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      <title>Pré-Modernismo by SOPHIA SENA DOS REIS BARBOSA</title>
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      <description>Alexandre Elias, Júlia Corsino e Sophia Sena</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-04-28 19:30:56 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho do artigo de Monteiro Lobato, publicado em São Paulo</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>No artigo "Paranoia ou mistificação?", Monteiro Lobato criticou impetuosamente a mostra de Anita Malfatti, na primeira exposição de arte moderna. Fato esse que gerou grande polêmica e que seria a fermentação para a Semana de Arte Moderna.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-03 14:07:20 UTC</pubDate>
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         <title>Reprodução da Obra de Anita Malfatti – A estudante russa</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
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         <pubDate>2020-05-03 14:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-Modernismo - Introdução</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Pré-Modernismo teve seu início em 1902, estabelecendo como limite as obras Os Sertões, de Euclides da Cunha, e Canaã, de Graça Aranha. Terminou em 1922, com a Semana de Arte Moderna.O movimento representou o momento de transição e de preparação para a fase de emancipação da literatura brasileira, o Modernismo. O Pré-Modernismo, que coexistiu com o Simbolismo e o Parnasianismo, apontou os problemas de nossa realidade cultural e social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 19:19:57 UTC</pubDate>
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         <title>1. a) Panorama Histórico - A Proclamação da República</title>
         <author>juliacosta2</author>
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         <description><![CDATA[<div>A proclamação da república brasileira foi um golpe militar que desencadeou o fim do império de Dom Pedro II e o início da república, fato que ocorreu no dia 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, comandada por Marechal Deodoro da Fonseca.  A crise da monarquia aconteceu devido a fortes pensamentos positivistas vindo dos militares, o desgaste da monarquia que não correspondia aos desejos da população, a falta de apoio da Elite devido a instauração da lei Áurea, a forte interferência do rei na igreja e a maçonaria, o republicanismo e o desejo da participação política do povo no poder.<br>O Marechal Deodoro da Fonseca foi um dos militares mais importantes na guerra do Paraguai, muito aclamado pela sociedade da época. O homem tinha uma relação bem próxima com o rei e era monarquista convicto, porém após ser convencido por Benjamin Constant, o militar aceitou chefiar o golpe que estava previsto para dia 20 de novembro. Entretanto após a instauração de um boato que dizia que iria ser preso foi decidiu antecipar o golpe.<br>Então, no dia 15 de novembro de 1889, Deodoro saiu de sua casa pela manhã, mesmo doente, e proclamou o início da república.  No dia seguinte, a família real foi exilada para Lisboa e foi noticiado ao povo do novo governo ao qual não tiveram nenhuma participação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 19:22:44 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo Proclamação da República</title>
         <author>juliacosta2</author>
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         <pubDate>2020-05-05 19:26:53 UTC</pubDate>
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         <title>1. c) Panorama Histórico - A Situação da região Norte</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553080009</link>
         <description><![CDATA[<div>A passagem do Império para a República no Brasil, foi complicada e os primeiros anos foram conturbados. Na região Norte do país, havia a extração e comercialização do látex para a produção da borracha, trazendo riqueza e progresso, uma vez que esta era uma atividade basilar da economia. <br>Neste período, conhecido como “Belle Époque Amazônica”, cidades como Manaus, Porto Velho e Belém, tornaram-se as capitais brasileiras mais desenvolvidas, com eletricidade, sistema de água encanada e esgotos, museus e cinemas, construídos sob influência europeia. Contudo, esses traços de prosperidade revelavam sérias contradições sociais, que foram denunciadas pelos autores pré-modernistas.A demanda provocada pela Revolução Industrial, fez da borracha natural um produto super valorizado, sendo ela um bom material para ser utilizado em pneus de automóveis, motocicletas e até de solas de sapatos. Nisso, 40% de toda a exportação brasileira era proveniente da Amazônia e, como consequência desse “boom”, muitas vilas e povoados ribeirinhos surgiram e as cidades que já existiam prosperaram e cresceram, desenvolvendo desde infraestruturas básicas, como escolas e hospitais, até as mais suntuosas, como hotéis de luxo e teatros.