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      <title>FLORESTA VIVA by Talita Silva</title>
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      <description>Criado com os olhos no prêmio</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-23 20:59:12 UTC</pubDate>
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         <title>Missão e Visão</title>
         <author>talasilva92</author>
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         <description><![CDATA[<div>A missão do Instituto Floresta Viva é cultivar conhecimentos e práticas para aliar o desenvolvimento humano à restauração da Mata Atlântica.<br><br></div><div>Visamos, assim, ter as pessoas e florestas do Sul da Bahia como inspiração para um planeta saudável.<br><br></div><div>Atuamos orientados por seis valores, que alicerçam a nossa prática: alegria, aprendizado, conhecimento, comunidade, ética e iniciativa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 21:18:12 UTC</pubDate>
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         <title>Quando o Instituto Floresta Viva (IFV) foi criado? </title>
         <author>milesilva2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Instituto Floresta Viva (IFV) foi criado em 2003, mas a sua história começou alguns anos antes. Em 1996, a equipe do IESB (Instituto de Estudos Socioambientais do Sul da Bahia) se mobilizou para minimizar os impactos da nova estrada entre Ilhéus-Itacaré, que seria pavimentada no ano seguinte entre florestas com árvores centenárias, rios preservados e comunidades rurais produtoras de mandioca e madeiras. Desde então, uma série de acontecimentos explica a trajetória do Floresta Viva.<br><br><a href="http://www.florestaviva.org.br/wp-content/uploads/2013/12/floresta-viva.pdf"><strong>http://www.florestaviva.org.br/wp-content/uploads/2013/12/floresta-viva.pdf<br></strong></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 22:15:38 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto floresta viva é premiado pelo banco mundial</title>
         <author>milesilva2020</author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1345393170</link>
         <description><![CDATA[<div>Prêmio – Com a experiência, o Iesb foi umas das 26 ONGs – Organizações Não-Governamentais premiadas pelo Banco Mundial e o Programa Comunidade Ativa. O prêmio, no valor de 15 mil dólares, foi entregue no dia 13 de junho passado, durante o Encontro Nacional de Experiências Sociais Inovadoras, em Brasília (DF), e teve como objetivo promover e incentivar a inclusão social, o desenvolvimento sustentável e a socialização do conhecimento.<br><br></div><div>(Fonte: Boletim NEAD – Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural)<br><br></div><div>&nbsp;<br><strong>(</strong><a href="https://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2002/08/09/7640-projeto-floresta-viva-e-premiado-pelo-banco-mundial.html"><strong>https://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2002/08/09/7640-projeto-floresta-viva-e-premiado-pelo-banco-mundial.html</strong></a><strong>&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 22:21:14 UTC</pubDate>
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         <title>Floresta Ombrófila </title>
         <author>miriansaantos01</author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1345511529</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo <strong>Floresta Ombrófila</strong> é usado para o ecossistema antes denominado de Floresta Pluvial. Caracteriza-se pela vegetação de folhas largas e perenes e por chuvas abundantes e frequentes. Está presente nos bioma matas<a href="https://www.infoescola.com/biomas/mata-atlantica/"> </a>atlântica e amazônica. Existem três tipos de floresta ombrófilas: densa, aberta e mista. Cada tipo pode ainda incluir diferentes fisionomias, que são definidas de acordo com as faixas atitudinais. Vejamos alguns exemplos:<br><strong><br>Floresta Ombrófila Aberta<br></strong>É considerada uma vegetação de transição entre a Floresta Amazônica e as áreas extra-amazônicas. Possui um período seco de mais de 60 dias. Apresenta quatro faciações: com cipós, palmeiras, sororoca e bambu. <br><strong><br>Floresta Ombrófila Mista</strong></div><div>Também chamada de mata das araucárias, essa floresta faz parte da Mata Atlântica, abrangendo principalmente os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Caracteriza-se pela presença da <em>Araucaria angustifolia</em> (pinheiro-do-paraná). O clima é quente e úmido, mas o inverno é geralmente frio.&nbsp;</div><div><strong><br>Floresta Ombrófila Densa<br></strong>Essa vegetação é perenifólia e caracteriza-se pela presença de fanerófitos (plantas cujas gemas de renovação se encontram a mais de 25 cm do solo), além de muitas lianas e epífitas.&nbsp; O Instituto Floresta Viva (IFV) concentra sua atuação no Litoral Sul da Bahia, região entre as cidades de Valença e Mucuri, dominada originalmente pela floresta ombrófila densa<br><strong>Referência: </strong><a href="https://www.infoescola.com/biomas/floresta-ombrofila/-">https://www.infoescola.com/biomas/floresta-ombrofila/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 23:24:51 UTC</pubDate>
