<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Atividades de Extensão I by Nátaly Tinarelli</title>
      <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-20 03:39:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-08-05 20:37:10 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f587.png</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2891437814</link>
         <description><![CDATA[<p>Na segunda-feira, dia 19 de fevereiro de 2024, foi dado início às aulas dos integrantes dos cursos superiores do IFSP - Campus Birigui. </p><p>Dando um foco maior ao curso de Licenciatura de Matemática, o qual estou matriculada, fomos recepcionados pela nossa coordenadora (Zionice) que mais tarde, ministraria a nossa terceira e quarta nesse dia. O nome da disciplina é Atividades de Extensão I, o que já nos antecipa que haverá uma continuação desta em um futuro semestre.  </p><p>Essa matéria, dirigida no Laboratório de Educação de Matemática, tem como principal objetivo fazer um estudo de campo com as comunidades interna e externa do campus para suprir as defasagens desses grupos na aprendizagem da matemática. A forma em que faremos isso será através de materiais didáticos e lúdicos já disponíveis no laboratório - os quais ficam disponíveis para os graduandos pegarem emprestado - ou produzido por nós no decorrer das aulas.</p><p>A aula foi guiada por uma apresentação de slides que consistia numa prévia do que veríamos na disciplina e no laboratório no decorrer do curso, como a nossa participação na SEFISMAT (Semana da Física e da Matemática) no primeiro semestre e no segundo, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.</p><p>Depois relatar seu pioneirismo no campus, Zionice solicitou nossa apresentação e nos fez pensar o que a matemática significa para nós e foi um momento de muita filosofia na aula.</p><p>E por último, alguns sólidos geométricos produzidos pela impressora 3D do campus foi passado pelas mesas para que pudéssemos manuseá-los e ver as possibilidades dos instrumentos oferecidos pelo instituto. Além disso, tivemos sugestões de leituras como: O Diabo dos Números, de Hans Magnus Enzensberger, Aritmética da Emília, de Monteiro Lobato e O Homem que Calculava, de Malba Tahan.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-02-21 20:08:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2891437814</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2904378195</link>
         <description><![CDATA[<p>A última segunda-feira de fevereiro, dia 26, foi marcada por uma experiência de integração na aula de Atividades de Extensão I. </p><p>Na primeira aula após o intervalo, nos direcionamos ao Laboratório de Educação Matemática, onde a professora Zionice compartilharia sua tela do <em>YouTube</em> para assistirmos a um tutorial de como explorar os recursos da plataforma <em>Padlet</em> - utilizada como recurso pedagógico virtual para relatarmos suas aulas.   </p><p>Foram distribuídos <em>notebooks</em> àqueles que não trouxeram os seus próprios de casa para terem a sua primeira experiência com a plataforma de narrativas. Esse momento foi breve e o restante da aula foi marcado pela exploração dos alunos nos materiais didáticos oferecidos pelo LEM - Laboratório de Educação Matemática.</p><p>Alguns materiais ficam dispostos em uma prateleira e o restante em armários fechados. Em cada armário existe uma lista com tabelas que mostram quais os conteúdos de matemática abordados com o nome dos respectivos materiais que abordam tais conteúdos. Por exemplo, em Geometria Analítica, temos planos ortogonais impressos em tábuas de madeira de aproximadamente 30 cm de comprimento para abordar as noções básicas de pontos ordenados. Cada possível ponto desse plano é um furo na tábua que o aluno pode colocar pinos no momento da atividade.</p><p>Além de materiais como este, existem também jogos de memórias com equações, catapultas, ábacos e o mais nostálgico material dourado que marca nosso primeiro contato explícito com a matemática na Educação Infantil.</p><p>A exploração desses materiais, aproximou os alunos que ficaram interessados em entender e/ou praticar alguns jogos juntos, levando à nossa primeira integração. Além disso, os materiais nos inspiraram para criar nossos futuros projetos.  </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-04 12:03:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2904378195</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2916171998</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, dia 4 de março, os graduandos do primeiro semestre da Licenciatura de Matemática de 2024 tiveram sua primeira experiência em um ambiente escolar a partir de uma perspectiva diferente: a de educador.