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      <title>Gabriela Matos E1T13190 by Gabriela Matos</title>
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      <description>Made with a sunshine ray</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-06 14:03:36 UTC</pubDate>
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         <title>Just like every human !</title>
         <author>gaby_matos</author>
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         <pubDate>2016-10-06 14:24:14 UTC</pubDate>
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         <title>There´s no reason for extremism . See for yourself !</title>
         <author>gaby_matos</author>
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         <pubDate>2016-10-06 18:09:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gaby_matos</author>
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         <description><![CDATA[<div>E1T13190 :<br>T13, poderá ser esta a nossa missão ?<br><br>(Dediquei aos meus alunos : o que realmente faz click" em ti ?)</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-06 18:14:35 UTC</pubDate>
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         <title>Mód. 1 Tarefa 1   &quot;Where there&#39;s a will there&#39;s a way !&quot;</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/131002804</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/kZlXWp6vFdE">https://youtu.be/kZlXWp6vFdE</a><br><br>Alterei o nome deste video para "Where there's a will there's a way", quer dizer "Onde há uma vontade há um caminho". Creio, no entanto, que o verdadeiro subtítulo "Never give up" é muitíssimo bom e muito bem ajustado às imagens. Neste caso, a figura do sprinter pode ser comparada à do tutorando. De repente, o inesperado acontece, o atleta percebe que vai falhar o seu objetivo de chegar em primeiro lugar, mas não desiste. Não se deixa vencer pela desilusão, não se deixa vencer pela frustração, não baixa as suas armas e quer seguir em frente. Tal atitude parece-me ser a mesma que se pretende que um tutorando venha a ter. Desistir não é opção, medo não é opção. Seguir em frente, resistir e insistir é o caminho. De certeza que o tutorando capaz de se agarrar à sua própria força irá alcançar um resultado positivo. Exatamente como o sprinter, não chegou em primeiro lugar, mas fez uma prova brilhante com um final muito superior a qualquer medalha de ouro, um final que dá uma lição à humanidade. São precisamente esses momentos que constroem os passos mais importantes e mais belos da vida de alguém. <br>Quando o pai do sprinter surge, este senhor pode ser igualado à figura do tutor. A chave da motivação, que complementou a vontade do sprinter, está totalmente espelhada nas palavras "vamos fazê-lo juntos". Este pai, com todo o seu amor envolveu o filho numa aurea de afeto, a qual deu o apoio que o sprinter precisava. Podemos ver neste ponto como é tão importante haver uma relação afetiva grande entre o tutor e o tutorando. É a afetividade que vai mover tudo. Não é possível que a tutoria seja eficaz e produza bons resultados se, na base da mesma, não houver afetividade entre tutor e tutorando. E, tal como o pai do sprinter, o tutor ajudará o tutorando com os seus incentivos, com as suas orientações, levando o tutorando a descobrir a força interior que tem e levando-o a potenciar essa mesma força. Em palavras simples, o tutor leva o tutorando a acreditar em si mesmo e a perceber que tem razão em acreditar em si mesmo.&nbsp; Chegado a esse ponto, o tutorando irá conseguir realizar as suas tarefas, resolver os seus problemas ou tomar decisões importantes por si próprio. Completará os últimos&nbsp; passos de cada caminho sózinho. Tal como aconteceu com o sprnter. Perto da meta, o seu pai deixou-o seguir e completar sózinho. O apoio emocional estava dado e foi altamente eficaz. <br>O tutor terá de se aventurar nos pensamentos e, por que não dizê-lo, na mente&nbsp; e nos sentimentos do tutorando. Dessa forma, irá conseguir tocar nos pontos mais sensíveis da mente do tutorando e, com&nbsp; perseverança e afetividade, irá influenciá-lo, guiá-lo e ajudá-lo. O tutorando, com base na relação de afetividade, pode voltar a colocar os pés no chão e seguir em frente.<br><br>Deixo um video de canção com o título "Alright", do grupo Raemonn (legendado em Inglês). As imagens e as palavras mostram a importância dos pequenos grandes gestos que ajudam e fazem toda a diferença. <br><br><a href="https://youtu.be/ax03IwvwUL0">https://youtu.be/ax03IwvwUL0</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 22:05:30 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 Tarefa 2</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/131936605</link>
