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      <title>IVG - Interrupção voluntária da gravidez by </title>
      <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg</link>
      <description>Beatriz Gonçalves, Catarina Duarte, Fabiana Oliveira, Gabriela Veiga, Inês Xambre </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-16 21:33:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-31 18:03:18 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>O que é Interrupção Voluntária da Gravidez?</title>
         <author>fabianasboliveira</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/300471285</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A interrupção voluntária da gravidez é um aborto, permitido com menos de 20-22 semanas de gestação da grávida. </div><div>Um aborto é a remoção de um feto ou embrião antes de esse ter capacidade de se desenvolver fora do útero.</div><div>Existem três tipos de aborto:</div><div>- Aborto espontâneo, que consiste na interrupção da gravidez devido a uma ocorrência acidental ou natural, por vontade própria da mulher</div><div>- Aborto induzido, que consiste na interrupção da gravidez, em serviços legais e com reduzidos riscos para as mulheres<br>-Aborto ilegal, que consite na interrupção da gravidez quando os motivos apresentados não se encontram enquadrados na legislação em vigor ou quando é feito em locais que não são bons para o efeito. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-05 14:15:46 UTC</pubDate>
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         <title>Enquadramento Legal em Portugal</title>
         <author>ines_xambre</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/300739649</link>
         <description><![CDATA[<div>Em julho de 2017 foram assinalados 10 anos sobre a entrada em vigor da regulamntação da Lei da Interrupção Voluntária da Gravidez. <br>O presente diagnóstico monitoriza a aplicação da legislação aprovada, caracteriza as utentes e os procedimentos utilizados e conclui que o número de IVG em Portugal se encontra abaixo da média europeia, que o número de complicações decorrentes de IVG ilegais se reduziu drasticamente desde 2007, que a proporção de IVG de repetição em Portugal se encontra abaixo dos valores de outros países europeus e que a introdução de pagamento de taxas moderadoras na realização de IVG não se afigura como necessária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-05 21:14:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Argumentos a favor da Interrupção Voluntária da Gravidez</title>
         <author>gabyveiga08</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/301179449</link>
         <description><![CDATA[<div>A mulher tem o direito de tomar decisões num assunto que diz respeito à sua vida, como a maternidade.<br><br></div><div>A maternidade não desejada é fonte de problemas futuros para a mulher, para o casal, para as famílias e, sobretudo, para as crianças delas nascidas.<br><br></div><div>É uma decisão que afecta não só a vida da mulher, mas a vida do casal envolvido e, caso exista, o contexto familiar.<br><br></div><div>Podem ocorrer problemas na futura vinculação afectiva entre a mãe e a criança nascida quando a gravidez é vivida em sofrimento.<br><br></div><div>A IVG quando considerada crime promove a perseguição às mulheres que abortam.<br><br></div><div>Embora não haja mulheres na prisão, há mulheres com pena suspensa. Dezenas de mulheres são perseguidas, sujeitas a exames médicos humilhantes e expostas à opinião pública.<br><br></div><div>O aborto clandestino é um problema de saúde pública<br>.</div><div>O acesso ao aborto legal permite reduzir progressivamente o recurso ao aborto.<br><br></div><div>A defesa ao acesso ao aborto legal está associada à prevenção das gravidezes não desejadas.<br><br></div><div>Nenhum sistema de saúde entrou em colapso depois da despenalização da IVG.<br><br></div><div>Proibir não elimina o recurso ao aborto. Quando as mulheres sentem que ele é necessário fazem-no, mesmo que não seja em segurança.<br><br></div><div>Um aborto mal feito pode ter consequências graves para a saúde da mulher.<br><br></div><div>A proibição do aborto é discriminatória em relação às mulheres de baixo nível sócio-económico, que são levadas ao aborto auto-induzido ou clandestino. As mais diferenciadas economicamente podem sempre viajar para obter um aborto seguro.</div><div>O primeiro direito da criança é ser desejada.<br><br></div><div>A possibilidade de escolha é boa para as famílias.</div><div>Uma gravidez indesejada pode aumentar tensões, romper a estabilidade e empurrar as pessoas para baixo do limiar de pobreza.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 19:12:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Argumentos Contra </title>
         <author>beatrizdgocalves</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/301214476</link>
