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      <title>Linha Timbó by CavBrasil</title>
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      <description>&quot;Linha Timbó, Conhecendo Nossa História&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-20 03:05:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Patrimônio Ferroviária de Sergipe </strong></div><div>"<strong>Linha Timbó, Conhecendo Nossa História"</strong></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Linha Timbó  Video Parte 1</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 03:41:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <title>A Linha do Trem e sua Linha do Tempo </title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <pubDate>2020-08-21 01:21:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Linha Timbó Parte 2</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 01:25:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A Ferrovia e seus Usuários <br></strong><strong><em><mark>"Trens de Passageiros" </mark></em></strong><strong><br><br>Algumas outras informações relevantes sobre o “Ramal Timbó a Propriá ou Linha Timbó ou Linha Norte” (como ficou conhecida durante esses 107 anos) no município de São Cristóvão e em todo estado de Sergipe.                <br>- A ferrovia de Sergipe contava com um trem de passageiros conhecido como “Estrela do Norte” que ligava às capitais: Aracaju/ SE - Salvador/BA, em que as composições saiam das 2 capitais bem cedo fazendo o percurso e atendendo todas as cidades do ramal. Esse trem começou a rodar após a inauguração da ferrovia e só foi desativado em meados dos anos 70. Além do Estrela do Norte, existiam os trens de passageiros que saiam de cidades do interior do estado em direção à Aracaju; esses trens ficaram conhecidos como Trem Suburbano. Essas composições eram responsáveis por transportar principalmente os comerciantes que vinham vender nas feiras da capital, além de viajantes e trabalhadores. Há que se mencionar que também existia o Trem Noturno, porém não foram encontradas informações a respeito; apenas comentários verbais de antigos usuários desse trem.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 01:39:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Linha Timbó Parte 3 </em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 01:46:47 UTC</pubDate>
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         <title>1903</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1903, o deputado apresentou o projeto de lei nº 1126, para construção da Estrada de Ferro Timbó até Propriá. Essa estrada se ligaria à estrada de ferro baiana, começando da antiga povoação chamada de Timbó (atual Cidade de Esplanada-BA) até a Cidade de Propriá em Sergipe.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:43:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1887</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Construída em 1887, inicialmente chamada de Ramal de Timbó, a linha que ligaria a estação de São Francisco em Alagoinhas – BA à Sergipe, foi aberta até a localidade de Timbó, atual Esplanada. Dali para frente foi sendo prolongada aos poucos a partir de 1908, atingindo Aracaju em 1913, Cedro de São João em 1914 e entre 1915 a 1956, chegou em Propriá às margens do rio São Francisco.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:43:47 UTC</pubDate>
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         <title>1908</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A partir do Decreto nº 7.171, de 12 de novembro de 1908, a firma Austricliano de Carvalho &amp; Cia. foi autorizada a dar início aos trabalhos em 06 de maio de 1908 em Timbó e no dia 17 de junho em Aracaju.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:45:58 UTC</pubDate>
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         <title>1913</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O primeiro trecho entre Timbó (hoje Esplanada – BA)&nbsp; e Aracaju/SE, passando por cidades como: Acajutiba, Rio Real, Toma do Geru, Itabaianinha, Pedrinhas, Boquim, Salgado, Itaporanga d´Ajuda e São Cristóvão, foi inaugurado no dia 26 de maio de 1913, por uma comitiva baiana (composta por 30 representantes, entre militares, políticos, jornalistas, banda de música do 1º Corpo Policial da Bahia, e Corpo de Guardas Civis) que passou por várias estações da ferrovia de Sergipe, inaugurando-as e sendo recebidos pela população sergipana e políticos de cada região.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:46:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1914</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 22 de março de 1914, foi inaugurada o 2º trecho da ferrovia sergipana, que compreendia as estações de: Cotinguiba (na cidade de Nossa Senhora do Socorro); Laranjeiras; Riachuelo; Caitetu; Maruim e Rosário do Catete.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:47:07 UTC</pubDate>
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         <title>1915</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O último trecho foi inaugurado em 5 de agosto de 1915, denominado Rosário do Catete à Propriá (o trem inaugural partiu da Estação Ferroviária de Aracaju e seguiu viagem, parando nas estações de Carmo (atual Carmópolis), Japaratuba, Murta, Capela, Muribeca, Batinga e finalizou na estação antiga de Propriá).&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:48:43 UTC</pubDate>
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         <title>1924</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1924, chuvas e inundações afetaram a ferrovia em vários pontos, causando atrasos e interrupções por todo o trecho, rios subindo progressivamente o nível em Catu/BA, afetaram também o trem noturno que subia para Sergipe. Isso interrompeu a passagem das composições na altura da Estação Thebaida no município de São Cristóvão por duas semanas, mas mesmo assim foram mantidos os horários de partida dos trens. &nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:53:59 UTC</pubDate>
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         <title>1933</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1933, aconteceu uma recepção a Getúlio Vargas na estação de São Cristóvão que foi toda enfeitada para receber sua comitiva. A visita dele à Sergipe foi para a inauguração de obras feitas em parceria com o governo na época, uma dessa foi a Ponte de Pedra Branca sobre o Rio Sergipe, ponte essa entre os municípios de Laranjeiras e Maruim na BR101, hoje desativada.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:55:54 UTC</pubDate>
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         <title>1955</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1955 aconteceu o descarrilamento próximo à estação de São Cristóvão, em que tombaram carros e deixaram pelo menos nove mortos em trem da VFFLB, que saiu de Aracaju/ SE com destino de Salvador/ BA. O desastre aconteceu em São Gonçalo (Rampa do Cristo) por volta das 06h00min da manhã, quando saltaram violentamente dos trilhos e viraram 5 vagões, sendo dois de segunda classe, o carro restaurante, um de carga e um auxiliar, sendo que alguns deles foram reduzidos a escombros. &nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:57:32 UTC</pubDate>
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         <title>1970</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1970 o transporte de passageiros é encerrado mantendo apenas o transporte de cargas.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 05:58:05 UTC</pubDate>
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         <title>1992</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1992 acontecia o lançamento do Trem Turístico das Cidades Históricas que fazia o percurso entre 3 cidades: Aracaju - São Cristóvão - Itaporanga D´Ajuda, num trecho de 56 km. O trecho principal era feito entre Aracaju e São Cristóvão e na chegada da estação os turistas eram recebidos por 15 charretes que os levava até o centro histórico de São Cristóvão e ao Terminal Ecológico Turístico. Lá, os turistas podiam desfrutar da culinária e também utilizar o Catamarã para retornar a capital por via fluvial.&nbsp;<br>O trem era formado por duas litorinas da RFFSA que foram alugadas ao Governo de Sergipe através da EMSETUR - Empresa Sergipana de Turismo. O projeto fez grande sucesso dentro e fora do país, mais durou pouco mais de um ano, face ao custo alto, mau planejamento, problemas na manutenção e também ao envolvimento político de cunho duvidoso. &nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Ainda existe a placa de inauguração do projeto na Estação Ferroviária de São Cristóvão, cuja viagem inaugural foi realizada em 19 de junho de 1992, durante o governo de João Alves Filho. Vale lembrar que a socióloga Léa Duarte foi a organizadora do projeto, através da EMSETUR.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 06:00:14 UTC</pubDate>
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         <title>1996</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1996 a ferrovia foi privatizada e passou a ser administrada pela FCA (hoje VLI).&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 06:02:08 UTC</pubDate>
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         <title>2008</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 2008 começou a passar pelo processo desativação com a diminuição do transporte de carga até ser paralisado totalmente pela empresa que alegou falta de cargas para a região de Sergipe.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 06:02:29 UTC</pubDate>
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         <title>2011</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Uma das últimas composições que passaram por este estado ocorreu em 2011, trazendo vagões sucateados para o pátio de Riachuelo e Aracaju, onde seriam deixados até serem vendidos como sucata para ferros-velhos. Também em 2011 passava uma composição com destino à Alagoas com locomotivas que foram vendidas a Transnordestina. Após isso não houve mais movimentações ferroviárias no estado de Sergipe por parte da empresa FCA/VLI.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 06:03:15 UTC</pubDate>
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         <title>2018</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Estando a ferrovia desativada desde 2011, em&nbsp; 2018, por meio da Iniciativa Jovens do Futuro, que é um grupo de jovens da cidade de São Cristóvão que executam projetos, atividades, e ações direcionadas principalmente para os jovens, mas também com vistas à população carente sancristovense, foi desenvolvido o “PROJETO BIKE TROLLER”, que tinha como intuito principal cuidar e reativar um trecho de 5 km da ferrovia Timbó. O trabalho foi feito de forma voluntária em que os jovens, fazendo parceria com comerciantes e amigos (os quais doaram o material necessário), montaram um veículo sobre trilhos para rodar no referido trecho recuperado.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 06:04:59 UTC</pubDate>
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         <title>1913-1935</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A primeira concessionária foi a Cia. Chemins de Fer Federaux Du L´Est Breselien (entre1913 a 1935), tinha origem francesa e de capital Franco-Belgo, além de Sergipe, comandava as ferrovias em AL, BA e MG, sendo parte de tração composta de locomotivas a vapor.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 06:21:07 UTC</pubDate>
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         <title>1935</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1647303072</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A segunda concessionária foi a Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, fundada durante o governo de Getúlio Vargas a partir da fusão de 5 ferrovias da BA. Primeira empresa ferroviária no Brasil a adquirir 3 locomotivas a diesel elétrica (locomotivas fabricadas pelos ingleses, que chegaram ao Brasil em 1938. Tinha 450HP e foram numeradas de 600,601, 602.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 06:22:12 UTC</pubDate>
