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      <title>Tabelas da Saúde by Ana Clara Barboza Dos Santos</title>
      <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j</link>
      <description>Tabelas 32, 33, 35 e 38 do IBGE.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-24 19:42:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gráfico com base em dados do IBGE em proporções(%); (-2013)</title>
         <author>anasantos189</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2230029050</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Prevalência contraceptiva entre total de mulheres casadas ou em união, de 18 a 49 anos, que tiveram relações sexuais nos últimos 12 meses e que não estavam na menopausa, segundo cor/raça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 19:52:33 UTC</pubDate>
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         <title>Gráfico com base em dados do IBGE em proporções(%); (-2013)</title>
         <author>anasantos189</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2230035914</link>
         <description><![CDATA[<div>Prevalência contraceptiva entre mulheres brancas casadas ou em união, de 18 a 49 anos, que tiveram relações sexuais nos últimos 12 meses e que não estavam na menopausa, segundo cor/raça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 20:11:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise dos gráficos e informações sobre métodos contraceptivos femininos.</title>
         <author>anasantos189</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2230038169</link>
         <description><![CDATA[<div>É perceptível que a Taxa de Fecundidade está em queda nas últimas décadas. Tal queda é consequência de vários fatores, tais como projetos de educação sexual, planejamento familiar, maior participação das mulheres no mercado de trabalho, expansão da urbanização, etc. Porém, mesmo com todos estes fatores, ainda existem resquícios de desigualdade entre as mulheres que utilizam métodos contraceptivos por regiões brasileiras. Por exemplo, mulheres pretas/pardas nortistas ou do Centro-Oeste com baixa escolaridade serão as mais propensas a não utilizarem método contraceptivo algum se considerarmos as condições sociais. Já mulheres brancas com alto nível de escolaridade serão as mais propensas a utilizarem demais métodos. Em ambos os gráficos de divisão de cor e raça, podemos ver que a região Sudeste tem grande destaque por possuir altos níveis de escolaridade e, em geral, melhores condições de vida para ambas as cores/raças. Na região Sul, a população preta/parda não é predominante. E, na região Norte, a população branca também não é predominante.<br><br>Fontes de pesquisa:&nbsp;<br>https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/taxa-fecundidade.htm#:~:text=Essa%20queda%20da%20taxa%20de,expans%C3%A3o%20da%20urbaniza%C3%A7%C3%A3o%2C%20entre%20outros.<br>https://cienciaesaudecoletiva.com.br/artigos/uso-de-contracepcao-e-desigualdades-do-planejamento-reprodutivo-das-mulheres-brasileiras/17372?id=17372&amp;id=17372</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 20:17:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gráfico com base em dados do IBGE em proporções(%); (-2013)</title>
         <author>anasantos189</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2231793914</link>
         <description><![CDATA[<div>Prevalência contraceptiva entre mulheres pretas/pardas casadas ou em união, de 18 a 49 anos, que tiveram relações sexuais nos últimos 12 meses e que não estavam na menopausa, segundo cor/raça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-27 21:41:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gráfico sobre taxa de mortalidade anual de crianças menores que cinco anos- Dados do IBGE por proporção (%)</title>
         <author>carolinafreitas6</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258532089</link>
         <description><![CDATA[<div>analisando esse gráfico, reparamos que houve uma queda da taxa em 2011 a 2016, saindo de 18% e indo para 15%.<br>isso pode ter sido causado pelo avanço das tecnologias de comunicação e  nas redes de saúde pública. Pois quanto maior o fluxo de informações, gera- se um conhecimento pleno sobre doenças, infecções, e uma visibilidade maior a exames ou a doenças genéticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 22:41:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gráfico sobre cobertura de cuidado pré-natal entre mulheres  de 18 a 49 anos - Dados do IBGE por proporções(%); (-2013)</title>
         <author>guilhermegoncalves15</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258537512</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Cobertura de cuidado pré-natal entre mulheres de 18 a 49 anos de idade que tiveram o último parto entre 28/07/2011 a 27/07/2013, segundo as Grandes Regiões - 2013</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 22:53:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mortalidade infantil no Brasil</title>
         <author>carolinafreitas6</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258540694</link>
         <description><![CDATA[<div>Gráficos feitos através da tabela 33 do IBGE, sobre mortalidade infantil. Dados referentes a ano, região, sexo e estados (Amazonas; Maranhão e Rio de Janeiro)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 23:01:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gráfico sobre mortalidade infantil segundo sexo e entre dois estados (Maranhão e Amazonas)- Dados do IBGE por proporção (%) </title>
         <author>carolinafreitas6</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258544949</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 23:11:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gráfico sobre a taxa de mortalidade infantil com crianças menores que cinco anos entre regiões- Dados do IBGE por proporção (%)</title>
         <author>carolinafreitas6</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258546099</link>
         <description><![CDATA[<div>podemos analisar também que as regiões norte e nordeste sao as com o maior índice de mortalidade, gerado talvez pela falta de atenção do governo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 23:14:25 UTC</pubDate>
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         <title>Grafico de pessoas de 20 anos ou mais de idade obesas, por sexo - 2019 - Dados do IBGE por porcentagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258551747</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 23:27:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gráfico sobre cobertura de cuidado pré-natal entre mulheres de 18 a 49 anos - Dados do IBGE por proporções(%); (-2013)</title>
         <author>guilhermegoncalves15</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258552616</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Cobertura de cuidado pré-natal entre mulheres de 18 a 49 anos de idade que tiveram o último parto entre 28/07/2011 a 27/07/2013, segundo cor ou raça - 2013</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 23:29:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Que informações podemos tirar com a análise destes gráficos?</title>
         <author>guilhermegoncalves15</author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258553472</link>
         <description><![CDATA[<div>Que em algumas regiões o cuidado pré-natal e maior que as das outras por causa de dois fatores um é a educação medicinal da região ser melhor e mais desenvolvida ou é por causa da quantidade de pessoas que moram naquela região, por exemplo o Sudeste que em 2013 habitava 85 milhões de pessoas de 211,8 milhões de brasileiros comparado com o Centro-Oeste que em 2013 habitava apenas 16 milhões de pessoas, e por causa dessa grande diferença de números de habitantes o Sudeste acaba tendo mais casos de cuidados pré-natal<br>E que mulheres pretas ou pardas tem mais casos de cuidados pré-natal por em média terem mais filhos que mulheres brancas além de o Sistema Único de Saúde (SUS) oferecer um bom cuidado pré-natal</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 23:31:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gráfico sobre a taxa de pessoas de 20 anos ou mais que são ou não obesas - 2019 -Dados do IBGE por proporção </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258555988</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 23:37:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>alimentação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anasantos189/5f8o1k2gzsurcx3j/wish/2258564889</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o diretor do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Cláudio Corá, a tendência de aumento da obesidade já vinha sendo verificada antes da pesquisa Vigitel, realizada anualmente desde 2006."Talvez um dos fatores mais preponderantes seja a mudança dos hábitos alimentares que se observa desde os anos 1970. Com pouco tempo para comer, as pessoas deixaram de fazer as refeições em casa e passaram a optar por comidas mais rápidas e mais calóricas".Essa mudança de hábito também aparece na pesquisa Vigitel: o consumo regular de feijão, considerado um alimento básico na dieta do brasileiro, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas um entre três adultos consomem frutas e hortaliças em cinco&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 23:55:16 UTC</pubDate>
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