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      <title>D.A.C 8º A+C- 25 de Abril by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-18 11:25:03 UTC</pubDate>
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         <title>A Revolução dos Cravos </title>
         <author>ProfRuiG</author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Conhecer as restrições à liberdade de expressão e de informação e a repressão e censura durante o Estado Novo, em diferentes setores da sociedade. Compreender que um cidadão mais informado está mais preparado para tomar decisões e para participar numa sociedade democrática.</p><p>Reconhecer alguns dos aspetos mais relevantes da identidade de Portugal: o 25 de Abril. Capacitar para o desempenho de um papel ativo na vida democrática e para a defesa dos direitos e deveres democráticos. Perceber o conceito de mudança e ser tolerante e aberto à evolução.</p><p><br></p><p>Debater a Revolução dos Cravos: Que importância teve para os Portugueses? </p><p>Que mudanças se verificaram co a revolução dos cravos?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 11:37:48 UTC</pubDate>
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         <title>Jéssica Ferreira nº 6, Martim Silva nº 10</title>
         <author>ProfRuiG</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como se iniciou a Guerra Colonial?</p><p><br/></p><p>Após a 2ª Guerra mundial, muitas potências europeias deram a independência ás suas colónias. O governo português não seguiu essa opção, justificando que os seu territórios, sobre tudo africanos, eram “províncias” ultra marinas” e partes intervir antes da nação a criação da ONU, defensora do direito á auto determinação dos povos e o apoio diplomático e militar dos EUA e da URSS à luta dos movimentos de libertação deixaram Portugal cada vez mais isolado. </p><p><br/></p><p> Alguns grupos africanos organizaram-se e começaram a lutar pela libertação dos seus territórios. Em 1961, no norte de An- gola, começaram os primeiros combates de grupos guerrilhei- ros africanos (MPLA, UNITA, FNLA) pela independência dos territórios. A luta estendeu-se em 1963 à Guiné-Bissau (PAIGC) e, em 1964, a Moçambique (FRELIMO) . Ao longo da guerra, que se arrastou até abril de 1974, o Estado Novo nunca aceitou uma solução política, optando por enviar mais homens e material para a guerra.</p><p><br/></p><p>Bibliografia</p><p><br/></p><p>HSI9-história sobre investigação </p><p> Claudia Amaral </p><p> Claudia Alves </p><p> Tiago Tadeu </p><p> Olanda Vilaça </p><p>Porto editora</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 11:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Afonso Rebelo nº 1, Micael Rodrigues nº 11</title>
         <author>ProfRuiG</author>
         <link>https://padlet.com/drablistenstores/4ur7blnvbj8tnwdy/wish/2923121179</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Porque fracassou o marcelismo?</strong></p><p><br/></p><p>A abertura esperada acabou por não se concretizar, o que ficou evidente nas eleições legislativas de 1969, quando a oposição foi autorizada a concorrer, mas o resultado foi o mesmo de sempre: todos os eleitos eram da União Nacional. Esse mesmo ano também ficou marcado pela greve e manifestações na Universidade de Coimbra. Os estudantes reivindicavam mudanças nos métodos de ensino e protestavam pela continuação da Guerra Colonial.</p><p>Um dos aspetos em que Marcello Caetano se mostrou inflexível e continuador da política de Salazar foi na questão colonial. Apesar dos combates em África, do isolamento internacional e da contestação interna que já se fazia sentir em Portugal, o governante recusou discutir a descolonização.</p><p> </p><p><strong>Bibliografia</strong>: </p><p><br/></p><p>HSI 9 - História sobre investigação</p><p>Cláudia Amaral, Bárbara Alves, Tiago Tadeu, Olanda Vilaça.</p><p>Porto editora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 11:42:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gonçalo Mota nº 5, Santiago Roberto nº 17</title>
         <author>ProfRuiG</author>
         <link>https://padlet.com/drablistenstores/4ur7blnvbj8tnwdy/wish/2923123424</link>
