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      <title>Eu e os livros by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-28 14:04:19 UTC</pubDate>
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         <title>Quem sou eu </title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280289374</link>
         <description><![CDATA[<p>Era uma vez uma menina que nasceu fruto do amor de duas pessoas, o Francisco e a Dulce. Quando completou dezoito meses,  ganhou logo outra irmãzinha, na qual,  com a mesma sequencia,  se  juntaram ao grupo mais três irmãos. Assim, a Maria do Céu tornou-se a mais velha dos irmãos, completando 51 anos na atualidade.</p><p>Como a família era numerosa, sentiu muito cedo a obrigação de ajudar os seus, embora se tenha sido possível  ter uma infância feliz. Contudo, compreendia que o que o pai ganhava não era o suficiente para  continuar os estudos. As palavras verbalizadas pela  mãe, "és a mais velha, é só o teu pai a trabalhar vai ser difícil", ficaram-lhe gravadas na memória até aos dias de hoje. Após terminar o segundo ciclo foi trabalhar, tendo sido o seu  primeiro emprego numa confeção têxtil, destacada na secção de corte  na qual acabou por chegar a responsável desse mesmo setor.</p><p>Anos mais tarde foi mãe de duas filhas, a Daniela e a Mariana, ambas licenciadas, em Desporto e Lazer e em Biotecnologia, respetivamente. No entretanto da formação que felizmente conseguiu proporcionar às duas filhotas, frequentou sessões de formação de modo a fomentar a sua educação. Mais tarde, conseguiu frequentar as novas oportunidades, onde concluiu o terceiro ciclo e o ensino  secundário. </p><p>O seu ultimo trabalho, realizado durante mais de quinze anos, foi  com crianças do primeiro ciclo, embora recentemente, devido ao  percurso académico  atual, sentiu necessidade de fazer transferência para um horário noturno, tendo sido destacada para a escola secundária de Monserrate.</p><p>No seu quotidiano tem uma vida bastante ativa, colabora na comunidade onde reside, pertence à direção do C.S.D. (Centro Social de Durrães, onde lhe é permitido contacto com valências infantis e terceira idade). Por gosto, pertence ao grupo folclórico da terra, e como culminar de serviço comunitário, uma vez por mês e dias festivos compõe o altar da igreja. Às segundas e quartas faz yoga, terças e quintas corre com um grupo de colegas. </p><p>Nos tempos livres gosta de ler e fazer caminhadas na natureza. Para complementar todas as suas atividades, apresenta-se em concertos de terapia de som com taças tibetanas, e escreve poemas como forma de expressão de sentimentos. </p><p>Recentemente decidiu tentar concretizar  o seu maior desejo,  frequentar  o Ensino Superior.</p><p>A Céu, como a família e os amigos a chamam, compreende que " o saber não ocupa lugar" e procura sempre evoluir em todos os aspetos da sua vida à qual se permite, de modo a contribuir não só para o seu bem estar como para o bem estar dos cidadãos próximos e da comunidade onde se encontra. Muito empenhada e resiliente, acredita fielmente que todos merecem uma oportunidade e um final feliz!</p><p>   </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 21:03:10 UTC</pubDate>
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         <title>Como realizar uma exposição oral sobre um livro</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p><ul><li><p>Apresentação da obra literária;</p></li></ul><p><strong>Desenvolvimento</strong></p><ul><li><p>Apresentação da biografia do autor;</p></li><li><p>Apresentação do livro:</p><ul><li><p>personagens;</p></li><li><p>ação;</p></li><li><p>leitura de excertos marcantes;</p></li></ul></li></ul><p><strong>Conclusão</strong></p><ul><li><p>Comentário pessoal;</p></li><li><p>Incentivo à leitura da obra;</p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 21:15:34 UTC</pubDate>
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         <title>Novo mês, novo livro</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>janeiro </strong>- um livro que comprei no ano anterior;</p><p><strong>fevereiro </strong>- um livro da biblioteca da minha cidade</p><p><strong>março</strong> - um livro escrito por uma mulher </p><p><strong>abril</strong> - um livro com números no título</p><p><strong>maio </strong>- um livro que começa com a letra do meu nome</p><p><strong>junho</strong> - um livro que recebi como prenda</p><p><strong>julho</strong> - um livro em que se basearam para uma série/ filme</p><p><strong>agosto </strong>- um livro com a capa da minha cor favorita</p><p><strong>setembro</strong> - um clássico da literatura</p><p><strong>outubro</strong> - um livro infantil</p><p><strong>novembro</strong> - um livro indicado por um amigo</p><p><strong>dezembro </strong>- um livro relacionado com o natal </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 21:22:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot; A vida é um livro e aqueles que não viajam lêem só uma página&quot;</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><mark>Não tentes ler um livro inteiro de uma vez !</mark> Começa com leituras curtas, como artigos, contos, ou capítulos diários. </p></li><li><p>É muito mais fácil criar o hábito de ler se estiveres a<mark> ler algo que te interessa. </mark>Explora diferentes gêneros literários até encontrarem um que te prenda a atenção. </p></li><li><p>Encontra um <mark>lugar tranquilo e bem iluminado</mark>, onde te podes concentrar na leitura. Certifica-te de que o local é confortável e convidativo. </p></li><li><p>Faz com que a <mark>leitura seja parte da tua rotina diária</mark>. Separa um horário específico para ler, mesmo que seja por apenas 15 minutos.  </p></li><li><p>Procura <mark>motivação junto de outras pessoas </mark>que partilham o entusiasmo pela literatura. Participar num clube de leitura ou do livro pode tornar-se uma ótima motivação para ler e discutir livros com amigos. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 21:37:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ABC do Capuchinho vermelho</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280305320</link>
