<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Função Social, Direito à Educação, Gestão Democrática e Sistema Nacional da Educação by Deise Rosalio</title>
      <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr</link>
      <description>Mural de referências e debate da Unidade I da disciplina de Política Educacional 1 sem 2021</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-17 20:50:16 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-30 13:03:27 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Impressão sobre o texto &quot;Vicissitudes e perspectivas do direito à educação no Brasil: abordagem histórica e situação atual&quot;</title>
         <author>joaovitor212</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1570740808</link>
         <description><![CDATA[<div>Vemos aqui, que o problema na educação é estrutural e histórico, em que há um descumprimento proeminente, por parte das três instâncias do poder público, com nuanças em relação&nbsp; aos acontecimentos próximos ao período imperial.<br>A exemplo disso, a carta de 1937 "retomou a vinculação orçamentária, fixando em 20% a obrigação mínima dos estados e municípios e 10% da União. No entanto, em 1955 tínhamos os seguintes índices: União, 5,7%; estados, 13,7%; municípios, 11,4%." p. 10.<br>De semelhante modo,&nbsp; O inciso XXXII do 179° artigo da constituição de 1824 estipulava que “a instrução primária é gratuita a todos os cidadãos”&nbsp; (CAMPANHOLE; CAMPANHOLE, 1983, p. 653), porém não afirmava como isso deveria ser realizado.<br>Dado exposto, deixo aqui mais uma citação do referido texto, em que expressa boa parte da minha indignação com a gestão pública<strong><em> "o direito à educação segue sendo proclamado, mas o dever de garantir esse direito continua sendo protelado." </em></strong><br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-29 18:48:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1570740808</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Vicissitudes e perspectivas do direito à educação no Brasil: abordagem histórica e situação atual&quot;</title>
         <author>dedesbaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1570800071</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que esse será um texto bastante discutido no Padlet para a aula assíncrona de hoje, visto que é um tópico que podemos encontrar muito nos dias de hoje, pois sempre vemos notícias sobre os absurdos cortes na educação. Isso me traz uma grande indignação, afinal, não consigo ver um motivo plausível para diminuir o orçamento para esse setor tão importante na nossa sociedade (podemos fazer aqui um "link" com o outro texto recomendado para essa aula: "CORTELLA, M. S. Conhecimento escolar: epistemologia e política. Capítulo 4" e falarmos um pouco sobre a relação entre sociedade e escola, discutindo um pouco nos comentários, mas queria pontuar principalmente sobre o assunto do investimento na educação). Como falei na "impressão" do João Vitor, o texto mostra um investimento irrisório nos 49 anos do Segundo Império na seguinte citação: ""(...) a média anual dos recursos financeiros investidos em educação foi de 1,80% do orçamento do governo imperial, destinando-se, para a instrução primária e secundária, a média de 0,47%. O ano de menor investimento foi o de 1844, com 1,23% para o conjunto da educação e 0,11% para a instrução primária; e o ano de maior investimento foi o de 1888, com 2,55% para a educação e 0,73% para a instrução primária e secundária (CHAIA, 1965)." Infelizmente, por mais que o investimento tenha aumentado, podemos ver ainda hoje, acessando o Portal de Transparência do Governo, que os recursos financeiros investidos anualmente ainda é baixo e muitas vezes prejudicados por questões políticas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-29 20:00:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1570800071</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula  Função Social e Direito à Educação</title>
         <author>patriciaqaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1571529425</link>
         <description><![CDATA[<div>Como foi apontado nos artigos disponibilizados, o direito à educação no Brasil nunca foi, de fato, concretizado. Infelizmente, desde a época de D. João III, a educação não era prioridade, já que os recursos financeiros investidos eram muito baixos – em alguns governos, não chegavam à 2% do orçamento.&nbsp;<br><br></div><div>Além disso, apenas as elites podiam frequentar a escola, excluindo boa parte da população. Com isso, as taxas de analfabetismo aumentaram muito na década de 1900. Isso demonstra, mais uma vez, a falta de interesse que os governantes tinham em educar essa parcela de pessoas.&nbsp;<br><br></div><div>Atualmente, esses problemas ainda podem ser vistos. Muitas pessoas (incluindo alguns professores) falam: “essas crianças não querem saber de estudar”; “o aluno vai à escola e não quer aprender, não demonstra interesse algum”. No entanto, será mesmo que é falta de interesse? Será que a criança realmente não quer estudar?&nbsp;<br><br></div><div>Muitas vezes, os próprios pais não tiveram a oportunidade de frequentar a escola e, assim, não conseguem ajudar os filhos em relação às tarefas escolares. Logo, em decorrência disso e das aulas desestimulantes (professores falando durante 4 horas sobre temas que não chamam a atenção dos alunos), é comum que a criança realmente pareça desinteressada.<br><br></div><div>Isso não é culpa dos professores ou diretores. Esse modelo de escola é muito antigo e não sofre mudanças. Além disso, o governo não preocupa em proporcionar aos professores condições de trabalho dignas para exercer a sua função. Com isso, continuamos com a mesma estrutura e com alunos sem condições de frequentarem a escola e ter uma educação de qualidade.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-30 12:15:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1571529425</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Função Social e Direito à Educação</title>
         <author>alicevcastro</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1572186341</link>
         <description><![CDATA[<div>Se muitos de nós no início do curso tínhamos dúvidas ao optar pela Licenciatura, após ler o texto de Cortella, passamos a ter um maior conhecimento a respeito da finalidade e da responsabilidade que a profissão de educadores nos reserva.&nbsp;<br><br></div><div>A professora e o professor não são os únicos responsáveis pelas transformações da sociedade, tão poucos são heróis. A escola pode ser sim uma reprodutora das desigualdades, mas também é por meio dela que se pode haver uma mudança da realidade social.&nbsp;<br><br></div><div>Sendo assim, uma vez que muitas das causas do <em>Pedagocídio </em>relatado por Cortella sejam extraescolares e não têm uma solução imediata, as causas intraescolares são aquelas que cabem à escola e ao educador amenizar.&nbsp;<br><br></div><div>O educador precisa saber que há uma diversidade de alunos e que estes demandam um cuidado para com a sua realidade social e também ao que eles conhecem e o que pode vir ser uma abstração para esses alunos. Para isso mesmo, é preciso que este educador tenha uma boa formação.<br><br></div><div>No entanto, por meio do texto de Saviani, nos deparamos com a escassez de investimentos que a educação sofreu em todos os governos, desde à época imperial. Sendo assim, sem que haja os meios e os recursos necessários, o direito da população à educação sempre foi muito frágil no Brasil.<br><br></div><div>É por meio de um <em>otimismo crítico</em> que pensei na seguinte tirinha de Armandinho, que expressa a importância do educador para promover, a partir dele mesmo, um esforço para mudar as ideias fixas; dizer “não” e ensinar que se diga “não” às imposições, como é o caso do descaso à educação em nosso país.<br><br>(Link da tirinha: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.488361671209144/2899268000118487/?type=3&amp;theater)<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/726928364/cfdde97c80c010f33ab1b99f60c12a33/Armandinho.PNG" />
         <pubDate>2021-05-31 00:00:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1572186341</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Função Social</title>
         <author>yrabelo09</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1574536737</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ao ler o texto do Cortella me deparei com algumas situações nas quais não havia pensado antes e gostaria de pontuá-las:<br><br></div><ol><li>O fato de muitas vezes dizermos que educadores precisam ter a vocação para o que fazem é errôneo, pois assim retiramos o profissionalismo do cargo e tratamos o mesmo como algo dado por uma divindade. Sendo assim anos de estudos seriam em vão, já que bastaria ter vocação para o cargo;<br><br><br></li><li>As concepções sobre a educação (otimismo ingênuo, pessimismo ingênuo e otimismo crítico) são etapas nos mostram as diferentes posições de um educador perante a época e política presente, variando de um "sacerdote" com posição neutra para um profissional com autonomia relativa realizando um papel político/pedagógico;<br><br><br></li><li>As várias situações com crianças em realidades diferentes (causas extraescolares);<br><br></li><li>As causas intraescolares para o "drama" da crise educacional.</li></ol><div>Diante esses 4 pontos, acredito que cada educador(a) é um grande profissional que precisa estar atento a todo momento na sociedade na qual é inserido(a) e, além disso, deve-se atentar aos alunos que possui, pois cada um deles carrega uma história e vivência que causam interferências diretas no ensino (como o exemplo dado da cartilha que continha um exemplo com uvas).<br><br>Os últimos parágrafos do texto nos traz uma reflexão do "por que somos educadores e educadoras?" e, particularmente, me fez pensar sobre isso novamente. A resposta entregue pelo autor é muito interessante por dizer que educadores possuem uma paixão pelo futuro e, com isso, paixão por tornar pessoas melhores e, consequentemente, criar um futuro melhor.<br><br>Vale ressaltar que, como dito no texto, a educação não é uma alavanca para melhorar as coisas, é apenas um caminho e precisa de suporte para que isso ocorra.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-31 22:47:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1574536737</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ivanlobomarques</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1582592945</link>
