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      <title>Rosarienses 1979 a 1981 by Claudia Padão Rovani</title>
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      <description>Nossas  histórias de vida</description>
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      <pubDate>2020-08-30 22:19:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cláudia Padão Rovani </title>
         <author>claudiapadao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Turmas 111, 211 e 308<br>Então, resumir 55 anos e meio em alguns parágrafos não é fácil. Mas vamos lá!<br>Sou a filha do meio. Tenh o uma irmã mais velha, 2 anos e pouco mais que eu e tive um irmão mais novo, que faleceu com 18 anos, quando eu tinha 20 anos. Uma tragédia que tivemos que aprender e conviver (morreu de acidente de moto) com esta dor imensurável mas, que ao longo do tempo foi amenizando. Entrei no Rosário no Ensino Médio, vinda do IE (Instituto de Educação, do estado). O Rosário foi uma oportunidade de conhecer outro mundo que não o IE e sou muito grata. Por vezes não me sentia confortável lá mas, adorei fazer parte. Conheci e convivi naqueles 3 anos com pessoas que levo no coração até hoje, que convivo ainda e que me fizeram estar aqui neste grupo que, aliás adoro. Fiz biologia na PUC, casei em 89, fiquei 15 anos casada, morei durante este tempo aqui em Poa, em Crissiumal e Vacaria por causa do ex que foi juiz nestas comarcas. Lá trabalhei também e pude conhecer outras realidades, o que foi muito bom. Voltei pra POA em 2004 quando me separei, com meus 3 filhos pequenos, 11, 8 e 3 na época. Hoje o mais velho João Vicente com 27, formado em direito, Maria Eduarda com 24, formada em Publicidade, ambos trabalhando e o caçula Arthur que está no último ano do Ensino Médio. Sou professora e trabalho há 24 anos em sala de aula, amo! Há 7 anos trabalhando com educação infantil e ensino fundamental, com a disciplina de educação ambiental e educação para a sustentabilidade (esta de 1o a 5o ano e que acho que ainda não tem outra escola que trabalhe este conteúdo como disciplina especializada). Coordeno também o Núcleo de Sustentabilidade da Instituição que trabalho. Perdi meu pai em 2013, muito triste. Minha mãe, meu exemplo, segue firme e guerreira, sozinha nestes 5 meses de pandemia. Eu e minha irmã fazemos as compras e levamos pra ela, sem entrar. Conto deste grupo e ela adora saber notícias dos que ela conheceu na época.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-30 22:37:14 UTC</pubDate>
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         <title>Lisete Dal Mas</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Turmas 108, 203 e 305<br>Eu nasci em Porto Alegre, estudei em um colégio público perto da minha casa, em Petrópolis, todo o 1º grau, fui para o Rosário só no 2° grau. Saí de lá e fui direto para engenharia civil da PUC ( a propósito fui colega do Newton e do Álvaro por lá). Me formei e fui morar em São Paulo, depois de quase 3 anos voltei. No meu retorno comecei a trabalhar na área de saneamento e faço isto  até hoje. Já conheci várias cidades aqui no estado e no Brasil por conta do meu trabalho,  lugares que jamais teria ido por vontade própria, mas que gostei de conhecer. Tenho uma filha, Luísa, 25 anos, que mora em São Paulo, é jornalista. Me separei faz mais de 10 anos,  parei de contar, hehehhe. No momento estou sentido muita falta de poder ir para São Paulo, ir a shows e um cineminha no findi.</div><div>Ah sou colorada!!!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-30 22:53:05 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Valkiria De Azevedo 82/ 105/ 204.                              Bem, sou a Valkiria, fiz 3 semestres de História junto com Terapia Ocupacional ( história de manhã na PUC e  TO à tarde no IPA!) Trancava uma e volta pra outra 😅 Adorava Arqueologia e cheguei a fazer uns cursos  mas sempre odiei história no colégio 😁😄!  