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         <title>1975-1996</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1647305982</link>
         <description><![CDATA[<div>A<strong>&nbsp;RFFSA entre 1975-1996, depois da unificação, o trecho ficou na SR-7 que tinha sede em Salvador e comandava o trecho de Monte Azul-MG passando por Salvador/BA, indo até Petrolina-PE na linha centro e passando por Aracaju-SE. Após seguia até Propriá/SE divisa com Alagoas. O parque de tração era formado por locomotivas diesel-elétricas&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 06:24:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1996-2008</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1647309911</link>
         <description><![CDATA[<div>A quarta empresa concessionária (e a primeira após a privatização) é a FCA - Ferrovia Centro Atlântica, nos anos de 1996 a 2026 além de Sergipe, a empresa também é responsável por BA, MG, SP, RJ, ES, GO e Distrito Federal. Em Sergipe, a FCA era responsável por transportar cargas como: Diesel, gasolina, cimento, fertilizantes, minérios e produtos petroquímicos. Em 2008 o trecho de Sergipe começou a ser desativado e logo após, a empresa FCA passar a ser comandada pela VLI Valor Logístico Integrado.&nbsp;</div><div>Além da Linha Norte, como ficou conhecido o trecho de Sergipe, a VLI também comanda o Porto, o TMIB - Terminal Marítimo Inácio Barbosa (responsável por escoar produtos como coque, ureia, cimento, clínquer, trigo, soja, fertilizantes, ácido sulfúrico e derivados).&nbsp;</div><div>Segundo a VLI, o trecho de Sergipe <strong>“não está desativado, só não há cargas para serem transportadas na região”</strong> (grifos nossos).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 06:27:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1881 a 1909</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665792612</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 31 de dezembro de 1881, o Governo do Império autorizou a <em>Bahia and San Francisco Railway Company</em> a fazer, por conta do custeio da linha principal, os estudos necessários para a construção de um ramal que, partindo da cidade de Alagoinhas, fosse terminar em Timbó. Os estudos definitivos foram aprovados pelo Decreto nº 9.082, de 15 de dezembro de 1883. Os trabalhos de construção se iniciaram em 14 de junho de 1884 e, em 30 de março de 1887 foi inaugurado o tráfego até Timbó.<a href="#_ftn1">[1]</a> Esta linha que chegou até Timbó e, posteriormente, à cidade de Propriá, em Sergipe, fazia parte da Estrada de Ferro Bahia ao São Francisco e Ramais.</div><div>&nbsp;</div><div>A Estrada de Ferro Bahia ao São Francisco foi resgatada pelo Governo em 25 de junho de 1901, de acordo com a Lei nº 652, de 23 de novembro de 1899. Após o resgate, a estrada foi arrendada provisoriamente aos engenheiros Jeronymo Teixeira de Alencar Lima e Austricliano de Carvalho. Pelo Decreto nº 7.308, de 29 de janeiro de 1909, o contrato foi renovado.&nbsp;</div><div><a href="#_ftnref1">[1]</a> Histórico da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro. Texto digitado, sem autoria e data. Acervo: Biblioteca da extinta RFFSA, em Salvador.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN. 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 05:44:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1907</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665793644</link>
         <description><![CDATA[<div>Os estudos definitivos para construção da linha de Timbó a Propriá, com os ramais das Dores e de Simão Dias, foram feitos em 1906, pelo engenheiro Guilherme Greenhalgh e aprovados pelo Decreto nº 671, de 03 de outubro de 1907. Para dirigir os trabalhos de locação da linha tronco foi designado o primeiro engenheiro da Comissão Central de Estudos e Construção de Estradas de Ferro, Themistocles Pompeu de Albuquerque Figueiredo, auxiliado por três seções, cada uma das quais se compunha de um chefe de seção, um engenheiro ajudante, um condutor e dois auxiliares técnicos. Esta comissão partiu em novembro de 1907 para a Bahia e começou, imediatamente, a locação da linha. Nos primeiros dias de janeiro de 1908 ficaram concluídos os trabalhos de reconhecimento da linha, escreveu Miguel Calmon Du Pin e Almeida.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório apresentado ao Presidente dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro do Estado da Indústria, Viação e Obras Públicas Miguel Calmon Du Pin e Almeida. No ano de 1908. p. 662-663.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 05:47:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1909</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665794121</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da assinatura do contrato, no dia 3 de fevereiro de 1909, e de sua posterior publicação, os trabalhos para construção da estrada de ferro iniciaram-se, no dia 6 de maio de 1909 na Bahia, e no dia 17 de junho em Aracaju<a href="#_ftn1">[1]</a>. De acordo com texto do Contrato, o engenheiro civil Austricliano Honório de Carvalho e empreiteiros gerais, deveriam construir uma estrada de ferro desde o lugar denominado Barracão, na Bahia, até Propriá, em Sergipe, de acordo com o perfil definitivo da linha locada segundo os planos aprovados pelo Decreto número 6.671, de 3 de outubro de 1907. Deveria executar, igualmente, os trabalhos necessários à conclusão dos trechos em construção de Timbó a Barracão e ramal de Capela<a href="#_ftn2">[2]</a>.&nbsp;<br><br></div><div><a href="#_ftnref1">[1]</a> Mensagem apresentada à Assembléia Legislativa de Sergipe, em 7 de setembro de 1910, pelo Presidente do Estado José Rodrigues da Costa Dória.<br><a href="#_ftnref2">[2]</a> CONTRATO de Construção da Estrada de Ferro Timbó a Propriá. Especificações relativas à Portaria de 25 de julho de 1905. Austricliano de Carvalho &amp; C. Empreiteiros Gerais. Bahia: 1909.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 05:49:19 UTC</pubDate>
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         <title>1909</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665800661</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] Se bem que, como fora para desejar, não podem ser, entretanto, reputadas boas as condições, técnicas do traçado da estrada de ferro de Timbó a Propriá, onde, para as bitolas de 1m,00 as declividades não vão a taxa superior a 0,m025 por metro e é de 120 metros o raio mínimo das curvas.<br>[...]<br>[...] Com o fim de minorar os efeitos da seca, que se manifestara com grande intensidade em zona compreendida no projeto desta estrada (norte do Estado da Bahia e totalidade do de Sergipe), resolveu o Governo dar começo à construção, por administração, dos primeiros 30 kms desta estrada, devendo ser empregados como operários o maior número de retirantes que os trabalhos comportassem; a inauguração teve lugar no dia 12 de abril de 1908, tendo para esse fim ido a Timbó o próprio engenheiro chefe da comissão, e dignando-se de assistir à solenidade o Exmo. Governador do Estado, Dr. José Marcellino de Souza.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>No período em que o serviço esteve a cargo da comissão foi preparado o leito da estrada na extensão de 27 kms, ficando em adiantado estado de preparação os três kms restantes, e em andamento regular o assentamento de dormentes e trilhos.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório apresentado ao Presidente dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro do Estado da Indústria, Viação e Obras Públicas Miguel Calmon Du Pin e Almeida. No ano de 1909. p. 169-171.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 06:14:45 UTC</pubDate>
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         <title>1910</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665801768</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] No ano seguinte, em 1910, o Ministro da Viação e Obras Públicas (e não mais da Indústria), J. J. Seabra, relatou sobre os trabalhos de construção de Timbó a Propriá:</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Estudos e locações:</strong> as principais modificações do traçado, realizadas entre o kilometro 20 (Aporá) e o kilômetro 220 (Aracaju), melhoraram consideravelmente as condições técnicas do respectivo projeto, diminuindo as despesas de construção e encurtando a extensão da estrada. Estas modificações parciais da linha são as variantes denominadas de Boquim, da descida do Piauí, do Salgado, Itaporanga, e Itaporanga a Aracaju.</div><div>&nbsp;</div><div>No trecho de Laranjeiras a Propriá (km 344), foram no ano próximo findo realizados os trabalhos de locação da linha definitiva aprovada, de Laranjeiras ao Rio Sergipe e do Sítio do Meio a Malhada dos Bois, em 21km, 348, e do Estreito a Propriá, em 32km, 540, e concluídas&nbsp; &nbsp;</div><div>as variantes do Rio Sergipe ao Rio Cana Verde, com a extensão de 2 km, 280, e a variante do Estreito, na extensão de 5km, 540.</div><div>&nbsp;</div><div>(...)</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Obras de arte:</strong> a sua construção correu durante o ano com toda a regularidade. Acham-se construídos 262 bueiros (inclusive os 89, de que fez menção o último relatório) e 12 pontilhões de 3 metros de vão e de cinco metros, e mais 15 pontes de 10 a 50 metros, inclusive a ponte sobre o rio Itapicurú, com 2 vãos de 30, 3 de 60 e 1 de 50 metros. Na ponte do Rio Cotinguiba, foi aproveitado um encontro já construído pela extinta Empreza de Obras Públicas do Brazil. (...)</div><div>&nbsp;</div><div>Igualmente, acham-se em construção 25 bueiros capeados e abertos, cinco pontilhões de três e cinco metros de vão, duas pontes de 50 metros de vãos sobre o Rio Piauí e Piauitinga, uma de 20 metros de vão sobre o Rio Arauá e outra de 60 metros sobre o Rio Sergipe.</div><div>&nbsp;(...)</div><div><strong>&nbsp;Edifícios:</strong> acham-se em construção, de acordo com os tipos aprovados, seis de 3ª classe, três do tipo Aporá e três paradas cobertas.</div><div>&nbsp;<strong>Açude</strong>: tem-se procurado resolver do melhor modo possível a questão do fornecimento de água para estas estações, situadas em zonas reconhecidas como flageladas pela seca e que a linha atravessa de sul a norte, e, neste sentido, foi projetada, em Geru, a construção de um pequeno açude com a capacidade de 10.000 m3 d’água.&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>Superestruturas metálicas:</strong> para as pontes e pontilhões, conforme as respectivas requisições, foram importadas 781.287 toneladas.</div><div>&nbsp;(...)</div><div><strong>Material rodante:</strong> o material encomendado foi montado em Alagoinhas, experimentado convenientemente e entregue à Companhia de Viação Férrea da Bahia, de acordo com a ordem da diretoria da fiscalização, por intermédio do engenheiro chefe do 3º distrito, sem reclamação, de espécie alguma, como consta dos respectivos termos de entrega. Esse material consta do seguinte:</div><div><strong>-</strong> 12 locomotivas da Casa Baldwin;</div><div>- 07 carros de passageiros de 1ª classe;</div><div>- 14 carros de passageiros de 2ª classe;</div><div>- 03 carros de correio e bagagens;</div><div>- 50 vagões fechados de mercadorias, lotação de 20 toneladas;</div><div>- 50 vagões abertos de mercadorias, lotação de 20 toneladas;</div><div>&nbsp;<strong>Desapropriações:</strong> (...) nas desapropriações além de Laranjeiras (km 220) foi preciso constituir um advogado para a defesa dos interesses do Governo da União, para evitar desapropriações exorbitantes, quando não exigidas em duplicata, visto grande parte já ter sido desapropriada pela extinta Empresa de Obras Públicas, conforme documentos em arquivo, além do estatuto da lei.</div><div>&nbsp;<strong>Telégrafo:</strong> foi autorizada a importação do material metálico necessário para a construção da linha telegráfica. Em 6 de agosto foram entregues aos empreiteiros as instruções para o assentamento da linha.