         <description><![CDATA[<div>Os artigos escolhidos apontam uma dificuldade na implementação de um sistema inclusivo para toda a população, seja na esfera governamental ou profissional. Desde D. João III os investimentos em educação são escassos, infraestruturas precarizadas e insuficientes para atendimento adequado dos alunos. Desse modo acarretando na ideia de idealização da profissão, como Cortella demonstra em seu texto, para se tornar educador é preciso de uma vocação metafísica.&nbsp;<br><br></div><div>Além disso, algo que chama a atenção é o conceito do otimismo crítico citado por Cortella, em que a Escola pode ser tanto uma instituição conservadora quanto inovadora. O que é demostrado atualmente com discussões sobre o Ensino virtual, até mesmo o trabalho remoto, sendo esses tópicos a perpetuação do conservadorismo de classes sociais.&nbsp;<br><br></div><div>No podcast Tecnocracia, narrado e escrito por Guilherme Felitti, no episodio “O Brasil real não cabe nas discussões delirantes do twitter”, é descrito como mais da metade da população não tem acesso aos meios educacionais necessários para uma educação de qualidade. Em uma passagem Felitti descreve [...] “Mas a diferença de renda e infraestrutura é tão grande que, em São Paulo, por exemplo, menos da metade dos 3,5 milhões de crianças e adolescentes matriculados na rede educacional do estado tinham se logado no sistema de aulas. A própria secretaria previne: o dado se refere a quem fez login, não quem acompanhou as aulas. O número de alunos que mantém a rotina de estudos deve ser ainda menor.”<br><br></div><div>Dessa forma, revendo a estrutura (sua falta) educacional desde o período imperial com as denominações descritas por Cortela, surge a necessidade de um pessimismo real. Na qual o educador exige os meios e verbas para ter a melhor condição profissional, porém reconhece que esta pode nunca chegar. Assim, aprender a trabalhar com salas de aulas desiguais se torna imperativo.&nbsp;<br><br>Link: https://manualdousuario.net/podcast/tecnocracia-36/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-03 14:14:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1582592945</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lauracostalvarez2</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1582735760</link>
         <description><![CDATA[<div>Se já acho absurdos os cortes na educação atualmente, ler o texto do Saviani somou mais na minha indignação. Mostrou que isso não vem de hoje, já que, ao longo da história, o ensino no brasil é marcado por falta de responsabilidade na incrementação do sistema educacional, investimentos muito baixos e constantes protelações.&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>Saviani comenta como os governantes transferem responsabilidades da educação, favorecendo o fortalecimento da iniciativa privada na educação. Isso se relaciona com o texto do Cortella, quando ele diz sobre a face conservadora da educação, que de certa maneira, pode servir para reproduzir as injustiças sociais, porque nós sabemos que, desse modo, a elite acaba tendo mais facilidade ao acesso à educação e controla o sistema educacional.&nbsp;<br><br></div><div>Ontem apareceu para mim, a seguinte manchete: “Os desafios do aluno da rede pública no ensino superior”. Nessa notícia, há um relato de uma aluna que disse o seguinte: "Entrei em uma aula, e o professor perguntou se todos tinham lido o texto. A maioria disse que sim, e o professor disse que era um texto tão simples e que dava para ler no almoço, mas na hora do almoço eu faço a comida e arrumo a cozinha. Daí começo a me cobrar e me sentir culpada por meus colegas conseguirem e eu não." &nbsp;</div><div>Achei que esse exemplo conversa com o texto do Cortella, pois reflete comportamentos presenciados no interior do espaço escolar que desestimulam o aluno, além das diferenças de realidades sociais que preenchem as salas de aula (principalmente no ensino superior) que nem sempre são consideradas... São pequenos atos e muitas vezes sutis, que se tornam significativos e afetam a relação das pessoas com a educação. Como coloca o autor, é uma situação dramática e fruto da nossa ação, mas não é insuperável e cabe aos educadores (e futuros educadores) aprender, mudar e superá-la.&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>(https://www.dw.com/pt-br/os-desafios-do-aluno-da-rede-p%C3%BAblica-no-ensino-superior/a-57684531)&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-03 14:59:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1582735760</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>eduardofrwg</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1582930704</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto de Cortella me ensinou muitas coisas. A partir dele percebi como cada atividade educativa deve ser extremamente pensada para se adequar ao contexto sociocultural, educacional e político de cada aluno. É preciso se esforçar ao máximo para conhecer a realidade de todos os alunos, e refletir sobre isso. Eu, por ter estudado em escola particular, tenho uma visão extremamente mascarada da realidade educacional da maioria dos brasileiros. Ler o texto do Cortella foi importante para mim porque por meio dele pude repensar sobre minha visão pessoal do papel do professor e do papel da escola, e fico muito feliz por ter aprendido muito com o texto. Agora, passo a pensar mais criticamente sobre o papel do professor, da escola, e da educação na vida de uma pessoa, agora com uma visão ainda mais transformadora e libertadora. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-03 16:00:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1582930704</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>alvesmaria4</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586223674</link>
         <description><![CDATA[<div>Cortella atribui um título de “ingenuidade” à contextualização da escola como ‘missão sálvica’, um ator neutro na mediação do desenvolvimento meritocrático dos estudantes – dessa forma, o educador não estaria ligado a nenhum grupo social, político ou partidário. Essa caracterização da escola neutra me remete à antiquada visão de que a função da escola é, fundamentalmente, a socialização de indivíduo em homogenia, teoricamente eliminando todas incertezas, variáveis, diferenças e conflitos; ora, se toda criança tem acesso à escola, todos têm o poder de progredir, certo?<br><br></div><div>Errado! Novamente, essa visão recorre ao conceito de Meritocracia, que trata por meios iguais aqueles desiguais e - citando o sociólogo Dubet - “transforma a diferença em desigualdade e a legitima”. Isto incitaria que todos partem de um mesmo ponto e possuem as mesmas condições, incentivos e metodologias de estudos – o que é uma construção reflexo da nossa sociedade, que costuma desconsiderar o contexto de extrema desigualdade que vivemos; a sociedade não é homogênea, as oportunidades não são equivalentes e a competição não é justa.<br><br></div><div>É aí que Cortella pontua o otimismo crítico, no qual o papel do educador se mostra não-neutro, e ressalta a importância de se atentar à realidade que envolve os alunos. Ele cita questões que influenciam o aprendizado e o convívio escolar, tais como a precariedade social e econômica da população, a irresponsabilidade dos poderes políticos (ou interesse direcionado à elite predatória) e a formação histórica colonizada, que converte em minoria a grande parcela da sociedade que é subjugada. Para uma sociedade democrática – cujo preceito é a igualdade entre todos -, é necessário assegurar a igualdade de oferta educacional para supressão de alguns privilégios.<br><br></div><div>O contexto atual do Brasil não é favorável (isso se torna claro quando as lutas pela garantia de direitos básicos e igualdade de oportunidade são colocadas como “delírios”). É importante sim que a nível individual nos posicionemos além de nossos privilégios e que, como educadores, estejamos atentos às particularidades dentro da sala de aula; mas, como ilustrado no artigo “Vicissitudes e perspectivas do direito à educação no Brasil” e muito bem pontuado por colegas nas postagens, as políticas públicas não são suficientes e muito menos bem direcionadas.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-04 20:29:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586223674</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedrohsg2009</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586404270</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto “A Escola e o Conhecimento” de Cortella, observei pontos muito importantes. Como o otimismo ingênuo, que atribui a escola uma missão social em que o professor seria portador de uma vocação, e que com a Educação alavancaria o desenvolvimento e o progresso do país, com a ideia de que o Brasil está atrasado por causa da falta da Educação, uma ideia que eu mesmo tinha.&nbsp;<br><br></div><div>E agora vejo que não é verdade, pois somente a educação não poderia resolver todos os problemas que o país enfrenta, como a pobreza, a violência e diversos conflitos sociais. Há muito mais com que se preocupar além da educação, como a política, a economia e a integração social.&nbsp;<br><br></div><div>Mas sim, podemos dizer que a educação não é uma atividade socialmente neutra, estando envolvida no conjunto de atividades políticas de uma estrutura social, em que o educador é um profissional politicamente comprometido, e que a educação transmite ideologias e comportamentos diante da sociedade, que podem sim mudar a vida de muitas pessoas.<br><br></div><div>Outro ponto seria o otimismo crítico, que indica o valor que a escola deve ter, sem cair na noção de neutralidade&nbsp; para a transformação político-social. Essa concepção aponta a possibilidade de mudança, pode reproduzir as injustiças, mas também pode funcionar como instrumento de transformação. Podemos observar como exemplo as elites, que utilizam a educação para garantir o seu poder, mas ao mesmo tempo a educação também serve para enfrenta-las.&nbsp;<br><br></div><div>As elites controlam o sistema educacional, controlando salários e condições de trabalho e assim consegue conservar o seu lugar de superioridade, evitando ao máximo universalização da população, pois enxergam nisso uma ameaça contra o seu controle social. Os cortes na educação atualmente revelam essa realidade, os baixos investimentos, as constantes protelações e ataques ideológicos de cunho político à universidades públicas de todo o país.<br><br>Pedro Henrique Santiago Godinho</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-04 23:12:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586404270</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>victorschneealcantara</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586490103</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto de Cortella levanta uma discussão em cima da chamada concepção de otimismo ingênuo que crítica uma visão arcaica que coloca a escola e o professor em uma posição divina dentro da sociedade, atribuindo a eles a função de acabar com a pobreza e desigualdade. Apesar de arcaica acredito que ela é a visão mais comum sobre o ensino nos dias de hoje, sendo a mais veiculada pela mídia com promessas do tipo “quem estuda sempre vence na vida”. Ela é perigosa, pois coloca toda a culpa do fracasso no aluno enquanto coloca grandes expectativas em cima do professor e consequentemente disfarça os problemas sociais que dificultam a real mobilidade social.&nbsp;<br><br>É interessante para a parcela privilegiada (em todos os sentidos) da sociedade que essa visão seja difundida por legitimar as desigualdades. Curiosamente essa visão da escola como a grande responsável por acabar com as desigualdades sociais é uma ferramenta de alienação que contribui para própria escola ser uma reprodutora dessas desigualdades.<br><br>A conclusão apresentada dessa discussão é sensata, pois ela une as concepções otimista e pessimista em uma só, admitindo que a escola é de fato usada pelos poderosos para defender&nbsp; seus interesses e legitimar as desigualdades através da ideia de meritocracia, mas mostrando que a escola pode ser, ao mesmo tempo, usada para despertar um ponto de vista crítico na população. Entretanto, isso nunca será uma coisa incentivada pelo estado por ser contra seus interesses, isso deve ser feito por iniciativa própria dos professores e/ou da direção e nem sempre isso acontece, pois pra muitos professores qualquer coisa na escola que vá além de lecionar a matéria é apenas um trabalho a mais.<br><br>Escrito por: Victor Leone de Alcântara<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-05 01:03:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586490103</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 01: Função Social e Direito à Educação</title>