</p><p>Essa visita marca o início de um estudo de campo relacionado às defasagens dos alunos da rede pública estadual na disciplina de matemática - principal objetivo do LEM. Essa pesquisa servirá como ponto de partida para o desenvolvimento de um trabalho prático, onde os graduandos confeccionam materiais didáticos visando suprir as dificuldades dos alunos de forma lúdica e após a sua aplicação, seus resultados serão apresentados e discutidos em sala para compor uma das notas da disciplina de Atividades de Extensão I.</p><p>O ambiente escolhido foi a Escola Estadual Prof. Terezinha Lot Zin, que se localiza nos arredores do nosso campus (IFSP - Campus Birigui), em um dos bairros mais vulneráveis da cidade que reflete grande parte da educação pública no Brasil.</p><p>Nosso estudo começa em torno das 21h quando um dos representantes da direção nos recepciona e mostra as principais áreas de integração dos alunos na escola. Ele apresenta o perfil dos alunos que estudam no noturno: aqueles que trabalham durante o dia para ajudar na renda da família e estudam a noite. Por esse motivo, há um grande incentivo do corpo docente na permanência desses alunos na escola.</p><p>A quadra, a área de integração e o refeitório nos chamam atenção devido à sua grande extensão, proporcional à quantidade de alunos que a comporta atualmente (em torno de 400 alunos). Sendo apenas três turmas, de em média 28 alunos em cada, que compõem o período noturno.</p><p>Após a apresentação desses espaços, fomos divididos em grupos de 8 pessoas para entrar em cada turma e acompanhar o convívio dos alunos em sala de aula.</p><p>No meu grupo, nos deparamos com uma sala de 20 pessoas presentes, cada uma com um <em>notebook</em> na carteira para acessar o material do dia. Fomos informados que a turma cursa o 3° ano do ensino médio e o tema da aula seria "Potenciação e Radiciação".</p><p>Afim de me familiarizar com o perfil dos alunos, fiz uma pequena entrevista com alguns deles e recolhi alguns resultados. Me apresentei como graduanda de Licenciatura de Matemática e informei-os quais eram nossas intensões com a visita. Logo de início, com a pretensão de entender a relação deles com a disciplina, perguntei quais assuntos de matemática eles sentiram que no decorrer das suas formações (Ensino Fundamental I e II e os primeiros anos do Ensino Médio), foram bem aproveitados por eles e pelo professor. E o contrário, quais assuntos eles sentem que foram pouco aproveitados na sua aprendizagem. As respostas eram quando não as mesmas, complementares.</p><p>Como estavam no último ano do Ensino Médio, achei conveniente perguntar se eles teriam pretensão de fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e mais de 80% dos alunos entrevistados responderam que não planejavam fazer o exame.</p><p>E para concluir a pesquisa, questionei-os se teriam interesse em participar, caso ofertássemos, de uma oficina voltada para ensinar a matemática de forma lúdica afim de suprir as defasagens deixadas pelo ensino convencional e a maioria das respostas foram positivas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-12 20:08:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2916171998</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2926274416</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 11 de março, segunda-feira, a aula de Atividades de Extensão I foi marcada por uma oficina, ministrada pela professora Joyce Helena, licenciada em Letras e em Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Letras de Araras e pela Unesp, respectivamente. Atualmente, compõe o corpo docente do IFSP - Campus Birigui,   assumindo as aulas  de português e  espanhol na instituição desde 2016. </p><p>Sua área de pesquisa é voltada na contação de histórias, seja de forma oral ou escrita, baseadas em fatos reais ou fictícios no ambiente escolar, o que levou ao tema da nossa oficina.</p><p>A aula começa com a professora contando sua própria história, tanto seu lado profissional quanto o pessoal, comprovando a sua tese de que a contação de histórias está presente no nosso cotidiano. Após a sua apresentação, a professora abre espaço para que os alunos compartilhem suas próprias vivências. </p><p>Se direcionando ao final da aula, a professora apresenta seu livro <em>Soy libre (2018), </em>um compilado de poemas que escreveu ao longo de sua vida refletindo sobre o que é ser livre a partir da sua perspectiva, abordando temas, como: a arte de ser mulher, a cultura afro-brasileira e indígena, a greve dos caminhoneiros e o amor. Apenas em 2018, a convite de um professor, publica seu livro na Editora Pindorama.</p><p>Localizada em Birigui, próximo ao campus, Joyce nos apresenta a Editora Pindorama como um importante incentivo aos escritores da instituição, sejam eles professores ou alunos, muitos tiveram suas histórias publicadas e compartilhadas no acervo da biblioteca do campus.