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      <title>O FOLCLORE DE MATO GROSSO DO SUL: LENDAS, MITOS E ESTÓRIAS  by Henrique e Inildo</title>
      <link>https://padlet.com/inildolucaslemos/5kuf4mnqpwfu</link>
      <description>Feito com uma mente aberta</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-09-05 11:27:53 UTC</pubDate>
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         <title>folclore regional</title>
         <author>inildolucaslemos</author>
         <link>https://padlet.com/inildolucaslemos/5kuf4mnqpwfu/wish/185062494</link>
         <description><![CDATA[<div>O Folclore regional é constituído por elementos e traços culturais  de diferentes culturas que se entrelaçaram, se misturam e se harmonizaram recriando-os em novas bases. As influencias culturais  recebidas de estados vizinhos fazem com que Mato Grosso do Sul apresenta peculiaridades diferenciadas dos demais estados brasileiros, principalmente, porque somam às influencias e trocas culturais nas regiões de fronteira com o Paraguai e a Bolívia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 11:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>Nego d´ água</title>
         <author>inildolucaslemos</author>
         <link>https://padlet.com/inildolucaslemos/5kuf4mnqpwfu/wish/185062735</link>
         <description><![CDATA[<div>Conta a lenda que o Negro D'água ou Nego D'água vive em diversos rios. Manifestando-se com suas gargalhadas, preto, careca e mãos e pés de pato, o Negro D'água derruba a canoa dos pescadores, se eles se negarem de dar um peixe. Em alguns locais do Brasil, ainda existem pescadores que, ao sair para pescar, levam uma garrafa de cachaça e a jogam para dentro do rio, para que não tenham sua embarcação virada. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 11:21:57 UTC</pubDate>
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         <title>Mar dos xara</title>
         <author>inildolucaslemos</author>
         <link>https://padlet.com/inildolucaslemos/5kuf4mnqpwfu/wish/185063113</link>
         <description><![CDATA[<div>O mundo de águas da cheia do Pantanal levou os primeiros exploradores a acreditarem que a região era um grande lago ou um mar continental.</div><div>No início dos anos de 1600, os europeus o batizaram de<strong> Lagoa de Xaraés</strong> ou “<strong><em>Laguna de los Xarayes</em></strong><em>”,</em> em espanhol. Encontrar a exata posição dessa região foi por quase duzentos anos uma das primeiras tentativas de se compreender a<strong> origem do Pantanal.</strong> Hoje, historiadores e geógrafos são unânimes na constatação de que tudo não passou de lenda: o Mar de Xaraés nunca existiu.</div><div>A primeira evidência seria histórica, pois a localização da Lagoa de Xaraés está associada por pesquisadores, como o argentino Enrique de Gandía (1904-2000), ao <strong>mito do Eldorado</strong> – a cidade de ouro perdida na selva sul-americana e localizada às margens de uma lagoa.</div><div>Apesar de ser inverossímil, a lenda era tão forte que foi descrita como algo real pelo principal narrador da conquista espanhola, António de Herrera (1559-1625), sendo posteriormente incluída em um Atlas neerlandês, em 1620.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 11:24:52 UTC</pubDate>
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         <title>Pe de garrafa</title>
         <author>inildolucaslemos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conta a lenda, que o Pé -de - Garrafa é um ser que habita florestas do Paraná, não há evidências da origem dessa lenda, segundo afirmam muitas pessoas este ser é muito difícil de aparecer para uma pessoa, pois muitos dizem que ele evita ao máximo o contato, entretanto costuma atrair as pessoas quando quer. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 11:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>Come língua</title>
         <author>inildolucaslemos</author>
         <link>https://padlet.com/inildolucaslemos/5kuf4mnqpwfu/wish/185064687</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao contrário da maioria das assombrações que atacam crianças, o Come Língua é um menino. Tomou essa forma de menino-bicho, quando a lenda chegou à região do bolsão, no Mato Grosso do Sul. Assim como na lenda do “Cabeça de Cuia”, o Come Língua sofreu a ira da praga materna. O menino, quando vivo, era muito mentiroso. Ele morreu logo depois de sua mãe rogar-lhe uma praga de que cairia a língua. O tempo passou e o menino foi encontrado morto e sem a língua.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 11:34:31 UTC</pubDate>
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