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      <title>Educação no Brasil hoje by Jacqueline Meireles</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-18 13:15:47 UTC</pubDate>
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         <title>Anaiana</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Situação Atual da Educação no Brasil – Escolaridade X Mercado de Trabalho<br></strong><br></div><div>Conforme visto na aula passada, a taxa de sobrevivência escolar no Brasil é de aproximadamente 50%. Isso se confirma com a pesquisa da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) de 2017, a qual cita que 41% dos alunos que iniciam no primeiro ano desistem antes de completar o Ensino Médio. Essa pesquisa também mostra que mais da metade da população brasileira de 25 a 64 anos possui apenas o Ensino Fundamental. Relacionando essas informações com as oportunidades de emprego, cada vez mais o mercado de trabalho exige maiores qualificações entre os candidatos (para algumas empresas a qualificação mínima é o Ensino Médio Completo) o que impacta totalmente no futuro das pessoas e nas oportunidades de formação de carreira. Candidatos que possuem o 2ª grau tem uma grande vantagem ao concorrer com candidatos sem escolaridade. Em um país com 11,5 milhões de desempregados, quanto maior a escolaridade, maior a chance de atender os requisitos de uma vaga. <br><br></div><div><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/indice-de-alunos-que-abandonam-ensino-medio-no-brasil-o-dobro-de-outros-paises-21810388">https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/indice-de-alunos-que-abandonam-ensino-medio-no-brasil-o-dobro-de-outros-paises-21810388<br></a><br></div><div><a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/07/24/taxa-de-desemprego-cai-para-123percent-na-primeira-semana-de-julho-aponta-ibge.ghtml">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/07/24/taxa-de-desemprego-cai-para-123percent-na-primeira-semana-de-julho-aponta-ibge.ghtml</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 13:21:05 UTC</pubDate>
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         <title>Rogério</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Educação inclusiva</strong></div><div><br></div><div>Objetivo da educação inclusiva é atender todos os alunos considerando sua singularidade, sendo assim o psicólogo(a) no contexto da educação, pode desenvolver um trabalho especial em um ambiente escolar envolvendo professores, pais, funcionários e estudantes, lidando com toda problemática relativas a vários assuntos pertinentes e necessários a serem abordados dentro dos mapeamentos realizado pelo psicólogo(a). <br><br></div><div><br></div><div>FONSECA, Thaisa da Silva; FREITAS, Camila Siqueira Cronemberger; NEGREIROS, Fauston. Psicologia escolar e educação inclusiva: A atuação junto aos professores. Revista Brasileira de Educação Especial, v. 24, n. 3, p. 427-440, 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 13:22:51 UTC</pubDate>
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         <title>Elídia</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A educação pública no campo sempre teve seu ensino baseado na educação urbana, sem considerar os valores do meio rural sendo tratado com descaso, um campo  que é estigmatizado pela sociedade brasileira. A visão hierarquizada entre campo e  cidade, o famoso ditado popular “jeca-tatu”, que virou sinônimo do caipira ingênuo, pobre, atrasado, sem nenhuma educação. </div><div>Os estudantes e familiares enfrentam problemas como: localização das escolas muito distante, meios de transportes precários, fechamento de muitas escolas, formação  de educadores, recuo da agricultura familiar devido ao avanço do agronegócio, priorizando a mecanização e inserção de agrotóxicos, gerando exclusão social e  educacional do sujeito, seus direitos básicos, seus sonhos e suas histórias. </div><div>Sendo assim o Programa de Educação na Reforma Agrária (Pronera) promoveu </div><div>melhorias, em especial na formação dos professores para o campo, foram também </div><div>elaboradas reformas educacionais na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional </div><div>(LDBEN, Lei 9.394/96), reconhecendo a diversidade e a singularidade do campo, </div><div>baseado na educação para todos, presente na LDB. Assim foi estabelecido alguns deveres: educação básica para população; conteúdos curriculares e metodologias de acordo com as necessidades dos educandos, autonomia dos espaços educativos, que possibilitou organizar o calendário de acordo com a comunidade, algumas escolas trabalham com a pedagogia de alternância. </div><div><strong><br>REFERÊNCIA: </strong></div><div>SANTOS, Ramofly Bicalho. História da educação do campo no Brasil: o protagonismo dos movimentos sociais. <strong>Revista Teias</strong>, v. 18, n. 51, p. 210-224, 2017</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 13:23:50 UTC</pubDate>
