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      <title>Uti e unidades especializadas by LAUDICEIA DE JESUS ARAUJO</title>
      <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre</link>
      <description>Aulas enfermagem Rita Etec</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-09 01:10:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-04 20:02:22 UTC</lastBuildDate>
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         <title>“Admissão, Transferência em uma UTI”:</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3574861076</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Critérios de Admissão em UTI</strong></p><ul><li><p>Avaliação deve considerar o quadro geral, patologia de base, evolução clínica e comorbidades.</p></li><li><p>Parâmetros norteadores: <strong>patologias, sinais vitais, exame físico e exames complementares</strong>.</p></li><li><p>Perguntas-chave: gravidade do caso, necessidade de monitorização intensiva, existência de limitações terapêuticas e prognóstico.</p></li><li><p>Admissão ocorre mediante solicitação do médico assistente e confirmação da equipe da UTI, condicionada à existência de vaga.</p></li><li><p>Critérios normativos: Resolução CFM nº 2156/2016 e Portaria nº 895/2017, que priorizam diagnóstico, necessidade, serviços disponíveis, prognóstico e benefício potencial.</p></li></ul><p><strong>Classificação de Prioridade:</strong></p><ul><li><p><strong>Prioridade 1:</strong> pacientes graves com alta chance de recuperação (ex.: insuficiência respiratória, instabilidade hemodinâmica).</p></li><li><p><strong>Prioridade 2:</strong> necessidade de monitorização intensiva por risco de deterioração, sem limitação terapêutica.</p></li><li><p><strong>Prioridade 3:</strong> críticos, mas com sobrevida reduzida pela doença de base; pode haver limitações (não intubação, não RCP).</p></li><li><p><strong>Prioridade 4:</strong> necessitam de suporte, mas têm limitações terapêuticas e baixa probabilidade de recuperação.</p></li><li><p><strong>Prioridade 5:</strong> pacientes em terminalidade, não indicados para UTI (exceto potenciais doadores).</p><p><br/></p><p><strong>Transferência</strong></p><ul><li><p>Indicação: paciente ainda requer cuidados de enfermagem intensivos, mas não contínua assistência médica, ou necessidade de UTI especializada.</p></li><li><p><strong>Tipos:</strong></p><ul><li><p><strong>Interna:</strong> para outro setor dentro do hospital.</p></li><li><p><strong>Externa:</strong> para outra instituição.</p></li></ul></li><li><p><strong>Procedimentos de enfermagem a registrar:</strong> motivo, data, setor/destino, forma de transporte, condições do paciente, procedimentos realizados, acompanhante, queixas e identificação do profissional responsável.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 01:19:12 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Alta e Óbito em uma UTI”</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576191309</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>2. Sobrevida de Pacientes Críticos Crônicos</strong></p><ul><li><p>Muitos permanecem dependentes de ventilação mecânica e traqueostomia.</p></li><li><p>Apresentam complicações como desnutrição, lesões por pressão, delírio e infecções recorrentes.</p></li><li><p>Alta mortalidade em 1 ano; menos de 12% recuperam independência funcional domiciliar após doença aguda.</p></li></ul><p><strong>3. Alta da UTI</strong></p><ul><li><p>Pode ocorrer por melhora, inalteração, evasão, desistência, transferência ou óbito.</p></li><li><p>Deve ser dada assim que os sintomas que justificaram a internação desaparecem.</p></li><li><p><strong>Procedimentos de enfermagem a registrar:</strong></p><ul><li><p>Data, horário, condições de saída (deambulando, maca, dispositivos presentes).</p></li><li><p>Cuidados realizados (retirada de cateteres, sinais vitais).</p></li><li><p>Orientações dadas ao paciente/família.</p></li><li><p>Pertences entregues.</p></li><li><p>Nome e registro do profissional responsável.</p></li></ul><p><strong>5. Óbito em UTI</strong></p><ul><li><p>Considerado óbito institucional quando ocorre até 24h após a internação.</p></li><li><p>A alta mortalidade está relacionada à gravidade dos casos tratados.</p></li><li><p><strong>Procedimentos de enfermagem a registrar:</strong></p><ul><li><p>Data, horário, médico que constatou.</p></li><li><p>Pertences e valores entregues.</p></li><li><p>Comunicação aos setores responsáveis.</p></li><li><p>Procedimentos pós-morte (higienização, retirada de dispositivos, curativos, identificação).</p></li><li><p>Encaminhamento e horário de saída do corpo.</p></li><li><p>Nome e registro do profissional responsável.</p><p><br/></p></li></ul></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:15:45 UTC</pubDate>
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         <title>Quadro resumo</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576194151</link>