         <description><![CDATA[<div>Há outros meios para se salvar a vida da gestante. Os avanços da medicina podem possibilitar a garantia de uma gestação próxima da normalidade e salvar a vida de ambos.<br> <br>Não é possível ter-se absoluta certeza de que a gestante iria a óbito. Os tratamentos possíveis sugerem que a probabilidade maior é a da sobrevivência da mãe, não o óbito.<br> <br>Pode se causar um risco maior à vida da gestante. O aborto, por ser um procedimento contra a natureza, poderá acarretar danos irreversíveis para a mulher.<br> <br>A vida da gestante não tem maior valor do que vida do feto. Na verdade não há colisão entre direitos, pois se tratam de pessoas distintas.<br> <br>Tirar a vida do feto fruto de violência sexual perpetrada contra a mãe não repara o mal causado. O aborto seria um erro para corrigir outro. Cabe ao estado proporcionar assistência psicossocial à mulher que poderá encaminhar a criança para doação, se assim o desejar.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 20:17:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Argumentos Contra</title>
         <author>cataalduarte</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/301234216</link>
         <description><![CDATA[<div>Os defensores contra a IVG alegam ainda ser mais "modernos" e "progressistas", pois esta escolha seria uma espécie de instrumento para aumentar as baixas taxas natalidade.<br><br></div><div>A mulher pode escolher engravidar ou não (a menos que tenha sido vítima de um estupro; nesse caso a analogia é válida), por isso teria responsabilidades, podendo, até, se assim quisesse, dar a criança para adoção, impedindo assim o aborto e a morte de uma futura criança.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 21:00:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vertente moral</title>
         <author>cataalduarte</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/301240771</link>
         <description><![CDATA[<div>Há duas posições opostas bem delimitadas na discussão sobre o aborto. A primeira, pró-vida ou conservadora, defende o direito moral da vida do feto. A segunda, pró-escolha ou liberal, entende que a mulher tem um direito moral sobre o próprio corpo, o que lhe permite fazer o aborto.<br><br></div><div> É claro que existem opiniões intermediárias. Alguns acham errado o aborto, mas defendem sua prática em casos específicos (por exemplo, quando a mulher ou o filho correm risco de morte - ou quando a mãe foi vítima de estupro). Do mesmo modo, entre aqueles que defendem o aborto, há os que são contra a prática sob certas circunstâncias, por exemplo, quando a gestação se encontra num estado avançado. Além disso, existem também situações que fogem a essas duas abordagens. Por exemplo, quando a mulher grávida precisa remover o útero por causa de um câncer. Neste caso, o aborto seria um efeito colateral.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 21:18:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Argumentos a favor da interrupção voluntária da gravidez </title>
         <author>fabianasboliveira</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/301262646</link>
         <description><![CDATA[<div>• Sabendo que o bebé tem alguma deficiência e pode prejudicar a grávida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 22:30:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aborto precisou de dois referendos e dez anos para ser despenalizado</title>
         <author>gabyveiga08</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/304733534</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.publico.pt/2018/05/30/sociedade/noticia/aborto-precisou-de-dois-referendos-e-dez-anos-para-ser-despenalizado-1832596">https://www.publico.pt/2018/05/30/sociedade/noticia/aborto-precisou-de-dois-referendos-e-dez-anos-para-ser-despenalizado-1832596</a><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 11:18:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Saiba como o aborto é tratado em vários pontos do Mundo</title>
         <author>ines_xambre</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/304736332</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.jn.pt/mundo/interior/saiba-como-o-aborto-e-tratado-em-varios-pontos-do-mundo-9378736.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 11:27:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Métodos para interromper a gravidez</title>
         <author>fabianasboliveira</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/304893563</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem dois métodos para interromper a gravidez: método cirúrgico e método medicamentoso. A mulher poderá escolher o método que pretende, embora a decisão deva ser tomada em conjunto com o médico, que pode avaliar o método clinicamente mais adequado à situação. Ambos os métodos podem ser feitos em regime de ambulatório, ou seja, sem ser necessário internamento. Realçando que, analisadas as estatistísticas anuais publicadas pela DGS (Direção-Geral da Saúde), o mais comum no Sistema Nacional de Saúde, isto é, hospitais públicos é a prática do método medicamentoso e, nos serviços privados legais e reconhecidos, o mais comum é a prática do método cirúrgico.