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      <title>Inverter o caminho, para vencer o abismo by Larissa Dantas Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/30103841/57k0h6n5vxz8c9tn</link>
      <description>Comente o texto de Maria Costa Val, buscando estabelecer pontes entre a teoria apresentada e as possíveis relações entre a charge de Dan Piraro e o vídeo &quot;Mitos do Ensino de Gramática&quot;.
Considere também postar outros textos curtos que contribuam para a discussão. No Padlet, curta e interaja nas postagens dos seus colegas de turma. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-23 14:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>Começando... </title>
         <author>30103841</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste Padlet, suas postagens seguem o padrão de lista/ feed. A última postagem segue sendo a primeira do feed. Lembre-se de rolar a barra para ler as inserções de seus colegas e interagir com elas! Bom trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 14:41:38 UTC</pubDate>
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         <title> No vídeo  me chamou a atenção  a primeira frase que diz: “ Sem a sistematização da estrutura da língua, os alunos vão escrever cada vez pior.’’ Em minha opinião é um equívoco, pois tudo depende do contexto para podermos  inferir, analisar sobre a estrutura linguística de dado texto ou enunciado; ou seja não dá para sistematizar a estrutura sem levar em conta  o sentido que se quer transmitir com aquele texto, enunciado. Como exemplo, na Charge, o homem construiu uma linguagem visual com um sentido determinado do qual ele quis transmitir. Mas foi interpretado de outra forma pela mulher egípcia, porque ela só vê a necessidade de seguir em todo e qualquer discurso a gramática normativa. A gramática do texto da coleção de livros didáticos brasileiros inscritos no PNLD/2002 foi observada o uso de frases soltas, fora do texto e do contexto q motivou o seu uso.</title>
         <author>vitoriaalexssandra1820</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 13:38:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>No trecho do artigo, em que a autora apresenta as três maneiras de compreender a língua, de acordo com “CASTILHO (1993), três maneiras de compreender a língua que se distribuem em três grandes “famílias teóricas” – a primeira, composta pelos estudos que veem a língua como estrutura; a segunda, pelos que veem a língua como atividade mental; a terceira, pelos que pensam a língua como atividade social”.	Conforme este trecho mais o vídeo e a charge, percebo que o estudo da sociolinguística, contempla estas três vertentes, sendo que o uso da gramática, contempla apenas a língua padrão.</title>
         <author>mateusmedeirosifb</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 18:34:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>didimantzos</author>
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         <description><![CDATA[<div>A personagem feminina da charge me lembrou muito o perfil típico de uma professora ditando, de acordo com a gramática tradicional, a forma correta de se escrever. E o personagem sentado me lembrou muito a imagem do aluno perdido, sem entender nada.<br>O artigo da Costa Val quer deixar claro que o estudo do texto deve fazer sentido para o aluno. Sendo assim, o estudo da Língua Portuguesa não ficará centrado só no ensino da gramática tradicional. Por isso, ela propõe a seguinte ordem: prática, exemplo e teoria. O que se costuma fazer nas escolas é, primeiro, ensinar a teoria, segundo, o exemplo e, terceiro, a prática. A autora propõe a primeira inversão porque considera importante que o professor tenha ciência dos conhecimentos iniciais do aluno acerca do conteúdo, antes de aprofundar o estudo. Se relacionarmos o texto com a charge, é possível concluirmos que o professor deve refutar essa atitude de só transmitir regras e mais regrais gramaticais em sala de aula.<br>Lá no vídeo do Instagram, li a seguinte frase: "gramática não se usa no cotidiano, então pra que aprender?!" e, ao relacioná-la com o texto, podemos constatar que é só mais um tipo de falácia. É óbvio que é necessário estudarmos a gramática, pois, como afirma Val, ela é um dos subsistemas componentes de uma língua natural, mas devemos estudá-la de forma contextualizada.