito, enquanto as outras professoras continuam a manter o universo frio?<br>Não seria toda educação um processo em conjunto? Se sim, não seria então a melhor maneira de promover a emancipação dos sujeitos de forma conjunta, com todos os educadores da escola?&nbsp;<br><br>Sendo a educação social mais que um campo, uma visão. No ato-troca de ensinar e aprender somos todos agentes em emancipação. Parte disso é dúvida e outra certeza, é o desafio de ser uma eterna aprendiz.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-17 20:11:14 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 02</title>
         <author>mauricioperondirs</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Aula 03</title>
         <author>mauricioperondirs</author>
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         <pubDate>2021-11-03 22:07:51 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 04</title>
         <author>mauricioperondirs</author>
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         <title>Aula 05</title>
         <author>mauricioperondirs</author>
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         <title>Aula 06</title>
         <author>mauricioperondirs</author>
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         <title>Aula 07</title>
         <author>mauricioperondirs</author>
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         <pubDate>2021-11-03 22:30:20 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 08 e 09</title>
         <author>mauricioperondirs</author>
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         <pubDate>2021-11-03 22:44:49 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário adicional</title>
         <author>mauricioperondirs</author>
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         <pubDate>2021-11-03 22:51:00 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 10 - Educação Social e Assistência Social</title>
         <author>danielasouza059</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ninguém é educador sozinho, é preciso pensar e educar no coletivo.<br><br>A profissão de assistência social não contem um regime, o que não garante todos os devidos aos trabalhadores desta área e também não assegura profissionais com formação para tal. Ademais, pelo que compreendi não faz 50 anos que a assistência social é um direito, e ainda sim foi extra garantido com a LDBEN 9294/96 me pergunto como era antes.<br><br>O pensar assistência social como caridade me incomoda. Me remete a ideia de que mulheres devem ser professoras pois é natural a nós cuidar de crianças, como é natural ser mãe. Vejo como colocar a responsabilidade no outro de forma romântica, afim de não assumir as faltas que cometerá.<br><br>NÍVEIS DE PROTEÇÃO<br><br>1-BÁSICA: a família recebe ajuda financeira/psicológica e a criança/adolescente permanece no seio familiar.&nbsp;<br>dificuldade, atenção, ajuda - mas ainda permanece no seio familiar - CRAS) ações de ordem preventiva<br>Ex.: bolsa família, serviço de convivência(turno inverso escolar)<br><br>2 - MÉDIA (há violação dos direitos mas ainda estão no seio familiar - CRES)&nbsp;<br>Ex.: prestação de serviço socioeducativo.<br><br>3 - ALTA (violação de direitos, onde a criança é retirada do seio familiar)<br>Ex.: abrigos para menores de idade.<br><br>O cenário ideal é que a família possa se fortalecer, e pouco a pouco não haja mais a necessidade do trabalho da assistência social, porém na grande maioria dos casos não é isso que ocorre.&nbsp;<br><br>O trabalho feito é baseado no vínculo, na escuta, sem ultrapassar os limites do sujeito,&nbsp; buscando sempre respeita-lo.&nbsp;<br><br>LEI ORGANICA DE SEGURANÇA ALIMENTAR<br>3 refeições completas por dia<br>Acesso a água<br>Saneamento básico<br><br>O quadro social que vivemos hoje com a pandemia já existia, ele apenas explodiu!&nbsp;<br>Ver o invisível, o que não queremos ver.<br><br>Garantia de direitos x Criminalizar a pobreza<br>Os atos infracionais são um pedido de ajuda<br><br>Acredito que exista uma linha tênue entre uma coisa e outa. Ou que talvez não exista linha nenhuma e somos nós que colocamos nossos preconceitos acima da humanidade. O que ser humano? O que é o mínimo para viver? Por que preferimos fingir que a população mais pobre não existe?<br><br>Penso que quando negamos a existência daquele que pede socorro, fica mais fácil lidar com a culpa, ou simplesmente não te-la, joga-la as custas do governo. Mas será que também não estamos negando nossa humanidade?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 00:59:01 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 11 - Educação Social na América Latina</title>
         <author>danielasouza059</author>