         <description><![CDATA[<div>Dei comigo a pensar...todas as fases do processo de tutoria são importantes ! São verdadeiramente indissociáveis, como poderei ser atraída por uma mais do que pelas outras ?... No meio do mar da minha inexperiência, vislumbro os primeiros passos do processo de tutoria . Paro, escuto a minha voz, escuto o meu pensamento e sussurro : "É como uma catarse !... Tens de ajudar os teus alunos a fazer essa catarse .&nbsp; Tens de entrar suavemente na mente deles e ajudá-los a libertarem-se . "<br>Um turbilhão de pensamentos e de dúvidas tem percorrido a minha própria mente todos os dias, desde que iniciei a Formação Mentor . Quando tomo um café, quando conduzo na autoestrada, quando me vou deitar - lá estão aquelas perguntas todas . E duas delas são "que farei para os alunos reconhecerem em si os comportamentos negativos que devem ser corrigidos ? Como poderei dar-lhes todo o meu apoio e carinho sem os prejudicar ?" . Diante disto, creio que a fase do processo que me parece ser mais desafiante é a fase II, a compreensão e o envolvimento do aluno . Penso que para chegar a este ponto, o aluno terá de reconhecer muitos aspectos da sua vida que persistentemente o incomodam . Há que ter muito cuidado com as palavras que se dizem e evitar as palavras que podem magoar, sob pena de, de repente, o aluno fechar-se em si próprio outra vez e eu não conseguir chegar até ele novamente. Entretanto, o aluno passa por uma fase de reconhecimento, em que falou e expôs os seus anseios, as suas angústias, os seus medos, a sua dor . É uma fase muito delicada e eu não poderei falhar de maneira nenhuma . O aluno só poderá começar a sentir-se melhor quando projectar os seus sentimentos negativos nas palavras que disser ou até que escrever para o Tutor . A carga emocional irá aliviar-se, pela descarga provocada com o recontar e a reflexão sobre os problemas do próprio tutorando . O auto-conhecimento do tutorando implica que este admita a si próprio que precisa de alterar os seus comportamentos e os seus pontos de vista sobre a sua vida . Tal leva à necessidade do tutorando se comprometer com a sua vida, com o seu futuro, consigo próprio . Vivenciar esta fase ao lado do tutorando deve ser das experiências de vida mais incríveis que se possa vivenciar . Cair é sempre tão fácil, mas levantar é sempre difícil . E é isso que eu quero ajudar os meus tutorandos a fazer . Quero ajudá-los a levantarem-se, a erguerem-se com determinação e avançarem nas sua vidas . Por certo, vai ser uma missão muito trabalhosa, muito delicada, muito difícil, mas o meu desejo é que os meus tutorandos passem a gostar muito mais de si próprios, mal comecem a descobrir que, afinal, eles têm muito para dar e têm muito valor. Para mim é um dos grandes desafios que a minha vida me tem oferecido .&nbsp;<br>Só estive uma vez com os meus tutorandos, na pequena receção que a Direção da minha escola lhes preparou . No meio do breve convívio gerado, consegui falar com todos, de maneira a que mais ninguém ouvisse . Chamei-os dois a dois . Peguei-lhes nas mãos e, como os conheço bem, disse "eu sei que vocês têm dúvidas, eu sei que vocês têm inseguranças e medos e que, muitas vezes, não acreditam em vocês . Vamos tratar disso . " Nenhum respondeu em palavras, todos esboçaram um sorriso e acenaram a cabeça afirmativamente . Consegui ver nas suas expressões um certo contentamento aliado a uma vontade de se livrarem daquilo que lhes pesa . Será um grande desafio levá-los à fase II .<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-19 21:51:50 UTC</pubDate>
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         <title>There is so much to learn with animals !</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/131942851</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-19 22:55:53 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2 Tarefa 2 Competências Relação Interpessoal na Tutoria</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/133119112</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A fase de facilitação surge como a primeira de três fases no ciclo do processo de ajuda em tutoria. Não apenas ocupa uma posição inicial, como também coincide com uma fase fulcral, de alta importância, aquando do desenrolar do mesmo processo. Trata-se de uma fase de empatia, confiança e respeito entre tutorando/tutor; uma fase que lembra a importância dos afetos na infância para uma vida adulta saudável.<br>Para que esta fase seja atingida em pleno, há necessariamente um trabalho de construção de uma relação de empatia  entre tutor/tutorando. Durante o ciclo do processo de ajuda em tutoria, verificam-se três fases, mas as mesmas não mostram fronteiras estanques entre si, havendo uma transição gradual de umas fases para as outras, como um degradé de cores. Porém, nenhuma das duas últimas fases poderá acontecer se não houver empatia gerada na relação tutor/tutorando. Esta empatia, esta afetividade deve ser continuamente trabalhada, tratada e alimentada, à semelhança do que acontece com os afetos na vida pessoal de cada indivíduo.<br>O tutor deve fomentar esta relação de afetividade com a máxima prudência, evitando juízos de valor e comentários que possam ser nocivos para a criação de um ambiente de bem estar e de à vontade entre tutor/tutorando. Com a facilitação, o tutor procurará impulsionar a autoexploração do tutorando. Como se trata de um ponto muito delicado, o qual leva o tutorando a baixar as suas defesas e expor-se, alguns obstáculos poderão surgir no caminho de facilitação.  