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         <title>Geraldo</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div> A uma esperança frustrada de que a educação acabe com a desigualdade social no brasil. O brasil ocupa o 53º lugar no ranking de educação no mudo isso, entre 65 países avaliados. Estimasse, que pelo menos 731 mil crianças ainda estejam fora da escola, (IBGE). O analfabetismo funcional também aparece nas pesquisas. Muitos não chegam ao 5º ano. Não é de hoje que a educação apresenta números tão precários, e olha que já foi pior! Ainda a pessoas que não foram alfabetizadas, e também a aquelas que sabem ler mas compreendem o que leem. Os professores muitas vezes ministram suas aulas em condições miseráveis. <br><br></div><div>Com a chegada da covcid-19, o que já não era bom só piorou ainda mais. Segundo o site G1.GLOBO, antes da pandemia  mais de 2 milhões de crianças e adolescentes estavam fora da escola, com a pandemia esse número aumentou é muito. Isso é um retrato da desigualdade social no Brasil. As aulas estão realizadas de forma remota, pela internet, mas tem todos os brasileiros tem acesso à internet, um detalhe que me parece ter passado desapercebido pelas autoridades responsáveis pela educação por aqui... enfim, isso põe em evidência a desigualdade social e mostra a fragilidade do sistema educacional brasileiro, que mais uma mostra ser falho, pois não trata a todos de forma igualitária.<br><br></div><div> Ainda vamos bater muito nessa tecla e, vamos ouvir muito não. Ao que me parece não é interessante para os nossos governantes fornecer uma educação de qualidade a população. Mas precisamos lutar acreditando que vai melhorar e, cobrar das nossas autoridades melhorias na educação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 13:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div>A educação básica no Brasil enfrenta obstáculos alarmantes que abordam consigo a necessidade de um olhar especial para o seu desenvolvimento. Em dados de 2018, retirados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi elucidado que mais da metade dos brasileiros entre 25 anos não concluiu a educação básica. A pesquisa aponta que 52,6% dos brasileiros dentro dessa faixa etária não finalizaram os estudos básicos necessários para uma formação inicial completa, sendo a maioria, 33,1%, não formada nem no ensino fundamental. Outros 6,9% não têm instrução alguma, 8,1% têm o fundamental completo e 4,5% têm o ensino médio incompleto. Dessa forma, é possível observar uma grande lacuna na formação de estudantes dessa faixa etária, o que contribui para uma maior taxa de desemprego e facilita a desigualdade social, que se encontra como grande responsável pela evasão escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 13:26:29 UTC</pubDate>
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         <title>Vagner</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div>A educação no Brasil  tem passado por um processo crítico por parte dos profissionais da educação  no que se diz respeito a qualidade do ensino , há dificuldades que compromete o conhecimento e sua aplicação em salas de aula .no entanto é preciso mudanças nas políticas educacionais e pedagógicas  para mudar essa realidade  e que possam valorizar as crianças ,para um aprendizado de qualidade .</div><div>Visto que a atual política está sendo ineficaz nos processos de  aplicação e avaliação do aluno , a desmotivação e a evasão tem alto níveis de abandono escolar  nas instituições , na qual as pesquisas apontam que apenas 50% dos alunos que se matricularam nas escolas terminam o ensino médio ,  e no Brasil ranking de educação  88 posição  de educação da unesco. Com tudo existem instituições que conseguem resultados plausíveis ,buscando formas de  procedimentos com comprometimento e renovação, intervir na saúde  da educação vencendo paradigmas .Com a participação da comunidade , professores alunos e diretores , formam uma equipe para discutir e planejar melhorias na instituição , como treinamento e formação  de professores . Acompanhamento de resultados voltados para o interesse dos alunos ,com resultados positivos frente as técnicas aplicadas . PROJETO CHAPADA um modelo de pedagógico que tem bons resultados  e que deveria ser visto pelos governantes .</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 13:27:25 UTC</pubDate>