</div><div>&nbsp;(...)&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;Oficinas em Aracaju:</strong> de acordo com a cláusula XV do contrato, que está sendo preparado no escritório técnico dos empreiteiros o projeto geral das oficinas a serem construídas em Aracaju, em terreno já desapropriado pela quantia de 300$00.<strong>(.</strong>..)<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório apresentado ao Presidente dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro do Estado da Viação e Obras Públicas Dr. J. J. Seabra. No ano de 1910.&nbsp; p. 117-122.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 06:18:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1911</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665803005</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] No Relatório de 1911, o Ministro Dr. José Barboza Gonçalves, citou os edifícios que tinham sido construídos em Sergipe até aquela data:</div><div>&nbsp;(...)</div><div><strong>Edifícios e dependências</strong>: foram construídas as estações de Barracão, Itabaianinha, Salgado, Pedrinhas, Boquim, Itaporanga, São Cristóvão, Aracaju, Thebaida, Laranjeiras, a parada de Rita Cacete, 15 casas de turma e um açude em Gerú. Acham-se em construção as estações de Rosário, Cabral, Entroncamento, Propriá, cinco casas de turmas, o abrigo já quase a se concluir para o material rodante de Aracaju e a represa sobre o Xinduba.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A <strong>seção de oficinas</strong> de Aracaju, destinada ao almoxarifado e escritório, está quase concluída, achando-se os alicerces na altura para receber as colunas de ferro, as dependências destinadas a outras seções.&nbsp;</div><div>&nbsp;Estão construídas sete caixas d’água e em construção três.</div><div>&nbsp;(...)</div><div>&nbsp;O assentamento de Aracaju para o sul já tem a ponta dos trilhos distante 15 km da estação de Salgado, em uma extensão de 54km.571,390. De Aracaju para o norte, a ponte dos trilhos está em Socorro, em uma extensão de 18 km.&nbsp;</div><div>&nbsp;Pelos dados acima mencionados vê-se que é de 94km.571,390 a extensão total da linha assentada em condições de muito boa conservação.</div><div>&nbsp;(...)<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div>&nbsp;Neste ano, foram construídas inúmeras pontes, pontilhões e bueiros, conforme consta neste mesmo relatório</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório apresentado ao Presidente dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro do Estado da Viação e Obras Públicas, Dr. José Barboza Gonçalves. No ano de 1911. p. 145-148.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 06:23:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1911</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665803512</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] o professor Luiz Antônio Barreto escreveu que, naquele ano: &nbsp;</div><div>Coube também a Rodrigues Dória, agora já como presidente do Estado, sancionar a Lei 588, de 1 de dezembro de 1910, concedendo à Companhia Geral de Melhoramentos, do Rio de Janeiro, privilégio de zona, para construção de uma linha férrea do seu Engenho Central de Riachuelo, pelo vale do Rio Sergipe e até Divina Pastora, a encontrar-se na Estrada de Ferro Timbó Propriá.<a href="#_ftn1">[1]</a>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Este teria sido o primeiro sub-ramal construído por capital privado, ligando seus empreendimentos industriais à linha da estrada de Ferro Timbó a Propriá, para escoamento de mercadorias. De acordo com informações fornecidas pelo Professor Luiz Antônio Barreto, em 1910, pela Lei 588, de 1º de dezembro de 1910, em seu artigo primeiro estava escrito:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>É o Governo autorizado a conceder à Companhia Geral de Melhoramentos, Rio de Janeiro, privilégio de zona para a construção de uma linha férrea de seu Engenho Central Riachuelo, pelo vale do rio Sergipe até Divina Pastora, a encontrar na Estrada de Ferro Timbó a Propriá, abaixo do porto Sapé.</div><div>Art. 2º: É a Companhia obrigada a dar tantos trens semanais quantos forem necessários para o tráfego de passageiros e carga e a construir e manter duas estações, sendo uma na cidade de Riachuelo e outra em Divina Pastora.</div><div>Art. 3º: Ficará o Governo autorizado a fazer o respectivo contrato.</div><div>Art.4º: A companhia obrigar-se-á a iniciar os seus trabalhos dentro de dois anos, a contar da data da assinatura do contrato.</div><div>Art. 5º. revogam-se as disposições em contrário.<a href="#_ftn2">[2]</a></div><div>&nbsp;</div><div><a href="#_ftnref1">[1]</a> BARRETO, Luiz Antonio. <em>De 1903 a 1913: dez anos esperando o trem.</em> Correio de Sergipe. Aracaju, domingo. 11 de março de 2007. Sessão: Memórias de Sergipe.<br><a href="#_ftnref2">[2]</a> Aracaju: Tipografia de O Estado de Sergipe, 1912.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 06:25:15 UTC</pubDate>
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         <title>1911 Engenho Central</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665804501</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] o Engenho Central, de propriedade da Companhia Geral de Melhoramentos, de capital estrangeiro, fechou suas portas e foi a leilão, no Rio de Janeiro, sendo arrematado por Antonio Franco, filho de Albano do Prado Franco, aproximadamente entre 1914 e 1916. Na ocasião, foram adquiridas as terras e os equipamentos do Engenho Central, retomando as suas atividades até ser incorporado pela Usina São José do Pinheiro, de Laranjeiras, muitos anos depois. Atualmente, no local funciona a Central de Acabamento (tecidos) do grupo da fábrica Sergipe Industrial, conforme informações fornecidas pelo professor Luiz Antonio Barreto.</div><div>&nbsp;</div><div>Este sub-ramal foi construído e esteve em operação até, pelo menos, 1959. Em Divina Pastora não há notícias de construção de nenhuma estação ou ponto de parada da Estrada de Ferro. O Engenho Central de Riachuelo chegou a ter 3 locomotivas para o transporte da cana<a href="#_ftn1">[1]</a>.&nbsp;</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> CINFORM Municípios. <em>História dos Municípios (de Sergipe).</em> Impressão: Globo Cochrane, Aracaju, 2002.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; x-x-x-x<br>[...] Em 1959, na Enciclopédia dos Municípios, há a seguinte informação:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A estação ferroviária de Riachuelo fica afastada da cidade cerca de 6 quilômetros, porém um pequeno troly, com tração a motor de gasolina, correndo sobre os trilhos da ferrovia particular da “Usina Central Riachuelo”, liga a cidade à estação, obedecendo os horários regulares de trens. Ainda no corrente ano, estará concluído o trecho rodoviário que fará essa ligação.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div>Possivelmente em 1960, ano seguinte a este relato, o sub-ramal foi encoberto totalmente pela rodovia para ligação de Riachuelo à Estação Ferroviária.</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> FERREIRA, Jurandyr Pires (presidente do IBGE). <em>Enciclopédia dos Municípios Brasileiros</em>. 15 de dezembro de 1959.</div><div><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 06:28:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>24, 25 e 26 de maio de 1913</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665805801</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] A chegada do trem inaugural era esperada em Aracaju no dia 24 de maio de 1913, mas chuvas torrenciais obstruíram a linha e atrasaram a viagem das duas comitivas. O trem da comitiva do governador de Sergipe teve que parar e aguardar na então vila de Boquim. Pelo mesmo motivo, a comitiva do Governador da Bahia teve que aguardar na Estação de Barracão. Pelas seis horas da tarde do dia 24 de maio tiveram certeza que as comitivas não chegariam naquele dia, por causa das fortes chuvas que interromperam a linha férrea. Os festejos, programados para aquele dia, foram transferidos para o dia posterior.&nbsp;<br><br>No dia 25 de maio, aconteceu uma corrida de regatas, ao longo do litoral de Aracajú. Por volta das 17 horas, eram esperadas as comitivas da Bahia e de Sergipe, contudo, elas novamente não chegaram. A comitiva baiana juntou-se à de Sergipe na vila de Boquim. No dia 25, conforme havia sido anunciado com antecedência, foi realizado um baile em Aracaju, oferecido pelo General Siqueira de Menezes, mesmo sem a chegada da locomotiva da comitiva baiana.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>No dia 26 de maio, às 06:30 da manhã, os trens partiram de Boquim em direção a Aracaju. Contudo, novamente outro incidente paralisou a viagem que deveria ser festiva. Um carro descarrilou entre Boquim e Salgado. A paralisação, contudo, não inviabilizou a viagem, pois às 17 horas daquele 26 de maio de 1913,&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><sub>[...] girândolas de foguetes e o silvar continuado das máquinas anunciavam a chegada do representante do governador da Bahia e de sua ilustre comitiva. O povo apinhava-se dentro da estação e se espalhava em ondas pelas imediações. Os distintos viajantes entraram na cidade em bondes da “Carris urbanos. (...)</sub>.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div>&nbsp;<br>As locomotivas vieram inaugurando no trajeto as estações de Geru, Itabaianinha, Pedrinhas, Boquim, Salgado, Itaporanga, São Cristovao e Thebaida e os pontos de parada de Escurial e Rita Cacete</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Jornal Diário da Manha. Ano III, Número 651. Sergipe – Aracaju, 27 de maio de 1913. Especial sobre a Inauguração da Estrada de Ferro Timbó-Propriá.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 06:32:36 UTC</pubDate>
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         <title>Jornal Folha da Manhã de 28 de maio de 1913</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665807264</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] O Jornal Folha da Manhã, do dia 28 de maio, noticiou o seguinte:</div><div>&nbsp;</div><div>O trem inaugural, por todas as estações em que passou, dos territórios bahiano e sergipano, era saudado com efusão pelo povo, que bem sabe aquilatar o valor da Ferrovia. Na inauguração da Estação de Boquim, orou o Dr. Nobre de Lacerda; na de Salgado, proferiu o discurso inaugural o Dr. Virgílio Sant’Anna; na de Itaporanga, o Dr. Teixeira Fontes; na de São Cristóvão, o deputado Ângelo Dourado, na de Thebaida o jornalista Dr. Carlos Chiachio.</div><div>&nbsp;</div><div>Depois da festa de inauguração, foram visitadas as oficinas da Estrada de Ferro pelos nossos distintos hóspedes e pelo general Siqueira de Menezes, acompanhado de grande número de amigos. A impressão foi agradabilíssima, pois, em verdade, as oficinas de Aracaju estão sendo montadas a capricho, recomendando bastante os profissionais diretores dos trabalhos. Assistimos a várias experiências de máquinas, correndo tudo agradavelmente, sendo satisfatório o resultado.</div><div>&nbsp;A uma hora da tarde aconteceu um almoço, oferecido pela empresa construtora da Estrada de Ferro Timbó a Propriá.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div>[...]<br>No dia seguinte, a comitiva se despediu de Aracaju, embarcando às 14 horas, na Ponte do Imperador, para bordo do paquete “Cannavieiras“, que se achava atracado na ponte do trapiche Lima. Os nobres cavalheiros que chegaram no dia 26 de maio no trem inaugural, retornaram aos seus rincões levados por via marítima e não pela estrada de ferro, que tantos perigos e contratempos apresentou para chegar a Aracaju. <br>[...] <br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Jornal Diário da Manhã. Ano III, Número 652. Sergipe – Aracaju, 28 de maio de 1913.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 06:37:27 UTC</pubDate>