         <author>joaopedro10m</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586503105</link>
         <description><![CDATA[<div>Começando pelo texto do Cortella, não consigo descrever o quanto ele foi fundamental para "costurar" leituras, vivências e as práticas que já tenho realizado como professor (ensino em dois cursinhos preparatórios e estou realizando o terceiro estágio de educação.&nbsp;<br>A ideia do otimismo ingênuo foi a primeira que que tive quando decidi a licenciatura: "vou mudar a realidade desses estudantes, da mesma forma que minha foi mudada pela escola". Este pensamento foi absolutamente forte em mim ao longo de todo o primeiro período, e bem enfatizado por duas séries que eu assistia: Glee e Segunda Chamada, ambas com a idealização do docente como totalmente detentor do processo de mudança da vida de seus discentes: uma mistura de Robin Hood com Super Homen.&nbsp;<br><br>Ideia esta que foi massacrada e substituída, no 2º período, pela pessimismo ingênuo, quando me vi infeliz pelos resultados das eleições e por observar todo o retrocesso que estava começando na educação, e também por só ouvir relatos desestimulantes de professores já atuantes. Me vi tão desestimulado por essa mudança súbita, que quase larguei a licenciatura e segui para outro curso.&nbsp;<br><br>Situação que só não se concretizou devido a uma disciplina optativa que fiz, e que enxerguei, pela primeira vez, o que acredito ser o papel docente: um constante equilíbrio de forças, práticas, atitudes, tradicionalismo e inovação, definido pelo Cortella como otimismo crítico, que tento sempre manter nas minhas práticas.&nbsp;<br><br>É interessante perceber como estes três movimentos ainda invadem a profissão docente, apesar dos dois primeiros já terem sido superados, e como dota ela de várias contradições e pressões para o futuro licenciado.&nbsp;<br><br>Pensando ainda no texto, me senti "acolhido" ao ler que podemos usar o tradicional, e não o arcaico, pois sinto que estamos presos em uma espiral de querer romper com tudo que foi do passado e substituir, esquecendo o quanto ele fundamental para conseguirmos pensar: este novo é bom ou somente uma tentativa de apagar todo o conhecimento já acumulado?&nbsp;<br><br><br>Continuando refletindo sobre a educação, mas agora tratando-se especificamente do contexto político normativo, evoca-se o texto ""Vicissitudes e perspectivas do direito à educação no Brasil: abordagem histórica e situação atual".&nbsp;<br><br>Sobre este texto, consigo, primeiramente me indignar por ler mais uma vez como a educação brasileira é marcada por um grande arraste "desgovernado", na qual o governo a sucateia e a ignora desde os primórdios do país.&nbsp;<br><br>E em sequência pensar como estamos inseridos em uma educação pendular: com avanços e retrocessos datados pelas trocas de governos, e implementação de legislações que não são pensadas por professores que ocupam o "chão de fábrica" a linha de frente da prática docente. Observamos este movimento, inicialmente, com a evolução lenta, iniciada na ocupação portuguesa no Brasil, da universalização da escolaridade, que somente foi efetivada em 2006, 15 anos atrás, mas esqueceu-se, propositalmente, de pensar-se na qualidade deste ensino e focou-se somente na quantidade. O mesmo pode-se dizer da substituição dos Parâmetros Curriculares Nacionais pela Base Nacional Comum Curricular, que estava previsto na LDB, mas mais uma vez não foi pensada e discutida amplamente pelos docentes, e sim por legisladores que muitas vezes desconhecem a real situação material e social do Brasil.&nbsp;<br><br>Por fim, consegui também pensar como a implementação do Sistema Nacional de Educação poderia ser um grande avanço para a educação brasileira, mas que, infelizmente, enxergo como uma utopia no contexto atual do país.<br><br>Fechando a discussão, gostaria de deixar dois links de fichamentos de textos que colocam o Programa Nacional de Livro Didático como um exemplo desta ampla modificação legislativa.&nbsp;<br><br>https://drive.google.com/file/d/1ZE-dc3wIfIsZgdy65iJ_2P3kDzUfQGE9/view?usp=sharing</div>]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/file/d/1LUogfUjxaSQ2YjaU0lXszQz4ZlswmH0u/view?usp=sharing" />
         <pubDate>2021-06-05 01:17:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586503105</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 01: Função Social e Direito à Educação</title>
         <author>joaoohm</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586977395</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamou atenção no texto do Cortella a idéia das diferentes ingenuidades da educação. Antes de entrar no curso, eu tinha a visão do otimismo ingênuo, que é muito reforçada pela mídia em filmes como Sociedade dos Poetas Mortos ou Vem Dançar. O professor é visto quase como um sacerdote, alguém dotado de vocação. Com isso, eu nunca me enxerguei na licenciatura, pois não sentia essa vocação.&nbsp;<br><br>Ao entrar no curso, a primeira coisa que foi derrubada foi essa visão. No lugar dela entra a visão do pessimismo ingênuo. Essa mudança de concepção foi um avanço quando comparada à anterior, mas o texto me chamou atenção de como ela também é ingênua, pois retira todo o potencial transformador da escola, colocando ela apenas num papel conservador.&nbsp;<br><br>A concepção do otimismo crítico traz então um meio de resolver as contradições das duas visões. O professor não é um sacerdote da transformação social, e tampouco é mero instrumento da reprodução da sociedade. Devemos reconhecer que a escola possui esses dois papéis, e enxergar a prática do ensino&nbsp; com a carga política que ela possui.&nbsp;<br><br>Uma preocupação que tenho é exatamente quanto a essa última parte. Movimentos como o Escola Sem Partido encontram grande adesão em setores da sociedade e professores são cada vez mais atacados ou silenciados. Em BH inclusive, tramita na câmara de vereadores um projeto do Escola Sem Partido desde o ano passado (https://www.otempo.com.br/politica/escola-sem-partido-volta-a-tramitar-na-camara-municipal-de-belo-horizonte-1.2454764). Em tempos de tanta polarização, como trabalhar sem ser esse agente político neutro que tanto querem que sejamos?<br><br>João Gabriel Pereira de Freitas</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-05 14:18:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1586977395</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O texto pra mim soou como um remédio de gosto ruim, ao mesmo tempo que é duro ter que engoli-lo ele me fez melhor. À todo momento consegui fazer conexões das três concepções com esperiências que vivi no ensino básico. E por outro lado me pergunto sempre, estes professorees por quem passei, estes que berravam em sala de aula, batiam a mão na mesa para nos assustar, e até mesmo nos ameaçavam, onde foi que se perderam? Em algum momento tenho certeza que também se depararam com algo igual ou pelo menos semelhante a essa visão estruturada dos pontos negativos e positivos do ensino nacional, da pedagogia;? Será que é decorrente das más condições de trabalho, ou tavelez das incansáveis tentativas de reproduzir uma pedagogia, sem um olhar sensível que buscasse se reiventar? </title>
         <author>donatellomonteval</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1587227001</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-05 19:35:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1587227001</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>SarahpMoura</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1589685275</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto do Cortella um trecho no final me chamou atenção, depois da demonstração de tantas falhas que a docência e a escola apresentam, interferindo na vida dos alunos " Paixão por uma ideia irrecusável: gente foi feita para ser feliz! E é esse o nosso trabalho; não nosso, mas também nosso. Paixão pela inconformidade de as coisas serem como são". Acredito que seja isso que deva motivar as ações de um professo, por saber que com sua profissão é possível transformar um pouco a vida de outras pessoas. No entanto, é necessário não tornar isso uma visão otimista ingênua trazida no início, acreditando que a escola seja um meio salvador para todos esses problemas, em que muitas vezes até eu mesma e várias pessoas possuem essa perspectiva.<br><br>Dessa forma, é notório as dificuldades apresentadas diante das "críticas" feitas, já que é um direito de todos a educação, mas que ela por diversas vezes não consegue alcançar e abranger toda a diversidade e desigualdade social apresentada por cada aluno.&nbsp;<br><br>Sendo assim, através da leitura fica nítido o desafiado apresentado para todos nós que estamos nos formando, e aos que já se formaram, sendo necessário uma reflexão e mudança de algumas perspectivas para agirmos diferente, ajustando aos distintos cenários social e econômico dos nossos alunos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-07 11:46:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1589685275</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Função Social e Direito à Educação</title>