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         <title>Sueli</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div>As atuais políticas de educação especial buscam garantir o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação na escola comum e dentre esses estudantes encontram-se aqueles com o denominado “transtorno do espectro do autismo”. Apesar do conhecimento sobre o autismo ainda ser do conhecimento das áreas médicas, este artigo mostrou como falta pesquisas educacionais no âmbito da inclusão escolar, que também pode contribuir para a construção de outras formas de pensar a escolarização de pessoas com TEA, com um olhar que privilegia as condições do sujeito, em contraposição a um olhar individual e patologizante sobre o TEA, ou seja, diversos olhares se fazem necessários sobre a inclusão escolar e o TEA.</div><div><br></div><div><strong>Referência</strong></div><div><br>WUO, Andrea Soares. Educação de pessoas com transtorno do espectro do autismo: estado do conhecimento em teses e dissertações nas regiões Sul e Sudeste do Brasil (2008-2016).<strong> Saude soc.</strong>, São Paulo, v. 28, n. 3, p. 210-223, Sept.  2019.   Available from &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-12902019000300210&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. access on 18 Aug.  2020.  Epub Oct 07, 2019.  <a href="https://doi.org/10.1590/s0104-12902019170783">https://doi.org/10.1590/s0104-12902019170783</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 13:27:59 UTC</pubDate>
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         <title>Thomas</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div>A educação no Brasil é pautada em sua estrutura formal e prática por uma fragmentação de ideologias, métodos e infraestrutura. É comum ver estados que possuem o ensino público de de maior qualidade em comparação com outros estados como Goiás, que apresentou melhora em todas as provas realizadas em comparação ao censo de 2015 através da prova Brasil, enquanto outros estados como Piauí possuem uma enorme disparidade entre escolas públicas e particulares, em média de 80 pontos. A prova Brasil é um avaliador quantitativo e qualitativo acerca do ensino público e privado brasileiro que consiste em uma avaliação de Português e Matemática direcionados a compreender onde se encontram as deficiências da educação no Brasil. <br><br></div><div><br>De um ponto de vista, Municipal entre cidades do Estado de São Paulo, por exemplo, metrópoles como Campinas e São Paulo apresentam escolas com estruturas defasadas, métodos de ensino insuficientes baseados em modelos enciclopédicos que não utilizam das facilidades da tecnologia, da dinâmica veloz do século XXI e nem das últimas tendências culturais de nosso país. Isso não apenas no estado de São Paulo, mas é uma tendência que ainda se mantém em todo o território, onde podemos sempre nos perguntar: O que farei, afinal, com uma fórmula de <em>Bhaskara</em>, depois de formado?</div><div> <br><br></div><div><strong>Referências </strong><br><br></div><div><a href="https://www.bayerjovens.com.br/pt/colunas/coluna/?materia=modelo-ultrapassado">https://www.bayerjovens.com.br/pt/colunas/coluna/?materia=modelo-ultrapassado<br></a><a href="https://g1.globo.com/educacao/noticia/2018/08/31/desigualdade-na-educacao-cria-abismo-dentro-e-fora-dos-estados-veja-ranking-por-redes-localizacao-e-perfil-de-alunos.ghtml">https://g1.globo.com/educacao/noticia/2018/08/31/desigualdade-na-educacao-cria-abismo-dentro-e-fora-dos-estados-veja-ranking-por-redes-localizacao-e-perfil-de-alunos.ghtml</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 13:28:37 UTC</pubDate>
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         <title>Janaína</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
         <link>https://padlet.com/meirelesjpsi/521uxa2liqtp47j0/wish/685216459</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>A educação inclusiva no Brasil. </strong></div><div><br>É um processo de mão dupla e não integracionista pois a pessoa deficiente não  tem que se adaptar a sociedade. São medidas tomadas para que os alunos assistidos  possam se integrar da melhor maneira, admitindo suas dificuldades e limitações. A  educação inclusiva não significa deficiência, pois seu público são alunos com deficiência,  transtornos e também superdotação. A educação inclusiva não nega ou ignora as </div><div>particularidades dos alunos, mas <strong>valoriza as diferenças que são vistas como diversidades</strong>. O Plano Nacional de Educação (PNE) orienta esforços e investimentos para a melhoria do ensino no país e prevê que crianças e adolescentes entre quatro e  dezessete anos com algum tipo de deficiência devem ter acesso à Educação Básica e </div><div>atendimento especializado. </div><div>No Brasil, até o ano de 2003 havia diferença entre escolas regulares e especiais. </div><div>Atualmente com a PNE, escolas regulares recebem alunos com necessidades especiais. A </div><div>inclusão necessita um projeto pedagógico inclusivo que é um grande desafio para os </div><div>gestores. A falta de professores de apoio e especializados é destaque entre os desafios </div><div>encontrados na implementação da educação inclusiva no Brasil. A legislação prevê salas </div><div>de recursos especializados acontecendo em contraturno durante o período letivo </div><div><strong>Fonte</strong>: https://www.somospar.com.br/educacao-inclusiva-o-que-e-desafios-no-brasil/ </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 16:03:12 UTC</pubDate>
