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      <title>Posição social da mulher na modernidade - 9ºB (2024) by Marcela Piloto</title>
      <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195</link>
      <description>A partir dos nossos estudos sobre a conformação de uma nova posição social da mulher e da caça às bruxas, é sua vez de escolher uma imagem que represente o papel ocupado pela mulher na sociedade moderna</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-10 15:34:13 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-08 14:44:03 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Desafiando padrões: A Mulher Lutadora                                          (Marco Martinussi Gerundino) </title>
         <author>MARCO_M_G</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/2997537927</link>
         <description><![CDATA[<p>Na obra acima, a mulher vestida para arrumar e limpar a casa, com avental, luvas de limpeza, mas com olho roxo e sem um dente, joga um homem fora. Esta obra de arte urbana, feita na Inglaterra em 2023 ironicamente no Dia dos Namorados, trata da violência doméstica, revelando também um pouco do papel da mulher na sociedade moderna. Isso porque a violência doméstica pode ser vista também como uma forma de manter a mulher submissa ao homem, e, portanto, presa ao papel que lhe foi imposto há muito tempo, desde o início da vida moderna. A mulher deveria ser obediente, prendada, parcimoniosa, passiva: a esposa ideal. Segundo Silvia Federici, em “O Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva”, esse novo modelo de feminilidade surgiu após séculos de perseguição, da chamada “caça às bruxas”. Nesse novo papel a mulher era responsável pelos trabalhos domésticos, sempre dependente de um homem ou fazendo trabalhos pouco valorizados, em uma posição abaixo a dos homens. Sendo assim, a imagem retrata muito bem essa posição de submissão feminina na sociedade moderna, aquela que cuida da casa e pode até mesmo apanhar do marido, do qual depende. A parte ousada da obra é justamente a mulher jogar fora esse agressor, como uma libertação de uma situação vivida até então. Indica também essa transformação atual do papel da mulher, que nos dias de hoje tenta se igualar ao papel do homem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-17 12:31:23 UTC</pubDate>
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         <title>Espelho da Realidade (Benjamin Bambu Corvo Levy)</title>
         <author>9275_36</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/2998877416</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem é uma representação crítica sobre o papel da mulher na sociedade moderna, que mostra uma noiva se olhando no reflexo do espelho. Porém, ao invés de se ver com seu vestido, ela se vê fazendo tarefas de casa, mais especificamente lavando louça.</p><p>Essa imagem, feita pela venezuelana Rayma Suprani, representa o papel tradicional das mulheres na sociedade moderna. No contexto atual, as mulheres tem o estereotipo de serem esposas, enquanto ao mesmo tempo são responsáveis pelas tarefas domésticas. Isso se reflete em "O Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva", de  Silvia Federici, em que fala deste modelo de feminilidade que surgiu depois da caça às bruxas, em que a mulher dependia do homem e sempre era responsável pelas tarefas doméstica, "a esposa ideal".</p><p>Podemos concluir que, a imagem escolhida representa bem o tema do papel social da mulher na sociedade moderna, mostrando como, mesmo com as mudanças e avanços, os jeitos tradicionais ainda pesam sobre as mulheres.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-19 15:36:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Idade Moderna, Mulheres, Filhos e Educação</title>
         <author>PedroHilsenbeck</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3000329235</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi está imagem pois acredito que ela represente fielmente o papel imposto na mulher da Idade Moderna. No quadro podemos ver uma mulher com um menino, possivelmente seu filho, ela segura um livro em suas mãos, representando o aprendizado que as mulheres deveriam repassar aos seus filhos, como a leitura, a disciplina e o trabalho.</p><p>O papel das mulheres na sociedade moderna era ter filhos, educá-los e criar trabalhadores para o que se tornaria o capitalismo. Em uma sociedade machista em antiquada, as mulheres cuidavam de seus filhos e de suas casas, e até hoje em alguns casos, fazendo uma espécie de trabalho gratuito. &nbsp;Aquelas que não tinham marido eram vigiadas pelo governo, e influenciadas a casarem e terem filhos, diversas leis foram criadas ajudar neste processo, impedindo os processos de contracepção, aborto e aplicando penas mais fortes a infanticídio já aquelas que decidiam ir contra este sistema, ou simplesmente não conseguiam ter filhos eram perseguidas como bruxas, sendo intimidadas e ameaçadas, ou normalmente mortas.</p><p>Sendo assim, está pintura, que foi feita no século XVIII, pintada durante a Idade Moderna, representa bem este período histórico, e o papel das mulheres na sociedade moderna, se relacionando com alguns subtópicos do “Texto 1”, sendo eles o “divisão sexual do trabalho” que se relaciona com o trabalho doméstico das mulheres e “Controle reprodutivo” que fala um pouco sobre a caça as bruxas e sobre a importância da reprodução feminina e sua importância ao governo,&nbsp; o texto estudado em aula, foi feito a partir do livro “O Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva”, que também fala sobre o feminino na sociedade moderna, sendo ele ter uma família, transmitir educação, disciplina e erguer uma nova geração de bons cidadãos e trabalhadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 16:42:21 UTC</pubDate>
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         <title>SUPERAÇÃO</title>