</p><p>Em resumo, além de mostrar a influência da contação de histórias durante a nossa vida como educadores, a aula nos mostrou a importância de fazermos isso de forma inclusiva, respeitando as individualidades e necessidades do nosso público - que compõe um ambiente diverso. Ademais, foi mostrado a vasta literatura que constitui o nosso campus, formado por escritores de diversas áreas e que podemos fazer parte disso. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-20 05:00:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2926274416</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2938090300</link>
         <description><![CDATA[<p>O dia 18 de março, segunda-feira, foi marcado pela última etapa da oficina Contando histórias, dirigida pela professora Joyce Helena. Sua aula começa com a recepção dos alunos ausentes na semana anterior e faz uma breve apresentação da sua trajetória acadêmica.</p><p>O objetivo da aula era apresentar um livro intitulado <em>Last Hope: uma viagem no tempo com as damas da ciência(2019)</em>, escrito por Ricardo Hidalgo Santim, Jonas Fonteles Martins, Victor Felipe da Silva e Viviane Antunes Pereira - professor e ex-alunos de física do IFSP - Campus Birigui - e mostrar a importância de <strong>contar a história </strong>das mulheres na ciência. </p><p>Esse trabalho foi desenvolvido a partir do tema “Ciência para a redução das desigualdades”, sugerido pela <em>Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) </em>no ano de 2018 e apresentado na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - que ocorre anualmente no mês de outubro na instituição. </p><p>O nome da obra, Last hope, se refere à um robô fictício que se encontra incapaz de resolver o fim da humanidade. Afim de resolver esse problema, o robô, desenvolvido por Inteligência Artificial,  visita três grandes mulheres que contribuíram para o avanço científico no decorrer de diferentes épocas, são elas: a cientista polonesa Marie Sklodowska Curie (1867-1934); a filósofa, astrônoma e matemática egípcia Hipátia de Alexandria (?-415 d.C.) e a física austríaca Lise Meitner (1878-1968). Nessa visita, Hope busca essas mulheres para levá-las ao ano de 2068, onde seus trabalhos foram reconhecidos e suas descobertas fizeram a diferença para o avanço do mundo. </p><p>Além do livro, os alunos - que cursavam o primeiro semestre de Física na instituição -, apresentaram uma peça teatral incorporando a obra e trazendo para o público um importante debate: a desigualdade de gênero na ciência.</p><p>Em suma, o intuito da aula era apresentar, mais uma vez, a importância da contação de histórias em diferentes áreas do conhecimento e as diversas formas em que seus contadores podem se manifestar. No caso desse projeto pedagógico, a história foi contada de forma escrita e teatral.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-30 23:55:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2938090300</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2972655231</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 25 de março, a turma do 1° semestre de Matemática foi recepcionada no Laboratório de Ações Etnico-Raciais, cujo objetivo é disseminar o conhecimento da cultura afro-brasileira, africana e indígena para as comunidades interna e externa ao campus. O espaço une as três etnias mencionadas com objetos, jogos e um pequeno acervo de livros e revistas característicos de cada cultura, valorizando o trabalho e a arte de cada um desses povos.</p><p>Nessa noite, os alunos assistiram uma palestra cuja ministrante era a professora Elisandra Pereira, docente do IFSP-Campus Birigui na área de gestão, representante da comissão Etno-Birigui e do Neabi (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas). O tema da aula foi "Educação antirrascista".</p><p>A palestra abordou assuntos desde o período que antecede a Abolição da Escravatura (18 de maio de 1888) até pautas contemporâneas como o Black Face, o colorismo, a África como continente e a problematização de termos racistas que usamos no nosso cotidiano sem saber suas origens. A absorção desse tipo de conhecimento nos capacita a lutar por uma sociedade antirracista e mais justa e passar o que aprendemos na nossa formação para os nossos futuros alunos - o que é essencial trazer, até mesmo em um curso como a matemática, temas politizados.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-28 18:31:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/2972655231</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3056778067</link>