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         <title>Karina</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div>QUANDO PENSAMOS EM MUDANÇA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA É PRECISO LEMBRAR QUE ISSO INCLUI TANTO AS INSTITUIÇÕES ENSINO, PAIS, ALUNOS, GOVERNANTES, INCLUSIVE OS PROFESSORES QUE PRECISAM ESTAR PREPARADOS PARA ASSUMIR UM PAPEL DIFERENTE DAQUELES QUE ATUAM NOS DIAS DE HOJE. É ESSENCIAL COLOCAR OS DOCENTES COMO PEÇA IMPORTANTE DESSA MUDANÇA E NÃO SIMPLESMENTE FAZER DELES MEROS PARTICIPANTES, ISSO EXIGE UM PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO PARA FAZER COM QUE ESSES DOCENTES POSSAM ESTAR APTOS PARA ATUAR EM UM NOVO CONTEXTO EDUCACIONAL.<br><br></div><div>A MUDANÇA INCLUI TODOS, A ATÉ MESMO PORQUE ESTÃO NA LINHA DE FRENTE E TEM A EXPERIENCIA E PODEM CONTRIBUIR DE MODO A FAZER COM QUE ESTA MUDANÇA NA EDUCAÇÃO SEJA EFICIENTE E OFEREÇA MAIS DO QUE PROPOSTAS ADVINDAS DE GOVERNANTES QUE NÃO POSSUEM APENAS PLANOS UTOPICOS E QUEM NEM SEMPRE NA PRATICA FUNCIONAM.<br><br></div><div>POR OUTRO LADO, NÃO PODEMOS COLOCAR OS PROFESSORES COMO SENDO OS UNICOS NESSA MODIFICAÇÃO EM PROL DE ENSINO DE QUALIDADE, ISSO DEVE SER REPENSADO. CERTAMENTE A POPULAÇÃO DEVE TER VOZ ATIVA E COBRAR DOS GOVERNANTES / SECRETARIAS DE ENSINO MELHORIAS QUE SE ADEQUEM AS NECESSIDADES ATUAIS. CADA QUAL COM SEU PAPEL, O TRABALHO DE CONSCIENTIZAÇÃO POR PARTE DOS PAIS DA NECESSIDADE DO ACOMPANHAMENTO DELES  QUANTO AO ANDAMENTO DOS ALUNOS E DA QUALIDADE DO ENSINO DEVE ACONTECER COMO UMA REALIDADE.<br>                                                          <em> “O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.</em></div><div><br>    É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.”</div><div><br></div><div><strong>REFERENCIAS</strong></div><div><br></div><div>BRUINI, Eliane da Costa. "Educação no Brasil"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/educacao/educacao-no-brasil.htm. Acesso em 18 de agosto de 2020.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 16:04:37 UTC</pubDate>
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         <title>Lindamar</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Educação Inclusiva e a Psicologia </strong></div><div><br>Segundo estudos, nos três últimos séculos a Psicologia vem se manifestando sobre a educação das pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais, abrangendo, de forma indistintamente, a todas as pessoas que foram excluídas da sociedade e/ou incluídas marginalmente nos diversos espaços educacionais. O mundo todo já vem defendendo os direitos dessas pessoas e proibindo a discriminação em todos os aspectos da vida (educação, saúde, justiça etc.) através da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pela Assembleia Geral da ONU – Organização das Nações Unidas (2006). Apesar de todos os manifestos, avanços científicos e leis, o Brasil não tem evoluído nesse quesito, deixando inclusive de cumprir com a garantia dos direitos dessas pessoas. Muitas escolas públicas não possuem profissionais e espaços adequados para o acolhimento e aprendizagem desses indivíduos, fazem apenas a “inclusão” desses em um contexto dificultoso para os mesmos. Diante disso, o Conselho Federal de Psicologia tem desenvolvido diversas ações, como a cartilha com algumas experiências profissionais direcionando melhor a participação dos psicólogos, reconhecidos como especialistas no desenvolvimento humano, nesse trabalho tão importante. Contudo, as mudanças são necessárias tanto nas concepções educativas com relação ao educador, quanto no ambiente onde o educando será inserido. </div><div><strong><br>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: </strong></div><div><br>DÍAZ, F. <em>et. al. </em><strong>Educação Inclusiva, Deficiência e Contexto Social</strong>: questões contemporâneas. EDUFBA. Bahia. 2009 </div><div><br>MANTOAN, M. T. E. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer? Moderna. ed.1. São Paulo. 2003 </div><div><br>MATIN-BARÓ, I. <strong>O Papel do Psicólogo. </strong>Estudos de Psicologia. 1996 </div><div><br>ANACHE, A. A. SILVA, I. R. <strong>Educação Inclusiva</strong>: Experiências Profissionais em Psicologia. CFP. ed. Brasília. 2009 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 16:06:49 UTC</pubDate>