<br>No início do século XX, porém, a supremacia da borracha brasileira sofreu forte declínio com a concorrência promovida pelo látex explorado no continente asiático. A brusca queda do valor de mercado levou diversos aviadores à falência e endividou os cofres públicos que estocavam a borracha na tentativa de elevar os preços. Contudo, atrelado ao interesse econômico dos cafeicultores, o governo monárquico não criou nenhuma espécie de programa de desenvolvimento e proteção aos produtores de borracha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 19:29:11 UTC</pubDate>
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         <title>Aristides Lobo sobre A Proclamação da República</title>
         <author>juliacosta2</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553084085</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 19:30:55 UTC</pubDate>
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         <title>1. b) Panorama Histórico -  Conflitos no Nordeste</title>
         <author>juliacosta2</author>
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         <description><![CDATA[<div>A instabilidade no país neste período da história, aconteceu devido a inúmeros acontecimentos, como: A abolição da escravatura, que não proporcionou nenhuma inclusão aos ex-escravos na sociedade, o surgimento de uma nova classe social e das comunidades, a decadência da cultura canavieira devido a ascensão do café na região sudeste, a divisão escancarada entre a elite e a classe trabalhadora e a insatisfação política. Esses acontecimentos desencadearam uma grande desigualdade social, e a fim de conquistar condições mais justas, se instauram conflitos em todo o país. <br>Na região nordeste, o maior conflito foi ‘’A Guerra dos Canudos’’ (1896- 1897) que ocorreu no estado da Bahia, e aconteceu em decorrência da seca na região, do desemprego, aumento dos impostos e uma grave crise econômica que levou milhares de sertanejos a partiram para Canudos liderados pelo líder religioso Antônio Conselheiro, o que gerou a insatisfação da elite da região. Após três expedições militares fracassadas, os militares destruíram o Arraial, matando 25 mil moradores. <br>Outro conflito instaurado na região foi o fenômeno do cangaço, neste acontecimento surgiram bandos independentes liderados por um líder único, que atacavam fazendas pertencentes a grandes proprietários de terras, invadiam vilas e roubavam casas e parte do que coletavam era distribuído entre a população pobre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 19:33:47 UTC</pubDate>
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         <title>Canudos Vista pela Arte Naïf</title>
         <author>juliacosta2</author>
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         <pubDate>2020-05-05 19:36:27 UTC</pubDate>
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         <title>Seringueiro extraindo látex da seringa.</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553096729</link>
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         <pubDate>2020-05-05 19:37:06 UTC</pubDate>
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         <title>2. Mudança na arte das estéticas no fim do século XIX para o Pré-Modernismo</title>
         <author>juliacosta2</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553103090</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola literária que antecedeu o Pré-Modernismo foi o simbolismo, a escrita simbolista resgatava aos valores simbólicos que foram deixados para trás no Realismo, uma arte que não poderia ser retratada apenas sob o ponto de vista da realidade. Essa arte decifrava os símbolos da natureza, desejava mergulhar o espírito e buscava algo maior em seus contos. <br>Ela se opunha ao parnasianistas que visavam mais a estrutura do texto do que o conteúdo. Os simbolistas usavam de efeitos sonoros, de certa musicalidade e de figuras de linguagem como assonância e aliteração nos seus textos. <br>Já o Pré-modernismo, além de não ser considerado uma escola literária, pois tem obras artísticas e literárias com características muito distintas, condenava a linguagem parnasiana.  Tinha textos com realidades mais reais e menos artificiais sem linguagem figurada, com críticas sociais e culturais a realidade brasileira retratando o regionalismo e o nacionalismo com personagens marginalizados como o operário suburbano, o mulato, o caipira interiorano e o imigrante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 19:40:12 UTC</pubDate>
