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      <title>Portfólio_SRT by SARA RIBEIRO TEIXEIRA</title>
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      <description>Meu mundo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:26:38 UTC</pubDate>
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         <title>O anjo mais velho</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Enquanto houver você do outro lado<br>Aqui do outro eu consigo me orientar<br>A cena repete, a cena se inverte<br>Enchendo a minh'alma daquilo que outrora eu<br>Deixei de acreditar<br></strong><br></div><div><strong>Tua palavra, tua história<br>Tua verdade fazendo escola<br>E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar<br></strong><br></div><div><strong>Metade de mim<br>Agora é assim<br>De um lado a poesia, o verbo, a saudade<br>Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim<br>E o fim é belo, incerto, depende de como você vê<br>O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só<br></strong><br></div><div><strong>Só enquanto eu respirar<br>Vou me lembrar de você<br>Só enquanto eu respirar</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 23:24:29 UTC</pubDate>
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         <title>cALMA por: Sara R.</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gênero: Poesia<br><br><strong>Não se prenda ao sofrimento do que ainda não veio.<br>Acredite no novo<br>Aceite as mudanças que estão por vir.<br>É tempo de dinamicidade&nbsp;<br><br>Deixe de lado os anseios<br>Apoie-se em sua luz<br>Caminhe pelo túnel escuro<br>Mas não se deixe levar pelo estranhamento.<br>Você é forte!<br>Você é decidida<br>Não vai desistir aqui, ou ali<br>E se nisso refletir<br>cALMA, TUDO VAI PASSAR<br>Só precisas insistir.<br><br>Se por acaso voltar<br>&nbsp;voltará no seu passo<br>Seguindo o seu próprio compasso.<br><br>Embora difícil seja<br>Flutue sobre o oceano<br>Encare o ir, o vir, e o por vir<br>Supere as temeridades das idas e vindas<br>Pois afinal, ainda haverá oceano<br>Precisarás enxergar através das brumas<br>E encontrar o seu horizonte, o seu recanto.<br><br>Este é um novo ciclo&nbsp;<br>Novas histórias, novas alegrias<br>Já sabias até, que tristezas haveria.<br><br>Tenhas Ânimo ainda há vida<br>As vezes erre, as vezes acerte<br>Mas Sempre viva<br><br>Quando em seu destino chegar<br>Tire das malas suas lembranças<br>Coloque-as em um lugar mais que especial,<br>Por motivos de segurança<br>Guarde-as dentro de você!<br>E se talvez a saudade muito bater<br>Viaje para dentro de si<br>Encontre aquilo que a faz sorrir,&nbsp;<br>Ou até mesmo chorar, por muita falta sentir.<br>Encontre as emoções, as razões, os porquês, as paixões<br>Encontre você!<br>E todas suas versões.<br><br>Muitos a conhecem, poucos a entendem<br>Ela é reservada<br>Parece não gostar de gente<br>Se acomoda em sua "solidão"<br>Preza pelo seu anonimato<br>Coberta de armaduras<br>Ainda precisas de cuidado.<br><br>Aquela que a escreve<br>Escreve com uma incerteza<br>Com medo, sem razão, com um toque de delicadeza<br>Perdida sempre assim em sua fraqueza<br>Espera pelo recomeço de tudo<br>Espera que floresça!</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 11:46:26 UTC</pubDate>
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         <title>Lençóis por: Sara R.</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Gênero:</strong> Poesia<br><br><strong>Preste muita atenção<br>Nessa curta e rica história <br>É apenas um relato<br>Mas não deixa de ter sua glória<br><br>Rio Utinga nos recebe,<br>Em tua nascente se achegamos<br>A cada passo um conhecimento,<br>E assim vamos desbravando<br><br>Com o olhar sensível  a admirar,<br>A mãe natureza a nos agraciar<br>Somente nas tuas forças acreditar,<br>E no Pai Inácio confiar<br><br>Sobre tuas rochas ei de caminhar,<br>Cuidadosamente ei de explorar<br>Respeitosamente ei contemplar,<br>O morro a nos radiar<br><br>Acima de tudo e de todos,<br>Basta só agradecer<br>Pelos perigos que nos rodeia,<br>Tua cruz há de nos proteger<br><br>Sentados sobre as rochas,<br>Admiram a majestosa estrela<br>Cada um com sua memória<br>E todos com a mesma certeza,<br>Que o valor não se dá no seu registro<br>Mas sim na sua grandeza.<br><br>Renovados voltaremos,<br>Convictos afirmaremos<br>Lençóis até mais vê,<br>Pra sempre o lembraremos!</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 11:58:48 UTC</pubDate>
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         <title>Ela por: Sara R.</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gênero: Música<br><br><strong>Ela se aponta antes mesmo até do sol<br>Arruma bem cedinho o quarto a cama e o lençol<br>Cuida da rotina todo dia sem cansar<br>Parece não ter tempo pra dela mesma cuidar<br><br>De longe até parece fácil rir e não chorar<br>Pra quem não a conhece <br>Melhor é silenciar<br><br>Ela muito dá sem nada em troca esperar<br>Espera em si mesma, na sua força de lutar.<br>Muito dona de si, não se prende apenas aceitar<br>Ela é independente aqui ali em qualquer lugar...<br><br>Moça me diga, como é ser mulher nesse cenário de mentira?<br>Moça me explica, se todos são iguais porque o homem prioriza?</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:23:09 UTC</pubDate>
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         <title>Estágio e docência: Diferentes concepções - </title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>LIMA, m. S.; PIMENTA, s. Estágio e docência: diferentes concepções. Poíesis pedagógica, v. 3, n. 3 e 4, p. 5-24, 25 out. 2006.<br><br>O estágio é um momento muito importante durante a formação do futuro professor, é o primeiro contato a docência e seus desafios. É neste momento, em que se coloca em prática todos os conhecimentos adquiridos com base nos referenciais teóricos que foram estudados. As autoras trazem em seu artigo, a ideia de que a prática do estágio seja uma atividade reflexiva, de modo que, teoria e prática sejam indissociáveis. É durante o estágio que surgem as pesquisas, e as mesmas guardam em si, a oportunidade de ampliar o campo das ideias no que se refere a esse processo inicial de formação dos professores no Brasil.