         <description><![CDATA[<p>📋 Quadro-Resumo: Admissão, Transferência, Alta e Óbito em UTI</p><p><strong>1. Admissão</strong></p><p>CritériosDetalhesAvaliaçãoPatologia, sinais vitais, exame físico, exames complementaresPerguntas-chaveÉ grave? Precisa de monitorização intensiva? Há limitação terapêutica? Prognóstico irreversível?ResponsabilidadeSolicitação do médico assistente + concordância da equipe da UTINormasResolução CFM nº 2156/2016; Portaria nº 895/2017</p><p><strong>Prioridades de Internação</strong></p><ul><li><p><strong>P1:</strong> Suporte de vida necessário + alta chance de recuperação (ex.: ventilação mecânica, drogas vasoativas).</p></li><li><p><strong>P2:</strong> Risco iminente de deterioração, sem limitações terapêuticas.</p></li><li><p><strong>P3:</strong> Críticos com baixa sobrevida; possíveis limitações (não intubar, não RCP).</p></li><li><p><strong>P4:</strong> Necessitam suporte, mas têm baixa chance de recuperação e restrições terapêuticas.</p></li><li><p><strong>P5:</strong> Doença terminal; geralmente não indicados para UTI (exceto potenciais doadores).</p></li></ul><p><strong>2. Pacientes Críticos Crônicos</strong></p><ul><li><p>Dependência de ventilação mecânica prolongada e traqueostomia.</p></li><li><p>Complicações: desnutrição, úlceras por pressão, delírio, infecções recorrentes.</p></li><li><p>Prognóstico: ~50% morrem em 1 ano; &lt;12% recuperam independência funcional em casa.</p></li></ul><p><strong>3. Alta</strong></p><p>AspectoRegistro NecessárioCondição de saídaDeambulando, maca, cadeira de rodas, dispositivos presentesProcedimentosRetirada de cateteres, sinais vitais, cuidados realizadosOrientaçõesExplicações ao paciente/família, plano de cuidadosPertencesLista de entrega ao paciente/acompanhanteDocumentaçãoData, horário, tipo de alta (médica, administrativa ou a pedido), responsável (nome + Coren)</p><p><strong>4. Transferência</strong></p><p>TipoIndicaçãoRegistro Necessário<strong>Interna</strong>Para outro setor do hospital (ex.: unidade intermediária)Motivo, data/hora, setor de destino, transporte, condições na saída, procedimentos realizados<strong>Externa</strong>Para outra instituição (ex.: UTI especializada)Motivo, data/hora, destino, transporte, acompanhante, pertences, condições na saída</p><p><strong>5. Óbito</strong></p><p>AspectoRegistro NecessárioIdentificaçãoData, hora, médico que constatouPertencesLista de valores e a quem foram entreguesComunicaçãoAos setores responsáveisPós-morteHigiene, retirada de dispositivos, curativos, posicionamento do corpo, identificaçãoEncaminhamentoLocal e horário de saída do corpoDocumentaçãoNome e Coren do profissional responsável</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:16:51 UTC</pubDate>
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         <title>Assistência de Enfermagem ao Paciente em Estado Crítico</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576198246</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Enfermagem na UTI</strong></p><ul><li><p>Sucesso depende da <strong>qualidade e motivação da equipe</strong>.</p></li><li><p>Exige <strong>preparo especial</strong> (conhecimentos técnicos e científicos).</p></li><li><p><strong>Responsabilidade elevada</strong>: vigilância contínua, reconhecimento e notificação de alterações clínicas.</p></li></ul><p><strong>2. Responsabilidades da Enfermagem</strong></p><p>ResponsabilidadeExemplosRecepção do pacienteObter dados, listar pertences, prover roupas, primeiros cuidados (SSVV, ECG, medicações, exames).OrientaçãoExplicar finalidade da UTI ao paciente; orientar família sobre rotinas, visitas e informações.PlanejamentoExame físico + plano de cuidados conforme necessidades físicas, psicológicas e evolução clínica.</p><p><strong>3. Deveres do Pessoal de Enfermagem</strong></p><ul><li><p>Receber plantão e checar materiais/equipamentos.</p></li><li><p>Estabelecer prioridades e prestar cuidados diretos.</p></li><li><p>Controlar sinais vitais, balanço hídrico, drenos, alimentação.</p></li><li><p>Fazer registros adequados.</p></li><li><p>Assistir médico em exames/procedimentos.</p></li><li><p>Cumprir normas e manter organização da unidade.</p></li></ul><p><strong>4. Cuidados Diários</strong></p><ul><li><p>Monitorar <strong>SSVV e balanço hídrico de hora em hora</strong>.</p></li><li><p>Manter vias aéreas pérvias (aspiração, tosse).</p></li><li><p>Troca de curativos.</p></li><li><p>Nebulização contínua em intubados/traqueostomizados.</p></li><li><p>Mobilização no leito (prevenir úlceras de pressão).</p></li><li><p>Controle de gotejamento de soros.</p></li><li><p>Monitorização cardíaca.</p></li><li><p>Higiene oral a cada 8h.</p></li><li><p>Cuidados específicos em pacientes em coma (olhos cobertos com gaze umedecida).</p></li></ul><p><strong>5. Ética Profissional em UTI</strong></p><ul><li><p>Não deixar paciente sem vigilância.</p></li><li><p>Respeitar paciente com atenção e dignidade.</p></li><li><p>Não discutir casos junto aos doentes.</p></li><li><p>Cumprir ordens com precisão e pontualidade.</p></li><li><p>Respeitar hierarquia e manter espírito de equipe.</p></li><li><p>Participar de treinamentos e manter disciplina.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:18:54 UTC</pubDate>
