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      <title>Guarani Kaiowá_8°ANO AM by Gabriel Correa Garcia</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-21 10:51:55 UTC</pubDate>
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         <title>HISTÓRIA DA TRIBO GUARANI KAIOWÁ</title>
         <author>101538</author>
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         <description><![CDATA[<div>Guarani Kaiowá é um povo indígena muito importante para a América do Sul,e na chegada dos Europeus no Paraguai,eles tiveram grande participação na escravidão e nas tentativas de catequização feita pelos missionários jesuítas.A chegada dos Europeus foi um impacto muito grande para a tribo pois para eles,a região onde estavam,representava de forma sentimental e espiritual,já para os portugueses, representava uma região de extração de riquezas minerais.</div><div>Em 1603, os europeus queriam que os Guaranis fossem escravizados para coletarem as riquezas minerais que tinham na região, porém, os jesuítas discordaram disso, pois eles não queriam que as pessoas que haviam sido catequizados, fossem escravizados. Estima-se que nos séculos XVI foram escravizados 356.720 Guaranis, já no século XVII 520 mil escravos foram absorvidos para a produção de açucareira, sendo, 170 mil guaranis,e no século XVIII, a soma de todos os escravos eram estimadas em 1.300.000, sendo 320 mil guaranis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-21 11:01:46 UTC</pubDate>
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         <title>ECONOMIA DA TRIBO GUARANI KAIOWÁ</title>
         <author>1117821</author>
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         <description><![CDATA[<div>A principal atividade econômica Guarani, é a agricultura, porém, eles usam bastante a caça e a pesca, sempre que for possível elas são praticadas. Os Guaranis praticam uma economia de subsistência, que é marcada pela distribuição e redistribuição dos materiais na qual relações de produção econômica, seja qual for a atividade, são pautadas por vínculos sociais definidos pelo parentesco. Depois do nascimento dos filhos, os casais que não excluem a distribuição dos materiais produzidos ou adquiridos, tem o direito do uso exclusivo das roças e de consumos de produtos. Os Guaranis tem um divisão de trabalho a partir do gênero,de forma que,o homem faça um trabalho e a mulher outra.A agricultura dos Guaranis são de milho, mandioca, batata-doce, cana-de-açúcar, abóbora, mamão, laranja, banana, amendoim, urucu, feijão, arroz e etc...Mas também cultivam produtos destinados à cura. O milho amarelo, é comercializado para lucrar mais e sobreviver, já o milho branco não pode servir ao comércio, pois é um produto sagrado,usado em cerimônias anuais Avati Kyry, um tipo de batismo do milho e das plantas novas. Em relação à divisão sexual do trabalho, à mulher tem a tarefa de pilhar milho e preparar a Chicha,e fazer a Chipa(Um bolo de milho),enquanto o homem,colhe e planta os produtos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-21 11:06:10 UTC</pubDate>
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         <title>LÍNGUA DA TRIBO  GUARANI KAIOWÁ</title>
         <author>1117821</author>
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         <description><![CDATA[<div>A língua Guarani é falada por diferentes povos e de diferentes modos. De acordo com o linguista Aryon Dall'Igna Rodrigues, os Ñandeva, Kaiowa e Mbya falam dialetos do idioma guarani que se inclui na família linguística Tupi-Guarani, do tronco linguístico Tupi. Nesta língua se incluiriam também os povos chiriguano, guaraní-ñandeva (Chaco paraguayo), ache, guarayos e izozeños, habitantes da Bolívia e Paraguai. Uma variante do guarani é falada pela população (cerca de  90%) não indígena do Paraguai, país bilíngue guarani/espanhol.