         <author>joaocorvofogaca</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3002259270</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi essa imagem, pois a mulher na sociedade moderna foi ganhando mais espaço, mais liberdade para fazer o que quer, antigamente, na sociedade medieval, as mulheres tinham muitas restrições desnecessárias que achavam importantes na época. As mulheres hoje podem ocupar cargos importantes e ser donas do seu próprio negócio, deixando de lado o machismo que era antigamente. Essa imagem remete a superação e resistência da mulher, vendo que ela está discursando algo importante e ocupando um cargo alto, coisa que antigamente não existia. Agora na sociedade moderna o papel social da mulher não precisa ser um específico, pois hoje elas tem os direitos da liberdade de escolher o que querem trabalhar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 20:20:03 UTC</pubDate>
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         <title>Título: redefinindo seu papel na sociedade, de casa aos negócios </title>
         <author>ferrentiniotto</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3002337152</link>
         <description><![CDATA[<div>A imagem foi escolhida, pois representa a mudança que vem acontecendo no lugar de maior miscigenação, os negócios, algo que hoje em dia apesar de muito patriarcal na sociedade atual, vem dando mais espaço e as vezes certo protagonismo as mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 22:33:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Liberdade de escolha sem esteriótipos - Guilherme Carrieri</title>
         <author>didikkk</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3002429899</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 00:28:07 UTC</pubDate>
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         <title>Luca Castro Motta (9°B)</title>
         <author>lucamotta733</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3002433939</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A mulher nos tempos modernos: elas são vistas socialmente, e sempre foram, como seres submissos ao homem, desde os tempos medievais (Séc: V - XVI). E na transição do século XVI para os atuais, a mulher foi cada vez mais perdendo o seu cargo na sociedade capitalista, cada vez mais, tendo que se submeter ao homem, por eles serem proprietários das terras, por sua capacidade física de exercer cargos com a força bruta, e cada vez mais, ganhando salários menores. Vistas pela sociedade, muitas vezes, como entretenimento, um objeto, um ser inanimado, que só tem como propósito, a reprodução, mesmo que elas exerçam os principais cargos domésticos, que rendem trilhões todos os anos, porém isso não vai diretamente para o bolso delas, e principalmente, exercem o cargo, de mãe, de ensinar a nova gerações de homens, que está por vir, e mesmo assim, o machismo predomina na sociedade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 00:30:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dennys</title>
         <author>murilohenrique26387</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3002527544</link>
         <description><![CDATA[<div>Multitarefa: O Desafio da Mulher Moderna<br><br>A imagem representa uma mulher independente, que faz dupla jornada, significa que ela faz o trabalho doméstico cuida dos filhos e etc e faz um trabalho por fora. E indo mais a fundo está imagem se relacionar com o cargo que foi atribuído as mulheres da classe trabalhadora modernidade, porque foram força forçadas pelo capitalismo a procurem formas de aumentarem a renda familiar, mais sem deixar cumprir a imposição social do cuidado, ou seja, ter que criar filhos e manter o ambiente doméstico. Já a mulher da imagem ilustrada, compartilha continuidades com as mulheres da classe trabalhadora da modernidade, sendo empurrada ao cargo de mãe e responsável pelos assuntos doméstico, normalmente ela ocupa papéis na atualidade com menos remuneração que os homens, nesse sentido, é bom lembrar que a mulher,&nbsp; na transição para o capitalismo e para a modernidade, teve seu espaço como profissional reduzido é a desvalorização da divisão sexual do trabalho. A imagem, com isso, representa esse acúmulo de funções que as mulheres tiveram ao longo da modernidade e que ainda persiste nos dias de hoje, isto é , equilibrar varia funções sendo a maior parte dela é atividade não remuneradas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 01:30:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O paradoxo da liberdade limitada - Júlia Gouvêa Canedo</title>
         <author>juliagouveacanedo</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3002548980</link>
         <description><![CDATA[<p>        <em>O paradoxo da liberdade limitada</em></p><p>  </p><p>       Nos últimos séculos, o papel social das mulheres tem sido caracterizado por constantes mudanças, tendo sempre uma imagem que favorecesse o contexto social da época, diversos adjetivos já foram atribuidos as mulheres, “bruxa” “histérica” “dramática” e outros imaginários decorrentes da demonização feminina que ocorreu durante a transição da idade media para a moderna. É claro que, com a popularização do feminismo e outros movimentos a favor da igualdade de genêro essa imagem caricata e vilanizada foi se dissipando, deixando apenas rastros da tal demonização.</p><p>      No entanto, apesar dos avanços conquistados ao longo do tempo, as mulheres estão longe de conquistar a igualdade de genêro; seja por questões políticas como a desigualdade salarial e a carência de mulheres em posições de poder até questões sociais, que raramente são abordadas, como a desvalorização do trabalho doméstico ou até a falsa narrativa de que uma mulher bem sucedida profissionalmente não pode ser uma boa mãe ou ter um casamento estável. Em meio dessas lutas e mudanças, figuras importantes marcam a história da evolução feminina em nossa sociedade, servindo como símbolos de esperança e resistência para aquelas que desafiam a posição social em que foram inseridas.