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         <title>Comunicação de Más Notícias</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576202767</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Conceitos Gerais</strong></p><ul><li><p><strong>Comunicação</strong>: pode ser <strong>verbal</strong> (palavras) ou <strong>não verbal</strong> (gestos, expressões, silêncio, olhares).</p></li><li><p>É essencial na relação humana e no cuidado em saúde.</p></li><li><p>A forma de comunicar impacta diretamente a reação do paciente/família.</p></li></ul><p><strong>2. O que é uma má notícia?</strong></p><ul><li><p>Informação que modifica <strong>negativamente</strong> a visão do paciente sobre seu futuro.</p></li><li><p>Ex.: diagnóstico de doença incurável, piora irreversível, morte de paciente, perda de um filho.</p></li><li><p><strong>Impacto</strong> depende da diferença entre expectativas do paciente e sua real condição.</p></li></ul><p><strong>3. Desafios e Impactos</strong></p><p>Para os profissionaisPara os pacientes/familiaresAusência de formação específica.Podem perder a esperança ou não aderir ao tratamento.Dificuldade de prever reações.Necessitam de informações claras e honestas.Estresse, ansiedade, medo da reação negativa.Comunicação clara auxilia no processo de luto.Situações de maior impacto: paciente jovem, profissional inexperiente, poucas opções terapêuticas.Evita isolamento e "conspiração do silêncio".</p><p><strong>4. Recomendações Práticas</strong></p><ul><li><p>Não delegar: se o paciente é seu, comunique você mesmo.</p></li><li><p>Escolher local privado e acolhedor, reservar tempo.</p></li><li><p>Perguntar quem o paciente deseja que esteja presente.</p></li><li><p>Respeitar choro e silêncio.</p></li><li><p>Usar linguagem simples, evitar termos técnicos.</p></li><li><p>Dar informações principais no início ou fim da conversa.</p></li><li><p>Manter esperança realista sem falsas promessas.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:21:14 UTC</pubDate>
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         <title>Comuncação de Más Noticias II</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576204716</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>5. Protocolo SPIKES (6 Etapas)</strong></p><p>EtapaSignificadoAção<strong>S – Setting</strong>Postura do profissionalGarantir privacidade, conexão com paciente.<strong>P – Perception</strong>Percepção do pacientePerguntar o que já sabe sobre sua condição.<strong>I – Invitation</strong>Convite à informaçãoAvaliar quanto deseja saber.<strong>K – Knowledge</strong>ConhecimentoDar más notícias com clareza, evitar termos técnicos.<strong>E – Emotions</strong>Explorar emoçõesAcolher sentimentos (raiva, tristeza, medo).<strong>S – Strategy &amp; Summary</strong>Estratégia e sínteseResumir pontos, planejar cuidados futuros.</p><p><strong>Objetivos do SPIKES:</strong></p><ol><li><p>Compreender conhecimento prévio do paciente.</p></li><li><p>Transmitir informações de forma inteligível.</p></li><li><p>Proporcionar suporte emocional.</p></li><li><p>Envolver paciente no planejamento do cuidado.</p></li></ol><p><strong>6. Aspectos Éticos</strong></p><ul><li><p>Código de Ética Médica: é vedado omitir diagnóstico/prognóstico, salvo risco de dano direto.</p></li><li><p>Profissional deve comunicar sempre com respeito e atenção.</p></li></ul><p><strong>7. Apoio ao Profissional</strong></p><ul><li><p>Reconhecer que a comunicação de más notícias é <strong>tarefa complexa e desgastante</strong>.</p></li><li><p>Profissional pode vivenciar sentimentos de <strong>culpa, angústia, medo e solidão</strong>.</p></li><li><p>Estratégias: treino, apoio da equipe multiprofissional, ensaio mental antes da comunicação.</p></li></ul><p>📌 <strong>Em resumo:</strong><br>O documento destaca que comunicar más notícias é parte essencial da prática profissional em saúde, exigindo preparo, empatia, clareza e acolhimento. O <strong>Protocolo SPIKES</strong> é a principal ferramenta prática para orientar essa comunicação, beneficiando paciente, familiares e também protegendo emocionalmente o profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:22:24 UTC</pubDate>
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         <title>Assist. de Enf Continuação</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576208795</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>6. Segurança do Paciente</strong></p><ul><li><p><strong>9 Certos na administração de medicamentos (ANVISA):</strong> paciente, medicamento, via, hora, dose, registro, orientação, forma e resposta certos.</p></li><li><p><strong>Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP – Portaria 529/2013).</strong></p></li><li><p>Conceitos básicos: risco, dano, incidente, evento adverso, near miss.</p></li><li><p><strong>RDC nº 36/2013:</strong> ações para segurança do paciente.</p></li><li><p><strong>6 Protocolos da OMS + 10 passos COREN-SP (2010).</strong></p></li><li><p>Cultura de segurança: reconhecer falhas sem culpabilizar, prevenir punição e promover aprendizado coletivo.</p></li></ul><p><strong>7. Consequências de Práticas Inseguras</strong></p><ul><li><p>Prejuízo ao paciente.