<br><br>O estágio não é apenas um componente curricular,  é um componente muito importante no qual o aluno a partir de sua análise crítica, constrói a sua identidade como um futuro educador. As autoras abordam que, a formação docente se dá pela observação e pela tentativa da reprodução da prática modelar. O aprendiz não aplica na maioria das vezes aquilo que é particular a sua formação intelectual, mas por seguir a linha do tradicionalismo, por aceitar o que é legitimado pela cultura institucional dominante, não se assegura ao seu próprio modo de atuação docente.<br><br>Os conceitos tratados no artigo de professor crítico - reflexivo e professor pesquisador, mostram que o estágio é nada mais que pesquisa, e a utilização de pesquisas no estágio. Colocar em prática os dois conceitos e suas atribuições, é o desafio que cerca  dos cursos de magistério, e dos planos de ensino dos professores formadores. Em concordância com críticas de outros autores, as autoras afirmam que a superação desses limites se dará a partir de teoria(s) que permitam aos professores entenderem as restrições impostas pela prática institucional e pelo histórico social ao ensino, de modo a identificar o potencial transformador das práticas( PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L. 2004).<br><br>Faz parte do estágio, o desenvolvimento de atividades que permitem ao aprendiz o conhecimento, a reflexão das práticas docentes nas escolas e em outras instituições de ensino, de modo a compreendê-las dentro de sua história, observar os resultados, e as dificuldades que levaram a tais resultados. A partir dessa análise crítica, é possível realizar as mudanças necessárias no trabalho do professor, nas instituições. Tal estudo permitirá ao aprendiz analisar, gerar uma problematização de acordo com o que foi observado, e em seguida, intervir criando situações de leitura e escrita. <br><br>Vale ressaltar, que o estágio se dá por meio do conjunto trabalho entre as disciplinas de formação de professores, e é válida a sua prática desde o início do curso, possibilitando que a teoria e a prática ocorram durante toda a trajetória da formação. Segundo as autoras, isso garante ao estudante também a possibilidade de aprimorar suas habilidades a partir do contato direto com o que o cenário educacional lhe proporciona.<br><br>O estágio supervisionado então, durante o percurso formativo, começa a ser pensado nos momentos na universidade e no campo de estágio, os saberes teóricos e práticos devem ser trabalhados juntos nos dois momentos. É necessário que a estrutura curricular, oportunize esses momentos de reflexão dentro da universidade para uma análise crítica embasadas nos fundamentos teóricos, das práticas docentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 11:27:33 UTC</pubDate>
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         <title>Jornada pedagógica na Rede Municipal(Jequié)</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>A jornada deste ano, foi muito importante para compreendermos como está a situação dos nossos professores da rede pública de Jequié. O evento foi protagonizado por eles, que mostraram sua voz, sua luta, em busca dos seus direitos. Foi um movimento pacífico, contudo, as faixas da manifestação GRITAVAM para todo o público. A causa do movimento, foi a desvalorização, o reconhecimento da profissão que forma todas as outras. Nós que estávamos apenas como alunos ouvintes, ficamos impactados com a coragem dos educadores, um exemplo a ser seguido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 11:41:02 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o método sociolinguístico</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nós do curso de pedagogia, acreditamos o quão pertinente é debatermos sobre os métodos de alfabetização existentes no nosso país. E sabendo do contexto histórico do Brasil referente a educação, é preocupante vermos que mesmo depois de tanto tempo, muitas questões educacionais permanecem estagnadas sem mudança alguma. </div><div><br>O fracasso da alfabetização no Brasil, ainda tem sido um assunto pouco discutido, mesmo com alguns avanços no que se refere ao índice de alunos alfabetizados. Para tal conquista, devemos direcionar a atenção ao método que possibilitou crianças a lerem e escreverem significativamente, desenvolvendo assim uma criticidade sobre o mundo a sua volta.</div><div><br>Entender o método sociolinguístico, é compreender que o obstáculo a ser enfrentado não é o aluno, mas sim a falta de estrutura das escolas, com materiais didáticos que deem conta de inserir as crianças num mundo literário, é a falta de formação dos professores, e que em muitas das vezes se anulam do papel desafiador de um alfabetizador, é a falta de políticas públicas, que garantam a merecida alfabetização para todos, independente da sua classe social.</div><div><br>De acordo com Mendonça e Mendonça, para realizar o trabalho da alfabetização infantil, se faz necessário antes de tudo, reinventá-la, e o método sociolinguístico, possibilita tal atividade, ou seja, para que as crianças tenham um domínio do sistema escrito alfabético, da oralidade, é fundamental a organização do trabalho do professor, que vai desde introduzir o social dos alunos ao processo de alfabetização, até o trabalho dos conteúdos específicos de acordo com os níveis de cada criança.</div><div><br></div><div>“Em se tratando de alfabetização, sempre que se ouve a palavra método, ocorre uma certa rejeição em função dos séculos de domínio dos métodos (soletração, fônico, silábico, palavração, sentenciação, eclético ou global) através dos quais, principalmente, crianças foram submetidas a processos incoerentes, desgastantes e desvinculados de suas realidades com o intuito de receberem o ensino da leitura”. (MENDONÇA, 2009, p.74).</div><div><br>Entretanto, ao trabalhar o método que foi criado por Paulo Freire e reinventado por Mendonça, o professor consegue oferecer ao aluno uma alfabetização mais conscientizadora, que foge do tradicionalismo, e garante uma visão reflexiva e crítica do aluno, usando a mesma no seu contexto social.</div><div><br>De acordo com Ferreiro e Teberosky (2008), o processo de alfabetização engloba quatro níveis até que a criança esteja devidamente alfabetizada. São eles: Silábico, pré-silábico, silábico e alfabético.</div><div><br>Após a identificação dos níveis, o método é dividido em quatro passos sociolinguísticos de grande significado para a criança: codificação, descodificação, análise e síntese e fixação da leitura e escrita.  A codificação e a descodificação são extremamente importantes, por relacionar o ato de ler e escrever com os conhecimentos prévios do aluno. Todo o material de trabalho do professor, devem estar de acordo com a realidade no qual a criança está inserida, para que a mesma se sinta mais confortável para expor suas ideias.