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         <title>1914</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1665824275</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] No ano de 1914, o Ministro que apresentou o relatório foi Dr. Augusto Tavares de Lyra. Por causa do encerramento do contrato inicial com a firma Austricliano de Carvalho &amp; C. Empreiteiros Gerais, que havia sido prorrogado em 18 meses, o restante da construção do trecho e a administração da estrada foi entregue, em 31 de dezembro de 1914, à Compagnie des Chemins de Fer Féderaux de l’Est Brésilien, nos seguintes termos do Relatório:</div><div>&nbsp;</div><div>Nesta estrada, até 31 de dezembro de 1914, foram inaugurados e entregues à Compagnie des Chemins de Fer Féderaux de l’Est Brésilien para o seu tráfego 271km,880155, desde a Estação de Timbó até a Estação de Rosário, em virtude da cláusula I, nº 2, letra g.</div><div>&nbsp;</div><div>Os trabalhos de movimento de terras, obras de arte correntes e especiais, edifícios e dependências, ficaram todos concluídos até 31 de dezembro de 1914, restando apenas o assentamento de linha no ramal de Capela, na extensão de 11km,520100, e na linha principal na extensão de 75km, 222960, ou seja, um total de 86km, 743060.</div><div>&nbsp;</div><div>Pelo contrato assinado em 3 de fevereiro de 1909, cláusula VI, as obras deveriam estar concluídas 42 meses depois, contados da data do início das construções, isto é, em 6 de outubro de 1912, visto o início da construção ter sido em 6 de abril de 1909. Porém, por diversos motivos justificados, o Governo concedeu mais 18 meses, marcando prazos semestrais para inaugurações dos trechos de Aracajú a Rosário, de Rosário a Murta, inclusive Ramal de Capela, e finalmente, de Murta a Propriá.<a href="#_ftn1">[1]</a>&nbsp;</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório apresentado ao Presidente dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro do Estado da Viação e Obras Públicas, Dr. Augusto Tavares de Lyra. No ano de 1914. p. 131-132.</div><div>&nbsp;<br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 07:38:55 UTC</pubDate>
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         <title>Trens Regulares, Facultativos e Especiais</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666343922</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] Os trens da Companhia Ferroviária Éste Brasileiro, posteriormente VFFLB, eram classificados de três formas distintas: trens regulares; trens facultativos e trens especiais. Os trens regulares eram os que circulavam em dias determinados, com horário aprovado pelo governo, e se destinavam ao transporte de passageiros. Podiam ser apenas de passageiros ou mistos, que também transportavam mercadorias e animais. Os trens facultativos eram os trens de carga que tinham os horários aprovados pelo tráfego, mas que só circulavam quando previamente anunciados. E, por fim, existiam os trens especiais, que eram todos os outros, de viajantes, de animais, de inspeção, de mercadorias, de socorro, ou de divisões, e que circulavam apenas com autorização do tráfego, com horário determinado ou não.<a href="#_ftn1">[1]</a>&nbsp;</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Companhia Ferroviária Éste Brasileiro. Regulamento da 2ª divisão (tráfego). 3ª parte. Instruções Regulamentares para a circulação dos trens. Tipografia da Companhia Ferroviária Éste Brasileiro: Bahia, 1934.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 04:23:07 UTC</pubDate>
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         <title>1957 RFFSA</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666349444</link>
         <description><![CDATA[<div>Por meio da Lei no. 3.115 de 16 de março de 1957, a Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima – RFFSA – sociedade de economia mista integrante da Administração Indireta do Governo Federal, vinculada funcionalmente ao Ministério dos Transportes. Foi criada por meio da consolidação e integração de 18 ferrovias regionais de propriedade da União (12 subordinadas ao DNEF, 4 autarquias e 2 sob administração especial), com o objetivo principal de reorganizá-las e aparelhá-las para se adequar às necessidades do desenvolvimento industrial do país (Art.5º da Lei no. 3.115 de 1957).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 04:28:51 UTC</pubDate>
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         <title>1935</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666354703</link>
         <description><![CDATA[<div>Na linha de Sergipe, foram realizados os melhoramentos nas obras de arte: <br>a) Km 231,253: construiu-se um bueiro aberto, imposto pela correnteza das águas pluviais; <br>b) Km 382,928: iniciou-se a reconstrução e aumento de um vão no pontilhão de Xinduba, em virtude de constatar-se a deficiência de vazão, por ocasião das últimas cheias; <br>c) Km 433: construiu-se um bueiro aberto necessário à vazão das águas das chuvas; <br>d) Km 503: no pontilhão existente, como obra de proteção sempre reclamada, construíram muros de envolvimento dos aterros, evitando-se os prejuízos dos “remous” das águas das grandes cheias.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div><br>Foram promovidos, ainda, em 1935, os seguintes reparos nas edificações da linha Sergipe:</div><div>&nbsp;</div><div>- Reconstrução da casa de nº 34, em Batinga;</div><div>- Reparo na casa de nº 21, do agente de Japaratuba;</div><div>- Reparo na Estação de Tebaida;</div><div>- Reparo no alpendre da Estação de Aracajú;</div><div>- Reparo na Estação de Salgado;&nbsp;</div><div>- Reparo na repartição de telégrafo da Estação de Aracajú;</div><div>- Reparo na Estação de Itabaianinha;</div><div>- Reconstrução da cozinha da Estação de Tebaida;</div><div>-&nbsp; Reparo na casa de nº 21 da Estação de Rosário;</div><div>-&nbsp; Pintura na caixa d’água da Bica (nesta ocasião, o ponto da Bica era arrendado);</div><div>-&nbsp; Consolidação do pontilhão do km 503;</div><div>-&nbsp; Reconstrução da ponte km 382 – Xinduba;</div><div>-&nbsp; Reconstrução da caixa d’água da Estação de Salgado;</div><div>-&nbsp; Reparo e pintura do pontilhão do km 473;</div><div>-&nbsp; Reparo e pintura da caixa d’água de Boquim;</div><div>-&nbsp; Reparo e pintura da caixa d’água de Carlos Torres;</div><div>-&nbsp; Reparo e pintura da caixa d’água de Murta.</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1935, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Lauro F. P. de Freitas, Superintendente das Estradas. p. 54.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 04:34:00 UTC</pubDate>
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         <title>1912 Oficinas de Aracaju</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666359282</link>
         <description><![CDATA[<div>A Estação de Aracajú ainda localizava-se às margens do Rio Sergipe e nem se cogitava a construção de uma nova Estação nas proximidades das oficinas, que funcionavam, desde 1912, no bairro Siqueira Campos, que cresceu e se desenvolveu por causa das oficinas da Leste.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Sobre o crescimento do bairro Siqueira Campos por causa da VFFLB, ver: CABRAL, Mario. <em>Roteiro de Aracaju</em><strong><em>: </em></strong><em>guia sentimental da cidade</em>. Aracaju: Regina, 1948; e DINIZ, José Alexandre Felizola. <em>Aracajú: síntese de sua geografia urbana</em>. Tese de concurso para catedrático apresentada à cadeira de Geografia do Colégio Estadual de Sergipe. Aracajú, 1963.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 04:39:12 UTC</pubDate>
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         <title>1936</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666362723</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] No relatório de 1936*, o mesmo diretor citou as péssimas condições da linha Sergipe. Ele escreveu que:</div><div>&nbsp;</div><div>Como é sabido, a grande maioria das nossas linhas se desenvolve por um traçado pesado, de condições técnicas muito prejudiciais ao custeio. Por outro lado, de início alguns trechos foram reconstruídos sem um rigoroso critério de fiscalização e com o objetivo estrito do menor custo. Daí o que se observa, lamentavelmente, em certos trechos como, por exemplo, no de Propriá, onde o traçado denota evidentes desvantagens, e as obras de arte e edifícios nenhuma confiança oferecem. Tem-se, mesmo, a impressão de uma coisa inacabada. E assim, às primeiras chuvas torrenciais, vem-se arrastando bueiros e pontilhões, cortes soterrados e aterros interrompidos por falta de vazão de obras de arte.</div><div>Longe dos olhos e dos interesses baianos, a ferrovia no estado de Sergipe foi construída, nas palavras do diretor Lauro de Freitas, dando “impressão de uma coisa inacabada”. Eram recorrentes as citações de melhorias necessárias tanto na via permanente, com substituição de trilhos mais resistentes, quanto do reaparelhamento das oficinas e edificações, ao longo da linha Timbó a Propriá.<br><br>* Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1936, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Lauro F. P. de Freitas, Diretor das Estradas. p. 57. Estranho o diretor citar “ingleses”, já que foram franco-belgas que administraram a Rede Baiana até 1935.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 04:42:57 UTC</pubDate>
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         <title>1937</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666367085</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 1 de janeiro de 1937 entrou em vigor a Lei 312-A, de 21 de novembro de 1936, assinada pelo presidente da República Getúlio Vargas. A assinatura aconteceu na própria gare da estação de Calçada. A partir de então, os funcionários da VFFLB ingressaram nos quadros de funcionalismo público da União.<br><br>*Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1937, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Lauro F. P. de Freitas, Diretor das Estradas. Tipografia da Leste: Bahia, maio de 1938.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 04:47:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1937 Caixas d´Água</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666372851</link>
         <description><![CDATA[<div>[...]&nbsp; &nbsp;</div><div>O diretor da VFFLB também escreveu o estado calamitoso em que se encontravam as linhas e ramais por causa da falta d’água. Na sua visão pragmática de engenheiro, Lauro de Freitas antevia soluções para o grave problema, já que a disponibilidade de água era condição <em>sine qua non</em> para as locomotivas se moverem.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Construir barragens e limpar e aprofundar bacias hidrográficas de pequenos açudes existentes. Construir dezenas de grandes caixas d’água em cimento armado, adquirir ou construir nada menos que 15 vagões tanque de 20.000 litros para abastecer as populações nas épocas de verão e transportar mel nas ocasiões normais<a href="#_ftn1">[1]</a>.</div><div><br>Muitas destas melhorias puderam ser observadas nos relatórios posteriores. Inúmeras caixas d’água foram construídas, bem como foram instaladas casas de bombas. Nas épocas de grandes secas as populações marginais à linha assaltavam os trens para pegar a água das locomotivas. Lauro de Freitas considerava uma desumanidade deixar de fornecer água para estas populações assoladas pela seca nos sertões do Brasil, por conta da necessidade das locomotivas. <br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1937, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Lauro F. P. de Freitas, p. 32.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 04:53:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1937 -Reparos na linha em Sergipe</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666374572</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] No exercício 1937, foram realizadas as seguintes melhorias na linha Sergipe:</div><div>&nbsp;</div><div>-&nbsp; Reparo nas Estações de Boquim; Laranjeiras; Japaratubinha; Aracajú; Pedrinhas; Rosáio; Murta; Japaratuba e Propriá;</div><div>-&nbsp; Reparo na Casa de Motor de Carlos Torres;</div><div>-&nbsp; Reparo na Casa de truqueiros de Aracajú;</div><div>-&nbsp; Reparo na casa do agente de Murta;</div><div>-&nbsp; Construção da casa de bombas de Boquim.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 04:55:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1939 - Reparos na Linha em Sergipe</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666375919</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] No exercício 1939, as melhorias na linha Sergipe foram:</div><div>&nbsp;</div><div>-&nbsp; Reparo nas Estações de Batinga, Maruim, Laranjeiras, Murta, São Cristóvão, Socorro, Gerú, Muribeca, Aracajú, Propriá, Pedrinhas, Itabaianinha, Salgado, Boquim, Tobias Barreto, Carlos Torres;</div><div>-&nbsp; Reparo na casa do agente de Maruim;</div><div>-&nbsp; Reparo na fossa do depósito de Aracajú;</div><div>-&nbsp; Reparo nas casas de turma: de Tebaida, do km 343 (Riachão), do km 443 (Ibura), do km 318 (Pedrinhas).</div><div>-&nbsp; Reparo na casa de bombas de Propriá e de Boquim;</div><div>-&nbsp; Reparo na casa do motor de Aracajú;</div><div>-&nbsp; Reparo nas oficinas de Aracajú;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 04:56:39 UTC</pubDate>