         <description><![CDATA[<p>A docente iniciou a aula de literatura de uma maneira lúdica, a qual me cativou.  A dinâmica da aula intitulava-se como     "O ABC do capuchinho vermelho”. </p><p>A cada aluna foi dada uma letra, de forma aleatória. Mediante a história contada, cada aluna teria de expressar uma palavra começada pela letra e que estivesse relacionada com a história. </p><p>A docente também sugeriu entrar na aula com um enfeite relacionado com a  história que ia contar, explicando que um gesto simples pode remeter para uma dinâmica bastante lúdica pois capta de imediato a atenção das crianças. </p><p>De igual modo, interagir com os alunos à medida que mostrava as imagens, questionando diversas perguntas relativas com o mesmo ( como por exemplo " qual será o título do livro?".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 21:58:41 UTC</pubDate>
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         <title>Explorar livros em grupo</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p>A turma foi dividida em vários grupos, de modo a que  cada grupo ficasse com um livro distinto. No fim da aula, todos os grupos tiveram a palavra, onde foram analisadas diferentes abordagens e retrospectivas aos livros. </p><p>O livro que o nosso grupo escolheu intitula-se “Pela floresta” do Autor Anthony Browne. Ao longo do livro entendi a forma como na atualidade, contos clássicos podem ser reinventados de forma criativa, onde a reflexão, ou até mesmo a narrativa, podem conduzir a várias temáticas, de modo a continuar a educar a sociedade. </p><p>Quando todos os grupos partilharam a sua história ficou claro que o livro do “capuchinho vermelho” continua a ser um fio condutor de inspiração para reinventar novas questões em plena atualidade, sem a perda da sua origem. </p><p>Assim, essa aula contribuiu com mais uma dica de " como dinamizar aulas de literatura" onde conclui que podemos dinamizar uma história infantil trazendo-a para a atualidade, de modo a transferir  a sua essência para para o cotidiano e contexto social atual, com o objetivo de fomentar o espirito crítico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 22:07:37 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; O lobo e o cordeiro &quot;</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <pubDate>2025-01-05 22:38:59 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; Os dois sapos &quot;</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <pubDate>2025-01-05 22:41:00 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; O galo e a raposa &quot;</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <pubDate>2025-01-05 22:41:31 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; O leão e o rato &quot;</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <pubDate>2025-01-05 22:42:01 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; A raposa e a cegonha &quot;</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <pubDate>2025-01-05 22:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; A cigarra e a formiga &quot;</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <pubDate>2025-01-05 22:42:57 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; Frederico &quot;</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <pubDate>2025-01-05 22:43:18 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplos de fábulas </title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <pubDate>2025-01-05 22:43:35 UTC</pubDate>
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         <title>Livros literários ou não</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p>A professora Lúcia, fez-nos o pedido de trazer dois livros infantis, um literário e outro não literário para a aula. Como na aula anterior se tinha falado de obras literárias e de grandes autores consagrados da literatura, considero que foi uma grande ajuda, no entanto tive dúvidas, no não literário. Com algumas incertezas escolhi os meus tesouros, que tinha nas estantes de contar as histórias às minhas f ilhas. </p><p>Para literário selecionei o livro “Histórias Tradicionais Portuguesas contadas de novo” do célebre” António Torrado”. Já a escolha do não literário foi mais difícil, pois gerou imensas incertezas. Por fim, acabei por escolher uma obra do plano Nacional de Leitura da série “Tia Stilton” intitulado “A estrada do sucesso”. Posso afirmar que este livro foi uma arma e motivação para as minhas filhas continuarem com as leituras na idade de transição entre o primeiro e segundo ciclo. </p><p>Quando chegou a altura de apresentar as minhas escolhas entendi que até tinha feito as eleições acertadas. </p><p>Para concluir, a professora atenta às nossas dúvidas esclareceu que as obras literárias são destacadas pelos” grandes renomes da literatura”, tais como: títulos pouco elucidativos; estranhamento; qualidade estética do texto e da ilustração. Para além disso são obras dotadas da capacidade de nos fazer pensar, passando mensagens de reflexões profundas que faz argumentar o nosso sentido crítico da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 22:51:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>"Meia-Noite ou o Princípio do Mundo"  de Richard Zimler</p></li><li><p>"Charles Dickens" de David Copperfield</p></li><li><p>"O Diário da Nossa paixão" de Nicolas Sparks</p></li><li><p>"A filha do Capitão" de José Rodrigues dos Santos</p></li><li><p>"Os Pássaros de ceda" de Rosa Lobato de Faria”</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 22:56:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p>"O primeiro dever da inteligência é desconfiar dela própria." &nbsp; &nbsp;</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Albert Einste</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 22:57:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p>"O espelho e os sonhos são coisas semelhantes, é como a imagem do homem diante de si próprio." &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p><p>&nbsp; José Saramago</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 22:57:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Todo o mundo é um génio. Mas se julgares um peixe pela sua capacidade de subir numa árvore, ele vai gastar toda a sua energia a acreditar que ele é estúpido." &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p><p>&nbsp; &nbsp;George Reavis</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 22:57:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Qual é o sentido da vida? &nbsp;- Para a frente. E sempre de cabeça erguida." &nbsp;</p><p>Raul Minh'alma</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 22:58:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p>“La buena literatura siempre nos enseña algo importante del mundo y de la vida con su capacidad para transformar lo cotidiano en extraordinario y lo extraño en familiar, pero el mensaje de una obra literaria no debe ser unívoco: debemos tener la impresión de que al leerla aprendemos, pero sin saber muy bien qué.” &nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; Pedro Cerrillo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 22:58:20 UTC</pubDate>