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         <description><![CDATA[<div>O país na América Latina com maior tradição em Educação Social não tem 100 anos de trajetória. O que me faz pensar que não temos uma grande história a estudar, e que não faz tanto tempo que se começou a repensar sobre o tema. A história da educação social na América Latina não é linear, cada país tem trajetórias diferentes, mas não lineares, há muita luta para a institucionalização de leis e políticas públicas para construir espaços de ação.<br><br>URUGUAI&nbsp;</div><ul><li>Formação "padronizada" dos educadores sociais;</li><li>Troca de experiências com a Espanha;</li><li>Curso passa a ser reconhecido;</li><li>Reconhecimento de Educadores Sociais como profissionais da educação.</li></ul><div><br>COLOMBIA</div><ul><li>Falta de documentação do início da trajetória;</li><li>Repressão dos movimentos de esquerda;</li><li>Financiamento dos EUA e suas exigências;</li><li>Processo de militarização devido ao financiamento norte americano;</li><li>Tratado de paz em 2015;</li><li>Formação dentro do curso de Pedagogia;</li><li>Falta de um Sistema Único de Saúde;</li><li>Associação Colombiana de Pedagogia Social e Educação Social.</li></ul><div><br>Acredito que se os Direitos Humanos fossem de fato direitos a todos os cidadãos não haveria necessidade do trabalho realizado pela educação social. O que ocorre é a falta do comprimento dos direitos de certos grupos, historicamente excluídos, proporcionando uma ação que reafirma o seu espaço e o seus direitos, essa ação é a educação social.<br>Se somos todos humanos, por que os direitos não asseguram à todos?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-27 01:25:01 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 12 - Estudo de Caso</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1917811908</link>
         <description><![CDATA[<div>Senti como se estivesse a ler um livro de ficção. Curiosa, interessada e por fim decepcionada. O QUE ACONTECEU COM O LEONARDO????? Sinceramente, gostaria muito de saber como ele está. Gostaria muito de saber como vários outros Leonardos estão, onde se encontram, será que há Alexs para auxilia-los?<br><br>Siglas Citadas no Texto<br><br>FASE - Fundação de Atendimento Sócio-Educativo do Rio Grande do Sul<br>UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul<br>ICPAE - Interação com Atividade Externa<br>PIPA - Programa Interdepartamental de Práticas com Adolescentes em Conflito com a Lei<br>ISPAE - Internação Sem Possibilidade de Atividade Externa<br>G10 - Assesoria à Juventude Criminalizada<br>CSE - Comunidade Socioeducativa<br><br>Dentre todas as singlas conhecia apenas a FASE e a UFRGS. Pelo que entendi, nem todas elas são instituições, mas fazem parte dos processos e atividades dos jovens que estão na FASE e, imagino que também de outros centros socioeducativos.&nbsp;<br><br>Penso que o papel da família de Léo em buscar assistência e não desistir do filho, foi fundamental para todo o processo. A dita "família perfeita" luta pelos direitos do seu filho e pela justiça do mesmo. Ademais o trabalho em rede provoca novas estâncias no julgamento, e é essencial para que eles possam provar que não há provas suficientes para culpar Leonardo do crime. As injustiças cometidas contra ele são barbáres, inocentamos um homem branco, cis, hetéro e rico com TODAS as provas de estupro, mas culpamos um menino sem provas suficientes de duplo assassinato, me pergunto se Leonardo é branco, cis, hetéro ou rico, até posso acreditar que ele se encaixa em uma ou mais das opções mas não em todas. Vivemos em um país desigual e a nossa "justiça" reforça isso.<br><br>Alex não julga Leonardo. Ele demonstra preoucupar-se verdadeiramente com o menino, importar-se, abala-se e renova-se.<br>O educador adentra a vida de Léo sem tirar seu espaço, o vazio em forma de silêncio que toma conta da sala, é também o vazio que faz ele abrir o peito e contar como tem se sentido em seu intímo.&nbsp;<br><br>A aula com Paulina foi fundamental para entender sobre proteção. Neste caso, Léo é considerado perigoso para ser mantido em sociedade. E a aula com Marielle foi essencial para entender o funcionamento da FASE e o trabalho pedagógico que é realizado. Afinal qual é o perfil da FASE? Há um perfil? Por que precisamos de um? Léo tem um problema por ser certinho, ma também o teria se não o fosse. Onde está a humanidade? Uma pessoa, além do que fez ou não, ainda é uma pessoa e merece ter seus direitos assegurados.