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         <title>1940</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666381485</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] Em correspondência de 3 de agosto de 1940, sob o título de “Falta de pessoal técnico”, Francisco G. Duarte, chefe das construções, fez um relato pormenorizado a respeito da falta de pessoal técnico capacitado. A correspondência foi reproduzida no relatório citado. Por conta do baixo salário pago pela ferrovia, havia falta de técnicos com prática em estradas de ferro e em condições de chefiarem os serviços de residência ou estudos. O quadro de engenheiros da Leste, relatou ele, era reduzido e não havia possibilidade de direcioná-los para a construção dos novos trechos.&nbsp;<br><br></div><div>Outro problema registrado neste mesmo relatório foi o de falta de recursos para compra de lenha e óleos lubrificantes. O diretor reclamava da verba que seria destinada a este fim, mas que não havia chegado ao seu destino. Era solicitada, também, a aquisição de trilhos novos para suprir a VFFLB no aparelhamento dos novos trechos construídos no estado da Bahia e, ainda, para substituição dos antigos, muitos em funcionamento, naquela data, há pelo menos 50 anos. É citado o trecho mais crítico da linha Sergipe como sendo o de Riachão e o do km 402 (em São Cristóvão), onde havia a necessidade de substituição de 114 km de trilhos. Para o ano de 1941, solicitava a substituição de 40 km de trilhos entre Boquim e Riachão.<a href="#_ftn1">[1]</a> “A substituição dos atuais trilhos de 25 k.p/m na linha de Sergipe deve prosseguir até que as duas capitais fiquem ligadas por linhas de trilhos de 32,2”.<a href="#_ftn2">[2]<br></a><br></div><div>Neste mesmo relatório de 1940, o diretor fala, ainda, da deficiência de mobiliário. Em suas palavras: “bem precário é o nosso mobiliário dos escritórios e principalmente das estações, onde temos mesas armários e cadeiras, quase em sua totalidade, com exceção das novas estações, imprestáveis; muitas onde são utilizados caixões de querosene como cadeiras e algumas até são mobiliadas com móveis dos próprios agentes”.<a href="#_ftn3">[3]</a> Outra solicitação dizia respeito à iluminação. Muitas estações não contavam com a força elétrica e eram iluminadas com aparelhos a querosene e lampiões. Solicitava-se, ainda, 50 lanternas pra sinalização, bem como cofres de ferro, balanças decimais e relógios de parede.&nbsp;</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1940, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Tenente Coronel Felinto Cézar Sampaio, Diretor Interino da VFFLB.&nbsp; p. 19.<br><a href="#_ftnref2">[2]</a> Idem, p. 40.<br><a href="#_ftnref3">[3]</a> Idem. p. 28.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:03:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1941 - Reparos na Linha em Sergipe</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666401065</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] Naquele ano de 1941, foram realizadas as seguintes melhorias na linha Sergipe:</div><div>&nbsp;-&nbsp; Construção de: Posto do Rio Fundo; da ponte do km 458,775; do muro de arrimo do km 456; do “desvio morto em Salgado”; desvio km 404;&nbsp;</div><div>-&nbsp; Construção das caixas d’água de: Carlos Torres, Rosário e Murta;</div><div>-&nbsp; Britamento de toda a linha;</div><div>Melhoramento depósito de locomotivas de Aracajú.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:25:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1942 - Reparos na Linha em Sergipe</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666401805</link>
         <description><![CDATA[<div>{...] em 1942, o relatório da VFFLB citou as novas melhorias em Sergipe:</div><div>-&nbsp; Construção de vagões de madeira para o transporte de sal;&nbsp;</div><div>ü&nbsp; Melhoramentos: oficinas, depósito e abrigo de Aracajú;&nbsp;</div><div>ü&nbsp; Melhoramentos e reparos nas Estações de Pedrinhas, Itabaianinha; Salgado; Tobias Barreto; Carlos Torres; Boquim; Aracajú; Muribeca; Murta; Japaratuba; Socorro; Batinga; Maruim; Laranjeiras; Itaporanga; Rosário.</div><div>ü&nbsp; Reparos no Posto do Riachuelo, Posto do Escurial e Posto de Riachão;</div><div>ü&nbsp; Construção da guarita das oficinas de Aracajú;</div><div>ü&nbsp; Reparo nas casas nº 230; 244; e 238.</div><div>ü&nbsp; Reparos nas obras de arte: ponte km 480,163; ponte km 480,398; hidrante de Aracajú; ponte km 445,850; pontilhão km 354,283; ponte km 342; bueiro km 297,093; caixa d’água Carlos Torres e Rosário;</div><div>ü&nbsp; Construção bueiro km 455,140.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:26:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1943 - Escola Profissionalizante na Bahia</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666407995</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] No relatório de 1943, há evidências de outra preocupação de Lauro de Freitas: o ensino profissionalizante dos ferroviários. Em 1941 havia sido construída e inaugurada a Escola Profissional Ferroviária de Alagoinhas, cidade natal de Lauro de Freitas Em 1943, o diretor escreveu que havia o desejo de se construir outras escolas de ensino primário onde tivessem maiores núcleos de trabalhos. Como forma de diversão para os trabalhadores da Leste, existia um cinema em Aramari.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:32:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1944 - Cooperativa na Bahia</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666408642</link>
         <description><![CDATA[<div>[...]&nbsp;<em>Com base no Decreto Lei nº 6.195, de 12 de janeiro de 1944, foi criada a Cooperativa de Consumo dos Empregados da Leste Brasileiro, com finalidade de assegurar fornecimento de gêneros de primeira classe e de roupas, a preços menores</em><a href="#_ftn1"><strong><em>[1]</em></strong></a><em>. A cooperativa foi instalada em Calçada, na cidade de Salvador.</em></div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1943, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Lauro F. P. de Freitas. p. 21.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:33:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1943 - Fazenda Bica (Sergipe)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666409465</link>
         <description><![CDATA[<div>[...]&nbsp; A Fazenda da Bica, no território de Sergipe, foi adquirida pela VFFLB, em 1943, para resolver problemas de abastecimento de água e lenha:</div><div>&nbsp;</div><div>Adquirida em 1943, pelo preço de $ 170.000,00, possuindo 3.789,703 m2 de boas terras, inclusive de matas propícias ao reflorestamento pelo “eucalíptus”. Além disto, no local há um açude que fornece água aos trens da estrada, assegurando o serviço mesmo nas maiores estiagens. Com a compra desta propriedade resolveu-se de vez um duplo problema: o abastecimento d’água, com a economia mensal de $ 500,00 e o da aquisição de boas terras para o replantio da zona, tudo por preço mais que vantajoso.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div>&nbsp;</div><div>A Fazenda Bica que já fornecia água para as locomotivas da VFFLB foi adquirida em 19.10.1943. O Manancial da Bica, como era denominado, era de propriedade de Gabriel Benevides do Rosário e sua mulher, dona Maria de Souza Benevides. A partir desta data várias construções foram edificadas ali. Chegou a ser mesmo um movimentado ponto da linha Sergipe.&nbsp;</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1943, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Lauro F. P. de Freitas&nbsp; pp. 42-43.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:34:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1943 - Reparos na Linha em Sergipe</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666413540</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] &nbsp; em 1943 aconteceram as seguintes melhorias:</div><div>&nbsp;-&nbsp; Construção de casas de agentes em Carlos Torres; Pedrinhas; Riachão e Itaporanga;&nbsp;</div><div>-&nbsp; Para abrigar o pessoal da via permanente, foram construídos conjuntos de nove casas em Boquim.</div><div>-&nbsp; Construídos os postos de parada: Colônia (km 399,380); Mata (km 461,710; Calumbi (km 438,690); Cerâmica (km 425,440).</div><div>-&nbsp; Reconstrução do posto de parada do Riachão e da estação de Murta;&nbsp;</div><div>-&nbsp; Construção de casa de bombas e bombeiro em Itaporanga;</div><div>-&nbsp; Construção de nova estação em Carlos Torres;</div><div>-&nbsp; Construção casa para pernoite pessoal em Rosário;</div><div>-&nbsp; Reparos nas Estações de: Batinga, Maruim, Itaporanga, Japaratuba, Propriá, Pedrinhas, Itabaianinha, Salgado, Tebaida, Boquim, Carlos Torres, Aracajú, São Cristóvão, Muribeca, Carmo, Capela, Rosário;</div><div>-&nbsp; Reparos no Posto do Escurial; Posto de Riachuelo; e Posto do km 545,050 (Cedro de São João);</div><div>-&nbsp; Reparos nas casas de agentes: Muribeca, Carmo, Carlos Torres, Tijupeba, Rosário, Japaratuba., Pedrinhas e Batinga;</div><div>-&nbsp; Construção casa trabalhador km 459 (Riachuelo);</div><div>-&nbsp; Reparo nas casas nº 246 e 247 em Tebaida; na casa nº 262 km 493;&nbsp;</div><div>-&nbsp; Construção da caixa d’água de Bica; cisterna de Murta e pontilhão km 403,557; bueiros km 403,672 e 458<a href="#_ftn1">[1]</a>.</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1943, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Lauro F. P. de Freitas.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:39:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1943 - Pontos de Parada em Sergipe</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666415665</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] No exercício de 1943, a linha Sergipe recebeu todos os melhoramentos acima incluindo a construção de novos postos de parada <a href="https://pt-br.padlet.com/cavsaocristovao/linhatimbo#_ftn1">[1]</a>: Colônia (km 399,380); Mata (km 461,710; Calumbi (km 438,690); Cerâmica (km 425,440), citados. Observa-se que ao longo do século XX, alguns pontos de parada foram construídos, outros abandonados e muitos estiveram em uso por todo o tempo em que circularam passageiros, mas nem sempre apareciam nas estatísticas da estrada de ferro. Os pontos de parada serviam, na maioria das vezes, para abastecimento de água das locomotivas, quando havia uma distância muito grande entre duas Estações. Em alguns deles, também, acontecia o abastecimento de lenha. Relatos orais afirmaram que alguns pontos de parada foram construídos por solicitação dos fazendeiros que tinham a linha férrea passando por sua propriedade, para embarque e desembarque de mercadorias e passageiros. Contudo, esta informação não foi encontrada nos relatórios da extinta RFFSA, em Salvador. <br><strong>01-</strong>&nbsp; <strong>Ponto de Colônia</strong></div><div>Km 397&nbsp;</div><div>Em 1982 possuía uma área do antigo triângulo com cerca de 10.000 m2. O ponto de parada estava em ruínas.<br><strong>02-</strong>&nbsp; <strong>Parada da Cerâmica</strong></div><div>Km 423</div><div>Em 1982 o ponto de parada estava desativado e em péssimo estado. Nas proximidades da Parada tinha depósito de ferramentas.</div><div><strong>03 -Parada de São José da Mata</strong>&nbsp;<br>Km 459&nbsp;<br>Em 1982 o posto de parada estava em ruína.<br><br></div><div><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1943, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Lauro F. P. de Freitas.</div><div><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:40:56 UTC</pubDate>
