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      <title>Saga, de Sophia de Mello Breyner by </title>
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      <description>Turma do 8º A - Colégio Português (Aveiro)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-01-04 10:55:14 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Sophia de Mello Breyner Andresen</title>
         <author>sandraesteves4</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 10:58:09 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade: música</title>
         <author>sandraesteves4</author>
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         <pubDate>2023-01-04 10:58:29 UTC</pubDate>
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         <title>Estatuto do narrador</title>
         <author>sandraesteves4</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>PARTICIPAÇÃO NA AÇÃO:</strong>&nbsp;</div><ul><li><strong>Narrador participante: </strong>participa na ação como personagem principal secundária, narrando os acontecimentos na 1.ª pessoa. &nbsp;</li><li><strong>Narrador não participativo:</strong> não participa na ação como personagem, narrando os acontecimentos na 3.ª pessoa.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div><div><strong>POSIÇÃO:</strong>&nbsp;</div><ul><li><strong>Narrador objetivo: </strong>narra os acontecimentos de forma imparcial, sem tecer juízos de valor ou emitir opiniões.&nbsp;</li><li><strong>Narrador subjetivo: </strong>narra os acontecimentos de forma parcial, tece juízos de valor e dá opiniões.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>	Na obra “Saga” o narrador é um narrador não participante e objetivo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 10:58:47 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço físico, social e psicológico                                      </title>
         <author>sandraesteves4</author>
         <link>https://padlet.com/sandraesteves4/54sk5ppz1ylftxqt/wish/2433401348</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Significado do espaço físico:</strong> local onde se desenrola a ação.<br>&nbsp;</div><div>Ao longo da vida de Hans, ele passa por várias paisagens e lugares que o marcam.&nbsp;</div><div>Um dos lugares que marca o começo de história é Vig, uma ilha no norte da Dinamarca, onde nasceu Hans e onde passou a maior parte da sua infância.&nbsp;</div><div>“O mar do Norte, verde e cinzento, rodeava Vig, a ilha “ (pp.7&nbsp; ll.1 ).<br><br></div><div>&nbsp;E a partir daí, Hans foge de Vig e vai parar a outra cidade onde se estabiliza definitivamente após uma discussão com o capitão que o faz abandonar o navio, a cidade captou logo a atenção de Hans .&nbsp;</div><div>Tinha o nome de Porto, uma cidade no norte de Portugal conhecida pelos seus vinhos e portos.&nbsp;</div><div>“Na luz vermelha do poente a cidade parecia carregada de memórias, insondavelmente antiga , feérica e magnetizada” (pp.16&nbsp; ll.1 e 2).</div><div>“Hans amou desde o primeiro momento a respiração rouca da cidade …. pedras e areia “ (pp.17&nbsp; ll.1 até 5).</div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp;Hans perdido e sem saber com quem se comunicar, encontra um inglês, Hoyle, que o acolhe em sua casa tipicamente decorada com materiais ingleses com esse respetivo clima, passado assim a viver o resto da sua vida com Hoyle.&nbsp;</div><div>“na sua casa mobilada com mesas, cadeiras, armários, camas e gravuras inglesas e onde pairava sempre um cheiro inglês a farmácia.” (pp.21&nbsp; ll.9 até 11).</div><div>&nbsp; &nbsp;</div><div>Entretanto Hans cresceu e tornou-se marinheiro e a partir de aí conheceu vários países como:&nbsp;</div><div>As costas de África ;</div><div>&nbsp;Tanto como as costas do Brasil ;</div><div>&nbsp;As ilhas do Atlântico ;</div><div>&nbsp;E os mares da China .&nbsp;</div><div>&nbsp;"Hans conhecera as ilhas do Atlântico, as costas de África e do Brasil, os mares da China." (pp.23&nbsp; ll.11 e 12).</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Os anos foram-se passando e Hans já crescido acaba por comprar uma quinta localizada no alto de uma pequena colina descrita como enorme e espaçosa onde habita até ao final da sua vida, esta é decorada com vários materiais largos e altos como janelas e portões, varandas debruçadas sobre roseirais do poente e moveis vindos das suas viagens de alta categoria.&nbsp;</div><div>Ao lado da quinta mandou construir uma torre com altura suficiente para o objetivo de vigiar a entrada e saída dos barcos e o caminho para a sua casa (Vig).