</p><p>      Um desses símbolos foi a cantora Rita Lee, que aparece na imagem a cima, em uma manifestação enquanto segura seu filho. Além de ser conhecida pela sua carreira na música e sua personalidade extravagante, Rita também conciliava seu lar e sua familia sem perder sua essência, sem abandonar sua carreira ou parar de lutar pelas coisas que acreditava. Rita Lee não foi so um simbolo feminista, mas também mostrou qual a posição da mulher na sociedade que vinha se criando em seu tempo; uma mulher com múltiplas escolhas e trajetórias profissionais.</p><p>É claro que estigmas como o de que trabalho doméstico não passa da obrigação feminina ou de que uma mulher não sera verdadeiramente feliz sem casamento e filhos ainda são muito presente na nossa sociedade, e qualquer mulher que escolha seguir uma carreira distante da doméstica será demonizada por sua escolha. Não podemos nos enganar em achar que por terem mais escolhas as mulheres agora se livraram dos desafios que a “esposa ideial” ou a “bruxa histérica” sofriam, pelo o contrário; as mulheres da modernidade e da atualidade tem que enfrentar esses desafios enquanto se provam capazes de sustentar uma carreira independente, levando a uma geração de mulheres exaustas e multitarefas. Em suma, a imagem não mostra somente uma mãe lutando pelo o que acredita, mas séculos de mulheres que lutaram e se sacrificaram para que a posição social feminina fosse um pouco mais humanizada, mulheres que lutaram para que o trabalho doméstico não fosse invisível e ter filhos não fosse dado como obrigação, acabando somente com as múltiplas jornadas vivídas e exaustivas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 01:44:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Lado Invisível da Economia</title>
         <author>9577_11</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3002725436</link>
         <description><![CDATA[<p>     Durante todo o processo "transição" do feudalismo para o capitalismo em toda a Europa, as mulheres de classes baixas foram completamente exploradas, devido ao enorme número de mortos durante a Peste Negra causadores de uma supervalorização do trabalho vivo, levando em conta a carência de trabalhadores.  Essa violência contra as mulheres se dava por meio de uma perseguição a toda forma de relação sexual não procriativa, usando de meios como a caça às bruxas (que demonizava todo saber de métodos contraceptivos e sexo não reprodutivo), exclusão de ambientes de trabalho até então ocupados por mulheres (podendo somente ocupar cargos de menor prestígio, como empregadas domésticas, vendedoras ambulantes, bordadeiras...) e até leis e normas implementadas pelo próprio Estado, tudo a fim de forçar as mulheres a permanecer e ser "donas de casa" . As leis podiam as impedir de ter um salário suficiente para sobrevivência (método de forçar o casamento),  proibir ambientes de sociabilidade coletiva (esportes, tavernas, funerais...) e até legalizar e <strong>incentiva</strong>r o estupro e a prostituição - prostituição essa que, quando demonizada era extremamente rentável, mas, com incentivo do Estado acabou perdendo o valor, apesar do enorme aumento da procura. A única carreira de "sucesso" permitida a uma mulher era o casamento</p><p>     O pôster escolhido define bem o que tornou "ser mulher" após os 200 anos de tortura que perseguiu esse sexo, mostrando o resultado da disciplina social buscada ao longo desse movimento de acumulação primitiva, que exige das mulheres não a criação de um filho, mas sim trabalhador produtivo. A imagem mostra quatro mulheres fazendo trabalhos domésticos, como passar roupa, alimentar sua prole, e cuidar em geral, preparando uma infinidade de homens para o mundo, ou melhor, o mercado de trabalho. Os homens saem em massa dos cuidados desse grupo que podemos denominar de "o lado invisível da economia" para formar uma fila que os levam diretamente ao trabalho. </p><p>     "O que vocês chamam de amor, eu chamo de trabalho doméstico não remunerado" -  Silvia Federici é um ideal defendido no pôster, e, sem ele, o capitalismo não funciona. Toda a violência sofrida na "transição" para esse modo de organização do trabalho gerou uma invisibilidade no trabalho doméstico que continua presente até hoje, e tornou normal aos olhos da sociedade ser a mulher passa maior parte do tempo com os filhos, em casa, quem faz comida e até quem recebe menos. Esse movimento tirou mulheres de postos que ocupavam tradicionalmente, as deu menos espaço no ambiente de trabalho como um todo, o que reflete até hoje na diferença de salários de mesmo cargo entre sexos opostos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 03:35:00 UTC</pubDate>
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         <title>Mulher e a sua posiçao na antiga sociedade</title>
         <author>11604_24</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3003458034</link>
         <description><![CDATA[<p>Na imagem e possivel observar uma mulher com varios  objetos de casa aonde,a mulher na antiga sociedade era vista apenas como dona de casa. Eu escolhi essa imagem pelo fato de que ela e mais detalhada ,olhando bem e possivel observar que ela tem lagrimas em seus olhos e uma criança em sua barriga oque retrata a realidade de varias mulheres antigamente e ate mesmo hoje em dia</p><p> mulheres nao tinham direito  de ter uma vida fora de suas casas reflexo de uma sociedade machista e opressora em relaçao as proprias mulheres.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 14:27:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Naturalização do Trabalho Feminino Doméstico</title>