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 13:04:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 13 - ECA - Trabalho Infantil e Educação Social - AÇÃO RUA</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1917957763</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho Infantil - Desmistificando-o</div><ul><li>venda de balas;</li><li>venda de panos de prato;</li><li>pedir dinheiro;</li><li>estar com um familiar durante a venda de algo ou a mendicância;</li><li>estar em casa cuidando de outra criança menor;</li></ul><div><br>A realidade que enfrentamos é menos doce do que queríamos. Mas também é perceber que a doçura que temos é muito para alguns. Vender balas, comer balas. Qual é o papel da criança nisso tudo? Ela tem um papel?<br>Aumento das crianças em trabalho infantil com o governo Bolsonaro. Aumento da inflação, aumento das pessoas em situação de rua. Diminuição das verbas para educação, desmonte da educação. Demora para a compra de vacinas, pandemia não levada a sério pelo Presidente da República, disseminação de ódio. Nada é por acaso, tudo foi articulado.<br><br>A base do trabalho realizado por eles é a criação de vínculo, tendo um atendimento diferente para com a criança e para com o adulto. Penso que o vínculo seja fundamental para construir educação, não é atoa que tem sido tão difícil o aprendizado durante a pandemia, pois não estamos próximos, e fica mais complexo estabelecer relação, vínculo. Logo, não seria diferente com a educação social, penso que seja ainda mais importante a formação de vínculo em contextos não escolares. Muitas destas crianças não tem em que confiar, não podem e/ou não conseguem confiar naqueles que deveriam, assim tendem a não dar abertura para ninguém, como auxiliar uma criança neste contexto sem criar um vínculo com a mesma?<br><br>Douglas relata que a maioria das crianças inventa outro nome. Medo, proteção, os motivos são vários. Por isso, nos primeiros encontros não são feitas muitas ou nenhuma pergunta, a ideia é construir vínculo, e esperar que aos poucos eles revelem algo, onde moram, se estudam, onde estudam. Ele também conta que muitas famílias se mudam por conta de brigas do trafego da região. Após uma pequena construção de vínculo, o ideal é agendar uma Visita Domiciliar (VD) para que possam conhecer a casa que a criança habita. Neste momento, Douglas nos relata que as vezes casa são alguns papelões em baixo da ponte, e que há muitos conceitos de casa, talvez não os mais ideias, mas são casas. O que constitui uma casa?<br>&nbsp;<br>Os moradores de rua, indígenas e ciganos podem ser atendidos em todos os postos de saúde pois não possuem endereço. Porém, não é sempre que este público consegue atendimento, mesmo sendo um direito seu. O que eles também relatam é que quando educadores sociais vão até os postos com eles o atendimento não só ocorre, como a forma que eles são tratados é bem diferente. Pré conceito? Medo? Dúvida? Falta de conhecimento? Quais seriam os motivos? Será que devemos&nbsp; buscar por eles? Instruir. Educar. Modificar. Desmistificar. Construir. Lutar. Emancipar. Esperançar!<br><br><br><br><br><br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 14:02:53 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 16 - LIVE</title>
         <author>danielasouza059</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1919435727</link>
         <description><![CDATA[<div>SHARON LABORIDO - ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL - Novo Hamburgo<br><br>Público de 03 a 15 anos.<br>Trabalho baseado no vínculo, acolhimento.<br>Intuito de reconstruir o sentimento de amor, de que existe amor no mundo.<br>Cuidar das crianças e adolescentes, mas não de forma excessiva, cuidar para a autonomia.<br>Sem ter afeto não há como ter cuidado.<br><br><br>PROJETOS<br>Promoção da arte e cultura.<br>Alfabetização e motricidade fina.<br>As ideias de projetos surgem a partir das demandas de trabalho, e das ideias das crianças e adolescentes.<br>Todo projeto é apresentado para os sujeitos antes dele acontecer, para que possam dar a sua opinião e fazer as mudanças e combinações necessárias.<br>Busca por um desenvolvimento feliz das crianças e adolescentes.<br>As educadoras tem liberdade para criação dos projetos, além do apoio da diretoria da instituição. Elas também não tem formação específica na área. Agem conforme a necessidade e a criatividade.<br><br><br>PANDEMIA<br>Sem poder ir a escola e sem a visita dos familiares. No início Sharon relata que eles gostaram da ideia de não ter aula, mas logo começaram a perguntar quando poderiam ir a escola novamente, pois não aguentavam mais não sair. O que gerou um maior estresse e desorganização do ambiente. A rotina teve de ser modificada para adequar-se ao momento e tranquilizar as crianças e adolescentes.<br><br><br><br>ROQUELE FARIAS - CASA DE PASSAGEM POPULAR ADULTA E FAMÍLIAS - Caxias do Sul<br><br>A casa atende moradores de rua e pessoa em vulnerabilidade social.