Recreio na FAMECOS!!!  Me formei em TO mas abri uma loja de roupas na Central Park , Mostardeiro 333 chamada Dark Moon,  fiquei 1 ano e meio e resolvi trabalhar como Terapeuta Ocupacional! Fui para o Hospital Espírita( era o q + oferecia vagas para TO ) e depois para uma Clínica Aberastury , ambientoterapia com crianças e adolescentes autistas e outras patologias . Casei em 1991 e no mesmo ano nasceu meu filho prematuríssimo( @⁨Ernani/ Alana⁩ 29 semanas!) Em seguida ganhei a segunda e logo a clínica não estava bem e me demitiram. Não havia muitos empregos p TO na minha época, comecei a fazer atendimentos à domicílio e fui deixando minha vida profissional mas  tentando concursos, claro sem estudar não consegui ingressar. Em 2006  iniciei por hobby cursos de joalheria em ouro e prata e acabou sendo uma atividade profissional até hoje.( Esse ano dei um tempinho ) De 2010 à 2014 foi uma época mais difícil da minha vida, pai, mãe e marido com problemas de saúde. Fiquei viúva em 2014 e já consegui refazer a minha vida, meu pai faleceu em fev de 2017,  meus filhos estão encaminhados e eu estou Feliz! Adoro nosso grupo e estou louca para o nosso próximo encontro!</div>]]></description>
         <pubDate>2020-08-30 22:57:46 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela Santurio</title>
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         <description><![CDATA[<div>Turmas 64, 74, 88, 110, 207 e 309<br><br>Uruguaia, cheguei aqui em 1976, direto para a 64 do Rosário. Meus pais valorizavam muito a educação e desde muito cedo, nos colocaram a estudar inglês, fazer esportes (escolhi natação e vôlei), e estudar música (escolhi piano) e frequentamos escolinhas de artes (trabalhos com desenho, argila, madeira, metais,..). Lembro de ter uma agenda cheia a partir dos 5 anos.....kkkkk. Adorava. Segundo minha mãe relata, falei antes do primeiro ano - era tagarela - e sempre soube que queria química. Não brinquei de boneca, brincava de laboratório, aliás tinha um na garagem de casa, juntava $$ e ia na farmácia comprar insumos para meus experimentos. O farmacêutico achava estranho e falava com minha mãe, para entender o que aquela pirralha pensava em fazer. Lembro de ver aqueles armários cheios de vidros na cor âmbar, eram altos (eu é que era pequena), para mim uma visão incrível. Para mim o Rosário foi o máximo, tenho um amor muito grande por tudo o que representou. Éramos 3 filhos no colégio, e os custos elevados, logo a preparação para o vestibular foi: colégio e casa. Na verdade nos últimos meses fiz parte do grupo de Mat e Fís do Fulgêncio, que preparava para EQ e Medicina. No início de 82, com o boom do pólo petroquímico, entrar em EQ era mais difícil que em Medicina. Tinha certeza que entraria na UFRGS, fiquei doente dias antes das provas, com 16 furúnculos na axila e morte da minha vó, fiz a primeira prova e cheguei em casa e disse que não tinha passado pois a prova ficava preta/branca/preta/branca, enfim efeito da febre. Decidi que não faria PUCRS, pois seria mais custos e achava que pesaria....Acabei fazendo pois era muito próxima da Luciana Falcão e a mãe dela e a minha me convenceram: faríamos companhia uma para a outra. Passei a AMAR a PUCRS, tanto que no ano seguinte não quis trocar, voltei a fazer vestibular, dessa vez para Bacharelado em Letras na UFRGS (aprendi a gostar de línguas e seria uma opção para estudar sem custos). Pela manhã ia no Campus do Vale, daí saía e ia para a PUCRS, onde ficava até o final da noite. Amava tudo isso. Após o 2o. ano de EQ entrei em Tintas Renner, que tinha um programa tipo trainee, o Renato Garcia conhece, mas como para mim as coisas acabam sendo diferentes, fui a única estagiária que não passou por ele (fiquei triste na época)..., e a primeira a ser contratada