<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Biblioterapia 11°C by David Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/DavidRodrigues/5a61ywn0n744</link>
      <description>Biblioterapia &quot;Os Maias&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-01 08:59:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2019-03-29 09:15:08 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/353032986/547f086f8a2bf05dc69200771c050814/IMG_20190125_183605_354.jpg</url>
      </image>
      <item>
         <title>Personagens</title>
         <author>DavidRodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/DavidRodrigues/5a61ywn0n744/wish/326604067</link>
         <description><![CDATA[<div>Carlos Eduardo Da Maia<br><br>É filho de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pedro_da_Maia">Pedro da Maia</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maria_Monforte">Maria Monforte</a>, mas nunca teve contacto com os pais, excepto quando era ainda muito criança. É a personagem principal da obra. Muitos consideram até <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Os_Maias"><em>Os Maias</em></a> um romance de personagem, centrado precisamente em Carlos da Maia. Depois da fuga de Maria Monforte, e o suicídio do pai, ficou entregue ao cuidados do avô <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Afonso_da_Maia">Afonso da Maia</a> dar-lhe-á a educação que não pôde dar ao filho Pedro - educado segundo cânones tradicionais <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Portugal">portugueses</a>, por insistência de uma mãe ultra-<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%B3lica">católica</a> -, já na quinta do Douro, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santa_Ol%C3%A1via">Santa Olávia</a>, onde se refugiou com o neto, deixando ao abandono o Ramalhete. Assim, educado à maneira <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Inglaterra">inglesa</a>, com normas rígidas, intensa actividade física, sem os tradicionalismos da "cartilha" católica (que atormentara seu pai e o pobre Eusebiozinho, representantes da educação portuguesa), Carlos vai-se tornar num belo homem, física e intelectualmente. Forma-se em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Medicina">Medicina</a>, em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Coimbra">Coimbra</a>, onde conhece <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_da_Ega">João da Ega</a>, seu grande amante e companheiro de quarto<br><br></div><div><br>mudou para outra coisa de. A casa que o avô lhe alugara em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Celas">Celas</a>, torna-se centro da vida boémia estudantil, onde se discute <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Arte">arte</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica">política</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Filosofia">filosofia</a>, o que faz de Carlos muito popular entre os colegas. Depois de formado, viaja pela <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Europa">Europa</a> e conhece o que de melhor há no velho Continente. Torna-se um diletante. Volta a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lisboa">Lisboa</a> e arrasta consigo Afonso da Maia para o Ramalhete. Trabalha por prazer, abre um consultório, monta um laboratório e enche-se de projectos que nunca chega a cumprir, disperso na vida boémia da capital, entre mulheres, amigos e aventuras. Mantém uma relação adúltera com a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Condessa_de_Gouvarinho">Condessa de Gouvarinho</a>, até que conhece <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maria_Eduarda_(Os_Maias)">Maria Eduarda</a> - que na verdade é sua irmã - por quem se apaixona. Desconhecedores do laço de sangue que os une, tornam-se amantes<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Carlos_da_Maia#cite_note-Resumo-1"><sup>[1]</sup></a> e decidem fugir, até que Carlos toma conhecimento do terrível desfecho da sua história, ao receber uma carta do Sr. Guimarães. Descoberto o segredo, Carlos Eduardo vê-se ensombrado com a morte do avô e torna-se um fracassado da vida. Assim, jovem, bonito, inteligente, cobiçado e culto, com tudo para se tornar um vencedor, Carlos Eduardo da Maia é destinado, tal como o seu pai, Pedro, a fracassar.<br><br></div><div><br>Carlos da Maia, fisicamente era um belo e magnífico rapaz, alto, bem constituído, de ombros largos, olhos negros, pele branca, cabelos negros e ondulados e uma barba fina, castanha escura, pequena e aguçada no queixo. O bigode era arqueado aos cantos da boca; psicologicamente era culto, bem-educado, de gostos requintados. É corajoso e frontal, amigo do seu amigo e generoso. Destaca-se na sua personalidade o cosmopolitismo, a sensualidade, o gosto pelo luxo, e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Diletantismo&amp;action=edit&amp;redlink=1">diletantismo</a> (aquele que exerce a sua profissão apenas por gosto e não por obrigação). Contudo apesar da sua educação, Carlos fracassou, não foi devido a esta mas falhou, em parte, por causa do meio onde se instalou – uma sociedade parasita, ociosa, fútil e sem estímulos e também devido a aspectos hereditários – a fraqueza e a cobardia do pai, o egoísmo, a futilidade e o espírito boémio da mãe. Eça quis personificar em Carlos a idade da sua juventude, a que fez a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Quest%C3%A3o_Coimbr%C3%A3">Questão Coimbrã</a> e as <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Confer%C3%AAncias_do_Casino">Conferências do Casino</a> e que acabou no grupo dos <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Vencidos_da_Vida">Vencidos da Vid</a>a, de que Carlos é um bom exemplo. Tinha um vestuário clássico, sem muitos padrões<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://claudell2008.files.wordpress.com/2010/08/carloseduardodamaia5b45d.jpg" />
         <pubDate>2019-02-01 09:12:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/DavidRodrigues/5a61ywn0n744/wish/326604067</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Crítica à primeira sessão  Biblioterapia</title>
         <author>DavidRodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/DavidRodrigues/5a61ywn0n744/wish/340820643</link>
         <description><![CDATA[<div>A biblioterapia foi uma experiência inesquecível e mudou a minha vida por completo, pois, fiquei a descobrir métodos e formas de "curar" doenças de todos os tipos, mas psicológicamente. Mas esse método ou forma é executado de uma forma diferente ao normal (remédios), mas sim desta forma são tratados com a leitura de outros livros que expressam e transmitam o alívio da mente e do psicológico da pessoa ao lerem algo semelhante pelo que a pessoa está a passar ou algo com que a pessoa se sinta confortável consigo mesmo e a ajude a superar a sua doença.  David Rodrigues n°11 11°C/ PRIMEIRA SESSÃO </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-13 12:14:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/DavidRodrigues/5a61ywn0n744/wish/340820643</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Crítica à segunda sessão de biblioterapia</title>
         <author>DavidRodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/DavidRodrigues/5a61ywn0n744/wish/340829241</link>
         <description><![CDATA[<div>A segunda sessão de biblioterapia foi uma experiência em que me motivou a ler e me fez iniciar a leitura de "Os Maias", e foi também uma sessão onde aprendi sobre quais as personagens do respetivo livro e foi muito interessante. David Rodrigues n°11; 11°C/ SEGUNDA SESSÃO.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-13 12:34:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/DavidRodrigues/5a61ywn0n744/wish/340829241</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