</p></li><li><p>Profissional pode tornar-se a <strong>“segunda vítima”</strong> (sofrimento emocional, medo e culpabilidade).</p></li><li><p>Necessidade de <strong>mudanças organizacionais</strong> com foco no paciente, profissionais e instituição.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:24:43 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura de uma UTI</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576210239</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Conceito</strong></p><ul><li><p>Unidade hospitalar destinada ao cuidado de pacientes graves ou com risco de vida.</p></li><li><p>Requer monitorização contínua, equipamentos avançados e equipe multiprofissional especializada.</p></li></ul><p><strong>2. Estrutura Física</strong></p><p>ElementoDescrição<strong>Localização</strong>Preferencialmente próxima ao centro cirúrgico, pronto-socorro e diagnóstico por imagem.<strong>Leitos</strong>Espaços individualizados, com distância mínima entre camas; recomendável 1 UTI para cada 10% dos leitos hospitalares.<strong>Ambientes de Apoio</strong>Posto de enfermagem central, áreas para preparo de medicação, sala de utilidades, expurgo, sala de prescrição médica, depósito de materiais, área para acompanhantes.<strong>Fluxo</strong>Separação entre áreas limpas e sujas; fácil acesso para transporte de pacientes e equipes de emergência.</p><p><strong>3. Estrutura Tecnológica</strong></p><ul><li><p>Monitores multiparamétricos em cada leito.</p></li><li><p>Ventiladores mecânicos.</p></li><li><p>Bombas de infusão.</p></li><li><p>Desfibrilador, aspiradores, oxímetros.</p></li><li><p>Equipamentos de hemodiálise e suporte avançado de vida.</p></li></ul><p><strong>4. Equipe Multiprofissional</strong></p><p>ProfissionalResponsabilidades<strong>Médicos intensivistas</strong>Avaliação, prescrição e decisão terapêutica.<strong>Enfermeiros</strong>Coordenação da assistência de enfermagem, supervisão da equipe técnica, cuidados diretos.<strong>Técnicos de Enfermagem</strong>Execução de cuidados diretos, monitorização contínua.<strong>Fisioterapeutas</strong>Assistência respiratória e motora.<strong>Nutricionistas</strong>Planejamento dietético individualizado.<strong>Psicólogos</strong>Apoio emocional ao paciente e família.<strong>Assistentes sociais</strong>Apoio social e orientação familiar.</p><p><strong>5. Classificação dos Leitos</strong></p><ul><li><p><strong>UTI Adulto</strong></p></li><li><p><strong>UTI Pediátrica</strong></p></li><li><p><strong>UTI Neonatal</strong></p></li><li><p><strong>Unidade Coronariana</strong></p></li><li><p><strong>Queimados</strong></p></li><li><p><strong>Cuidados Intermediários</strong></p></li></ul><p><strong>6. Normatizações Importantes</strong></p><ul><li><p>Resoluções do <strong>Conselho Federal de Medicina (CFM)</strong>.</p></li><li><p><strong>RDC nº 7/2010 – ANVISA:</strong> dispõe sobre requisitos mínimos para funcionamento de UTI.</p></li><li><p>Normas de segurança do paciente e protocolos de prevenção de infecção hospitalar.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:25:34 UTC</pubDate>
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         <title>Cuidados Paliativos</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576220548</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Pano de Fundo e Propósito</p><ul><li><p>Publicado em 03 de outubro de 2023, trata-se de uma versão revisada e ampliada para aprimorar a prática de cuidados paliativos no Brasil <a rel="noopener" class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]! transition-colors duration-150 ease-in-out" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/guias-e-manuais/2023/manual-de-cuidados-paliativos-2a-edicao/view?utm_source=chatgpt.com">Serviços e Informações do Brasil</a><a rel="noopener" class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]! transition-colors duration-150 ease-in-out" href="https://pt.scribd.com/document/893166934/Manual-de-Cuidados-Paliativos-2a-Edicao-250409-175206?utm_source=chatgpt.com">Scribd</a>.</p></li><li><p>Co-produzido pelo Ministério da Saúde, Hospital Sírio-Libanês e CONASS, tem como objetivo facilitar a disseminação de boas práticas e promover sua implementação no SUS <a rel="noopener" class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]! transition-colors duration-150 ease-in-out" href="https://pt.scribd.com/document/893166934/Manual-de-Cuidados-Paliativos-2a-Edicao-250409-175206?utm_source=chatgpt.com">Scribd</a>.</p></li></ul><p>2. Conteúdos Principais do Manual</p><p>TópicoDescrição<strong>Identificação de pacientes</strong>Critérios e processos para reconhecer aqueles com necessidade de cuidados paliativos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Scribd.Quest">Scribd.<strong>Quest</strong></a><strong>ões ético-jurídicas</strong>Aspectos legais e éticos relacionados à tomada de decisões e práticas paliativas </p><p>.<strong>Comunicação</strong>Guias para diálogo sensível com paciente e família, incluindo a abordagem de notícias difíceis </p><p>.<strong>Controle de sintomas</strong>Estratégias para manejo de sintomas físicos, emocionais e espirituais </p><p>.