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         <title>Karine</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A Educação atual no Brasil <br></strong><br></div><div><br></div><div><br>O Brasil hoje em dia, está 53* lugar em relação a educação e que consequentemente problemas diários são enfrentados por conta de tal situação. A dificuldade de se estender a educação possibilitando que todos tenham acesso a ela e que a mesma seja qualificada, vem cada dia mais se esvaindo. Um dos fatores que mais chama atenção na atual situação da educação no Brasil, é grande falta de infraestrutura, sendo que o básico para educação de crianças e adolescentes é algo mais que o necessário. <br><br></div><div><br>O país em que vivemos encontrasse a muito tempo em um nível considerável de desigualdade social, e que acaba refletindo no ponto que deveria ser mais bem tratado e ampliado, que é educação dos jovens brasileiros. Em muitas partes do Brasil não há infraestrutura básica para que a educação seja estabelecida para o indivíduo, o estado social de muitas crianças acaba sendo muito influente no progresso para enriquecimento individual do aluno. A falta de mobilidade urbana, a falta de elementos importantes dentro da escola (quantidade adequada de materiais), a localidade do aluno, internet, biblioteca e todos os aparatos para o progresso de etapas da educação, encontram-se alarmantes para desenvolvimento educacional. O ensino básico e direito de todos e principalmente um dever do nosso próprio governo, portanto a infraestrutura é sim, um passo para o fortalecimento do crescimento intelectual de cada indivíduo brasileiro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 16:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Giovana</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os primeiros anos de vida da criança são de extrema importância para o desenvolvimento de diversas habilidades cognitivas e socioeconômicas que se ampliam até a vida adulta, assim se evidência a importância dessa fase escolar. Nesse período temos a educação infantil, que é a primeira etapa da Educação Básica, direito de todas as crianças, deve ser oferecida de forma gratuita e de qualidade, em todas as escolas do país. De acordo com dados do IBGE, 93% das crianças com idade entre 4 e 5 anos estão na escola, porém é necessário destacar que nem sempre essa educação é de qualidade e atrativa para o aluno. Com a evasão escolar, essa porcentagem cai de maneira significativa no Ensino Médio. Esse fato se comprova quando a mesma pesquisa mostra que 39% das pessoas com 25 anos ou mais não tem instrução ou tem o Ensino Fundamental incompleto. É necessário compreender os motivos que levam a essa evasão, e como esse se mostra como um indicador da desigualdade social no Brasil, que tem como consequência dificuldades de ingressar no mercado de trabalho e menor remuneração. Trabalhando essa realidade desde a infância e proporcionando aos alunos o acompanhamento e estímulos para que esses permaneçam na escola, teremos sujeitos mais ativos, questionadores da realidade e menor desigualdade.<br><br></div><div><br>Pesquisa disponível em: <a href="https://educa.ibge.gov.br/criancas/brasil/nosso-povo/19630-educacao.html">https://educa.ibge.gov.br/criancas/brasil/nosso-povo/19630-educacao.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 19:39:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rafaela</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
         <link>https://padlet.com/meirelesjpsi/521uxa2liqtp47j0/wish/685881398</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Situação Atual da Educação no Brasil – Fluxo escolar na educação básica O INEP em 2017 realizou uma pesquisa sobre os números de evasão escolar no Brasil referente ao </div><div>período referentes ao período de 2007 a 2015, e obteve como resultado, dados que revelam que 12,9% e  12,7% dos alunos matriculados na 1a e 2a série do Ensino Médio, respectivamente, evadiram da escola de acordo com o Censo Escolar entre os anos de 2014 e 2015. O 9o ano do ensino fundamental tem a terceira </div><div>maior taxa de evasão, 7,7%, seguido pela 3a série do ensino médio, com 6,8%. Considerando todas as séries do ensino médio, a evasão chega a 11,2% do total de alunos nessa etapa de ensino. As causas de evasão podem ser externas ao ambiente escolar como dificuldades de acesso à escola, que podem estar relacionadas a falta de transporte, necessidades especiais, gravidez e maternidade, violência, pobreza e trabalho. E entre os fatores vinculados ao contexto escolar, as causas incluem dificuldades de </div><div>aprendizagem, falta de significado e de flexibilidade no currículo, baixa qualidade da educação e um clima </div><div>escolar ruim, e falta também de motivação aos jovens quanto à percepção da importância da educação. </div><div><br>Fonte:<br>http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/inep-divulga-dados- </div><div>ineditos-sobre-fluxo-escolar-na-educacao-basica/21206 <br><br></div><div>https://www.institutounibanco.org.br/aprendizagem-em-foco/37/ </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 19:40:30 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriele</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