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         <title>26 de dezembro de 2024</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>&nbsp;Desde que iniciei a cadeira de Literatura Infantojuvenil, despertou em mim a vontade de voltar a ler. Desta forma, comecei a ler um dos livros que já há algum tempo desejava, "Meia-Noite ou o Princípio do Mundo”, de Richard Zimle… Durante a interrupção letiva do Natal dediquei-me mais um pouco a mim própria do que era habitual, e decidi retomar esta aventura no mundo da leitura com mais dedicação.</p><p>Com a paragem, entre o primeiro semestre e a passagem para o segundo espero terminar a leitura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 22:59:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280326325</link>
         <description><![CDATA[<p>Há muitos anos atrás, na entrada para o primeiro ciclo, à cerca de 45 anos, julgo que foi o meu primeiro contato com os livros.</p><p>Recordo-me como se fosse hoje, eu estava expectante uma vez que desde sempre gostava imenso quando as aulas iniciavam. O cheiro característico e inconfundível dos livros e cadernos encantava.</p><p>O que mais está presente na minha mente é um texto que se intitulava "a coca bichinhos". Eu adorei aquele texto, onde, como o nome indica, a trama é passada maioritariamente na natureza. Uma vez que morava na aldeia, identificava-me com a personagem.</p><p>Sou a mais velha de cinco irmãos, apesar de viver feliz tive menos oportunidades.</p><p>Os livros que existiam em casa eram praticamente escolares. No entanto, tinha alguns jornais da região do Vale do Neiva e uma ou outra revista de mecânica de automóveis, pois o meu pai era mecânico.</p><p>Sempre gostei muito de ler e de histórias, também de escrever não só o que me vai na alma, mas também poesia.</p><p>A minha professora da primeira classe era fabulosa, cativava todos os alunos com a sua amabilidade e dedicação. No segundo ciclo, tive uma professora muito boa de português. Como trabalho de casa mandou escrever um texto sobre o que pretendíamos. Eu toda empolgada decido sentar-me nas escadas exteriores a observar o céu e o luar, dessa passagem criei um texto do qual eu me orgulhei. No dia seguinte, a professora leu todos os textos e o meu leu-o em voz alta para a turma, e parabeniza-me. De seguida, chamou a professora da turma ao lado e mostrou-lhe o texto. Para minha desilusão ouvi-a a dizer "achas que foi ela que o escreveu?". Fiquei aterrada e perdi completamente a motivação.</p><p>Nos dias de hoje gosto de ler, mas gostaria de ter mais tempo para o fazer com frequência uma vez que sempre me proporciona uma viagem no tempo e por mundos distintos.</p><p>Nos entretantos, o último livro que li, de Robin Sharma, intitulava-se "sabedoria e liderança". Este faz parte da sequência dos livros anteriores que li do autor, nomeadamente intitulados como "O Monge que vendeu o seu Ferrari" e "As cartas que o Monge escreveu".</p><p>A leitura faz-me viajar pelo mundo, é como se estivesse lá presente e a vivenciar o mesmo, sendo que por vezes torno-me emotiva com o acontecimento.</p><p>Assim, a minha primeira memoria dos livros, apesar de se ter passado à muitos anos atrás, foi memorável.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:23:50 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Cocar&quot;</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280326797</link>
         <description><![CDATA[<p>Um certo dia, <mark>três irmãos índios</mark>, decidiram partir numa aventura pela floresta. O irmão mais velho, pediu aos restantes que levassem consigo um pertence que fosse valioso para a viagem. O mais novo, apareceu com uma corda, o do meio com um arco e flecha e o seguinte, com um<mark> chapéu </mark>castanho e largo.</p><p>Logo pela manhã, com os raios de sol a furar por entre as copas das árvores e o chão molhado com as gotas de orvalho, puseram pés ao caminho. Conforme avançavam, deliciavam-se com a paisagem colorida que viam, o som dos passarinhos e os animais que avistavam a brincar. A natureza encantou-os de tal maneira, que não deram conta as horas passar. Como se aproximava o fim do dia e já era tarde para voltarem para a sua tribo, decidiram encontrar um local para passar a noite.</p><p>No alto de uma colina, avistaram uma <mark>gruta.</mark> Com entusiasmo e curiosidade, subiram o ingreme vale, na expectativa de encontrarem onde descansar. Ao chegar à gruta, para espanto do grupo, depararam-se com um magnifico <mark>cavalo</mark> branco a pernoitar no local. O mais velho dos irmãos, aproxima-se e sente que o animal fica receoso.&nbsp; No entanto, arrisca e faz-lhe uma festa, reparando por fim que em volta do seu pescoço, o cavalinho tinha uma grande marca.&nbsp; Como o pequeno índio sempre teve uma grande <mark>sabedoria</mark> para comunicar com os animais, notou-se de imediato uma empatia entre os dois, deixando o cavalo aparentemente mais descansado.&nbsp; Os outros dois irmãos, curiosos e entusiasmados, também se juntaram e começaram a questionar o novo amigo.</p><p>- Que se passa com o teu pescoço?</p><p>- Estava preso! Morava com mais animais numa quinta. – respondeu o cavalo.</p><p>- O nosso dono não era bom homem, obrigava-nos a criar brincadeiras violentas para entreter os amigos ricos e até nos batia, fazia pouco de nós! Certo dia, ganhei coragem e enfrentei-o, dizendo que não era justo fazer trabalhos pesados e brincadeiras parvas para os barrigudos se rirem. Infelizmente, nada entrou naquele coração duro. – acrescentou o cavalo.</p><p>- Mas então como vieste cá parar? - questionou o irmão mais novo.</p><p>- Ao ser explorado pelo poderoso senhor, tomei a decisão de abandonar aquela vida que não queria e enfrentar o medo para fugir.</p><p>- Cavalinho, és muito corajoso. Convido-te a morar connosco na tribo! – disse o irmão do meio entusiasmado.</p><p>- Quero <mark>viajar</mark> pelos montes e vales, do norte ao sul do país e transmitir a minha mensagem a todos que encontrar no caminho, para que não tenham medo e sejam livres! Se estiverem dispostos a fazer-me companhia, aceito a vossa tribo como a minha nova casa! - disse o cavalo branco muito emocionado.