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         <title>1944</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666421158</link>
         <description><![CDATA[<div>[...]&nbsp; Em 1944, dez anos depois de encerrado o arrendamento com a concessionária franco-belga, o diretor Lauro de Freitas congratulava-se com o Ministro da Viação e Obras Públicas. De fato, muito se tinha realizado naquela década. Naqueles dez anos foram construídas 35 caixas d’água ao longo da linha. Citando as reformas e construções das estações e armazéns, diz que “em execução está a bela estação de Aracajú, um dos mais justos desejos do povo de Sergipe”. No total, foram construídas 430 casas de pessoal; instalação de três postos médicos, no escritório central de Salvador, em Calçada e em Serrinha. Construção, na linha Sergipe, de dormitórios para o pessoal de Salgado, Rosário, Propriá e Tebaida. O diretor segue relatando inúmeras realizações, principalmente nas linhas do estado da Bahia, entre elas a construção e inauguração de vários novos trechos ferroviários.</div><div>&nbsp;</div><div>Neste período foram construídas cisternas de 4 metros de diâmetro em: Murta, Aracajú e Carlos Torres. E hidrantes nos pátios das estações de: Aracajú, Carlos Torres, Rosário, Propriá, Murta, Boquim, Fazenda Bica. Lauro de Freitas listou, ainda, todas as estações que foram construídas naqueles dez anos, incluindo assentamento de mobiliário novo: Tobias Barreto, Riachão, Posto do Rio Fundo, Posto da Cerâmica, Carlos Torres, Posto da Colônia, Murta, Posto de Calumbi, Posto do Cedro, Posto de Malhada dos Bois.</div><div>&nbsp;</div><div>Em 1944, novas estações haviam sido construídas em: Boquim, Malhada dos Bois. Ainda, 1 casa para agente no pátio de Carlos Torres; casa para guarda-chaves: 1 Boquim, 1 em Malhada dos Bois. E casas para trabalhadores de linha em grupos de 7 e 9 casas, no km 399,380 (posto de Colônia).&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:47:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1944 - Aluguel de Imóveis</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666421443</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] o Decreto Lei nº 6.874, de 15 de setembro, regulamentou o aluguel de imóveis da união ocupados por servidores civis. Lauro de Freitas temeu que esta Lei prejudicasse os funcionários da VFFLB, por conta do valor do aluguel. Entretanto, há o relato do ferroviário aposentado Sr. José Alves Filho, de que o aluguel na ferrovia em Sergipe não era cobrado de moradias em pontos remotos, como Batinga. Dos trabalhadores de centros urbanos, como Aracajú, era descontado em folha de pagamento o valor de 6% do salário como aluguel.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:47:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1944 -Pedra Fundamental nova Estação Aracaju</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666422547</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] Em 19.04.1944 aconteceu o ato solene para batimento da pedra fundamental para a construção da nova Estação de Aracajú. Estiveram presentes o interventor Maynard Gomes, entre outras autoridades.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:48:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1949 - Reparos na Linha em Sergipe</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666427393</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] Para o exercício de 1949, foram feitos:</div><div>&nbsp;-&nbsp; Ligação rodoviária da estação de Riachuelo à cidade do mesmo nome;</div><div>-&nbsp; Conclusão das obras da Estação de Aracajú e melhoramentos do trecho onde a mesma está sendo concluída;</div><div>-&nbsp; Construção da Estação de Riachuelo<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1949, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Joaquim dos Santos Pereira, Diretor das Estradas.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 05:55:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1946 - Acidente</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666431898</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;[...] No dia 18 de março de 1947, um acidente de grandes dimensões consternou o povo sergipano. Às 18:30 daquela segunda-feira, a composição Nº 232, do trem suburbano que seguiria para Capela, composta de oito classes, descarrilou. Ela era conduzida pelo maquinista João Claro dos Santos, tendo como foguista Alberico Santana e chefiada pelo Sr. Edward Simas. O acidente aconteceu na curva do quilometro 458, entre as cidades de Laranjeiras e Riachuelo.</div><div>&nbsp;</div><div>Uma verdadeira multidão comprimida entre carros e tenders, era transformada em escombros. Poucos foram os que, milagrosamente, escaparam dessa chacina promovida unicamente pela Leste Brasileiro. Mutilados e cegos, os passageiros atingidos tiveram os primeiros socorros de diversos médicos residentes nas cidades de Maroim, Laranjeiras e Riachuelo, que para ali se transportaram e só às 20 horas a Estação de Aracaju tinha conhecimento da catástrofe.</div><div>&nbsp;</div><div>Inteirados da lamentável ocorrência, os ilustres engenheiros Jovino Prado Pereira, engenheiro-presidente, e Leônidas Pereira de Carvalho, Inspetor de Transportes, acompanhados de cinco médicos e outros funcionários daquela ferrovia, seguiram de trem para o local, isto às 21:40. Não podemos olvidar os esforços dispendidos por todos, nesse transe que enlutou a família sergipana. Dedicados, tudo fizeram a fim de que os feridos fossem conduzidos ao Hospital da Cirurgia, nesta capital, o que se verificou na madrugada de ontem, precisamente às 3:15<a href="#_ftn1">[1]</a>.</div><div>&nbsp;</div><div>O jornal noticia, ainda, que faleceram os funcionários da Leste José Bernardes e João Vitor, ambos guarda-freios do trem. Haviam ficado gravemente feridos Edward Simas, Claudionor Silva e Manuel Jaymes, Chefes do trem, o foguista Alberico Santana e o maquinista João Claro dos Santos. O jornal afirmou que no dia 19 de março haviam sido sepultados 40 mortos. No total, morreram 45 pessoas e ficaram feridas 117.<a href="#_ftn2">[2]</a></div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Jornal Diário de Sergipe. Ano V, Número 1.171. Aracajú, Quarta-feira, 20 de março de 1946. Primeira página.<br><a href="#_ftnref2">[2]</a> CABRAL, Mário. <em>Roteiro de Aracaju</em><strong><em>: </em></strong><em>guia sentimental da cidade</em>. Aracaju: Regina, 1948. p. 264.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 06:01:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Anos 1960 - Trens de Passageiros em Sergipe</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666478879</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] O movimento de trens de passageiros, naquela ocasião, entre Aracaju e Salvador, era realizado por dois trens diurnos semanais, em cada sentido, que faziam o percurso em 16 horas e dois trens noturnos semanais, em cada sentido, que faziam o percurso em 14 horas. Entre Aracaju e Propriá trafegavam quatro trens diurnos semanais, que faziam o percurso em 5:30 horas. Entre Aracajú e Salgado corria um trem diário que fazia o percurso em três horas. Para o Ramal de Capela o trem circulava três vezes por semana, fazendo percurso Aracaju-Capela e vice-versa em quatro horas. Também para Rosário do Catete saía um trem três vezes por semana fazendo percurso Aracaju-Rosário do Catete, em duas horas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Os trens diurnos tinham uma composição normal de cinco carros, sendo dois de primeira classe, dois de segunda classe e um carro restaurante. Os trens noturnos tinham uma composição de seis carros: três de primeira classe, dois dormitórios e um restaurante; ou então cinco carros, sendo três dormitórios, um restaurante e um de primeira classe. Os trens para Propriá tinham somente três carros, sendo um de primeira classe e dois de segunda classe.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Os trens para Salgado tinham cinco carros: três de primeira classe e dois de segunda classe. Os trens para Capela tinham somente dois carros, um de primeira e outro de segunda classe. Os que partiam para Rosário do Catete tinham composição de três carros, sendo um de primeira classe e dois de segunda classe.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 06:54:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1982</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666480048</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] Em 1982, muitas Estações e pontos de parada da Linha Sergipe estavam em péssimo estado de conservação, conforme descrito na inspeção geral de todos os imóveis da RFFSA, realizada pelo engenheiro Sérgio Marchesini. Na ocasião, ele apontou o estado de conservação dos imóveis indicando os que tinham materiais que poderiam ser reaproveitados. Possivelmente, naquele ano, foram retiradas as coberturas e esquadrias, entre outros materiais, de edificações em lugares ermos, abandonando para a ruína o restante da construção de alvenaria.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 06:56:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1990</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666482658</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] Terrenos e residências, a partir da década de 1990, começaram a ser avaliados e alienados para ser colocados à venda. Muitos imóveis da RFFSA foram vendidos neste período, conforme se pode constatar por recibos, relatórios e documentos de compra e venda constantes do setor de patrimônio da extinta RFFSA, em Salvador.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 07:00:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1915 - Estação antiga de Propriá</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666730318</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] &nbsp; O trem inaugural chegou a Propriá às 14:30 do dia 06 de agosto de 1915, a comitiva foi recebida pela população e por duas “filarmônicas” locais. Em salão especial da Estação lavrou-se a ata inaugural do ultimo trecho de Timbó a Propriá. Como aconteceu em 1913, em Aracaju, estiveram presentes inúmeras autoridades do estado de Sergipe e outras relacionadas à Estrada de Ferro, conforme relatório presidencial de 1915.</div><div>&nbsp;</div><div>Em 1938 foram realizadas reformas na Estação de Própria. Ainda naquele ano, foi construída uma caixa d’água em concreto armado, para 50 m<sup>3 </sup>de capacidade, incluindo a adutora e uma caixa estanque no Rio São Francisco, onde se achava instalado um grupo eletro-bomba de 8 HP, acionado pela energia de um motor de 17 HP, Diesel, da reserva local. Uma casa de bombas estanque foi construída às margens do Rio São Francisco.</div><div>&nbsp;</div><div>Entre 1967 e 1973, esteve em funcionamento um sistema de ferry boat, para transbordo dos vagões de Propriá para Colégio. Antes de 1967, era realizada baldeação, via barcas, de mercadorias e de pessoas. Não há relatos de transporte de vagões antes desta data.</div><div>&nbsp;</div><div>Em 1973, foi inaugurada a Ponte Propriá-Colégio e uma nova Estação foi construída, às margens da rodovia, facilitando o controle do tráfego ferroviário. A Estação antiga, então, foi passada para a Prefeitura de Propriá que ali instalou o Tiro de Guerra. Na placa afixada na antiga Estação está escrito: “A antiga Estação da Leste, após desativada, teve total recuperação e melhoramentos feitos pela Prefeitura Municipal de Propriá, que a transformou em Quartel Sede do Tiro de Guerra 06-144, em 31 de março de 1975, na administração do prefeito Wolney Leal de Melo”.</div><div>&nbsp;</div><div>Em relatório de 1982, o engenheiro Sérgio Marchesini anotou que as casas de Propriá eram ocupadas por: Severino Matias da Silva, artífice especial de eletricidade; e Aloísio Gomes de Siqueira, agente especial de Estação. A outra casa estava livre. No antigo pátio da Estação de Propriá, residiam José dos Santos Alves, ferroviário; Cícero Paulo da Silva, conservador de via permanente; Ednaldo dos Santos, conservador de via permenante; Joana Gonzada de Moura, viúva do feitor Manoel. O dormitório dos maquinistas estava ocupado pelo Tiro de Guerra. Existia, ainda, depósito de eletrotécnica, cabine de sinalização (próxima ao Hotel Velho Chico), subEstação com transformador de alta voltagem (estava desativada e em péssimo estado de conservação), sanitários dentro da área do Tiro de Guerra e um girador para vagões, também dentro da área do Tiro de Guerra. Neste relatório, o engenheiro solicitava que fosse verificada a situação de ocupação do imóvel pelo Tiro de Guerra.</div><div>&nbsp;</div><div>Em 2007 o Tiro de Guerra deixou de funcionar no lugar.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:20:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1967 - 41-	Ferry boat em Propriá</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666732755</link>