         <link>https://padlet.com/meirelesjpsi/521uxa2liqtp47j0/wish/685886342</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Situação atual da educação no Brasil</strong></div><div><br></div><div>Sabemos que a educação pública em nosso país ainda não tem total êxito em seu planejamento e, por consequência, em sua execução. Como apresentado no documentário “Educação.doc - Levanta o Braço | Episódio 1”, apesar de o Brasil ter avançado no sentido de oferecer acessibilidade à escola à maioria, isso não significa que há garantia de qualidade de ensino, e uma das consequências é a taxa de evasão que aumenta a cada série escolar.</div><div>As políticas públicas voltadas à educação deveriam ser elaboradas pensando no real contexto nos quais as escolas estão inseridas, quais as necessidades e desafios que enfrentam para proporcionar qualidade de ensino através de docentes que deveriam ter seu trabalho constantemente valorizado por meio do oferecimento de formação continuada, boas condições de trabalho e remuneração adequada, e, acima de tudo, deveriam considerar quem é o público a quem as escolas públicas de nosso país atende e qual o contexto socioeconômico em que vivem, pois, como vimos no semestre anterior, através do documentário “Pro dia nascer feliz”, a maior parte de nossas escolas públicas exercem o papel de acolhimento de indivíduos que muitas vezes vão à escola para se alimentar pois se quer têm condição de sempre ter alimento em casa, ao invés de terem a função de construir e transmitir conhecimento almejando a formação de cidadãos que irão exercer o papel de agentes críticos e transformadores do meio em que vivem.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 19:42:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Josy</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
         <link>https://padlet.com/meirelesjpsi/521uxa2liqtp47j0/wish/685887826</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Escola Pública e Educação no país<br></strong><br></div><div>A escola Pública no nosso país como vimos na aula corresponde há maior parte do acesso à educação por parte das pessoas em diversas faixas etárias, o acesso ao ensino privado é uma minoria da população que tem acesso.<br><br></div><div>O ensino público em tese tem tudo para oferecer condições para que o alunado se desenvolva, porém, uma série de fatores sociais, familiares, financeiros, de infraestrutura e mão de obra qualificada impedem que se consiga atingir a qualidade desejada, e acredito também que o plano pedagógico nem sempre é cumprido como está no papel, as políticas públicas no nosso pais estão em defasagem, em diversos aspectos não somente no âmbito da educacional.<br><br></div><div>Acredito que para se mudar essa história de mais de meio século, seria necessário mudar a importância que se dá a educação, pois só através desta que pode-se mudar o futuro do nosso país, tornando ele mais justo e com equidade, pois através da educação as pessoas desenvolveriam consciência crítica, pensando mais consequentemente as escolhas também seriam melhores e seriam também mais participativas escolhendo melhor o que tornaria o nosso país sem dúvidas mais desenvolvido em termos de educação e consequentemente em outras áreas vitais, como saúde, segurança, habitação, infraestrutura, etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 19:43:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Celso</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
         <link>https://padlet.com/meirelesjpsi/521uxa2liqtp47j0/wish/685888838</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA</strong></h1><h1> </h1><div>São muitos os problemas que estão presentes na educação brasileira, especialmente na educação pública. São diversos os fatores que proporcionam resultados negativos, um exemplo disso são as crianças que se encontram no 6ºano do ensino fundamental e não dominam habilidade de ler e escrever.</div><div>Esse fato é resultado direto do que acontece na estrutura educacional brasileira, pois praticamente todos os que atuam na educação recebem baixos salários, professores frustrados que não exercem com profissionalismo ou também esbarram nas dificuldades diárias da realidade escolar, além dos pais que não participam na educação dos filhos, entre muitos outros agravantes.</div><div>As avaliações implantadas pelo governo para avaliar a educação brasileira apresentam números desanimadores, isso se tornou uma situação insustentável que não pode continuar.</div><div>Em setembro de 2006, um grupo de empresários e políticos, com a participação dos meios de comunicação em massa, firmou um compromisso denominado de Todos pela Educação. Nessa mobilização ficaram definidas algumas metas a serem alcançadas até 7 de setembro de 2022. São elas:</div><div>Todo indivíduo com idade entre 7 e 17anos deverá estar na escola.<br>Todo indivíduo com idade de 8 anos deverá dominar a leitura.<br>Os alunos deverão ter acesso a todos os conteúdos correspondentes a sua série.<br>Todos os alunos deverão concluir as etapas de estudo (fundamental e médio).<br>Garantia de investimentos na Educação Básica.