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 20:09:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathancef</author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo mostra frases bastante comuns no dia a dia da sociedade brasileira, muitas pessoas confundem o "saber nomenclaturas gramaticais" como sinônimo de "saber português". Como dito em aulas anteriores, a partir do momento em que o indivíduo começa a dominar a competência da fala, automaticamente ele vai aprendendo regras gramaticais da língua, utilizando-as muitas vezes de forma corretíssima.<br><br>É preciso desmistificar a questão de que saber português é saber fazer uma análise sintática das frases de forma impecável, essa é uma parte gramaticalmente importantíssima da língua, mas está longe de representá-la como um todo. A língua é heterogênea, e muitas vezes permissiva na medida do possível, e não um bloco único como muitos acreditam. E esses muitos que acreditam acabam favorecendo a construção de uma geração de professores e alunos cada vez mais frustrados por se sentirem incapazes de saber sua própria língua mãe (quando entrei para o curso de Letras, minha irmã disse que jamais faria essa curso por não saber português).<br><br>Em relação ao texto, acho muito rica a sugestão da autora em inverter a ordem padrão do ensino de língua no Brasil, indo inicialmente da prática para somente depois ir para a teoria. O ponto de partida pelo contato com o objeto concreto é capaz de transformar todo um paradigma do ensino, ocasionando possivelmente em um aprendizado melhor e mais rico!&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 02:00:08 UTC</pubDate>
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         <title>Provocações!</title>
         <author>larissadantas83</author>
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         <description><![CDATA[<div>Que tal responder a alguns dos exercícios propostos por Costa Val, em seu artigo?&nbsp;<br>As atividades estão nas páginas 124 a 126 (sobre o excerto "Literatura é um texto") e nas páginas 127 e 128 (sobre excerto de estudante da disciplina Redação Técnica).<br>Todas as questões propõem desenvolver reflexão epilinguística das estruturas sintáticas.&nbsp;<br>Quem se atreve??????</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 00:50:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Thalis</title>
         <author>thalismomsen</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto<strong>, vídeo e charge tentam quebrar esse paradigma do ensino da gramática normativa, pois a gramática normativa ainda é uma assunto considerado tabu no mundo da linguística. Assim, os instrumentos fazem reflexões acerca desse ensino e como esse ensino é ineficaz na aprendizagem de um "bom português". Tendo em vista que o ensino tradicional da gramática por meio de frases soltas e não contextualizadas ainda é a realidade maioral na maioria das escolar brasileiras. Desse modo, mais que nunca, é preciso evidenciar a ineficácia desse modo de ensino e apresentar a efetividade de aprendizagem da gramática contextualizada.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 17:24:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questão 2 página 125</title>
         <author>mateusmedeirosifb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um tipo muito especial de texto do qual me identifico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 18:23:28 UTC</pubDate>
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         <title>JAIME</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Este livreto trata bem a questão do discurso, analisado a partir da gramática. Boa reflexão para os professores em formação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:31:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>amandakaren196</author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo publicado no instagram e a charge conseguem corroborar a ideia de Costa Val de que as metodologias utilizadas no ensino da gramática normativa nas escolas são ultrapassadas e deixa espaço aberto para o surgimento de mitos relacionados à língua portuguesa.&nbsp; O ensino da gramática pautado na análise de trechos e frases isoladas é ineficaz. A partir dessa constatação, a autora sugere um ensino inovador da matéria: através da gramática contextualizada,&nbsp;os alunos podem apreender a gramática de forma intuitiva e espontânea, partindo da análise e da observação guiada de textos, e outras práticas. Considero que o processo intuitivo da língua, tratado pela autora é um ponto muito importante e que sempre é ignorado pela escola. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 01:27:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Assim como mencionado por Costa Val (2002), é importante levar em consideração os conhecimentos linguísticos do falante antes de propor a interação com regras gramaticais. Pelo que entendi da charge, existe uma imposição do uso da gramática tradicional nos hieróglifos, isto é, muito provavelmente a pessoa não  desenhou conforme o esperado pela gramática normativa e foi repreendida por isso. Isso mostra que a única coisa que ocorreu nesse processo foi a imposição metódica da língua. Essa forma de ensino &quot;decoreba&quot; não contribui  em nada para que o falante compreenda a estrutura normativa do próprio idioma.</title>
