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      <title>Linguística de Corpora /Learner Corpora by LudoBiblioTech Universidade do Minho</title>
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      <description>Aplicação ao ensino das línguas e à lexicografia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-13 09:32:28 UTC</pubDate>
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         <title>Nerea López </title>
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         <description><![CDATA[<div>1. Granger, S. e Paquot, M. (2010): "Customising a general EAP dictionary to meet learner needs". Em S. Granger e M. Paquot (eds.):&nbsp; <em>E-lexicography in the 21st century: New challenges, new applications : proceedings of eLex 2009, </em>Louvain-la Neuve, 22-24. <br>2.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-20 18:05:07 UTC</pubDate>
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         <title>Nerea López </title>
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         <description><![CDATA[<div>1. Granger, S. e Paquot, M. (2010): "Customising a general EAP dictionary to meet learner needs". Em Granger, S. e Paquot, M(eds.): <em>E-lexicography in the 21st century: New challenges, new applications : proceedings of eLex 2009</em>, Louvain-la Neuve, 22-24. <a href="https://www.researchgate.net/publication/229040773_Customising_a_general_EAP_dictionary_to_meet_learner_needs">https://www.researchgate.net/publication/229040773_Customising_a_general_EAP_dictionary_to_meet_learner_needs<br></a><br></div><div>2. Prieto, S., Mosqueira, E. e Vázquez, N. (2009): "Córpora y enseñanza de lenguas: se buscan colocaciones". Em Cantos, P. e Sánchez, A. (eds.): <em>A survey of corpus-based research [Recurso electrónico]</em>, Murcia: Asociación Española de Lingüística del Corpus, 366-373. <a href="http://www.um.es/lacell/aelinco/contenido/pdf/25.pdf">http://www.um.es/lacell/aelinco/contenido/pdf/25.pdf<br></a><br></div><div>3. Sanches, M. (2008): "Lexicografia e linguística de corpus". Em Magalhães, J. S. e Travaglia, L. C. (eds.): <em>Múltiplas perspectivas em linguística</em>, Uberlândia: Udufu, 1793-1800. <a href="http://www.filologia.org.br/ileel/artigos/artigo_058.pdf">http://www.filologia.org.br/ileel/artigos/artigo_058.pdf<br></a><br></div><div>4. Martín Vegas, R. A. (2013): "Práctica de los diccionarios y corpus electrónicos en la enseñanza de la lengua española". <em>Revista DIM: Didáctica, Innovación y Multimedia</em>, nº 26, 1699-3748. <a href="https://ddd.uab.cat/pub/dim/dim_a2013m10n26/dim_a2013n26m10a2.pdf">https://ddd.uab.cat/pub/dim/dim_a2013m10n26/dim_a2013n26m10a2.pdf<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-20 18:53:52 UTC</pubDate>
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         <title>Revisão da Literatura - Andréa Araújo Nesta revisão da literatura, trazemos três artigos que tratam dos usos da Linguística de Corpus no ensino de línguas: O léxico e seu uso em textos de alunos de língua estrangeira: um estudo descritivo pautado na Linguística de Corpus como subsídio para o ensino, publicado em 2013 por Celso Fernando Rocha;  LINGUÍSTICA DE CORPUS E ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA: O USO DE CORPORA NA ELABORAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS E ENSINO DE VOCABULÁRIO,  publicado em 2014 por Raphael Carneiro e Linguística de Corpus no Ensino das Línguas, publicado em 2016 por Carla Araújo. Em seu artigo, Carneiro visa a “ verificar a contribuição da LC para o ensino de língua inglesa por meio da análise comparativa entre materiais didáticos informados e não informados por corpora.” (Carneiro, 2014: 34) para isso, o autor analisa como dois livros didáticos de inglês conduzem o ensino de vocabulário. Carneiro conclui que o livro informado por corpus se preocupa muito mais em mostrar para o aluno que construções são mais usadas no inglês (ex.: I wish I was é mais comum do que I wish I were; a voz passiva é cinco vezes mais usada em reportagens escritas do que em conversas.), enquanto que o livro não informado por corpus não se preocupa em dar exemplos de uso autêntico da língua. Ademais, o livro informado por corpus também proporciona pequenos conselhos sobre como aprender vocabulário fora da sala de aula, visto que é impossível que o aluno veja todo o léxico necessário ao utilizador da língua somente na sala de aula.  Rocha, por sua vez, mostra no seu artigo os resultados parciais obtidos através da compilação de dois corpora criados a partir de textos de alunos aprendizes de língua espanhola de um curso de licenciatura em Letras. O autor apresenta as formas verbais mais usadas pelos alunos e em que contextos eram empregadas.  