         <description><![CDATA[<p>Porque que é que os militares fizeram um golpe militar no dia 25 de Abril?</p><p>Apesar das reformas anunciadas por Marcello Caetano, Portugal continuava a ser um país governado por uma ditadura. Continuava a existir censura, polícia política, um partido único e as eleições eram sempre marcadas por fraudes. A isto juntava-se uma grave crise económica e, sobretudo, o descontentamento face á continuação da Guerra Colonial.</p><p>O afastamento da guerra e o clima de descontentamento, sobretudo face às “leis das promoções” proposta dos militares, levou um grupo de capitães, nos finais de 1973, a constituir o Movimento das Forças Armadas (MFA). Estes militares começaram uma ação clandestina que tinha como principais objetivos derrubar o regime, dar uma solução política á Guerra Colonial e transformar Portugal numa democracia. Em março de 1974 organizaram o “golpe das Caldas”, que fracassou, mas a resistência continuou.</p><p><br/></p><p>Bibliografia-HSI9- História sobre investigação,</p><p>Claudia Amaral, Bárbara Alves, Tiago Tadeu, Olanda Vilaça</p><p>Porto editora </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 11:44:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ruben Marques nº 16, Tomás Nogueira nº 17</title>
         <author>ProfRuiG</author>
         <link>https://padlet.com/drablistenstores/4ur7blnvbj8tnwdy/wish/2923124658</link>
         <description><![CDATA[<p>Como é que os revolucionários tomaram o poder?</p><p>Às primeiras horas do dia 25 de abril de 1974, várias colunas de unidades militares, de diversas partes do país, saíram dos quartéis e ocuparam locais estratégicos nas principais cidades do país, nomeadamente na capital. Os alvos da “operação fim-regime” tinham sido definidos pelo major Otelo Saraiva de Carvalho e passavam pela tomada das vias e dos meios de comunicação ( principais ruas da cidade, quartéis, emissores de rádio e televisão), assim como o controlo da praça do comércio onde estavam os ministérios.</p><p>O golpe militar foi bem-sucedido, pois a resistência dos apoiantes do estado novo foi reduzida e os revolucionários tiveram a adesão massiva da população de Lisboa. O presidente do conselho Marcello Caetano foi cercado pelos militares, sob o comando do capitão Salgueiro Maia.</p><p>Os sitiados acabaram por se render ao general António de Spínola, colocando, assim, um ponto final a quarentena e oito anos de ditadura. Concretizado o derrube do regime, o MFA entregou o poder à junta de salvação nacional, que era composta por vários militares e presidida pelo general Spínola. O principal objetivo desta junta era é assegurar a reformas necessárias para devolver o poder político ao povo e transformar Portugal numa democracia.</p><p>Bibliografia</p><p>HSI 9- História sobre investigação </p><p>Cláudia Amaral </p><p>Bárbara Alves </p><p>Tiago Tadeu</p><p>Olanda Vilaça</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 11:45:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Virgínia nº 9, Rafaela Sequeira nº 13</title>
         <author>ProfRuiG</author>
         <link>https://padlet.com/drablistenstores/4ur7blnvbj8tnwdy/wish/2923126361</link>
         <description><![CDATA[<p>Como se construiu o regime democrático?</p><p>Após o triunfo do golpe militar, a junta de salvação nacional colocou em prática as medidas do programa do MFA, de modo a assegurar a democratização do pais. Destas medidas destacaram-se: a destituição do Presidente da república e do governo; nomeação de um governo provisório; amnistia e a preços políticos; extinção da policia politica, do partido do Estado Novo e da censura; autorização para o regresso dos exilados politicos; autorização para a formação de partidos politcos e sindicatos politcos; convocação de eleições para formar a assembleia nacional constituinte ( Que iria elaborar a constituição ).</p><p>A aprovação da nova constituição, a 25 de abril de 1976, institucionalizou o novo regime democrático e os respetivos órgãos de soberania. O documento previa a descentralização dos poderes e competências do estado central, com a criação de duas regiões autónomas, Açores e Madeira. Como ainda acontece, estas dispõem de governos e assembleias regionais com capacidade  executiva e legislativa próprias. A uma escala mais pequena, e para assegurar uma melhor governação foi reforçada o poder autárquico para dar uma resposta mais eficaz aos problemas das populações. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 11:46:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mário soares</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nasceu em Lisboa a 7 de dezembro de 1924, onde morreu em 7 de janeiro de 2017.&nbsp;</p><p>Pais: João Lopes Soares (ministro das Colónias - 1925; proprietário do Colégio Moderno); Elisa Nobre Baptista.&nbsp;</p><p>Cônjuge: Maria de Jesus Barroso.&nbsp;</p><p>Formação: Colégio Moderno, 1935-1942; Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1942-1951 (licenciatura em Histórico-Filosóficas); Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, 1952-</p><ol><li><p>1957 (licenciatura em Direito).</p></li></ol><var>&nbsp;Carreira&nbsp;</var><p>Profissão: advogado (desde 1957).&nbsp;</p><p>Cargos: Direção Académica das Juventudes Comunistas de Lisboa (1944-45);presidente do MUD juvenil (Movimento de Unidade Democrática) (1945-1948); secretário do general Norton de Matos (1949);Comissão Central de Apoio a Humberto Delgado (1958);ASP (Ação Socialista portuguesa) (1964-1973); cabeça de lista da CEUD (Comissão Eleitoral de Unidade Democrática)-Lisboa (1969);professor nas Universidades de Vincennes e Rennes (1970-1974);Secretário-geral do PS (Partido Socialista) (1973-1985); vice-presidente de Internacional Socialista (1974-1985&nbsp;</p><p>&nbsp;ministro dos Negócios Estrangeiros (I-II Governos Provisórios); ministro sem pasta (III-IV Governos Provisório, 1974-1975); primeiro-ministro (I e II Governos Constitucionais, 1976-1978 e IX Governo Constitucional, 1983-1985);presidente da Fundação Mário Soares e conselheiro de Estado (1996).&nbsp;</p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.presidencia.pt/presidente-da-republica/a-presidencia/antigos-presidentes/mario-soares/">Mário Soares - Presidente da República - Sítio Oficial de Informação da Presidência da República Portuguesa (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://presidencia.pt">presidencia.pt</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.presidencia.pt/presidente-da-republica/a-presidencia/antigos-presidentes/mario-soares/">)</a><br><br>Turma: Gonçalo nº5 , Micael nº9</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 13:57:50 UTC</pubDate>
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         <title>António Ramalho Eanes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>António dos Santos Ramalho Eanes</p><p>Nasceu em Alcains a 25 de janeiro de 1935.</p><p>Pais: Manuel dos Santos Eanes (empreiteiro e proprietário); Maria do Rosário Ramalho.</p><p>Cônjuge: Maria Manuela Duarte Neto de Portugal Eanes.</p><p>Formação: Liceu de Castelo Branco (1942-1952); Escola do Exército (1952-1956); Estágio CIOE (Curso de Instrução de Operações Especiais) (1962); Estágio de Instrutor Ação Psicológica no Instituto de Altos Estudos Militares (1969); Faculdade de Direito de Lisboa (Ciência Política e Direito Constitucional); Instituto Superior de Psicologia Aplicada (3 anos).</p><p><br/></p><p>CARREIRA</p><p>Profissão: Oficial de Infantaria - alferes (1957); tenente (1959); capitão (1961); graduado a major (1970); major (1973); tenente-coronel (1974); coronel (1976); graduado general (1975) e general (1976).</p><p>Funções: Comissões de Serviço: Índia (1958-1960); Macau (1962); Moçambique (1964, 1966-1968); Guiné (1969-1971); Angola (1971-abril de 1974); Comissão ad-hoc para os Meios de Comunicação Social (30.4.1974); presidente da Administração da RTP (Radiotelevisão Portuguesa) (outubro de 1974 a 11.3.1975); chefe do Estado-Maior do Exército (6.12.1975 a fevereiro, 1976); chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (julho de 1976 - janeiro de 1981); presidente do PRD (Partido Renovador Democrático) (19.8.1986 a 5.8.1987); eleito deputado à Assembleia da República (19.07.1987); conselheiro de Estado (desde 18.3.1986).</p><p><br/></p><p>ELEIÇÃO E PERÍODO PRESIDENCIAL</p><p>Eleito à primeira volta a 27.6.1976 (61,59% - 2 967 137 votos). Os candidatos derrotados são: Otelo Saraiva de Carvalho (16,46% - 792 760 votos), Pinheiro de Azevedo (14,37% - 692 147 votos) e Octávio Pato (7,59% - 365 586 votos). Reeleito à primeira volta a 7.12.1980 .(56,44% - 3 262 520 votos). Os candidatos derrotados são: Soares Carneiro (40,23% - 2 325 481 votos); Otelo Saraiva de Carvalho (1,49% 85 896 votos); Galvão de Melo (0,84% - 48 468 votos), Pires Veloso (0,78% - 45 1.32 votos) e Aires Rodrigues (0,22% - 12 745 votos).