Desde logo, o tutorando revela tendência a pensar que a tutoria é mais uma hora em que vão obriga-lo a passar cadernos, a fazer trabalhos de casa e advertir que tudo o que faz na escola está errado. Porém o que está errado é esta opinião. Assim, o tutor terá de dar o primeiro passo para contornar este obstáculo e até retirá-lo do caminho. É absolutamente essencial que o tutor, em ambiente ameno, explique ao tutorando o que é a tutoria e o que se pode atingir com esse processo. De forma gentil, segura e afável, o tutor deve explicar e abrir uma porta para um espaço onde, finalmente, o tutorando pode desabafar e iniciar a sua autoexploração. Mesmo assim, poderá haver colegas e amigos do tutorando que o desencorajem a iniciar o seu processo de tutoria. A influência e a pressão dos pares pode ser bastante negativa e atrapalhar muito a relação entre tutor/tutorando. Uma possível forma de contornar este obstáculo poderá ser o que se fez na escola onde leciono: a equipa de tutores e a Direção organizaram uma pequena receção a todos os tutorandos (neste caso, cinquenta), promovendo um momento de convívio em que não faltou um grande bolo com a inscrição "Benvindos Tutorandos". O convívio proporcionou uma proximidade entre os tutorandos e os seus respetivos tutores, além de mostrar que cada um não é um caso único. Afinal, há muitos mais colegas com problemas similares e tal faz parte da vida. Afinal, há uma saída para esses problemas.<br>Numa outra vertente, verificam-se casos em que os próprios encarregados de educação não autorizam os seus educandos a usufruir de tutoria. Este facto verifica-se em poucos casos, na escola onde leciono. Diante deste obstáculo, a equipa de tutores reuniu e, partilhando a sua preocupação, chegou à conclusão que tentará uma abordagem com os encarregados de educação, explicando-lhes o que é a tutoria e quais os seus objetivos, passo a passo. Ao mesmo tempo, os tutores tentarão estabelecer um compromisso com os pais, clarificando (sempre com a tal firmeza gentil) o seu importante envolvimento e ação no processo, enquanto pais.<br>Ainda como mais um possível obstáculo ao desenvolvimento das relações interpessoais na facilitação poderá estar uma antipatia tutorando/tutor e, tenhamos a franqueza de admiti-lo, tutor/tutorando, baseada em episódios negativos passados em contexto de sala de aula. Este caso é bastante delicado, mas parece-me que a solução é desconstruir a imagem criada um do outro, voltar ao ponto zero e reconstruir. É essencial que o tutorando compreenda as diferenças de atitude em contexto de sala de aula e em contexto extra sala de aula. A mesma abertura deve ser presente no tutor, mesmo até para impedir juízos de valor negativos e precipitados, com  base em episódios prévios. Desta forma, torna-se possível restabelecer um clima de confiança entre tutor/tutorando, possibilitando a solidez da relação afetiva.<br>Também poderá acontecer haver mais do que um tutorando em cada sessão. Ora, sendo imperioso que o tutorando exprima os seus problemas, o mesmo pode sentir-se inibido em fazê-lo diante dos seus colegas. Cabe ao tutor retirar este obstáculo do caminho. O tutor tem de saber ouvir, é imprescindível que proceda a uma escuta atenta, ativa e proactiva. Mas, o tutor também tem de estar atento e saber interpretar os sinais do tutorando. Se o tutorando proferir frases como "sei lá", não se preocupe, não tenho nada", "não sei o que dizer",  estará a tornar-se escorregadio como um peixe, tentando escapar ao tutor. Sabemos que a fase de facilitação é aquela em que, por excelência, se estabelece uma relação entre tutor/tutorando. Sendo o alicerce principal da construção de todo o processo de ajuda em tutoria, essa mesma relação não pode ser descurada em momento nenhum, sob pena de se perder o tutorando. Sendo assim, com a afabilidade que lhe é necessária, o tutor deve promover pelo menos uma sessão a sós com o tutorando, para que este possa exprimir e reconhecer os seus problemas com à vontade. Mais tarde, o tutor poderá tentar a reintegração do tutorando no grupo original (que deve ser sempre reduzido), procurando instigar uma partilha dos vários problemas entre todos. Nessa altura, estarão reunidas as condições favoráveis para o tutor prestar o seu apoio afável aos tutorandos, no reconhecimento e na compreensão dos seus problemas.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-25 17:58:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tutoria</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/133157456</link>
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         <pubDate>2016-10-25 19:48:41 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 Tarefa 2 Motivação</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/134946892</link>
         <description><![CDATA[<div>"Um tutor pode motivar um tutorando a melhorar o seu envolvimento na aprendizagem"?... Esta é uma questão que tem vindo a ecoar na minha mente e deve-se essencialmente a dois pontos: sou professora-tutora inexperiente e percebo que motivar um aluno-tutorando requer um trabalho minucioso, de cuidadosa influência nos padrões motivacionais dos tutorandos.<br>Já referi várias vezes que o processo de tutoria faz com que o tutor possa caminhar nos pensamentos, angústias e sonhos dos tutorandos. Esse caminho deve ser trilhado com o máximo cuidado, uma vez que o tutor deverá desempenhar um papel de referência positiva para o tutorando. O mínimo percalço poderia destruir esta referência. A fase de facilitação no processo pressupõe que se construa uma relação de empatia e afetividade entre tutor/tutorando. O processo vai avançando gradualmente, o tutorando vai fazendo paulatinamente a sua autoexploração e as fases do processo vão-se sucedendo. Assim, chega o momento em que é necessário motivar o tutorando.