<br><br></div><div><strong>Aborto Cirúrgico </strong>                              <br><br>O aborto cirúrgico consiste na aspiração do conteúdo uterino, com uma sonda plástica, sob anestesia geral ou local. Pode ser doloroso, então para preparar o colo do útero e facilitar a intervenção, 3 horas antes do procedimento são administrados 2 comprimidos, por via vaginal ou bucal (isto é, derretidos na bochecha). A intervenção dura poucos minutos (entre 5 a 20 minutos) e a permanência no serviço/hospital demora normalmente uma manhã ou uma tarde. Ao final do procedimento, o embrião ou feto é eliminado. Eficácia de 95-100%.<br><br></div><div><strong>Aborto Medicamentoso</strong><br><br></div><div>Aborto farmacológico, aborto medicinal, aborto medicamentoso ou aborto químico consiste numa técnica de aborto induzido que consiste na administração de fármacos com o objetivo de provocar a interrupção da gravidez sem recorrer a práticas cirúrgicas. O método para aborto farmacológico é geralmente conhecida por pílula abortiva. Eficácia de 95-98%.<br><br></div><div>Os fármacos utilizados são o Mifepristone e o Misoprostol. O Mifepristone é tomado sob a forma de comprimido e atua bloqueando a hormona responsável pela manutenção da gravidez, a progesterona. O Misoprostol, combinado com o Mifepristone, irá provocar contrações do útero, causando hemorragia e a expulsão do conteúdo uterino.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 16:39:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências</title>
         <author>cataalduarte</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/304900007</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>CONSEQUÊNCIAS FÍSICAS<br></strong><br></div><div>Existem consequências no corpo de uma mulher que faz o aborto voluntário.<br><br></div><div>A Doença pélvica inflamatória (DPI) é uma doença infeciosa do trato genital superior que pode afetar o útero, ovários, trompas de Falópio e outras estruturas relacionadas. Quando não tratada, esta condição pode causar infertilidade, dores pélvicas crónicas, e aumentar o risco de gravidez ectópica que pode colocar a vida da mulher em perigo. Das pacientes com uma infeção de clamídia [género de microrganismos patogénicos ] na altura do aborto (cerca de 20 a 27% das pacientes que se submetem a um aborto), 23% desenvolve a DPI dentro de quatro semanas. Aproximadamente 5% das pacientes não infetadas com clamídia desenvolvem DPI nas quatro semanas após um aborto no primeiro trimestre.<br><br></div><div><strong>CONSEQUÊNCIAS PSICOLÓGICAS<br></strong><br></div><div>As consequências que o aborto tem na psicologia da mulher que abortou voluntariamente. Há o remorso angustiante, o sofrimento insuportável devido àquilo que se fez e já não tem remédio.<br><br></div><div>A experiência do aborto pode ser traumática para as mulheres por variadas razões. Muitas são forçadas a fazê-lo pelos maridos, namorados, pais ou outros (casos recentes reportados nas notícias mostram que muitas prostitutas são obrigadas pela “entidade empregadora” a submeter-se a abortos sempre que engravidam). Se a vida destas mulheres é caracterizada pelo abuso resultante do domínio forçado por parte de outra pessoa, a sujeição a um aborto não desejado pode ser encarada como a humilhação ou violação final.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 16:50:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comissão do Congresso brasileiro aprova proibição de aborto</title>
         <author>beatrizdgocalves</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/305002131</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.jn.pt/mundo/interior/comissao-do-congresso-brasileiro-aprova-projeto-que-quer-proibir-todos-os-tipos-de-aborto-8906209.html">https://www.jn.pt/mundo/interior/comissao-do-congresso-brasileiro-aprova-projeto-que-quer-proibir-todos-os-tipos-de-aborto-8906209.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 19:49:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O necessário para a IVG ser   realizada em estabelecimentos de saúde oficiais ou oficialmente reconhecidos </title>
         <author>beatrizdgocalves</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/305003874</link>
         <description><![CDATA[<div>  Constitua o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;<br><br>  Se mostre indicado para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida, e seja realizada nas primeiras 12 semanas de gravidez; <br><br> <strong> </strong>Haja seguros motivos para prever que o feto venha a sofrer, de forma incurável, de grave doença ou malformação congénita, e for realizada nas primeiras 24 semanas de gravidez, excecionando-se as situações de fetos inviáveis, caso em que a interrupção poderá ser praticada a todo o tempo;<br><br>  A gravidez tenha resultado de crime contra a liberdade e autodeterminação sexual e a interrupção for realizada nas primeiras 16 semanas de gravidez;<br><br> <strong> </strong>Por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas de gravidez.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 19:52:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências</title>