Rocha relata “que os resultados desse levantamento foram levados à sala de aula e serviram de subsídio para a reflexão sobre a produção textual dos discentes.” visando a aumentar o grau de conscientização do estudante.Araújo, no seu artigo mostra um panorama geral sobre as vantagens do uso de corpora no ensino/aprendizagem de língua. A autora não relata nenhum caso específico, porém, destaca a importância de tornar o aluno protagonista de sua aprendizagem através do incentivo à pesquisa em corpora. Além disso, ela também mostra como a informática trouxe benefícios e ampliou as possibilidades da linguística de corpus. Carneiro (2014) traz um definição sobre o que é linguística de corpus a partir de Tagnin (2005): Para a LC, um corpus é uma coletânea de textos, necessariamente em formato eletrônico, compilados e organizados segundo critérios ditados pelo objetivo da pesquisa a que se destina. O formato eletrônico permite que esses textos sejam investigados e analisados automaticamente, com o uso de ferramentas computacionais específicas. (TAGNIN, 2005, apud Carneiro, 2014: 34).	Rocha (2013) complementa essa informação dizendo os corpora vêm evoluindo e  atualmente abarcam não só textos escritos, mas também textos orais. Outra mudança, foi também a criação de corpora a partir de dados de falantes estrangeiros de uma língua, em vez de apenas falantes nativos.   Rocha e Araújo mostram que a análise de corpus, atualmente, têm possibilidades muito além daquelas de décadas atrás, devido à evolução tecnológica. Os autores enfatizam que o computador é capaz de analisar uma grande quantidade de textos com uma velocidade muito superior àquela que uma pessoa conseguiria, além de perceber padrões que dificilmente seriam percebidos por leitores. Também são destaques a análise rigorosa da frequência com que determinadas palavras ocorrem, a analise de palavras-chave e palavras-tema e ocorrências ou  restrições no uso de estruturas linguísticas em um texto.  Carneiro relata que o uso de corpus é mais frequente em contextos de análise e descrição linguística e de tradução. No entanto, a LC ainda tem uma contribuição tímida para o ensino, pois poucos são os professores ou os materiais didáticos que se utilizam dela.  Para Araújo, o trabalho com corpus no ensino une a tarefa de aprendiz a de investigador: “O aluno adquire o papel de um investigador que pretende obter respostas a partir dos dados disponíveis no corpus.” (Araújo, 2016: 61). Dessa forma, o aluno estaria mais engajado na construção do seu conhecimento. Ademais, a análise de corpus proporciona ao aluno o contato com uma imensa quantidade de usos reais da língua, o que lhe permite independizar-se do professor, desenvolver o espírito investigador, fazer inferências e generalizações sobre a língua, e personalizar seu aprendizado. Essas seriam algumas das vantagens da união entre linguística de corpus e ensinoOutra vantagem dessa união, segundo Rocha seria que, ao fazer um corpus com os textos dos seus próprios alunos, o professor poderia identificar quais são as inadequações mais frequentes para, a partir daí, poder trabalhar com as dificuldades específicas de cada turma. Além disso, os alunos poderiam observar como os colegas usam a língua e perceber diferentes formas possíveis de se empregar palavras ou estruturas. Como podemos ver, os artigos apresentados têm pontos em comum - como definir e explicar o que é linguística de corpus, além de mostrar algumas das vantagens de sua aplicação  na aula de língua - e pontos específicos proporcionados pela experiência de ensino de cada um. Com isso, percebemos que a utilização de corpus traz novos horizontes para o/a professor(a) que pode aplicá-la de muitas maneiras na sala de aula. ReferênciasARAÚJO, C. S. L. B. Linguística de Corpus no Ensino das Línguas in Investigaçao, Praticas e Contextos em Educaçao.  Orgs. Alves, D; Pinto, H. G.; Dias, I. S.; Abreu, M. O.; Muñoz, R. G. Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, Instituto Politécnico de Leiria. 2016CARNEIRO, R. M. O. LINGUÍSTICA DE CORPUS E ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA: O USO DE CORPORA NA ELABORAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS E ENSINO DE VOCABULÁRIO. Nucleus, v.11, n.2, out.2014ROCHA, C. F. O léxico e seu uso em textos de alunos de língua estrangeira: um estudo descritivo pautado na Linguística de Corpus como subsídio para o ensino. ESTUDOS LINGUÍSTICOS, São Paulo, 42 (1): p. 284-300, jan-abr 2013.</title>
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         <pubDate>2017-10-27 10:20:43 UTC</pubDate>
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