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         <title>4.a) Euclides da Cunha</title>
         <author>alexandrecarvalho1</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553130161</link>
         <description><![CDATA[<div>Euclides da cunha nasceu em 20 de janeiro de 1866, na cidade de Cantagalo (Rio de Janeiro). Aos três anos, sua mãe Eudósia, vem a falecer, motivo pelo qual, Euclides é criado pelos tios e avós.  Quando jovem, adentrou na escola militar da praia vermelha, sendo aluno de Benjamin Constant. Euclides (abolicionista e republicano) era considerado um dos "científicos", tenentes que queriam um novo Brasil com melhores condições, sem corrupção, sem escravidão e mais industrial. Em 1888, Tomás Coelho (Ministro de Guerra), visitou a escola militar da praia vermelha. Euclides desobedecendo às regras afronta o ministro, sendo expulso da escola. Euclides fora convidado a ser jornalista repórter do jornal estado de São Paulo, onde publicou artigos de ideais republicanos. <br><br></div><div>Após a Proclamação da Republica, Euclides é convidado para retornar ao exército, fazendo diversos cursos e se tornando tenente. Euclides casa-se com Ana Emília Ribeiro e vira Professor na escola militar. Com o tempo, Euclides destitui-se do exército, colocando seu foco na análise dos problemas brasileiros. Euclides retorna a trabalhar no Jornal Estado de São Paulo, por conta da eclosão da Guerra de Canudos. Ao ter presenciado os fatos da guerra, Euclides escreve os Sertões, obra publicada em 1902, que traz denúncias da guerra e da vida miserável dos nordestinos. A obra o consagraria como grande escritor, sendo Euclides, proclamado membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e eleito para a Academia Brasileira de Letras. <br><br></div><div>Descobrindo uma suposta traição, Euclides parte para a casa do amante de Ana, em busca de vingança. Euclides, entretanto, é morto por Dilermando de Assis, militar e amante de Ana, que também teria levado à morte “Quidinho”(Filho de Euclides da Cunha). </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 19:53:06 UTC</pubDate>
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         <title>2. Trechos - exemplificando a mudança das estéticas do fim do século XIX para o Pré-Modernismo</title>
         <author>juliacosta2</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553131663</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TEXTO SIMBOLISTA</strong><br><strong><em>Braços (Cruz e Souza)</em></strong><br><br>Braços nervosos, brancas opulências,<br>Brumais brancuras, fúlgidas brancuras,<br>Alvuras castas, virginais alvuras,<br>Lactescências das raras lactescências.<br><br>As fascinantes, mórbidas dormências<br>Dos teus abraços de letais flexuras,<br>Produzem sensações de agres torturas,<br>Dos desejos as mornas florescências.<br><br>Braços nervosos, tentadoras serpes<br>Que prendem, tetanizam como os herpes,<br>Dos delírios na trêmula coorte…<br><br>Pompa de carnes tépidas e flóreas,<br>Braços de estranhas correções marmóreas,<br>Abertos para o Amor e para a Morte!<br><br><br><strong>TEXTO PRÉ-MODERNISTA</strong><br><strong><em>Modernização (João do Rio)</em></strong><br>           — As avenidas são a morte do velho Rio. Este mercado, onde não moram mais os mercadores, esse mercado fechado e higiênico pode ser aquela antiga praça centro da miséria, da luxúria viscosa, de tantas e tantas tradições? Nunca! Amanhã, temo-lo demolido como a velha Saúde, amanhã atiram esses becos por terra; amanhã desmancham a rua Tobias Barreto, a rua do Nuneio, a rua da Conceição, e a parte bizarra, curiosa, empolgante da cidade desaparece absolutamente! Vamos ficar como todas as outras cidades!<br> <br>            — As ruas morrem, e mudam de alma. Se nós mudamos, que queres tu que elas façam?<br>[...]</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 19:53:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tarsila do Amaral - Abaporu</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553143182</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 19:59:37 UTC</pubDate>
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         <title>3. Principais autores e características em comum</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553160560</link>
