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      <title>Imaginário - Michel Maffesoli by Letícia Fernandes Leal</title>
      <link>https://padlet.com/leticiafernandeslealescritora/imaginariomaffesoli</link>
      <description>Elaborado a partir da entrevista que Michel Maffesoli concedeu à Revista FAMECOS em agosto de 2001.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-11 20:33:12 UTC</pubDate>
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         <title>Michel Maffesoli</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
         <link>https://padlet.com/leticiafernandeslealescritora/imaginariomaffesoli/wish/2512849319</link>
         <description><![CDATA[<div>"pensador francês do cotidiano e do presente, herdeiro intelectual de Gilbert Durand"<br><br>foto: https://online.pucrs.br/blog/public/quem-e-michel-maffesoli</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:39:01 UTC</pubDate>
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         <title>IMAGINÁRIO</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:41:02 UTC</pubDate>
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         <title>Imaginário para Castoriadis</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
         <link>https://padlet.com/leticiafernandeslealescritora/imaginariomaffesoli/wish/2512849998</link>
         <description><![CDATA[<div>"Para Castoriadis, no entanto, o imaginário tem uma função determinada. Não por acaso, refere-se à instituição imaginária da sociedade. O termo instituição tem um valor de estabilidade. Ora, o imaginário, para bem ou mal, não é apenas um fator de construção ou de fixação de algo. O imaginá rio é uma sensibilidade, não uma instituição."&nbsp;(p. 80)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:41:49 UTC</pubDate>
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         <title>individual X coletivo</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O imaginário é o estado de espírito de um grupo, de um país, de um Estado nação, de uma comunidade, etc. O imaginário estabelece vínculo. É cimento social. Logo, se o imaginário liga, une numa mesma atmosfera, não pode ser individual." (p. 76)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:42:01 UTC</pubDate>
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         <title>aura</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
         <link>https://padlet.com/leticiafernandeslealescritora/imaginariomaffesoli/wish/2512850075</link>
         <description><![CDATA[<div>"O imaginário permanece uma dimensão ambiental, uma matriz, uma atmosfera, aquilo que Walter Benjamin chama de aura. O imaginário é uma força social de ordem espiritual, uma construção mental, que se mantém ambígua, perceptível, mas não quantificável." (p. 75)<br><br>"O imaginário, para mim, é essa aura, é da ordem da aura: uma atmosfera. Algo que envolve e ultrapassa a obra. Esta é a idéia fundamental de Durand: nada se pode com pre en der da cultura caso não se aceite que existe uma espécie de “algo mais”, uma ultrapassagem, uma superação da cul tu ra. Esse algo mais é o que se tenta captar por meio da noção de imaginário." (p. 75)<br><br>"O imaginário é, ao mesmo tempo, impalpável e real. (...) O imaginário, certamente, funciona pela interação. Por isso, a palavra interatividade faz tanto sentido na ordem imaginária. Há processos interacionais que criam aura." (p. 77)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:42:08 UTC</pubDate>
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         <title>ideologia</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
         <link>https://padlet.com/leticiafernandeslealescritora/imaginariomaffesoli/wish/2512850123</link>
         <description><![CDATA[<div>"Enfim, ideologia, conforme pensava Destutt de Tracy, não está longe da idéia de imaginário.&nbsp;<br>A ideologia, contudo, guarda sempre um viés bastante racional. Não há quase lugar para o não-racional no olhar ideológico. (...) A ideologia, portanto, é sempre pensada, passível de racionalização. Já o imaginário, mesmo que seja difícil defini-lo, apresenta, claro, um elemento racional, ou razoável, mas também outros parâmetros, como o onírico, o lúdico, a fantasia, o imaginativo, o afetivo, o não racional, o irracional, os sonhos, enfim, as construções mentais potencializadoras das chamadas práticas. " (p. 76 - 77)<br><br>"O imaginário político trabalha a argumentação através de um arsenal de mecanismos emocionais". (p. 78)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:42:17 UTC</pubDate>