antes da formatura (e única). Mais tarde acabei coordenando o programa.... Fiquei aí uns 20 anos, fiz toda a carreira possível e acabei saindo assim que definido que a empresa seria vendida (todos os gestores foram saindo), foi uma das últimas, sendo que a empresa preparou tudo para que trabalhasse em home office, prestando serviços na área técnica. Fizeram isso comigo e com o diretor ao qual me reportei nos últimos anos. Ele topou e eu decidi trilhar outra rota, pois tinha 40 anos, dois filhos pequenos, e opções no mercado. Depois, quando se efetivasse a venda poderia ser tarde....Saí amando a empresa e ela foi muito legal comigo, recebi um mimos durante dois anos após ter saído, entre eles, plano de saúde extensivo à família (pode?). Sempre continuei estudando, a área de informática despontava e eu instigada comecei indo na biblioteca da empresa, para aprender de forma autodidata, aí resolvi fazer uma pós graduação em Informática (87). Em 88 fiz vestibular para ADM na UFRGS  (acabei jubilada: muita coisa ao mesmo tempo não podia trancar mais),  mais tarde um pós em Adm. da Produção (92). Após essa pós um dos professores me convidou para fazer um curso prepa para ingressar no Mestrado na Eng. Prod da UFRGS, tirei férias e passei janeiro inteiro com aulas, antes da prova me chamou e pediu para que pensasse em dedicação exclusiva, pois queria levar "a prática" para dentro do curso. Quase infartei, quase o matei!. Desisti, não iria deixar a carreira que estava construindo. Que verão.......kkkk. Em 93 fui para EUA pela empresa, visitamos laboratórios de fornecedores e  estudei em KENT/Ohio (escrevemos um projeto e ganhamos bolsas SENAI e FAPERGS). Na verdade minha carreira acabou sendo desenvolvida na área de Gestão. Em 94 passei a lecionar no curso Técnico em Química do Batista, e em 95 a ULBRA procurou o Superintendente da Renner pois estava atrás de professor com experiência, e ele me indicou. Lecionei nas Engenharias da ULBRA por 10 anos, 20h em sala de aula: manhã e tarde na indústria e noite na universidade. Amava. em 92 fiz um Mestrado na área de Marketing &amp; Planejamento Estratégico na UCES/Buenos Aires, pois a essa altura participava nessas áreas na empresa. Quando saí, fui trabalhar em Logística em duas transportadoras, na primeira como administradora, assessorando o dono, e na segunda como gerente de unidade. Em 2008 um ex diretor da Renner (Dir Fin.), que tinha saído da empresa no início dos anos 90 me ligou, dizendo que participava do Conselho de uma empresa familiar e eles tinham muitos problemas na área de logística, enviei o CV e acabei retornando à área química como gestora de Industrial &amp; Operações (tudo com exceção de Contraladoria/Finanças/Comercial, que ficou com a seg. geração). Fiquei 10 anos. Quando a crise da construção civil pegou, os sócios voltaram à gestão. Na semana que entrei na empresa tive que sentar à frente da Paula Roussef, momento em que a empresa assinava um TAC. Resolvi fazer Engenharia de Segurança. Ao decidir, procurei o @Marcelo Porto para me orientar e anos mais tarde me acolheu como perita.<br>Em 2017 fiz ENEM para acompanhar filho e acabei com uma pontuação interessante. Resolvi fazer Gestão em Saúde/UFCSPA, pois achei que poderia utilizar experiência. Em 2018 entrei no Mestrado na mesma instituição. PPG novo; consegui a bolsa disponível e hoje, entre outros participo como pesquisadora na área de saúde do trabalhador, transferência de tecnologia, empreendedorismo e inovação. Dou assessoria a indústrias químicas como PJ, e participo da Direção da ARES, ABQ, de comitês de SSMA no SINDIQUIM e  do COESPPCI, do GEAT da FIERGS. Perdi meu pai em 90, tempo difícil, só eu trabalhava, morávamos de aluguel,..., os irmãos nos unimos e zelamos uns pelos outros, de forma a que todos pudessem ter as mesmas condições. Hoje todos formados/bem sucedidos ....Amo minha familia, nosso cão Strider, cozinhar (confrade da Cook SERGS, primeira e única turma feminina....kkkk), Ana Carolina, Van Gogh, a escola impressionista, astrologia bem feita, trabalhar com pessoas, a docência (quero voltar), trabalho voluntário, Gramado, viajar e estar próxima aos amigos. ...