</div><div><br></div><div>“O ler e o escrever têm como base o domínio das correspondências entre grafemas e fonemas, para a exercitação da consciência silábica e alfabética, indispensável para a aprendizagem da leitura e da escrita, mas deve ter como proposta levar o sujeito para além de sua realidade. A alfabetização, ao integrar os fundamentos sociológicos a partir da análise discursiva, dos aspectos dialógicos e da interação verbal, o encaminha para uma leitura do mundo, transformando sua consciência ingênua em consciência crítica” (BATISTA E FORTE, 2016, p.131).</div><div><br>Devemos levar em consideração a importância dos princípios linguísticos básicos da fala, da escrita e da leitura como base para uma alfabetização de fato. É necessário aliarmos as teorias linguísticas e psicológicas para que possamos explicar as condições sociais e ambientais para o aprendizado das habilidades específicas de ler e escrever.</div><div><br>Em contrapartida, vemos que as cartilhas tradicionais e outros métodos não atendiam aos aspectos fundamentais da alfabetização, trabalhando apenas de forma mecanicista.</div><div>“O princípio do ensino que está contido nas cartilhas é o ato de repetir. O aluno tem de fazer tudo do jeito que o professor copiar, se o fizer assim, quer dizer que ele “aprendeu” tudo direitinho. Esse método não leva em conta se o aluno realmente assimilou determinado conteúdo, ou seja, se ele realmente é capaz de realizar tal atividade sem está olhando para um modelo já pronto. Aqui o aluno não é levado a pensar, a racionar e nem a refletir sobre determinada atividade, basta copiar do jeito que está exposto e pronto, sua “aprendizagem” já está realizada e o conteúdo por ele “assimilado”. (SANTOS, SANTOS E MACEDO, 2012, p.2). </div><div><br>Concluímos que, a alfabetização é um momento de descobertas para professor, e aluno. Nessa fase, as crianças estão abertas a novos desafios, e devem ser estimuladas a participarem em sala de aula. O professor deve adotar a sua prática pedagógica tal metodologia que seja natural e dinâmica. O método sociolinguístico tem contribuído muito para a alfabetização de crianças e de adultos também, pois o mesmo se preocupa com o aprendizado ou não do sujeito.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 12:18:18 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto de Estágio - Justificativa</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Este presente projeto faz parte do processo de formação, como solicitado pelo componente curricular de Estágio nos anos iniciais do ensino fundamental, do curso de licenciatura em Pedagogia, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB.<br><br></div><div>O  estágio  supervisionado  tem  fundamental  importância  para  a  vida acadêmica pela convivência fora da teoria e dos livros. A prática é totalmente diferente, é através dela que o acadêmico realmente saberá se seu dom é ser professor. <br><br></div><div>Durante a  participação na jornada pedagógica do município, que foi promovida pelo município, e que em seguida partimos para as observações e entrevistas direcionadas as professora e coordenadora pedagógicas no Centro Educacional Senador João Calmon, em uma turma de 1º ano com na faixa etária de 06  a 07 anos , cuja a temática anual será “O maior pintor do mundo” e o da unidade será a “Identidade”.</div><div><br>Diante disso surgiu a proposta do  tema <strong>“Identidade ( quem sou eu?)” </strong> Sabemos que a construção da identidade se dá por meio das interações da criança com o meio social. A escola é um universo social diferente do da família, favorecendo novas interações, ampliando desta maneira seus conhecimentos a respeito de si e dos outros. A autoimagem também é construída a partir das relações estabelecidas nos grupos em que a criança convive. Um ambiente farto em interações, que acolha as particularidades de cada indivíduo, promova o reconhecimento das diversidades, aceitando-as e respeitando-as, ao mesmo tempo que contribui, para a construção da unidade coletiva, favorece a estruturação da identidade, bem como de uma imagem positiva.<br><br></div><div>Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, a identidade “é um conceito do qual faz parte a ideia de distinção, de uma marca de diferença entre as pessoas, a começar pelo nome. Seguido de todas as características físicas, de modo de agir e de pensar e da história pessoal”. Propiciar atividades que possibilitem aos alunos o conhecimento de si mesmo, levando-os a descobri-los, sentir que possuem um nome, uma identidade e que fazem parte de um conjunto de pessoas em casa, na escola e na comunidade e que acima de tudo são muito importantes.<br><br></div><div>Tendo em vista que o método sociolinguística  será a base das atividades a serem realizadas  nesse projeto de estágio 🤬 certo então, que   as palavras geradoras estarão voltadas para o contexto de vida , da auto identificação e aceitação.<br><br></div><div>Os gêneros textuais escolhidos para a intervenção serão: receita, convite, poema, história em quadrinho e bula.<br>Cientes que a família é peça importante na construção da identidade do indivíduo,  cientes disso, nosso  projeto busca  a junção da  família com a escola, uma vez que ambas têm  a  função de  auxiliar na construção do Ser e  de sua identidade .<br><br></div><div>Devido o atual cenário pandêmico que estamos enfrentando, foi necessário nos afastarmos das atividades proposta de estágio presencial. Sabemos que o contato pessoal é fundamental para as devidas análises e interferências no ambiente escolar. Fomos pegos de surpresa, e o que pensávamos que duraria apenas um, ou dois meses, está perdurando o ano inteiro. É frustrante pensarmos em alfabetização, quanto ao ensino a distância . Ser um alfabetizador, se tornou uma tarefa ainda mais complexa, o fato dos alunos não frequentarem as escolas, tornou  para nós educadores uma verdadeira batalha, tivemos que nos reinventar. Os celulares que eram proibidos nas salas de aula hoje se tornou um aliado essencial para o acompanhamento dos conteúdos escolares. No entanto não supre a presença do professor. A pandemia reforçou a importância da escola.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 12:40:20 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivos do Projeto de Estágio (geral e específico)</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Geral: </strong>Compreender como o processo de construção da identidade contribui para o processo de alfabetização.<br><br></div><div><strong>Específicos:<br></strong><br></div><ul><li><br>Conhecer a história de seu nome e seu significado;</li><li>Conhecer e respeitar os diferentes costumes das famílias, grupos e povos;</li><li>Reconhecer o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala;</li><li>Segmentar oralmente palavras em sílabas.<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 12:55:33 UTC</pubDate>