         <author>karinacruznasc</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1590257989</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto do Cortella me fez pensar em como vemos a educação como a salvadora de todos os males, mas sem pensar nos profissionais por trás dela, porque vemos eles apenas como pessoas com dom para ensinar, sem levar em consideração os anos de preparo para tal.&nbsp;</div><div>Dessa forma, esses profissionais não são vistos como pessoas que estão exercendo sua profissão, tal qual é visto um engenheiro, por exemplo, porque eles têm que ser livres de qualquer interesse financeiro, o que é muito preocupante, já que nossa sociedade tem um histórico de desvalorização da educação como um todo.&nbsp; Com isso, o investimento em educação tende a ser cada vez menor, levando a esforços cada vez maiores desses profissionais para fazerem seus trabalhos darem certo , principalmente no ensino público. Contudo, isso mostra o quão elitizado o acesso à educação é em nosso país, pois não há a priorização de investimento que auxiliaria as massas, já que os mais ricos têm condição de ter acesso a educação de qualidade sem depender do governo. &nbsp;<br>A educação é uma agente de mudanças, mas não sem investimento e reconhecimento de sua importância por todos, mas ela também não é algo místico que resolverá todos os problemas da sociedade, pois eles são complexos e necessitam de múltiplos olhares.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-07 15:15:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1590257989</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 01: Função Social e Direito à Educação</title>
         <author>matalcantara21</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1594407471</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do Cortella chamou a minha atenção para desordem das escolas e do método de ensino ultrapassado que ainda se insiste em adotar. Para enfrentarmos isso é preciso refletir sobre qual o sentido social do que fazemos. A resposta está na finalidade da intenção pedagogia, da concepção entre sociedade e escola que adotarmos. Cortella explica a relação entre sociedade e escola. Ele diz que o otimismo ingênuo atribui à escola uma autonomia absoluta na luta contra as desigualdades. Assim, a escola serviria a todos indistintamente e seria neutra politicamente, o que é ingênuo pois a escola não pode estar neutra numa sociedade essencialmente dividida. O contrário dessa visão é o pessimismo ingênuo, que atribui à escola o papel de reprodutora das relações sociais e ferramenta de manipulação do sistema, em que desvaloriza-se a possibilidade da escola ser uma ferramenta de transformação social. No entanto, essa útima perspectiva chama a atenção para o fato da escola não poder ser neutra, levando ao educator a necessidade de posicionamento político. Todavia, tanto o otimismo quanto o pessimismo ingênuos não abarcam todos os aspectos da escola. Uma outra perspectiva apresentada pelo texto é o otimismo crítico, que pretende indicar o valor da escola sem a noção de neutralidade. Esta perspectiva me fez refletir sobre a possibilidade da escola servir para produzir injustiças, mas também da sua potencialidade em servir como instrumento para mudanças sociais. No otimismo crítico o educador tem um papel político/pedagógico, sem neutralidade. A educação escolar tem uma autonomia relativa, com uma via de mão dupla de uma função conservadora e inovadora ao mesmo tempo. Para a construção da inovação devemos levar em conta a realidade social dos alunos para construir nossa pedagogia escolar que conduza a autonomia e à cidadania livre. Por fim, o texto me fez pensar que ensinar exige reconhecer que a educação é ideológica, exige que nos posicionemos no mundo e tenhamos sempre uma intencionalidade clara em sala de aula.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-09 01:04:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1594407471</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Função Social e Direito à Educação</title>
         <author>raphaelalcantara7</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1594407494</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto de Mario Sergio Cortella abre nossos olhos para o real sentido social do que fazemos enquanto educadores, nos convidando a perceber que a finalidade da nossa intenção pedagógica é de suma importância para podermos construir uma boa relação entre a sociedade e a escola. Lendo o texto, me recordei muito de falas dos meus pais e de pessoas mais velhas que enxergavam a escola com um otimismo ingênuo, vendo que através da educação seria possível superar as desigualdades. Depois de me formar no ensino básico passei a ver a escola com uma visão bem mais pessimista, vendo com mais facilidade que de fato ela é uma ferramenta de manipulação do estado. Fico feliz em aprender mais sobre o otimismo crítico, podendo entender e aceitar que nem tudo é perfeito, mas não é por isso que iremos desistir de buscar melhorar as condições escolares cada vez mais, sempre com a intenção de fazer da escola uma ferramenta de transformação social.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-09 01:04:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1594407494</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>stephannefernnandes</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1596963008</link>
         <description><![CDATA[<div>Como vimos, a questão da educação vai muito além de um direito e sim de uma condição necessária, uma vez que por ela o indivíduo toma conhecimento de tantos outros direitos que são negligenciados, principalmente quando o direito à educação não acompanha os recursos que promovem a sua efetivação. É a educação que abre as portas para informação e para a reflexão acerca daquilo, quanto a sua veracidade, relevância e consistência. Especialmente em momentos em que carecemos de cidadãos com uma capacidade crítica e analítica das situações em que nos cerca, para que assim possamos ter um pouco mais de esperança em tantas questões que regem um país, como questões políticas, educacionais, culturais e assim tentarmos tomar decisões mais assertivas. Ainda falando de educação como uma condição básica necessária, sabemos que existe negligência em muitos outros aspectos sociais o ambiente escolar se torna ainda mais necessário para contribuir com a formação do indivíduo. É claro que também não devemos olhar com uma visão ingênua de que a escola tem uma autoridade absoluta com potencial de extinguir as nossas mazelas, mas acredito que seja um importante ambiente para compartilharmos de vivências, ideologias, de aprendizado e reaprendizados, uma forma de ensinar sobre os direitos e em muitos momentos se torna até um ambiente de refúgio, por isso anseio por poder viver em uma época em que a influência e importância da educação seja realmente reconhecida, com melhores condições e poder ver na prática o direito garantido a todos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-09 22:14:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1596963008</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Função Social e Direito à Educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1597335215</link>
         <description><![CDATA[<div>Dificilmente eu conseguiria citar algo já não falado por um de meus colegas. A condição paradoxal do entendimento da educação na sociedade atual, que a compreende como um direito inegável enquanto age com veemência para denegrir o educador é lamentável.&nbsp;<br>No contexto em que a educação formal diverge da instituição escolar, métodos divergentes de ensino se tornam progressivamente mais importantes, ainda assim, métodos de ensino tradicional continuam com uma tendência sem sentido de denegrir toda e qualquer fonte de aprendizado diferente ao invés de ensinar aos alunos como identificar uma fonte confiável de informação.<br><br>PS: Desculpem-me pela inaptidão tecnológica, eu não escrevi isso com um login kkkk, meu nome é Diego</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-10 01:54:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1597335215</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Durante toda minha vida escolar estive cercada de pessoas com o discurso abordado no texto do Cortella como “otimismo ingênuo”, e nunca encontrei sentido em tal discurso, sendo que este possui um certo ar de defesa da meritocracia pura, como se só a escola fosse o suficiente para as pessoas terem as mesmas oportunidades. Portanto sempre critiquei esta linha de raciocínio (mesmo que internamente, pois nem tudo o que se pensa deve ser dito), logo acabei me identificando com chamado “pessimismo ingênuo”, visto que ainda acredito que a escola é sim um reprodutor das desigualdades sociais. No entanto, essa visão que até lembra a música Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, também me parece acorrentada a viseiras, de modo que no final das contas o papel da escola acaba sendo uma junção das duas visões. Além disso, como apontado no texto, a educação em si depende de inúmeros fatores dentro e fora da escola. Sempre haverá diferença entre alunos, mesmo que de mesma classe social, então para que ocorra aprendizado não basta somente o professor querer ensinar, mas sim transformar o objeto de estudo em algo que os alunos entendam. Por último, é fácil se acomodar com o jeito que as coisas são “naturalmente”, porém não é só ensinar e fazer aprender, o papel de um educador na sociedade é acrescentar, tentar mudar para melhor e, para isso requer esforço e dedicação.</title>
         <author>claraqueirozrosa</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1597338668</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-10 01:55:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1597338668</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>victorsouza111</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1597453634</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto de Cortella me fez refletir no que é a Educação atualmente no Brasil em plena pandemia. Tenho alguns amigos, professores da rede pública do ensino infantil aqui de BH e eles afirmam que, antes a dificuldade era dar aula em salas lotadas com&nbsp; +/- 40 alunos em cada, hoje, isso mudou e o difícil é ter o contato com os alunos.<br>Com isso, neste cenário em que “ricos cada vez ficam mais ricos e pobres cada vez ficam mais pobres” muitas crianças não tem o acesso ao ensino remoto, assim muitos ficam sem fazer as atividades. Esses amigos professores ainda me disseram que mesmo que o aluno não faça nenhuma atividade eles são “obrigados” a passarem o aluno para uma turma adiante, ou seja, diante desse o processo, não ocorre uma educação digna e de qualidade, em um país em que a meritocracia reina nos processos de seleção para adentrar nas universidades públicas, aumentando ainda mais essas desigualdades, já que o capitalismo reina a sociedade.<br>&nbsp;<br>Me fez lembrar de algumas falas dos meus pais, quando me diziam que “eu precisava estudar pra ser alguém na vida”, ou seja, a visão do “otimismo ingênuo” de colocar a escola como um sacerdote – autonomia absoluta - o fato de achar que ela é a alavanca para desenvolver o país e que não é, a educação é um dos pilares, que transmite ideologias políticas, comportamentos e regras na sociedade, mas em um país com tantas desigualdades e famílias sem alternativas ela é uma das melhores formas.&nbsp;<br><br>Relacionando os dois apontamentos, se a educação não é a única forma de se obter sucesso no desenvolvimento do país, como os alunos da educação pública vão conseguir seguir suas trajetórias já que não temos uma educação de qualidade e também não temos governantes que pensem e elaborem políticas públicas para mudar esse cenário?</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-10 02:50:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1597453634</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Função Social e Direito à Educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1599028830</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito interessante ver como as 3 concepções da educação estão no nosso cotidiano, os exemplos dos tempos passados como melhores, são bem vívidos se conversarmos com pessoas mais velhas, sobre a educação.&nbsp;<br>Com relação à escola ser um ambiente propício a se reforçar desigualdades é um fato. Basta olhar um pouco pra trás com relatos de pessoas que denominam a escola como o próprio inferno. Muito por que a escola para tais pessoas, foi de perto o lugar onde várias afirmações contra aquela identidade se sustentava.&nbsp;<br>E dai vem a reflexão sobre a tamanha responsabilidade que devemos ter como educadores, os cuidados que devem ser tomados e consequentemente a busca por uma melhora de si, constante. Ser professor é uma função de tamanha nobreza.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-10 16:25:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1599028830</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Função Social e Direito à Educação</title>