</p><p>Assim, após chegarem a um acordo, os três irmãos passaram a noite junto do calor do belo e corajoso cavalo. Na manhã seguinte, os quatro regressaram para junto da tribo, com uma nova mensagem para contar aos outros Indígenas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:25:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cartas para a criação da história</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Objetos mágicos</strong>- chapéu</p></li><li><p><strong>Palavra-chave</strong>- sabedoria</p></li><li><p><strong>Caracterização-</strong> poderoso</p></li><li><p><strong>Espaços- </strong>gruta</p></li><li><p><strong>Ações</strong>- viajar</p></li><li><p><strong>Personagens de animais</strong>- cavalo</p></li><li><p><strong>Personagens humanas</strong>- três irmãos</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:25:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280327426</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:28:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como a leitura nos traz reflexões</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p>A professora Lúcia, trouxe para a aula um livro da história do “capuchinho vermelho”. &nbsp;A docente leu duas versões da mesma história, uma contada por &nbsp;Charles Perrault e outra pelos &nbsp;Irmãos Grimm.</p><p>Quanto à história do escritor francês do seculo XVII, fiquei a entender que as crianças não eram vistas como frágeis, mas sim como pequenos adultos. Na altura não existiam contos exclusivos para elas, pois eram contados para todos no geral. Contudo, o escritor tinha como público-alvo os homens, crianças e quem as criavam, as “aias”. O autor aparentava ter a finalidade de passar a mensagem de como era perigoso a aproximação dos homens e a vergonha que era naquele tempo perder a pureza antes do casamento. Quando na narrativa este se refere ao termo “morrer”, aparece após “despir” e “comer” expondo a relação sexual.</p><p>Na trama, as crianças não ficam assustadas com o lobo, após comer a menina, pois associam-no a animal selvagem. No entanto quando os homens ouvem a história nos serões coletivos para os nobres senhores, é a eles que o escritor se refere.</p><p>Quanto à versão dos Irmãos Grimm, do seculo XIX, em que a criança já tem necessidade de ser protegida e educada por um adulto, introduziu-se uma nova narrativa. Neste caso, a finalidade é não cometer o erro das crianças darem atenção a estranhos, reforçando também o papel do adulto, que deve cuidar das crianças, papel este demonstrado aquando a conclusão da história quando aparece o caçador e salva o capuchinho.</p><p>Assim, pude concluir que com o passar do tempo a essência dos contos pode manter-se, apresar do seu ensinamento ser alterado de modo a suprimir as necessidades atuais.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:30:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Clássicos da Literatura Infantojuvenil                            </title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><mark>"Era uma vez um pedaço de madeira."&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</mark></p><p>"As aventuras de Pinóquio"  de Carlo Collodi (Itália, 1883)</p><p><br/></p><p>"As aventuras de Pinóquio" é um clássico da literatura infantojuvenil que retrata a sociedade de Itália no século XIX, com a pobreza e a fome.&nbsp; &nbsp;</p><p>&nbsp;Inicialmente, esta obra era,</p><p>&nbsp;publicada como complemento de um jornal, e começou por ter apenas 15 capítulos. No entanto os habitantes da época não ficaram satisfeitos com o final e o autor concluiu mais 21 capítulos, acabando a obra por possuir 36 capítulos. &nbsp; </p><p>A ideia que eu tinha, tal como as colegas, era que o nariz do Pinóquio cresceu muitas vezes ao longo da história. Contudo, só cresceu 3 vezes e  a primeira vez foi já no capítulo 17. &nbsp;O início da história também era algo que desconhecia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:36:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Outros clássicos </title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>"Peter Rabbit" de Beatrix Potter (Inglaterra);</p></li><li><p>"A Pipi das meias altas" de Astrid Lindgren (Suécia);</p></li><li><p>"Bambi" de Felix Salten (Aústria);</p></li><li><p>"O livro da Selva" de Rudyard Kipling (Reino Unido);</p></li><li><p>"Heidi" de Johanna Spyri (Suiça);</p></li><li><p>"Peter Pan" de J. M. Barrie;</p></li><li><p>"O Principezinho" de Antoine de Saint-Exupéry (França);</p></li><li><p>"Winnie-the-Pooh" de A.A. Milne;</p></li><li><p>"As aventuras de Tom Sawyer" de Mark Twain (Améric</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:43:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O O pai da Literatura Infanto-Juvenil </title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280334115</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Andersen, Hans Christian</mark></strong></p><p><br></p><p>Nasce a 2 de abril de 1805 em Odense, na Dinamarca.</p><p>&nbsp;Neste dia é celebrado o Dia Internacional do Livro Infantil. Andersen nasce no meio de uma família muito pobre, o seu pai era sapateiro.</p><p>Queria ser ator, vai para o teatro,</p><p>&nbsp;como não tinha jeito para representar correu menos bem. No entanto, para a escrita é reconhecido, conhece uma família que o acolhe.</p><p>Escreve os seus próprios contos e conquista realmente.</p><p>Como o '' Patinho Feio torna-se num cisne '', o mais biografo de Andersen.</p><p><br></p><p><strong>Alguns contos de Andersen:</strong></p><ul><li><p>O soldadinho de chumbo;</p></li><li><p>A princesa e a ervilha</p></li><li><p>Pequena Sereia;</p></li><li><p>O fato novo do rei;</p></li><li><p>A Polegarzinha;</p></li><li><p>A menina dos fósforos</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:50:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>" O Soldadinho de Chumbo"</strong></p><p>Nesta história a personagem principal</p><p>é um brinquedo (que só tem uma perna)</p><p>e tem uma mensagem, sendo os seus temas:</p><p>&nbsp;amor, esperança, deferença e, mais uma vez, morte como libertação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:53:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280336257</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>" A Princesa e a Ervilha"</strong></p><p>&nbsp;Este conto retrata a história de um príncipe que estava à procura de uma verdadeira princesa para se casar. Num dia chuvoso, uma menina bateu à porta do castelo e disse que era uma verdadeira princesa. A rainha, com o objetivo de se certificar se a menina era uma princesa,</p><p>convidou-a para passar a noite no castelo, mas, por baixo de várias camadas de colchão, colocou uma ervilha.