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         <title>Intervenção didática-I</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Palavra geradora - P.G. FAMÍLIA</strong></div><div>Gênero: Música<br><strong><br>Objetivos:</strong></div><div><br></div><ul><li> Propiciar à criança a reflexão de sua estrutura familiar e o conhecimento da estrutura  de outras famílias, e o relacionamento entre as pessoas de sua família e com as demais pessoas que a rodeiam, oportunizando  atividade  que despertem o respeito e o interesse pelos diferentes  grupos familiares.</li></ul><div><br>ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:<br>I- Momento: <strong> </strong>Discorrer sobre o tema família durante a rodinha, em seguida, ouviremos uma música do Mundo Bita, “Nossa família”, que trata sobre os diferentes tipos de família. Pedir aos alunos que desenhem as pessoas de sua família, falando seus nomes. </div><div>Começar a discussão fazendo os seguintes questionamentos:</div><ul><li>O que mostra o desenho?</li><li>Como é formada sua família?</li><li>Vocês costumam passear com a família? onde?</li><li>Vocês conhecem alguém que possui uma família diferente? </li></ul><div><br>II- Momento: <br><br>Fazer a leitura novamente da palavra geradora ”FAMÍLIA”, e partir das discussões que surgir, conversar com cuidado para não discriminar as famílias apresentadas pelos alunos. Em seguida, ler a história “ UMA FAMÍLIA PARECIDA COM A DA GENTE”.  Logo após, confeccionar um cartaz juntamente com os alunos em que terão figuras que representam diferentes grupos familiares.</div><div><br></div><div>Começar a discussão fazendo os seguintes questionamentos:      </div><ul><li> Todas as famílias são iguais?</li><li>Os membros de uma família brincam?</li><li>Os irmãos e primos brigam?</li><li>Vocês preferem brigar ou viver em paz?</li><li>Uma mãe e um filho podem ser considerados uma família?</li></ul><div><br>III- Momento:<br><br></div><div>- Apresentar a Palavra geradora FAMÍLIA em letra de imprensa, ressaltando que esse tipo de letra é encontrado nos jornais, revistas e livros, e pedir que a leiam juntos, naturalmente, sem pausa de marcação das sílabas: FAMÍLIA.</div><div><br></div><div>- Em seguida, pedir que leiam a palavra, acentuando as paradas. FA-MÍ-LIA.</div><div>mostrar que a palavra inteira foi de dividida em três partes.<br><br></div><div>- Revisão  da análise e síntese do 3º passo através da leitura da ficha de descoberta da palavra geradora.</div><div>Rever com os alunos o quadro da ficha de descoberta, lendo coletiva e individualmente as sílabas que compõem as famílias silábicas da palavra geradora FAMÍLIA.</div><div><br></div><div>- Ler  as famílias, silábicas, na sequência, na horizontal (começo ao fim e vice-versa), vertical(de cima para baixo) e vice- versa) e salteada mente.</div><div><br></div><div>- Verificar se os alunos dominam as famílias silábicas, escrevendo-as na lousa, quebrando a sequência vocálica tradicional, A,E,I,O,U,ÃO:<br><br>IV- Momento: <br><br></div><div>- Leitura coletiva do alfabeto, apresentar aos alunos os 4 tipos de letras: Bastão de imprensa, cursiva maiúscula e minúscula. Distribuir as cartelas para dar início ao bingo do alfabeto. Serão três rodadas de bingo, e no final a premiação com pirulitos. Pausa para o intervalo.<br><br>- Após o intervalo, aplicação das atividades por níveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 13:07:08 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade do nível pré-silábico</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div> Neste nível, há um grande avanço, a criança já consegue diferenciar letras, números e desenhos. Ela compreende que as letras servem para escrever, mas não sabe como registrar os códigos e não reconhece os sons. Não faz relação entre fonema e grafema e coloca qualquer letra em qualquer ordem.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 13:30:51 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade do nível silábico</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>No <strong>nível silábico</strong>, a criança passa a entender que existe uma correspondência entre as letras e o que é falado. Para ela, existe um traço representando o que é falado, mesmo que não seja o correto em relação à Língua Portuguesa. Cada sílaba possui uma letra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 13:37:50 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade do nível silábico alfabético</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>No <strong>nível silábico-alfabético</strong>, a criança passa a entender que as sílabas possuem mais de uma letra. Porém, para entender os fonemas, é importante que a criança também pratique sílabas só com uma letra intercalada com sílabas maiores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 13:38:30 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade do nível alfabético</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>A criança escreve foneticamente, ou seja, faz relação entre som e letra, mas não ortograficamente, por isso deve ser feita a correção ortográfica e gramatical.<br>Conhece o valor sonoro convencional das letras ou de algumas e juntando-as formam sílabas e palavras. Já diferencia letras, sílabas, palavras e frases, mas não divide a frase gramaticalmente, apenas de acordo com o ritmo frasal. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 13:38:56 UTC</pubDate>