         <description><![CDATA[<div>Os principais autores pré-modernistas foram: <strong><em>Lima Barreto, Euclides da Cunha, Monteiro Lobato e Augusto dos Anjos. </em></strong><br>Os escritores desse período se baseiam em teorias científicas como o evolucionismo (focando na seleção natural proposta por Darwin) e o determinismo (o homem é resultado da influência histórica, da raça e do meio). Eles abordam os problemas sociais levando em consideração a influência da história, do meio e da raça, mas em geral rejeitando o determinismo fatalista dos naturalistas. Retomam os princípios de observação e análise presentes no Realismo, o que possibilita o retrato dos cidadãos comuns em sua rotina e situação social. Entretanto, o poeta Augusto dos Anjos é um caso atípico, pois mesclou o apuro formal do Parnasianismo com elementos simbolistas e vocabulário do universo científico, mas merece estar entre os autores pré-modernistas devido à mistura de estilos e à sua singularidade linguística.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 20:07:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1. d) Panorama Histórico - A produção de café</title>
         <author>alexandrecarvalho1</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553169742</link>
         <description><![CDATA[<div>A produção e exportação do café, era a maior fonte de renda do país. Com a economia girando em torno do sudeste, São Paulo e Minas Gerais (Oligarquias mais influentes) governavam o país. Essa política ficou conhecida como "café com leite", contribuindo para a rápida urbanização de São Paulo. Ao mesmo tempo, o Nordeste era deixado de lado, passando por diversas crises e problemas sociais, dando início a diversos movimentos e rebeliões, à procura de melhores direitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 20:12:29 UTC</pubDate>
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         <title>Produção da Cultura Cafeeira </title>
         <author>sophiabarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553195949</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 20:25:53 UTC</pubDate>
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         <title>3. Características em comum dos escritores - Lima Barreto</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553201490</link>
         <description><![CDATA[<div>No conto “O pecado”, São Pedro acredita ter se equivocado ao condenar um homem de bom caráter, fiel e caridoso. No entanto, ao descobrir que se tratava de um negro ele o condena. Sendo tratada, então, a questão racial e o preconceito com a mesma:<br>     Acompanhado de dolorosos rangidos da mesa, o guarda-livros foi folheando o enorme Registro, até encontrar a página própria, onde com certo esforço achou a linha adequada e com o dedo afinal apontou o assentamento e leu alto:<br>     — Esquecia-me... Houve engano. É ! Foi bom você falar. Essa alma é a de um negro. Vai para o purgatório.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 20:29:07 UTC</pubDate>
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         <title>4.b) OS SERTÕES de Euclides Da Cunha</title>
         <author>alexandrecarvalho1</author>
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         <description><![CDATA[<div>OS SERTÕES, principal obra do autor, desenvolve aspectos como a terra, o homem e a vida no sertão. Na obra, Euclides faz diversas denúncias de como o sertanejo é explorado e deixado de lado pelos chefes e grandes comandantes. O autor além de fazer denúncias, tenta explicar a relação do homem com a guerra. Os Sertões, evidencia relatos históricos e representa um marco na literatura brasileira, em que Euclides faz críticas ao ufanismo em alta no Brasil, mostrando a realidade de uma região excluída e atrasada. <br><br></div><div>Trechos:   Os combatentes contemplavam-nos entristecidos. Surpreendiam-se; comoviam-se. O arraial, in extremis, punha-lhes adiante, naquele armistício transitório, uma legião desarmada, mutilada, faminta e claudicante, num assalto mais duro que o das trincheiras em fogo. Custava-lhes admitir que toda aquela gente inútil e frágil saísse tão numerosa ainda dos casebres bombardeados durante três meses. Contemplando-lhes os rostos baços, os arcabouços  esmirrados e sujos, cujos mulambos em tiras não encobriam lanhos, escaras e escalavros — a vitória tão longamente apetecida decaía de súbito. Repugnava aquele triunfo. Envergonhava. Era, com efeito, contraproducente compensação a tão luxuosos gastos de combates, de reveses e de milhares de vidas, o apresamento daquela caqueirada humana — do mesmo passo angulhenta e sinistra, entre trágica e imunda, passando-lhes pelos olhos, num longo enxurro de carcaças e molambos...