<br>Sendo eu tutora inexperiente e tendo iniciado o exercício de tutoria há poucas semanas, começo a antever a necessidade de motivar os meus tutorandos. Pergunto-me a mim própria o que posso fazer. Por enquanto, tenho tentado fazer com que os meus tutorandos exprimam os seus sonhos a longo prazo. Surgem respostas diferentes: Jogadora Profissional de Futsal Feminino, Bailarina de Ballet Clássico, Arqueólogo, Engenheiro Químico, casar e ter filhos. Portanto, mostram ter objetivos a longo prazo, objetivos de vida. Mas, como poderei ajudá-los a transferir a mesma força de vontade, a motivação, que mostram nestes sonhos, para a aprendizagem escolar? Estou certa que a minha influência pode e deve ser positiva nos tutorandos, de maneira a que transfiram essa motivação alicerçada na força de vontade e que delineiem objetivos centrados na aprendizagem.<br>A ausência de objetivos deixa os alunos-tutorandos à deriva no seu dia-a-dia escolar: vão às aulas porque são obrigados, não participam nas tarefas escolares, perturbam as aulas, reclamam constantemente por serem chamados à atenção, normalmente respondem "É sempre comigo. Já estou habituado". Ora, o professor-tutor terá de perceber que este estado de desmotivação mostra que interiormente o aluno-tutorando não está estimulado para a aprendizagem, pelo que o seu comportamento diante de situações de aprendizagem é sempre negativista. Não raras vezes, este tipo de aluno-tutorando mostra ter expectativas de sucesso muito baixas. Pensa que não tem capacidades suficientes para executar variadas tarefas, recusando até fazê-las para evitar o insucesso e todo o desconforto que tal lhe causa. Em Inglês, por exemplo, pode haver alunos-tutorandos que se recusam a ler em voz alta, convencidos que não são capazes e que os colegas vão rir-se dele. Cabe ao professor-tutor implementar diferentes estratégias para impulsionar a motivação de tais alunos-tutorandos. Pessoalmente, enquanto professora de Inglês, trato de esclarecer que na minha aula não há desistentes, há resistentes. Portanto, não existe o "eu não sei", mas antes o "vou tentar". Acrescento que todo o ser humano nasce com inteligência, há que fazer bom uso dela. Mas, como ninguém nasce ensinado, estamos todos juntos para estudar a língua inglesa - os alunos estudam comigo e eu com eles, de forma a que sejamos um só. Para além de esclarecer isto, também esclareço que como tenho mais conhecimentos do que eles, estou ali para os ajudar. Evito usar palavras como "aprender" e "ensinar", para que promova a união entre mim e eles. Realço que somos uma equipa grande. Ao colocar a disciplina que leciono neste patamar já estou a ajudar os alunos a libertarem-se de medos e vergonha de ter insucesso nas tarefas. Penso que todos os professores deveriam adotar esta posição, pois verifico de há anos para cá que ela retira barreiras condicionantes do sucesso. A partir daqui, é também conveniente adotar uma postura de estilo motivacional o mais alicerçada possível em estilos responsivos ao contexto (quer seja de sala de aula, quer seja de sessão de tutoria) e adaptáveis, de maneira que haja um impacto positivo nos padrões de motivação dos alunos-tutorandos. É certo que deve haver uma relação de empatia entre professor-tutor/aluno-tutorando, senão torna-se extremamente difícil&nbsp; recorrer a estilos responsivos. Uma vez presente essa empatia, então temos condições para apoiar a autonomia dos alunos-tutorandos. Ou seja, encetar um suporte de autonomia que encoraja e aceita os pensamentos, as opiniões, os sentimentos e as ações dos alunos-tutorandos, apoia e incentiva a escolha individual, confere tempo para a aprendizagem individual, ao mesmo tempo que utiliza linguagem informativa. Dentro deste prisma, é importante recorrer continuamente ao reforço positivo ao aluno-tutorando. Pequenos elogios funcionam como grandes estratégias. O professor-tutor não deve descurar o hábito de dar o reforço positivo, os quais causam grande impacto nos padrões de motivação dos alunos-tutorandos, mais ainda se esse reforço for aplicado diante dos colegas. São simples elogios como "Muito bem", "Estás lá pertíssimo, fantástico", "Viram bem o que o vosso colega fez? É o que todos devem fazer: colocar as dúvidas sem medo", "Afinal quem foi que disse que não conseguias?", "Olha como pronunciaste tão bem esta palavra", etc...<br>Já foi mencionado atrás que a ausência de objetivos escolares deixa o aluno-tutorando à deriva. Sem eles, a motivação enquanto estado interior situa-se em níveis negativos. O professor-tutor pode influenciar o aluno-tutorando a estabelecer objetivos reais, cujo cumprimento seja alcançado a curto prazo, com resultados visíveis também a curto prazo. Envolver o aluno- tutorando em pequenas tarefas que se afigurem interessantes e aliciantes irá impulsionar a motivação intrínseca. Este envolvimento poderá ser efetuado, por exemplo, dando ao aluno-tutorando a possibilidade de escolher um tema a abordar - o professor-tutor poderá sugerir três temas atrativos&nbsp; e deixar o aluno-tutorando escolher um. Depois. é necessário estabelecer etapas e tarefas para o estudo desse tema. É preciso elogiar sempre as pequenas vitórias do aluno-tutorando ao completar as tarefas. Posto isto, o professor-tutor pode aumentar gradualmente a complexidade das tarefas, ao mesmo tempo que aumenta o envolvimento do aluno-tutorando. No final, passo a passo, o aluno-tutorando satisfez as três necessidades psicológicas de necessidades básicas, enquanto condição fundamental para impulsionar a motivação intrínseca. De tarefa em tarefa, de objetivo em objetivo, o aluno-tutorando sentirá liberdade sobre as suas ações (correspondente à autonomia percebida), adquirindo confiança e segurança nas suas opções. Consequentemente, irá sentir-se capaz e eficaz na prossecução das atividades/tarefas e na interação com o meio que o envolve (correspondente à competência percebida) e sentirá uma maior predisposição para o relacionamento com os outros, estabelecendo ligações emocionais/amizades e vínculos genuínos, mesmo até os que pensou antes não serem possíveis (correspondente ao relacionamento).