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      <title>Antoções Para Trabalhos by ANTONIO86 (antonio86)</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-18 15:51:53 UTC</pubDate>
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         <title>Região Nordeste</title>
         <author>antoniodeborneves</author>
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         <pubDate>2024-06-18 15:51:53 UTC</pubDate>
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         <title>Anotação da culiniria do Nordeste</title>
         <author>antoniodeborneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>A culinária nordestina foi diretamente influenciada pelos fatores socioeconômicos da região. Os pratos possuem características da culinária portuguesa, conhecida durante o período colonial; da cultura africana, absorvida na época da escravidão; e da comida indígena, herança da população nativa. As receitas levam, em geral, vegetais, carne bovina e caprina, peixes e frutos do mar. Devido ao bioma da caatinga, os pratos adquiriram um sabor forte, apimentado e com alto teor calórico. Já no litoral, receberam um sabor carregado, além de uma variedade de ingredientes e cores.</p><p><br>Ingretiendes</p><p>&nbsp;</p><p>Além da imensa variedade de frutas nativas da região, como goiaba, caju, banana, manga, jaca, araçá, mangaba, sapoti, umbu, cajá e graviola, a culinária nordestina incluiu em seu cardápio novidades apresentadas por estrangeiros, como o azeite de dendê e a pimenta malagueta, trazidas pelos africanos. Já o coco, bastante utilizado nas receitas, como no bobó de camarão, foi trazido da Índia pelos portugueses.&nbsp;<br>Influenciada pela geografia e pela grande extensão litorânea, são utilizados largamente muitos peixes, moluscos e crustáceos na cozinha local. Outros ingredientes muito utilizados nesta culinária são o queijo de coalho, produto típico do sertão nordestino fabricado artesanalmente; o milho, consumido de inúmeras maneiras, em pratos doces ou salgados, cozido ou assado, servindo de base para o preparo de canjica, bolos, sorvetes, pamonha, curau, entre outras receitas; a mandioca, cuja farinha é usada como acompanhamento e pode até ser consumida no café da manhã; e a carne bovina. É típico encontrar a carne já seca ao sol (a carne de sol) ou seca ao ar e conservada com sal (a carne seca). Pode ser servida em porções ou ser usada como ingrediente de pratos da região.</p><p><br></p><p><strong>Influências Multiculturais</strong></p><p>As formas de preparo variam de estado para estado, mas carregam traços em comum e ingredientes típicos da região. Na Bahia e no Pernambuco, os pratos africanos fazem sucesso. No estado baiano, as escravas africanas produziam as comidas típicas e pratos sagrados com alto significado religioso. Exemplo dessa mistura cultural são o acarajé e o vatapá. Os elementos principais da cozinha baiana são o azeite de dendê, o coco, a pimenta e o quiabo.&nbsp;<br>Em Alagoas, prevalecem os pratos com frutos do mar. Já o Maranhão, com uma forte contribuição dos portugueses, tem uma comida com temperos picantes. Um exemplo é a galinha ao molho pardo, feito com o sangue da ave, que deu origem a famosa galinha de cabidela. Outros pratos lusitanos são o sarapatel e a buchada. &nbsp;Já no sertão, devido ao clima, a carne-de-sol, feijão, milho, rapadura e pratos elaborados com raízes, como a mandioca, são os mais populares.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Pratos Típicos</strong></p><p>&nbsp;</p><p><strong>Moqueca</strong></p><p>Um ensopado feito à base de peixes ou frutos do mar, preparado com pimentões, azeite de dendê e outros condimentos. Seu preparo é diferente em cada um dos estados da região.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Caruru</strong></p><p>É um prato produzido com quiabo, camarão, azeite de dendê e temperos que são misturados à farinha de mandioca e caldo. Assim como o vatapá, este prato caiu no gosto do paraense e também é servido por lá, com algumas modificações.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Arroz de Cuxá</strong></p><p>Esse tipo de arroz não pode faltar nas festas típicas do Maranhão. Ele é feito com o cuxá, um molho feito com vinagreira, camarão, pimenta de cheiro, gengibre e farinha.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Baião de Dois</strong></p><p>Quando o povo nordestino passava por problemas devido à seca na região, a comida era escassa e era preciso guardar o necessário, sem que houvesse desperdício. Por isso, surgiu, no Ceará, o Baião de Dois, uma mistura de arroz, feijão, carne seca e queijo coalho.