</div><div> </div><div><strong>Números que retratam os problemas da educação brasileira:</strong></div><div> </div><div>	Hoje, no Brasil, de 97% dos estudantes com idade entre 7 e 14 anos se encontram na escola, no entanto, o restante desse percentual, 3%, respondem por aproximadamente 1,5 milhão de pessoas com idade escolar que estão fora da sala de aula.</div><div>	Para cada 100 alunos que entram na primeira série, somente 47 terminam o 9º ano na idade correspondente, 14 concluem o ensino médio sem interrupção e apenas 11 chegam à universidade.</div><div>	 61% dos alunos do 5ºano não conseguem interpretar textos simples. 60% dos alunos do 9ºano não interpretam textos dissertativos.</div><div>	65% dos alunos do 5ºano não dominam o cálculo, 60% dos alunos do 9º ano não sabem realizar cálculos de porcentagem.</div><div> </div><div><strong>Medidas que possivelmente poderão combater os índices acima apresentados:</strong></div><div> </div><div>Mobilização da sociedade para a importância que a Educação exerce.</div><div>Direcionamento de recursos financeiros para escolas e professores.</div><div>Valorização do profissional da educação.</div><div>Implantação de medidas políticas educacionais a longo prazo.</div><div> </div><div>Fonte: https://educador.brasilescola.uol.com.br/</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 19:43:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Elmir</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
         <link>https://padlet.com/meirelesjpsi/521uxa2liqtp47j0/wish/686026796</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil infelizmente não é conhecido por possuir um sistema educacional eficiente e de boa qualidade. Está longe disso pois está classificado em 32º lugar no mundo por suas escolas. E por esse motivo tem enfrentado muitas críticas em relação ao nível de educação oferecido a população. </div><div><br></div><div>Os estudos mais recentes apontam que 18% dos brasileiros são analfabetos funcionais, em outras palavras significa que essas pessoas só sabem ler palavras e escrever números, mas não conseguem entender frases completas ou fazer matemática simples.</div><div><br></div><div>Fundamentado nas estatísticas podemos perceber que as perspectivas não são boas para a educação no Brasil. Para conseguirmos estar em um nível mais elevado e proporcionar uma educação de qualidade para todos, temos que nos unir em uma ação mais efetiva na participação com a sociedade e discutir as ideias de melhorias em vários setores da educação. O que se deve discutir no crescimento do nosso sistema de educação inclui as instituições de ensino, a participação dos alunos, família e professores.   </div><div><br></div><div> É importante destacar que nos últimos anos o governo tem feito grandes progressos para melhorar o sistema educacional na forma do Plano Nacional de Educação (PNE). O PNE detalha 21 medidas que o governo está tomando para garantir que os estudantes brasileiros sejam bem educados, incluindo um aumento no financiamento para as escolas.</div><div><br></div><div>Com relação a qualificação da educação Brasileira podemos afirmar que é importante entender como o sistema de educação brasileiro funciona e participar efetivamente do processo educativo e entender as conquistas e direitos bem como a busca pelo crescimento. </div><div><br><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS</strong></div><div>- https:educador.brasilescola.uol.com.br</div><div>- http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/inep-divulga-dados-</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 20:53:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Angelo</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
         <link>https://padlet.com/meirelesjpsi/521uxa2liqtp47j0/wish/686106682</link>
         <description><![CDATA[<div>O maior problema da educação brasileira está nos ensinos fundamental e médio, especialmente na rede pública. Apenas 45% das crianças são alfabetizadas na idade certa e 7% dos adolescentes que concluem o ensino médio possuem conhecimentos adequados em matemática e conseguem resolver problemas de percentagem, por exemplo. Entre os que estão fora da escola, a maior incidência recai sobre os de classe mais baixa, e o maior índice de aprovação em exames de admissão em universidades, especialmente públicas, está nos alunos que cursaram os ensinos fundamental e médio em escolas particulares, de classe mais alta, demonstrando assim a precariedade do ensino público em construir a base para acesso e formação em nível superior. No último ENEM, por exemplo, onde a presença de estudantes da rede pública foi predominante (75,69%), a nota média geral em linguagens foi de 520,9 (5,21),  ciências humanas 508,0 (5,08), matemática 523,10 (5,23) e ciências naturais 477,8 (4,78). No geral, a nota média dos alunos da rede privada foi de 6, 87 e da rede pública, 4,83, evidenciando a disparidade do ensino nas diferentes redes. No último ENEM, 143.736 alunos zeraram a redação, sendo que destes, 53.000 entregaram a prova em branco. Considerando 10% das escolas com as maiores notas no Enem 2017, 18% são públicas e 82% são particulares. Já entre as 10% com menores notas, todas são escolas públicas. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 21:54:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Elisete</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