         <author>10606_111</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3003874352</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde criança é sempre comum procurar a mãe para tarefas como: fazer sua comida, passar e lavar sua roupa. E na maioria das vezes procurar o pai para consertar um brinquedo ou trocar uma lâmpada. Querendo ou não essas procuras e pedidos são automaticamente divididos para cada gênero. </p><p>A imagem porduzida por Robert Espiritu ilustra o que é dito no livro do Calibã e a Bruxa, de Silvia Federici, "uma vez que as atividades das mulheres foram definidas como não trabalho, o trabalho das mulheres começou a se parecer como um recurso natural, disponível para todos assim como ar que respiramos e a água que bebemos". Hoje em dia ambos os sexos são ensinados desde crianças a fazer certas tarefas, a meninas aprendem a costurar, cozinhar, lavar e passar roupa, nem sempre são as mães que as ensinam, mas a sua própria forma de lazer incentiva isso, como brincar com bonecas. A divisão de tarefas domésticas por gênero persisti em desigualdades ao desvalorizar o trabalho feminino. Robert Espiritu e Silvia Federici mostram que essas atividades são trabalho não reconhecido. </p><p>Gabriela Freitas </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:45:45 UTC</pubDate>
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         <title>Submissão Feminina: Luta pela Liberdade?</title>
         <author>ninocataralli</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3003881265</link>
         <description><![CDATA[<p>A reprodução feminina sempre foi um tópico político. Em decorrência da diminuição populacional pós Peste Negra, as mulheres tiveram o papel essencial de "repor" os trabalhadores, entretanto, junto dessa responsabilidade também foi imposto a elas um grande controle reprodutivo, o estado e a sociedade em sua volta estavam não somente impondo regras sobre seu corpo, como também travando guerras com aquelas que se recusavam a aderir a nova norma, guerra essa conhecida por “Caça as bruxas”. </p><p>Durante muitos séculos, as mulheres tiveram cargos importantes no mercado de trabalho, como fabricar cerveja, realizar partos e trabalhar nos feudos, porém, com o controle reprodutivo imposto pelo estado e a posição submissa em que elas foram colocadas, não podendo ser livres, perderam a possibilidade de ocupar grandes cargos profissionais, já que o casamento era visto como carreira principal na vida de uma mulher, sendo destinadas então, a trabalharem como empregadas domésticas, trabalhadoras rurais, bordadeiras e outros empregos de status mais baixo. A partir disso, recebiam um salário que as impossibilitava de viver só, para que precisassem se casar e depender de um homem, o que as transformou em simples 'objetos reprodutivos'.</p><p>A foto a cima representa muito mais do que uma criança fazendo trabalhos domésticos, ela reflete a pesada carga que é imposta a uma mulher desde pequena; varrer o chão, lavar os pratos e banheiros, cozinhar, passar roupas e outras tarefas como essas, são vistas como básicas e essenciais no “currículo” de uma menina. </p><p>O controle reprodutivo começou a se expandir, deixando de se tratar somente sobre o útero de uma mulher, mas de toda a sua jornada, profissional e pessoal. </p><p>Segundo Silvia Frederici, filósofa contemporânea, “(…) uma vez que as atividades das mulheres foram definidas como não trabalho, o trabalho das mulheres começou a se parecer com um recurso natural, disponível para todos, assim como o ar que respiramos e a água que bebemos”. Mesmo depois de décadas, essa frase ainda se aplica e é extremamente presente na sociedade atual, seja na mídia com as donas de casa sendo retratadas como preguiçosas ou até no dia a dia quando apontam os trabalhos domésticos como simples ou “nada mais que a obrigação”. </p><p>As mulheres da modernidade tiveram que lutar e ainda lutam contra rastros do passado, sendo controladas pelo estado e pela sociedade em sua volta, elas tem que lidar com a herança das que vieram antes; a invisibilidade do trabalho doméstico, a sobrecarga e outras lutas persistentes e inacabadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:55:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As correntes invisíveis das mulheres sob o peso do Capitalismo.</title>
         <author>gabrielosestini</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3003883994</link>
         <description><![CDATA[<p>(Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.entaolengalenga.blogspot.com/2008/09/60-mulhe">www.entaolengalenga.blogspot.com/2008/09/60-mulhe</a>... Acesso em 09.11.2010)</p><p><br/></p><p>Legenda:</p><p>          Tendo em vista nossos estudos e discussões, a imagem apesentada retrata muito bem do que seria um dos papeis das mulheres na idade moderna. A imagem se relaciona já que ela mostra o que seria a mulher na idade moderna, ou seja uma dona de casa em que a sua única função é cuidar da casa e dos filhos enquanto seu marido está no trabalho, exercendo uma função essencial na visão econômica sendo ela a de procriar e cuidar de seu filho, sendo citado no texto 1.</p><p>          A conexão que a imagem cria entre as épocas é que, ela continua a acontecer nos dias atuais, não na visão econômica, mas sim em relação no papel de dona de casa visto que nos dias atuais muitas mulheres não trabalham, tendo o único papel de de cuidar de casa e de seus filhos. Isso é resultado de uma disciplinação que ocorre a séculos e que resultou em resquícios desse grande machismo que ocorre nos dias atuais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 21:00:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bruxaria e Misoginia: A Caça às Bruxas como Ferramenta de Controle Patriarcal</title>
         <author>11262_26</author>
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         <description><![CDATA[<p>A mulher sempre foi alvo de discriminações e muitas vezes foi submissa aos homens e parceiros, devido a uma sociedade que constantemente se desvendou machista.</p><p>          Durante a caça às bruxas, as mulheres que se destacavam ou desafiavam as regras eram rotuladas como "bruxas". Elas podiam simplesmente ser independentes ou questionar as normas da época. Para puni-las, era necessário arranjar uma desculpa, e a acusação de bruxaria servia bem. Era como se queimar mulheres na fogueira fosse uma forma de controlar as que não se encaixavam no papel que a sociedade esperava delas. Esse período sombrio nos lembra como o sistema patriarcal tentava manter as mulheres "no lugar".</p><p>Simone de Beavoir (1908-1986) <strong>“Não nascemos mulheres, mas tornamo-nos uma.”</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 21:14:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Execução da Bruxa Guerreira - Antonio Sanchez Badin</title>