<br>"Passados alguns meses, comprou uma quinta, que do alto de uma pequena colina descia até ao cais de saída da barra." (pp.32&nbsp; ll.4 e 5).<br>"No fundo da quinta, para os lados da barra, Hans mandou construir uma torre." (pp.38&nbsp; ll.6 e 7).<br><br><br><br></div><div><br><strong>Significado do espaço social: </strong>Meio a que pertencem e onde se movimentam as personagens.	&nbsp;<br><br></div><div>Vig: Uma ilha austera, mais violenta (não violência de pessoa para pessoa, mas de ilha para toda a gente, dotada com obstáculos quando se vai para zonas inabitadas). Isto prova-se ao ler os primeiros cinco parágrafos do livro, onde se “critica” o conforto da vida em Vig.&nbsp;<br><br></div><div>Porto: Uma cidade colorida e pesqueira, mas gigante, onde é fácil de se perder. Tudo tem os seus pros e contras, já que quando Hans chega a Porto fica feliz, até reparar que não sabe nada sobre a cidade, nem o país. A pior parte é que nem podia pedir ajuda pois está no estrangeiro, e não sabe falar Português. Estes problemas são resolvidos quando encontra Hoyle, mas isso já foi falado acima.&nbsp;<br><br></div><div>Casa de Hoyle: Não há muito para escrever, só se sabe que tudo vinha da Inglaterra, e tinha um “cheiro a farmácia", como dizem no conto. Hans viveu lá até comprar a quinta descrita a baixo. &nbsp;<br><br></div><div>Quinta de Hans: Gigante. Dá para perceber pela descrição que aquilo tinha montes de espaço. Decorada com souvenires das suas várias viagens, faz lembrar a Hans do que ele já fez. Está localizada na costa para observar a entrada e saída dos seus barcos, mais tarde mandando construir uma torre ao lado para otimizar a observação.&nbsp;<br><br><br><br><br></div><div><strong>Espaço psicológico: </strong>Espaço dos pensamentos, dos sonhos, das reflexões das personagens.&nbsp;<br><br></div><div>No início da obra: encontramos desastre em que Soren ficou chateado, triste e desapontado. Com as emoções de Soren ele não deixou Hans concretizar o seu sonho de ser marinheiro, onde houve desentendimento e revolta.&nbsp;<br><br></div><div>No desenvolvimento da obra Hans fugiu de casa para seguir o seu sonho deixando Soren revoltado, neste mesmo momento Hans sentiu um bocado de arrependimento, mas seguiu em frente. Seguindo na viajem de Hans, o capitão do navio chicoteou Hans deixando aleijado onde ficou triste, confuso e perdido. Hans quando já tinha chegado à cidade teve muitos anos a sonhar, que se tornou sonhador. De seguida Tornou-se mais forte e perdeu a esperança de realizar o seu sonho. <br><br><br>Mello Breyner, S.(2014), <strong><em>Saga<br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 10:59:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo cronológico, psicológico e histórico</title>
         <author>sandraesteves4</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O tempo num texto narrativo corresponde aos momentos em que decorre a ação. <br>&nbsp;Existem 3 tipos de tempos, o cronológico, o psicológico e o histórico. Vamos explorá-los e atribuir exemplos dos mesmos com excertos da obra <em>Saga</em> que estudas te previamente.<br><br></div><ul><li><mark>Tempo cronológico</mark></li></ul><div>&nbsp;O tempo cronológico ou o tempo da história, é uma sucessão de acontecimentos por ordem cronológica. &nbsp;</div><div>&nbsp;Neste texto narrativo de <em>Sophia de Mello Breyner </em>encontramos várias expressões que nos indicam o tempo cronológico (“Agora”, “Nesse dia”, “Em agosto”, “nessa noite” …).</div><div>&nbsp;Ao longo do conto <em>Saga</em> existem também algumas técnicas da narrativa, uma delas é utilizada para remeter ao passado, analepse, este recurso insere-se entre um acontecimento do presente, para recordar elementos anteriores á ação de modo a contextualizar o leitor.&nbsp;</div><div>&nbsp;Presenciamos um exemplo de analepse nas páginas 9 e 10, nestes parágrafos o narrador volta ao passado e dá-nos a conhecer o momento mais traumático da vida de Sören, a morte dos seus dois irmãos. Com isto ficamos a conhecer as razões pelas quais o pai de Hans contrariar o filho, quando este diz querer ser marinheiro.&nbsp;<br>&nbsp;Outra das técnicas utilizadas é a elipse, esta contribui para acelerar a ação narrada.&nbsp;</div><div>&nbsp;Encontramos uma alusão a este processo sintático na página 22 “Os anos passaram” e na página 25 “Quando já passada a sua primeira mocidade” onde o autor avança alguns anos da vida do protagonista sem dar grandes detalhes.