<strong>Cuidados paliativos pediátricos</strong>Orientações específicas para atuação infantil em cuidados paliativos </p><p>.</p><p>3. Contextualização no SUS</p><ul><li><p>Os cuidados paliativos devem ser iniciados o mais cedo possível, desde o diagnóstico de condição grave, <strong>independentemente da intenção curativa</strong>, para favorecer qualidade de vida </p><p><br/></p></li><li><p>Devem estar integrados nos diversos pontos de atenção do SUS — atenção primária, domiciliar, ambulatorial, urgência e emergência, hospitalar — com foco na oferta onde o paciente se encontra </p><p><br/></p></li><li><p>A <strong>Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP)</strong> estabelece:</p><ul><li><p>Equipes <strong>matriciais</strong> (EMCP), com apoio técnico e telematriciamento em nível regional;</p></li><li><p>Equipes <strong>assistenciais</strong> (EACP), voltadas à assistência direta;</p></li><li><p>Capacitação de profissionais e educação permanente;</p></li><li><p>Disseminação de boas práticas e cultura paliativa no sistema .</p></li></ul></li></ul><p>4. Definição e Princípios</p><ul><li><p>Cuidados paliativos visam melhorar a <strong>qualidade de vida</strong> de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a vida, por meio de alívio do sofrimento físico, social, emocional e espiritual .</p></li><li><p>Fundamentam-se em uma abordagem multidisciplinar, com <strong>identificação precoce, avaliação contínua e manejo integrado</strong> de sintomas .</p></li></ul><p>5. Estrutura Organizacional e Educacional</p><ul><li><p>O manual serve como base teórica e prática para profissionais de saúde, articulando governança regional, estratégias de ensino, protocolos clínicos e gestão operacional <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://biblioteca.cofen.gov.br">biblioteca.cofen.gov.br</a>.</p></li><li><p>Está alinhado com marcos regulatórios como a <strong>Portaria nº 3.362/2017</strong>, e diretrizes de qualificação em saúde <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://biblioteca.cofen.gov.br">biblioteca.cofen.gov.br</a>.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:30:59 UTC</pubDate>
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         <title>Cuidados Paliativos</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576225991</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Conceito e princípios</strong></p><ul><li><p>Abordagem para melhorar qualidade de vida de pacientes com doenças ameaçadoras e seus familiares.</p></li><li><p>Prevenção e alívio do sofrimento (físico, psicológico, social e espiritual).</p></li><li><p>Não apressa nem adia a morte; afirma a vida e reconhece a morte como natural.</p></li><li><p>Pode ser associado a tratamentos curativos/modificadores.</p></li></ul><p><strong>2. Situação no Brasil e no mundo</strong></p><ul><li><p>+56 milhões de pessoas no mundo necessitam de CP; maioria em países de baixa/média renda.</p></li><li><p>No Brasil: ~190 serviços (2019), concentração no Sudeste, desigualdade regional.</p></li><li><p>Desafios: falta de equipes multiprofissionais, escassez de serviços pediátricos, desigualdade no SUS.</p></li></ul><p><strong>3. Tipos de Cuidados Paliativos</strong></p><p>TipoCaracterísticas<strong>Geral</strong>Realizado por profissionais de saúde com formação básica em CP. Foco em dor e sintomas comuns, suporte psicossocial, acolhimento.<strong>Especializado</strong>Equipe multiprofissional para casos complexos. Atuação em manejo de sintomas refratários, conflitos, luto complicado.</p><p><strong>4. Identificação e avaliação</strong></p><ul><li><p>Ferramentas de triagem para reconhecer pacientes com demandas em CP.</p></li><li><p>Prognóstico: instrumentos clínicos para estimar evolução da doença.</p></li></ul><p><strong>5. Questões ético-jurídicas</strong></p><ul><li><p>Respeito à autonomia do paciente.</p></li><li><p>Diretivas antecipadas de vontade (DAV) e planejamento de cuidados.</p></li><li><p>Normas do CFM e da Resolução CIT nº 41/2018 (SUS).</p></li></ul><p><strong>6. Comunicação</strong></p><ul><li><p>Comunicação clara, empática e contínua.</p></li><li><p>Estratégias para dar más notícias.</p></li><li><p>Planejamento e condução de reuniões familiares.</p></li><li><p>Manejo de conflitos.</p></li></ul><p><strong>7. Controle de sintomas</strong></p><ul><li><p><strong>Dor</strong>: opioides, técnicas adjuvantes.</p></li><li><p><strong>Sintomas gastrointestinais</strong>: náuseas, constipação, vômitos.</p></li><li><p><strong>Respiratórios</strong>: dispneia, tosse.</p></li><li><p><strong>Neuropsiquiátricos</strong>: delirium, ansiedade, depressão.</p></li></ul><p><strong>8. Dimensões do sofrimento</strong></p><ul><li><p><strong>Física</strong> – sintomas e limitações funcionais.</p></li><li><p><strong>Psicológica</strong> – ansiedade, medo, depressão.</p></li><li><p><strong>Social</strong> – vínculos familiares, trabalho, suporte social.</p></li><li><p><strong>Espiritual</strong> – sentido da vida, crenças, fé.</p></li></ul><p><strong>9. Apoio ao paciente e à família</strong></p><ul><li><p>Intervenção em luto (prevenção de luto complicado).</p></li><li><p>Acolhimento espiritual e social.</p></li><li><p>Apoio ao cuidador e à equipe (prevenção de estresse e burnout).</p></li></ul><p><strong>10. Situações específicas</strong></p><ul><li><p><strong>Fase final de vida</strong>: manejo de sintomas refratários, conforto, dignidade.</p></li><li><p><strong>Sedação paliativa</strong>: indicada em casos de sofrimento intratável.</p></li><li><p><strong>UTI e Emergência</strong>: integração precoce de CP, evitar obstinação terapêutica.</p></li><li><p><strong>Hipodermóclise</strong>: via alternativa para medicamentos.</p></li><li><p><strong>Pediatria</strong>: abordagem diferenciada, suporte familiar intensivo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:33:24 UTC</pubDate>
