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      <title>diario aprendizagem BG by </title>
      <link>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo</link>
      <description>AFC</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-27 20:51:34 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-01 14:14:04 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Carta de apresentação</title>
         <author>bernardogouveia</author>
         <link>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo/wish/225324597</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamo-me José Gouveia, sou professora do professor do quadro e desempenho as funções de presidente do Conselho Executivo da Escola Básica e Secundária da Calheta (Madeira), pelo que não tenho turmas atribuídas.</div><div>                Tenho 26 anos de serviço e, apesar de, nos  últimos anos, não ter lecionado, tenho acompanhado de perto o processo de ensino-aprendizagem e educativo da escola que dirijo, bem como a implementação de projetos inovadores  desenvolvidos a nível Regional e de escola, designadamente projetos: “CEM” (desenvolvimento de competências na área da matemática) e “saber +” (criação de grupos de homogeneidade). </div><div>                A implementação em regime experimental do projeto “autonomia e flexibilidade curricular” surge numa altura em que a comunidade escolar entende que é necessário e urgente se alterarem as práticas pedagógicas, os currículos, a organização da escola, da sala de aula e dos tempos letivos bem como a ligação com os pais e a comunidade,  para se conseguir motivar os alunos e melhorar as aprendizagens.  Este projeto, na sua essência, faz-nos acreditar que é possível respondermos mais adequadamente às exigências que a educação e ensino, atualmente, nos colocam. </div><div>                O facto de não ter havido, previamente formação, implica maior dificuldade, por parte dos docentes, em alterarem as suas práticas, e, especialmente, fazê-lo de forma coordenada com o conselho de turma. Por isso mesmo, inscrevi-me neste curso.  Espero que, no final do curso, possa compreender melhor quais os objetivos e dinâmicas do projeto AFC e impulsionar, na minha escola, dinâmicas que melhorem as aprendizagens, e possamos proporcionar aos nosso alunos um ensino e  educação de qualidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-27 20:59:30 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 – Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>bernardogouveia</author>
         <link>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo/wish/227250573</link>
         <description><![CDATA[<div>Mudar práticas pedagógicas e abordagens didáticas numa cultura escolar como a nossa , que continua “amarrada” a currículos compartimentados, controlados pelos poderes centrais, sujeitos à avaliação externa  universal, é uma passo que se quer seguro e fundamentado.  As resistências vêm de todos os quadrantes: ministério, escola, professores, encarregados de educação e alunos. O modelo de ensino industrial é uma realidade. A transição de dentro para fora é muito complexa. Sempre tivemos um Estado muito controlador e definidor de regras muito precisas. <br><br></div><div>Pontualmente vão-se implementando (a medo) intervenções  que se vão sobrepondo à imagem de ensino tatuado no cérebro de todos. A elasticidade cerebral dos jovens de que falam os especialistas é truncada todos os dias, quando, numa sala de aula, tipo autocarro, todos têm de aprender o que está no programa, no manual ou no que diz o professor. <br><br></div><div>Penso que a mudança, mesmo assim, é possível , e passo a enunciar um conjunto de passos e procedimentos na elaboração de um possível trabalho em que os alunos terão possibilidade de aprender por si próprios, de trabalhar em equipa, de serem tolerantes e respeitarem a  opinião dos outros e também de serem criativos e críticos. (a numeração é apenas uma referência não uma sequência obrigatória)<br><br></div><div>1º indagar junto dos alunos um assunto do seu interesse que faça sentido e se enquadre no  projeto educativo de escola;<br><br></div><div>2º definição da temática/trabalho a realizar, que pode ser feita em pequenos grupos e sujeita a votação;<br><br></div><div>3º definição dos objetivos, metas e calendarização (sempre definidos por consenso