         <author>beatrizdgocalves</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/305641864</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Consequências físicas-<br> Se ocorrer uma laceração do colo uterino provocada pelo uso de dilatadores.</strong></div><div><br></div><div>A mulher pode vir a ficar com   insuficiência do colo uterino, favorecendo abortos sucessivos no primeiro e no segundo trimestre      ( ocorrendo em 10% das pacientes); <br><br>E se ocorrer outra gravidez esta está sujeita a partos prematuros, na 20ª ou 30ª semana de gestação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-18 12:03:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/305641864</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quais os sinais de alarme pós-aborto? </title>
         <author>ines_xambre</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/305643425</link>
         <description><![CDATA[<div><br>  A mulher deve recorrer a um serviço de urgência caso se verifique:<br><br></div><ul><li>Hemorragia muito abundante (utilização de mais de 2 pensos ultra absorventes por hora, durante 2 horas consecutivas);</li><li>Sensação de desmaio</li><li>Súbita e abundante perda de sangue nas 2 semanas ou mais pós IVG;</li><li>Febre alta e persistente;</li><li>Cólicas abdominais acompanhadas de dores violentas;</li><li>Episódios de diarreia persistentes após as primeiras 24 horas;</li><li>​Desconforto emocional muito intenso e prolongado, a ponto de interferir com o quotidiano.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-18 12:16:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tenho 15 anos e estou grávida, posso interromper a gravidez sem os meus pais saberem? </title>
         <author>beatrizdgocalves</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/306502455</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta  é uma pergunta muito colocada pelas grávidas de 15 de 16 á qual a resposta é :<br>   No caso de uma mulher menor de 16 anos querer interromper a gravidez, este processo terá obrigatoriamente que ser do conhecimento do seu representante legal (pai, mãe ou tutor), uma vez que estes terão que assinar o documento “Consentimento Livre e Esclarecido”, entregue na Consulta Prévia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 19:20:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/306502455</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Será que é possível abortar (noutros países) até às 12 semanas (3 meses) de gravidez?</title>
         <author>fabianasboliveira</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/307283860</link>
         <description><![CDATA[<div>A resposta é sim.</div><div>No Brasil, Qualquer tentativa de aborto voluntário sem terem sido vítimas de estupro ou sem estarem correndo risco de morrer, é considerada crime e pode fazer a mulher ser presa por um período de 1 a 3 anos. A pena para o médico é de 3 a 10 anos.</div><div>Enquanto isso, em 62 países do mundo o aborto é uma prática legalizada, até o fim do ano serão 63 nações, já que a Irlanda escolheu em plebiscito (é a convocação dos cidadãos que através do voto podem aprovar ou rejeitar uma questão importante para o país) pela descriminalização, e a lei que permitirá o aborto sem restrição até a 12ª semana de gestação está sendo preparada e em alguns casos o prazo pode ser estendido caso a mãe corra o risco de morrer ou de malformação fetal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 14:58:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Argumentos a favor da interrupção voluntária da gravidez</title>
         <author>gabyveiga08</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/307289028</link>
         <description><![CDATA[<div>Definir um feto (um embrião ou mesmo um ovo) como uma "pessoa", com direitos iguais ou mesmo superiores aos de uma mulher - uma pessoa que pensa, sente e tem consciência - é um absurdo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 15:22:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A despenalização da IVG: argumentos e contra-argumentos</title>
         <author>gabyveiga08</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/307289507</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.publico.pt/2007/02/05/jornal/a-despenalizacao-da-ivg-argumentos-e-contraargumentos-119955">https://www.publico.pt/2007/02/05/jornal/a-despenalizacao-da-ivg-argumentos-e-contraargumentos-119955</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 15:24:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/307289507</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A partir de quando é que um feto é considerado um ser vivo?</title>
         <author>gabyveiga08</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/307290053</link>
         <description><![CDATA[<div>Há quem defenda que a vida só começa na 3ª semana de gravidez – porque, até ali, o embrião ainda se pode dividir, dando origem a dois ou mais gémeos. Existe ainda a corrente dos que afirmam que o feto só se transforma numa pessoa quando começa a produzir ondas cerebrais semelhantes às de um ser humano  – 8ª semana para uns, 20ª para outros. E, por fim, há os que apontam para a 24ª semana de gestação, quando os pulmões do feto já estão formados. Para quem acredita nessa tese, é só nesse momento que o futuro bébé adquire condições  para sobreviver fora do útero.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 15:27:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Onde se pode ir?</title>