         <author>nathaliagrazian05</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1599051908</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito interessante ver como as 3 concepções da educação estão no nosso cotidiano, os exemplos dos tempos passados como melhores, são bem vívidos se conversarmos com pessoas mais velhas, sobre a educação.&nbsp;<br>Com relação à escola ser um ambiente propício a se reforçar desigualdades é um fato. Basta olhar um pouco pra trás com relatos de pessoas que denominam a escola como o próprio inferno. Muito por que a escola para tais pessoas, foi de perto o lugar onde várias afirmações contra aquela identidade se sustentava.&nbsp;<br>E dai vem a reflexão sobre a tamanha responsabilidade que devemos ter como educadores, os cuidados que devem ser tomados e consequentemente a busca por uma melhora de si, constante. Ser professor é uma função de tamanha nobreza.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-10 16:33:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1599051908</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Indicação de Série Documental</title>
         <author>juliagjota1</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1602777603</link>
         <description><![CDATA[<div>Ei pessoal! Durante a última aula, dia 10/06, que conversamos sobre gestão escolar, função social da escola e direito à educação, me lembrei de uma série documental que passeia muito por esses esses três temas.&nbsp;<br>A série Educação.doc é composta de 5 episódios com cerca de 25 minutos cada e apresenta vários projetos realizados dentro de escolas públicas espalhadas pelo Brasil. O interessante é perceber que esses projetos ou movimentos feitos nas escolas visitadas não tiveram seus reflexos sentidos apenas pelos alunos, mas sim em toda a comunidade no entorno. Indico muito que assistam! As participações e depoimentos dos alunos, professores, coordenadores, pedagogos, psicólogos, artistas, neurocientistas são muito interessantes.&nbsp;<br>Deixo aqui o link com todos os episódios em ordem. Se alguém quiser comentar sobre, eu adoraria :)<br>https://www.youtube.com/watch?v=ZnUuFzD1xEg&amp;list=PLPrFX65xJWXUUyf7T2irLuXD4VB336tL_</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-12 20:07:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1602777603</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gestão Escolar Democrática</title>
         <author>eduardofrwg</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1605846211</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao assistir a entrevista do prof. Vitor Paro abri vários pontos de vista sobre como a escola e o ensino são arcaicos no brasil.&nbsp;<br>As crianças são obrigadas a absorver conteúdos da forma mais ineficiente possível, que é justamente a forma expositiva em que o professor deposita informações no aluno e não o estimula a processar todo o conteúdo e tirar suas próprias conclusões. Os professores não são aconselhados a brincar com os alunos e promover um aprendizado dinâmico e ativo.<br>Adolescentes são forçados a guardar informações que são utilizadas apenas para testes como o ENEM e não necessariamente acrescentam conteúdo cultural que os tornaria cidadãos.<br>Esse é um problema muito grave da nossa educação escolar, que é a forma como é administrada. A escola não é uma empresa, de fato, mas segue modelos hierárquicos que se assemelham em muito a uma linha de produção. Quem decide o que o aluno deve aprender? Por que se ensina álgebra mas não se ensina política? Provavelmente porque a educação hoje atende a uma finalidade específica, que é formar uma pessoa que saiba o básico de matemática, português, ciências, mas que não têm fundamentos de política, ética, artes, música e diversas outras criações humanas (culturas) que não são estimuladas na escola tradicional. A mesma escola de hoje é a escola de anos atrás, só se tirou o castigo físico aos alunos. O setor administrativo e o autoritarismo continua em vigor, controlando e inibindo o aprendizado voluntário do aluno. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-14 19:00:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1605846211</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Função Social e Direito à Educação Em Tempos de Pandemia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1606118660</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-14 22:26:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1606118660</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Função Social e Direito à Educação Em Tempos de Pandemia</title>
         <author>juliaquadro</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1606120879</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto de Cortella, penso a respeito de todas as concepções abordadas quando vistas no contexto atual em que estamos vivendo, em que a ação docente é vista ainda mais de forma missionária e as desigualdades muitas vezes são romantizadas, quando inúmeros professores precisam se desdobrar para continuar lecionando, se colocam em risco e se sacrificam pela educação e estudantes precisam lutar intensamente para vencer as barreiras que impedem um acesso pleno ao ensino, situação que reforça as ideias de meritocracia e de responsabilizar os professores pelo futuro dos estudantes quando nem mesmo o básico é oferecido.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-14 22:29:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1606120879</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>SarahpMoura</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1607517985</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto, estrutura da escola e prática educacional democrática, demonstra a necessidade de democratização social, a qual tende a promover a participação de todos que são responsáveis por tomar decisões nesse ambiente, como pais, professores, dirigentes e funcionários.Umas das coisas que me chamou atenção é sobre a necessidade em mudar a estrutura didática no ambiente escolar, tornado esse mais democrática. Para isso seria necessário acabar com essa organização seriada da escola, em que se tem a repetição de série por alguns alunos. Esse método muitas vezes não leva em consideração a necessidade e a vontade do próprio aluno, não tendo uma didática que muitas vezes faz com que o aluno sinta vontade e desejo em estar naquele ambiente e em aprender o conteúdo, mas foca em apenas na necessidade do aluno não ser reprovado.A tirinha abaixo ilustra um pouco disso, em que o aluno demonstra não querer estar naquele ambiente, que está relacionado a essa obrigação imposta pela escola, e que consequentemente esse sistema sem a democracia educacional, também vai interferir na vida do professor, tornando até mesmo pra ele um lugar não desejável e uma obrigação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1218032673/4867fbd1397bb83c842dce5645b72df6/Luca_A_Escola_Quadrada_HQ_1__1_.jpg" />
         <pubDate>2021-06-15 13:22:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1607517985</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sistemas e Plano Nacional da Educação – Implicações da EC95/2016</title>
         <author>patriciaqaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1612226722</link>
         <description><![CDATA[<div>O Plano Nacional de Educação foi aprovado em 25 de junho de 2014 e conta com 20 metas, diretrizes e estratégias com o objetivo de oferecer uma educação de qualidade para a população brasileira. O plano tem vigência de 10 anos, ou seja, até 2024, é esperado que todas essas metas sejam estabelecidas. Mas será que vão mesmo?<br><br></div><div>Um exemplo de meta desse Plano Nacional de Educação é a 17, que tem o objetivo de valorizar os profissionais do magistério das redes públicas da Educação Básica, a fim de equiparar o rendimento médio dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do 6º ano da vigência deste PNE. Ou seja, até 2020, o esperado é que os professores igualassem o seu salário à renda de outros profissionais com a mesma escolaridade. Contudo, em 2020, os professores ganhavam 78.5% do salário médio de outros profissionais com a mesma escolaridade. Assim, a meta não fui cumprida.<br><br></div><div>Outro exemplo é a meta número 3, que tem o objetivo de universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos. De acordo com o resultado parcial, 94.5% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na escola em 2020.&nbsp;<br><br></div><div>Talvez um dos motivos para o não cumprimento dessas diretrizes seja por causa da aprovação de emenda constitucional que cria um teto para os gastos públicos, a PEC 241/55, que se tornou a EC 95 de 15 de dezembro de 2016. Essa mudança institucional instituiu um Novo Regime Fiscal no país e que deve prevalecer por 20 anos, ou seja, até 2036, que congelará as despesas primárias e liberará os pagamentos relativos ao mercado financeiro. Logo, é difícil que o cumprimento do conjunto de normas seja realizado por conta desse congelamento de despesas.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo o artigo “Com a PEC 241/55 (EC 95) haverá prioridade para cumprir as metas do PNE (2014-2024)? de Nelson Cardoso Amaral, afirmou-se que o cumprimento das metas contidas no PNE no contexto da EC 95, é uma tarefa praticamente impossível, podendo-se afirmar que a EC 95 determinou a “morte” do PNE.&nbsp;<br><br></div><div>Assim, mais uma vez, a grande prejudicada foi a educação e os professores da Educação Básica, que não terão um plano de carreira e previsões de melhorias.&nbsp;<br><br></div><div>Quem se interessar pelo assunto, pode ler uma reportagem do EL País, que explica mais detalhadamente o que é a PEC 241/55: <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/10/politica/1476125574_221053.html">https://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/10/politica/1476125574_221053.html<br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-17 13:25:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1612226722</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>laurabamaral</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1613167724</link>