entre alunos, professores e, se for o caso, com os encarregados de educação interessados);<br><br></div><div>4º todas as disciplinas deverão integrar o projeto e, em alguns momentos funcionarão em simultâneo;<br><br></div><div>5º distribuição de tarefas pelos alunos e professores/disciplinas;<br><br></div><div>6º a realização e a concretização do trabalho desde a pesquisa, à construção/elaboração e divulgação deve seguir um cronograma previamente e constantemente  contratualizado;<br><br></div><div>7º o trabalho pode ter contributos de elemento externo à turma;<br><br></div><div>8º a divulgação do trabalho deve ser feita em contexto de escola e estar sujeito a uma avaliação da comunidade escolar;<br><br></div><div>9º se necessário, serão feitos acertos e o trabalho deverá ser divulgado para toda a comunidade  utilizando o meios mais adequados;<br><br></div><div>10ª durante o processo, os alunos, em grupo, deverão construir um diário de bordo, onde, com a ajuda dos docentes vão registando tudo aquilo que aprenderam, seja em termos de conhecimentos seja ao nível das competências sociais.<br><br></div><div>(em todo este processo o papel dos docentes será fundamental enquanto elementos que integram o projeto, que motivam os alunos e os orientam nas suastarefas) <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 19:47:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 1.3 – O Perfil dos Alunos e a organização da escola</title>
         <author>bernardogouveia</author>
         <link>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo/wish/228189785</link>
         <description><![CDATA[<div>A questão colocada desta forma parece-me um tanto ao quanto limitada e limitadora ao  centrar a formação dos indivíduos apenas ao nível da organização da escola. Se de facto para que os alunos atinjam o Perfil, a escola tem de se tronar, mais aberta, mais flexível,  onde seja possível se esbater a compartimentação das disciplinar e dos diferentes currículos, onde seja possível os alunos se integrarem em grupos de aprendizagem que não se fechem em turmas predefinidas, onde o trabalho de projeto seja uma metodologia e uma prática comum de forma a que os alunos sintam que as aprendizagens são úteis, que se sintam valorizados, e motivados para aprender, penso que, para que todos os alunos atinjam o Perfil é preciso muito mais. Por um lado é preciso dar mais autonomia às escolas na gestão e construção do(s) currículo(s), é preciso dar mais liberdade pedagógica aos docentes, permitindo-lhes decisões essenciais e valorização do seu do seu trabalho. Por outro é preciso criar condições de equidade paras todos os alunos, esbatendo as condicionantes  socioeconómicos e sociais, e é preciso, também, reforçar os meios quer físico ou humanos e, em  algumas situações, as infraestruturas e equipamentos escolares.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-05 16:10:50 UTC</pubDate>
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         <title>tarefa 2.6 -mapa de ideias</title>
         <author>bernardogouveia</author>
         <link>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo/wish/233084422</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/257501549/9073a4df9621d877333a4e1f1356000b/mapa_de_ideias.pdf" />
         <pubDate>2018-02-19 23:48:25 UTC</pubDate>
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         <title>tarefa 3.2. tricider: relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>bernardogouveia</author>
         <link>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo/wish/237701313</link>
         <description><![CDATA[<div><br> </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/257501549/84d6efeed6b9c14baa864392ab07329d/Tricider.pdf" />
         <pubDate>2018-03-03 15:55:25 UTC</pubDate>
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         <title> Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>bernardogouveia</author>