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         <title>Medicações Controle da Dor em CP</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576231246</link>
         <description><![CDATA[<p>Classe / FármacoIndicação principalObservações</p><p><strong>Analgésicos simples</strong>ParacetamolDor levePode ser combinado com opioides fracos ou fortes. Atenção à hepatotoxicidade em doses altas.Dipirona (Metamizol)Dor leve a moderadaÚtil também como antipirético; atenção para risco raro de agranulocitose.</p><p><strong>AINEs (anti-inflamatórios não esteroidais)</strong>Ibuprofeno, Naproxeno, DiclofenacoDor leve a moderada, especialmente com componente inflamatório (ex. metástase óssea)Monitorar função renal, risco de sangramento GI; evitar em idosos frágeis.</p><p><strong>Opioides fracos</strong>TramadolDor moderadaÚtil em dor mista (nociceptiva + neuropática); risco de náusea, tontura, convulsão.CodeínaDor moderadaFrequentemente associada a paracetamol; constipação é frequente.</p><p><strong>Opioides fortes</strong>MorfinaDor moderada a intensa (padrão ouro)Oral, SC, IV; ajustar conforme resposta. Causar constipação → sempre associar laxante.OxicodonaDor moderada a intensaÚtil em pacientes com intolerância à morfina ou com dor neuropática associada.MetadonaDor intensa refratária, dor neuropáticaLonga meia-vida, exige monitoramento cuidadoso.FentanilDor intensa, pacientes com dificuldade de deglutição ou disfagiaDisponível em adesivo transdérmico; útil em pacientes estáveis.HidromorfonaDor intensa, alternativa à morfinaPotente, indicada em casos de intolerância à morfina.</p><p><strong>Adjuvantes (para dor neuropática ou refratária)</strong>Anticonvulsivantes (Gabapentina, Pregabalina)Dor neuropática (queimação, choque, formigamento)Iniciar com dose baixa, titular conforme resposta.Antidepressivos tricíclicos (Amitriptilina, Nortriptilina)Dor neuropática associada à depressão/insôniaCautela em idosos (efeitos anticolinérgicos).Corticoides (Dexametasona, Prednisona)Dor óssea, edema cerebral, compressão medularÚteis como adjuvantes; uso preferencial em curto prazo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:35:52 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo aplicação de Medicamento para dor CP</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576232024</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ul><li><p><strong>Dor leve</strong> → Analgésicos simples (dipirona, paracetamol, ± AINEs).</p></li><li><p><strong>Dor moderada</strong> → Opioide fraco (tramadol, codeína) ± analgésicos simples.</p></li><li><p><strong>Dor intensa</strong> → Opioide forte (morfina é 1ª escolha) ± adjuvantes.</p></li><li><p><strong>Dor neuropática/refratária</strong> → Opioide forte + adjuvante (gabapentina, amitriptilina, corticoide).</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-09 14:36:18 UTC</pubDate>
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         <title>Cateterismo Venoso</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576236313</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Cateter Venoso Periférico (Jelco)</strong></p><ul><li><p>Forma mais comum de acesso intravenoso.</p></li><li><p>Indicado para administração de medicamentos, soluções endovenosas e aferição de pressão arterial invasiva (PAI).</p></li><li><p><strong>Norma</strong>: Resolução COFEN nº 703/2022 – autoriza enfermeiro a realizar punção arterial para gasometria e instalação de cateter intra-arterial (PAI).</p></li><li><p><strong>Cuidados</strong>: preparo da pele e uso de coberturas adequadas.</p></li></ul><p><strong>2. Cateter Venoso Central (CVC)</strong></p><ul><li><p>Proporciona acesso direto à corrente sanguínea.</p></li><li><p><strong>Finalidades</strong>:</p><ul><li><p>Monitorização hemodinâmica</p></li><li><p>Infusão de soluções e drogas vasoativas</p></li><li><p>Nutrição parenteral</p></li><li><p>Hemodiálise</p></li><li><p>Quimioterapia</p></li><li><p>Coleta de sangue</p></li></ul></li><li><p><strong>Indicações</strong>: hipovolemia refratária, hipotensão grave, uso de drogas vasoativas, quimioterapia, nutrição parenteral, acesso periférico difícil.</p></li><li><p><strong>Locais de Inserção</strong>: veia jugular interna/externa, subclávia, femoral.