         <author>mylenacof</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 14:09:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/30103841/57k0h6n5vxz8c9tn/wish/1871956239</link>
         <description><![CDATA[<div>No vídeo "mitos do ensino da gramática" tem uma frase que diz "a gramática nao se usa no cotidiano, entao pra que aprender?" me trouxe reflexões acerca dessa charge e do texto, as pessoas estão acostumadas a pensar somente na gramática normativa e se assustam com "tantas regras" e acabam fugindo do português e criando um certo receio, quem se depara com essa fala da charge não entende nada a princípio (assim como provavelmente o personagem da charge que está desenhando), por esse motivo é problemático insirtirmos da idéia de ensinar o português somente pela análise sintática com a decoréba e nao levarmos em conta o quão rica é nossa língua e a idéia de "certo e errado". Como dito no texto precisamos desconstruir essa ordem para garantir que os nossos alunos não tenham medo de aprender o português e nem tenham razões equivocadas de uma lingua padrão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-06 20:25:12 UTC</pubDate>
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         <title>Alguns mitos que sempre ouvi em minha tragetória</title>
         <author>lidyannecarla</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-06 20:33:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denisesilva11</author>
         <link>https://padlet.com/30103841/57k0h6n5vxz8c9tn/wish/1872910326</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Achei interessante a forma como os materiais se correlacionam para quebrar os tabus envolvendo o aprendizado e ensino de língua portuguesa, como no vídeo que apresentam os mitos sobre o que é certo e errado, o que se deve ou não falar e escrever, e como deve ser a postura dos professores, sem levar em conta as aplicações cotidianas das interações da linguagem. E não podemos deixar passar aquilo que estamos aprendendo desde o início da graduação que é a importância de se compreender as variações e os contextos a que elas se aplicam, e também a necessidade de proporcionar aos alunos o aprendizado da variação padrão, da norma culta pois é um direito deles. E por isso gostei bastante da fala da autora em que ela expõe que “A tarefa da escola seria, portanto, contribuir para a ampliação da competência linguístico-discursiva dos alunos, possibilitando-lhes produzir e interpretar, com fluência e segurança, os gêneros textuais adequados às diversas práticas sociais de linguagem, em instâncias privadas ou públicas.” (p. 122)&nbsp;</sup><br><sup>Por isso, é&nbsp; importante quebrar os tabus e preconceitos com a língua, seu ensino e aprendizado, para que possamos ter um bom desempenho no ensino e aprendizado da mesma. E ter a segurança para interagir em contextos diferentes, como ouvintes e falantes de uma língua rica, que possui regras específicas para cada situação, sem descartar o aprendizado intuitivo de cada um.</sup><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 15:18:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 15:58:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O texto, a charge e o vídeo chegam a um ponto em comum, a mudança em relação a aplicação das regras gramaticais em relação a fala.Essa mudança é uma quebra no senso comum de que o “falar certo” é a identificação do saber o português.A reflexão proposta pela autora se faz necessária, pois estabelece que o “saber bem o português” não está necessariamente ligado a somente as suas regras gramaticais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/30103841/57k0h6n5vxz8c9tn/wish/1873007301</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 16:17:41 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus Henrique</title>
