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      <title>E1 Leishmaniose Tegumentar Americana - Enfermagem G6 2021.2 by Claudia Maria Antunes Uchoa Souto Maior</title>
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      <description>Criado com estilo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-29 17:47:04 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo heteroxênico</title>
         <author>mariagonandy</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alterna entre hospedeiros vertebrados e insetos invertebrados</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 13:30:59 UTC</pubDate>
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         <title>Fase no hospedeiro invertebrado</title>
         <author>mariagonandy</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A fêmea do mosquito-palha durante o repasto sanguíneo ingere células parasitadas com a forma amastigota da <em>Leishmania.</em></li><li>Amastigotas se transformam em promastigotas que se multiplicam por divisão binária e rompem a membrana peritrófica.&nbsp;</li><li>No intestino os promastigotas sofrem transformações alcançando sua forma infectante chamada de metacíclica.</li><li>Migram para a glândula salivar do vetor.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong>Duração do ciclo: 7 a 12 dias</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 13:51:20 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA)</title>
         <author>mariagonandy</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 13:52:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalyornelas1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>No período de janeiro de 2004 a dezembro de 2015, o estado de Santa Catarina registrou no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) <mark>2.299 </mark>casos de LTA, sendo <mark>1.969 </mark>autóctones, principalmente nas regiões do Vale do Itajaí e norte do estado, podendo estar relacionados com as áreas de distribuição do vetor da doença.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:43:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalyornelas1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Em algumas zonas, a população exposta ao risco de infecção pode ser numerosa, incluindo crianças, enquanto em outras localidades a enfermidade está restrita a grupos ocupacionais, como os que trabalham em zonas florestais. Geralmente é mais comum em zonas rurais do que em urbanas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:44:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalyornelas1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>No Brasil, ocorre em todos os estados, com maior incidência na Região Norte.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:45:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalyornelas1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Na América, <mark>a leishmaniose tegumentar americana</mark> é endêmica no México, na maior parte da América Central e em todos os países da América do Sul, exceto o Chile.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:45:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalyornelas1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1936792477</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><mark>A LTA (Leishmaniose Tegumentar Americana)</mark> constitui um problema de saúde pública em 85 países, distribuídos em quatro continentes (Américas, Europa, África e Ásia), com registro anual de 0,7 a 1,3 milhão de casos novos.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:46:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>natalyornelas1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1936802546</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><mark>A leishmaniose tegumentar</mark> ocorre no noroeste da Índia e Paquistão, Oriente Médio, sul da Rússia, litoral dos países situados no mar Mediterrâneo, norte, oeste e centro da África.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:52:54 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico clínico </title>
         <author>rairaramossampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>No diagnóstico clínico é necessário ter cuidado pois pode-se ter uma lesão parecida com a lesão de leishmaniose e não se pode afirmar, com certeza, que é um caso de leishmaniose então o certo é fazer um diagnóstico laboratorial.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 22:12:57 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico laboratorial</title>
         <author>rairaramossampaio</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1936906610</link>
         <description><![CDATA[<div>No diagnóstico laboratorial pode ser feita a procura do parasita principalmente no material colhido nas bordas da lesão pois se tem uma maior concentração de parasitas nesta região e dessa forma pode-se fazer exames parasitológicos como o esfregaço corado, histopatológico, isolamento em cultivo in vitro (meio de cultura), isolamento em cultivo in vivo (inoculação em animais). Além disso, pode-se fazer um exame no paciente para testar o sistema imunológico e ver se ele reage a algum antígeno de leishmania como por exemplo através do teste intradermorreação de Montenegro.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 22:17:33 UTC</pubDate>
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         <title>Transmissão</title>