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Sarapatel</strong></p><p>Com receitas variadas em cada estado, o sarapatel é um ensopado feito com vísceras de porco, carneiro ou bode, engrossado com o sangue do animal. É servido com farinha e pimenta.</p><p><br></p><p><strong>Caldo de Mocotó</strong></p><p>A sopa servida quente é feita com patas de boi, de onde sai o tradicional caldo.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Acarajé</strong></p><p>Uma das iguarias mais famosas, o Acarajé, preparado tipicamente pelas baianas, é um bolinho de feijão branco e cebola frito no azeite de dendê. Pode ser recheado com vatapá, caruru e molho de pimenta.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Sururu</strong></p><p>Esse molusco é muito apreciado na culinária nordestina como um caldo feito com sururu, leite de coco e dendê.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Cuscuz</strong></p><p>Prato de origem africana, tem diversas receitas que podem levar flocos de milho, sardinha, ovo e molho de bacalhau.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Dobradinha</strong></p><p>Alimento feito com o bucho de algum animal, principalmente o boi, cortado e temperado. É um prato tradicional em Portugal.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Carne de Sol com Queijo Coalho</strong></p><p>A carne de sol geralmente é consumida no nordeste com pirão - feito de coalhada, leite, manteiga de garrafa, farinha de mandioca - e queijo coalho.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Paçoca com Carne Seca</strong></p><p>É uma farofa criada com a mistura da farinha de mandioca, cebola e carne seca moída. Consumida, geralmente, com banana e baião de dois.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Buchada</strong></p><p>Prato que consiste nas tripas ou estômago do bode lavado e recheado com suas vísceras temperadas com sal, pimenta-do-reino, alho, cebola, cheiro verde, louro, cominho e coentro, servido com um molho bem apimentado.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Galinha à Cabidela</strong></p><p>Prato típico português que também é chamado no Brasil de frango ao molho pardo. Ele é cozido juntamente com o sangue do próprio animal recolhido durante o abate.</p><p><br></p><p><strong>Festa Junina</strong></p><p>&nbsp;</p><p>No interior, uma das tradições são as festas juninas, que contribuíram com a produção de diversos pratos. A festa, que homenageia os santos católicos Santo Antônio, São João e São Pedro, é o resultado da união dos fes¬tejos cristãos com os indígenas, formando algo próximo do que ocorre hoje. É uma das manifestações mais tradicionais do Nordeste e acontece em todos os estados, que frequentemente disputam o título da maior comemoração. Além das danças, mú¬sica típica e brincadeiras, um dos maiores atrativos são os doces típicos servidos.&nbsp;<br>Os alimentos usados na festa são aqueles cultivados pelos indígenas, como a mandioca, o milho e o amendoim. Entre os pratos típicos de festa junina estão a pa¬monha, que, consumida doce ou salgada, é feita com milho ralado e leite; a canjica, feita com milho, açúcar, leite, leite condensado, leite de coco, coco ralado ou amendoim; o pé de moleque - espécie de bolo feito com massa de mandioca, castanhas e uma calda feita de açúcar e manteiga; a cocada, doce de origem angolana feito com coco, leite condensado e leite de coco; e o curau, doce pastoso que tem, como principais ingredientes, creme de milho verde, leite de vaca ou de coco, açúcar e canela.</p><p>Outros doces comumente encontrados no nordeste são o arroz doce, sobremesa conhecida no Brasil todo, mas que se popularizou mais na região, feito com arroz, leite ou leite condensado,servido com cravo e canela; o bolo de rolo, doce que leva um fino pão de ló enrolado com camadas de goiabada, coberto com açúcar; e a rapadura, que, por incrível que pareça, não foi surgiu no Brasil e sim nas Ilhas Canárias, a partir das sobras durante a fabricação de açúcar. Durante o Brasil Colonial, a rapadura era utilizada como alimento dos escravos por ter um alto valor nutricional e se tornou um ícone entre as sobremesas brasileiras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 16:11:23 UTC</pubDate>
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         <title>Arquitetura Africana</title>
         <author>antoniodeborneves</author>
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         <pubDate>2024-06-27 11:54:00 UTC</pubDate>
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