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         <title>Jogo ou material didático</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>O jogo tem como por objetivo, reconhecer e identificar as letras do alfabeto e memorizar. Neste jogo é trabalhado o nome das letras, o som das letras, e palavras que se iniciam com essas letras. <br>Para execução do jogo será necessário, cartelas com as letras, feijões para marcar a letra sorteada, um pote de letras, e um cartaz do alfabeto para leitura e fixação do que foi aprendido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 14:03:10 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre a experiência do estágio remoto.</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando nos foi avisado que as aulas retornariam remotamente, a princípio surgiram várias interrogações na mente. Será que daremos conta? Sim, com o grande auxílio de todos os professores, e em especial a querida professora Rejane ( a nossa desconhecida) foi possível concluirmos o projeto, mesmo com dificuldades, com pressão, com a falta de tempo, e com as demandas das outras disciplinas. Caminhamos todos juntos, enfrentamos e conseguimos finalizar, alguns com 100% de aproveitamento outros nem tanto, mas o importante foi tudo o que aprendemos durante a caminhada. <br> O momento que estamos vivendo, além de todas as questões negativas, nos trouxe como um golpe rasteiro, a percepção de que nada somos sozinhos, para o nosso próprio bem estar, precisamos do contato pessoal. Infelizmente, a aproximação que tanto precisamos foi substituída por uma tela. Aprendemos que precisamos muito mais do próximo do que imaginávamos(o que seria de mim sem Taís e Maiara). Devemos lembrar que existe sempre alguém que precisa da nossa ajuda,  e que é possível sim, mesmo com a correria do dia a dia, lembrar de se colocar no lugar do outro, perceber e compreender o que lhe aflige, enfim, ser HUMANO.<br>Mesmo que seja por uma tela. Concluo essa etapa com a sensação de missão cumprida. Afinal, reinventar, é trabalho para poucos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 14:21:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CONTRIBUIÇÕES DA PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA PARA A ALFABETIZAÇÃO_INTERPRETAÇÃO E CONSEQUÊNCIAS</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA, Olympio Correa de. Psicogênese da Língua Escrita: contribuições, equívocos e consequências para alfabetização. São Paulo: UNESP, UNIVESP: 2011, pg. 36-57<br><br>À medida que examinamos o texto de Onaide mais profundamente, entendemos a importância de todo professor de alfabetização conhecer e abraçar o conceito de psicogênese da linguagem escrita de forma tão clara que mal-entendidos deixem de se transformar em consequências negativas.</div><div><br>Em meados do século 21, no auge de 2017 é possível perceber uma grande semelhança ou realidade da alfabetização com o texto de Ferreiro há mais de 30 anos, e o mais curioso é o quanto a humanidade evoluiu naquela época, e mesmo assim os professores não conseguem se adaptar e implementar um processo de alfabetização que foi idealizado décadas atrás, ou mesmo compreender as etapas de alfabetização e não conseguem mediar da melhor forma possível.<br><br></div><div>Todavia, enquanto professor em formação, o indivíduo estude os níveis de alfabetização, há ainda uma forte tendência ao tradicionalismo, ou seja, a grande maioria dos professores, dizem compreender a Psicogênese da Língua Escrita, o conceito do construtivismo, mas ainda se pegam alfabetizando por meio de silabação e/ou decoração das famílias silábicas.  <br><br>O grande equívoco do professor é esquecer que, como disse Paulo Freire, a “leitura de mundo, precede a leitura da palavra", sendo assim, ao chegar na escola, a criança ou adulto em processo de alfabetização, não vem como uma folha em branco, trazem consigo experiências anteriores, vivências, valores e cultura peculiares, de grande relevância no processo educacional. Talvez, a grande confusão que a maioria dos professores faça quanto ao que é o construtivismo seja o grande problema que impeça o processo educacional de ser mais eficiente e, consequentemente, o aluno não aprende efetivamente. <br><br>Entretanto um dos grandes equívocos é considerar o construtivismo e a Psicogênese da Língua Escrita como métodos, uma das consequências desse equívoco é não saber diferenciar alfabetização de letramento, o é de suma importância para o professor saber a diferenciar esses processos, pois da sua compreensão dependerão os resultados da alfabetização em sala de aula. Dentre os equívocos provenientes da interpretação errônea ou da falta de conhecimento do real conceito da Psicogênese da Escrita e do construtivismo, alguns podem acarretar consequências gravíssimas para todo o processo educacional, dentre eles, "Não precisa ensinar, a criança aprende sozinha" , é um dos mais graves, pois se o professor limitar-se a responder questionamentos dos alunos, a aprendizagem da leitura e da escrita estarão comprometidas, uma vez que alfabetizar exige um trabalho sistemático com objetivos determinados, concentração, persistência e determinação. Todas as "lendas" que envolvem a teoria construtivista, levaram a educação brasileira aos níveis em que se apresentam atualmente. <br><br>A grande maioria dos professores desconhecem o real significado do construtivismo, se valendo do fato de ser um mero "mediador" do conhecimento, da ideia errônea de não poder corrigir os erros dos alunos, de não poder utilizar as sílabas na alfabetização, de deixar o aluno escrever do seu jeito.<br><br></div><div>Esses mal-entendidos nos fizeram ser conhecidos e criticados por toda a sociedade brasileira. Todos os anos, vemos esses alunos como alunos do ensino médio, que mal sabem ler, escrever e / ou interpretar os textos, levando as pessoas a questionarem o construtivismo. No processo de obtenção da escrita, o professor não deve esquecer a importância da compreensão profunda das causas psicológicas da escrita e da busca de métodos engenhosos para que os alunos aprendam e compreendam de forma eficaz, buscando a integração com o ambiente real. Ao inserir os alunos nele, devemos lembrar sempre que o significado é muito importante para uma aprendizagem eficaz.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 14:53:38 UTC</pubDate>