         <author>marialisboa12</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A transmissão ocorre através de insetos vetores, conhecidos como flebotomíneos que pertencem à ordem Diptera, mesmo grupo das moscas, mosquitos, borrachudos e maruins, não sendo possível o contágio de pessoa para pessoa.</li><li>&nbsp;A fêmea infectada de flebotomíneo passa o protozoário a uma vítima sem a infecção, enquanto se alimenta de seu sangue.&nbsp;</li><li>&nbsp;Afeta seres humanos e outras espécies de mamíferos.</li><li>O período de incubação no ser humano pode levar em média de dois a três meses.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 17:48:06 UTC</pubDate>
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         <title>Manifestações Clínicas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Depois da picada do vetor até o aparecimento dos primeiros sinais e sintomas, o período de incubação pode variar de 2 semanas a 3 meses.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>Primeiro sinal é uma lesão na pele que começa como um nódulo e depois passa a ser uma lesão ulcerosa.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>A leishmaniose tegumentar vai se manifestar de 4 formas diferentes:&nbsp;</li></ul><div><br></div><ol><li><strong>Leishmaniose cutânea</strong> - lesões ulceradas mas não apresentam dor e aparecem nos locais onde foi inoculado pelo mosquito.&nbsp;</li><li><strong>Leishmaniose mucocutânea</strong> - causada principalmente pela <em>Leishmania braziliensis </em>e afeta pele e mucosas ( principalmente mucosas da região nasofaringea, da boca, nariz e garganta). É forma mais severa e causa deformações no indivíduo.&nbsp;</li><li><strong>Leishmaniose disseminada</strong> - as lesões ulceradas começam a se espalhar pelo corpo e essa forma está associada a pessoas que já tenham algum comprometimento imunológico.&nbsp;</li><li><strong>Leishmaniose difusa</strong> -&nbsp; lesões nodulares não ulceradas, incompetência da resposta celular grave, levando ao não rompimento dos nódulos. Essa forma é a mais rara. </li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 03:05:46 UTC</pubDate>
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         <title> Formas dos hospedeiro</title>
         <author>ma_mattos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1941898241</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>O <strong>hospedeiro invertebrado</strong> é o inseto flebotomíneo - popularmente conhecido como mosquito-palha ou birigui -, que compõe uma subfamília de insetos que fazem parte do gênero Lutzomia, que são os vetores da leishmaniose. Dentro desse gênero possui-se diversas espécies que podem fazer a transmissão da leishmaniose tegumentar. Este abriga a forma promastigota do parasito no trato-intestinal.</li><li>No caso dos <strong>hospedeiros vertebrados</strong>, têm-se uma grande variedade de animais: mamíferos; roedores; desentados; marsupiais e primatas incluindo o ser humano. Todos estes abrigam a forma primária do parasito, amastigota, e por isso, podem ser chamados de hospedeiros primários. Em outros animais é difícil fazer a identificação de infecção pois não apresentam sintomas devido o equilíbrio que esta espécie já tem com o parasito; o ser humano e o cachorro, por exemplo, neste cenário, foram hospedeiros acidentais e, evolutivamente, não tiveramtempo de seu organismo entrar em equilíbrio com o parasito e por isso tem sintomas explícitos.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 16:43:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ma_mattos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1941898809</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<em>Morfologia</em></div><ul><li><strong>Amastigota:</strong> formato ovóide ou arredondado com tamanho entre&nbsp; 1,5 - 3 por 3 - 5,5 micrômetros, seu núcleo esférico se encontra mais na periferia da célula e o cinetoplasto é em forma de bastão. Não possui cílios que auxiliam na movimentação então é uma forma intracelular.&nbsp;Seu flagelo é interno e rudimentar, invisível a nível microscópico óptico. </li><li><strong>Promastigota:</strong> formato alongado fusiforme ou piriforme, possui um flagelo para locomoção que está posicionado na parte anterior do parasito; seu tamanho pode ser variável dentro de uma mesma espécie, normalmente medindo 16 - 40 por 1,5 - 3 micrômetros. Tem um núcleo esférico encontrado usualmente no centro da célula, no citoplasma é possível observar granulações e vacúolos e o cinetoplasto fica sempre próximo aos flagelos para auxiliar com a movimentação. Presente no vetor.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 16:43:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1941984691</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Amastigotas:</strong> Vacúolo digestivo das células do sistema mononuclear fagocitário do hospedeiro vertebrado.<br><strong>Promastigotas:</strong> Intestino do hospedeiro invertebrado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 18:38:11 UTC</pubDate>
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         <title>Profilaxia</title>
         <author>naalves</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1942072160</link>