</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-30 22:59:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Fabiani Mendes Scherer <br>Bora lá...<br> Sou Fabiani Mendes Scherer, nasci em Camaquã, no dia 28/7/1964. Aos 3 anos perdi em um atropelamento em frente a casa dos meus avós maternos meu irmão mais velho. Os dois anos seguintes foram bastante difíceis, pois nossa mãe custou a se refazer.<br> Após este período meu pai me ensinou tudo que se ensina ao filho homem primogênito. Fui pega PRF dirigindo aos 8anos, aprendi a pilotar trator, colheitadeira, caminhão entre outros e o faço até hoje se necessário.<br> A vida escolar foi paralela a vida de atleta, pq aos 12 anos já participava da seleção municipal de handebol, em contra partida, tinha que ter as melhores notas na escola, se não meu castigo era não jogar.<br> Qdo fui para PoA, foi bem complicado, conforme coloquei antes, fui pressionada pelos dirigentes da seleção gaúcha a repetir o 3°ano para poder permanecer na equipe. O que para minha mãe (professora) era inaceitável. <br> Ao sair do Rosário entrei em Arquiteta e Urbanismo onde cursei apenas 4 semestres. Como engravidei, voltei para Camaquã e casei em 1983, fiquei casada por 23 anos com o pai das minhas duas filhas. <br> Neste tempo, me formei em Biologia (PUC), com especialização em Meio Ambiente.<br> Neste meio tempo tive ca de tireoide com várias reincidências e precisei fazer 11 cirurgias, quimio com isolamento e anos de tratamento, que foi um sucesso. <br> Trabalhei por 18 anos na rede privada (Escola São João Batista das irmãs Bernardinas), juntamente com a direção da Escola Estadual João Paulo II, onde me aposentei.<br> Com o acúmulo de trabalho, em 2009, tive um AVC, o que fez com que revesse minhas escolhas.<br> Hoje sou casada com Pedro, um "ex aluno" , 22 anos mais novo que eu... tenho duas filhas lindas. A mais velha fonoaudiologa e mãe da Luiza minha neta de 8 anos e a Gabriela, biomédica, ambas casadas e felizes...<br> Vivo a vida intensamente, sou motociclista (tenho uma Kavazaki Z1000) e voo de paraglider...<br> E adoro. .</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-30 23:30:26 UTC</pubDate>
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         <title>Newton di Napoli</title>
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         <description><![CDATA[<div>Turmas 61, 71, 81, 103, 202 e 309<br>Amigos!! <br>Agora vai a minha vez...</div><div>Nasci em Bento Gonçalves, onde fiquei até os 2 anos. Como meu Pai era militar, me mudei para Curitiba, ficando lá até os 5 anos... Cheguei em POA em 1970.... Fiz até a 5 série num colégio estadual na rua Washington Luiz (Boas épocas, pois com 9 anos andava de ônibus sozinho... vinha sempre conversando com os motoristas). Morava na rua Praia de Belas num prédio com uma turma maravilhosa, de frente para o Guaíba. Em 1975 me mudei para um prédio na av Protásio Alves, passando então a estudar no Colégio Rosário, mudando radicalmente a minha vida... passei a ser muito retraído pela falta que meus amigos me faziam!! Aos poucos fui refazendo as amizades, através do Colégio (muitos estão aqui neste grupo), mas não era de ficar muito em grupos. Estudei nas turmas 61, 71, 81, 103, 202 e 309.... Entrei na PUC para cursar engenharia Civil em 1982, e já em 84 estava trabalhando numa construtora na qual estou até hoje, são 36 anos de vinculo, aprendizagem e desenvolvimento técnico e pessoal. Tive oportunidade de viajar muito pelo Rio Grande do Sul, pelo Brasil e para o exterior. Conheci minha esposa Cristiane