<br>Finalmente, quando me pergunto a mim própria se posso influenciar os meus tutorandos, melhorando os seus envolvimentos na aprendizagem, a minha resposta interior inequívoca é sim, posso, devo e quero, sem nunca descurar o alicerce central de todo este processo, a relação de empatia/afetividade entre mim e eles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-02 22:13:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gaby_matos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tutoria - motivação&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-02 23:38:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gaby_matos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tutoria - facilitação</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-03 00:09:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/134958412</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>We are part of Nature. We are part of the Universe. Feel it.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-03 00:17:09 UTC</pubDate>
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         <title>Módul 4 Tarefa 1</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/136232879</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Modelos de Autorregulação</strong><br><br>No reino animal surgem vários casos de comportamentos em grupo, os quais revelam uma extraordinária capacidade de trabalho de equipa, de forma a garantir a sobrevivência da espécie.&nbsp; Casos como o comportamento de grupo das leoas, das orcas, dos lobos, entre outros, são muitas vezes estudados e apontados como reveladores de uma inteligência admirável, dando ao mesmo tempo uma grande lição de cooperação ao Homem.&nbsp;<br>No caso específico do vídeo, vemos uma família de orcas que avista uma cria de foca, descansando num iceberg flutuante. A cria encontra-se numa posição vulnerável e é um bom alimento para o membro mais novo da família. Sendo assim, a família de orcas trata de estabelecer um plano a colocar em prática, de modo a que o membro mais novo da família se alimente. A família de orcas procede do seguinte modo:<br><br>1º passo: Planificação<br><br>Principiam por fazer um reconhecimento da superfície do iceberg, erguendo verticalmente as suas 8 toneladas, ao mesmo tempo que espreitam a cria de foca. Analisam as posições cuidadosamente e traçam, em conjunto, as respostas a questões tipo "o que temos de fazer?", "como vamos fazer?".&nbsp;<br>Delineiam essencialmente três objetivos, os quais juntos concorrem para um objetivo maior - garantir a sobrevivência do elemento mais novo e da espécie. Assim, o objetivo primordial é subdividido em objetivos concretos e reais: 1º)&nbsp; comunicar entre si o que fazer, por meio de sons vocais; 2º) colocar o iceberg em zona e posição favorável; 3º) colocarem-se em linha para ajudar o elemento mais novo a alimentar-se, ao mesmo tempo que aprende uma estratégia de caça.<br><br><br>2º passo: Execução<br><br>O iceberg é bastante longo e grande na parte inferior, por baixo de água. As orcas comunicam entre si o objetivo de colocar o iceberg numa zona da água longe de qualquer outra placa de gelo, isolando a cria de foca. Seguidamente, e de acordo com a mensagem partilhada, deslizam o iceberg para outro ponto, usando a sua força imensa, sempre em conjunto. Após isto, afastam-se um pouco, colocam-se em linha e aguardam o sinal dado pelo membro mais novo da família. Quando o membro mais novo emerge, expulsando um jato de ar pelo orifício no topo do seu corpo, comunica desta forma que está pronto e na posição adequada para tragar a cria de foca. A um movimento sincronizado, as orcas lançam-se velozmente em direção ao iceberg. Provocam uma onde forte, que obriga a cria a deslizar para a borda do iceberg. O elemento mais novo da família das orcas abocanha a cria de foca, que agoniza entre gemidos de dor.&nbsp;<br><br>3º passo: Avaliação<br><br>O objetivo maior de alimentar a orca mais nova e preservar a espécie foi amplamente conseguido. Decerto a família de orcas ficou satisfeita, pois a execução do seu plano resultou em completo sucesso. Tudo correu como planeado.<br><br>Este exemplo impressionante de trabalho de equipa, pode ilustrar o modelo PLEA, tendo em consideração as suas três fases: Planificação (pensar antes), Execução (pensar durante) e Avaliação (pensar depois). Ainda que este exemplo se centre em trabalho de equipa, não deixa de transparecer que o objetivo primordial da sobrevivência da espécie (concretamente a orca mais nova) passa pelo estabelecimento de um plano, onde foram integrados objetivos mais específicos, objetivos CRAva, atingíveis em menor espaço de tempo do que o objetivo primordial. Assim, a consecução e execução&nbsp; desses objetivos mais concretos e reais juntou todas as peças do puzzle para que se atingisse o objetivo de alimentar o elemento mais novo da família de orcas.