         <author>matheushgpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Parágrafos do texto revela algo que eu encontro como dificuldade na minha formação. O caso de ensinar gramática de uma maneira que faça sentido. A forma tradicional é criticada, mas pouco solucionada e não utilizada. A charge é um exemplo do sistema tradicional de ensino da gramática. É tornado difícil a compreensão das regras de forma aleatória. O que é escaravelho e quando ele está no particípio passado? É isso que parece ser indagado pelos alunos em sala.  Dessa forma é palpável mostrar os usos na fala, no texto igual ensinado pela autora. Ou cairemos, e sem poder reclamar, quando alguém falar que vírgula é usada para pausa. Até porque é parece mais fácil que falar  que vírgula se usa em vocativos, explicações etc... </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 20:22:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O vídeo, o texto e a charge conseguem abordar muito bem essa relação das aulas de língua portuguesa com o ensino &quot;obrigatório&quot; da gramática normativa, a cada dia em que nos aprofundamos mais nos estudos a respeito do tema é possível perceber como seria bem interessante a sugestão que a autora faz em seu texto de alterar a ordem que é usada para ensinar a língua portuguesa em nosso sistema de ensino, pensar cada vez mais em uma gramática mais contextualizada.                                                                 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/30103841/57k0h6n5vxz8c9tn/wish/1873320704</link>
         <description><![CDATA[<div>Lília Gomes <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 20:22:55 UTC</pubDate>
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         <title> Costa Val aborda, de uma forma  interessante e necessária, as outras vertentes do ensino da gramática. No texto, a autora desmistifica o ensino dado como &quot;tradicional&quot; por meio de opções inversas ao método padronizado.  A charge de Dan Piraro faz uma provocação à este ensino &quot;tradicional&quot; por meio de imagens e falas, em partes, satirizadas. A figura de provocação da charge se dá pelo modo que o personagem &quot;ensina&quot; o outro evidenciando o fato do método padronizado ser visto como ultrapassado.                                        O vídeo &quot;Mitos do Ensino de Gramática&quot; é reflexo de como o método tradicional inferioriza o uso, bem como o ensino da gramática. A relação que se tem entre o vídeo, o texto e a charge, diz respeito a como o ensino da gramática pode se tornar mais eficiente se os métodos forem construídos de forma maleável. - Sarah.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/30103841/57k0h6n5vxz8c9tn/wish/1873357854</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 20:56:23 UTC</pubDate>
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         <title>A Gramática como prospecto absoluto na educação vigente postula e dialoga com o problema do analfabetismo funcional no nosso país. Desse modo, a necessidade de um plano de ação que envolva aspectos macro de entendimento do que é prioridade no ensino emula cada vez mais. Diante disso, a base curricular nacional é objeto a ser trabalhado e os professores nessa reformulação é o agente da formação continuada. Assim sendo, a charge destaca como o uso exacerbado das sistematizações gramaticais é algo primitivo e pouco colaborativo na constituição de ensino e aprendizagem. É necessário, portanto, que se atribua o devido valor a gramática, pois no vídeo em que demonstra os mitos do ensino da gramática há o questionamento sobre o estudo gramatical porque não é algo presente no cotidiano, entretanto, estudar os elementos sintáticos de modo prático e elucidativo é, justamente, entender que a gramática serve de apoio e facilita o entendimento de materiais discursivos.  </title>
         <author>paulodias396</author>
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         <pubDate>2021-11-07 23:06:48 UTC</pubDate>
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         <title>Ricardo Alves do Santos - REFLEXÕES </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-11-07 23:06:49 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Ângelo                                     O texto trás uma reflexão acerca do uso da gramática na prática discursiva, acho interessante pois ela fala sobre o conflito que há quando falamos da gramática e do uso da linguagem, como se ainda hoje se tratassem de coisas separadas, não é possível compreender a natureza da língua isolando ela do seu contexto social, palavras que traduzem bem esse texto são “efeito e sentido&quot;. A grande diferença entre aprender gramática apenas em sua forma arquitetada é não levar em consideração o contexto social do falante, mas não apenas social, acredito que o ensino de gramática por mero aprendizados de normas limita o que poderia ser muito mais valioso em sala de aula que é utilizar o discurso em uso como forma de aprender gramática, acredito que a grande dificuldades que alunos falam ter em língua portuguesa em se tratando de sintaxe, morfologia e fonética se dá a respeito desse conjunto de códigos que tem que se aprender sem qualquer contextualização sem realidade sabe, eu costumava chamar a sintaxe de matemática da língua portuguesa pois tinha e tenho tanta dificuldade quanto, acredito que autores como Bakhtin são importantes para que nós enquanto professores busquemos cada vez mais um ensino de gramática contextualizada.  </title>