em 1998, nos casamos em 2002 e dessa união nasceu em 2006 a Rafaela. Perdi minha mãe em 2013 e meu Pai este ano, em abril... Este grupo tem sido para mim uma transformação... uma possibilidade de rever e mexer em algumas gavetas que permaneciam fechadas, uma vez que não fiz isso no passado... Acredito muito que todos temos capacidade de sentir o que nos faz falta, e então moldar lentamente as estruturas que nos completam parte a parte, de maneira a olharmos para trás o caminho percorrido e poder dizer “eu construí isso”. Em um grupo como o nosso, pontos de vista diferentes sempre existirão, os caminhos e as dificuldades que cada um passou para chegar até aqui, moldou o que somos, contudo tenho certeza, o mais importante é o respeito que devemos ter um pelo outro... abraço grande a todos... BOM INICIO DE SEMANA!!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 00:21:59 UTC</pubDate>
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         <title>Ernâni Soares Lopes</title>
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         <description><![CDATA[<div>Turmas  64, 74, 110, 210 e 306</div><div>Nasci 1° março de 65, em Poa. Minha mãe teve 3 filhos, de dois casamentos. Sou o primogênito e o Cacá, o caçula, é meu melhor amigo. Nunca morei com o pai, que foi professor de História, Português e Filosofia, e sucumbiu a sérios problemas mentais. Criei-me pelo esforço de minha mãe e ajuda extraordinária de minhas avós, Lena e Ruth. Um avô (João), que foi um modelo e me fez grande gremista, era   dirigente do clube e ajudou a construir o Olímpico. Tímido, meus prazeres eram estudar, jogar botão e futebol. Entrei logo na Medicina da UFRGS, mas sofri pra me adaptar e uma grande psicóloga foi vital, naquele momento. A terapia de grupo me ajudou muito. Quase quis ser psiquiatra. Botei consultório de Pediatria, passei em concursos e morei sozinho por 10 anos. Casei com a Alana, aos 29 e tivemos o João, três anos depois. Parei consultório pra dar atenção à família. Nos meus 36, nasceu a Marina. Os filhos foram e são grandes alegrias. E minha mãe faleceu, subitamente, de depressão e infarto. Decidi trabalhar somente no SUS. Adorei conhecer vários países europeus e os EUA. Faço atividade física regular há mais de 15 anos. Tenho interesse s variados: História, conhecimentos gerais, notícias, comportamento humano, viagens, esportes, idiomas, música, filmes, séries, bom futebol e...o  GRÊMIO... 💙</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 12:49:05 UTC</pubDate>
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         <title>Denis Borges Fortes Rocco Junior</title>
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         <description><![CDATA[<div>79-113; 80-207; 81-305<br>Aqui vai a minha contribuição para o livro com um pouco da minha história de vida. <br>Porto-alegrense nascido e criado, colorado, estudei no Instituto de Educação, depois atravessei a Osvaldo Aranha e fui para o Rosário. Depois de três anos fui fazer engenharia química na PUC. Morei quase dois anos no Rio de Janeiro fazendo mestrado e depois voltei para Porto Alegre para trabalhar no grupo Ipiranga, Ipiranga petroquímica no pólo petroquímico. Em 2000 sai da área de engenharia e fui para área financeira e quando a Braskem comprou o grupo Ipiranga, em 2007-8 vim morar em São Paulo. São 10 anos como Controller e Head de Finanças nos segmentos de distribuição de resinas, de produtos químicos e de serviços portuários. <br>A mais de 20 anos sou velejador de windsurf e nos últimos dois anos também pratico mountain bike. Tenho uma filha linda que se chama Marina e tem sete anos de idade. Nasceu em São Paulo e a mãe dela, a minha ex esposa, também gaúcha. Pronto!!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 13:56:59 UTC</pubDate>