&nbsp;<br>O modelo PLEA chama a atenção para esses pontos: primeiro há que pensar antes de executar, delinear objetivos concretos e planear; depois há que executar o plano, sem deixar de executar todos os passos, de maneira a que se possa pensar claramente durante a execução do mesmo; por fim, há que avaliar os resultados da execução do plano, pensando depois sobre&nbsp;os resultados e os meios utilizados que proporcionaram esses mesmos&nbsp;resultados.<br><br>De forma semelhante deve proceder o tutorando. Primeiro deve estabelecer um plano para cumprir as suas tarefas e alcançar objetivos positivos. Não deve estabelecer objetivos demasiado ambiciosos e, portanto, irrealistas. Deve antes estabelecer um objetivo mais audacioso, o qual possa ser repartido por vários objetivos CRAva, com resultados a curto prazo e que permitem ao tutorando evoluir progressivamente de forma segura. O somatório desses objetivos CRAva vai compor o seu objetivo mais audacioso. Dessa maneira, o tutorando vai aprofundando as suas capacidades autorregulatórias e construindo o seu sucesso .<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-08 20:24:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/136246582</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>I am the Conductor of my classes . Students are my symphony .</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-08 21:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tutoria</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/136247907</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Teamwork</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-08 21:28:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/136248243</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tutoria<br>Teamwork</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-08 21:30:03 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 5 Tarefa 2</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/137927500</link>
         <description><![CDATA[<div>Relações Interpessoais</div><div><br></div><ul><li>Sendo a relação tutor/tutorando o mesmo que a coluna vertebral do processo de tutoria, podemos dizer que a sua medula é, claramente, a afetividade. Sem a afetividade absolutamente nada no processo de tutoria pode funcionar. Por isso, este ponto tem de ser cuidado com a maior prudência e atenção, exigindo contínuo trabalho de manutenção sobre a mesma. Nunca a relação tutor/tutorado pode ser descurada, uma vez que ela vai influenciar o desenvolvimento do processo de forma inequívoca. à medida que o tutor cimenta a sua relação afetiva com o tutorando e, por isso, abre um espaço confortável de exposição pessoal e de autoexploração para o tutorando, passo a passo surge a necessidade de encetar a ação para concorrer para os objetivos da tutoria. Assim, torna-se essencial refletir em certos aspetos: afetividade, ação, confrontação, feedback, assertividade são palavras que sintetizam aspetos fundamentais que acompanham a "fase de iniciativa".</li></ul><div>De facto, sendo uma fase muito importante e, ao mesmo tempo, complexa de desenvolver, a ação (ou "fase de iniciativa") implica a tomada de decisões difíceis, tanto para o tutorando, como para o tutor O tutorando tem de decidir empreender um trabalho difícil de mudança comportamental. O cumprimento dessa decisão pode revelar-se, por vezes, muito árduo e até doloroso. Nesta altura, podemos verificar alguns recuos na atitude do tutorando, para voltar a empreender avanços no processo. Esta fase representa um teste decisivo para o tutor e para o tutorando, em que ambos, como equipa que formam, devem perceber se conseguem idealizar um plano de ação concretamente e corretamente moldado às necessidades do tutorando e, além disso, se conseguem pô-lo em prática, mesmo quando tudo se torna muito difícil e os níveis de ansiedade possam subir um pouco. Na verdade, baixar as armas não é opção,&nbsp; por isso nem o tutr, nem o tutorando se podem permitir desistir. Pelo contrário, devem ambos insistir no&nbsp; processo, procedendo a reajustes.&nbsp;<br>O tutor deve ajudar o tutorando a elaborar um plano centrado no aluno e este plano deve ser sistemático, bem pensado, ajustado às necessidades do tutorando e alicerçado em objetivos realistas. Os objetivos devem ser tendenciosamente alcançáveis a curto prazo, visíveis e sempre promotores de uma melhoria traduzida na mudança construtiva nos tutorandos. O tutor, valendo-se sempre da sua relação afetiva com o tutorando, deve ajudá-lo a levar a cabo uma compreensão de si próprio, dos seus comportamentos e do impacto que os seus comportamentos têm em todos à sua volta, incluindo no tutor.