&nbsp;<br><br></div><ul><li><mark>Tempo psicológico</mark></li></ul><div>&nbsp;O tempo psicológico é a forma como as personagens sentem a passagem do tempo, conforme o seu estado de espírito. Ao contrário do cronológico, não é igual para todos os elementos, é um tempo individual. Cada um sente o tempo a passar de diferentes formas, existindo uma influência de emoções, diferentes sentimentos e situações.&nbsp;</div><div>&nbsp;Uma das principais funções do uso do tempo psicológico é a oportunidade de o autor explorar personagens e a própria história, visto que os pensamentos podem sofrer alterações constantes. Dessa forma, caso o autor, queira construir personagens complexas e surpreendentes, o uso do tempo psicológico pode contribuir bastante. <br><br>&nbsp;<strong>Situações de tempo psicológico no conto </strong><strong><em>Saga</em></strong><strong>:&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;“Depois desta carta, Hans sonhou com Vig muitas vezes. Era acordado de noite pelo clamor de tempestades em que naufragava acordado á vista da ilha (…) perdido numa cidade estrangeira.” (p.22, 3º parágrafo), neste excerto a personagem sonha e, em sua mente, ocorrem coisas imaginárias, que remetem aos desejos e medos de Hans.&nbsp;<br>&nbsp;"E os anos começaram a passar muito depressa" (p.40), aqui ocorre a descrição da maneira como Hans, já idoso sentia os anos passarem.&nbsp;<br><br></div><ul><li><mark>Tempo Histórico</mark></li></ul><div>O tempo histórico alude à época ou momento histórico em que a ação se desenrola.&nbsp; <br><em>Saga</em> não tem quaisquer tipos de épocas ou datas concretas mencionadas, mas devido a vários elementos textuais podemos deduzir que a narrativa<em> </em>decorre por volta dos<em> </em>séculos XVI e XVII. Nestas épocas atribuía-se uma enorme importância ao mar, pois este era o meio mais utilizado para viagens e para o transporte de mercadorias, que se concretizavam através das embarcações marítimas de igual valor. A importância das especiarias e porcelanas vindas do oriente, os produtos da América, Alemanha, França, Itália e negociações com navegadores ingleses representados no livro pelo personagem Holey são fatores que do mesmo modo apontam para estes séculos.</div><div><br></div><div><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 10:59:34 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos expressivos</title>
         <author>sandraesteves4</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 10:59:50 UTC</pubDate>
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         <title>Personagens principais e secundárias</title>
         <author>sandraesteves4</author>
         <link>https://padlet.com/sandraesteves4/54sk5ppz1ylftxqt/wish/2433402305</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Personagem principal: </strong>é a personagem em que as ações são realizadas por ela ou sobre ela. ( Hans) .<br><strong>Personagens secundárias: </strong>é a personagem que não é o foco do enredo principal, mas contribui para o desenrolar da história. (Sören e Hoyle )<br><strong>Figurantes: </strong>personagem que não intervém diretamente, mas serve para caracterizar o ambiente social. (Ana, mãe, irmã, capitão, Joana, Gustav e Niels)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 11:00:01 UTC</pubDate>
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         <title>Caracterização direta e indireta</title>
         <author>sandraesteves4</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Caracterização direta:</strong> caracterização feita pela própria personagem, por outra personagem ou pelo narrador. <br><strong>Exemplos:</strong>&nbsp;</div><div>- Hans: p.40 “Tinha as mãos um pouco trémulas, o azul dos olhos desbotado, fundas rugas lhe cavavam a testa, os cabelos e as compridas suíças estavam completamente brancos. Mas era um velho imponente e terrível, alto e direito em seu pesado andar, autoritário nas ordens que dava e sempre um pouco impaciente e taciturno”. &nbsp;</div><div>- Sören: p.9 “ Sören, pai de Hans, era um homem alto, magro, com olhos cor de porcelana azul”.&nbsp;</div><div>- Hoyle: p.25 “…estou velho e cego...”&nbsp;</div><div>- Ana: p.28 “...tinha a cara redonda e rosada (...) e porque o seu loiro de minhota lhe lembrava as tranças das mulheres de Vig”. <br><br><strong>Caracterização indireta: </strong>caracterização deduzida pelo leitor a partir dos comportamentos, das atitudes ou das falas da personagem.