         <author>ines_xambre</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/307291384</link>
         <description><![CDATA[<div>A  Interrupção Voluntária da Gravidez pode ser realizada nos Hospitais Públicos, em alguns (poucos) Centros de Saúde do país e em Clínicas Privadas devidamente reconhecidas pelas entidades competentes.<br><br></div><div>Cada mulher, através da sua área de residência, tem acesso a um Hospital público de referência, onde pode realizar a IVG. Assim, o primeiro passo é saber qual o hospital da sua área. Para obter informações a este respeito ligue para o seu Centro de Saúde, para a <a href="http://www.saude24.pt/PresentationLayer/ctexto_00.aspx?local=20">Linha Saúde 24</a> (808 24 24 24) ou a <a href="http://www.apf.pt/sexualidade-em-linha">Sexualidade em Linha</a> da APF/IPDJ (800 222 003).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-23 15:34:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um médico brasileiro explica a sua posição sobre o aborto </title>
         <author>fabianasboliveira</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/307300312</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/Q0egxsoS5Ho </div><div>Apesar deste vídeo falar mais sobre o Brasil, e nele não ser legar o aborto, este senhor fala-nos do elemento mais importante neste grande tema. Em todos os países quem costuma legalizar ou deslegalizar o aborto são sempre homens, mas a pergunta é porquê, se são as mulheres que passam por estas etapas todas. ESTE ASSUNTO É FEMININO e é isto que temos de mostrar ao mundo! </div><div>O que é que vocês acham? </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 16:24:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gravidez na adolescência. Aborto?</title>
         <author>gabyveiga08</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/307534876</link>
         <description><![CDATA[<div>Duas curtas metragens que representam dois casos de gravidez na adolescência e as decisões tomadas em cada um deles.<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2sH9C2v7cg8">https://www.youtube.com/watch?v=2sH9C2v7cg8</a><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wA2JYVxF48Q">https://www.youtube.com/watch?v=wA2JYVxF48Q</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 17:28:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estudo da Universidade do Porto revela dados sobre a Interrogação Voluntária da Gravidez em Portugal </title>
         <author>ines_xambre</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/307538121</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/9YyX2MxC30E (notícia)<br><br><br>Desde que entrou em vigor a lei da Interrupção Voluntária da Gravidez, terão sido realizados mais de 160 mil abortos em Portugal. Depois de uma subida até 2011, os números terão vindo a descer.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 17:49:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notícia onde retrata a falta de marcações para planear fazer um aborto em Portugal</title>
         <author>beatrizdgocalves</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/311062040</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/maioria-dos-centros-de-saude-sem-consulta-para-quem-equaciona-ivg-9829359.html">https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/maioria-dos-centros-de-saude-sem-consulta-para-quem-equaciona-ivg-9829359.html</a><br> Acho esta notícia muito importante pois normalmente  é obrigatório para quem pretende fazer a IVG. Isto pode indicar que o nosso país não está muito desenvolvido para o que devia estar. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-04 18:30:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Porque é necessário o aborto?</title>
         <author>beatrizdgocalves</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/311074687</link>
         <description><![CDATA[<div> A Abortion Act (Lei da Interrupção Voluntária da Gravidez) de 1967 especifica porque poderá ser necessária a interrupção voluntária da gravidez. A lei estipula que a interrupção voluntária da gravidez poderá ser necessária se: Continuar com a gravidez significar um maior risco para a vida da mãe do que interrompê-la. Continuar com a gravidez significar um maior risco de danos à saúde física ou mental da mãe do que interrompê-la. Continuar com a gravidez trouxer um risco maior à saúde física ou mental de qualquer um dos outros filhos da mulher. Existir um risco elevado de a criança, se nascer, vir a ter uma deficiência física ou mental séria. Na prática, isto confere aos médicos um grau elevado de flexibilidade na recomendação de interrupções involuntárias de gravidez. Tomar essa decisão é uma escolha pessoal e difícil. Por isso, existem disponíveis vários serviços de aconselhamento, consultas com  psicólogos e informação para a ajudar a tomar a  decisão certa .</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-04 18:49:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/311074687</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estimativa</title>