         <author>antoniobadinparticular</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Devido às drásticas mudanças que vinham acontecendo com o feudalismo desde o século XIV, o fim da peste negra, as revoltas camponesas e a "descoberta" das Américas, a formação dos burgos, um novo sistema econômico começa a se delinear na sociedade moderna europeia, o que mais pra frente viraria o capitalismo. Essa nova forma da Europa se organizar teve vários impactos em todos os seus habitantes, mas principalmente para os camponeses.&nbsp;</p><p>As terras comunais e os mansos servis sofreram o cercamento de terras, tornando-as particulares e expulsando quem vivia lá, forçando os antigos servos a se mudar para os burgos. Lá encontraram um ambiente hostil e totalmente diferente ao qual estavam acostumados. O trabalho nas cidades era um sistema pré-industrial, com várias pessoas fazendo vários produtos e não importa quem fez e pra quem vai.</p><p>Porém, quem mais sofreu com essas mudanças foram as mulheres camponesas. Durante a Idade Média, as camponesas tinham total liberdade sobre si mesmas, seu corpo, seu comportamento, sem muita pressão social sobre isso. Quando a Idade Moderna chega, isso tudo muda. As mulheres, camponesas principalmente, começam a ser alvos da imposição de vários padrões que não lhe eram familiares. A imagem da "mulher perfeita"a esposa perfeita" foi a principal arma dessa imposição social, as que não seguiam essa norma social eram mal vistas, assim surgiu o conceito da bruxa.</p><p>A mulher representada na pintura acima é Joana d'Arc, uma camponesa francesa do século XV e visionária que liderou um regimento do exército francês e conseguiu impor várias derrotas aos ingleses na Guerra dos 100 Anos. Entretanto, sua vida não durou muito, foi capturada, julgada e queimada na fogueira pelos ingleses (imagem retratada na pintura), sendo as principais acusações de seu "julgamento" ela usar "roupa de homem" e falar com o demônio.&nbsp;</p><p><em>"As mulheres eram acusadas de ser pouco razoáveis, vaidosas, selvagens, esbanjadoras [...]"(O Calibã e a Bruxa p.294). </em>Foi exatamente isso que aconteceu com Joana. Por ela ser uma grande guerreira, que liderava nas batalhas e usava "roupa de homem" começou a ser vista com maus olhares, inquirida sobre sua feminilidade, e logo taxada de bruxa pois não seguia os padrões inferidos. Portanto, a imagem de Joana d'Arc sendo queimada na fogueira não apenas simboliza a violência contra uma mulher específica, mas também representa a repressão de todas as mulheres que ousaram desafiar as normas sociais e os padrões de gênero impostos pela sociedade da época. A caça às bruxas, simbolizada por essa imagem, foi um instrumento brutal de controle social que procurou suprimir qualquer forma de rebeldia feminina durante a transição para o capitalismo na Europa.</p><p><br></p><p><br></p><p><br><br><br><br><br><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 21:33:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maria Fernanda Mattiussi 9°B</title>
         <author>fefemattiussi</author>
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         <description><![CDATA[<div>A pintura “Morte na fogueira de três “bruxas” em Baden” de Johann Jakob Wick mostra bruxas sendo vítimas da ameaça da fogueira, prática que estava acontecendo durante o século XV e XVI na Europa devido a caça as bruxas. A caça às bruxas foi um movimento de perseguição religiosa, política e social contra as mulheres que não queriam ter filhos e eram contra só terem um trabalho reprodutivo. A ameaça da fogueira era um dos métodos principais de tortura e consequência dessas mulheres terem esse comportamento.</div><div><br></div><div>O papel social da mulher na sociedade moderna foi durante muito tempo a “esposa ideal”. Esse modelo de feminilidade ideal constitui da mulher ser passiva, obediente, ocupada e sempre preocupada com suas tarefas. Seu papel era cuidar da casa e ser mãe de seus vários filhos. Quando uma mulher não concordava com esses princípios, ela era considerada uma bruxa, apenas pois ela não se encaixava no padrão ideal da época.&nbsp;</div><div><br></div><div>No entanto, as mulheres na sociedade moderna tinham um papel muito claro e direto, que era, cuidar do trabalho reprodutivo (limpar, cozinhar e educar seus filhos) em quanto os homens realizavam o trabalho produtivo (participar de guerras, trabalhar em lojas, etc.). Esse estereótipo do feminino ainda está presente na sociedade atual, mesmo sendo menos visível, as mulheres continuam realizando mais os trabalhos reprodutivos do que os homens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 21:34:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A imagem da mulher fértil na idade moderna                                                       (Leonardo Shinobe)               </title>
         <author>leonardoshinobe2009</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3003904699</link>