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         <title>Uma lição de vida -  The First Grader</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>o filme conta a história de Kimani Maruge (Oliver Litondo), um queniano de 84 anos que está determinado a aproveitar sua última chance de ir à escola. Desta forma, para aprender a ler e escrever, ele se junta a uma turma de crianças de seis anos de idade. <br>Durante seu período na escola, Maruge passa por muitas dificuldades, o preconceito é o mais latente. A comunidade não aceita que ele conviva com os outros estudantes. Mas com o apoio da professora Jane, Maruge consegue realizar seu sonho.<br><br>Ao analisar o filme, percebi como a educação transforma a vida das pessoas. Uma educação como ato político, que estimula o indivíduo a lutar pelos seus direitos, a questionar as imposições do sistema. O filme nos mostra, que através da educação, construímos o ser. Coloca lá em prática, nas situações adversas, é mostrar o que aprendemos, quem somos. <br>É preciso citar também, a importância do professor neste momento. A professora Jane é um exemplo a ser seguido, a sua coragem por enfrentar o sistema, para garantir que um idoso frequentasse a sala de aula, é gloriosa. Que nós, ainda em processo de formação, possamos ser assim, persistentes, saber driblar os obstáculos, e garantir que crianças, jovens e adultos, tenham acesso a uma educação de qualidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 15:08:52 UTC</pubDate>
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         <title>Roda de conversa</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 05-11-2020, tivemos a honra de participar da roda de conversa, com a digníssima professora Onaide Schwartz Mendonça. Conhecer de perto o conhecimento de alguém tão experiente na área da educação foi bastante significativo. <br><br>Nos foi apresentado com toda atenção e carinho, o método sociolinguístico, cujo qual, estamos trabalhando no nosso projeto de Estágio. <br><br>Quando a professora Onaide fala sobre a relevância do diálogo na relação professor-aluno, compreendi que durante o processo de alfabetização, é importante que o educador estabeleça com o aluno uma comunicação direta, desenvolvendo assim, a oralidade da criança. Tendo a interação, grande importância no processo da fala. Para que o sujeito alcance o objetivo da linguagem escrita, é necessário que haja uma organização adequada da expressão oral, para que a partir disso, o mesmo possa ter domínio sobre a linguagem escrita.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 15:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>IV- Webnário -Dislexia</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta quinta-feira datada 03-12-2020, participamos do último webnário ministrado pelo professor Gesivaldo das disciplina de Sistemas Cognitivos. É sempre um prazer acompanhar suas aulas. Com seus aparatos tecnológicos, e com grande domínio no assunto, aprendemos bastante sobre a dislexia, como esse transtorno de aprendizagem dificulta no reconhecimento preciso e/ou fluente da palavra, na habilidade de decodificação e em soletração.<br><br>Foi bastante proveitoso, concluímos o evento do VII Semestre, cheios de conhecimentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 15:43:42 UTC</pubDate>
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         <title>Ideologia</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com (L. BRUNO, 2014. p, 3), a ideologia para Zizek, é o nível que devemos investigar para atingir a camada inconsciente dos discursos que corroboram o capitalismo no âmbito das<br>subjetividades, mesmo que por vezes tais discursos pretendam eliminar os efeitos abomináveis do modelo liberal. Ideias como capitalismo justo ou filantropia 🤬>essencialmente ideológicos nesse sentido.<br><br>Os poderes instituídos, camuflam as verdades, de modo que não percebamos as manobras que tais poderes realizam para dizer o que é certo ou errado, fazendo parte dessa ideologia opressiva que legitima os discursos políticos, sociais e econômicos. Ideologia essa, que está a todo tempo, a todo custo tentando nos convencermos de uma verdade que nasce puramente do capitalismo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 15:52:34 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura na concepção de Thompson e Wolf</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>Thompson procura entender a cultura por meio da dimensão dialética dos costumes criados pelos povos ou grupos à medida que acontecem as demandas cotidianas e conflitivas. A cultura para ele encontra-se em constante atualização e invenção. <br><br>Para Wolf a cultura tem a função de estabelecer conexões, sejam elas ecológicas, econômicas, dentre outras, podendo também exercer situações de conflitos e tensões entres diferentes povos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:03:16 UTC</pubDate>
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         <title>Etnicidade</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Segundo (P. A. Maria Sylvia, 1996, p. 136), Nos termos apontados por Weber, a etnicidade tem um significado especificamente político porque o sentimento de uma origem comum é a base para a ação coletiva e converte-se em elemento de solidariedade dos membros do grupo, que pode se tornar manifesta ou permanecer latente. Na prática, os laços de identificação permanecem latentes nas tradições e só costumam se manifestar de forma organizada se os membros do grupo constituírem um movimento em prol dos interesses comuns compartilhados.<br><br>É possível compreender a etnicidade como características de um grupo, ou como o grupo se identifica coletivamente, sendo sujeitos pertencentes da cultura e história. A etnicidade, vai além de características físicas, é a relação que se tem com o território, com os membros do grupo, e a ancestralidade que se faz presente na terra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:03:35 UTC</pubDate>
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         <title>Territorialidade</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O espaço pode ser o ponto de partida para pensar o território, enquanto suporte físico que é territorializado: relações são estabelecidas, criando limites e canais de comunicação, proximidades e distâncias, interdições, fronteiras seletivamente permeáveis conforme a lógica territorial do grupo que territorializa uma dada porção de espaço. Ou seja, pensar em territorialidade, é pensar a<br>ocupação de uma terra por um grupo indígena,  e a relação que se estabelece a partir dessa ocupação. Evidenciando seus elementos culturais. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:04:45 UTC</pubDate>