</p></li><li><p><strong>Tipos</strong>:</p><ul><li><p>Cateter de curta permanência (Shirley)</p></li><li><p>Cateter de longa permanência (Permcath) – hemodiálise</p></li><li><p>Cateter tunelizado (Hickman) – quimioterapia, nutrição parenteral</p></li><li><p>Portocath – implantado cirurgicamente, punção com agulha especial</p></li><li><p>Cateter de Inserção Periférica (PICC) – resolução COFEN nº 258/2001 autoriza enfermeiro capacitado a inseri-lo</p></li></ul></li></ul><p><strong>3. Complicações</strong></p><ul><li><p>Infecção, trombose, mau posicionamento.</p></li><li><p>Exige técnica asséptica rigorosa, indicação adequada e manutenção constante.</p></li></ul><p><strong>4. Cuidados de Enfermagem com CVC</strong></p><ul><li><p>Higienização das mãos em todas as etapas.</p></li><li><p>Preparo da pele com clorexidina 2%.</p></li><li><p>Revisão diária da necessidade do CVC.</p></li><li><p>Antissepsia das conexões por 10 segundos.</p></li><li><p>Flushing a cada 6h com SF 0,9% (seringa ≥10 ml).</p></li><li><p>Uso de película transparente semipermeável para permitir inspeção do sítio de inserção.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:38:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cateterismo Venoso Central Definições</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576239131</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>cateterismo venoso central (CVC)</strong> é um <strong>procedimento invasivo</strong> em que um cateter (tubo fino e flexível) é introduzido em uma veia de grande calibre, geralmente:</p><ul><li><p><strong>Jugular interna ou externa</strong></p></li><li><p><strong>Subclávia</strong></p></li><li><p><strong>Femoral</strong></p></li></ul><p>👉 O cateter é avançado até a <strong>veia cava superior ou inferior</strong>, ficando em contato direto com a circulação central.</p><p>📌 <strong>Finalidades do CVC</strong></p><ul><li><p><strong>Administração de medicamentos</strong> irritantes ou vesicantes (ex.: quimioterápicos, drogas vasoativas).</p></li><li><p><strong>Infusão de soluções concentradas</strong> (nutrição parenteral, eletrólitos).</p></li><li><p><strong>Hemodiálise</strong> em pacientes com insuficiência renal.</p></li><li><p><strong>Monitorização hemodinâmica</strong> (ex.: pressão venosa central – PVC).</p></li><li><p><strong>Coleta frequente de sangue</strong>.</p></li><li><p><strong>Situações de emergência</strong> quando o acesso periférico é difícil.</p></li></ul><p>📌 <strong>Tipos de CVC</strong></p><ul><li><p><strong>Curta permanência</strong>: Cateter de lúmen único, duplo ou triplo (ex.: “Shirley”).</p></li><li><p><strong>Longa permanência</strong>:</p><ul><li><p><strong>Permcath</strong> (hemodiálise).</p></li><li><p><strong>Hickman</strong> (tunelizado, para quimioterapia/nutrição).</p></li><li><p><strong>Portocath</strong> (totalmente implantado sob a pele, punção com agulha específica).</p></li></ul></li><li><p><strong>PICC</strong> (Cateter Central de Inserção Periférica) – colocado em veias periféricas, mas ponta posicionada em veia cava.</p></li></ul><p>📌 <strong>Cuidados de Enfermagem</strong></p><ul><li><p>Higienização rigorosa das mãos.</p></li><li><p>Preparo da pele com clorexidina alcoólica 2%.</p></li><li><p>Revisar diariamente a necessidade de manutenção.</p></li><li><p>Antissepsia das conexões antes do uso.</p></li><li><p>Flushing periódico com solução salina para evitar obstrução.</p></li><li><p>Curativo transparente semipermeável para visualização do sítio de inserção.</p></li></ul><p>✅ <strong>Em resumo:</strong><br>O <strong>cateterismo venoso central</strong> é um procedimento que oferece acesso direto à circulação central, permitindo terapias complexas e monitorização avançada, mas exige <strong>técnica asséptica e cuidados rigorosos</strong> para prevenir complicações como infecção, trombose ou mau posicionamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Alterações Possíveis no ECG</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3576244104</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Alterações do Ritmo (Arritmias)</strong></p><ul><li><p><strong>Bradicardia sinusal</strong> – FC &lt; 60 bpm, ritmo regular.</p></li><li><p><strong>Taquicardia sinusal</strong> – FC &gt; 100 bpm, ritmo regular.</p></li><li><p><strong>Extrassístoles</strong> – batimentos ectópicos (atriais, juncionais ou ventriculares).</p></li><li><p><strong>Fibrilação atrial</strong> – ritmo irregular, ausência de onda P.</p></li><li><p><strong>Flutter atrial</strong> – ondas “em serrote” (ondas F), condução 2:1, 3:1...</p></li><li><p><strong>Taquicardia supraventricular (TSV)</strong> – QRS estreito, FC geralmente &gt; 150 bpm.</p></li><li><p><strong>Taquicardia ventricular (TV)</strong> – QRS largo, ritmo regular, potencialmente grave.</p></li><li><p><strong>Fibrilação ventricular (FV)</strong> – ritmo caótico, emergência.</p></li><li><p><strong>Bloqueios atrioventriculares (BAVs)</strong>:</p><ul><li><p>1º grau: PR &gt; 0,20s.</p></li><li><p>2º grau Mobitz I (Wenckebach): PR progressivamente maior até bloqueio.</p></li><li><p>2º grau Mobitz II: PR fixo, mas alguns QRS ausentes.</p></li><li><p>3º grau (total): dissociação entre ondas P e QRS.</p></li></ul></li></ul><p><strong>2. Alterações de Condução</strong></p><ul><li><p><strong>Bloqueio de ramo direito (BRD)</strong> – QRS ≥ 0,12s, padrão rSR’ em V1.