<br><br></div><div>Predominava o pardo lídimo, misto de cafre, português e tapuia — faces bronzeadas, cabelos corredios e duros ou anelados, troncos deselegantes; e aqui, e ali, um perfil corretíssimo recordando o elemento superior da mestiçagem. Em roda, vitoriosos, díspares e desunidos, o branco, o negro, o cafuz e o mulato proteiformes com todas as gradações da cor... Um contraste: a raça forte e íntegra abatida dentro de um quadrado de mestiços indefinidos e pusilânimes. Quebrara-a de todo a luta. Humilhava-se. Do ajuntamento miserando partiam pedidos flébeis e lamurientos, de esmola... Devoravam-na a fome e a sede de muitos dias."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 20:32:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capa &#39;&#39;O pecado&#39;&#39; de Lima Barreto</title>
         <author>juliacosta2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 20:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>3. Características em comum dos autores - Euclides da Cunha </title>
         <author>sophiabarbosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>O trecho de "Os Sertões" a seguir mostra a orientação determinista adotada pelo autor. Euclides entendia que as condições do meio físico atuavam sobre a raça miscigenada e que as personalidades assim formadas potencializavam seus defeitos na interação com o meio social:<br>     Da mesma forma que o geólogo, interpretando a inclinação e a orientação dos estratos truncados de antigas formações, esboça o perfil de uma montanha extinta, o historiador só pode avaliar a altitude daquele homem, que por si nada valeu, considerando a psicologia da sociedade que o criou. Isolado, ele se perde na turba dos nevróticos vulgares. Pode ser incluído numa modalidade qualquer de psicose progressiva. Mas, posto em função do meio, assombra. É uma diátese e é uma síntese. As fases singulares da sua existência não são, talvez, períodos sucessivos de uma moléstia grave, mas são, com certeza, resumo abreviado dos aspectos predominantes de mal social gravíssimo. Por isto o infeliz, destinado à solicitude dos médicos, veio, impelido por uma potência superior, bater de encontro a uma civilização, indo para a História como poderia ter ido para o hospício. [...]<br>     Todas as crenças ingênuas, do fetichismo bárbaro às aberrações católicas, todas as tendências impulsivas das raças inferiores, livremente exercitadas na indisciplina da vida sertaneja, se condensaram no seu misticismo feroz e extravagante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 20:36:57 UTC</pubDate>
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         <title>Os Sertões, de Euclides da Cunha</title>
         <author>alexandrecarvalho1</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553222889</link>
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         <pubDate>2020-05-05 20:41:21 UTC</pubDate>
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         <title>3. Características em comum dos autores - Monteiro Lobato</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553227605</link>
         <description><![CDATA[<div>O trecho a seguir, retirado do livro "Urupês", explicita o uso da sátira para reforçar aspectos caricaturescos na descrição do caboclo , mostrado como figura quase selvagem, que se adapta à natureza em lugar de moldá-la para sua comodidade, que vive em isolamento e sem acesso à educação e aos demais serviços públicos. Tal abordagem repete certas considerações acerca da degeneração racial promovida pela miscigenação em vigor no séc. XIX:<br>        [...] Começa na morada. Sua casa de sapé e lama faz sorrir aos bichos que moram em toca e gargalhar ao joão-de-barro. Pura biboca de bosquímano. Mobília, nenhuma. A cama é uma espipada esteira de peri posta sobre o chão batido.<br>        Às vezes se dá ao luxo de um banquinho de três pernas – para os hóspedes. Três pernas permitem equilíbrio; inútil, portanto, meter a quarta, o que ainda o obrigaria a nivelar o chão. Seus remotos avós não gozaram maiores comodidades. Seus netos não meterão quarta perna ao banco. Para que? Vive-se bem sem isso.<br>[...]<br>       Para que assentos, se a natureza os dotou de sólidos, rachados calcanhares sobre os quais se sentam?<br>Nenhum talher. Não é a munheca um talher completo – colher, garfo e faca a um tempo?<br>No mais, umas cuias, gamelinhas, um pote esbeiçado, a pichorra e a panela de feijão.<br>       Nada de armários ou baús. A roupa, guarda-a no corpo. só tem dois parelhos; um que traz no uso e outro na lavagem.<br>[...]</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 20:44:08 UTC</pubDate>