         <author>alunabeatriza</author>
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         <pubDate>2021-11-07 23:53:42 UTC</pubDate>
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         <title>A charge do cartunista Dan Piraro faz uma crítica á gramática normativa e suas regras de escrita, representando como a gramática é antiga, além de representar, assim como no vídeo &quot;mitos do ensino da gramática&quot;, a complexidade do estudo das regras gramaticais e a importancia de estudá-la. A escrita é importante assim como a fala em uma língua, porém não é visto de tal forma já que a fala é o meio de comunicação de base de uma língua.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-11-08 02:04:05 UTC</pubDate>
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         <title>O texto, o vídeo e a charge trazem reflexões acerca de como ensino ultrapassado da gramática normativa traz reflexos errados acerca do que aprendemos a considerar &quot;certo&quot; e &quot;errado&quot; dentro da língua falada.  </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-11-08 02:25:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cardosomatheus856</author>
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         <pubDate>2021-11-09 22:50:14 UTC</pubDate>
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         <title>Até que ponto o estudante aprende a Língua portuguesa dentro da escola? É interessante a relação entre o vídeo, a charge e o texto, pensar o ensino de língua portuguesa além da gramática, levando em consideração que o aluno já sabe falar o português e não só os que falam de acordo com a gramática é o falante que sabe ou que fala certo. É necessário pensar na língua como algo além do que o ensino tradicional já apresenta desde o início, pensar em alternativas de ensino onde a gramática seja contextualizada. </title>
         <author>ferreirajennifer603</author>
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         <pubDate>2021-11-20 00:29:18 UTC</pubDate>
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         <title>Ângela</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Brasília, 22 de dezembro de 2021.</div><div><br></div><div>COSTA VAL, Maria das Graças.&nbsp;</div><div><br></div><div>Primeiramente, sinto a importância de estar compreendendo a sintaxe a partir da compreensão das linhas teóricas que possuem diferentes concepções do uso da gramática, ou melhor, diferentes concepções com a própria linguística e suas implicações. Sinto que percorrer esse caminho desde o início irá elucidar nossa prática posteriormente, e dialogando com a Costa Val, trabalharemos a gramática do texto no texto, e além disso, levaremos em consideração a gramática já apreendida pelas/pelos discentes futuros.</div><div>A charge proposta neste segundo módulo, dialogou, para mim, com a explicação das regras gramaticais e como elas estão dispostas na norma culta da língua. Interessante visualmente estar combinado uma figura arcaica, antiga, com as normas. Pôs-me a refletir: as normas gramaticais estariam sendo apenas reproduzidas desde muito tempo, levando pouco em consideração as mudanças linguísticas que aconteceram ao longo do tempo, ocasionadas pelas relações e interações sociolinguísticas?</div><div>Além de ser um ótimo canal de troca, o instagram das professoras Aline e Jaque, sempre abordam questões relevantes e propõem metodologias e atividades para sala de aula. Já ouvi e sei que irei ainda ouvir muitas das expostas no vídeo, mas gostaria de destacar uma delas: “o aluno precisa fazer exercícios de repetição para fixar o conteúdo e aprender”.</div><div>Nosso desafio está posto: como ensinar gramática em sala de aula e fazer com que, ao invés de simplesmente decorar as regras, as/os estudantes possam compreendê-las? Ao estudar sintaxe e morfologia, ainda me vi com esse vício de decorar, mesmo tendo o desejo de entender para assim fixar. Ainda é colocado por alguns professores a ideia da decoreba, e sinceramente, tenho dificuldade de pensar em como farei futuramente em sala de aula fugindo da decoreba, principalmente para estudantes do ensino médio que estão se preparando para vestibulares.