         <link>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo/wish/239423483</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome</strong>: Manutenção de espaços e equipamentos.<br><br></div><div><strong>Área(s) disciplinare(s) envolvida(s): Educação artística e tecnológica, Matemática e Ciências, TIC, Formação pessoal e social.<br></strong><br></div><div><strong>Ano(s) de escolaridade: 7.º, 8.º e 9.º anos.<br></strong><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina: Proporcionar uma oferta formativa essencialmente prática.&nbsp;</strong></div><div>A disciplina de “manutenção de espaços e equipamentos” fundamenta-se e estrutura-se em competências universais que promovem o pensamento tecnológico, de operações cognitivas e experimentais da técnica, através de aprendizagens realizadas em ambientes próprios, mobilizando e transferindo conhecimentos tecnológicos e de outras áreas, por forma a promover o acesso a uma cultura e literacia tecnológica, no âmbito (do espaço físico e natural) do meio envolvente criando afinidade com a escola intervindo nos espaços, equipamentos. Nela, salientam-se os seguintes aspetos:&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 1. A <strong>técnica, </strong>como processo de trabalho produtivo ou transformador. Possui, por isso, uma lógica e uma <strong>dinâmica reflexivas </strong>(pensamento/ação/reflexão) que lhe são peculiares. O <strong>produto</strong> da técnica resulta num objeto cultural sujeito a transmissão, (re)criação e avaliação.</div><div>2. A correlação estimulante entre a <strong>técnica </strong>e a <strong>ciência</strong>.&nbsp;</div><div>3. A dinâmica interatividade que se pode estabelecer e reconhecer atualmente entre <strong>técnica</strong>, <strong>ciência</strong>, <strong>natureza </strong>e <strong>sociedade</strong>, a qual provoca em todos nós tanto a necessidade de analisar criticamente estes vínculos como a de estimular a capacidade criativa das pessoas e das comunidades.&nbsp;</div><div>4. A <strong>prática técnica que </strong>conduz a uma divisão do trabalho e implica o importante relacionamento entre pessoas, grupos e sociedades.</div><div>5. <strong>A tecnologia</strong>, centrada no saber fazer a partir do uso de uma razão prática, planificada, organizada e criativa dos recursos materiais e da informação, desenvolverá sistemas que respondem a <strong>necessidades e solicitações sociais</strong>..</div><div>6. A <strong>reflexão tecnológica e</strong> <strong>postura ética</strong> resultantes da dinâmica da técnica, assente num <strong>sistema de valores </strong>culturais e<strong> </strong>sociais.<br><br></div><div><strong>Avaliação e principais estratégias para a sua implementação:&nbsp;<br></strong><br></div><div>Esta disciplina segue o princípio da interligação e sequencialidade de: “ensino, avaliação, aprendizagem, ensino, avaliação, aprendizagem, …..” daí que as estratégias e avaliação são um conjunto de ações que se interligam e completam num todo.&nbsp;<br><br></div><div>A avaliação é contínua e sistemática, permitindo ao aluno a reflexão sobre processos, métodos de trabalho e produtos alcançados, implicando-o no seu próprio processo de aprendizagem; reguladora do processo metodológico da aprendizagem; determinante da situação do aluno ao longo da aprendizagem, identificando e solucionando dificuldades; incentivadora da capacidade crítica do aluno, mobilizada em atividades educativas; descritiva e qualitativa, expressando-se através de diversos registos, do aluno e do professor.<br><br></div><div>Por isso dever-se-á: <strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>- Dinamizar trabalhos individuais e de grupo, (sempre que possível e pertinente de âmbito interdisciplinar);</div><div>- Proporcionar momentos de pesquisa e debate;</div><div>- Propor trabalhos práticos (manutenção de espaços e equipamentos);</div><div>- Solicitar a exposição oral dos conteúdos temáticos, com o apoio de material multimédia e recurso às TIC/outros;</div><div>- Elaborar contratos de trabalho-aprendizagem;&nbsp;</div><div>- Elaborar fichas de autoavaliação, numa perspetiva formativa das aprendizagens.&nbsp;</div><div>- Selecionar e organizar a pesquisa e informação/conhecimentos, preocupando-se</div><div>com o rigor e diversificação na sua apresentação,</div><div>- Mobilizar saberes e competências em operações cognitivas e instrumentais,</div><div>- Transferir conhecimentos e conceitos adquiridos, específicos da tecnologia e de outras áreas curriculares, para novas situações de resolução de problemas,</div><div>- Utilizar a linguagem tecnológica para comunicar e cooperar com os outros,</div><div>- Desenvolver a autoconfiança e a capacidade de avaliar, decidir e agir com autonomia,</div><div>- Desenvolver atitudes responsáveis, de tolerância e cooperação no trabalho em grupo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-07 21:50:38 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.3.  Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>bernardogouveia</author>