</p><p>&nbsp;Na manhã seguinte, a princesa relata que tinha dormido muito mal, porque havia algo na cama que a feria. Desta forma, a jovem demonstrou ser uma princesa de verdade, uma vez que apenas uma princesa teria tal sensibilidade.</p><p>&nbsp;Nesta obra o autor chama a atenção para as pessoas que vivem de aparências e que têm uma sensibilidade exagerada, capazes de sentir uma ervilha em baixo de dezenas de colchões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:56:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280337501</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>“A criação da noção de INFÂNCIA foi um princípio indispensável para a criação de livros infantis e determinou em larga medida o desenvolvimento e as opções da literatura para crianças”&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong> &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p><p>&nbsp; ( Shavit, 2003: 22)</p><p><br></p><p>Na idade medieval a criança aos olhos do povo era como um adulto em miniatura. A partir do século XVII passou a ser notada como um ser diferente do adulto, com atributos como a inocência e a suavidade. Desta feição, a comunidade passou a perceber a imagem de infância e a empenhar o adulto pelo bem-estar espiritual da criança.&nbsp;</p><p>A partir desta distinção deu-se uma procura de um sistema educativo organizado, tendo aí surgido a literatura para crianças.</p><p>Passou a ser fundamental que a literatura respondesse às necessidades da criança e se adaptasse às suas capacidades.</p><p>Na Literatura Infantil desde a primeira década do séc. XXI, verifica-se a combinação de continuidade e tradição com novidade e evolução, a presença de autores e ilustradores de diferentes gerações e a abertura de temáticas.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 23:59:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Alguns autores contemporâneos da Literatura Infanto Juvenil em Portugal</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Luísa Ducla Soares;</p></li><li><p>&nbsp; António Torrado;&nbsp;</p></li><li><p>&nbsp;António Mota;&nbsp;</p></li><li><p>&nbsp;Alexandre Parata;</p></li><li><p>&nbsp; Alice Vieira;&nbsp;</p></li><li><p>&nbsp;Matilde Rosa Araújo;&nbsp;</p></li><li><p>&nbsp;Luísa Dacosta;</p></li><li><p>&nbsp;Álvaro Magalhães.</p></li><li><p>&nbsp;Álvaro Magalhães.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-06 00:00:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O conto popular</title>
         <author>mfigueiras</author>
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         <description><![CDATA[<p>O conto popular tem o seu princípio no povo. "Quem conta um conto, acrescenta um ponto", é natural que as narrativas tenham sofrido transformações ao longo da época devido à sua transferência verbal, entre gerações. No passado, os contos não eram registados, simplesmente eram graças à recordação e ao proveito do povo.&nbsp; &nbsp; </p><p>No entanto, foram posteriormente recolhidos por autores como Charles Perrault (França, século XVII) e os Irmãos Grimm (Alemanha, século XIX).&nbsp; Atualmente os contos mantêm-se atuais devido a reescritas e a novas ilustrações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-06 00:07:51 UTC</pubDate>
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         <title>A estrutura do conto popular</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280340904</link>
         <description><![CDATA[<p>O conto popular tem uma estrutura muito específica:</p><ul><li><p>&nbsp;Situação inicial (de normalidade);&nbsp;</p></li><li><p>&nbsp;Rotura da normalidade (personagem principal é exibida ao perigo); &nbsp;</p></li><li><p>&nbsp;Reposição da normalidade. &nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;No conto popular, segundo a estrutura, obtém um desejo de conseguir algo, por parte da figura principal, o que leva ao aparecimento de um ajudante (algo/alguém que coopera com a personagem fundamental a adquirir o objetivo) e um opositor (algo/alguém que transtorna esta caminhada). Este enlace finaliza geralmente com um final feliz, a tal reposição da normalidade, no qual a personagem principal se transforma num "herói". </p><p>Esta construção pode ser correntemente relacionada ao cotidiano, pois todos nós atravessamos a certa altura por uma quebra da normalidade e vemo-nos obrigados a refazer o nosso caminho de modo a repormos a situação de normalidade inicial ou naturalmente adequarmo-nos à nova situação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-06 00:08:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A simbologia do conto popular</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280341281</link>
         <description><![CDATA[<p>Os contos populares estão repletos de simbologia, como podemos confirmar, por exemplo, em "A Gata Borralheira”, pelo uso do número 12 como atributo de evolução cíclica espácio-temporal; o aparecimento da fada como enviada de outro Universo; a alusão às aves como elementos de junção entre o céu e a terra; e do sapato como símbolo da identificação ou até metáfora sexual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-06 00:10:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3280341821</link>
         <description><![CDATA[<p>As fábulas, são excertos curtos usados para engrandecer experiências da vida real do ser humano, através da intercessão de animais. Todas as fábulas apresentam uma moral da história.</p><p>Os três nomes que mais são associados à fábula são os seguintes:</p><p>• Esopo (Grécia, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://s%C3%A9c.VI">séc.VI</a> a.C.): é considerado o pai da fábula;</p><p>• La Fontaine (França, 1621–1695): reescreveu muitas das fábulas de Esopo, em</p><p>verso;</p><p>• Bocage: traduziu as fábulas de La Fontaine e criou também algumas fábulas.</p><p>• Podemos ainda realçar alguns autores portugueses ligados às fábulas: Trindade</p><p>Coelho e Curvo Semedo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-06 00:11:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Unidade Curricular: Literatura Infante -Juvenil</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3282166329</link>