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         <title>rígido X flexível </title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
         <link>https://padlet.com/leticiafernandeslealescritora/imaginariomaffesoli/wish/2512850240</link>
         <description><![CDATA[<div>"A tentação do conceito, do rigor cartesiano, levou vários intelectuais a noções rígidas de imaginário, quando a sua força consiste no oposto, na maleabilidade, numa certa imprecisão". (p. 79)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:42:40 UTC</pubDate>
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         <title>imaginário / simbólico / real (Lacan)</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
         <link>https://padlet.com/leticiafernandeslealescritora/imaginariomaffesoli/wish/2512850335</link>
         <description><![CDATA[<div>"A minha tese é a seguinte: Lacan racionalizou a noção de imaginário que havia aprendido com Jung. A separação em categorias que fez é o resultado dessa necessidade&nbsp; racionalista de disjunção. (...) Em outras palavras, a rigidez acentuou-se. Tirou-se do imaginário a sua essência." (p. 79)<br><br>"Em Durand todos as noções são flexíveis. Há um vaivém entre categorias. Em Lacan, ao contrário, cada coisa tem o seu lugar, o que rigidifica e desgasta instrumentos de conhecimento que só valem enquanto possuem a complexidade da vida." (p. 79)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>imagem / técnica / artefato</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
         <link>https://padlet.com/leticiafernandeslealescritora/imaginariomaffesoli/wish/2512850389</link>
         <description><![CDATA[<div>"Vejo uma valorização da técnica na existência. O imaginário é alimentado por tecnologias. A técnica é um fator de estimulação imaginal." (p. 80)<br><br>"A fonte da imagem é tecnológica. Quando há exacerbação tecnológica, há profusão de imagens. Logo, de artefatos." (p. 81)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:43:12 UTC</pubDate>
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         <title>internet</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
         <link>https://padlet.com/leticiafernandeslealescritora/imaginariomaffesoli/wish/2512850415</link>
         <description><![CDATA[<div>"Internet é uma tecnologia da interatividade que alimenta e é alimenta da por imaginários. Existe um aspecto racional, utilitário, de Internet, mas isso representa apenas uma parte desse fenômeno. O mais importante é a relação, a circulação de signos, as relações estabelecidas. Da mesma forma, a televisão e a publicidade articulam o emocional e a técnica. Tem lógica nisso, pois a lógica da imagem é sempre técnica. Na base, só há imagem pela técnica." (p. 80)<br><br>"Para os intelectuais modernos, na comunicação o que interessa é o cérebro, o conteúdo. Mas não é assim que as coisas funcionam no vivido. A imagem não é um conteúdo. Daí a dificuldade em compreendê-la. Deus, o cérebro e a razão são conteúdos. Ora, a verdadeira revolução pela imagem é a indiferença em relação ao conteúdo, a valorização da forma. Atualmente, a forma recebe a poderosa ajuda da tecnologia para multiplicar-se." (p. 81)<br><br>"Portanto, as tecnologias do imaginário bebem em fontes imaginárias para alimentar imaginários." (p. 81)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:43:18 UTC</pubDate>
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         <title>Definição de Gilbert Durand</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O imaginário, caso se queira de fato uma definição, presente em As Estruturas antropológicas do imaginário, de Gilbert Durand, é a relação entre as intimações objetivas e a subjetividade. As intimações objetivas são os limites que as sociedades impõem a cada ser. Relação, portanto, entre as coerções sociais e a subjetividade." (p. 80)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-13 19:37:45 UTC</pubDate>
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         <title>criação</title>
         <author>leticiafernandeslealescritora</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O criador, mesmo na publicidade, só é criador na medida em que consegue captar o que circula na sociedade. Ele precisa corresponder a uma atmosfera. O criador dá forma ao que existe nos espíritos, ao que está aí, ao que existe de maneira in for mal ou disforme." (p. 81)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-13 19:49:46 UTC</pubDate>
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