         <description><![CDATA[<p> A imagem apresentada, mostra Nossa Senhora do Ó, ligada a fertilidade e sendo representada sempre como uma mulher grávida. Essa forte ligação com a fertilidade, pode ser relacionada com a necessidade de aumentar a população da Europa após a peste negra. Grandes crises como a Grande Fome, ou a Peste Negra, decaíram a população da Europa e consequentemente, o número de trabalhadores, criando a necessidade desse aumento populacional, políticas que criaram a imagem da mulher fértil, e a proibição de métodos contraceptivos foram aparecendo, fazendo as mulheres que não tinham filhos fora do padrão. Outra coisa que desprivilegiou as mulheres solteiras foi a divisão sexual do trabalho, que desvalorizou trabalhos não domésticos, para as mulheres além de precisarem dos homens para as sustentarem, elas também eram direcionadas a trabalhos como cuidar dos filhos, lavar roupa, cozinhar e etc. Isso tudo, somado a </p><p>'Caça às Bruxas", fez com que mulheres que fossem solteiras, ou que tivessem opinião, fossem perseguidas por apresentarem características de bruxas, submetendo as ainda mais à cuidar de casa, e terem mais filhos. Após todas essa políticas, para o aumento da fertilidade na Europa, hoje ainda há traços dessas políticas na sociedade, mas a imagem da mulher fértil, desde sempre esteve na humanidade, o que incentivou a reprodução humana, a imagem do papel da mulher, na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 21:37:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Feitiçaria e Submissão: o papel da mulher na Idade Moderna</title>
         <author>9202_41</author>
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         <description><![CDATA[<p>         A pintura representa bruxas venerando a figura de uma cabra preta, o diabo, onde elas estão entregando bebês para a criatura numa espécie de culto. O quadro foi pintado em uma época que o tema de bruxaria era popular entre os iluminados espanhóis amigos do pintor. A imagem tem tudo a ver com a figura feminina da época, onde as mulheres que não tinham família e que não cuidavam de crianças, eram consideradas bruxas, para que elas fossem punidas e não fossem um risco para a construção do capitalistalismo. A mulher ideal na época tinha que ser submissa e depedente do marido, cuidar de casa e ter filhos para gerar trabalhadores. </p><p>	De acordo com Silvia Federici em seu livro O Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva, a caça as bruxas aprofundou a divisão entre mulheres e homens, colocou no homem o medo do poder da mulher e destruiu um universo de práticas, crenças e sujeitos sociais cuja existência era incompátivel com a disciplina do trabalho capitalista. A caça as bruxas matou entre 40.000 a 50.000 mulheres, enforcadas, afogadas ou queimadas em fogueiras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 21:54:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>11737_31</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3003916442</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 22:02:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Marina Lapagesse- A imagem distorcida do feminino </title>
         <author>MarinaLapagesse</author>
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         <description><![CDATA[<p>  Devido ao que estudamos em aula sobre como eram vistas as mulheres na idade moderna, é chegado em conclusão de que desde sempre mulheres foram de certa forma estereotipadas na visão de homens, e isso é visto no século XVI, quando após a peste negra ter matado 1\3 da população europeia, o governo lança sua principal iniciativa de aumento populacional, ela sendo: o controle do corpo feminino, proibindo métodos contraceptivos (os tornando ilegais) e o aborto, começando a ser considerado infanticídio.</p><p>  Além de mulheres ´´perderem o controle do seu próprio útero´´, eram vistas de má forma se fossem solteiras ou se não tivessem filhos, o que causou uma pressão social para mulheres engravidarem, já que se as mesmas se encaixassem nas quais situações, não poderiam receber nenhum tipo de apoio da sociedade, e eram assassinadas caso o uso de anticoncepcionais ou se abortassem. Com isso, mulheres foram executadas excessivamente por esses motivos, ou até mesmo se seus bebês morressem antes do batismo (mesmo por causas naturais), e não bastando isso, as quais praticassem relações sexuais sem o intuito de engravidar, ou abortassem a criança foram demonizadas, sendo assim elas estereotipadas como bruxas, que tinham essas características, de serem solteiras, se tivessem históricos de aborto ( na visão dos homens as crianças eram comidas) ou se simplesmente fossem inférteis. Essa visão sobre as mulheres se tornou algo sério, as mesmas começaram a ser vigiadas, com suas gravidezes registradas e a profissão de parteira não poderia mais ser exercida por elas, para evitar ´´acobertamentos´´ de bruxas.</p><p>  É possível ver que nos tempos atuais poucas coisas mudaram, já que o aborto ainda é ilegal (apenas contendo exceções), mulheres ainda são desvalorizadas e mal vistas por não terem uma família depois da meia idade, e apesar de não serem mais taxadas de bruxas, ainda sim são julgadas por homens pelo seu jeito de ser, sendo agora consideradas manipuladoras, malvadas etc (características de bruxas na idade moderna)</p><p> Na imagem que escolhi, é mostrado uma mulher sendo calada por uma mão masculina, que mesmo simples, mostra um grande significado, sobre como: a mulher é representada por uma estátua antiga, podendo querer representar o quão antiga é essa ideia do machismo e de tentar calar\controlar mulheres, as mesmas perdem o controle de seus corpos, apenas pelo seu gênero, ganham apenas 70% do que um homem ganha exercendo o mesmo cargo e até completando mais horas de trabalho , sobre como são descritas por homens e não por si mesmas. </p><p>  Visto isso, podemos concluir que homens pensam que tem o direito de ´´nomear´´, ´´caracterizar ou até mesmo ´´resumir´´ mulheres de acordo com suas roupas, profissões, beleza física, situação amorosa, personalidade, ações escolhas etc. É mostrado na foto como homens bloqueiam a autoexpressão e liberdade das mulheres de se auto rotular e de terem o direito de se defender as calando, e nos dias de hoje, evitar isso é praticamente impossível</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 22:11:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vitória Domingues: A permanência dos rótulos: Da caça as bruxas à submissão</title>
         <author>VitoriaDomingues</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3003973063</link>