         <description><![CDATA[<div>É necessário evitar o contato com o&nbsp; flebotomíneo (vetor), então:<br>Profilaxia Coletiva<br>- Aplicação de inseticida ao redor da casa, principalmente em áreas endêmicas;<br>- Evitar acúmulo de lixo orgânico que propicia a reprodução dos flebotomíneos, além de atrair rato, que também são hospedeiros da leishmaniose;<br>- Evitar construção de casas perto de matas e evitar derrubá-las;<br><br>Profilaxia pessoal<br>- Uso de repelentes e mosquiteiros.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 20:47:32 UTC</pubDate>
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         <title>Fase no hospedeiro vertebrado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1943571370</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O parasita é regurgitado na corrente sanguínea do hospedeiro vertebrado após o repasse sanguíneo.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div><ul><li>Na corrente sanguínea, o parasita é fagocitado pelo macrófago.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div><ul><li>Ele muda rapidamente da forma promastigota metacíclica para a forma amastigota.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div><ul><li>Na forma amastigota, ele se reproduz por divisão binária.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div><ul><li>Quando não há mais espaço para a reprodução, o macrófago se rompe e o parasita cai na corrente sanguínea novamente para que possa ser fagocitado de novo e volte a se reproduzir.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-13 03:01:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1943599519</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Leishmania<br></em></strong><br></div><ul><li>Este parasita é um protozoário do gênero <em>Leishmania.</em></li></ul><div><br></div><ul><li>Subgêneros: <em>Leishmania</em> e <em>Viannia</em>.</li></ul><div><br></div><ul><li>Ele possui várias espécies que causam as leishmanioses.</li></ul><div><br></div><ul><li>No brasil, as espécies envolvidas com a Leishmaniose Tegumentar Americana são:&nbsp;</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -<em> L. (Leishmania) amazonensis;</em></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - <em>L. (Viannia) braziliensis</em>;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - <em>L. (Viannia) guyanensis</em>;&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -<em> L. (Viannia) lainsoni</em>;&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - <em>L. (Viannia) naiffi </em>;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - <em>L. (Viannia) shawi</em>;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-13 03:21:45 UTC</pubDate>
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         <title>Mecanismo de infecção:</title>
         <author>mariagonandy</author>
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         <description><![CDATA[<div>Passivo cutâneo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-14 13:43:19 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose cutânea </title>
         <author>mariagonandy</author>
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         <pubDate>2021-12-14 13:51:24 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose mucocutânea</title>
         <author>mariagonandy</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-14 13:52:22 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose disseminada</title>
         <author>mariagonandy</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-14 13:53:22 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose difusa</title>
         <author>mariagonandy</author>
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         <pubDate>2021-12-14 13:54:05 UTC</pubDate>
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         <title>Nomes populares:</title>
         <author>mariagonandy</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Úlcera de bauru;</li><li>Nariz de tapir;</li><li>Ferida brava;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-14 13:56:30 UTC</pubDate>
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         <title>Informações gerais</title>
         <author>naalves</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Os cães são considerados hospedeiros acidentais&nbsp;</li><li>Em relação a LTA os cães não são considerados reservatórios da parasitose, não sendo um fator epidemiológico relevante para a infecção nos humanos.</li><li>É um marcador da presença do parasito.</li><li>É proibido o uso de drogas de tratamento humano em cães.</li><li>A orientação mais atualizada, é de que o animal não deve ser eutanasiado, com exceção a casos de sofrimento.</li><li>No caso da LTA não possui ainda vacina nem para animais nem para humanos.</li><li>O tratamento ocorre afim de regredir a lesão, não havendo cura parasitológica.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-17 03:23:35 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia</title>
         <author>claudiauchoa</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/50u43spra5s9a6ef/wish/1957691923</link>
         <description><![CDATA[<div>Cão como hospedeiro acidental<br>transmissão pelo flebotomíneo fêmea<br>zoonose<br>ocorre na periferia de grandes centros em área de mata secundária<br>flebotomíneo voa cerca de 300 metros<br>restos de materia organica servem de suporte para criadouro de flebotomíneos e atraem aniamsi sinatrópicos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-20 21:13:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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