         <description><![CDATA[<p>Docente: Professora Doutora Lúcia Barros</p><p><br></p><p>Discente: Céu Figueiras nº 52554, 2/C</p><p><br></p><p>                                Portefólio realizado ao longo do ano letivo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-07 09:15:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Docente: Professora Doutora Lúcia Barros</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3282181060</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-07 09:27:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discente: Maria do Céu Figueiras nº32554, 2/C</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3282183202</link>
         <description><![CDATA[<p>Portfólio realizado ao longo do ano</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-07 09:29:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Início do segundo semestre</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3464946250</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Palavras que brotam da alma,<br>sementes de sonho a crescer,<br>cada verso desenha o caminho,<br>onde a escrita pode viver.</p><p><br/></p><p>Com carinho rego esperança,<br>com dedicação faço florir,<br>no jardim da imaginação,<br>há sempre novas histórias a surgir.</p><p><br/></p><p>                                            M. Céu </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 13:42:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3464948092</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Leitura gratuita</strong></p><p><br/></p><p>Em cada aula, nós, alunas, temos o privilégio de assistir a um momento de leitura proporcionado pela professora Lúcia. Nestes momentos, falaram-se e foram lidos alguns livros: </p><p><br/></p><p><em>O Que Nos Torna Humanos </em>- autor: Victor D.O. Santos;</p><p>As Fadas Verdes - autora: Matilde Rosa Araújo;</p><p>As Sementes Que Voaram- autora: Isabel Martins;</p><p><em>Rosa Branca</em>- autor: Roberto Innocenti;</p><p><br/></p><p> Além de obras de autores como José Saramago, Eugénio de Andrade e muitos mais.</p><p>Através destes belíssimos momentos de leitura e reflexão, percebi que, muitas vezes, <strong>a felicidade está nas coisas mais simples da vida,</strong> mesmo debaixo do nosso nariz. Consigo encontrar felicidade no canto de um pássaro, numa boa música ao acordar ou num banho relaxante ao fim de um dia longo. É essencial valorizarmos o que temos de tão bom e permitir-nos sentir essa felicidade.</p><p><br/></p><blockquote><p>“<strong>É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite, com Sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava”.</strong></p></blockquote><p>                                                                   </p><p><em>                                  José Saramago</em></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 13:44:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atuais Tendências Temáticas na Literatura para a Infância e Juventude</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3464974925</link>
         <description><![CDATA[<p>A Literatura Infantil e Juvenil tem evoluído, abordando temas como a diversidade, meio ambiente e questões sociais. Para além das histórias clássicas, explora inclusão, identidade e sustentabilidade, ajudando as crianças a ver o mundo de forma mais crítica. Contos tradicionais também são adaptados para novas gerações, garantindo que esta literatura continue a ser essencial na formação dos leitores e na sensibilização para causas humanas e sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:09:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Representações do ambiente</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3464977577</link>
         <description><![CDATA[<p>Na literatura, destaca-se a preservação do planeta. Obras que têm por base a temática das Estações do Ano convidam-nos a (re) descobrir a essência, a abrandar e a aprender que tudo tem o seu ritmo e o seu tempo.</p><p><br/></p><p> <em>O Zé e as estações do ano</em> - Autora: Luísa Ducla Soares</p><p><br/></p><p>&nbsp;<em>O meu avô não sabe as estações do ano</em> - Autor: Alexandra Brás</p><p><br/></p><p><em>Mariana e a missão primavera</em> - Autora: Sylvie AuzarY- Luton</p><p><br/></p><p><em>Vou amar-te para sempre</em> - Autor: Owen Hart</p><p><br/></p><p><em>As quatro estações</em>- Autor: Manuela Leitão e Catarina Corria Marques.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:11:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Infância e Temas fraturantes- Guerra</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3464985310</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Os livros são sempre uma excelente forma de falar acerca de temas particularmente difíceis, e até procurar soluções para os mesmos. Apesar das reservas que a sociedade pode ter acerca da abordagem deste tipo de temas juntos dos mais pequenos, os autores têm vindo a incluí-los nas suas obras, A guerra e os conflitos são um desses temas difíceis, e é difícil pensar e abordar sobre o lugar da criança neste contexto.&nbsp; Alguns livros que abordam este tema.</p><p><br/></p><p><em>O diário de Anne Frank</em></p><p><br/></p><p>&nbsp;<em>O princípio- Autora</em>: Paula Carballeira&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p><em>Rosa Branca</em>- Autores: Roberto Innocenti e Christophe Gallaz</p><p><br/></p><p><em>O soldado João</em> – Autora: &nbsp;Luísa Ducla Soares</p><p><br/></p><p>&nbsp;<em>A história de Erika</em> – Autora: Ruth Vander Zee</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:18:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Infância e Luta pelos Direitos Humanos</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3464989915</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>A criança na relação avós netos</strong></p><p>&nbsp;</p><p>A representação dos avós (e dos idosos) vai ganhando expressão enquanto tendência temática da atual literatura para a infância: questões como a sabedoria, a memória, o envelhecimento, a doença e até a morte fazem parte do vasto leque de publicações sobre o tema.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p><em>O Meu Avô</em>- Autora: Catarina Sobral.&nbsp;</p><p><br/></p><p>O Rosto da Avó -Autora: Simona Ciraolo</p><p><br/></p><p><em>Vó coruja</em> - Autores: Daniel Munduruku, </p><p>Heloisa Prieto e Daniel Kondo&nbsp;</p><p><br/></p><p><em>A avó amarela</em> - Autores: Júlia Medeiros e Elisa Carreto&nbsp;</p><p><br/></p><p><em>Meus mais velhos</em>, Padmini e Nina Elias</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:23:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Família</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3464992249</link>