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         <title>Jeca Tatuzinho de Monteiro Lobato</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553237787</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 20:50:05 UTC</pubDate>
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         <title>3. Características em comum dos autores - Augusto dos Anjos</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553276307</link>
         <description><![CDATA[<div>O soneto abaixo "Psicologia de um Vencido", descreve as ações do eu e do verme. O eu somatiza o drama existencial, enquanto o verme arquiteta silenciosamente a sua destruição final. O vocabulário científico, tomado principalmente à química, e as imagens repulsivas reforçam a natureza perecível e finita do ser humano:<br><br>Eu, filho do carbono e do amoníaco,<br>Monstro de escuridão e rutilância,<br>Sofro, desde a epigênese da infância,<br>A influência má dos signos do zodíaco.<br><br>Profundissimamente hipocondríaco,<br>Este ambiente me causa repugnância...<br>Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia<br>Que se escapa da boca de um cardíaco.<br><br>Já o verme — este operário das ruínas —<br>Que o sangue podre das carnificinas<br>Come, e à vida em geral declara guerra,<br><br>Anda a espreitar meus olhos para roê-los,<br>E há-de deixar-me apenas os cabelos,<br>Na frialdade inorgânica da terra!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 21:13:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Eu e outras poesias&quot; é o único livro de poesia de Augusto dos Anjos, publicado no Rio de Janeiro no ano de 1912.</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 21:18:10 UTC</pubDate>
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         <title>Euclides da Cunha</title>
         <author>juliacosta2</author>
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         <pubDate>2020-05-05 23:33:33 UTC</pubDate>
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         <title>Capa do catálogo da exposição da Semana de Arte Moderna, em 1922</title>
         <author>sophiabarbosa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-05 23:54:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>4.c) Euclides da cunha x Gonçalves dias</title>
         <author>juliacosta2</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553566002</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Gonçalves Dias, conhecido por sua grande valorização das maravilhas da natureza e exaltação da pátria, mostra um lado diferente de Euclides da Cunha, que faz diversas críticas a esse tipo de comportamento e aponta problemas nessa "patria maravilhosa". O texto canção do exílio de Gonçalves, deixa claro o seu sentimento em relação a sua terra:<br>Minha terra tem palmeiras<br>Onde canta o Sabiá,<br>As aves, que aqui gorjeiam,<br>Não gorjeiam como lá.<br><br>Nosso céu tem mais estrelas,<br>Nossas várzeas têm mais flores,<br>Nossos bosques têm mais vida,<br>Nossa vida mais amores.<br><br>Em cismar, sozinho, à noite,<br>Mais prazer encontro eu lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br>Minha terra tem primores,<br>Que tais não encontro eu cá;<br>Em cismar – sozinho, à noite –<br>Mais prazer encontro eu lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br>Não permita Deus que eu morra,<br>Sem que eu volte para lá;<br>Sem que desfrute os primores<br>Que não encontro por cá;<br>Sem qu’inda aviste as palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br>Euclides da cunha, irá dizer que esse nacionalismo exacerbado é uma coisa incoerente, pelo fato, de que enquanto locais como o sudeste estão bombando na econômica e trazendo retorno, outras localidades como o Nordeste estão sendo esquecidas em más condições de vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-06 01:27:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.c) Euclides da Cunha x Gonçalves Dias</title>
         <author>alexandrecarvalho1</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553574407</link>
         <description><![CDATA[<div>No trecho abaixo, assinalado como Ícaro, Euclides faz referência a Gonçalves Dias e sua Canção do Exílio</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-06 01:36:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gonçalves Dias</title>
         <author>alexandrecarvalho1</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553586699</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-06 01:47:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>alexandrecarvalho1</author>
         <link>https://padlet.com/sophiabarbosa/4zsoxhu6stj77bvl/wish/553589229</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-06 01:49:42 UTC</pubDate>
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