         <description><![CDATA[<div>Em teoria, sociedade refere-se a um conjunto de seres que convivem de forma organizada. Entretanto, desde sua formação (estimada no Paleolítico, período da Pré-História em que as sociedades eram baseadas nas ações de coletores e caçadores) o maior desafio que enfrenta é justamente essa organização, como partilha de papeis e responsabilidades do individuo e/ou coletivo. E se tratando do âmbito da Educação infelizmente não é diferente. Como exemplo, vemos um otimismo ingênuo da sociedade na educação tratado por Cortella, o qual discorre sobre a relação Sociedade- Escola, trazendo para discussão&nbsp; uma concepção errônea, mas comum de se considerar a Escola como única 'alavancadora' da Sociedade, atribuindo a ela uma autonomia absoluta na inserção social. Claramente, vê-se a necessidade de uma reorganização de papéis, a escola não tem obrigação de educar sozinha, não cabe a ela o ensino moral, conduta e princípios, mas tem seu importante papel na formação do sujeito crítico participativo na sociedade. É importante ressaltar que a educação se dá ao conjunto de papéis, ações, deveres e responsabilidades dos responsáveis juntamente com os docentes. Daí vemos que é imprescindível o apoio e atuação em conjunto da família.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-17 22:49:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1613167724</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedrohsg2009</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1613621532</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o texto, Estrutura da Escola e Prática Educacional Democrática, existe uma tendência da escola pública tornar-se democrática. A gestão das escolas democráticas, tem a participação da comunidade escolar garantida nos processos de gestão da escola. Com a finalidade de promover a partilha do poder entre dirigentes, professores, pais, funcionários, e de facilitar a tomada de decisões relativas ao exercício das funções da escola.&nbsp;<br><br></div><div>A democratização das relações entre todos esses envolvidos, contribui muito para o desenvolvimento do trabalho dos educadores, refletindo diretamente na qualidade da educação dos alunos, na organização e no funcionamento efetivo da instituição. A equipe gestora então, deve fortalecer a coletividade sempre comprometido com a educação. E para a maior participação dos demais envolvidos, é necessário a formação de coletivos: conselho de escola, associação de pais e mestres, grêmio estudantil e conselho de classe.&nbsp;<br><br></div><div>Dentre esses, a associação de pais e mestres é um órgão muito importante, que trabalha soluções para os problemas coletivos do cotidiano escolar, visando a diminuição do autoritarismo das relações pedagógicas, visando à participação da comunidade externa à escola. E com a comunicação entre pais, professores e alunos é possível diminuir grande parte dos desafios hoje encontrados na educação, por isso precisamos buscar iniciativas que estimulem e facilitem, o maior envolvimento destes nas atividades escolares.<br><br>Mas não poderia deixar de comentar que, existe uma limitação da gestão democrática, demonstrada no desequilíbrio do poder em tomada de decisões relativas ao exercício das funções da escola, e no impedimento ou na falta de diálogo entre os dirigentes, professores, pais, funcionários e alunos. De forma que, não há a inclusão e participação efetiva de algum desses no programa pedagógico, invalidando assim o processo democrático na escola.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-18 03:33:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1613621532</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>stephannefernnandes</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1615012296</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Muito tem se falado em democratização da escola quanto a sua gestão/administração e os principais obstáculos encontrados até chegarmos a esse patamar. Eu acredito que antes de analisarmos essas questões, seja relevante que a gente pense em como a sociedade, núcleo familiar, Estado tem visto a instituição escola.&nbsp;</em></div><div><br></div><div><em>Acredito que existam aqueles que em conformidade com uma sociedade capitalista que vivemos, enxerguem a escola apenas como uma ferramenta para que os alunos alcancem objetivos como a aprovação em uma faculdade de renome, em um “bom curso”, para que assim possam ser bem sucedidos financeiramente, e consideram como “boas escolas” aquelas que apresentam uma vasta lista de aprovados nas mais variadas áreas. Não acho que a preocupação com o futuro de um filho, por exemplo, seja errado. Mas será que esse deve ser o foco e objetivo?&nbsp;</em></div><div><br></div><div><em>Acredito que para outros o pensar na escola, seja também pensar na colaboração para transformação e formação do sujeito associado às suas vivências e tenham como “boas escolas” aquelas que não se limitam aos seus números, mas que principalmente se preocupam em propor ações que façam com que os alunos queiram aprender.&nbsp;</em></div><div><em>Um dos textos destaca em determinados momentos o obstáculo por parte dos conselhos na democratização, uma vez que temos o diretor sendo considerado o representante do Estado na unidade, está subordinado ao Estado e deve prestar contas ao Estado, logo “deve”&nbsp; também deixar prevalecer a vontade do Estado.</em></div><div><br></div><div><em>Acredito que deve haver uma melhor elucidação e repensarmos a escola e o que ela deseja produzir. Considerando o que foi dito&nbsp; professor Vitor, o que diferencia o ser humano das demais espécies é a sua capacidade de se pronunciar diante do que é real, sua capacidade de escolher o que eu quero ou não quero. Diante disso, trabalhar de forma que valorize os conteúdos de dança, a música, as artes plásticas etc, coloca em prática aquilo que o professor nos atenta: fornecer condições para que os alunos queiram aprender. Além de ser um conteúdo benéfico ao&nbsp; desenvolvimento pessoal, ele também pode tornar as outras matérias tradicionais mais interessantes e atrativas, e assim até aqueles que se preocupam apenas com o futuro próspero serão atendidos e de forma mais leve e prazerosa para os estudantes.&nbsp;</em></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-18 22:09:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1615012296</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yrabelo09</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1615121588</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma fala do Professor Vitor Henrique Paro me chamou atenção, em resumo o mesmo diz que “a educação é a apropriação da cultura produzida pelas gerações anteriores” e que “não existe transmissão de conhecimento”. Estas frases me fizeram refletir sobre a forma de ensino (padronizadas em todo o país) e as limitações implantadas nas escolas que causam grande amargor na educação.&nbsp;</div><div>Sou aluno da matemática e iniciei uma optativa que é justamente voltada para o ensino matemático com o auxílio de jogos e é incrível como uma nova abordagem pode trazer interesse aos alunos. Esta maneira de educação é colocada, pelo Paro, como uma forma apropriada de ensino, assim os alunos ficam mais entusiasmados pelo que está sendo proposto, pois ali elas estão em seu mais puro momento, brincando e, por consequência, aprendendo. Vale lembrar que o ensino para adultos é diferente (ensino superior), pois estamos aqui aprendendo o que queremos e sendo objetivos (as vezes).&nbsp;</div><div>Um ponto importante a ser dito é o fato de que alguns professores podem até tentar mudar o método utilizado, mas não está só nas mãos deles, pois o método é ditado pela escola e aí entra a administração escolar. Uma escola que não leva em consideração a construção social de uma criança/adolescente como pessoa (ser humano), não está interessada em criar caráter, mas sim no lucro que cada uma pode trazer, não necessariamente um lucro monetário, mas sim em se tornar, ou permanecer, uma escola renomada e bem vista publicamente, trazendo um ensino voltado para as provas anuais.&nbsp;</div><div>Por fim, não deveríamos estar limitados a apenas uma forma de ensino, mas infelizmente, hoje, esta limitação existe.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-19 01:05:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1615121588</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O próprio Otimismo crítico e as suas possibilidades de inovação contra o pedagocídio concebem o professor como o principal agente das transformações. Apesar de entender que esses profissionais possuem uma autonomia relativa e se incorporam do mundo profissional, é preciso levar em consideração que o &quot;faço o que eu posso&quot; proposto pode impor um sacrifício ao professor.Por exemplo, planejar uma aula que não se limita ao material didático, como é proposto, comumente excede a jornada de trabalho, já sobrecarregada, do professor que precisa comparecer a reuniões, preencher diários de classe, dar aula, elaborar e corrigir provas e atividades. Acho necessário reforçar a crítica feita ao otimismo ingênuo. O professor é um profissional que, assim como qualquer outro, não deve ter sua carga horária desconsiderada ou estendida de forma idealizada. Como contribuir para essa transformação e também levar em conta os limites do profissional da educação? Tenho refletido acerca dessa questão após a leitura do capítulo.</title>
         <author>camillareis</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1616296437</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-20 17:18:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1616296437</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sistemas e Plano Nacional da Educação – Implicações da EC95/2016 , além da  história e conquistas na construção do PNE</title>
         <author>joaovitor212</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1618255894</link>
         <description><![CDATA[<div>Vemos um problema histórico, que é a procrastinação e má realização por parte dos representantes eleitos da nação brasileira em realizar o pleno cumprimento dos artigos e verbas destinados a educação, ambos presentes na constituição. Seja pela criação do PNE, com período decenal não realizando o cumprimento do mesmo, seja por meio de adulteração do nome administrativo dado a algumas fontes de receita, visando uma distribuição que não destine fundos para a educação, como foi relatado em ambos os vídeos “Plano Nacional de Educação (PNE): história e conquistas da sociedade civil (VERSÃO COMPLETA)” e “SAM 2020: O Plano Nacional de Educação como norte contra a barbárie na educação”. Portanto, percebemos que esse é um problema crônico, acumulativo e histórico que independe de partidos políticos, apesar de se tornar mais evidente, em alguns governos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-21 19:48:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1618255894</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gestão Escolar Democrática </title>