&nbsp; Mas, o tutor não é imune à autorreflexão. Ao tempo que ocorrem a autorreflexão e mudanças no tutorando, o mesmo acontece ao tutor, de certa maneira espontaneamente ao jeito de semente a dar frutos. O tutor começa a ter presente em si uma autorreflexão, que o leva a questionar-se sobre o que pode fazer, como pode fazer, que resultados tem obtido, o que pode pesquisar, o que pode melhorar. Assim, podemos dizer que o tutor inquieta-se, questiona e avalia a eficácia das estratégias que aplica durante o processo. Esta questão pode ser analisada seguindo o modelo PLEA, que implica "pensar antes, pensar durante e pensar depois" de aplicado o plano e suas estratégias. Esta análise visa sempre fazer melhor e torna-se uma necessidade do tutor, porque também ele vai mudando a sua perspectiva e os seus pontos de vista à medida que o processo de tutoria avança. A mudança pessoal do tutor põe-no alinhado e em sintonia com a evolução e a dificuldade do processo de mudança comportamental que decorre do processo de tutoria. Podemos dizer que tanto o tutor como o tutorando sofrem mudanças comportamentais neste processo.<br>Por outor lado, pode acontecer de se verificar discrepâncias entre aquilo que o tutorando se propôs a fazer e aquilo que realmente faz, levando a pequenos retrocessos no processo. O tutor terá a necessidade de proceder a uma confrontação,&nbsp; mas não dever fazê-la sem assertividade e sem afetividade. Se não se agarrar a isto, o tutorando pode fechar-se sobre si próprio e todo o trabalho feito até então estará perdido, podendo mesmo ser irrecuperável. Assim, a confrontação dever ser feita de modo assertivo, para que o tutorando faça a sua autoanálise e reveja o que pode melhorar. A imediaticidade do momento de confrontação é importante. Não se deve adiar a confrontação, sob pena de levar o tutorando a pensar que é normal manter comportamentos negativos. O tutor deve encorajar continuamente o tutorando na resolução dos seus problemas, de uma forma autorregulada e cada vez mais autónoma.&nbsp; O feedback centrado num discurso com ênfase num prisma positivo torna-se um forte aliado do tutor para levar a cabo o encorajamento do tutorando. Tudo isto deve ser sempre alicerçado na relação afetiva tutor/tutorando, a qual não pode ser descurada em momento algum.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-15 22:02:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>TUTORIA</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/137946855</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Fase de Iniciação </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-16 00:41:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tutoria</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/137947064</link>
         <description><![CDATA[<div>Voe ! Não desista !</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-16 00:44:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Módulo 6 Tarefa 1</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/144901857</link>
         <description><![CDATA[<div>Possible Selves<br><br>Em tutoria, a autorregulação pode ser vista como uma chave única, capaz de abrir a porta para o envolvimento escolar do tutorando. Sendo uma peça única, original pela sua individualidade, é no entanto difícil para o tutorando apoderar-se dela. Esta chave, esta ferramenta, é quase um valor raro e passível de ser encontrado através do esforço e do trabalho. A autorregulação pressupõe um compromisso do tutorando consigo próprio, mantido e cumprido mediante esforço e trabalho, ou seja, pelo caminho que conduz à chave. Mas, como conseguir essa chave? O tutorando terá de promover o seu envolvimento escolar através da orientação do estudo, da resolução de problemas comportamentais e emocionais, recorrendo a diferentes estratégias de raciocínio. Estas estratégias são sugeridas por diversos modelos de autorregulação, o que oferece uma gama de possibilidades ajustáveis a cada tutorando. O tutor deve analisar o caso de cada tutorando como um caso isolado, sem generalizar as situações e ajudar o tutorando no recurso às estratégias autorregulatórias.</div><div>Nesta esteira, surgem os possible selves. Os possible selves são fenómenos de natureza privada e parecem ser um holograma do próprio tutorando. Os possible selves são como imagens cognitivas possíveis do “eu” de cada tutorando e são influenciados/formados por vários fatores, como o passado do aluno, por exemplo. No entanto, o fator que mais influencia os possible selves é o próprio aluno. Resumidamente, a chave da questão permanece no próprio aluno.</div><div>Os possible selves manifestam-se em diferentes domínios da vida de cada um. Podemos indicar três tipos diferentes de possible selves. Centrando-nos na questão da tutoria, verificamos que apesar de serem diferentes, todos os possible selves têm a sua âncora no próprio aluno. Assim, podemos verificar o seguinte:</div><ul><li>Possible Selves Esperados – este fenómeno aparece ligado àquilo que o aluno deseja, são como “eus” desejados. Por exemplo, o aluno pode aliar a sua motivação (enquanto estado interior) ao seu desejo de vir a ter sucesso num determinado domínio da sua vida, como vir a ser médico. Na minha adolescência sempre quis aprender Inglês e Alemão, para me tornar uma profissional de línguas estrangeiras, capaz de viajar pela cultura e literatura daquelas duas línguas. Quando, em determinado ponto do meu passado, fui confrontada com a possibilidade de frequentar um curso superior de secretariado, recusei. O meu possible self era um possible self esperado e o que eu desejava era vaguear em esferas mais altas do que trabalho de secretariado. Hoje sou docente de línguas estrangeiras. Os possible selves esperados podem estar intimamente ligados a possibilidades de sucessos concretos e reais.