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         <title>PROJETOS CONCLUIDOS PELO FLORESTA VIVA</title>
         <author>agnailsonaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1345567356</link>
         <description><![CDATA[<div>O Corredor Ecológico Esperança Conduru abrange desde a área do Parque Municipal da Boa Esperança, anexo à zona urbana de Ilhéus, até o Parque Estadual Serra do Conduru (Ilhéus, Uruçuca e Itacaré), incluindo pelo caminho a Área de Proteção Ambiental (APA) da Lagoa Encantada e Rio Almada. Ao todo são 140 mil hectares.<br><br></div><div>A iniciativa do Ministério do Meio Ambiente de implantar os corredores ecológicos tem como objetivo envolver a sociedade civil e os setores públicos e privados para unir esforços pela conservação da vegetação e proteção da biodiversidade.<br><br></div><div>Entre 2010 e 2012, o Floresta Viva atuou em ações que contribuíram para a implementação do Corredor. Foi responsável por atividades de educação ambiental e de comunicação (produção de <a href="http://esperancaconduru.blogspot.com.co/">site</a>, programas de rádio e placas sinalizadoras). Também realizou a restauração de 10 hectares e realizou uma pesquisa, junto ao Laboratório de Geoprocessamento da UESC (Universidade Estadual de Santa Cruz), para entender melhor o uso da terra pelos moradores da região.<br><br></div><h1><strong>Apoio aos assentamentos rurais</strong></h1><div>Por meio de convênio com INCRA, entre 2008 e 2013, o Floresta Viva realizou o diagnóstico de oito assentamentos rurais, propondo planejamento e adequação de suas áreas, localizadas no Corredor Central da Mata Atlântica (CCMA). Foram quatro assentamentos na região Sul da Bahia: Loanda e Rosa de Luxemburgo (Itajuípe), Açucena Recordação (Camacan), Dom Helder (Ilhéus) e quatro na região do Extremo Sul: Paulo Freire, Lagoa Bonita, Jequitibá e Fazenda Esperança (todos no município de Mucuri).<br>O IFV Também promoveu educação ambiental, oferecendo cursos de coleta de sementes florestais (uma alternativa de geração de renda para os moradores dos assentamentos) e outros temas envolvendo desmatamento, caça, lixo e higiene, a fim de formar agentes ambientais, que seguiram trabalhando em ações de conscientização nessas comunidades.<br><br></div><h1><strong>Reflorestamento no PESC e região</strong></h1><div>Em parceria com diversos órgãos públicos e organizações não-governamentais, o Floresta Viva vem trabalhando na restauração de áreas degradadas dentro do Parque Estadual Serra do Conduru desde 2009. Um dos destaques nesse ano foi o convite da Fundação SOS Mata Atlântica para o IFV ser o seu parceiro no Sul da Bahia do Projeto Floresta do Futuro, com a responsabilidade de plantar 100 mil mudas no PESC. A construção do Viveiro também foi um legado deixado por essa iniciativa. Dentro do âmbito do projeto Floresta do Futuro, o IFV efetuou, ainda, o plantio de mais 25 mil mudas no PESC para a <a href="http://www.florestaviva.org.br/portfolio/reflorestamento-no-pesc-e-regiao/#inline_content">neutralização das emissões de carbono</a>&nbsp; do Festival de Verão Salvador (BA).<br><br></div><div>De 2009 a 2011, foram restaurados 100 hectares, em parceria com o Ministério Público/NUMA – Núcleo Mata Atlântica-Bahia. Já com a SEMA (Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia), aconteceu o plantio de 30 mil mudas no PESC para fins de neutralização de emissões de CO2 no Estado da Bahia (projeto Floresta Bahia Global).<br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 23:52:19 UTC</pubDate>
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         <title>https://www.youtube.com/channel/UCFH20zXsiQ3LtjfPpKyG0dA</title>
         <author>agnailsonaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1345575393</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>LINK do canal floresta viva, onde eles descrevem um pouco sobre o projeto.... particularmente assistir os videos relacionados a economia </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 23:56:11 UTC</pubDate>
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         <title>Pau-Brasil</title>
         <author>miriansaantos01</author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1345580696</link>