         <description><![CDATA[<p>O Setembro Azul é uma iniciativa brasileira que visa trazer visibilidade à comunidade surda do país através de ações e debates cuja pauta principal é destacar os desafios enfrentados pela comunidade e propor ações que objetivam integrar os surdos na sociedade.</p><p>Esse mês foi escolhido devido ao dia 26 que celebra o Dia Nacional dos Surdos e a cor azul representa uma forma de resistência da comunidade remetendo à cor da faixa que identificava portadores de alguma deficiência na perspectiva eugenista dos nazistas.</p><p>A aula é apresentada pela professora Flávia, intérprete e professora de Libras do campus, que a princípio discute sobre algumas informações equivocadas que permeiam a sociedade atual, como a diferença entre o <strong>povo surdo</strong> e a <strong>comunidade surda</strong>; se todos os surdos, são mudos por consequência e por quê a <strong>LIBRAS</strong> é considerada uma <strong>língua</strong> e não uma linguagem.</p><p>Partindo do primeiro tópico mencionado, a diferença entre o <strong>povo surdo </strong>e a <strong>comunidade surda </strong>é que a primeira expressão se refere ao próprio surdo e na segunda, à todas as pessoas que são associadas ao povo surdo, como família, amigos, tradutores e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). </p><p>E será que todos os surdos, são mudos por consequência? A resposta é não. O termo surdo-mudo é equivocado e muito usual. Uma pessoa muda é aquela que não detêm de cordas vocais, um tecido musculoso que devido ao ar vindo dos pulmões, vibram e produzem som. Por esse motivo, uma pessoa surda só será muda, se não ser capaz de emitir nenhum som, ou seja, se não possuir as chamadas cordas vocais.</p><p>Por último, a professora nos apresentou a Lei 10436/2002 que reconhece a Libras como meio legal de comunicação e expressão. E o motivo dela ser considerada uma língua (e não apenas uma linguagem) é a existência de uma gramática própria.</p><p>Em suma, a aula impulsionou uma reflexão sobre o quão importante é, nós como educadores em formação, aprendermos tal língua afim de tornar as nossas aulas mais inclusivas, conseguindo atender as particularidades de cada aluno.  Para além disso, nós como cidadãos, devemos aprender a língua para tornar o mundo mais inclusivo e sem barreiras que dificultem qualquer necessidade de comunicação.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-07-18 16:50:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3056778067</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3056985816</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 15 de julho, segunda-feira, a aula de Atividades de Extensão ocorre no Ateliê de Artes do IFSP - Campus Birigui, dando a oportunidade dos graduandos explorarem outras partes do instituto. Após um momento de integração, os alunos se dispõem em trios na mesma formação da aula anterior para avançar no próximo passo da atividade.</p><p>A princípio, a professora Zionice discute sobre um texto intitulado "<em>Carta de uma educacionista matemática ao jovem professor: reflexões sobre a educação matemática"</em>, produto de uma extensa pesquisa feita na área da educação matemática pela Ana Maria Martensen Roland Kaleff - professora dos cursos de Matemática da Universidade Federal do Fluminense (UFF), em Niterói-RJ.</p><p>Na aula anterior, cada grupo se encarrega de um capítulo do texto para formular uma questão e passar para o grupo da sequência do <em>painel integrado - </em>disposição da metodologia escolhida pela professora. Dando continuidade à proposta, os trios que recebem a questão precisam ler o respectivo capítulo e elaborar uma resposta, encaminhando para a discussão coletiva - terceira e última etapa da proposta.</p><p>Recebemos (meu grupo e eu) a seguinte questão: "<em>Qual a maneira de ensino, abordada por grande maioria das escolas brasileiras, considerada errônea, e quais são os prejuízos causados nas gerações futuras?", </em>e assim respondemos <em>"Uma maneira errônea de ensino abordado atualmente, segundo o texto, quando se trata da matemática, é uma abordagem focada apenas com os conteúdos matemáticos, não exercitando a sua capacidade crítica e analista que será útil para o estudante no decorrer da sua vida. Entre os prejuízos causados nas futuras gerações, além de um possível abandono por não conseguir atender o processo de abstração matemática e a disciplina se tornar um empecilho na sua formação, é a incapacidade de desenvolver uma opinião crítica sobre os fatos". </em>Após a discussão, Zionice acrescenta sobre o processo de abstração que visa contemplar as etapas do desenvolvimento do pensamento do aluno até inserir o simbolismo da linguagem matemática.