&nbsp;</li><li>Possible Selves Expectáveis – este fenómeno, por sua vez, aparece ligado àquilo que o aluno espera e antecipa como consequência do que fez. Ou seja, é a antecipação/antevisão que o aluno faz dos resultados, como consequência das suas ações. Uma das minhas tutorandos revela um profundo desejo de prosseguir estudos pela via profissionalizante, no ensino secundário. Tendo tido insucesso no ano passado, a Luciana presentemente repete o 9º ano de escolaridade. Após algumas sessões de tutoria, a aluna está no ponto do processo em que decidiu mover os seus esforços para o objetivo “passar de ano”. A aluna está, assim, a desenvolver um possible self expectável, porque tem a esperança de concluir o 9º ano mediante a mobilização de estratégias autorregulatórias para o envolvimento nas aprendizagens e a ajuda da tutora. Um possible self expectável pode estar, também, ligado ao sucesso em vários domínios, desde que as estratégias para o alcançar sejam as adequadas, alicerçadas em passos específicos como elaboração de um plano com objetivos realistas, avaliação das estratégias segundo o modelo PLEA, etc…&nbsp;</li><li>Possible Selves Temidos – este fenómeno parece-me ser o mais difícil de todos. Surge como uma projeção de um “eu” receado, que poderá ter sido construído com base em experiências passadas negativas. Neste contexto, o aluno vê a possibilidade do seu “eu” falhar estrondosamente numa qualquer tarefa ou num qualquer domínio da sua vida, atingindo um fracasso que muito receia. Por isso, quando um aluno desenvolve um possible self temido, muitas vezes opta por não tentar fazer tarefa alguma, pois assim não haverá um resultado de insucesso a enfrentar (por exemplo, recusa em ler em voz alta na aula, recusa em redigir textos, etc). O aluno pensa que não é capaz de executar uma qualquer tarefa com sucesso, portanto não a faz. Na sua perspectiva, julga criar uma defesa anti-humilhação pelo insucesso, pensando ser mais fácil lidar com o facto de não executar uma tarefa do que executá-la e obter insucesso. O aluno evita uma realidade possível. Simplesmente, esta opção tomada diante do receio, não alivia nem o sofrimento, nem o medo que ele sente. Cristiano, um dos meus tutorandos, desenvolveu um possible self temido. Completamente dominado pelo gosto de jogar futebol, não encontra sentido nenhum na escola. Apenas nos treinos de futebol. O aluno não consegue fazer uma transferência de força e motivação do futebol para as aprendizagens escolares. Foi a duas sessões de tutoria e não conseguiu esboçar objetivos de vida como ter um emprego estável, casar e ter filhos. Depois, começou a faltar sistematicamente às sessões. Cruzo-me com ele muitas vezes, no espaço escolar. Abordo-o e tento recuperá-lo chamando-o de volta às sessões de tutoria. Mas, o aluno teme falhar. Está a repetir o 9º ano, por causa das disciplinas de Português e Matemática, sujeitas a exame nacional. O aluno receia não superar nenhuma das duas…e evita-me. Quando falamos nos corredores, o aluno nunca cruza o olhar dele com o meu. Evita o contacto visual. Prefere não tentar nada, para que não tenha de enfrentar nada. Porém, o olhar dele sempre em direção ao chão, ou a um qualquer ponto muito distante de mim, diz-me que o aluno permanece no sofrimento. O possible self temido desenvolvido pelo aluno vai dar-me muito que pensar, muito que agir e muito que analisar no segundo período. Nesta linha, o processo de tutoria autorregulatória surge como o único capaz de resgatar o aluno e de abrir-lhe o caminho, que deve seguir comigo ao seu lado, para que aconteça o que ele julga não conseguir: concluir o 9º ano.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-30 15:53:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tutoria - Possible Selves</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/144902178</link>
         <description><![CDATA[<div>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-30 16:09:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tutoria - Hoped-For versus Feared Possible Selves</title>
         <author>gaby_matos</author>
         <link>https://padlet.com/gaby_matos/E1T13190/wish/144902346</link>
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         <pubDate>2016-12-30 16:12:24 UTC</pubDate>
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         <title>A humanidade !...</title>
         <author>gaby_matos</author>
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         <pubDate>2016-12-30 16:18:44 UTC</pubDate>
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         <title>Little pray ...</title>
         <author>gaby_matos</author>
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         <description><![CDATA[<div>I would like to help many people living their own fairy tale . Please, dear God, help me achieving that . </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-30 16:20:11 UTC</pubDate>
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         <title>Seasons Greetings !</title>
         <author>gaby_matos</author>
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         <pubDate>2016-12-30 16:23:50 UTC</pubDate>
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         <title>Seasons Greetings !</title>
         <author>gaby_matos</author>
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         <pubDate>2016-12-30 16:24:59 UTC</pubDate>
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