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         <title>Educação diferenciada intercultural e bilíngue indígena</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>A educação intercultural oportuniza ao espaço escolar o fortalecimento da cultura e das tradições indígenas, reconhecendo suas conquistas dos direitos. <br>A mesma estabelece um diálogo com a diversidade, visto que, o Brasil compreende uma grande diversidade cultural. É muito importante a construção de materiais adequados que correspondem as diferentes culturas. É fundamental que a formação de docentes esteja voltada para a identidade a partir da diversidade, para que não ocorra exclusão de determinados grupos, respeitando também a diversidade das línguas indígenas, preparando todos para o contato com o indivíduo que não é índio, oportunizando assim, uma educação bilíngue.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:05:33 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Étnico-raciais</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O ensino da educação étnico-racial é uma dívida histórica que temos<br>para com o nosso povo. É a partir das discussões em diferentes áreas de<br>conhecimentos que os alunos e alunas se sentirão construtores da sua própria<br>história" ( M. A. Roseane, 2007, p.227) <br><br>É importante que o professor leve o aluno a conhecer e a aprender a história, a partir de diferentes meios, para que no fim, esse aprendizado faça parte da construção da própria história do aluno.  É necessário também, que o educador se adapte as diferentes formas  de pensar e ser, respeitando o processo da construção de identidade de cada um.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:05:53 UTC</pubDate>
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         <title>Jornada pedagógica na Escola.</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Participamos da jornada pedagógica na escola João Calmon, que aconteceu na sala de AEE (Atendimento Educacional Especializado). As professoras que estavam presentes, foram muito receptivas, e nos acolheram carinhosamente. Pudemos, participar, explanar nossas opiniões, contribuindo para o momento da tomada de decisões.<br>As professoras optaram por trabalhar o projeto “O maior pintor do mundo” dando início a primeira unidade com o tema “Identidade”.<br>Esse momento foi bastante enriquecedor, nos momentos livres, algumas professoras contavam suas experiências e situações dificultosas que enfrentaram no período de estágio, nos estimularam sempre a persistir, apesar dos pesares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 17:52:42 UTC</pubDate>
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         <title>A pesquisa como eixo da formação discente</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>MARTUCCI, Elisabeth Márcia. Estudo de caso Etnográfico. Revista de Biblioteconomia de Brasília. V. 25, n2,p. 167-180, 2001. <br><br>O artigo está estruturado da seguinte forma: <br> <strong>1 ALGUNS PRINCÍPIOS DA PESQUISA INTERPRETATIVA <br><br> 2 AS MICROCULTURAS E A PESQUISA ETNOGRÁFICA <br><br> 3 O ESTUDO DE CASO ETNOGRÁFICO.</strong><br><br>Em seu artigo sobre "estudo de caso etnográfico" a autora apresenta alguns pontos sobre a abordagem qualitativa, ou interpretativa. Segundo  Bogdan; Biklen (1994, p.54-55), na pesquisa qualitativa,  a experiência humana é mediada pela interpretação, cuja qual se dá por meio das interações com os outros, a realidade se constrói a partir da socialização. Já no ponto de vista de  Erickson (1986, p.124-125 e 127), Os indivíduos constroem significados diferentes, dando significados simbólicos para outras ações e agindo de acordo com as interpretações que os mesmos construíram<br>Após expor as ideias dos referidos autores, Elizabeth Martucci traz em seu texto, diferentes defiições que caracterizam a pesquisa qualitativa.<br>- A pesquisa é  naturalista ou de campo, pois é no ambiente que se observa as ações e os comportamentos naturais das pessoas.<br>- É também descritiva, pois descreve as experiências observadas em forma de palavras e imagens.<br>- É indutiva, pois é baseada em muitas informações, fundamentada na teoria.<br>- É significativa, pois visa como as pessoas dão sentido às suas vidas, através da observação, da ação, e da verbalização de seus pensamentos. <br><br>No segundo tópico, a autora aborda como as microculturas são dinâmicas, visto que, as interpretações se formam ao decorrer do cotidiano. A microcultura então, nasce das particularidades da prática, e é caracterizada pela diversidade, provisoriedade, e dinamismo.<br> A pesquisa do tipo etnográfico, envolve um trabalho de campo, no qual o pesquisador se aproxima com o ambiente, com as pessoas, as situações, as relações, e é considerado o principal instrumento na coleta de dados. A observação e reflexão, serão importantes no processo de interpretação do que foi observado.<br>A observação participante, a entrevista intensiva, e a análise de documentos, são estratégias a serem tomadas na coleta de dados.<br><br>Por fim, Martucci apresenta sete características que se sobrepõem às características gerais da pesquisa qualitativa: <br><br> 1- Visam à descoberta;<br> 2- Enfatiza a “interpretação em contexto”;<br>3- Buscam retratar a realidade de forma completa;<br>4- Usam uma variedade de fontes de informação;<br>5- Permitem generalizações naturalísticas;<br>6- Procuram representar os diferentes pontos de vista presentes numa situação social;<br>7- Utilizam uma linguagem científica mais acessíveis.<br><br>A estrutura do estudo de caso do tipo etnográfico, é composta pelo planejamento, o trabalho de campo ou coleta e a sistematização e elaboração do relatório final de pesquisa.  Para a coleta de dados é necessário a utilizar a observação participante, fazer uso de d entrevistas e por fim, textos escritos pelo sujeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 17:53:42 UTC</pubDate>
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         <title>Investigação da Cultura Escolar</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><em>“a escola se constitui de um conjunto de tempos e espaços ritualizados. Em cada situação, há uma dimensão simbólica, que se expressa nos gestos e posturas acompanhados de sentimentos. Cada um dos seus rituais possui uma dimensão pedagógica, na maioria das vezes implícita, independente da intencionalidade ou dos objetivos explícitos da escola.”</em> (Daryrell, 1996)<br><br>Durante o curto período que participamos de alguns encontros na escola João Calmon, percebemos como as crianças se comportam desde a chegada ao horário da saída. <br>A escola é um espaço sociocultural educativo, no qual as crianças estão sempre em constante aprendizado, seja em sala de aula, seja na refeição, ou no brincar.<br> A escola é responsável por propiciar experiências que estimulem as relações sociais, possibilitando o convívio com a diferença. Na maioria das vezes, a escola como instituição, acaba reproduzindo as velhas práticas, contribuindo para  criação e recriação das estruturas sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 19:12:21 UTC</pubDate>
