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      <title>Os Tupinquim by luísa guimaraes santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-26 13:14:40 UTC</pubDate>
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         <title>Origem e História</title>
         <author>luugmrs</author>
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         <description><![CDATA[<div>O trabalho dos cientistas pode ter grande impacto histórico e arqueológico, porque confirma que os tupiniquins de hoje pertencem ao grupo indígena que surgiu há mais de 5.000 anos na região do Rio Madeira e que, 2.000 anos atrás, começou a migrar para a costa atlântica da América do Sul. Houve uma grande miscigenação da população tupiniquim e uma explicação para esse grau maior de miscigenação dos Tupiniquim é o colapso populacional que enfrentaram. Quando Pedro Álvares Cabral e suas naus chegaram à região de Porto Seguro, no sul do atual estado da Bahia, em abril de 1500, cerca de 3 milhões de índios ocupavam o que hoje é o território brasileiro, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Por volta de 900 mil, quase a população de Portugal à época, habitavam o litoral.<br><br>Os Tupiniquim somavam, então, aproximadamente 90 mil indivíduos, número confirmado agora pelas análises genéticas, e ocupavam um trecho da costa que ia do sul da Bahia a São Paulo. Por volta de 1760, a população Tupiniquim havia diminuído para cerca de 3 mil integrantes e em 1876 era de apenas 55 indivíduos. Hoje há cerca de 2.400 Tupiniquim, situados quase exclusivamente em Aracruz. Sua língua original, uma das 41 do tronco linguístico tupi, perdeu-se com a redução populacional e a miscigenação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-26 13:19:02 UTC</pubDate>
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         <title>Localização geográfica no passado e atual</title>
         <author>luugmrs</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Tupiniquim habitam três Terras Indígenas no norte do Espírito Santo. Todas estas situam-se no município de Aracruz, próximas a essa cidade e também à de Santa Cruz e à Vila do Riacho. No século XVI, os Tupiniquim ocupavam uma faixa de terra situada entre Camamu, na Bahia, e o rio São Mateus (ou Cricaré), alcançando a Província do Espírito Santo. Esses índios também viviam na região do rio Piraquê-Açu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-26 13:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>A língua tupi</title>
         <author>luugmrs</author>
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         <description><![CDATA[<p> Muitas palavras de origem tupi foram incorporadas ao português, especialmente nomes de plantas, animais (abacaxi, mandioca, jacaré, tapioca) e alguns lugares de Salvador (Cabula, Pituba, Piatã e Itapuã).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-26 13:31:21 UTC</pubDate>
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         <title>Agricultura e conhecimentos medicinais</title>
         <author>luugmrs</author>
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         <description><![CDATA[<p> Os tupiniquins e outros povos indígenas tinham um profundo conhecimento das propriedades medicinais das plantas da flora brasileira. Muitas dessas plantas foram e ainda são utilizadas na medicina popular e na indústria farmacêutica (jaborandi, aroeira, ipê-roxo, arnica, carapiá, erva-mate, copo-de-leite).</p><p> Técnicas de agricultura: Os povos tupiniquins desenvolveram técnicas avançadas de agricultura, como o cultivo da mandioca e a prática da coivara, que consiste em queimar áreas de mata para limpeza e fertilização do solo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-26 13:32:14 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições culturais e intelectuais para a sociedade brasileira.</title>
         <author>luugmrs</author>
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         <description><![CDATA[<div> Os tupiniquins produziam uma variedade de artefatos e objetos decorativos, como cerâmicas, cestaria, pinturas corporais e instrumentos musicais, que demonstravam sua habilidade técnica e sua rica expressão cultural.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-26 13:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>Formas de resistência e luta pelos direitos</title>
         <author>luugmrs</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Os tupiniquins, aos poucos, recuperam o seu vocabulário, pronúncias e formas de escrita. Esse povo indígena teve o elo linguístico perdido em 1960, com a morte do último membro da tribo - uma anciã que conhecia sua língua original mas deixou de falar o “tupinakã” por temer represálias das autoridades juruás (brancas). Agora, professores indígenas especializados em linguística comandam a retomada do idioma, da cultura e da memória.</p><p>&nbsp;</p><p>Esta reportagem é uma referência a 19 de abril — que para os povos originários é o Dia da Resistência dos Povos Indígenas — e reúne informações sobre a população indígena do Espírito Santo, suas diferenças, os problemas enfrentados atualmente e as ações de resistência e preservação de costumes e culturas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 21:41:48 UTC</pubDate>
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         <title>Obrigada por assistir!</title>
         <author>luugmrs</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 13:55:15 UTC</pubDate>
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