</div><div>“o ensino será mais eficiente se se fizer de maneira planejada, consciente, sistemática, com os professores definindo previamente o que, por que, para que querem ensinar e, a partir daí, criando atividades e estabelecendo estratégias didáticas adequadas aos objetivos pretendidos” (COSTA VAL, 2002, p. 120). Considero como um grande desafio essa citação da Costa Val, visto que para algumas/alguns professoras/professores, durante a formação, não tiveram proposições para pensar integralmente em sua prática de ensino e como ela seria futuramente. Ao ler o texto, fiquei pensando na importância das práticas de ensino que temos durante todo o curso, que mesmo em algum momento, quando pensamos no processo cansativo de tê-las durantes os oito semestres, conseguimos depois identificar a potencialidade que cada uma trouxe para que pudéssemos pensar nesse processo de ensino e, consequentemente, de aprendizagem.</div><div>Além disso, com o passar do tempo, entramos num vício, consequência dos descasos que a profissão sofre cotidianamente, de conseguir sempre estar voltando ao nosso planejamento e as nossas questões norteadoras, o que acarreta um simplista reprodução em sala de aula. As consequências desse vício (e de outros) é, para mim, principalmente, a perpetuação de um ensino de gramática preconceituoso e exclusivo, já que não temos a reflexão e a análise do chão que pisamos. Como diria Frei Betto: “a cabeça pensa onde os pés pisam”.</div><div>Autoras/autores que precisamos carregá-los sempre e deixá-los em nossas cabeceiras: Magda Soares, Irandé Antunes, Marcos Bagno, Carlos Alberto Faraco, Roxane Rojo, dentre outros que sempre são trazidos na disciplina de Metodologia de Ensino da Língua Portuguesa. Além disso, vejo a importância do campo de letramento, linguística textual, sociolinguística e estudos críticos do discurso para a minha formação e reflexão contínua.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-22 21:17:17 UTC</pubDate>
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         <title>Thiago Matheus dos Santos Lopes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O que será que levam em conta na hora de sistematizar o ensino da língua? <br><br><mark>Introduzir a Gramatica Normativa de forma tão impositiva e violenta na sala de aula pode causar sérios danos ao desenvolvimento do aluno</mark>, levando em conta o fato de não existir sequer uma filtragem do que o discente conhece por Português, a língua pela qual ele se relaciona com o mundo e com a sociedade. <br><br>Priorizar a língua viva, que se modifica a cada instante, é em suma priorizar um repasse saudável dos conhecimentos gramaticais da língua. É necessário que o aluno saiba que a forma que ele fala não é errada só porque um livro disse que é. <mark>É necessário que esses alunos bebam da fonte de autores como Bagno e Irandé Antunes antes que sejam engolidos pelo preconceito linguístico,</mark> alienados por defensores de um conjunto de regras.<br><br><mark>A Gramatica pode ser uma forte aliada do docente e do discente, desde que usada corretamente, entendo que a pluralidade é comum deve ser respeitada em ambientes escolares.<br></mark><br>O primeiro passo para aceitar a diversidade no ambiente escolar é se desfazer da ideia de que o diferente é errado. <mark>A variação linguística não é uma consequência, uma anomalia da Gramática, mas uma ferramenta de aproximação entre o locutor e o interlocutor, no caso da escola, do professor e aluno. </mark>Quando expressada livremente, a variação acarretará na queda da imagem do docente como o detentor do saber ou a autoridade máxima, transformando-o em um mediador do saber e <mark>potencializando a aproximação do estudante com a língua e a escrita</mark>, além de desconstruir o preconceito linguístico, o que é uma mudança necessária para a própria igualdade social, cultural e política.<br><br>Termino esse texto (<mark>desabafo</mark>) com uma frase de Luís Carlos Cagliari:<br><br></div><blockquote><em><sup>"A gramática normativa foi num primeiro momento uma gramática descrita de um dialeto de uma língua. Depois a sociedade fez dela um corpo de leis para reger o uso da linguagem. Por sua própria natureza, uma gramática normativa está condenada ao fracasso, já que a linguagem é um fenômeno dinâmico e as línguas mudam o tempo todo; e, para continuar sendo a expressão social demonstrado por um dialeto, a gramática deveria mudar."</sup></em></blockquote><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 15:57:25 UTC</pubDate>
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