         <link>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo/wish/241820257</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha escola está a ser implementado um projeto de criação de grupos de homogeneidade na disciplina de matemática, no 5º ano de escolaridade.</div><div>Em termos genéricos, cada turma, na disciplinam de matemática, tem dois professores que trabalham e preparam as atividades letivas em conjunto. </div><div>Após uma avaliação diagnóstica e ou formativa, e face ao conhecimento que têm dos alunos, em determinadas circunstâncias, trabalham no mesmo espaço e com o grupo turma, onde um dos docentes acompanha mais de perto os alunos que têm menos dificuldades e a quem são dadas tarefas mais complexas ou em maior quantidade e, o outro, proporciona aos outros alunos  um conjunto de atividades mais próximas dos seus interesses e capacidades. Quando a diferença de abordagem é significativamente diferente o grupo turma é divido e ocupa outro espaço, que pode ser outra sala ou até outro espaço da escola, onde é desenvolvido um trabalho mais prático e em contexto, especialmente para os alunos com maiores dificuldades em determinado conteúdo. É de salientar que os grupos geralmente vão variando em função dos conteúdos e das atividades a desenvolver.</div><div>Esta prática permite dar uma resposta mais individualizada aos alunos e faz com que os alunos com maiores dificuldades, quando estão fora da sala, não estão com os outros, se sintam mais à vontade, são mais participativos e motivados para a aprendizagem. Uma outra vantagem é que há uma diminuição significativa de situações de indisciplina.</div><div>Esta prática poderia ser ainda melhorada se os docentes tivessem incluído no seu horário tempo para trabalharem em conjunto, não só com o parceiro da turma mas com todas as equipas, e que esta prática fosse possível aplicar em outras disciplinas ou áreas disciplinares. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:16:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo/wish/241820257</guid>
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         <title>Tarefa 4.4. – Análise crítica de um modelo pedagógico.</title>
         <author>bernardogouveia</author>
         <link>https://padlet.com/bernardogouveia/51er3oitbxxo/wish/242035306</link>
         <description><![CDATA[<div>Penso que o modelo pedagógico em uso no Institut Les Vinyes, pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, pois, no essencial procura romper como modelo industrial, centrado quase exclusivamente no conhecimento compartimentado, que é refém da avaliação sumativa, para promover um modelo pedagógico mais social e centrado nas aprendizagens, onde se conjugam de forma ativa,  conhecimentos, capacidades, atitudes e valores, onde a autonomia, a iniciativa, o trabalho em equipa , cooperativo e autónomo é valorizado.<br><br></div><div>Aliás, apesar do meu conhecimento do referido projeto se limitar ao vídeo e à tabela apresentada, entendo que o projeto de autonomia e flexibilidade proposto às escolas através do Despacho n.º 5908/2017, de 5 de julho vai mais além. Para além dos domínios de autonomia curricular (DAC) que podem ser de “âmbito” ou “transversais”, que visam o intensificar o trabalho colaborativo, o trabalho de pesquisa, as aprendizagens articuladas e contextualizadas, a mobilização de conhecimentos para a resolução de situações do quotidiano, a utilização crítica das fontes de informação e a participação e intervenção cívica dos alunos,  possibilita a integração de projetos escolares como parte integrante do currículo, a combinação parcial ou total das disciplinas, a redistribuição da carga horária das matrizes curriculares base, a alternância ao longo do ano letivo, de períodos de funcionamento disciplinar com períodos de funcionamento multidisciplinar, partilha de horários entre diferentes disciplinas e procura valorizar as artes, as ciências, o desporto e as humanidades.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 18:03:58 UTC</pubDate>
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