         <description><![CDATA[<p>    “Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser livre” - Simone de Beauvoir, escritora e filósofa francesa.</p><p><br>    Por séculos mulheres foram perseguidas e submetidas na Europa, suas práticas e conhecimentos demonizados, nesse período iniciou se um processo de limitação e controle sobre as mulheres que persiste até os dias atuais. O movimento de perseguição contra o sexo feminino nomeado de caça as bruxas, insinuava que o papel da mulher na sociedade era reduzido a somente reprodução, após ela um novo modelo emergiu, nele a sociedade exigia que a mulher seja passiva, obediente, uma esposa perfeita, destinada somente aos trabalhos domésticos e a maternidade.&nbsp; Uma vez que a mulher já foi chamada de selvagem, manipuladora, desbocada, bruxa, agora ela passa a ser retratada como excessivamente emocional, incapaz de se auto cuidar e necessitada do controle masculino em seu lar.</p><p>    A construção da feminilidade que foi iniciada séculos antes, ainda é visível, o movimento pelos direitos da mulher luta para quebrar a drástica diferença social entre os gêneros. A fotografia acima foi tirada em uma sala da WomenHouse, conjunto de instalações artísticas feministas criada pela Judy Chicago em 1972.&nbsp; Parte da primeira edição do projeto, Ironing é a instalação da fotografia, nela é representada uma mulher fazendo uma tarefa doméstica (no caso passando ferro em tecidos) provocando a ideia central do projeto, a casa é um local confortante ou quase torturante?</p><p>    Cada quarto da WomenHouse apresenta aspectos diferentes dentro do feminino e domesticidade, através das instalações o projeto crítica como a sociedade rotula as mulheres, as limitando de oportunidades ao lhe designar somente o trabalho dentro de sua casa. A nova imagem do feminino, representada pela WomenHouse, mostra a complexidade das experiências feminino . Essa visão rompe com os estereótipos apresentando as mulheres como o foco das suas vidas .</p><p>    A transformação da imagem do feminino ao longo dos séculos revela um passado longo de controle social. Durante a caça às bruxas, as mulheres que tinham e utilizavam de seu conhecimento ou comportamento&nbsp; imposto como “fora do comum” eram perseguidas e demonizadas. Esse sistema de repressão buscava punir, mas também reforçar um modelo de feminilidade que prendia as mulheres ao papel de reprodutoras sem nenhuma liberdade de escolha.&nbsp; Movimentos como a WomenHouse continuam a discutir e problematizar tal controle e limitação estabelecidos sobre as mulheres, com instalações como a “Ironing” o tópico, que ainda é muito normalizado, atinge milhares de pessoas todos os anos que o projeto está ativo. Com o passar do tempo, a imagem da mulher mudou e está ainda em um processo de evolução, porém o controle social permaneceu. De bruxas, passaram a ser a esposa ideal e assim a sociedade continua a rotular o sexo feminino.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 23:46:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lorena Vergamini Terni Alonso</title>
         <author>lorenavtalonso</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3004015938</link>
         <description><![CDATA[<p>       <strong>Da fogueira ao debate!</strong><br></p><p>&nbsp; Em meados do século XVI, após a crise da peste negra estima-se que morreram em torno de 200 milhões de pessoas, como consequência a mão de obra caiu pois não tinha mais quem exercer-sem&nbsp; os trabalhos então todos os governos europeus começaram a impor penas severas à contracepção, aborto&nbsp; e infanticidio. <em>“Na França um édito real de 1556 requeria que as mulheres resgistrassem cada gravidez e sentenciava à morte aquelas cujos bebês morriam antes do batismo […] Também foi criado um sistema de espionagem com a finalidade de vigiar as mães solteiras e priva-las de qualquer apoio- “O Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva”, Silvia Federici.</em> O resultado disso foi o condicionamento das mulheres à procriação, na Idade Média as mulheres podiam usar métodos contraceptivos e haviam exercido um controle indiscutível sobre o parto mas a partir da Idade Moderna as coisas mudaram e seus úteros haviam sido transformados em “território politico” controlado por homens e o estado ou seja a procriação foi colocada a serviço da acumulação capitalista.</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp; Já hoje no século XXI o controle reprodutivo das mulheres mudou bastante e melhorou, podemos decidir se queremos ter filho e se por acaso o feto não se desenvolver não seremos punidas e em muitos países o aborto é até legalizado como por exemplo na Alemanha, França, Irlanda e etc. porém em outros&nbsp; mais conservadores a questão do controle reprodutivo evoluiu muito pouco desde o século XVI na maioria dos casos por motivos religiosos . No Brazil o aborto induzido é considerado crime contra a vida humana previsto pelo código penal Brasileiro ,depois de muita luta por parte das mulheres em 2012 surgiu uma nova lei decretando que o aborto seria legalizado em casos de risco de vida, gravidez resultante de estupro e anancefalia oque já é um avanço, mas a questão ainda é muito polêmica e uma boa parte da população e dos seus representantes no congresso é contra a legalização do aborto e até mesmo se recusam a discutir sobre o assunto mas também existe um grupo mobilizado para tentar avançar a discussão e tentar mudar a atual situação como ilustrado na imagem acima que foi tirada em um&nbsp; protesto em 2012 contra o presidente da Câmara Eduardo Cunha e seu projeto de lei 5.069, que visava restringir o direito ao aborto a mulheres vítimas de estupro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:23:25 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Granato - Figura feminina e sua sombra na história. </title>
         <author>biacardoso10</author>