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         <author>alvaroulopes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Álvaro Luiz Ungaretti Lopes <br>Turma 306.  No Rosário desde a sétima série. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 01:23:32 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sidnei Strey Turmas 113&nbsp; - 207 - 302&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estudei no Bom Conselho até a 8° série, fui para o Rosário, junto com os colegas Fernando Torelli, Mathias, Roberto Madaleno, Marco (todos do CBC) fazer o 2°grau. Foi desafiador, mas tudo correu bem, fiz grandes amigos (vocês). Depois entrei na Eng Mecânica PuC, fiz brevê piloto privado, Física da UFRGS e acabei na Medicina FFFCMPA (hj UFCSPA), onde finalmente me formei em um curso. Bem antes da formatura (q ocorreu em 1993), em 85 fui convidado para dar aula de Física no CBC em substituição de uma prof que entrou em licença (somente durante a licença fui professor). Tive um sentimento platônico por uma aluna, e 27 anos depois nos reencontramos (Cláudia, minha esposa). Acabei trabalhando no interior como médico de Família ( fiz as especialidades de Médico de Família e Comunidade, Médico do Trabalho, Homeopatia e Acupuntura) . Trabalhei num município atendendo na atenção primária. Em jan 2019, comecei a ensinar uma técnica de tratamento em dor a colegas médicos (depois de ser demitido deste pequeno município que alegou não ter condições de arcar com meu salário na época). Fiquei muito apreensivo, na época , pois de uma hora para outra simplesmente fiquei sem emprego. Mas, Deus fecha uma porta e abre um grande portão. A técnica que estou ensinando, teve uma grande aceitação da minha metodologia de tto no meio médico e com a pandemia, acabei transformando os cursos presenciais em on-line e está dando certo. Estou muito feliz com a Claudia,  Pedro (cursando fisioterapia), Ysadora (cursando Veterinária), Boo, Baccon, Ziguy e a Zaguy (estes 4 últimos de 4 patas)....</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 02:59:45 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Luciana Falcão de Moraes.Turmas 207 e 309. Sou natural de Porto Alegre. Fiz o 1o. grau no Grupo Escolar Uruguai. Aos 11 anos entrei no piano e a minha grande paixão é a música. Em 1978 fui morar em Santa Maria porque o meu pai que era médico e militar foi transferido e lá&nbsp; fiz o 1o.científico, onde também&nbsp; aprendi a tocar violão. Mais tarde uma de minhas irmãs aprendeu a tocar violino. Meu pai sempre incentivou as 3 filhas a estudarem muito.&nbsp; Ele era muito inteligente e culto, entendia muito de eletrônica, de música (tocava violão e violino), de física, era radioamador e nos últimos anos de vida se interessou em aprender informática. Ele faleceu em 2008. Minha mãe, pessoa maravilhosa, que adora culinária e reunir a familia continua viva. De volta a Porto Alegre em 1979, fiz o 2o. e 3o. científicos no Rosário. No 3o. ano passava as noites em claro estudando e era uma aluna bem tímida, sentava na primeira fila do lado da Gabriela, grande amiga. Fui colega também da Roberta Constantino, Sidnei, Newton e Sandro, entre outros. Em 1982, fiz vestibular pra Engenharia Química na UFRGS e tive boa pontuação, mas não consegui passar, pois nesse ano estava mais difícil passar nesse curso do que em Medicina. Acabei entrando na&nbsp; Engenharia Elétrica na PUC onde cursei&nbsp; um semestre. De 1983 a 1986 fiz Belas Artes na UFRGS - bacharelado em piano.&nbsp; Em 1987 ingressei no curso de Direito da UFRGS tendo me formado em 1991. Durante a minha vida viajei bastante, inclusive pro exterior, já estive 4 vezes na Europa e em outros países. Em 1987 entrei no TRT onde me aposentei em 2017. Tenho tido muita satisfação de fazer parte desse grupo.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-01 20:37:10 UTC</pubDate>
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