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      <title>O Mito da Caverna. by </title>
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      <description>Apresentando a filosofia </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-21 02:54:15 UTC</pubDate>
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         <title>O que é?</title>
         <author>helemsilveiraferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Mito da Caverna é uma história que está presente no Livro VII da obra <em>A República. </em>O texto é uma série de diálogos escritos por Platão sobre o conhecimento, a linguagem e a educação para a construção de um Estado ideal. O diálogo travado entre <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/socrates-biografia.htm"><em>Sócrates</em></a>, personagem principal, e Glauco, seu interlocutor, visa a apresentar ao leitor a teoria platônica sobre o conhecimento da verdade e a necessidade de que o governante da cidade tenha acesso a esse conhecimento.&nbsp;<br>O Mito da Caverna é um dos textos filosóficos mais debatidos e conhecidos pela humanidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 03:00:26 UTC</pubDate>
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         <title>O que significa?</title>
         <author>helemsilveiraferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vida dentro da caverna representa o <strong>mundo sensível,</strong> aquele experimentado a partir dos sentidos, onde reside a falsa percepção da realidade.<br><br></div><div>Enquanto a saída da caverna representa a busca pela verdade, o chamado<strong> mundo inteligível</strong>, alcançado apenas pelo uso da razão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 03:00:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>helemsilveiraferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>No texto, Platão cria um diálogo entre Sócrates e o jovem Glauco. Sócrates pede para que Glauco imagine um grupo de pessoas que viviam numa grande caverna, com seus braços, pernas e pescoços presos por correntes e voltados para a parede que ficava no fundo da caverna.<br><br></div><div>Atrás dessas pessoas, existia uma fogueira e outros indivíduos transportavam objetos, que tinham as suas sombras projetadas na parede da caverna, onde os prisioneiros ficavam observando.<br><br></div><div>Como estavam presos, os prisioneiros podiam enxergar apenas as sombras das imagens, julgando serem aquelas projeções a própria realidade.<br><br>Certa vez, uma das pessoas presas nesta caverna consegue se libertar das correntes<strong> </strong>e sai para o mundo exterior. A princípio, a luz do sol e a diversidade de cores e formas assustam o ex-prisioneiro, fazendo-o querer voltar para a caverna.<br><br></div><div>No entanto, com o tempo, ele acabou por se admirar com as inúmeras novidades e descobertas que fez. Assim, tomado por compaixão, decide voltar para a caverna e compartilhar com os outros prisioneiros todas as informações sobre o mundo exterior.<br><br></div><div>As pessoas que estavam na caverna, porém, não acreditaram naquilo que o ex-prisioneiro contava e chamaram-no de louco. Para evitar que suas ideias atraíssem outras pessoas para os “perigos da insanidade”, os prisioneiros mataram o fugitivo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 03:01:33 UTC</pubDate>
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         <title>Sua interpretação:</title>
         <author>helemsilveiraferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na Alegoria da Caverna, Platão faz uma crítica sobre a importância da busca pelo conhecimento e o abandono da posição cômoda gerara pelas aparências e pelos costumes.<br><br></div><div>Nessa metáfora, as correntes representam o senso comum e a opinião (os pré-conceitos) que aprisionam os indivíduos e os impede de buscar o conhecimento verdadeiro e com que vivam em um mundo de sombras.<br><br>As sombras simbolizam as aparências, tudo aquilo que é falso ou que são meras imitações daquilo que é, de fato, real. É o mundo das aparências no qual as pessoas estão acostumadas a viver.&nbsp;<br><br>Assim, tal como o prisioneiro, as pessoas devem confrontar os hábitos do cotidiano e libertar-se das correntes em vista da verdade. A saída da caverna representa a difícil missão daquele ou daquela que rompe com os preconceitos e busca esse conhecimento.<br><br></div><div>A luz representa o conhecimento, que pode ofuscar quem não está habituado, o Sol é a verdade, que ilumina tudo aquilo que existe, que dá origem ao conhecimento.<br><br></div><div>Platão também faz referência ao papel da filosofia. O filósofo é aquele consegue sair da caverna, mas por odiar a ignorância, sente compaixão e se vê obrigado a tentar libertar os outros, compreendidos como seus companheiros.<br><br></div><div>O Mito da Caverna é também uma homenagem de Platão a Sócrates, seu mestre. Para Platão, Sócrates foi aquele que contestou, rompeu com os preconceitos de sua época e foi condenado à morte por isso.<br><br></div><div>Sócrates foi acusado de corromper os jovens de Atenas, atentar contra os deuses e a democracia grega. Recebeu o julgamento e foi condenado à morte pela maioria de votos dos cidadãos. Sua morte gerou uma grande comoção na Grécia e influenciou os rumos da filosofia e de toda a cultura ocidental.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 03:03:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>helemsilveiraferreira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 03:06:14 UTC</pubDate>
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