</p><p>Além do nosso grupo, houve uma troca de ideias entre os outros alunos. Um deles cita um exemplo de aluno considerado "fraco" por não saber manipular o simbolismo matemático na escola, mas que administra o microempreendimento do pai. Como referência bibliográfica que retrata uma questão similar, a professora cita o livro <em>Na vida dez, na escola zero</em>, escrito por Terezinha Nunes.</p><p>E encaminhando para o fim do encontro, Zionice menciona sua tese de doutorado: "O movimento da matemática moderna na região de Ribeirão Preto: uma paisagem", apresentada no Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da UNICAMP. A tese complementa a aula de modo a entendermos a partir de quando a <strong>educação pela matemática</strong> passa a ser um objeto de estudo.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-07-19 01:13:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3056985816</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3059869426</link>
         <description><![CDATA[<p>Na quinta-feira, dia 12 de julho, foi apresentada uma nova forma de metodologia ativa: o painel integrado. Esse recurso consiste em organizar a turma de modo que contemple informações de grande volume em um tempo reduzido. A sala foi dividida em grupos de três integrantes, que por sua vez, foram encarregados de ler um capítulo do texto "<em>Carta de uma educacionista matemática ao jovem professor: reflexões sobre a educação matemática</em>", de <em>Ana Maria Kaleff</em> - professora dos cursos de matemática da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói-RJ - e elaborar uma questão referente ao capítulo lido.</p><p>Cada questão é passada para outro grupo, de modo que cada trio leia dois capítulos: um para elaborar o questionamento e o outro para responder à questão feita pelo outro grupo. A terceira e última etapa da proposta, é a discussão do texto de forma coletiva tendo como ponto de partida as perguntas e respostas elaboradas pelos alunos. Dessa forma, todos conseguem entender e discutir as principais ideias do texto.</p><p>Meu grupo - formado por Fábio, Marcus Vinícius e eu - ficou com o capítulo "<em>Um tipo singular de educador matemático</em>" e fizemos a seguinte questão: "<em>Por que a maioria dos educadores matemáticos não utilizam seus recursos para desassociar a matemática do conhecimento puramente científico? E como a autora propõe uma mudança com o termo </em><strong><em>educacionista matemático</em></strong><em>?</em>"</p><p>Ao ler o título, podemos pensar numa ideia de educador matemático diferente dos demais. A questão que propomos já faz o leitor refletir que a maioria dos profissionais que atuam na educação matemática utilizam seus recursos para, ao invés de educar através da matemática contextualizada, abordar a matemática puramente científica repleta de simbolismos abstratos. </p><p>A proposta de mudança apresentada por Kaleff, a qual se entende como <strong>educacionista</strong>, é trazer um sentido para o ensino de matemática e usá-la como uma das ferramentas fundamentais para a transformação do nosso país. Isso implica educar os seus alunos <strong>pela </strong>matemática e não apenas <strong>para </strong>a matemática. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-07-23 23:42:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3059869426</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3059928240</link>
         <description><![CDATA[<p>O dia 24 de junho, segunda-feira, foi marcado pelo retorno dos grevistas ao campus afim de retomar as atividades previstas pelo currículo acadêmico. Pensando nisso, a aula de Atividades de Extensão I retoma o projeto que visa suprir as defasagens dos alunos na E.E. Profª Terezinha Lot Zin apresentando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) -documento de referência para a elaboração dos currículos escolares das instituições públicas e privadas - e que servirá como molde do nosso projeto.</p><p>Meu grupo, formado por Fábio, Verônica e eu, escolhemos o tema "Potenciação e Radiciação" cuja habilidade apresentada na BNCC é (<strong>EF08MA02):</strong> Resolver e elaborar problemas usando a relação entre potenciação e radiciação, para representar uma raiz como potência de expoente fracionário.</p><p>Afim de explorar essa habilidade proposta na BNCC, desenvolveremos um jogo denominado "Dominó Aritmético: Potências e raízes", onde os participantes (alunos) vão conectar as peças de acordo com as equivalências. </p><p>Além de definir o que é o jogo, seus objetivos e a forma de executá-lo, a professora menciona termos usuais no âmbito educacional como a <em>Matriz F.O.F.A, </em>o<em> Design Thinking </em>e as PCN'S.