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      <title>Afetividade na EAD by Juliana Castro</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-28 23:20:13 UTC</pubDate>
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         <title>Afetividade</title>
         <author>jullynana</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>"O espaço não é primitivamente uma ordem entre as coisas, é antes uma qualidade das coisas em relação a nós próprios, e nessa relação é grande o papel da afetividade, da pertença, do aproximar ou do evitar, da proximidade ou do afastamento."</em><br>Henri Wallon no livro <em>Do Ato ao Pensamento</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 23:41:23 UTC</pubDate>
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         <title>A educação tem um compromisso afetivo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"[...] A educação tem um compromisso com a formação e o desenvolvimento humano global, em suas dimensões intelectual, física, <strong>afetiva</strong>, social, ética, moral e simbólica." (BRASIL, 2018, p. 16, grifo nosso).<br><br>BRASIL. <strong>Base Nacional Comum Curricular.</strong> Brasília, DF: MEC/CONSED/UNDIME, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 28 set. 2023.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 00:13:42 UTC</pubDate>
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         <title>Afetividade na EAD</title>
         <author>wagnerengtec</author>
         <link>https://padlet.com/jullynana/55axiarwoam6x4pz/wish/2727079765</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>A afetividade desempenha um papel crucial na Educação a Distância (EAD), influenciando diretamente a experiência de aprendizagem dos estudantes e o sucesso do processo educacional (GARRISON; ANDERSON; ARCHER, 2000). A interação afetiva em ambientes virtuais é essencial para criar um ambiente de aprendizagem positivo e motivador, embora possa ser mais desafiadora (GARRISON et al., 2000).<br><br>No contexto da EAD, a comunicação assíncrona e síncrona desempenha um papel fundamental. A construção de uma comunidade virtual é crucial, utilizando ferramentas como fóruns de discussão e salas de bate-papo para promover a interação social e a construção de relacionamentos entre alunos e professores (LAVE; WENGER, 1991). Além disso, o feedback construtivo é uma maneira eficaz de expressar cuidado e preocupação com o desenvolvimento do aluno, fortalecendo a relação aluno-professor (GARRISON et al., 2000).<br><br>Diversas teorias fundamentam a importância da afetividade na EAD. A Teoria da Presença Transacional destaca a relevância da presença social para o sucesso na aprendizagem online (GARRISON et al., 2000). A Teoria da Comunidade de Aprendizagem enfatiza a construção de uma comunidade virtual para promover a interação social e o envolvimento (LAVE; WENGER, 1991). A Teoria da Aprendizagem Socioemocional destaca a necessidade de incorporar dimensões socioemocionais na educação online (DABBAGH; KITSANTAS, 2012). Finalmente, a Teoria da Motivação Autodeterminada enfoca a importância da autonomia, competência e relacionamento para a motivação intrínseca dos alunos (DECI; RYAN, 1985).<br><br></div><div>Ao integrar essas perspectivas teóricas na prática pedagógica, os educadores podem criar ambientes online mais afetivos, promovendo o engajamento e o sucesso dos alunos na EAD.</div><div><br><br></div><ol><li><strong>Teoria da Presença Transacional (Garrison, Anderson, &amp; Archer, 2000):</strong><ul><li>GARRISON, D. R.; ANDERSON, T.; ARCHER, W. Critical Inquiry in a Text-Based Environment: Computer Conferencing in Higher Education. <em>The Internet and Higher Education</em>, v. 2, n. 2-3, p. 87–105, 2000.</li></ul></li><li><strong>Teoria da Comunidade de Aprendizagem (Lave &amp; Wenger, 1991):</strong><ul><li>LAVE, J.; WENGER, E. Situated Learning: Legitimate Peripheral Participation. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.</li></ul></li><li><strong>Teoria da Aprendizagem Socioemocional (Dabbagh &amp; Kitsantas, 2012):</strong><ul><li>DABBAGH, N.; KITSANTAS, A. Personal Learning Environments, social media, and self-regulated learning: A natural formula for connecting formal and informal learning. <em>The Internet and Higher Education</em>, v. 15, n. 1, p. 3–8, 2012.</li></ul></li><li><strong>Teoria da Motivação Autodeterminada (Deci &amp; Ryan, 1985):</strong><ul><li>DECI, E. L.; RYAN, R. M. Intrinsic Motivation and Self-Determination in Human Behavior. New York: Plenum Press, 1985.</li></ul></li></ol><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 18:46:27 UTC</pubDate>
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         <title>Afetividade e inteligência</title>
         <author>iaratsantana79</author>
         <link>https://padlet.com/jullynana/55axiarwoam6x4pz/wish/2727145202</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos primeiros autores a questionar as teorias que tratavam afetividade e cognição como aspectos separados foi Jean Piaget. Ele enfatiza que existe um paralelo entre a vida afetiva e a intelectual. “Afetividade e inteligência são, assim, indissociáveis e constituem os dois aspectos complementares de toda conduta humana” (PIAGET, 1986).&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Desta forma, quando falamos de aprendizagem, sob a<br>perspectiva piagetiana, fica-nos claro que a afetividade está relacionada ao<br>interesse da pessoa em aprender, em buscar a solução para um problema. (NUNES<br>et al.,2011).<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp; PIAGET, Jean. Seis estudos de psicologia. Rio de<br>Janeiro: Forense Universitária, 1986.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 21:44:39 UTC</pubDate>
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