         <author>joaovitor212</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1618258198</link>
         <description><![CDATA[<div>Vemos aqui, uma proeminente concepção a respeito do que é a educação, em que esta pode ser interpretada como apropriação de cultura, portanto tem por consequência produzir seres humanos histórico-culturais/históricos e o ideal é que tal apropriação seja feita incentivando o aluno a desejar tal ação (apropriação), pois se o aluno não quiser, ele não aprende, ele não <em>apropria</em> essa cultura.<br><br></div><div>Ademais, o objeto de trabalho da pedagogia, se transforma por vontade própria diferindo do objeto de um metalúrgico, por exemplo. Ou seja, nosso principal papel como professor é propiciar condições para que o educando queira aprender. Portanto não podemos trabalhar pensando no dinheiro, logo, devemos ganhar um salário tal que não devamos nos preocupar com ele.<br><br></div><div>Por fim, a democracia e a persuasão,&nbsp;agregam inúmeros valores na formação de um cidadão crítico-argumentativo, apesar de que, ambos são de uma fragilidade enorme, pois para que haja um convencimento sem a dominação/coerção, devo correr dois riscos, que são:&nbsp;<br><br></div><div>1) Você pode não se convencer do que estou apresentando<br><br></div><div>2) O risco, de que você pode me convencer do contrário a que estou apresentando.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-21 19:50:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1618258198</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os problemas, ou impasses, que dificultam a instituição do SNE</title>
         <author>dedesbaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1621329928</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o vídeo, fiquei pensando bastante sobre a grande desigualdade social regional do nosso país, que foi abordado durante o texto em: " As diferenças regionais geográficas e, especialmente, econômicas são muito acentuadas, requerem políticas fortes para a superação das desigualdades, com um modelo de financiamento que promova, efetivamente, a equidade. " (p.216) Infelizmente, isso é um grande empecilho para um programa nacional, igual o próprio texto afirma " As disputas ainda são muito centradas na busca de vantagens regionais e locais e não em um projeto nacional. " Afinal, acredito que para ser de forma igualitária, as ações devem ser diferentes em cada região.&nbsp;<br>Como sou matemático, senti falta de uma explicação de como seria aplicado esses 10% do PIB em cada lugar e as contas do CAQi, visto que as mudanças necessárias em municípios menos desenvolvidos serão enormes comparadas a outros. Já ouvimos vários casos de crianças andando muitos quilômetros, todos os dias, apenas para ir a escola, como eles consideraram esses dados?&nbsp; Acredito que a busca por um “padrão unitário de educação” (BRASIL, 2011) é de extrema importância para o desenvolvimento do Brasil.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-23 08:23:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1621329928</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Minas: a &quot;cloroquina&quot; da privatização avança</title>
         <author>deiserosalio</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1621604743</link>
         <description><![CDATA[<div>"Vão destruir a escola pública em nome da fé no livre mercado. Vão destruir o magistério junto, criando instabilidade profissional, pressão e descrédito, passando a ideia de que a culpa pelo desempenho inadequado das crianças é dos professores: para estes 'especialistas em educação' <a href="https://avaliacaoeducacional.com/2020/10/15/accountability-velando-o-morto/">só existe uma variável responsável pela qualidade da educação</a>: o magistério. Tudo o mais (condição de vida, financiamento, infra-estrutura escolar, qualificação deficitária agravada agora pela nova resolução do CNE 02/2019 sobre formação de professores, e outras – não existe."<br>https://avaliacaoeducacional.com/2021/06/21/minas-a-cloroquina-da-privatizacao-avanca/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://avaliacaoeducacional.com/2021/06/21/minas-a-cloroquina-da-privatizacao-avanca/" />
         <pubDate>2021-06-23 12:50:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1621604743</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PNE e EJA</title>
         <author>nathaliagrazian05</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1622046063</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ver o vídeo SAM 2020, me chamou atenção a parte sobre as metas para o ensino de jovens e adultos, que em geral são os menos valorizados. Sabendo disso fui buscar novas referências a ponto de entender melhor esse quadro e encontrei dois pdfs que venho compartilhar:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://multivix.edu.br/wp-content/uploads/2018/06/desafios-da-educacao-de-jovens-e-adultos.pdf" />
         <pubDate>2021-06-23 17:08:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1622046063</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PNE - história e conquistas (o que senti vendo o vídeo)</title>
         <author>matalcantara21</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1622562078</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ver o vídeo me senti frustrado, pois houve um trabalho e um esforço enorme na construção do Plano Nacional de Educação (PNE) e, pelos rumos da política brasileira desde o golpe de 2016, as chances das metas serem cumpridas são mínimas. Eu pensei “como isso seria possível com o teto de gastos da EC 95?” Depois vi nas referências o texto “Com a PEC 241/55 (EC 95) haverá prioridade para cumprir as metas do PNE (2014-2024)?” Como suspeitava durante o vídeo, Amaral (2016) afirma que a EC 95 determinou a “morte” do PNE (2014-2024). Até então só conhecia a EC 95, não conhecia o PNE. Agora tudo faz sentido. Percebo o quanto a luta de classes é real e a EC 95 foi criada, de fato, para impedir o progresso da educação que estava prestes a se materializar ainda mais desde 2002. Entretanto, manter o otimismo crítico frente a isso é seguir resistindo, pois tudo que os capitalistas querem é que sigamos com um pessimismo ingênuo sobre o poder da educação como ferramenta de mudança social.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-24 00:37:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1622562078</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sistema e Plano Nacional da Educação - Apontamentos</title>
         <author>raphaelalcantara7</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1622645537</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ver as referências sobre o SNE e PNE, percebo que tínhamos muito para avançar e conseguir promover mudanças no nosso país que fortaleçam o SNE e conseguissem que o PNE batesse suas metas, mas infelizmente estamos retrocedendo cada vez mais no nosso país com um governo fascista que desarticula essas estruturas e descontinua políticas públicas que demoraram tanto para serem efetivadas. Isso me entristece! A educação deveria ser vista como um bem social e não mera mercadoria! Percebo que para isso a mudança deve ser cultural e não só educacional, as pessoas tem que ter valores e princípios que promovam o bem estar social de todos na sociedade, respeitando às diferenças e identidades dos sujeitos, para podermos avançar e conseguirmos aprovar políticas que articulem com o SNE, como o FUNDEB, o Piso Nacional, os PCN’s (etc) e assim promover de fato uma educação pública de maior qualidade, assegurando os direitos dos cidadãos brasileiros. É de suma importância discutirmos mais sobre o Plano Nacional de Educação nas nossas escolas e na sociedade como um todo, nossas crianças merecem ter um futuro melhor e isso não acontece muitas vezes porque não ficamos nem sabendo dos nossos direitos. Queremos que o custo aluno inicial seja efetivado para dar conta das necessidades dos alunos da educação básica! É obrigação do governo federal colaborar com os estados e municípios para a garantia de um padrão mínimo de qualidade nas escolas e isso não acontece. É um absurdo! Sinto que a única coisa que posso fazer é ter fé que a educação pode sim ser transformadora, e fazer com que isso seja motivo de esperança para um futuro melhor.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-24 01:24:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1622645537</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Esperanças do PNE</title>
         <author>karinacruznasc</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1623711208</link>
         <description><![CDATA[<div>Ver o vídeo me fez ter a falsa esperança de que ele era atual, mas aí lembrei que acompanhei a luta pela construção do PNE pelo jornal na época, então logo lembrei que infelizmente a situação atual é de desmonte cada vez maior da educação brasileira. Quando você vem de uma família em que é a primeira a acessar uma universidade pública de qualidade e tem pais que não puderam completar o ensino básico, todo investimento em educação que venha para começar a desfazer essas mudanças sociais tão visíveis em nossa sociedade é motivo de comemoração, pois a educação de qualidade é mais do que nunca direito de todos. Mas infelizmente, os governos atuais não enxergam assim, pois não vê a educação dos mais pobres como prioridade e para piorar a vê como mercadoria, pois ao monetizá-la gera lucro aos capitalistas donos de centros de ensino.&nbsp; Contudo, esses governos são eleitos pela população, que muitas vezes não conhecem seu direito básico de acesso à educação de qualidade, direito constitucional que nos é tirado por ganância de poucos.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-24 14:38:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1623711208</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Existe um limite para gestão democrática?</title>