         <link>https://padlet.com/meirelesjpsi/521uxa2liqtp47j0/wish/686107514</link>
         <description><![CDATA[<div>Na educação informal, as plataformas educativas online se tornaram em um contexto pandêmico da COVID-19 em um rico ambiente para a atualização de conhecimentos de professores e alunos ou para a continuidade de estudos na ausência de aulas presenciais, sendo muitas delas liberadas gratuitamente, juntamente com vários importantes portais de revistas científicas, dando eventual fôlego para pesquisas na ausência do acesso a bibliotecas presencialmente. </div><div>Na educação formal, as experiências no uso das TICs possuem resultados muito diferenciados no contexto pandêmico da COVID-19, dependendo primeiramente das assimetrias nas condições infra estruturais e individuais de acessibilidade, bem como, em segundo lugar do nível de ensino (fundamental, básico e superior), idade dos discentes e graus de capacitação digital dos professores, sempre levando em consideração as condições pré-existentes. </div><div>Nas creches, o cancelamento das aulas trouxe consigo uma mudança radical de estratégias presenciais de ensino formal em direção ao ensino informal, com base em programas educativos na televisão ou por meio de sofwares lúdicos de jogos, pinturas, cantorias ou mesmo vídeos, disponibilizados pela internet, impactando assim na produtividade dos pais diante de eventuais afastamentos de trabalho. </div><div>Nas escolas de ensino básico e fundamental, a paralização das aulas presenciais trouxeram novos desafios à medida que as estratégias de antecipação de férias, paralisação ou continuidade das atividades por meio do EAD trouxeram impactos abruptos para professores e as famílias, à medida que a educação domiciliar trouxe mudanças para o aprendizado das crianças e dos jovens, eventualmente sobrecarregando os próprios pais no contexto de acompanhamento (BURGESS et al., 2020). </div><div>No ensino superior, os colégios, faculdades e universidades abruptamente interromperam seus processos de internacionalização e extensão, de modo que tiveram mudadas significativamente suas rotinas de ensino e pesquisa que passaram a ser realizadas remotamente, quando possível. Por sua vez, tornou-se comum que determinadas atividades de ensino, extensão e pesquisa relacionadas ao contexto epidemiológico de combate à COVID-19 fossem mantidas sob protocolos emergenciais.</div><div><br></div><div>www.revista.ufrr.br/boca BOLETIM DE CONJUNTURA (BOCA) ano II, vol. 2, n. 5, Boa Vista, 2020 130</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 21:55:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabi Gnani</title>
         <author>meirelesjpsi</author>
         <link>https://padlet.com/meirelesjpsi/521uxa2liqtp47j0/wish/686227014</link>
         <description><![CDATA[<div>Sabemos que a educação em nosso país é bastante fragilizada e chega até a ser ineficaz em diversos lugares. Temos um alto investimento de PIB para a educação que chega a ser de 6,4% e uma teoria para com planos educacionais e diversas outras coisas para o crescimento dos alunos e das escolas muito boas, mas que quando são aplicadas no dia a dia, acabam não sendo como o planejado. Temos a LDB e a Constituição que asseguram o direto de ensino para todos. </div><div>Além desses dois direitos que podem ser cobrados, temos que levar em consideração os fatores internos e externos de todo o conjunto. Os fatores externos podem ser considerados como os valores socioeconômicos, como por exemplo como é a situação que se encontra a escola, como é para o estudante chegar até a escola e etc. Já os fatores internos podem ser entendidos como todas as esferas que englobam o sistema educacional, como por exemplo, o caminho que o dinheiro público faz para chegar até as escolas programas educacionais e etc (levando em consideração que o dinheiro público investidos muitas vezes demora a chegar até a instituição de ensino ou passa por desvios). </div><div>Com base em diversas pesquisas feitas, temos a plena certeza que os alunos de escola pública, acabam tendo um nível de aprendizagem muito inferior aos alunos de escola particular. São diversos fatores analisados que podem comprovar o porque desse situação, sendo eles: baixa renda familiar, escolas muito afastadas de suas moradias, trabalho informal, e diversos outros fatores. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 23:54:03 UTC</pubDate>
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