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-07-24 01:00:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3059928240</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3067653674</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 29 de julho, na segunda-feira, a turma do Primeiro Semestre da Licenciatura em Matemática dá início às apresentações dos seminários que conclui a disciplina de Atividades de Extensão I. Nesse dia, os alunos apresentam desde o seu ponto de partida - os dados levantados na E.E. Terezinha Lot Zin referente às defasagens dos alunos na disciplina de matemática -, até a entrega de um material físico que servirá como um recurso pedagógico a ser explorado em sala de aula.</p><p>No momento da apresentação - a sua maioria, na forma de slides -, os alunos são avaliados pela professora e pelos demais colegas por meio de um formulário. Nesse formulário foram avaliados - de 1 à 5 - a coerência, o nível de dificuldade, a inclusão, o dinamismo e a viabilidade do projeto. </p><p>Foram apresentados três projetos: guia do geogebra (para educadores e educandos), jogo da memória das operações básicas e o dicionário matemático. </p><p>No primeiro, o guia do geogebra, os alunos apresentaram um manual que serve para orientar educadores e educandos sobre as funcionalidades da plataforma. O objetivo era mostrar o quão vantajoso é inserir um ambiente virtual na sala de aula como recurso pedagógico, além de problematizar que a proposta só é viável se houver investimento de equipamento para a educação.</p><p>No jogo da memória, os alunos optaram pelo tradicional, resgatando as origens do jogo e como pode ser utilizado na matemática. O objetivo era instigar os alunos a exercitarem as operações básicas de forma lúdica.</p><p>E por último, o dicionário matemático na forma de livro físico. Os alunos tiveram como colaboração a participação de um antigo professor deles de matemática da cidade de Clementina. Resgataram os principais termos que os alunos irão ouvir na disciplina de matemática no decorrer do ensino fundamental e médio e apresentaram definições ilustrativas. </p><p>Se dirigindo para o final da aula, a professora faz suas considerações finais quanto às ideias dos grupos.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-05 09:57:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3067653674</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3067677252</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa segunda-feira, dia 22 de julho, foi apresentado um texto que documenta a construção do Laboratório de Educação Matemática do IFSP - Campus Birigui (LEM - IFSP) intitulado <em>A construção de um laboratório de educação matemática e possibilidades de práticas laboratoriais como instrumentos de aproximações entre as diferenças, </em>escrito por Zionice Rodrigues (professora que ministra essa disciplina) e sua ex-aluna Michelle Silva. <em> </em></p><p>Ainda no formato de <em>painel integral</em>, a professora orienta a formação de grupos de três pessoas, as quais discutem sobre um subtítulo do texto para formar uma questão e, posteriormente, responder a de outro grupo para discutirem com a turma, de modo que todos tenham contato com as partes mais importantes do texto.</p><p>O objetivo da aula é mostrar a história de um importante espaço para o campus e que teve como participação desse projeto, a nossa coordenadora, que faz história no IFSP há mais de 10 anos. O LEM surge com a finalidade de proporcionar aos graduandos um espaço próprio para explorar recursos didáticos voltados ao ensino de matemática.</p><p>O documento trás algumas reflexões importantes como a utilização de jogos no ensino de matemática, o respeito às diferenças ao utilizar esses recursos e a diferença entre o jogo e o brinquedo.</p><p>Diferente da primeira experiência com a metodologia integrada, dessa vez os alunos - pouco mais habituados - conseguiram realizar as três etapas: leitura e elaboração do questionamento, formulação de resposta e discussão oral entre os demais grupos e a professora.</p><p>No meu grupo - formado por Fábio, Verônica e eu -, problematizamos a visão de alguns autores quanto à utilização dos recursos didáticos (jogos) no ensino de matemática com a seguinte questão: Por que alguns autores entendem a utilização dos recursos didáticos como forma de infantilização do ensino de matemática? De que forma a proposta do LEM - IFSP refuta essa ideia?</p><p>Para finalizar a aula, compartilhamos nossos questionamentos e respostas e a professora faz algumas considerações para arrematar nossas ideias mencionando a professora e Dra em Educação pela UNICAMP Regina Grando como precursora da utilização dos jogos no ensino de matemática. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-05 10:36:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3067677252</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3067743669</link>