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         <title>Intervenção didática- II</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Palavra geradora - P.G. CABELO<br>Gênero: Música<br><br>Objetivo:</strong></div><div><br></div><ul><li> Levar a criança a valorizar sua origem e conhecer sua história e a si mesma, além de aprender a respeitar os demais</li></ul><div><br>ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:<br>I- Momento: Discorrer sobre o tema “quem sou eu” durante a rodinha, em seguida, ouviremos uma música de Marcelo Janeci , “ Só eu sou eu”, e os alunos irão acompanhar a letra no cartaz, que trata sobre a singularidade de cada um. Pedir aos alunos que se deitem no chão e, com a ajuda dos colegas, façam o contorno de seu corpo juntamente com seu nome.</div><div>Começar a discussão fazendo os seguintes questionamentos:</div><ul><li> Quem é você?</li><li> Como você se vê?</li><li> Qual a diferença entre você e seus colegas de turma : na altura? na cor? no gênero?</li></ul><div><br>II- Momento: </div><div>Apresentar a Palavra geradora CABELO em letra de imprensa, ressaltando que esse tipo de letra é encontrado nos jornais, revistas e livros, e pedir que a leiam juntos, naturalmente, sem pausa de marcação das sílabas: CABELO.</div><div>Em seguida, pedir que leiam a palavra, acentuando as paradas. CA-BE-LO.</div><div>mostrar que a palavra inteira foi de dividida em três partes.<br><br>III- Momento:<br><br>- <strong> </strong>Leitura coletiva do alfabeto, apresentar aos alunos os 4 tipos de letras: Bastão de imprensa, cursiva maiúscula e minúscula. Rever com os alunos a ficha de descoberta, lendo coletivamente e individualmente as palavras que compõe as sílabas da palavra geradora CABELO. Ler as famílias silábicas, na sequência, na horizontal, na vertical e salteada mente.<br><br></div><div>- Revisão  da análise e síntese do 3º passo através da leitura da ficha de descoberta da palavra geradora.</div><div>Rever com os alunos o quadro da ficha de descoberta, lendo coletiva e individualmente as sílabas que compõem as famílias silábicas da palavra geradora CABELO.</div><div><br></div><div>- Ler  as famílias, silábicas, na sequência, na horizontal (começo ao fim e vice-versa), vertical(de cima para baixo) e vice- versa) e salteada mente.</div><div><br></div><div>- Verificar se os alunos dominam as famílias silábicas, escrevendo-as na lousa, quebrando a sequência vocálica tradicional, A,E,I,O,U,ÃO:</div><div><br><br>IV- Momento: <br>- Após o intervalo, aplicação das atividades por níveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 12:36:10 UTC</pubDate>
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         <title>Convite (Jornada pedagógica da rede municipal)</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 13:44:56 UTC</pubDate>
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         <title>Honesto e honrado Por: Sara R.</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Gênero:</strong> Cordel<br><br><strong>Na seca do sertão, um menino sonhadô. <br>Virou cangaceiro, mas logo se apaixonô.<br><br>Nos olhos dor e ódio, sem nenhuma compaixão.<br>Matava pobre, matava rico, não tinha comoção.<br><br>Na beira do rio, conheceu uma bela moça.<br>Cujo nome era MARIA a quem a tornou sua esposa.<br><br>Sem saber que era bruto, não conhecia o capitão.<br>Bastou poucos segundos pra amolecer seu coração.<br><br>Adiante, o rapaz contou sua história.<br>Contou cada batalha, entre percas e vitórias.<br><br>Após a contação, MARIA resolve se entregar.<br>Nunca um dia imaginou, que o AMOR iria encontrar.<br><br>CAPITÃO ficou pensando, que estranho sentimento.<br>MARIA DE TÃO BONITA, o preenchia por dentro.<br><br>Sua família preocupada, a atenção lhe chamou.<br>Que fazes com o CAPITÃO, que a vida de muitos tirou?<br><br>MARIA decidida, respondeu o pai então:<br>- Não me APERREI com xurumelas, nem tão pouco com sermão.<br>- Já não sou mais a sua MARIA, e sim a do CAPITÃO.<br><br>Saindo porta a fora, a moça se despediu.<br>Avistou o seu AMOR, com o semblante um tanto hostil.<br><br>Passaram-se os anos, os dois estavam lado a lado.<br>MARIA mudou o CAPITÃO, agora é HONESTO E HONRADO.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 18:18:22 UTC</pubDate>
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         <title>Quem sabe- Por: Sara R.</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Gênero: Música<br><br>Eu adoraria encontrar alguém<br>Que me conhecesse muito mais além<br>Que soube o que pode me interessar<br>Ou me proteger quando o medo gritar<br><br>Não me importaria o tempo que durar<br>um minuto, uma tarde, um ano sei lá<br>Já me bastaria, bom dia todo dia<br>Ou um boa noite pra poder sonhar<br><br>Eu sei... não existe alguém perfeito pra gente amar<br>Talvez... o imperfeito seja o certo pra se apostar<br><br>Quem sabe cê esteja a me procurar<br>Quem sabe eu te encontre num café ou na mesa de um bar<br>Quem sabe cê esteja numa dessas livrarias, sentada lendo um livro Esperando minha companhia<br><br>Quem sabe cê esteja a me procurar<br>Quem sabe eu te encontre num café ou na mesa de um bar<br>Quem sabe cê esteja numa dessas livrarias, sentada lendo um livro Esperando minha companhia.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 18:50:30 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade- Jornal Universitário.</title>
         <author>2016200681</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ofícios de um aluno!<br>Elenco: Sara Ribeiro e Taís Santana<br>Direção: Maiara Monteiro<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 19:06:23 UTC</pubDate>
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         <title>SE 2020 FOSSE UMA POSTAGEM</title>
         <author>sarapsi16</author>
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         <description><![CDATA[<div>*KSKS* </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-10 11:47:46 UTC</pubDate>
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