         <description><![CDATA[<div>[...]&nbsp; Em 1925, o engenheiro civil Joaquim Leite Ribeiro Almeida Júnior escreveu que: “A de Timbó a Propriá, em linhas quebradas, pelo litoral de Sergipe, precisa de ferry boat em Propriá que a ligue com o Estado de Alagoas”<a href="#_ftn1">[1]</a>.</div><div>&nbsp;</div><div>Em janeiro de 1960, a VFFLB adquiriu dos Srs. Nelson Horta e de sua mulher, D. Anália Leite Dantas Horta e de José Feitosa Horta e sua mulher D. Minerva Seixas Horta, uma área necessária à construção da variante para travessia do Rio São Francisco, ligando Propriá a Colégio. A largura da faixa adquirida foi de 30 metros, no total de mil quinhentos e quinze metros quadrados. No terreno, existia plantação de capim e milho. O valor total pago foi de Cr$ 7.575,00.<a href="#_ftn2">[2]</a>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Foi adquirida, ainda, de D. Amália Figueiredo Guimarães, uma área de terreno a ser desmembrado da Fazenda Morro do Chaves, necessária à construção da variante sobre o Rio São Francisco. O termo de acordo foi lavrado em 21.08.1959. A área adquirida era de 91.898 m2, foram pagos Cr$ 489.490,00.</div><div>&nbsp;</div><div>Em 1960 iniciou-se a construção do sistema de ferry boat para ligar Propriá a Colégio, em Alagoas<a href="#_ftn3">[3]</a>, apesar de, naquela ocasião, dos estudos para a construção da ponte já estarem previstos e orçados. Entretanto, o ferry boat só foi efetivamente instalado em abril de 1967<a href="#_ftn4">[4]</a>.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O seu funcionamento foi descrito na Revista REFESA, de 1974:</div><div>&nbsp;</div><div>Na embarcação, movida por duas hélices, de perfil trapezoidal nas extremidades, eram transportados de um lado para outro, em 30 minutos, até quatro vagões carregados com até 60 toneladas cada um, peso a que se acresciam 8 mil litros de óleo diesel para os motores de propulsão, fogão de cozinha, 800 litros de água e equipamento complementar, totalizando um peso bruto, morte, de aproximadamente 238 toneladas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Dotada de dois tanques de lastro avante e dois a ré e de rede de lastro, a barcaça podia carregar e descarregar vagões e locomotivas sem mudar a posição de amarração, corrigindo e melhorando suas condições de estabilidade e propulsão durante a travessia. Inteiramente construído nos estaleiros da Fermet, na Bahia, o Ferry Boat que tantos serviços prestou e tinha 45 metros de comprimento, exigindo uma tripulação de 10 homens, fora os outros 20 das manobras (10 em cada porto), ainda lá se encontra à espera de nova serventia, que está sendo estudada.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>De igual modo e com destino muito mais melancólico, também permanecem atracadas às margens, do lado de Propriá, as antigas barcaças que transportavam automóveis e caminhões de propriedade particular.<a href="#_ftn5">[5]</a></div><div>&nbsp;</div><div>Antes da construção do ferry boat, era realizada baldeação, via barcas, de mercadorias e de pessoas.&nbsp;</div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> ALMEIDA JÚNIOR, Joaquim Leite Ribeiro. <em>Methodo de Construcção de Estradas no Brasil</em>. 1º volume. Empresa Gráfica Editora: Rio de Janeiro, 1925. p. 14.<br><a href="#_ftnref2">[2]</a> RFFSA. Laudo de Avaliação Terreno em Propriá para construção variante Rio São Francisco. 2 de fevereiro de 1960.<br><a href="#_ftnref3">[3]</a> Estatística das Estradas de Ferro do Brasil, 1962. Suplemento da Revista Ferroviária.<br><a href="#_ftnref4">[4]</a> Citado em: Estudo da Infraestrutura e da Superestrutura do Trecho Aracaju-Propriá. Engenheiros: Arquimedes Bandeira de Melo Neto; Gutemberg Farias Pimentel; João José D’Alkimim; José Adenil Barrozo. Curso de Especialização em Ferrovias. Universidade Federal da Paraíba.<br><a href="#_ftnref5">[5]</a> REFESA. Ministério dos Transportes. Janeiro/Abril de 1974.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:23:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1973 - 42-	Ponte rodoferroviária sobre o Rio São Francisco</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666738010</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] &nbsp; Em 1947 apareceu uma nota no Suplemento da Revista Ferroviária, dizendo que estava em estudo a construção de uma ponte de mais de mil metros, a cargo do DNEF – Departamento Nacional de Estradas de Ferro. Estavam sendo realizados projeto e orçamento<a href="#_ftn1">[1]</a>. Contudo, data do início do século XX os intentos para construção da ponte ligando os estados de Sergipe e Alagoas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A ponte rodoferroviária sobre o Rio São Francisco, com vão móvel para navegação de cabotagem, seria inaugurada muitas décadas depois, em dezembro de 1973, no governo ditatorial do presidente Emílio Garrastazu Médici, foi chamada de “Ponte da Integração Nacional”. A Revista REFESA, detalhou sua construção.</div><div>&nbsp;</div><div>Mais do que uma ponte, embora imponente, funcional e de rara beleza, ela é um atestado da capacidade realizado da gente brasileira. (...) Ali, na Ponte da Integração Nacional, o velho trem mantém, incólume, o seu prestígio, correndo bem pelo meio do caminho, absoluto, buzinando durante o rápido tempo em que passa sobre as águas do São Francisco, enquanto automóveis e caminhões se quedam, estáticos, nas duas margens, a uma respeitosa e reverente distância.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Tracionados por 86 máquinas diesel, esses trens carregam mais de 130 mil toneladas de mercadorias diversas, principalmente cimento, sal, açúcar, minério, torta e uréia. (...) As fundações atingiram 70 metros de profundidade – quase o dobro da assinalada na Baía de Guanabara para a ligação Rio-Niterói – enquanto para o fabrico e montagem do vão móvel metálico, de 91,50 metros, sobre o canal do rio, exigia-se tudo exato e preciso a fim de permitir a navegação de cabotagem.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Com 832 metros de extensão, largura de 11.50 metros e vinte vãos de aproximadamente 33 metros, além do maior, de 91,50 m. (...) Em termos econômicos a ponte Propriá-Colégio custou Cr$ 35 milhões e contou com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento.<a href="#_ftn2">[2]</a></div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Estatística das Estradas de Ferro do Brasil, 1947. Suplemento da Revista Ferroviária. Rio de Janeiro: Editora da Revista Ferroviária S.A.<br><a href="#_ftnref2">[2]</a> REFESA. Ministério dos Transportes. Janeiro/Abril de 1974.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:29:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1973 - 43-	Estação de Propriá (nova)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666739630</link>
         <description><![CDATA[<div>[...]&nbsp; A nova Estação de Propriá foi construída em 1973, ano de inauguração da ponte rodoferroviária sobre o Rio São Francisco, que ligou Sergipe ao estado do Alagoas. A Estação antiga, inaugurada em 6 de agosto de 1915, foi passada para a Prefeitura de Propriá que ali instalou o Tiro de Guerra. Na placa afixada na antiga Estação está escrito: A antiga Estação da Leste, após desativada, teve total recuperação e melhoramentos feitos pela Prefeitura Municipal de Propriá, que a transformou em Quartel Sede do Tiro de Guerra 06-144, em 31 de março de 1975, na administração do prefeito Wolney Leal de Melo”.</div><div>&nbsp;</div><div>Quando ela foi construída, já não circulavam trens de passageiros, apenas de carga. Há relatos de que está abandonada desde 1998.</div><div>&nbsp;</div><div>Em relatório de 1982, o engenheiro Sérgio Marchesini anotou que as casas de Propriá eram ocupadas por: Severino Matias da Silva, artífice especial de eletricidade; e Aloísio Gomes de Siqueira, agente especial de Estação. A outra casa estava livre. No antigo pátio da Estação de Propriá, residiam José dos Santos Alves, ferroviário; Cícero Paulo da Silva, conservador de via permanente; Ednaldo dos Santos, conservador de via permenante; Joana Gonzada de Moura, viúva do feitor Manoel. O dormitório dos maquinistas estava ocupado pelo Tiro de Guerra.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:31:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1979 - A nova Estação de Propriá foi construída em 1973, ano de inauguração da ponte rodoferroviária sobre o Rio São Francisco, que ligou Sergipe ao estado do Alagoas. A Estação antiga, inaugurada em 6 de agosto de 1915, foi passada para a Prefeitura de Propriá que ali instalou o Tiro de Guerra. Na placa afixada na an-tiga Estação está escrito: A antiga Estação da Leste, após desativada, teve total recuperação e melhora-mentos feitos pela Prefeitura Municipal de Propriá, que a transformou em Quartel Sede do Tiro de Guerra 06-144, em 31 de março de 1975, na administração do prefeito Wolney Leal de Melo”.Quando ela foi construída, já não circulavam trens de passageiros, apenas de carga. Há relatos de que está abandonada desde 1998.Em relatório de 1982, o engenheiro Sérgio Marchesini anotou que as casas de Propriá eram ocupadas por: Severino Matias da Silva, artífice especial de eletricidade; e Aloísio Gomes de Siqueira, agente especial de Estação. A outra casa estava livre. No antigo pátio da Estação de Propriá, residiam José dos Santos Al-ves, ferroviário; Cícero Paulo da Silva, conservador de via permanente; Ednaldo dos Santos, conservador de via permenante; Joana Gonzada de Moura, viúva do feitor Manoel. O dormitório dos maquinistas estava ocupado pelo Tiro de Guerra.</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666742194</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: Iphan, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:34:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1979 - FAFEN – Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666742909</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] &nbsp; Entre 1977 e 1978 começaram as desapropriações para construção do sub-ramal, no povoado de Bom Jesus, pertencente a Laranjeiras. Em 1979, o ramal da FAFEN estava em construção e começaria a operar em 1981. Inclusive, uma nova Estação ferroviária foi construída em Riachuelo por causa do sub-ramal. Em 1979, o único ramal que aparece na linha de Sergipe é o da FAFEN.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div>&nbsp;Em 2009 o sub-ramal está desativado.</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Fonte: Estudo da Infraestrutura e da Superestrutura do Trecho Aracaju-Propriá. Engenheiros: Arquimedes Bandeira de Melo Neto; Gutemberg Farias Pimentel; João José D’Alkimim; José Adenil Barrozo. Curso de Especialização em Ferrovias. Universidade Federal da Paraíba. Período de estágio Aracaju-Propriá: 09/04 a 305/1979.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:35:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1984 - Cimentos Portland de Sergipe / CIMESA, pertencente ao Grupo Votorantim</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666744431</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] &nbsp; Entre a documentação da seção de Patrimônio da extinta RFFSA, em Salvador, foi encontrado um projeto de Engenharia para construção de um sub-ramal ferroviário de acesso à Fábrica de Laranjeiras, da Fábrica de Cimentos Portland de Sergipe. O Projeto foi assinado pela TOPOL: Topografia, Projetos, Obras Ltda. Sem data. O sub-ramal teria 1,865 km.</div><div>&nbsp;</div><div>Por volta de 1984, foi criada a CIMESA, do Grupo Votorantim, com a construção da fábrica de cimentos ao lado da exploração de calcário, na cidade de Laranjeiras. Entende-se que o sub-ramal tenha sido construído nesta época.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:36:36 UTC</pubDate>