         <description><![CDATA[<div>O pau-brasil é muito conhecido, porque sua exploração foi a primeira atividade econômica exercida pelos portugueses na América Portuguesa durante o século XVI. A exploração do pau-brasil foi muito intensa, principalmente em uma fase conhecida como período pré-colonial, que se estendeu até meados da década de 1530. O pau-brasil é uma árvore típica da<strong> </strong>mata atlântica<strong>&nbsp; </strong>(<em>Paubrasilia echinata</em>). É uma árvore que pode alcançar até 15 metros e possui galhos com espinhos.</div><div>A árvore ganhou importância para os portugueses por conta da sua madeira, que poderia ser utilizada na construção de inúmeros objetos (como móveis e caixas), mas, principalmente, porque a resina da madeira era utilizada para produzir corante utilizado para tingir tecidos. Essa atividade, aconteceu em proporção tão intensa que foi responsável pela quase extinção do pau-brasil, já que milhões de árvores foram derrubadas. A extração da madeira seguiu sendo realizada até meados do século XIX, e a recuperação da quantidade de árvores na natureza somente aconteceu na segunda metade do século XX.<br><strong>Referência: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/pau-brasil.htm<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 23:58:48 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Pau-Brasil no Instituto Floresta Viva</title>
         <author>miriansaantos01</author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1345605989</link>
         <description><![CDATA[<div>Você sabia que a árvore-símbolo da nação brasileira é também chamada de pernambuco ( pau-brasil)? E que a sua madeira é matéria-prima ideal para construção de instrumentos musicais de cordas? Há mais de 250 anos, o Pau-brasil é usado para a confecção de arcos de violino, por exemplo, potencializando de forma única o som proveniente deste instrumento. <br>Reverter a degradação das florestas de Pau-brasil, a fim de evitar a extinção da espécie e conservar de forma sustentável as existentes é a missão da organização não-governamental Internacional Pernambuco Conservation Initiative (IPCI), com sede nos Estados Unidos e filiais na Alemanha e no Canadá.<br><br></div><div>Um de seus principais programas é desenvolvido no Brasil juntamente com a Ceplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira) e conta com a parceria do Floresta Viva, responsável por plantar e monitorar o desenvolvimento de 12 mil mudas no litoral Sul da Bahia. Como a qualidade das mudas plantadas depende de sua origem, o IFV também dedica atenção especial nesse programa à identificação de árvores matrizes (fornecedoras de sementes).<br>Referência: http://www.florestaviva.org.br/portfolio/pau-brasil/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 00:10:26 UTC</pubDate>
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         <title>FLORESTA VIVA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1345693271</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Restauração do Bioma Mata Atlântica!</strong></div><div>Desde a sua fundação, o Floresta Viva busca atuar em rede a fim de aumentar o impacto de suas ações. Em 2009, assinou o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, movimento nacional de organizações públicas e privadas para proteger o que ainda resta deste bioma na costa litorânea.<br><br></div><div>O Floresta Viva também está comprometido em contribuir com a meta do governo brasileiro de reflorestar 12 milhões de hectares até 2030 (compromisso assumido na COP 21, em Paris). Enquanto estudos direcionam mais claramente como evitar o desmatamento sem comprometer o desenvolvimento econômico, faltam ainda informações de quais são as abordagens mais eficazes para o reflorestamento. Isso é importante, pois comprovou-se que uma floresta em desenvolvimento têm potencial maior de sequestrar carbono do que florestas maduras, ou seja, contribui mais para mitigar os efeitos do Deixar um legado de conhecimento técnico nessa área, tanto do ponto de vista sociológico quanto ecológico, é um dos principais benefícios da pesquisa que está sendo realizada por meio de uma parceria entre o Floresta Viva e a Brown University (EUA). São apoiadores dessa iniciativa a UESC (Universidade Estadual de Santa Cruz), a UFSB (Universidade Federal do Sul da Bahia), o Climate Policy Initiative e a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).<br><br>Qual é o método mais eficaz para reflorestar aproveitando áreas de pequenas propriedades já habitadas? Como os proprietários rurais podem ser agentes ativos e guardiões desse reflorestamento? Como transmitir os conhecimentos adquiridos em larga escala para outras partes do planeta? Estas e outras questões estão presentes no estudo. Ao longo de cinco anos (2016 a 2020), pesquisadores acompanharão o crescimento de 190 mil mudas de 16 espécies nativas, que foram plantadas em 750 propriedades rurais do Sul da Bahia.<br><br>O experimento conta com a participação de 3 mil proprietários, que irão receber, durante esse período, assistência técnica e pagamento mensal por serviços ambientais. Um levantamento sociológico busca conhecer quem são essas pessoas, como fazem o manejo da terra, qual é a sua maneira de lidar com o risco, dentre outros aspectos. Ao final, o projeto fornecerá uma base robusta de dados que poderá ser usada para promover melhores práticas de reflorestamento em pequenas propriedades, contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas. global.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 00:41:16 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Teto verde?</title>