         <author>victorschneealcantara</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1624383759</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma gestão democrática parte do princípio em que todos os membros da comunidade escolar têm condições de ter um papel ativo na qualidade da vida escolar, então seria lógico que o limite para uma gestão escolar democrática é que não são todos que possuem condições e conhecimento para se apropriarem desse papel.<br><br></div><div>Em uma gestão democrática os pais e alunos possuem um papel fundamental, mas o que acontece é que muitos pais não conseguem ter um papel ativo nisso, seja pela falta de conhecimento sobre a vida escolar por parte dos pais, isso sendo uma consequência do baixo capital cultural, ou por falta de iniciativas que visem integrar os pais com pouco conhecimento  e recursos por parte da escola.<br><br></div><div>Os alunos podem estar enfrentando diversas condições externas e internas ao ambiente escolar que dificultam a jornada dele na escola. Uma escola que não conhece os alunos e seus pais e se transforme em um ambiente que amenize as dificuldades que são possíveis de serem amenizadas não poderá de fato ter uma gestão democrática, pois seus membros não estão em plena condição de igualdade para terem um papel ativo na comunidade.<br><br>Autor: Victor Leone de Alcântara</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-24 23:56:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1624383759</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Opinião sobre o vídeo do PNE</title>
         <author>victorschneealcantara</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1624645373</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao assistir o vídeo fiquei feliz e inspirado em ver como a educação era uma pauta política tratada com sua devida importância, pois existia uma força no movimento para discutir sobre isso e uma luta para uma educação de qualidade e acessível a todos. Mas aí minha ficha caiu e eu percebi que o vídeo era antigo (de 2015) e atualmente a educação pública vem sendo cada vez mais arruinada. No atual governo pouco se fala sobre isso e o que é falado é sempre umas frases prontas, sem uma discussão profunda. É triste ver um país, aonde o governo chegava até a financiar estudos no exterior de alunos, agora limitar ainda mais as verbas para a educação e fechar universidades públicas.&nbsp;<br><br>Autor: Victor Leone de Alcântara</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-25 02:33:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1624645373</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedrohsg2009</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1624804101</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ver o vídeo sobre Plano Nacional de Educação, fiquei muito contente com tantas pessoas mobilizadas, eu não imaginava o tamanho dessa luta pela qualidade da educação no país, mas ao mesmo tempo me questionei porque uma área tão básica como essa, precisaria de tanto esforço para ter voz? Para ser ouvida pelo governo? Assistir a educação como uma pauta política tratada com sua devida importância foi maravilhoso, mas isso só aconteceu porque existia uma força dos movimentos sociais para discutir sobre isso e uma luta para uma educação de qualidade para todos. Percebo que tem muito para avançar e conseguir promover mudanças no nosso país que garantam a melhoria do SNE para que o PNE consiga bater suas metas, mas no atual governo pouco se fala sobre isso, e quando falam, é para justificar a retirada da verba das nossas escolas e universidades. A educação deveria ser vista como um bem social e não como perda de investimento, percebo agora que para a mudança acontecer deve ser feita uma transformação sociocultural e educacional, que irá acontecer ao longo de anos, com muita luta e suor de todos aqueles que querem ver uma educação de qualidade para todos os brasileiros. Apesar de tudo, tenho muita esperança nessa transformação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-25 04:24:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1624804101</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PNE</title>
         <author>eduardofrwg</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1627070710</link>
         <description><![CDATA[<div>A luta para a aprovação de todos os avanços propostos pelo Plano Nacional de Educação me deixa muito feliz e esperançoso com o futuro da educação brasileira. De fato, como Daniel Cara propõe, os estados e municípios não contam com renda suficiente para atender todas as necessidades e melhoramentos para a escolas que foram propostos pelo PNE e pelo CAQi. Ao recair sobre a renda federal, o PNE foi um grande passo tomado pelo governo em direção a um modelo de educação semelhante aos de países que são exemplares. Com a participação da renda obtida pela exploração petrolífera (royalties e pré-sal) a educação contaria com um acesso promissor a um fundo monetário. Entretanto, com a aprovação de leis e ementas como a PEC241, que congela e limita os gastos do governo com a Educação e outras áreas de interesse público são uma grande ameaça ao PNE. Com a PEC241 em atuação, o PNE praticamente fica inviável, já que o plano têm expectativas para o decênio seguinte ao que foi elaborado.&nbsp;<br>Hoje, vemos que, apesar do PNE, a educação pública brasileira sofre constante sucateamento, haja vista que a evasão escolar segundo o PNAD de 2019 aponta que 14,1% dos alunos não concluíram o Ensino fundamental até os 16 anos, isso ainda sem falar de outras estatísticas que nos deixam apavorados.&nbsp;<br>É preciso que defendemos a escola e a universidade pública, de qualidade e de referência, como o PNE propôs e foi aprovado. A luta pelo direito fundamental de acesso a educação é muito necessária e constante, portanto nao precisamos apenas de um plano, mas de um sistema único da educação, que garanta a todos os alunos do país a mesma qualidade e direitos na educação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-27 15:00:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1627070710</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>laubeatoli</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1643774552</link>
         <description><![CDATA[<div>O Plano Nacional de Educação (PNE) determina diretrizes, metas e estratégias para a política educacional no período referido, como vemos em teoria através desse vídeo, ele é estratégico, mitigador para uma educação ideal e eficaz. Porém com tanta diversidade, desenvolver uma Educação de qualidade se torna um grande desafio, principalmente sem a construção de um sistema que articule as diferentes necessidades. Na prática, não vemos concretizar essa idealização, sabemos que a realidade infelizmente é bem diferente, o acesso a uma educação pública de qualidade vai muito além de fomentos externos.&nbsp; Nossa solução não está somente na injeção de verbas, ainda não temos de fato um Sistema Nacional de Educação e a realidade do ensino no país apresenta desigualdades tanto&nbsp; nos recursos disponíveis para as instituições de ensino quanto nos resultados de aprendizagem, que lamentavelmente não são sanadas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-10 00:42:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1643774552</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gestão Democrática</title>
         <author>cassiadeisy</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1644623977</link>
         <description><![CDATA[<div>"Condições que propiciem ao educando fazer-se sujeito na prática pedagógica escolar envolve: dotar a escola de uma estrutura que esteja de acordo com a prática democrática."&nbsp;<br><br>Com o apontamento desse propósito, Vitor Henrique Paro discute a prática educacional democrática como o centro da boa Administração Escolar. Diante de tal discussão gostaria de ressaltar a fala de Paro, no vídeo Gestão Escolar Democrática, de que a mudança da Escola se dá através dos objetivos estabelecidos por ela - compreendendo que a educação trata-se mais da apropriação da cultura, da arte, da história, da filosofia, dos valores, do que da mera tentativa de transmissão de conhecimento.&nbsp;<br>Nesse sentido, é muito interessante (e triste) como muitas crenças acerca do ensino, da aprendizagem, do papel de professor e do aluno, da transmissão de conhecimentos, do papel da escola, da educação, da gestão escolar, e de tantos outros aspectos da instituição Escola, se desenvolveram de maneira errônea no imaginário social, construindo um sistema tal como se encontra hoje: aspirante de reestruturação, a partir da análise das tantas experiências negativas já geradas pelo mesmo. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-11 16:49:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1644623977</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cassiadeisy</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1644637091</link>
         <description><![CDATA[<div>É assustador ouvir especialistas dizendo que no ritmo de cumprimento do estabelecido pelo Plano Nacional da Educação, em 2024 ainda teremos 87% das metas sem cumprimento total. Diante dessa expectativa, gostaria de citar a Procuradora Élida Graziane que pontua que "as metas e estratégias do PNE tratam-se de algo exigível que não pode ser contingenciado".&nbsp;<br>Acredito que todos nós saibamos que o estabelecimento de um Plano, e de seus objetivos, podem ou não ser alcançados, no entanto, é muito clara a negligência&nbsp; com a qual a educação, e o que mais se refere à ela, é tratada. Fica então a importância e necessidade de, como professores e alunos que somos, seguir tentando defender o Plano Nacional da Educação, seu prosseguimento e desenvolvimento - lembrando sempre que esse, além de ser garantia de gestão democrática, é o caminho para justiça social em cumprimento de nossa Constituição, e que defendê-la pode-se dar como exercício de resistência e existência do direito à educação. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-11 17:30:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1644637091</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>henriquetoni25</author>
         <link>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1701052529</link>
         <description><![CDATA[<div>"O Brasil é um país atrasado porque a ele falta Educação; Se dermos escola a todos os brasileiros, o país sairá do subdesenvolvimento "<br>A relação sociedade-Escola colocada no texto do Cortella, citou essa frase, que me chamou muito atenção como realmente a sociedade tem essa visão sobre os educadores, focam apenas no que o trabalho dele pode desenvolver e esquecem da parte profissional. O que também cabe a "escola suprassocial".<br>Relacionando essa visão do otimismo ingênuo ao pessimismo ingênuo, cria-se o otimismo crítico, e colocam os educadores com uma autonomia relativa, a qual valoriza o trabalho dos profissionais sem descartar totalmente sua função social.<br>Achei super interessante como ele coloca o fracasso escolar como causas intraescolares também, me abriu muito a mente em como me relacionar com os alunos de forma mais clara e objetiva, como a qualidade do ensino lúdico tem sua importância. As exemplificações das cenas 1, 2 e 3 são maravilhosas.<br>Com tudo, todo o tópico final "sobre ideias e pães" me deixou tanto quanto reflexivo, q nos liga diretamente ao título da discussão "função social".<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-08-27 15:47:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/deiserosalio/5aefanuvkuwdrmyr/wish/1701052529</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