         <description><![CDATA[<p>Todos somos diferentes, não existem duas famílias iguais. Na realidade, nunca existiram—apenas se pensava que sim. As famílias deixaram de ser apenas pai, mãe e filhos; podem ser compostas por duas mães, dois pais, ou por um dos progenitores e o seu companheiro. Também há famílias sem filhos, mas isso não as torna menos família. Cada pessoa vê a sua família como o "normal" e a "melhor", independentemente da sua composição.</p><p>A literatura infantil tem desempenhado um papel fundamental ao mostrar às crianças e jovens que existem diferentes estruturas familiares e que nem todos têm as mesmas figuras familiares presentes nas suas vidas. Na aula de literatura, tivemos a oportunidade de conhecer livros que ilustram esta realidade, como:</p><p>&nbsp;</p><p><em>Burros</em>- autores: Aldelheid Dahimène e Heide Stöllinger</p><p><br/></p><p><em>O Livro dos Porquinhos</em> - Autor: Anthony Browne</p><p><br/></p><p><em>Coração de Mãe e A Manta</em>- Autor: Isabel Minhós Martins</p><p><br/></p><p><em>O touro Ferdinando- Autor: Wilbur Munro Leaf</em></p><p><br/></p><p><em>Jaime é uma sereia Autor:</em> Jessica Love,</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:25:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matilde Rosa Araújo (1921 -2010)</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3464996391</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Matilde Rosa Araújo, escritora dedicada à literatura infantil, faleceu, na sua casa em Lisboa, aos 89 anos, a 06 de julho de 2010.Explorou temas como a infância, natureza e liberdade. Defensora dos direitos das crianças, colaborou com a UNICEF e recebeu prémios da Fundação Calouste Gulbenkian. Obras como <em>Fadas Verdes</em> e <em>A História de uma Flor</em> refletem a sua sensibilidade e compromisso social, transportando o leitor para um universo de ternura e esperança, onde as pequenas coisas brilham com significado.</p><p>&nbsp;</p><p>Matilde Rosa Araújo, voz de ternura,<br>na infância achou a luz mais pura.<br>Entre palavras teceu magia,<br>um sonho verde, doce harmonia.</p><p><br/></p><p>Cantou a esperança, a revolução,<br>numa flor guardou emoção.<br>Pelos direitos das crianças lutou,<br>nas letras, um abrigo encontrou.</p><p><br/></p><p>Do simples fez ouro, pura beleza,<br>na essência achou riqueza.<br>Olhar de menina deixou brilhar,<br>na literatura soube eternizar.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;<em>O livro da Tila</em> (1957);</p><p><em>Mistérios</em> (1988);</p><p><em>As Fadas Verdes</em> (1984);</p><p><em>Segredos e Brinquedos</em> (1999)</p><p>&nbsp;<em>A Guitarra da Boneca</em> (1983);</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:29:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3465003687</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Fraternidade…</strong></p><p><br/></p><p>Acho que como futuras professoras, temos a responsabilidade de trabalhar estas temáticas com as crianças, alertá-las para a sua importância e apresentar opções para combater as desigualdades e dar voz a quem mais precisa.  Um livro que que gostaria de abordar é:</p><p> <strong>O Lápis Mágico da Malala,</strong> escrito por Malala Yousafzai e ilustrado por Kerascoet.</p><p><br/></p><p>&nbsp;Malala Yousafzai é um exemplo de coragem e determinação. Desde jovem, defendeu o direito à educação das meninas no Paquistão, enfrentando ameaças dos talibãs. Em 2012, foi baleada a caminho da escola, mas sobreviveu e tornou-se uma voz global pela educação.</p><p>Discursou nas Nações Unidas, desafiou líderes mundiais e fundou o <strong>Fundo Malala</strong>, que já ajudou milhões de meninas a terem acesso à escola. Aos 17 anos, tornou-se a pessoa mais jovem a receber o <strong>Prémio Nobel da Paz</strong>. O seu lema continua a inspirar: <strong><em>"Uma criança, um professor, um livro, uma caneta. Educação é a solução."</em></strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>No Paquistão nasceu uma menina,<br>Com um sonho e força divina.<br>Queria crescer e aprender,<br>Teve de lutar para vencer.</p><p><br/></p><p>Os talibãs tentaram calar,<br>Mas Malala não quis recuar.<br>Mesmo ferida, não desistiu,<br>E ao mundo a sua voz abriu.</p><p><br/></p><p>Nas Nações Unidas fez-se ouvir,<br>E milhões passou a inspirar.<br>Com o seu fundo a apoiar,<br>Meninas puderam estudar.</p><p><br/></p><p>Primeiro em pensamento,<br>Com um lápis mudou destinos.<br>Com coragem e sentimento,<br>Derrubou medos, traçou caminhos.</p><p><br/></p><p>Mudou vidas, fez revolução,<br>Com enorme dedicação.<br>E ao receber o Nobel da Paz,<br>Provou que a educação tudo nos traz!</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:36:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“O Meu Avô”</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3465005094</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p><em>O Meu Avô</em> foi um livro que escolhi para uma tarefa, tendo sido recomendado pela professora ao longo das aulas. Este, escrito e ilustrado por Catarina Sobral, pertence à editora Orfeu Negro e integra o Plano Nacional de Leitura para o 2.º ano do 1.º ciclo. Já foi publicado em italiano e coreano. A história apresenta um avô divertido que pratica pilates, faz piqueniques na relva, escreve cartas de amor e tem tempo para tudo. Ao longo da narrativa, as ilustrações revelam não só a vida do avô, mas também a do seu vizinho, que, devido ao trabalho, nunca tem tempo para nada.</p><p>Esta obra aborda a temática das representações familiares, focando-se, em particular, na relação entre neto e avô. Além disso, <strong>na minha opinião, critica a sociedade atual, representada pelo vizinho constantemente ocupado, que vive apenas para o trabalho.</strong> Assim, evidencia-se que “o contexto da literatura infantil sofreu algumas alterações muito significativas em Portugal".</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:37:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3465005094</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ilustração e suas Funções</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3465008515</link>