         <author>cataalduarte</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/312062745</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo a Women on Waves, as estimativas apontam para que, em Portugal, se realizem pelo menos cerca de 20 mil abortos clandestinos por ano.<br><br></div><div>E, recorde-se, são as mulheres de menores recursos que recorrem ao aborto ilegal em piores condições: a IVG ilegal reproduz as desigualdades sociais.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-06 22:19:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pontos de vista no aborto</title>
         <author>cataalduarte</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/312065485</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>No ponto de vista utilitarista, o bem-estar da pessoa, e não seus direitos, é que seria levado em conta na decisão. Como o feto ou embrião não tem ainda consciência de bem-estar, o aborto seria um ato moral aceitável. Outro grupo alega que isso privaria o bem-estar futuro desse feto, que em determinadas condições se desenvolveria plenamente. Em resumo, a discussão evolui em torno de estabelecer se o feto é uma pessoa e, como tal, possui direito à vida - e se, mesmo que tenha esse direito, ele se sobrepõe ao da mãe em determinar o que fazer com o próprio corpo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 22:32:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dez anos depois que Portugal despenalizou o aborto</title>
         <author>fabianasboliveira</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/312067147</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/WCroe6buEOs<br>Acho importante verem este vídeo, fala-nos dos últimos anos em Portugal sobre o Aboro</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-06 22:41:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulher gravida descobre numa ecografia que o feto tem uma doença rara que deixa sua cara deformada e médico pergunta se quer abortar</title>
         <author>cataalduarte</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/312068146</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.impala.pt/noticias/portugal-e-o-mundo/ecografia-ao-bebe-pergunta-pais/">https://www.impala.pt/noticias/portugal-e-o-mundo/ecografia-ao-bebe-pergunta-pais/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 22:47:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fabianasboliveira</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/312069055</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.jn.pt/mundo/videos/interior/milhares-de-mulheres-dancaram-pela-legalizacao-do-aborto-na-argentina-9399076.html<br>Em muitos países o aborto não é permitido, o que a meu ver é uma má opção, pois se a mulher não tiver condições para o filho, ou até mesmo não o querer por razões pessoais, ela não lhe vai dar a vida que ele realmente merece. <br>Neste caso, a Argentina manifestou-se e eu acho que se devua fazer isso em todos os países que não é legalizado o aborto! </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 22:53:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mãe publica fotos de seu bebê depois de aborto espontâneo</title>
         <author>cataalduarte</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/312071228</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://noticias.gospelprime.com.br/mae-publica-fotos-de-seu-bebe-depois-de-aborto-espontaneo/">https://noticias.gospelprime.com.br/mae-publica-fotos-de-seu-bebe-depois-de-aborto-espontaneo/</a><br>Esta noticia representa o aborto de um feto de 14 semanas, provocado pela paragem do batimento do coração. Sharran, a mãe, publica a foto do seu filho, dizendo que ele era de verdade e não um simples resíduo, como disse o médico.<br>Achei esta notícia importante, pois para esta mulher aquele feto de 14 semanas já era um ser vivo, e ela quis provar que estava a sofrer tanto quanto uma mulher que perdeu o filho morreu depois dele nascer. Ela quis provar que ao abortarem, estavam a matar um ser vivo, já que ele era tão perfeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:07:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ser violada pelo padrasto está bem. Mas dar à luz num WC vale cadeia</title>
         <author>ines_xambre</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/312071764</link>
         <description><![CDATA[<div>https://expresso.sapo.pt/blogues/bloguet_lifestyle/Avidadesaltosaltos/2018-11-14-Ser-violada-pelo-padrasto-esta-bem.-Mas-dar-a-luz-num-WC-vale-cadeia#gs.ugY9_SQ<br><br>Acho importante a leitura desta notícia pois está vai sensibilizar o facto de uma mulher ser violada e não poder abortar porque não é legal</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:11:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências - Aborto</title>
         <author>fabianasboliveira</author>
         <link>https://padlet.com/ines_xambre/ivg/wish/312071934</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:12:21 UTC</pubDate>
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