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         <description><![CDATA[<p>A trajetória da mulher na sociedade sempre foi&nbsp; um grande tabu, que se iniciou na Idade Média devido a graves consequências da Peste Negra, e tem impactos significantes na sociedade até os dias atuais.</p><p>Em virtude ao declínio da mão de obra na Europa após as mortes devidas a Peste Negra, mulheres começaram a ser usadas como “objeto” para restaurar a população perdida. Porém mudanças sociais e instabilidade política vierem a ocorrer, o que, em pouco tempo, a gerou um grande pânico na população. As classes prevalecentes precisavam de uma “distração” para que isso não afetasse ainda mais o povo, e o alvo, como já previsto, foram as mulheres.</p><p>A partir disso, a bruta perseguição sob as mulheres se deu início, e, por qualquer motivo que fosse, a figura feminina ia estar relacionadas com a bruxaria.</p><p>Mulheres com aparência repugnante ou com boa aparência , eram tidas como bruxas, muitas vezes por não agradar os desejos masculinos de homens poderosos. Na visão dos homens da Idade Moderna, as mulheres eram resumidas a “objetos de reprodução”, e precisavam ser submissas às vontades masculinas, sem controle sobre suas próprias vidas. Isso afetou, principalmente a classe trabalhadora de mulheres, que precisavam sustentar-se a si próprias, e muitas vezes seu filho, que precisava de recursos e educação, o que só era garantido se a mulher tivesse um emprego digno. Porém, muitas mulheres trabalhadoras, eram sexualizadas em seu próprio local de trabalho, onde não eram respeitadas e eram superestimadas, retomando a ideia de bruxaria.</p><p>Concluindo, as ideias sobre a figura feminina&nbsp; na Idade Moderna se pendura na atualidade, como a visão de uma mulher submissa e posta de lado em diversos trabalhos, infelizmente influenciou nossa sociedade atual, mesmo que de uma forma mais sútil. A luta por uma sociedade onde existe igualdade de gênero ainda é uma realidade,&nbsp; mesmo que esteja evoluída, a herança histórica da exclusão das mulheres ainda se faz sentir, construindo as experiências das mulheres na atualidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:37:45 UTC</pubDate>
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         <title>AV1 - Valentina Kalassa</title>
         <author>9287_21</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A Representação da Mulher na Sociedade Moderna: Controle, Submissão e Desigualdade Histórica</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As mulheres na sociedade moderna têm, subjetivamente, um papel considerado “inferior” aos homens, podemos observar isso através de diversos fatores, tais como acesso à educação, diferença salarial, entre outros. Além da questão de inferioridade, sempre esteve presente a representação da mulher como uma figura doméstica, que cozinha e cuida da casa e filhos. Não menos importante, um corpo controlado e submisso à figura masculina. Ademais, isso não é de agora, retrocede muito na história, a posição social ocupada pela mulher na modernidade começou a ser construída no período de transição para o capitalismo.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A ilustração de Karina Billa, representa de forma clara o controle dos homens sobre a mulher. Isso é possível constatar a partir da maneira como a figura feminina da imagem está sendo tocada pelas mãos do homem, com uma fita sobre sua boca (reprimindo o direito de fala) e mesmo assim permanecendo imóvel. Isso retrata o papel social atual das mulheres no mundo, em que 75% delas realizam tarefas domésticas não remuneradas diariamente, e parte significativa dessa porcentagem sem direito de escolha. Esse controle vem ocorrendo, aproximadamente, desde o século XV e XVI em que seus corpos, de acordo com o livro “O Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva”, “se transformaram em território político, controlado pelos homens e pelo Estado”.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Outra ideia que vem historicamente atrelada, é a submissão e dependência da mulher à figura masculina. Na ilustração, a figura feminina é representada visualmente menor que o homem, trazendo a mesma ideia de inferioridade e dependência, que é de longa data: “todo o trabalho feminino (...) até mesmo quando feito fora de casa, era pago a um valor menor do que o trabalho masculino – nunca o suficiente para que as mulheres pudessem sobreviver dele”. Essa ideia ainda está presente na sociedade atual, ela pode ser notada a partir da desigualdade salarial, em que mulheres recebem, globalmente, cerca de 20% a menos que os homens.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em suma, podemos ratificar a existência da influência histórica na posição social ocupada pela mulher na modernidade, uma posição inferior, controlada, oprimida, submissa e dependente. Esse lugar menosprezado ocupado pela mulher é fruto de uma sociedade historicamente patriarcal e machista.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 02:55:57 UTC</pubDate>
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         <title>NOVA POSIÇÃO NA SOCIEDADE OU MAIS UMA ATRIBUIÇÃO?</title>
         <author>contierandre</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3007930886</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi esta imagem pois representa o papel da mulher na sociedade moderna, equilibrando suas responsabilidades profissionais e familiares. A mulher retratada aqui, equilibrando seu trabalho e cuidando do filho, cuidando de sua aparência e das responsabilidades da casa. Esta iconografia destaca a  mulher que, além de cumprir suas ambições e metas profissionais, também se dedica ao bem-estar de sua família. Isso é a realidade de muitas mulheres pelo mundo que além ter um emprego para sobreviver tem que cuidar da casa e da família além do próprio bem estar e aparência.</p><p>Essa imagem mostra que  apesar da mulher ter alcançado um novo papel na sociedade moderna, ela ainda é cobrada por todas suas atribuições do passado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 01:22:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marcelapiloto/50r2jlz9pyaym195/wish/3007930886</guid>
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