         <author>miriansaantos01</author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1373664461</link>
         <description><![CDATA[<div>O telhado verde também é conhecido como telhado ecológico, ecotelhado, cobertura vegetal, teto verde, entre outros nomes. Independentemente da nomenclatura, o telhado verde é basicamente aquele que permite o crescimento da vegetação. O telhado verde também é conhecido como telhado ecológico, ecotelhado, cobertura vegetal, entre outros nomes. Independentemente da nomenclatura, o telhado verde é basicamente aquele que permite o crescimento da vegetação. Os participantes&nbsp; do Instituto Floresta Viva aprenderam não somente a parte conceitual dos benefícios do teto verde, por exemplo, como puderam coletivamente construir esse tipo de cobertura em uma das salas de aula.<br><strong>Referências: </strong>https://entendaantes.com.br/o-que-e-um-telhado-verde-e-como-usa-lo-em-sua-obra-entenda-antes/<br>http://www.florestaviva.org.br/escola-da-floresta/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-31 23:28:47 UTC</pubDate>
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         <title>Madeira certificada</title>
         <author>miriansaantos01</author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1373684425</link>
         <description><![CDATA[<div>A certificação florestal garante que a procedência da madeira seja oriunda de um manejamento correto. Isso permite que o consumidor ou comprador escolha um produto de qualidade, com valor agregado.<br>Madeiras certificadas são produtos que não degradam o meio ambiente e contribuem para o desenvolvimento social e econômico das florestas. O plano de manejo determina que, em uma área de um hectare (equivalente a um campo de futebol), de duas a três árvores podem ser retiradas a cada ciclo de 25 a 30 anos.<br>A produção de madeira certificada é feita a partir do levantamento de árvores de um determinado espaço e requer a aprovação de um órgão oficial, no caso o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) ou algum órgão estadual competente.<br>O Instituto Floresta Viva tem estudado, ainda, o potencial da silvicultura tropical no Sul da Bahia, com base no cultivo de espécies nativas como o Jacarandá, Pau-brasil, Jequitibá rosa, Vinhático e Taipoca, cuja expansão pode contribuir com o mercado sustentável de madeiras certificadas e apropriadas para a movelaria, construção civil, construção naval, cercamento de áreas rurais, paisagismo, entre outras finalidades.<br><strong>Referências: <br></strong>http://www.florestaviva.org.br/nossa-causa/<strong><br></strong>https://www.faidigamadeiras.com.br/dicas/madeira-certificada-o-que-e-isso#:~:text=Madeiras%20certificadas%20s%C3%A3o%20produtos%20que,de%2025%20a%2030%20anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-31 23:42:33 UTC</pubDate>
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         <title>Produção e venda de mudas</title>
         <author>miriansaantos01</author>
         <link>https://padlet.com/talasilva92/555a18biqrwo59fh/wish/1373758390</link>
         <description><![CDATA[<div>As sementes utilizadas no Viveiro são adquiridas de pequenos agricultores da APA Costa de Itacaré-Serra Grande. São mais de 40 famílias associadas a uma rede de árvores-matrizes (fornecedoras de sementes) identificada pelo Floresta Viva, que vivenciam na prática os benefícios de manter as florestas em pé. A equipe técnica do IFV atua não só na coleta de sementes, como também na assistência técnica desses agricultores para que eles possam produzir com qualidade as suas próprias mudas. Depois de plantadas, as sementes levam em torno de quatro a seis meses para o desenvolvimento completo das mudas. Ao todo são cultivadas 117 espécies nativas no Viveiro, algumas inclusive ameaçadas de extinção, como a Jussara, o Jacarandá da Bahia, o Pau-brasil, o Pequi-preto e a Maçaranduba.<br><strong>Referência:</strong> http://www.florestaviva.org.br/viveiro/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 00:24:56 UTC</pubDate>
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