</p><p>Presidente de 14.7.1976 a 9.3.1986.</p><p>De origens modestas, mas relativamente desafogadas, teve no entanto, de seguir a carreira militar em vez da mais querida, mas mais cara - Medicina. Foi da geração de oficiais que, tendo iniciado a carreira nos finais dos anos 50, veio fazer toda a guerra colonial e, em 1974, já com postos intermédios - majores, tenentes-coronéis - vão assumir a chefia do movimento de contestação às alterações à carreira militar, efetuadas por Marcelo Caetano e ao Congresso dos Combatentes (1973) e do MFA (Movimento das Forças Armadas) que resulta da radicalização e politização desses objetivos iniciais. Em 25.4.1974, está em Angola, pelo que não participa nas operações militares que derrubam o Estado Novo, mas foi imediatamente chamado a Lisboa.</p><p><br/></p><p>Na tentativa de esbater divisões tão radicalizadas - ver os confrontos a tiro, de que resultou um morto, aquando da sua deslocação em campanha a Évora (18.6.1976) - afirma querer ser o "Presidente de todos os portugueses", mote que tem sido retomado pelos sucessores.</p><p>O seu primeiro mandato foi marcado pela questão militar, onde, tal como Costa Gomes, aos poderes de comandante-chefe das Forças Armadas, enquanto Presidente da República, se juntavam os de CEMGFA (chefe do Estado-Maior das Forças Armadas), e ainda os de por inerência presidir ao Conselho da Revolução. Acentuou sempre que a missão das FA (Forças Armadas), era tão-só assegurar que as escolhas legítimas em eleições livres fossem respeitadas (e.g. discurso 25.11.1979). A sua atuação foi no sentido de restabelecer a hierarquia e a disciplina e de impor o retorno aos quartéis. Neste aspeto essencial da normalização, o seu sucesso foi total e decisivo.</p><p>Uma das componentes fundamentais das suas iniciativas externas, foi a relação com os países da NATO (OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte), que deram mostras do seu apoio às iniciativas do Presidente Eanes no sentido acima descrito - e.g. presidente de honra do Conselho do Atlântico (Londres, maio de 1977). Neste contexto, eram fundamentais as relações com os EUA - visita de Carter (junho de 1980), visita sua aos EUA (julho de 1978). Não esqueceu também os aliados europeus - visitas a Inglaterra. (1978), Alemanha (1977), França (1979) e Itália (1980). E, num contexto ideológico nacional ainda muito esquerdizado, mesmo entre os moderados, as relações com países "não-alinhados" (e.g. Jugoslávia de Tito, com o qual parece ter tido real empatia) (1977 e 1979). Não menos empatia revela com os líderes das antigas colónias, com as quais considera prioritário conseguir normalizar as relações: viagens à Guiné (1978, 1979 e 1982,), Cabo Verde (1978 e 1980), São Tomé (1979) e Moçambique (1980). Angola foi exceção (só 1982) devido aos problemas existentes (guerra civil; golpe de Nito Alves). Recorreu, por isso, à mediação de Luís Cabral, na Cimeira de Bissau (junho de 1978). As relações com a nova Espanha do rei Juan Carlos I, mereceram-lhe também atenção (visitas em 1977 e 1978). E não esqueceu também o Vaticano, numa deslocação que, pelos dividendos eleitorais que podia trazer, foi atacada pelo primeiro-ministro Sá Carneiro (maio de 1980).</p><p>A sua atuação, a nível de política interna, foi bem mais difícil e controversa. A sua ideia da Presidência como um poder arbitral mas que podia e devia criticar publicamente o Governo e os diversos partidos, esperando assim corrigir a atuação destes, foi vista pelos líderes partidários como um desafio à sua autoridade, numa estratégia gaullista. Em 1976, um significativo grupo de dissidentes dos vários partidos tenta levar o Presidente Eanes a efetivamente adotar essa estratégia até ao que consideravam ser as últimas e lógicas consequências: formar um partido presidencial, o que recusou. Um após outro, os principais líderes partidários, tendo falhado as tentativas de obter o. seu apoio, veem-no como alvo privilegiado. Temos assim, o desagrado no I Governo Constitucional [G.C.], em relação a um discurso crítico do Presidente Eanes (25.4.1977). A formação do II G.C. que por sua vez Eanes demite (27.7.1978) quando este está já em crise aberta. Em seguida a formação de três governos de iniciativa sua, os dois primeiros que não passam no Parlamento, e o III G.C., de Maria de Lurdes Pintassilgo, apenas o conseguiu, por o Presidente se ter comprometido em que não seria mais que um governo de transição, com eleições antecipadas já marcadas (a 13.7.1978). Estas dão a vitória à AD (Aliança Democrática) (2.12.1979), que a reforça em novas eleições (5-81980), já numa lógica de aberto confronto com Eanes. Foi este facto, e o prestígio que manteve graças à empatia de muitos por um homem austero e distanciado dos partidos, que acabam por determinar o decisivo apoio do PS (com condições, fixadas no acordo de novembro de 1980) e garantir-lhe a vitória. Vitória logo na l.