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         <title>1995 - CVRD – Rosário do Catete</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666745361</link>
         <description><![CDATA[<div>[...]&nbsp; Em 1995, a Companhia Vale do Rio Doce (atualmente apenas com a denominação “Vale”) assinou contrato com a extinta RFFSA para transporte de Cloreto de Potássio de Rosário do Catete de sua unidade em Sergipe, a Taquari-Vassouras. Na ocasião, a CVRD, em contrato assinado em 24 de março de 1995, se obrigava a adequar, às suas expensas, o pátio da Estação de Rosário do Catete e promover melhorias nas obras de arte e edificações. Um galpão foi construído ao lado da Estação para armazenamento do cloreto de potássio.</div><div>&nbsp;</div><div>De acordo com o site da Vale, o empreendimento Taquari-Vassouras reúne uma mina subterrânea e uma usina de beneficiamento na superfície. Trata-se da única produtora de cloreto de potássio (KCl) em atividade no Brasil<a href="#_ftn1">[1]</a>. Em Sergipe, os depósitos de silvinita e carnalita foram descobertos em 1963 pela PETROBRÁS, que estava fazendo prospecção de petróleo na região. O projeto de implantação da mina/usina de Taquari-Vassouras para o aproveitamento do cloreto de potássio foi iniciado em 1979, pela Petrobrás Mineração S.A. (Petromisa), e inaugurado em 1985. A unidade esteve a cargo da PETROMISA até 1991. A partir de 1992, a mina passou a ser administrada pela Gerência Geral de Fertilizantes - <em>Gefek </em>da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), por meio de um contrato de arrendamento<a href="#_ftn2">[2]</a>.&nbsp;</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Fonte: [http://www.vale.com/vale/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=47]. Acesso em 09.04.2009.<br><a href="#_ftnref2">[2]</a> Mina Taquari Vassouras. Rosário do Catete – Sergipe. http://www.cetem.gov.br/publicacao/CTs/CT2002-158-00.pdf. Acesso em 09.04.2009.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:37:41 UTC</pubDate>
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         <title>1950-1955: Novos Pontos de Parada</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666747324</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>01 -Ponto de Parada Lopes </strong>(1950)<br>Km 270</div><div>[...] O Ponto de Parada do Lopes foi inaugurado em 1950. Sabe-se que ali havia um abarracamento de 7 casas, possivelmente para abrigar os trabalhadores da via permanente. Em 1982, o abarracamento estava em ruínas e o engenheiro da RFFSA Sérgio Marchesini anotou que os materiais poderiam ser aproveitados. Não há referências sobre os motivos da construção do ponto de parada em 1950, já que a linha estava em tráfego desde 1913. Provavelmente, por causa da fixação de pessoal para manutenção na via, no programa iniciado em 1935 pelo diretor da VFFLB Lauro de Freitas.&nbsp;</div><div><br><strong>02 - Parada da Jabotiana<br></strong>Km 426<strong><br>[...] </strong>A única informação que se tem do posto de parada da Jabotiana é que teria sido construído em 1951, conforme estatísticas da Estrada de Ferro. Em 1982 ele já havia sido demolido.&nbsp;</div><div><br><strong>03 - Ponto de Parada da Macedina </strong>(1955)<br>Km 349</div><div>[...] Macedina era um povoado de Sergipe. Nas estatísticas da Estrada de Ferro aparece que o ponto de parada foi construído em 1955. Em anotações de 1982, o ponto da Macedina estava em ruínas, tinha garagem para troley e um abarracamento com sete casas em estado regular de conservação, ocupadas pelos ferroviários José dos Santos, Pedro Francisco Xavier e José Oliveira Modesto. Todos ocupavam a função de Conservador de Via Permanente.&nbsp;</div><div><br>Fonte: IPHAN, 2009.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:39:55 UTC</pubDate>
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         <title>1943 - Estação Carlos Torres </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666750558</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Km 365</div><div>&nbsp;[...] Em 1940 foi construída em Carlos Torres uma caixa d’água, em concreto armado, com capacidade para 50.000 litros. Em 1942 foi concluída a edificação da nova casa de bombas e residência de bombeiros. Em 1943 foi construída a nova Estação em Carlos Torres, assim como uma casa para o chefe da Estação.&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;</div><div>Em 1982, a Estação estava em ruínas e no local existiam as seguintes edificações: reservatório de concreto, garagem para troley, um depósito (antigo dormitório), duas casas em ruínas e um abarracamento com sete casas, em estado regular de conservação. Nas casas do abarracamento residiam: Fidelcino Carvalho, supervisor auxiliar de linha e, em outra, Givaldo dos Santos Almeida, conservador de via permanente. As outras cinco partes do abarracamento estavam desocupadas.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:43:06 UTC</pubDate>
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         <title>1952 - Parada João Cleofas</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666752055</link>
         <description><![CDATA[<div>Km 431</div><div>[...] Pelas Estatísticas da Estrada de Ferro, sabe-se que a parada do João Cleofas foi construída em 1952. Em 1982 havia apenas a plataforma no lugar.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:44:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1927 - Parada da Ibura (Estiva de Ibura)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666752995</link>
         <description><![CDATA[<div>Km 442<br>[...] A partir de 1927 o ponto de parada do Ibura começa a aparecer nas Estatísticas da Estrada de Ferro. Em anotação de 1982 afirma-se que ela estava demolida.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:45:46 UTC</pubDate>
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         <title>1944 - Estação de Malhada dos Bois e Ponto do Cedro de São João</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666755405</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>01-&nbsp; Posto de Parada de Malhada dos Bois</strong></div><div>Km 532</div><div>[...] O Posto de Parada de Malhada dos Bois foi construído em 1944, conforme relatório do diretor da VFFLB Lauro de Freitas. Naquele ano havia sido construída, também, casa para guarda-chaves e vigia.<a href="#_ftn1">[1]</a></div><div>Na Enciclopédia dos Municípios de 1959, havia a descrição de que a pequena distância da sede municipal de Malhada dos Bois havia um Ponto de Parada no povoado denominado “Baixão”<a href="#_ftn1">[1]</a>, possivelmente se tratava do posto de parada em questão.</div><div>&nbsp;</div><div>Em anotações da RFFSA de 06 de agosto de 1973 dizia que a Estação estava fechada. Em 1982, tanto a Estação quanto a casa de agente haviam sido demolidas.</div><div><br><strong>02-</strong>&nbsp; <strong>Ponto do Cedro de São João</strong></div><div>Km 543</div><div>[...] O ponto de parada do Cedro de São João aparece pela primeira vez nas estatísticas de ferrovias do Brasil em 1959, porém, com data de inauguração constando como 1915. Em 1943, aparece uma nota de reparo no Posto do km 545,050, que é o km próximo de onde estaria edificado o ponto de Cedro de São João. Em 1944, Lauro de Freitas escreveu que haviam sido construídas postos de parada com assentamento de mobiliário, incluindo “Posto do Cedro”. Em 1982, o Ponto de Cedro de São João havia sido demolido. &nbsp;</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Relatório da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, exercício de 1944, apresentado ao Sr. Diretor do Departamento Nacional de Estradas de Ferro pelo Engenheiro Civil Lauro F. P. de Freitas, Diretor das Estradas.<br><a href="https://pt-br.padlet.com/cavsaocristovao/linhatimbo#_ftnref1">[2]</a> FERREIRA, Jurandyr Pires (presidente do IBGE). Enciclopédia dos Municípios Brasileiros. 15 de dezembro de 1959.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:48:29 UTC</pubDate>
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         <title>1950 - Nova Estação de Aracaju</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666759678</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;[...] A construção de uma nova Estação, de acordo com relatórios da VFFLB, objetivava atender aos reclames progressistas da capital de Sergipe. Fazia-se necessária a construção de um novo prédio, com arquitetura modernista, condizente com a sua época. A nova Estação ferroviária foi inaugurada em 07 de setembro de 1950.</div><div>&nbsp;</div><div>Em 1977, a Prefeitura de Aracaju solicitou à RFFSA autorização para prolongamento da Av. Coelho Campos, entre os trechos da Rua Salgado e Bairro Matadouro. Na ocasião, deveria retirar os trilhos que ligavam a Estação construída nova aos Mercados. O primeiro projeto da Prefeitura não foi aprovado pela RFFSA, pois abrangia área em operação da Rede. Assim, a RFFSA apresentou outro projeto à Prefeitura de Aracaju, em 07 de março de 1978, que foi aprovado. A Av. Coelho Campos soterrou os trilhos da antiga Leste Brasileiro e atualmente não há qualquer vestígio da velha Estação de Aracaju.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 13:51:54 UTC</pubDate>
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         <title>1941 - 11-	Parada de Rio Fundo</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>Km 368</div><div>[...] No Relatório de 1941, aparece que o Posto do Rio Fundo havia sido recentemente construído no Km 372,825, da linha de Propriá.&nbsp;</div><div>Em 1982 ele estava desativado e em ruínas.<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 14:01:11 UTC</pubDate>
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         <title>1943 - Estação Calumbi</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhatimbo/wish/1666772788</link>
         <description><![CDATA[<div>Km 436 <br>[...] o ponto de parada do Calumbi aparece em 1934, na publicação: <em>o ESTADO DE SERGIPE em 1934: tudo por Sergipe e pelo Brasil. Aracaju: Diretoria de Estatística, 1936.</em> Possivelmente, em 1943, o posto de parada foi reconstruído.</div><div>&nbsp;</div><div>Em relatório de 1982, o engenheiro da RFFSA Sergio Marchesini, anotou que a Estação de Calumbi estava fechada e em péssimo estado de conservação. Na ocasião ela era ocupada por três famílias.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>De acordo com a Sra. Maria José, moradora da casa do agente, a Estação foi demolida [havia] cerca de 10 anos.&nbsp;<br><br>Fonte: IPHAN, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 14:05:21 UTC</pubDate>
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