</div><div>Levando-se em conta as longas distâncias entre os diferentes subgrupos guarani, são relativamente pequenas as diferenças entre suas línguas. Em situações territoriais limítrofes, onde ocorre contato entre subgrupos guarani (como o caso de Ocoy e Tekoha Añetete, no Paraná entre Mbya e Ñandeva), ou em situações compulsórias de relações de grupos macro familiares (famílias extensas) de subgrupos diversos numa mesma área (como Kaiowa e Ñandeva de Dourados, Caarapó ou Amambai no MS; ou como Chiripá e Mbyá no Ocoy, PR), se observam atenuantes nas diferenças dialetais ou o surgimento de um léxico específico.</div><div>Os três subgrupos revelam vigorosa energia em manter sua língua viva e nada indica que isto tende a arrefecer, mesmo em situações de alto grau de escolarização e de relações interétnicas. A língua, ou, melhor, a <em>palavra</em>, para os Guarani da atualidade assume relevância cosmológica e religiosa, representando importante elemento na elaboração da identidade étnica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-21 11:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>RELIGIÃO DA TRIBO GUARANI KAIOWÁ</title>
         <author>101538</author>
         <link>https://padlet.com/101538/5k3b8j64ovse/wish/451662799</link>
         <description><![CDATA[<div>Os índios do povo Guarani Kaiowá são politeístas, que consiste em crer em mais de 1 Deus,mas sua maneira de relacionar-se com a religião mudou com a influência da colonização, de orientação católica e monoteísta.Por serem politeístas,eles acreditavam em forças da natureza, na divindade de animais e de plantas.A característica comum dos povos indígenas brasileiros no que tange à religião é o xamanismo. É o xamã o responsável pela condução dos rituais.Entre os povos tupi-guarani, o xamã é chamado de pajé, a pessoa que lida com as conexões entre seres vivos, a natureza, humanos vivos e mortos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 20:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>LOCALIZAÇÃO DA TRIBO GUARANI KAIOWÁ</title>
         <author>101538</author>
         <link>https://padlet.com/101538/5k3b8j64ovse/wish/451894940</link>
         <description><![CDATA[<div>Habitando a região sul do Mato Grosso do Sul, os Kaiowa distribuem suas aldeias por uma área que se estende até os rios Apa, Dourados e Ivinhema, ao norte, indo, rumo sul, até a serra de Mbarakaju e os afluentes do rio Jejuí, no Paraguai, alcançando aproximadamente 100 Km em sua extensão leste-oeste, indo também a cerca de 100 Km de ambos os lados da cordilheira do Amambaí(Que compõe a linha fronteiriça Paraguai-Brasil). Todos os afluentes dos rios Apa, Dourados, Ivinhema, Amambai e a margem esquerda do Rio Iguatemi, que limita o sul do território Kaiowá e o norte do território Ñandeva, além dos rios Aquidabán (Mberyvo), Ypane, Arroyo, Guasu, Aguaray e Itanarã do lado Paraguaio, alcançando perto de 40 mil Km2. O território Kaiowá ao norte faz fronteira com os Terena, e ao leste e sul com os Guarani Mbya e com os Guarani Ñandeva (v. Meliá, 1986: 218). Algumas famílias Kaiowá também vivem, atualmente, em aldeias próximas às Mbya no litoral do Espírito Santo e Rio de Janeiro.</div><div>O território Ñandeva atual toma parte dos estados do Mato Grosso do Sul e Paraná, estendendo-se também ao Paraguai oriental. Migrações ñandeva do início do século XX oriundas do Paraguai cristalizaram assentamentos no estado de São Paulo, interior e litoral, assim como em Santa Catarina, no interior do Paraná e do Rio Grande do Sul. No Paraguai, concentram-se na região compreendida entre os rios Jejuí Guasu, Corrientes e Acaray, tendo por vizinhos ao sul os mbya , ao norte os paï-kaiowá e a leste os Aché. O território atual dos Ñandeva compreende os rios Jejuí Guasu, Corrientes e Acaray, no Paraguai, e, no Brasil, o Rio Iguatemi e seus afluentes, sendo encontrados também nas proximidades da junção deste com o Paraná. Bartolomé (1977).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-28 11:02:07 UTC</pubDate>
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