         <description><![CDATA[<p>As ilustrações de um livro desempenham um papel muito mais amplo do que simplesmente adorná-lo e torná-lo mais bonito embora, sem dúvida, o façam! Para além do aspeto visual, contribuem para a descodificação e complementação do texto, ajudando na <strong>caracterização </strong>das personagens e dos espaços descritos. Também <strong>orientam</strong> o leitor ao longo da narrativa.</p><p>Em alguns livros, as ilustrações contam até uma história paralela e oferecem novas <strong>possibilidades </strong>de <strong>interpretação,</strong> permitindo que a leitura vá para além do óbvio. Uma criança que lê um livro com ilustrações ricas está a expandir o seu <strong>conhecimento sobre o mundo da arte,</strong> enquanto desenvolve as suas <strong>competências artísticas e literárias.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Ilustradores em Portugal:</strong></p><p>&nbsp;Catarina Sobral</p><p>&nbsp;Afonso Cruz</p><p>Madalena Matoso</p><p>&nbsp;André Letria</p><p>Yara Kono</p><p><strong>Ilustradores internacionais:</strong></p><p>Roberto Innocenti&nbsp;</p><p>Maurice Sendak</p><p>Anthony Brown</p><p><br/></p><p><strong>Desenvolver</strong></p><p><strong>&nbsp;      complementar</strong></p><p><strong>               envolver</strong></p><p><strong>&nbsp;                    compreender</strong></p><p><strong>                              estimular</strong></p><p><strong>&nbsp;                                  criar</strong></p><p><strong>&nbsp;                                       incentivar</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:40:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Haiku</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3465014082</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Escrever um haiku concentra a mente no presente e desperta o teu interior.</strong></p><p><br></p><p>Inspirados por esta tradição literária, na aula de literatura da professora Lúcia, tive a oportunidade de explorar essa forma de escrita. O entusiasmo gerado pela atividade foi tão marcante que, durante o estágio, utilizamos a prática e incluímos no projeto final, onde foi ampliado para envolver toda a comunidade escolar. Assim, os alunos visitaram diversas salas, recitando haikus que refletiam a temática da fraternidade/ igualdade de género — <strong>um valor essencial para a convivência e a solidariedade.</strong></p><p>Esta iniciativa revelou-se enriquecedora, proporcionando não apenas um momento de expressão artística, mas também fortalecendo os laços entre os alunos e promovendo uma reflexão sobre a importância da união e do respeito mútuo. Através da poesia, a escola tornou-se um espaço ainda mais inspirador, onde as palavras ganharam vida e sentido.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Três versos sem rima</strong></p></li></ul><ul><li><p><strong>Referência à natureza ou às estações do ano</strong></p></li><li><p><strong>Tempo presente</strong></p></li><li><p><strong>Expressão da observação ou fascínio do poeta</strong></p></li><li><p><strong>Presença de um dos cinco sentidos</strong></p></li><li><p><strong>Brevidade</strong></p></li></ul><p><br></p><p>Brisa suave vem,<br>Tempo passa e nos refaz,<br>Somos vento e chão.</p><p><br></p><p>Rosas desabrocham,<br>Um aroma no silêncio,<br>O sol aplaude.</p><p><br></p><p>Folhas de caderno,<br>Vozes ecoam nos muros,<br>Sonhos aprendidos.</p><p><br>Mãos que se juntam,<br>Passos seguem adiante,<br>O laço permanece.</p><p><br></p><p>Sol atravessa o vidro,<br>Andorinha celebra,<br>Dança na brisa.</p><p><br></p><p>Caminhos que cruzam,<br>Gestos que se tocam,<br>Laços que perduram.</p><p><br></p><p>Passos lado a lado,<br>Mãos que acolhem sem medo,<br>Somos um só tom</p><p><br>Vozes entrelaçam,<br>Nenhum nome vale menos,<br>somos horizonte.</p><p><br>Sol e lua dançam,<br>Cores livres na brisa leve,<br>Ser quem somos brilha.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:46:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Autora versátil</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3465016083</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Catarina Sobral, nascida em Coimbra em 1985, estudou Design Gráfico e fez um mestrado em Ilustração. Ela é uma reconhecida ilustradora e autora de literatura infantil, com um percurso notável que inclui cerca de duas dezenas de livros, traduzidos e publicados internacionalmente, muitos dos quais deves conhecer. Onde tem um basto curriculum e prémios, além disso, recentemente foi proposta a mais um titulo internacional.</p><p>Algumas das suas obras:</p><p><br/></p><ul><li><p><em>Greve </em>(2011)</p></li><li><p> <em>Achimpa </em>(2013)</p></li><li><p><em>O Meu Avô </em>(2014)</p></li><li><p><em>Vazio</em> (2014)</p></li><li><p> <em>O Chapeleiro e o Vento </em>(2014)</p></li><li><p><em>No Hay Dos Iguales </em>(2014)<em>, </em>com texto de Javier Sobrino</p></li><li><p><em>Limeriques Estapafúrdios (2</em>014), com texto de Tatiana Belinky</p></li><li><p><em>Limeriques Estapafúrdios (2</em>014), com texto de Tatiana Belinky</p></li><li><p><em>A Sereia e os Gigantes</em> (2015)</p></li><li><p> <em>A Casa que Voou</em> (2015), com texto de Davide Cali</p></li><li><p><em>Le Riz </em>(2015), com texto de Jerôme Berger&nbsp;</p></li><li><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<em>Tão tão grande </em>(2016)</p></li><li><p><em>Comment ça, il a renoncé? </em>(2018)</p></li><li><p><em>Impossível </em>(2018)</p></li><li><p><em>Coimbra </em>(2019)</p></li><li><p><em>Irrequieta, Madalena Perdigão</em> (2024)</p></li><li><p><em>A Mão e os Gestos da Ana Hatherly </em>(2024)</p></li></ul><p><br/></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 14:48:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3465016083</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Morte</title>
         <author>mfigueiras</author>
         <link>https://padlet.com/mfigueiras/4uhoka7zlkqbnpqy/wish/3465194478</link>
         <description><![CDATA[<p>Tal como a Guerra este é um tema extremamente difícil de abordar. A verdade é que a maior parte das pessoas tentam que as crianças não saibam da verdade acerca da morte o que ela representa realmente.&nbsp; Mais uma vez, a literatura intervém e tem um papel fundamental.&nbsp; Alguns livros que abordam este tema.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p><em>A morte da lagarta</em> - Autores: <strong>&nbsp;</strong>Rodrigues, André; Ribeiro, Larissa; Desgualdo, Paula; Markun, Pedro</p><p><br/></p><p><em>É triste quando alguém morre</em> - Autores: Linus Mundy</p><p><em>A arvore das lembranças</em>- Autora: Britta Teckentrup</p><p>&nbsp;</p><p><em>Para onde vamos quando desaparecemos?</em>-Autora: Isabel Minhós Martins</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><em>Um gato tem 7 vidas</em> -Autora: Luísa Ducla Soares</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 18:40:04 UTC</pubDate>
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