         <description><![CDATA[<p>Na quinta-feira, dia 01 de agosto, a turma do Primeiro Semestre de Licenciatura de Matemática dá continuidade às apresentações dos seminários que conclui a disciplina de Atividades de Extensão I. Os métodos de avaliação permanecem como os da aula anterior: feito pelos alunos e pela professora, cuja pontuação varia de 1 à 5, observando a coerência, o nível de dificuldade, a inclusão, o dinamismo e a viabilidade do projeto.</p><p>Nesse dia, foram apresentados mais três grupos: o soma cem, a boca do palhaço em: as unidades de medida e avançando com o resto.</p><p>O primeiro grupo, o soma cem, apresentou uma forma dinâmica de instigar o cálculo mental e as diferentes formas de representar o número cem através da soma. Essa necessidade surge com o resultado de suas pesquisas na escola que visitamos em que os alunos apresentam dificuldades no raciocínio das operações básicas. </p><p>O segundo grupo, a boca do palhaço em: as unidades de medida, estimula os alunos à reconhecer os tipos de unidades de medida que servem para medir diferentes grandezas - como de massa, comprimento, temperatura e capacidade. Esse grupo se destacou pelo dinamismo da proposta, o participante tira uma carta de um saco e de acordo com a ilustração, classifica a situação dentro desses quatro tipos de grandeza. Cada grandeza tem uma cor de bolinha que é lançada na boca do palhaço. Esse tipo de jogo, instiga uma competitividade - o que atrai a participação de mais alunos - e apresenta uma grande flexibilidade quanto às possíveis adaptações - o professor pode mudar o tema do jogo ao substituir as cartas e atribuir outra classificação para as cores das bolinhas.</p><p>Já o terceiro grupo, apresentou um jogo chamado <em>Avançando com o resto, </em>da <em>Fábrica de Materiais Pedagógicos para Matemática do Brasil (MMP)</em>. Esse jogo, na forma de tabuleiro, já disponível no acervo do LEM - IFSP têm como objetivo abordar de forma lúdica o conceito de divisibilidade. A ideia surge a partir das nossas pesquisas, que indicam certa dificuldade nas quatro operações básicas, com destaque na divisão. </p><p>Concluindo a segunda etapa das apresentações, a professora passa um texto chamado <em>Jogos como recursos didáticos nas aulas de Matemática no contexto da Educação Básica, </em>disponível na revista <em>Educação Matemática em Revista</em> que serve para concluir o intuito da disciplina que é inserir os jogos no ensino da matemática, trazendo uma forma de aplicarmos esses jogos na educação básica.</p><p>A forma de compartilhar nossas ideias sobre o texto foi através de um levantamento sobre o que mais nos chamou atenção no decorrer da leitura.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-05 12:32:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3067743669</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tinarellinataly</author>
         <link>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3068063230</link>
         <description><![CDATA[<p>Na segunda-feira, dia 01 de julho, a aula de Atividades de Extensão I se inicia com a leitura do texto A metodologia ativa Design Thinking associada às tecnologias digitais de informação e comunicação na formação de futuros professores de matemática, escrito por Maria Luiza Santos Rezende no seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). </p><p>O objetivo do texto é analisar as melhorias no ensino de matemática na educação básica ao introduzir a <em>Metodologia Ativa de Design Thinking</em> (MADT) às Tecnologias Digitais de informação e Comunicação. A vantagem dessa combinação é proporcionar encontros dinâmicos e colaborativos na sala de aula, que se baseiam nas necessidades e motivações de cada pessoa.</p><p>Afim de colocar o aluno como centro, a MADT busca trazer uma forma autônoma de ensino se dividindo em cinco etapas: definir e mapear, empatizar, interpretar, idear, prototipar e visualizar. </p><p>Dando destaque à quarta etapa, ao reunir todas as ideias, os envolvidos deverão validá-las por meio da <em>Matriz F.O.F.A - Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças -</em>, analisando o quão viável e aplicável são para satisfazer o desafio. </p><p>Para aplicar essa etapa, fizemos um quadro da Matriz F.O.F.A. para analisar os aspectos do projeto que pensamos para a disciplina, classificando-os em: forças, fraquezas, oportunidades, fraquezas e ameaças. </p><p>Se dirigindo para o final da aula, passamos essas ideias para um cartaz - que posteriormente seria exposto no corredor do LEM-IFSP - e compartilhamos com os demais grupos. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-05 20:33:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tinarellinataly/56yf9lh84kpd6jhj/wish/3068063230</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