&nbsp; <br><strong>Exemplos:</strong></div><div>-Hans:&nbsp;p.10 "Queria ser um daqueles homens que, a bordo do seu barco, viviam rente ao maravilhamento e ao pavor, um daqueles homens de andar baloiçado, com a cara queimada por mil sóis, a roupa desbotada e rija de sal, o corpo direito como um mastro, os ombros largos de remar e o peito dilatado pela respiração dos temporais. Um daqueles homens cuja ausência era sonhada e cujo regresso, mal o navio ao longe se avistava, fazia acorrer ao cais as mulheres e as crianças de Vig, e a história que eles contavam era repetida e contada de boca em boca, de geração em geração, como se cada um a tivesse vivido." (isto mostra que  Hans na sua juventude era sonhador). </div><div>-Sören: p.9 “Mas ele impunha a si mesmo e aos outros uma disciplina de responsabilidade e de escolha.” (isto mostra que Sören é exigente consigo mesmo e com os outros).&nbsp;</div><div>-Maria: p.25 “...as cartas da mãe, em resposta às notícias que do cabo do mundo mandara, eram sempre a mesma mensagem: “Deus te proteja e te dê saúde. Mas não voltes a Vig, porque o teu pai não te quer receber”. (com a resposta que a mãe dele dá às cartas significa que ela é preocupada dizendo ”Deus te proteja e dê saúde”).&nbsp;</div><div>-Hoyle: p.20 “Hoyle, que morava para o lado do rio, o encontrou, a chorar, encostado ao muro da sua quinta e lhe bateu com a mão no ombro e o levou consigo e o recolheu”. (isto significa que Hoyle é solidário e atencioso, pois recolhe Hans em sua casa, quando percebe que ele está em dificuldades).&nbsp;</div><div>-Joana: p.38 “porque é que está sempre a olhar para o mar?”. (isto significa que Joana é curiosa, por querer saber a razão por que Hans está a olhar para o mar).&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 11:00:22 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia</title>
         <author>sandraesteves4</author>
         <link>https://padlet.com/sandraesteves4/54sk5ppz1ylftxqt/wish/2467532425</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-02-03 13:04:56 UTC</pubDate>
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         <title>Modos de representação do discurso: narração, descrição, diálogo e monólogo</title>
         <author>sandraesteves4</author>
         <link>https://padlet.com/sandraesteves4/54sk5ppz1ylftxqt/wish/2467538504</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Narração</strong>- página 11&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;“Porém, nessa noite, enquanto Hans dormia, o <em>Elseneur</em> naufragou contra os rochedos negros das falésias.<br>&nbsp; &nbsp;Nenhum homem se salvou. O vento espalhou os gritos no clamor da escuridão selvagem, a força das braçadas desfez-se nos redemoinhos, a água tapou as bocas. Nem os que se meteram nos botes, nem os que nadaram para terra. O mar quebrou, tábua por tábua, o casco, os mastros, os botes, e os marinheiros foram rolados entre a pedra e vaga.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Diálogo</strong>- página 12&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;“-Hoje escrevi para Copenhaga. No fim deste verão vais para lá estudar. Escolhe o que queres estudar.<br>&nbsp; &nbsp; -Quero ser marinheiro - respondeu Hans.<br>&nbsp; &nbsp; -Não. Escolhe outra coisa. Podes estudar leis ou medicina ou engenharia.<br>    -Quero ser capitão de um navio.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Monólogo</strong>- página 25&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;“Um dia contarei em Vig este brilho, esta escuridão transparente, este silêncio”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Descrição</strong>- página 32&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;“Em frente, surgia a casa, enorme, desmedida, com altas janelas, largas portas e a ampla escadaria de granito abrindo em leque. Na parte de trás, corria uma longa varanda, debruçada sobre os roseirais de poente.”&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-03 13:10:08 UTC</pubDate>
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         <title>Ação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandraesteves4/54sk5ppz1ylftxqt/wish/2468497182</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-02-04 15:23:03 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo sobre o espaço físico.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Espaços físicos por onde Hans passou.</div>]]></description>
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