</p></li><li><p><strong>Bloqueio de ramo esquerdo (BRE)</strong> – QRS ≥ 0,12s, morfologia larga em V6.</p></li><li><p><strong>Hemibloqueios (divisão do ramo esquerdo)</strong> – desvio de eixo (esquerda ou direita).</p></li></ul><p><strong>3. Alterações de Câmara Cardíaca</strong></p><ul><li><p><strong>Sobrecarga atrial direita</strong> – onda P alta e pontiaguda (&gt;2,5 mm em DII).</p></li><li><p><strong>Sobrecarga atrial esquerda</strong> – onda P larga ou bifásica em V1.</p></li><li><p><strong>Hipertrofia ventricular esquerda (HVE)</strong> – S em V1 + R em V5 ou V6 ≥ 35 mm.</p></li><li><p><strong>Hipertrofia ventricular direita (HVD)</strong> – R alto em V1 e desvio do eixo para a direita.</p></li></ul><p><strong>4. Alterações Isquêmicas e Infarto</strong></p><ul><li><p><strong>Isquemia</strong> – inversão de onda T, infra de ST.</p></li><li><p><strong>Lesão aguda</strong> – supradesnivelamento do ST.</p></li><li><p><strong>Necrose</strong> – ondas Q patológicas (largas e profundas).</p></li><li><p><strong>Síndromes coronarianas agudas</strong> podem ser localizadas por derivações afetadas:</p><ul><li><p>Anterior (V1-V4) → artéria descendente anterior.</p></li><li><p>Lateral (DI, aVL, V5-V6) → artéria circunflexa.</p></li><li><p>Inferior (DII, DIII, aVF) → artéria coronária direita.</p></li></ul></li></ul><p><strong>5. Alterações Metabólicas e Sistêmicas</strong></p><ul><li><p><strong>Hipercalemia</strong> – onda T apiculada, QRS alargado, onda P ausente em casos graves.</p></li><li><p><strong>Hipocalemia</strong> – onda U proeminente, achatamento da onda T.</p></li><li><p><strong>Hipocalcemia</strong> – QT longo.</p></li><li><p><strong>Hipercalcemia</strong> – QT curto.</p></li><li><p><strong>Intoxicação digitálica</strong> – infradesnivelamento do ST em “sorriso digital”.</p></li></ul><p><strong>6. Alterações Diversas</strong></p><ul><li><p><strong>Pericardite aguda</strong> – supra de ST difuso + depressão de PR.</p></li><li><p><strong>Embolia pulmonar</strong> – padrão S1Q3T3, inversão de T em V1-V3, taquicardia sinusal.</p></li><li><p><strong>Síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW)</strong> – intervalo PR curto + onda delta.</p></li><li><p><strong>QT longo congênito ou adquirido</strong> – predisposição a arritmias malignas (Torsades de Pointes).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:43:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ventilação Mecânica</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3710773661</link>
         <description><![CDATA[<p>Método de suporte para tratar paciente com insuficiencia respiratória aguda ou crônica agudizada de forma total ou Parcial (FRANCA 2007).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4201274639/ca9703ea549e4b8b82c1c5273037f69f/Ventila__o_Mecanica.pdf" />
         <pubDate>2025-12-04 19:14:04 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema Renal / Paciente com Problemas Renais/ /Hemodialise</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3710791673</link>
         <description><![CDATA[<p>Finalidade do sistema Renal: Manter o estado de Hmostasia do corpo; regulação cuidadosa dos liquidos e eletrólitos; remoção dos produtos de degradação; desempenho de outras funções.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4201274639/ac76f2a216458faf0bb230e9ab6f8e6d/ist_Renal_Hemodialise.pdf" />
         <pubDate>2025-12-04 19:31:20 UTC</pubDate>
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         <title>Neuro em UTI e Traumatismos</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3710806580</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4201274639/7bc8b7baf164a19de78efb9fcbda4ab6/Neuro_e_traumatismo.pdf" />
         <pubDate>2025-12-04 19:47:03 UTC</pubDate>
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         <title>Drogas Vasoativas e Sedativos</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3710813864</link>
         <description><![CDATA[<p>Drogas Vasoativas são substâncias que apresentam efeitos vasculares periféricos, pulmonares ou cardíacos. São de uso corriqueiro em UTI para regular a frequência cardíaca e volume sistólico.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4201274639/9958024f56d6184b4876f5d6ac3598b0/Sedativos_e_Drogas_Vasoativas.pdf" />
         <pubDate>2025-12-04 19:54:28 UTC</pubDate>
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         <title>Infecções em UTI / (IRAS e SEPSE)</title>
         <author>laudiceiaaraujo01</author>
         <link>https://padlet.com/laudiceiaaraujo01/56fuo4nz181wxgre/wish/3710821727</link>
         <description><![CDATA[<p>Infecção Relacionada Á assistência  de Saúde que ocorrem em pacientes após receberem cuidados de saúde, como em hospitais, clínicas e outros serviços de saúde.</p><p>Podem acontecer durante a internação ou após a alta, desde que a infecção tenha sido adquirida durante ou por causa do atendimento.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4201274639/eadeb51151aadaf4a0baf99b712cd619/IRAS.pdf" />
         <pubDate>2025-12-04 20:02:20 UTC</pubDate>
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