ª volta, também facilitada pela inexperiência eleitoral do candidato da AD, general Soares Carneiro. Mas esta conflitual idade teve custos, e a primeira revisão constitucional (12.8.1982), diminuiu-lhe o espaço de manobra em duas áreas fundamentais - política externa e de defesa - , aliás já naturalmente reduzido, por força das circunstâncias: o sucesso da desmilitarização e a normalização das relações externas, e ainda do seu acordo eleitoral com o PS.</p><p>Em 4 de fevereiro de 1983, o Presidente Eanes convoca eleições antecipadas, já que após a demissão do primeiro-ministro Pinto Balsemão que substituíra (a 5.1.1981) Sá Carneiro após a morte deste (4.12.1980), recusa indigitar primeiro-ministro Vítor Crespo, indicado pelo PSD e aprovado pelo Conselho de Estado por escassa margem (8 votos contra 7). Teve relações relativamente pacíficas com o governo do "bloco central" (PS/PSD) que na sequência das eleições de 25.4.1983 se formara. Com o fim do seu mandato, e com o esvaziamento dos seus poderes, não resistiu segunda vez ao apelo para formar um partido à sua imagem. </p><p>Ruben Marques nº 16</p><p>Tomás Nogueira n 17</p><p><br/></p><p>Webgrafia :</p><p>https://www.presidencia.pt/presidente-da-republica/a-presidencia/antigos-presidentes/antonio-ramalho-eanes/</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 13:59:40 UTC</pubDate>
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         <title>Salgueiro Maia </title>
         <author>mariamaximino854</author>
         <link>https://padlet.com/drablistenstores/4ur7blnvbj8tnwdy/wish/3020313571</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Biografia</p><p>Salgueiro Maia foi o único filho de Francisco da Luz Maia, ferroviário, e de sua mulher, Francisca Silvéria Salgueiro (mortalmente atropelada aos 29 anos por um autocarro na Praça de Espanha, em Lisboa, tinha Fernando Salgueiro Maia quatro anos de idade).[3]</p><p>Nascido em Castelo de Vide, distrito de Portalegre, no Alto Alentejo, viveu subsequentemente em Coruche (frequentando a Escola Primária de São Torcato) e em Tomar. Quando tem 16 anos a família instala-se em Pombal, indo Salgueiro Maia fazer o ensino secundário no Liceu Nacional de Leiria (hoje Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo).[3]</p><p>Admitido, em outubro de 1964, na Academia Militar, em Lisboa, depois de ver reprovada a sua candidatura um ano antes, seria colocado na Escola Prática de Cavalaria (EPC), em Santarém, para fazer o tirocínio. Na mesma instituição, ascendeu a comandante de instrução e integrou uma companhia dos comandos na Guerra Colonial.[3]</p><p>Depois da revolução, viria a licenciar-se em Ciências Políticas e Sociais, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa.</p><p>Bibliografia</p><p>Duarte, António de Sousa (2004). Salgueiro Maia: Fotobiografia. Lisboa: Âncora. ISBN 972-780-133-1 Bibliografia</p><p>Duarte, António de Sousa (2004). Salgueiro Maia: Fotobiografia. Lisboa: Âncora. ISBN 972-780-133-1</p><p>Letria, José Jorge (2004). Salgueiro Maia: o Homem do Tanque da Liberdade. Lisboa: Terramar. ISBN 972-710-371-5</p><p><br/></p><p>Nome: Maria  Nº 9 e Rafaela Nº13</p><p>Pessoa : Salgueiro Maia </p><p>Fim do trabalho : Salgueiro Maia – Wikipédia, a enciclopédia livre (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://wikipedia.org">wikipedia.org</a>)</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 14:00:14 UTC</pubDate>
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         <title>Otelo Saraiva de Carvalho</title>
         <author>gustavodinisferreiragomess</author>
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         <pubDate>2024-06-06 14:04:53 UTC</pubDate>
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