&nbsp;<br>Tem um formato de casa, com horários de alimentação, banho, sono.<br>Trabalho em conjunto com o SUS, levando-os ao atendimento. Envolvimento com os documentos, para fazê-los.&nbsp;<br>Trabalho baseado em vínculo, o educador como referência. E a busca pela reconstrução do vínculos com os familiares.<br>Quem cuida de quem cuida?<br><br><br>PANDEMIA<br>Antes da pandemia os moradores podiam sair, mas com agora o acesso ficou restrito para saídas a consultas médicas. Assim, houve uma grande necessidade de reiventar-se já que a maioria tem problemas com dependência química, flexibilizando os horários para que possam ter uma convivência mais leve. Lembrando que a Casa não oferece tratamento químico, pois tem não este intuito.&nbsp;<br>Necessidade de reiventar-se, novas estratégias para uma convivência melhor, mais leve.&nbsp;<br><br><br><br><br>TATIANE DE OLIVEIRA - SCFV - Novo Hamburgo<br><br>A importância da visibilidade dos(das) educadores(as) sociais.<br>A crise sanitária e econômica do país devido a pandemia. &nbsp;<br>Trabalho direto com o SUS, enfoque na família e saúde.<br><br>PANDEMIA<br><br>Com a pandemia os serviços de convivência foram todos suspensos. Os trabalhadores foram remanejados ou começaram a trabalhar de forma remota.<br>A volta do trouxe os trabalhadores para a linha de frente. Acolhida e escuta daqueles que chegam com suas dúvidas no CRAS, e que precisam de acolhimento.<br>Com muita persistência conseguiram o contato com todas as famílias das crianças e adolescentes que eram atendidos antes da pandemia. Mantendo o fortalecendo o vínculo com eles, dando também assistência a aqueles que não tem internet e/ou condições de assistirem as aulas remotas, levendo-os até a Casa e auxiliando a realizar as tarefas.<br>As lacunas do ensino mais evidentes com a pandemia.<br>Como alcançar nossos educandos neste momento?<br>Não há trabalho sem afeto.<br><br><br>TATIANA FALEIRO - SCFV POPRUA - Porto Alegre<br><br>Mulheres em situação de rua.<br>Promoção do seu protagonismo e autonomia.<br>Principalmente a proteção de complexidade básica, mas atendem de média e alta.<br>Trabalho dos Valores, seus valores.<br>Como a educadora pode trabalhar o pertencimento com um sujeito que sente-se violado pela sociedade? O que é pertencer? Qual o papel da mulher?<br>Quem eu sou e quais são os meus direitos?<br>Exercício da cidadania, tenho direitos mas também tenho deveres, entender que um está inteiramente relacionado com o outro.<br>Cuidar de mim e do outro, valorização de quem eu sou.<br>Oficina de saboaria - sabonetes feitos são que estão para uso.<br>Articulação em rede.<br>Consultório na rua&nbsp;<br>Oficina de Rádio - saber que posso estar presente nestes locais.<br>O protagonista é o usuário.<br><br><br>PANDEMIA<br><br>Gestão que tem o cuidado com o cuidador.<br>Liberdade e autonomia para trabalhar.<br>Cuidado com a saúde mental do cuidador.<br>Fortalecer o vínculo construído, trocas.<br>No meio do caos existe algo bom.<br>Auxílio digital - muitas dúvidas em relação ao auxílio emergencial.<br>Como eu me vejo? Construir um objeto é construir-se, ver-se<br>O educador precisa estar presente.<br><br><br>TROCA COM AS EDUCADORAS<br><br>A escuta qualificada se constitui em estar presente, estar disposto, ter vontade de estar e saber ouvir. Não julgar o que outro irá falar, ter simpatia para com ele, a prática é fundamental para isto. Saber cobrar algumas coisas, como a máscara por exemplo. Entender os melhores espaços para que a pessoa possa se sentir a vontade para compartilhar o que sente. Importar-se. Quero sempre ter o fio na barriga ao educar. Reiventar-se&nbsp;<br><br><br>INQUIETAÇÕES<br><br>Acho interessante como as falas delas se repetem e ressoam. Educação social é vínculo, afeto, estar por perto, presença. Saber ouvir, escutar, buscar pelo outro como buscaria para si. Ser humano.<br>Em uma das buscas por estágio, uma das escolas tinha no status do Whatsapp "Somos todos educadores". Confesso que não concordei de princípio, mas hoje pensando bem, somos todos educadores, apenas nem todos tem essa consciência e alguns dos que tem não se sentem responsáveis por tal. E se não somos todos educadores, com toda certeza somos todos seres humanos, e me parece inato a nós aprender, por que não seria auxiliar o outro a aprender?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 02:50:58 UTC</pubDate>
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         <title>Comentários sobre os teus registros!</title>
         <author>mauricioperondirs</author>
         <link>https://padlet.com/danielasouza059/5lemae7yr0pzixyy/wish/1954154303</link>
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         <pubDate>2021-12-17 18:30:12 UTC</pubDate>
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